Mente vazia, oficina do sistema da mídia golpista

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quarta-feira, 30 de junho de 2010

A briga do DEM com o PSDB.wmv

O esquerdopata: DEM impõe novo vice ao PSDB

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Principais trechos da entrevista de Dilma ao programa Roda Viva, da TV C...

"Brasil, mostra a tua cara!": É o governo Lula-Dilma bombando

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Toma, Alckmin! [17]

As diferenças entre Lula e FHC diante das crises

terça-feira, 29 de junho de 2010

TUDO EM CIMA: Ex-donos da verdade incomodados: Ataques à blogosfera demonstram o desespero da direita

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Globo escala especialista para pedir Golpe de Estado

O esquerdopata: Dilma dá aula de ética a jornalistas

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Dilma Rousseff no Roda Viva pede provas da existência do dossiê

O esquerdopata: Grandes esperanças para a ciência brasileira

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O esquerdopata: Apartheid, já!

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quinta-feira, 24 de junho de 2010

# Dia Sem Globo 25/06/2010

BP Spills Coffee

USSR/ Soviet National Anthem - Red Army Choir

USSR/ Soviet National Anthem - Red Army Choir

USSR/ Soviet National Anthem - Red Army Choir

USSR/ Soviet National Anthem - Red Army Choir

USSR/ Soviet National Anthem - Red Army Choir

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Milva - Bella Ciao (1971) - Google Chrome.flv

Blogg do Amoral Nato: Cuidado Com Eles

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Blogg do Amoral Nato: ssERRA E Seus Expurgos

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Blogg do Amoral Nato: Buemba Buemba, Exclusiva

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Blogg do Amoral Nato: A Charge Foi Inspirada Por Uma Idéia DO Brizola Neto

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"Brasil, mostra a tua cara!": Charge Online do Bessinha

"Brasil, mostra a tua cara!": Charge Online do Bessinha

O esquerdopata: Chora, Tavinho. Tavinho, chora. Pega essa pesquisa...

O esquerdopata: Chora, Tavinho. Tavinho, chora. Pega essa pesquisa...

fhc, josé serra, pig e o jeito tucano de governar

ACHE UM VICE PRO SERRA

quarta-feira, 23 de junho de 2010

O esquerdopata: Gráfico com todas as pesquisas de todos os institutos

O esquerdopata: Gráfico com todas as pesquisas de todos os institutos

Quem foi que disse que o PIB não cresce? Foi o Serra.

Serra diz que PIB não cresce:
cresce 10,5%

Saiu na Folha (*):

Indicador do BC aponta alta de 10,5% no PIB do 1º quadrimestre

EDUARDO CUCOLO
DE BRASÍLIA

A economia brasileira teve um crescimento de 10,5% nos quatro primeiros meses de 2010 em relação ao mesmo período do ano passado, de acordo com o IBC-BR (Índice de Atividade do Banco Central).

O indicador foi criado recentemente pelo BC para tentar antecipar a tendência do PIB (soma dos bens e serviços produzidos no país em um determinado período). No primeiro trimestre, o indicador mostrava expansão de 10,4% (dado revisado), acima dos 9% apontados pelos dados oficiais do IBGE.

O indicador também mostra que a economia cresceu 0,3% na comparação mensal e 10,9% em relação a abril do ano passado.

Em 12 meses, o avanço foi de 4,4%, acima dos 3,2% registrados nos 12 meses encerrados em março.

Clique aqui para acessar a matéria na Folha (*).

Quem foi que disse que o PIB não cresce?
Foi o Serra.
Ele torce contra.
Ele e a Globo.
Paulo Henrique Amorim


(*) Folha é um jornal que não se deve deixar a avó ler, porque publica palavrões. Além disso, Folha é aquele jornal que entrevista Daniel Dantas DEPOIS de condenado e pergunta o que ele achou da investigação; da “ditabranda”; da ficha falsa da Dilma; que veste FHC com o manto de “bom caráter”, porque, depois de 18 anos, reconheceu um filho; que avacalha o Presidente Lula por causa de um comercial de TV; que publica artigo sórdido de ex-militante do PT; e que é o que é, porque o dono é o que é; nos anos militares, a Folha emprestava carros de reportagem aos torturadores.

Não dá pra segurar. Ibope: Dilma 40% x Serra 35%. Bye-bye Serra 2010 !

Não dá pra segurar. Ibope:
Dilma 40% x Serra 35%. Bye-bye Serra 2010 !
Brizola Neto: O Ibope, enfim, chegou lá. Depois de manobras de contorcionismo para negar a vantagem de Dilma

O Conversa Afiada reproduz o Blog Tijolaço, de Brizola Neto: O Ibope, enfim, chegou lá. Depois de manobras de contorcionismo para negar a vantagem de Dilma, já apontada por outras sondagens, o instituto finalmente teve que se curvar às evidências.

Na pesquisa CNI-Ibope que acaba de ser divulgada, Dilma Roussef aparece com 40% das intenções de voto para Presidente, contra 35% de José Serra.Na última pesquisa, divulgada no último dia 5, havia empate de 37% entre os dois candidatos, embora tudo já indicasse que Dilma estivesse na dianteira.

A pesquisa foi feita de 20 a 22 desse mês em 141 municípios com 2.002 eleitores, depois que Serra, ferindo a lei, apareceu como estrela principal nos programas do DEM e do PPS. O programa partidário do PSDB também contribuiu para uma maior exposição de Serra, mas nada disso teve efeito.

O Ibope já sabia muito bem do crescimento de Dilma e isso vinha levando seu presidente Carlos Augusto Montenegro a mudar de opinião constantemente. Ele, que já havia dito que Lula não faria seu sucessor e que Serra era o favorito, teve que amenizar o discurso e reconhecer no início desse mês que a eleição poderia ser decidida no primeiro turno, a favor de Dilma ou Serra. Foi só para não passar recibo de suas previsões de torcedor. Em breve, ele terá que apontar Dilma como a única capaz de vencer no primeiro turno.

FHC começa a jogar o Serra às feras

FHC começa a jogar o Serra às feras

Saiu na Folha:

Mônica Bergamo: FHC diz ter sérias dúvidas sobre vitória de Serra nas eleições

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) confidenciou a interlocutor de sua mais absoluta confiança recentemente que tem sérias dúvidas sobre a possibilidade de José Serra (PSDB-SP) vencer a eleição presidencial, informa a coluna de Mônica Bergamo, publicada na edição desta quarta-feira da Folha (a íntegra somente para assinantes do UOL e do jornal).

“E olha que estou tentando ajudar”, disse o ex-presidente, atualmente em tour pelo exterior –com retorno previsto para o dia 2.

No início de junho, convocada por FHC, a cúpula do PSDB se reuniu em São Paulo para pregar uma correção de rumo da campanha de Serra à Presidência.

Clique aqui para ler a matéria na íntegra.

Quando o Serra levou uma tunda do Lula em 2002 (61% a 39%) a repórter Dolores Mendes , do UOL News, perguntou ao presidente FHC como ele explicava a derrota do seu candidato.
FHC ficou indignado e usou a velha tática tucana.
Como chefe da Dolores, recebi severa advertência da direção do UOL (o recado presidencial não deu em nada).
Na campanha, Serra não defendeu o Governo FHC.
Na derrota, FHC disse que a derrota era do Serra e não dele.
Hoje, o FHC foge do Serra mais do que o Serra foge dele.

Paulo Henrique Amorim

O “neonacionalismo” de O Globo

O “neonacionalismo” de O Globo
quarta-feira, 23 junho, 2010 às 15:31
Diz o ditado que, quando você encontra um jaboti em cima de um galho de árvore, é certo que alguém o colocou lá.
É o caso da manchete de O Globo de hoje: “Aumenta a dependência do país ao capital especulativo”.
Vejam que maravilha! O Globo preocupado com os especuladores! E não é só o jornal. Miriam Leitão fez também um comentário na CBN dizendo que “aumentou muito a dependência do Brasil ao capital especulativo para fechar o déficit em transações correntes que, em maio, ficou em US$ 2 bilhões, o segundo maior depois de maio de 2001, no auge do apagão.”
Tudo isso porque o BC baixou em 15% sua previsão de entrada de investimento estrangeiro direto, que é o capital que entra para o setor produtivo. E tinha que baixar, porque este investimento baixa sempre que há uma crise externa, como há agora na Europa.
Foi assim em 2009, quando a crise mundial do fim de 2008 o derrubou para R$ 26 bilhões, com uma perda de mais de 40% em relação ao ano anterior . A nova previsão do Banco Central, de R$ 38 bi é, portanto, de crescimento de “apenas” 50% em relação ao saldo anterior. É verdade que mais modesta que os 75% previstos antes.
Parece algo bem distante de uma situação caótica, não é. Ainda mais se considerarmos que, logo ontem – coisa que O Globo não considerou importante registrar para seus leitores – anunciou-se que o investimento estrangeiro no setor produtivo da economia foi de US$ 3,534 bilhões em maio , o melhor para o período na série histórica iniciada em 1947. Embora haja uma distorção provocada pela antecipação de negócios, como registrei ontem aqui, não é nada desprezível.
Impressiona-me como, por interesses políticos, um jornal possa descontextualizar uma notícia tão importante. A dependência do Brasil ao capital estrangeiro, especialmente o especulativo, é algo sério demais.
Este é, sim um problema estrutural de nosso país. E tem que ser seriamente encarado pelo Governo Dilma.
O Globo, porém, que sempre tratou o capital estrangeiro como a “salvação da lavoura” não poderá jamais falar que a especulação dos investidores do exterior, na verdade, é uma saúva para o Brasil.

Estratégia que não dá certo

ESTÁ EXPLICADA A PAUTA DE DOSSIÊS E FACTÓIDES MARTELADA PELA MÍDIA DEMOTUCANA: DILMA 40% x SERRA 35% (IBOPE/CNI- 23-06) Aspas para o Estadão: '...Para continuar a ter chances, Serra precisará encontrar um novo discurso e uma nova estratégia de campanha...Fora disso, só lhe restará esperar por um erro da adversária. Mal-comparando, seria jogar como a Grécia jogou frente à Argentina: mesmo precisando da vitória, armou uma retranca e deixou só um jogador na frente.Não funcionou para a Grécia, que acabou desclassificada. Se quiser ganhar, Serra vai ter que partir para o ataque'. Aspas para UOL: ...'Trata-se de uma das piores notícias que o candidato tucano poderia ter nesta fase da campanha. Havia grande expectativa no PSDB de que Serra pudesse neste mês de junho manter-se empatado com Dilma – ou até ultrapassá-la por causa da propaganda em rede nacional apresentada pelos tucanos, além de dezenas de inserções de 30 segundos...não deu certo'

Blogg do Amoral Nato: E Não Sou Só Eu Que Estou Pedindo

Blogg do Amoral Nato: E Não Sou Só Eu Que Estou Pedindo

Blogg do Amoral Nato: Ninguém QUer Ser Vice Do ssERRA E Ficar Sem Mandato

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Blogg do Amoral Nato: Ninguém QUer Ser Vice Do ssERRA E Ficar Sem Mandato

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Blogg do Amoral Nato: Ói Um Candidato A Vice Do Zé Meleka Aí!!!!

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Taxi Driver 2 - Dunga, o Travis Bickle brasileiro

O esquerdopata: Inflação desaba e cala terrorismo da mídia

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Blog do Charles Bakalarczyk: Dunga e os homens perigosos

Blog do Charles Bakalarczyk: Dunga e os homens perigosos: "Dunga, o perigoso Não poderia deixar de abordar o tema mais palpitante nesse momento na globosfera: Dunga e seus desentendimentos com a mídi..."

TUDO EM CIMA: Dunga X Rede Golpe: Não é sobre futebol, é sobre tirania e juventude

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O esquerdopata: Um candidato que não precisa de adversários

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Altamiro Borges: Futebol explica política ao país

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terça-feira, 22 de junho de 2010

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O esquerdopata: Por que Serra é tão grosseiro e mente tanto?

O esquerdopata: Por que Serra é tão grosseiro e mente tanto?

O esquerdopata: Por que Serra é tão grosseiro e mente tanto?

O esquerdopata: Por que Serra é tão grosseiro e mente tanto?

O esquerdopata: Por que Serra é tão grosseiro e mente tanto?

O esquerdopata: Por que Serra é tão grosseiro e mente tanto?

O esquerdopata: Por que Serra é tão grosseiro e mente tanto?

O esquerdopata: Por que Serra é tão grosseiro e mente tanto?

O esquerdopata: Por que Serra é tão grosseiro e mente tanto?

O esquerdopata: Por que Serra é tão grosseiro e mente tanto?

O esquerdopata: Por que Serra é tão grosseiro e mente tanto?

O esquerdopata: Por que Serra é tão grosseiro e mente tanto?

O esquerdopata: Por que Serra é tão grosseiro e mente tanto?

O esquerdopata: Por que Serra é tão grosseiro e mente tanto?

Serra, o pior Ministro da Saúde do mundo



UOL revela pesquisa secreta:
Serra, o pior Ministro da Saúde do mundo

Publicado em 21/06/2010 Compartilhe | Imprima | Vote (+23)
Não fosse o PiG, ele não passava de Resende

O Conversa Afiada republica e-mail do amigo navegante Pedro Bicalho.

Ele ajuda a desmontar um dos blefes do Serra: de que ele foi “o melhor Ministro da Saúde”, na opinião do ministro serrista Nelson Jobim.

Será que a rapaziada da Folha (*) e do UOL vai perguntar ao Serra sobre essa pesquisa “secreta”, na sabatina ?

Clique aqui para ler “Serra, quem é o “blog alugado” ?

Diz o Pedro:

Para aqueles que pensam em votar no Serra por conta da “marketagem” a respeito de sua pretensa eficiência de “jestão” na área da saúde, segue uma pesquisa, mantida em sigilo, sobre a satisfação dos usuários do SUS-SP.

É só uma pitada do jeito Serra de governar.

No Código de Defesa do Consumidor isso tem nome: propaganda enganosa…

Percebam, no final da reportagem, que a conduta de manter em sigilo dados colhidos em pesquisas de satisfação dos cidadãos é típica de São Paulo (leia-se: dos governos tucanos)

Só pra lembrar àqueles que se queixam do Governo Federal por conta do malsinado SUS, o Sistema Único de Saúde é, por lei, regionalizado.

Cada ente da Federação administra e aplica os recursos da maneira que lhe aprouver no âmbito de sua competência.

A União nos hospitais federais, os Estados nos hospitais da rede estadual e os Municípios nos municipais, ou seja, a União manda (e manda mesmo) os recursos e os Estados e Municípios aplicam como entendem melhor, segundo as especificidades de cada região.

Assim, se estão insatisfeitos com o atendimento ou condições de trabalho do Sistema Único de Saúde, não coloquem na conta do Lula, cobrem dos governadores e prefeitos.

Documento “secreto” mostra falhas graves no atendimento do SUS no Estado de SP

Arthur Guimarães
Do UOL Notícias
Em São Paulo

Mantida em sigilo da opinião pública há três meses, uma pesquisa realizada pela Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo com os usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) aponta problemas crônicos no atendimento aos pacientes nos hospitais paulistas, carências que fazem a espera por exames chegar a seis meses e obriga as grávidas a enfrentarem o trabalho de parto sem a anestesia normalmente indicada.
Chamado “Pesquisa de Satisfação dos Usuários do SUS-SP”, o relatório obtido com exclusividade pelo UOL Notícias foi produzido com base em 350 mil respostas obtidas após o envio de cartas (veja abaixo) ou em telefonemas aos cidadãos atendidos em 2009 nas mais de 630 unidades que funcionam com recursos do SUS.



Espera por procedimentos chega a seis meses; gestantes não recebem anestesia
Entre os dados tabulados, destacam-se estatísticas alarmantes, como indicam especialistas ouvidos pelo UOL Notícias. Cerca de 30% dos entrevistados afirmaram, por exemplo, que demoraram até seis meses para fazer um procedimento de alta complexidade, como quimioterapia, hemodiálise ou cateterismo. Tais procedimentos, no caso de um paciente com razoável situação financeira, são feitos em instituições particulares imediatamente ou em poucos dias, com possibilidade de agendamento.

Outro escândalo médico registrado pelo levantamento “secreto” aponta que apenas 24% das grávidas que enfrentaram o trabalho de parto pelo SUS receberam anestesia raquidiana ou peridural, procedimentos que aliviam o sofrimento e que são considerados padrão às pacientes. E pior: 14% tiveram seus filhos tomando apenas um “banho morno” para aliviar a dor (o levantamento não especifica o tipo de parto, natural ou cesárea). Veja a seguir a conclusão do relatório, de que há falhas nesse quesito:


Falta de vacina contradiz registros oficiais
A vacinação foi outro destaque negativo marcante na pesquisa. Cerca de 30% dos pais relataram falta de vacinas na unidade, “sempre”. Como alerta o próprio diagnóstico oficial, “esta resposta foi surpreendente, uma vez que no período da pesquisa não há registro de falta ou redução no estoque de vacinas do sistema público”. Ou seja, tudo indica que os funcionários dos hospitais mentiram para o público.

Além disso, como mostram os dados tabulados pelo governo, 18,9% dos pais disseram que seus filhos não tomaram nenhuma vacina ao nascer, indo contra as normas do Programa de Imunização do Estado de São Paulo, que prevê pelo menos a oferta de vacinas contra a tuberculose. Como indica o levantamento, “trata-se de perda de oportunidade e falha no programa, demonstrando necessidade de reorientar e avaliar as maternidades”.



“Quadro é grave”
O UOL Notícias ouviu seis especialistas com experiência em atendimento médico e na análise da gestão pública da saúde para comentar os dados, a que somente tiveram acesso por meio desta reportagem. Todos foram unânimes em afirmar que o quadro é “grave”, apesar de alguns terem pedido para não serem identificados.

Paulo Eduardo Elias, professor de medicina preventiva da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), afirma que os dados apenas confirmam que o sistema de saúde em São Paulo não dá a atenção devida aos pacientes. “Como mostram as informações sobre os procedimentos de parto, fica claro que o governo deixa as pessoas terem dor. É um problema grave. Não se importa muito com isso”, argumenta.


Para Álvaro Escrivão Júnior, professor e especialista em gestão hospitalar da Fundação Getúlio Vargas, a pesquisa revela a falta de recursos para o setor. “Quando se tem um sistema universal, que atende a todos, precisa ter dinheiro para manter o funcionamento do sistema. A pessoa precisa fazer exames imediatamente, não depois de seis meses”, diz.

Caixa-preta
Todas as graves falhas no sistema de saúde de São Paulo, no entanto, não assustam tanto os acadêmicos quanto a tentativa de esconder o levantamento da opinião pública.

A reportagem do UOL Notícias, em ligações telefônicas praticamente semanais, cobra a divulgação do relatório desde o começo de março. Na ocasião, o governo promoveu um evento em que premiou os melhores hospitais do Estado, segundo conclusões tiradas desta mesma pesquisa. No entanto, não divulgou quais seriam os piores estabelecimentos.

No primeiro contato com a Secretaria da Saúde de São Paulo, no dia 4 de março, a reportagem solicitou a íntegra do levantamento. O pedido foi ignorado. Pelo menos cinco recados em nome do UOL Notícias foram deixados a um dos chefes da assessoria de imprensa da secretaria, Vanderlei França. Nunca houve retorno. Além disso, a reportagem tentou conseguir o relatório com pelo menos cinco membros do Conselho Estadual de Saúde, órgão consultivo da secretaria que, em tese, deveria ser informado de tudo o que acontece no sistema de Saúde estadual.
Até a sexta-feira (18), todos os conselheiros relataram não ter conseguido acesso aos dados. Tomás Patrício Smith-Howard, representante da Associação Paulista de Medicina, chegou inclusive a protocolar um pedido formal tentando obter as informações. Já esperava havia mais de dois meses. “Temos total interesse em saber o conteúdo da pesquisa, inclusive para conseguirmos analisar o sistema de saúde. Essa é a nossa função”, diz ele, que ficou sabendo do resultado do levantamento via UOL Notícias.

Pouco antes do fechamento desta reportagem, a secretaria incluiu os dados no site oficial do governo, apenas às 20h, sem aviso. Em resposta oficial enviada dias antes ao UOL Notícias e assinada pelo secretário Luiz Roberto Barradas Barata, a própria secretaria afirmava:


Falta de transparência
Claudio Weber Abramo, presidente da Transparência Brasil, classificou a situação como “trágica”. Segundo ele, é um “absurdo” uma pesquisa financiada com dinheiro público não ser divulgada. “É típico de São Paulo. Os recursos neste Estado são incompatíveis com a obscuridade do governo.”

Como a Veja entrevista o Serra. É de morrer de rir

Posto aqui , uma matéria do Paulo Henrique Amorim , sobre a última do Neonaziinquizidor SSerra.


href="http://3.bp.blogspot.com/_ZjxJ_LPDP3M/TCC_ZX0vDGI/AAAAAAAAADs/kR57W-RxT64/s1600/euripedes-alcantara.jpg">
Como a Veja entrevista o Serra.
É de morrer de rir

Publicado em 22/06/2010 Compartilhe | Imprima | Vote (+2)
Eurípedes Alcântara, quá, quá, quá, quá, quá ! Muito engraçado !


No evento realizado ontem em São Paulo para lançar o livro “Liberdade de expressão x liberdade de imprensa”, de Venício A. de Lima e prefácio de Fábio Konder Comparato – clique aqui para ler a entrevista de Venício – , Mino Carta provocou gargalhadas na platéia.

Rimos muito.

As pessoas se continham para não cair da cadeira de tanto rir.

Houve quem chorasse de tanto rir.

Mino leu duas perguntas que os jenios Eurípedes Alcântara e Fábio Portela fizeram ao José Serra nas páginas amarelas da Veja.

Primeira pergunta: “Por que para a democracia brasileira é positivo experimentar uma alternância de poder depois de oito anos de governo Lula ?”

Quá, quá, quá, quá, quá !

Segunda pergunta: “Como o senhor conseguiu governar a cidade e o Estado de São Paulo sem nunca ter tido uma única derrota importante nas casas legislativas e sem que se tenha ouvido falar que lançou mão de ‘mensalões’ ou outras formas de coerção sobre vereadores e deputados estaduais ?”

Qua, quá, quá, quá, quá !

Foi muito engraçado.

Por essas e outras é que este ordinário blogueiro recomenda aos jornaleiros que escondam a Veja.

É a suspeita de que de suas páginas saiam bactérias letais que instalem câncer na pele dos incautos compradores.

Em seguida, Luis Nassif informou à platéia – que ainda se debatia com cólicas de riso – que a circulação da Veja e da Folha deve ter uns 30% de assinantes fantasmas. E a do Estadão só se reduziu a um número mais próximo do real, porque precisou ser vendido e os compradores precisavam de números confiáveis.

Mais risos a valer !

Em tempo: sobre Serra, o nosso Putin. No espaço que o Otavinho dedica ao Clovis Rossi, na pág. 2 da Folha (clique aqui para acessar), lê-se: “Algum amigo do peito deveria presentear José Serra com um despertador… Eram 11h42 quanto o candidato tucano à Presidência entrou no palco da sabatina Folha/UOL, evento com transmissão ao vivo marcado para as 11h. Estavam sentados na primeira fila, à frente da platéia que lotava o teatro (e onde não se vislumbrava um único negro – PHA), Gilberto Kassab, Geraldo Alckmin, Orestes Quércia, Aloysio Nunes Ferreira, entre tantos outros. Não é fácil descrever a cena. Mas, todos ali pareciam seus empregados. Serra chegou sério, sem dizer bom dia nem pedir desculpas pelos 42 minutos de atraso.”

É o nosso Putin. Sim, ele trata todos como empregados. Inclusive os funcionários da Folha. E os assinantes do UOL.

Sobre o que ele disse na sabatina, nada. Nada que preste: clique aqui e leia!


Paulo Henrique Amorim

Dunga xinga jornalista Alex Escobar da Globo

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Blogg do Amoral Nato: Sem Noção

Blogg do Amoral Nato: Sem Noção

O Abraço Corporativo - Trailer

Como Elio Gaspari mentiu e fez Dulce Maia virar Dilma Rousseff

Como Elio Gaspari mentiu e fez Dulce Maia virar Dilma Rousseff

Houve um tempo em que mentira tinha pernas curtas. Agora, a internet faz exercícios diários de alongamento da mendacidade. Nos últimos meses, uma torrencial campanha caluniosa circula pela rede mundial de computadores tomando por base artigo do jornalista Elio Gaspari, publicado originalmente nos jornais Folha de S.Paulo e O Globo em suas edições de 12 de março de 2008.

Por Dulce Maia, no Observatório da Imprensa

Quem tiver curiosidade de buscar na internet o número de vezes em que aparecem variantes da infame sentença "Agora a surpresa: adivinhem quem é Dulce Maia? Sim, ela mesma: Dilminha paz e amor! Esse é só mais um codinome da terrorista Estela/Dilma" – colada ao final do artigo de Gaspari – verá que estão hospedadas em mais de 500 páginas da rede (marca muito próxima à moda nazista de cunhar a verdade repetindo-se mil vezes uma mentira para torná-la veraz).

Ao contrário do que afirmam, Dulce Maia existe e resiste. Quem é Dulce Maia? Sou eu. Antes de mais nada, quero deixar claro que não me arrependo de nenhuma das opções políticas que fiz na vida, inclusive de ter participado da luta armada e da resistência à ditadura militar implantada em 1964. Eu me orgulho de ter sido companheira de luta de brasileiros dignos como Carlos Lamarca, Onofre Pinto, Diógenes de Oliveira e Aloysio Nunes Ferreira.

Sinal de descaso

Não pretendo polemizar com meus detratores, que ousaram decretar minha morte civil. Estes irão responder em juízo por seus atos. Não admito que queiram impor novos sofrimentos a quem já foi presa, torturada e banida do Brasil durante a ditadura. Lutarei com todas as minhas forças para garantir respeito à minha honra e à minha dignidade.

Gostaria apenas de fazer algumas reflexões sobre essa insidiosa campanha, alicerçada nos erros cometidos pelo jornalista Elio Gaspari ao tratar da ação contra o consulado norte-americano de São Paulo, em 1968. O articulista teve 40 anos para apurar a história. Falsamente me colocou como participante do episódio, sem nunca ter me procurado para checar a veracidade das informações de que dispunha. Tomou pelo valor de face peças do inquérito policial relativo ao atentado, como declaração extraída sob tortura do arquiteto e artista plástico Sérgio Ferro.

Se o articulista tivesse compulsado os arquivos do próprio jornal Folha de S.Paulo, facilmente encontraria entrevista de Sérgio Ferro (de quem também me orgulho de ser amiga há quase meio século). Conforme se lê no texto do repórter Mario Cesar Carvalho, publicado a 18 de maio de 1992, "Ferro assumiu pela primeira vez, em entrevista à Folha que ele, o arquiteto Rodrigo Lefrèvre (1938-1984) e uma terceira pessoa que ele prefere não identificar colocaram a bomba que explodiu à 1h15 do dia 19 de março de 1968 no consulado de São Paulo. Um estudante ficou ferido".

A matéria de 1992 trazia ilustração com um imenso dedo indicador em riste (o famoso "dedo-duro" apontado sobre a cabeça de um homem e acompanhado do texto "terror e cultura").

Gaspari tinha o dever ético de me procurar para verificar se seria eu essa terceira pessoa. Além de não fazê-lo, publicou que o atentado fora cometido por cinco pessoas (entre as quais fui falsamente incluída). O mesmo cuidado deveriam ter tido os responsáveis pela matéria da Folha de S.Paulo de 14 de março de 2008, que repercutiu o artigo de Gaspari reafirmando as falsas acusações.

A esses erros elementares de apuração, deve se somar a relutância da Folha de S.Paulo em restabelecer a verdade. Em nenhum momento, o ombudsman do jornal veio a público para tratar do assunto. O pedido de desculpas de Gaspari foi mera formalidade, sem delicadeza alguma. Sinal mais evidente do descaso do jornal foi a demora na publicação de carta de Sérgio Ferro, onde refutava categoricamente que eu tivesse participado daquela ação armada. A carta só foi publicada dois dias depois de ser divulgada no blog do jornalista Luis Nassif.

Luz do sol

Processado, o jornal foi condenado em primeira instância à reparação por danos morais [ver sentença abaixo]. Imaginava que a ação judicial fosse um freio eficaz às aleivosias, particularmente depois da exemplar observação do juiz de Direito Fausto José Martins Seabra de que o jornal "não só extrapolou o direito de crítica, como olvidou o compromisso legal e ético com a verdade".

No entanto, o artigo de Gaspari voltou a circular com o espantoso adendo de que Dulce Maia não existe e que este seria apenas um codinome de Dilma Rousseff. A utilização do artigo em plena campanha eleitoral mostra que setores da sociedade não têm qualquer apreço pela verdade como arma política. São pessoas que, muito provavelmente, apoiaram o golpe militar de 1964 e não apreciam o debate franco e aberto de ideias.

Chama atenção, também, o silêncio de Elio Gaspari sobre o uso indevido de seu texto. Nunca li qualquer manifestação do articulista refutando o uso de seu nome em páginas que emporcalham a internet com mentiras sobre minha pessoa.

O desrespeito é de duplo grau. Primeiro, pela reiterada circulação de informações falsas sobre o atentado ao consulado norte-americano (prática já condenada pela Justiça na sentença de primeira instância do juiz Martins Seabra). Em segundo lugar, e não menos importante, com a tentativa de me despersonalizar, como se Dulce Maia fosse apenas um codinome.

Depois dos desaparecimentos forçados praticados pela ditadura, que impôs a aniquilação física de adversários políticos, sequazes do regime militar querem impor a aniquilação moral em plena democracia. E o fazem da forma mais vil, espalhando mentiras pela internet.

Como estratégia política, não é novidade. Documentos do governo norte-americano revelam que a CIA apoiava o uso de boatos para desestabilizar o governo democrático de Salvador Allende. Vivi em Santiago e presenciei a onda de boatos que não atingiu seus objetivos eleitorais (Allende foi deposto pelo sangrento golpe militar de setembro de 1973).

Trazer à luz do sol aqueles que usam a mentira como ferramenta política é uma tarefa urgente. Farei a minha parte, acionando judicialmente todos aqueles que atacam minha honra ao tentar tirar proveito político de grotescas caricaturas para atingir a imagem de seus adversários.

A sentença de primeira instância

583.00.2008.245007-8/000000-000 – nº ordem 146/2009 – Indenização (Ordinária) – DULCE MAIA X EMPRESA FOLHA DA MANHÃ S/A – Autos nº 583.00.2008.245007-8 21ª Vara Cível Central da Capital DULCE MAIA move AÇÃO INDENIZATÓRIA contra EMPRESA FOLHA DA MANHÃ S.A. Em 12 de março de 2008 o jornal Folha de São Paulo, editado pela ré, publicou artigo de Elio Gaspari sobre as indenizações pagas às vítimas do regime instaurado em 31 de março de 1964. No decorrer do texto, mencionou de modo inverídico que a autora participara de atentado a bomba no consulado norte-americano nesta Capital. Dois dias depois, outro artigo foi escrito pelo mesmo jornalista com a mesma notícia falsa, a qual lhe causou danos morais. Entende que a ré abusou de seu direito de informar, atingindo a honra e a imagem da requerente ao lhe atribuir a prática de um crime. Requer, portanto, o ressarcimento dos danos morais sofridos. A ré apresentou contestação a fls. 327/343. Negou ter cometido ato ilícito, pois exercera o direito de informar e criticar, assegurado constitucionalmente. Refutou a ocorrência de danos morais, pois a informação inexata foi corrigida e teceu considerações sobre eventual fixação da indenização. Réplica a fls. 351/359. É o relatório. Fundamento e decido. O feito comporta julgamento no estado (art. 330, I, do Código de Processo Civil), registrando-se que as provas pleiteadas pelos litigantes são absolutamente desnecessárias ao deslinde dos pontos controvertidos. Incontroverso nos autos que a autora pertenceu à Vanguarda Popular Revolucionária (VPR), grupo que tinha o objetivo de derrubar o regime instaurado em 31 de março de 1964 e implantar no Brasil, por meio da luta armada, uma democracia operária nos moldes marxistas e leninistas. É notório, ainda, que a ele e a outros grupos denominados terroristas foram atribuídas ações violentas consistentes em roubos a bancos, seqüestros de autoridades e explosões em imóveis públicos e privados. A autora negou ter participado do atentado de 19 de março de 1968 ao consulado norte-americano nesta Capital e a ré reconheceu na contestação, em consonância com o pedido de desculpas de seu articulista Elio Gaspari, publicado posteriormente, que de fato essa informação não era verdadeira. O equívoco aconteceu e foi expressamente admitido por quem o cometeu, de modo que inexiste pertinência em apurar neste feito como a informação errada foi obtida. O que importa é saber se a ré apenas exerceu o seu direito de crítica e se a correção do erro tem o condão de elidir a responsabilidade civil pelos danos morais causados à autora, que são evidentes e dispensam prova, pois ocorreram in re ipsa. Ter o nome associado à prática de um crime do qual não participou é suficiente para sofrer sensações negativas de reprovação social, angústia, aflição e tantas outras que consubstanciam danos morais relevantes sob o aspecto jurídico e, portanto, indenizáveis. A ré sustenta que exerceu o direito de crítica assegurado pelo art. 27, VIII, da Lei de Imprensa. De fato, assim agiu ao tecer considerações e até mesmo juízos de valor sobre a discrepância entre as diversas indenizações pagas às vítimas do regime militar. Sucede, contudo, que a partir do momento em que afirmou a participação da autora no episódio relatado nos autos, não só extrapolou o direito de crítica, como olvidou o compromisso legal e ético com a verdade. Pouco importa que a autora tenha de fato pertencido a grupo ao qual foram atribuídas ações violentas nas décadas de 60 e 70. A notícia de que participou do atentado ao consulado norte-americano não era verdadeira e, assim, não pode prevalecer diante do direito à honra. Lembra Antonio Jeová Santos que "existe um consenso de que a imprensa assume o compromisso de informar não só o fato veridicamente, como também de explicá-lo em seu contexto, em sua verdadeira significação – a verdade acerca do fato – como recomendava a Comissão sobre a Liberdade de Imprensa dos EUA" (Dano moral indenizável. 2ª ed. São Paulo: Lejus, 1999, p. 325). A ré ainda argumenta que corrigiu o erro e, assim, não tem o dever de indenizar os danos morais sofridos pela autora. Sem a necessidade de digressões acerca da forma e do lapso temporal consumido até que a retificação da informação inexata fosse veiculada, o fato é que a correção da notícia, ainda que se desse no modo, no tempo e no lugar adequados e com o mesmo destaque da informação falsa, não afastaria o ressarcimento almejado. Impossível supor que todos os leitores da notícia inexata tenham também lido as erratas e os pedidos de desculpas do articulista. Além disso, "a publicação equivocada, por si só, dá margem à indenização. Eventual retificação a posteriori não faz desaparecer o ato ilícito praticado" (Enéas Costa Garcia. Responsabilidade civil dos meios de comunicação. São Paulo: Juarez de Oliveira, 2002, p. 294). Resta, pois, fixar o valor da indenização. No arbitramento da indenização oriunda dos danos morais leva-se em consideração a natureza, a extensão e a repercussão da lesão, bem como a capacidade econômica dos envolvidos, de modo a compensar os prejuízos experimentados pela vítima sem que haja locupletamento e, de modo concomitante, punir o ofensor de modo adequado a fim de não transgrida novamente. No caso em foco não se pode esquecer que a notícia inexata foi produzida por jornalista bastante respeitado por substancial obra em quatro volumes sobre a história recente do país, o que lhe impunha maior responsabilidade na divulgação de informações sobre aquele período. Por outro lado, a ré não adotou a postura arrogante de ignorar ou de tentar mascarar o seu erro, de modo que o valor indenizatório mínimo proposto com a petição inicial se mostra razoável e compatível com as peculiaridades vistas nestes autos e com os parâmetros acima apontados. Ante o exposto, JULGO PROCEDENTE a demanda para condenar a ré ao pagamento de R$ 18.000,00 à autora, com correção monetária desde esta data e juros de mora de 1% ao mês contados de maio de 2008, bem como a publicar no mesmo jornal em que a notícia inexata foi divulgada, o inteiro teor desta sentença. Pagará ainda a vencida as custas processuais e os honorários advocatícios da parte contrária, fixados em 10% sobre o valor da condenação. P.R.I. São Paulo, 17 de abril de 2009. Fausto José Martins Seabra Juiz de Direito FLS. 370: Custas atualizadas de preparo para eventual recurso no valor de R$ 364,16. ORD – RP – ADV MAURO ROSNER OAB/SP 107633 – ADV LUIS CARLOS MORO OAB/ SP 109315 – ADV TAIS BORJA GASPARIAN OAB/SP 74182 – ADV MONICA FILGUEIRAS DA SILVA GALVAO OAB/SP 165378

O esquerdopata: É o meu direito e dele eu não abro mão

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Blogg do Amoral Nato: Micos de Uma Campanha Fracassada(2)

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O esquerdopata: Kassab continua maior obra de Serra

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quinta-feira, 17 de junho de 2010

Lula e Vargas na madrugada da partilha

Lula e Vargas na madrugada da partilha
junho 17th, 2010 às 16:26
Reproduzo, para que todos possam ter acesso, o belíssimo texto do sociólogo Gílson Caroni Filho, publicado na edição de hoje do Jornal do Brasil:
Nascido da tradição da Filosofia da História, o tempo lento, linear e previsível não costuma dar espaço para que surjam agitações trazidas por “eventos” desconstrutores de representações sedimentadas No entanto, quando constelações específicas condensam a vida, restituindo sua dimensão dialética, estamos, sem dúvida, diante de atos ou fatos inaugurais quase sempre originados na esfera política.
Quando o Senado aprovou a capitalização da Petrobras em até US$ 60 bilhões, o que ampliará a dimensão estatal da empresa, e o regime de partilha, que garante a exploração soberana das jazidas do pré-sal, a história se tornou presente no espaço. Ignorando o intervalo de 57 anos, a madrugada fria de 10 de junho de 2010 trouxe de volta o tema do petróleo como questão de soberania. Das brumas de 3 de outubro de 1953, Vargas voltou a sancionar a Lei 2.004, recriando a Petrobras, com o restabelecimento do monopólio do Estado para exploração do nosso mais valioso recurso natural. Da névoa seca do Planalto, Lula retomou a campanha de O petróleo é nosso, reinventando Brasília como capital da consciência histórica.
A decisão do Congresso representa derrota para o projeto de Serra e das petroleiras internacionais que lutaram até o fim para adiar votação, na expectativa de uma reversão do quadro político nacional, após as eleições de outubro. O novo marco regulador garante à Petrobras o papel de operadora única de jazidas gigantescas que podem conter até 50 bilhões de barris, segundo a Agência Nacional de Petróleo. Com isso, a estatal brasileira terá, no mínimo, 30% dos novos campos, mas poderá receber do Estado 100% de novas áreas sem licitação.
O próximo passo é a criação da Petro-Sal, uma empresa que vai assegurar a hegemonia pública completa no gerenciamento dessa riqueza. É a pá de cal no sonho privatizante dos interesses aglutinados em torno da candidatura tucana. Foi aprovado, ainda, o Fundo Social formado pela capitalização de receitas e royalties vinculados a investimentos em educação, ciência, tecnologia, meio ambiente, combate à pobreza e à desigualdade.
Ao contrário do consórcio neoliberal que o antecedeu, o governo petista lega às gerações futuras um passaporte de emancipação social, em vez de dívidas, crise e alienação de patrimônio público.
É a reiteração de uma estratégia de desenvolvimento econômico e social que rompe com os padrões anteriores. Assistimos à implantação crescente de políticas industriais e tecnológicas voltadas para o parque produtivo brasileiro, respondendo aos desafios impostos pela conjuntura econômica internacional e às exigências de um sólido mercado interno. Se antes a ação econômica instrumentalizou a política, fazendo dela um meio de coerção para a maximização dos fins acumulativos, agora, após oito anos de governo democrático-popular, a institucionalidade democrática inverteu os termos da equação.
Antes mesmo que o sol nascesse, Lula, elegantemente, se despediu de Vargas. Quem assistiu à cena improvável, jura que o Angelus Novus, de Paul Klee, sorriu satisfeito. Nas suas costas não havia mais ruínas.

Blogg do Amoral Nato: MPE quer tirar do ar o blog da Dilma, (o resto pode)

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A Guerra Suja da Globo !!!.wmv

Blogg do Amoral Nato: Vingança Criativa

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"Brasil, mostra a tua cara!": Dilma e Sarkozy conversam sobre parceria estratégica

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TUDO EM CIMA: Depois de 15 anos de PSDB no governo... O desespero dos paulistanos

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O esquerdopata: Serra e Kassab envergonham SP até no futebol

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quarta-feira, 16 de junho de 2010

CALA BOCA GALVAO - Save Galvao Birds Campaign

Somos filho da Bolha - Arnaldo Jabor

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Blogg do Amoral Nato: Os Ratos Abandonam o Tucanic

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"Brasil, mostra a tua cara!": Que pena !

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O esquerdopata: Bichos escrotos

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Jornal do Brasil - País - TSE condena PSDB a pagar multa por site contra Dilma e PT

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sexta-feira, 11 de junho de 2010

Blogg do Amoral Nato: Yes Sir É O Cacete!!!

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Blogg do Amoral Nato: PNBL

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"Brasil, mostra a tua cara!": Cidadão - Zé Geraldo

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Serra culpando os migrantes (nordestinos?)

Documentário sobre o Apartheid - Legendado em português

Blogg do Amoral Nato: Quem Tem ÔNUS, Tem Medo

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"Brasil, mostra a tua cara!": São homens como Thilo Sarrazin que levam a Alemanha para o .... nazismo

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quinta-feira, 10 de junho de 2010

Coisas da Política - JBlog - Jornal do Brasil - As ruínas da antiga razão

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Blogg do Amoral Nato: Vergonha

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Blogg do Amoral Nato: E Tome Impunidade

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Blogg do Amoral Nato: Pau Neles

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"Brasil, mostra a tua cara!": Mais sobre o Irã

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"Brasil, mostra a tua cara!": Brasil acrescenta a Suíça à lista de paraísos fiscais

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Folha: desventuras de um jornal sem rumo

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Roger Waters - "We Shall Overcome"

quarta-feira, 9 de junho de 2010

conspiração: OS EUA E SEU PLANO ANTIGO DE INVADIR O BRASIL

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O centro brasileiro da inovação

As sanções são uma vitória de Pirro

DESABAFO BRASIL: BLOG DA DILMA ULTRAPASSA 6 MILHÕES DE ACESSOS

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DESABAFO BRASIL

DESABAFO BRASIL

DESABAFO BRASIL: Participe da campanha para indicação de Lula ao Prêmio Nobel da Paz

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DESABAFO BRASIL: Jornalista confirma que delegado Onézimo Sousa trabalhou para Serra e para o deputado Marcelo Itagiba (PSDB)

DESABAFO BRASIL: Jornalista confirma que delegado Onézimo Sousa trabalhou para Serra e para o deputado Marcelo Itagiba (PSDB)

DESABAFO BRASIL: GENTE SEM NOÇÃO

DESABAFO BRASIL: GENTE SEM NOÇÃO

Brizola Dossiê

Sardenberg alerta para o surto do PIB e o caos econômico de Lula

Sul 21

Sul 21

Sul 21

Sul 21

Blogg do Amoral Nato: Imigração, No Dos Outros É Refresco, Tijolaço Neles

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Blogg do Amoral Nato: Coragem

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Helen Thomas Complete (original)

"Brasil, mostra a tua cara!": Carta Capital: Dilma solta o verbo

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"Brasil, mostra a tua cara!": ONU concorda endurecer sanções contra Irã

"Brasil, mostra a tua cara!": ONU concorda endurecer sanções contra Irã

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Hino Nacional por Martinho da Vila

UMA AVE-MARIA POR JOSÉ SERRA

UMA AVE-MARIA POR JOSÉ SERRA
Ontem, padre Marcelo pediu uma Ave-Maria por José Serra que não moveu um músculo da fisionomia tensa e calcificada que manteve durante todo o culto celebrado pelo religioso cantante. Circula na internet aquela que talvez seja a origem da reza solicitada e do crispado no rosto do candidato do conservadorismo brasileiro. O site Conversaafiada, de Paulo Henrique Amorim [http://www.conversaafiada.com.br/] publica o prefácio de um livro de 14 capítulos, escrito pelo respeitado jornalista Amaury Ribeiro Jr, que dedicou um ano de investigações dentro e fora do Brasil para rastrear e comprovar --com documentos oficiais, obtidos na Justiça-- as interligações entre privatizações, campanhas eleitorais, empresas de fachada em paraísos ficais e movimentações milionárias de dólares feitas por parentes, amigos e homens de confiança de José Serra. Entende-se agora porque o tucano se antecipou --com a ajuda do Globo e da Veja e o silêncio da Folha-- e tentou desqualificar o dilúvio reduzindo-o a um cuspe do PT. Uma Ave Maria talvez não baste para José Serra. A ver

Do site Carta maior

Murdoch, sócio dos Marinho, quer ditar as regras de TV

Murdoch, sócio dos Marinho, quer ditar as regras de TV
sexta-feira, 4 junho, 2010 às 16:01

Murdoch é dono do maior conglomerado de mídia do mundo
Alertado pelo comentarista Emmanuel Vieira, fiquei sabendo que a operadora de TV por satélite Sky está enviando e-mail a seus assinantes, fazendo campanha contra o Projeto de Lei 29/07, aprovado no último dia 11 de maio, na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara, e que aumenta o conteúdo nacional das emissoras, além de determinar certas obrigações às operadoras em benefício dos assinantes.
A Sky afirma aos seus assinantes, que “democraticamente discorda do texto atual do capítulo V deste projeto e entende que isto representa um ataque à sua liberdade de escolha.” E do que trata o capítulo V que tanto assusta o magnata das comunicações Rupert Murdoch em sua parceria com a Globo? Simplesmente a obrigação de um maior conteúdo nacional e com parte dele produzido por produtoras independentes brasileiras.
Ou seja, Murdoch, dono de 72% da Sky, e os Marinho, que detêm 28% via Globopar, querem manter aqueles “trocentos” canais que compram a preço de banana lá fora e empurrar para seus assinantes como se estivessem fazendo um grande favor. E não gostam da idéia de mais programas brasileiros e produtores nacionais, movimentando o mercado audiovisual brasileiro, gerando empregos e melhorando sua qualidade.
Murdoch e os Marinho querem tudo. Do jeito que está a mensagem parece que o conteúdo nacional irá dominar os canais por assinatura, quando o PL 29/07 estabelece apenas um mínimo de 3 horas e meia semanais de conteúdo brasileiro a ser veiculado no horário nobre, e que metade dele deverá ser produzido por produtora brasileira independente. Não é nenhuma mudança que arranhe o monopólio de 95% do mercado brasileiro de TV por assinatura via satélite que a Sky passou a ter quando foi comprada pela Directv.
O discurso da “liberdade de escolha” usado pela Sky é o mesmo da “liberdade de imprensa” invocado pela grande mídia. Trata-se de liberdade de empresa para continuarem a fazer o que quiserem.
A Sky ataca em sua mensagem a Ancine, Agência Nacional do Cinema, como quem definirá “o que é ou não qualificado para que a sua família assista’. Procura jogar seus assinantes contra a agência, como se ela não tivesse capacidade de classificação e as operadoras sim. “Não se trata aqui da programação da sua TV por assinatura que você acha que vale a pena ou não”, diz a mensagem. Como assim? Desde quando as operadoras consultam seus assinantes sobre o que gostariam de ver ou não?
Rupert Murdoch é um predador da comunicação no mundo todo, sempre associado aos setores mais conservadores. Nos Estados Unidos, é o dono da Fox, a emissora dos falcões norte-americanos, capaz de usar sua estrutura midiática para justificar qualquer ação belicista, como aconteceu durante os anos Bush. A emissora é, hoje, o símbolo da oposição a Barack Obama na mídia.
Ao receberem tal mensagem, os assinantes não devem se iludir. Murdoch não tem nenhum compromisso com os brasileiros e com o audiovisual nacional. Seu objetivo, sempre, é o de auferir o maior lucro possível, com a menor interferência dos Estados nacionais em seus projetos.

Brasil não pode Continuar sendo um País sem Garras


O impávido colosso indefeso:Brasil não pode Continuar sendo um País sem Garras
Postado por Espaço Democrático de Debates às 15:15 Marcadores: Geopolítica




"Vence na luta quem vende e não quem compra armas."
Paulo Ricardo da Rocha Paiva é doutor em ciências militares pela Escola de Comando e Estado-Maior do Exército.

É inacreditável que o Brasil vivenciando hoje uma economia de resultados, no limiar do alcance da quinta posição no ranking mundial, continue sem garras, o mesmo notório impávido colosso como sempre sem presas, absolutamente vulnerável para o enfrentamento de crises internacionais que, apenas por pura sorte, têm passado ao largo. Acontece que algumas provocam conflitos armados, envolvendo potências de peso na resolução de questões que, bem ou mal, se pesquisadas suas causas, são resultado final da prepotência e da arrogância com que defendem seus interesses.

A nos induzir, uma lavagem cerebral sem precedentes banaliza o fato de uma coalizão de grandes potências desmantelar um país cuja população, de nenhuma forma, merece castigo pelos atos fanáticos de seita fundamentalista que, para azar dos afegãos, foi acusada de homiziar quadros da Al Qaeda. Ao observador mais arguto, entretanto, fica fácil vislumbrar o arremedo de uma nova “Santa Aliança” de poderosos que não têm o menor constrangimento de intervir, a manu militari, em outras nações, invocando dogmas e princípios de direito internacional que só respeitam quando do seu interesse.

É de se perguntar: qual será o próximo passo destes senhores da guerra quando evacuarem o Afeganistão? Os EUA, vale dizer, não deixam passar a oportunidade caracterizando sempre as Farc como grupo guerrilheiro apoiado pelo narcotráfico e vinculado ao terrorismo internacional. Já a Colômbia permitiu ao “irmão do Norte” a ocupação de bases defrontando nossa Amazônia, verdadeiras pontas de lança para uma intervenção na esteira de uma perseguição a narcoguerrilheiros, de fácil apoio por uma comunidade global sequiosa de punir os “destruidores de uma flora e de uma fauna” e de abocanhar o seu quinhão, naquilo que considera como patrimônio da humanidade.

Infelizmente, os nossos governantes e também a sociedade continuam sendo o mesmo avestruz de cabeça enterrada quanto à necessidade emergencial e urgente que tem o país de rearmar-se para o enfrentamento das ameaças que se descortinam no cenário mundial. Agora, além da nossa grande Região Norte, deve ser garantida a posse do imenso manancial de petróleo existente nas camadas do pré-sal brasileiro. Qualquer pessoa de tirocínio mediano é capaz de entender que não serão com bodoques e zarabatanas artesanais ou confiando tão somente na diplomacia que vamos manter a posse de tanta riqueza. Nosso destino de potência secundária, admitido e absorvido na década de 90, já caducou. Não seria chegada a hora da denúncia de tratados que, longe de afastar o perigo de uma agressão, apenas nos submetem?

Ter o que defender pode ser uma vantagem ou uma desvantagem. Acontece que, queiramos ou não, temos muitíssimo a defender. Governo e diplomacia devem compreender e aceitar esta realidade: nas relações com as potências militares, para que se consiga expressar no mesmo tom destas, urge estarmos ancorados em poder dissuasório de peso, mas nunca em tratados de limitação de armas que, em última instância, só favorecem o comércio de mão única com os mercadores da morte lotados naquelas mesmas potências. Afinal de contas, vence na luta quem vende e não quem compra armas. Se nas três últimas décadas o país tivesse investido em um projeto sério de defesa, não estaríamos agora correndo atrás do prejuízo, engordando outros cofres pelo pagamento de helicópteros, aviões de caça e submarinos.

-Paulo Ricardo da Rocha Paiva é doutor em ciências militares pela Escola de Comando e Estado-Maior do Exército.

Chávez fala de Obama na CNN - Legendado

Campanha Carne Legal, pelo consumo consciente - Churrasco

Aécio faz dossiê e Serra acusa o PT

Aécio faz dossiê e Serra acusa o PT
O caso do suposto dossiê
Luis Nassif


À primeira vista, não fazia lógica a história da divulgação do suposto dossiê contra a filha de José Serra, que estaria sendo armado pelo PT.

Primeiro, por ser inverossímil. Com a campanha de Dilma Rousseff em céu de brigadeiro, à troco de quê se apelaria para gestos desesperados e de alto risco, como a divulgação de dossiês contra adversários? Se a campanha estivesse em queda, talvez.

Além disso, os dados apresentados pela Veja, repercutidos pelo O Globo, eram inconsistentes. Centravam fogo em Luiz Lanzetta, que tem uma assessoria em Brasília que serve apenas para a contratação de funcionários para a campanha de Dilma – assim como Serra se vale da Inpress e da FSB para suas contratações.

Serra atacou Lanzetta, inicialmente, através de parajornalistas usualmente utilizados para a divulgação de dossiês e assassinatos de reputação. Só que há tempos caíram no descrédito e os ataques caíram no vazio. Serviram apenas como aviso.

Aí, se valeu da Veja que publicou uma curiosa matéria em que dava supostos detalhes de supostas conversas sobre supostos dossiês, mas nada falava sobre o suposto conteúdo do suposto dossiê.

Até aí, é Veja. Mas os fatos continuaram estranhos.

Há tempos a revista também caiu em descrédito tal que sequer suas capas são repercutidas pelos irmãos da velha mídia. Desta vez, no entanto, entrou O Globo, inclusive expondo a filha de Serra – como suposto alvo do suposto dossiê. Depois, o próprio Serra endossando as suposições, em um gesto que, no início, poucos entenderam. A troco de quê deixaria de lado o «Serra paz e amor» para endossar algo de baixa credibilidade, em uma demonstração de desespero que tiraria totalmente o foco da campanha?

Havia peças faltando nesse quebra-cabeças. Mas os bares de Brasília já conheciam os detalhes, que acabaram suprimidos nesse festival de matérias e editoriais indignados sobre o suposto dossiê.

A história é outra.

Quando começou a disputa dentro do PSDB, pela indicação do candidato às eleições presidenciais, correram rumores de que Serra havia preparado um dossiê sobre a vida pessoal de seu adversário (no partido) Aécio Neves.

A banda mineira do PSDB resolveu se precaver. E recorreu ao Estado de Minas para que juntasse munição dissuasória contra Serra. O jornal incumbiu, então, seu jornalista Amaury Ribeiro Jr de levantar dados sobre Serra. Durante quase um ano Amaury se dedicou ao trabalho, inclusive com viagens à Europa, atrás de pistas.

Amaury é repórter experiente, farejador, que já passou pelos principais órgãos de imprensa do país. Passou pelo O Globo, pela IstoÉ, tem acesso ao mundo da polícia e é bem visto pelos colegas em Brasília.

Nesse ínterim, cessou a guerra interna no PSDB e Amaury saiu do Estado de Minas e ficou com um vasto material na mão. Passou a trabalhar, então, em um livro, que já tem 14 capítulos, segundo informações que passou a amigos em Brasília.

Quando a notícia começou a correr em Brasília, acendeu a luz amarela na campanha de Serra. Principalmente depois que correu também a informação de um encontro entre Lanzetta e Amaury. Lanzetta jura que foi apenas um encontro entre amigos, na noite de Brasília. Vá se saber. A campanha do PT sustenta que Lanzetta não tem nenhuma participação na campanha.

Seja como for, montou-se de imediato uma estratégia desesperada para esvaziar o material. Primeiro, com os ataques iniciais a Lanzetta, que poucos entenderam o motivo: era uma ameaça. Depois, com a matéria da Veja.

A revista foi atrás da história e tem, consigo, todo o conteúdo levantado por Amaury. Curiosamente, na matéria não foi mencionado nem o nome da filha de Serra, nem o do repórter Amaury Ribeiro Jr. nem o conteúdo do suposto dossiê.

O Globo repercutiu a história, dando o nome da filha de Serra, mas sem adiantar nada sobre o conteúdo das denúncias – medida jornalisticamente correta, se fosse utilizada contra todas as vítimas de dossiês; mas só agora lembraram-se disso.

Provavelmente Veja sairá neste final de semana com mais material seletivo do suposto dossiê. Mas sobre o conteúdo do livro, ninguém ousa adiantar.

Folha ...Um Jornal Sem Futuro

SOLDADOS ISRAELENSES ATIRAM CORPOS AO MAR

SOLDADOS ISRAELENSES ATIRAM CORPOS AO MAR - DIZ BRASILEIRA
Postado por jose luiz ribeiro da silva em 4 junho 2010 às 2:06
Exibir blog de jose luiz ribeiro da silva
LEITURA OBRIGATÓRIA PARA O "JORNAL NACIONAL".QUANDO NOTICIAREM SOBRE A FLOTILHA DA PAZ ESPERO QUE ESSA REPORTAGEM PASSE EM SUAS MENTES DETURPADAS
Soldados israelenses teriam "atirado corpos no mar", diz brasileira que estava em barco
A ativista e cineasta brasileira Iara Lee, detida por tropas israelenses na ação militar contra embarcações que levavam ajuda humanitária à Gaza na segunda-feira passada, disse que passageiros do barco em que viajava "'viram soldados atirando corpos no mar".
Iara viajava no barco Mavi Marmara, que foi palco dos episódios de violência que resultaram na morte de nove ativistas. Em entrevista à BBC Brasil, de Istambul, onde chegou nesta quinta-feira de madrugada junto com um grupo de cerca de 450 ativistas deportados de Israel, Iara disse não ter testemunhado as mortes, mas que "outras pessoas que estavam no barco contaram ter visto soldados atirando corpos no mar".

"Nossa contabilidade é de que 19 pessoas morreram. Ainda há gente desaparecida, não sabemos o que aconteceu com eles. E ainda há feridos muito graves, praticamente morrendo, que não conseguimos retirar do hospital em Tel Aviv." Iara contou que os atiradores de elite do Exército de Israel entraram no principal navio da frota "atirando para matar".

Ela disse que o operador de internet do Mavi Marmara foi morto com um tiro na cabeça.

"Ele estava na sala de operações, perto da ponte, por onde entraram os atiradores de elite. O corpo dele foi encontrado com um tiro na cabeça", disse ela nesta quinta-feira, antes de embarcar para os Estados Unidos, onde vive.

Iara contou que estava embaixo do convés no momento do ataque, mas quando subiu para procurar seu cinegrafista, viu quatro corpos e vários feridos.

"Era muito sangue, eu comecei a passar mal, tive ânsia de vômito e até desisti de procurá-lo." Violência desproporcional Para a cineasta, a violência usada pelas tropas na ação foi desproporcional.

"Nos barcos pequenos, eles usaram balas de borracha, gás lacrimogêneo e armas de choque. Mas no nosso barco, eles chegaram usando munição de verdade", conta.

"Foram atiradores de elite, todos vestidos de preto, armados".

A cineasta contou que a abordagem israelense ocorreu por volta de 04h30 da madrugada, no escuro, e que foi muito rápida.

"Tinha dois barcos da Marinha. Quando a gente piscou apareceram dezenas de barcos de borracha, helicópteros, atiradores de elite descendo no barco. A marca registrada deles é o silêncio, fomos pegos de repente", ela lembra.

Iara acredita que os soldados ficaram assustados com o número de passageiros a bordo - mais de 600 - e que, por isso, ele podem ter optado por uma ação rápida com o objetivo de assumir imediatamente o controle do barco.

"Esperávamos que eles atirassem para o alto, em direção aos nossos pés, para nos assustar. Imaginávamos que eles fossem tentar jogar redes nos nossos motores, deixar a gente à deriva no meio do mar, mas nunca imaginamos isso." Depois da abordagem, as embarcações da tropa foram levadas para o porto de Ashdod, em Israel, com todos os passageiros algemados. "Quando mandaram a gente descer do barco, já tinham jogado todo o conteúdo de nossas malas no chão, estava tudo misturado. Eram roupas, laptops, pijama, escova de dentes, tudo junto." Os ativistas voltaram para a Turquia apenas com a roupa do corpo e seus passaportes. Segundo a cineasta, todas as câmeras, telefones celulares e blackberries foram confiscados pelo Exército. Ela diz que perdeu US$ 150 mil em câmeras e lentes.

Mas Iara disse que os ativistas conseguiram salvar registros do ataque que teriam sido escondidos em peças de roupas.

"A gente conseguiu salvar algumas fitas com imagens do ataque, que costuramos nas nossas roupas e não foram encontradas pelas autoridades israelenses." Iara Lee saiu do Brasil em 1989 e passou 15 anos nos Estados Unidos, onde é radicada. Nos últimos cinco anos, ela morou em diversos países, entre eles Irã, Tunísia e França, onde filmou documentários
http://aposentadoinvocado1.blogspot.com/

quinta-feira, 3 de junho de 2010

A saudade do servo na velha diplomacia brasileira

3 de junho de 2010 às 12:37

Boff: A saudade do servo na velha diplomacia brasileira
A saudade do servo na velha diplomacia brasileira
por Leonardo Boff, via Tijolaço
O filósofo F. Hegel em sua Fenomenologia do Espírito analisou detalhadamente a dialética do senhor e do servo. O senhor se torna tanto mais senhor quanto mais o servo internaliza em si o senhor, o que aprofunda ainda mais seu estado de servo. A mesma dialética identificou Paulo Freire na relação oprimido-opressor em sua clássica obra Pedagogia do oprimido. Com humor comentou Frei Betto: “em cada cabeça de oprimido há uma placa virtual que diz: hospedaria de opressor”. Quer dizer, o opressor hospeda em si oprimido e é exatamente isso que o faz oprimido. A libertação se realiza quando o oprimido extrojeta o opressor e ai começa então uma nova história na qual não haverá mais oprimido e opressor mas o cidadão livre.
Escrevo isso a propósito de nossa imprensa comercial, os grandes jornais do Rio, de São Paulo e de Porto Alegre, com referência à política externa do governo Lula no seu afã de mediar junto com o governo turco um acordo pacífico com o Irã a respeito do enriquecimento de urânio para fins não militares. Ler as opiniões emitidas por estes jornais, seja em editoriais seja por seus articulistas, alguns deles, embaixadores da velha guarda, reféns do tempo da guerra-fria, na lógica de amigo-inimigo é simplesmente estarrecedor. O Globo fala em “suicídio diplomático”(24/05) para referir apenas um título até suave. Bem que poderiam colocar como sub-cabeçalho de seus jornais:”Sucursal do Império” pois sua voz é mais eco da voz do senhor imperial do que a voz do jornalismo que objetivamente informa e honestamente opina. Outros, como o Jornal do Brasil, tem seguido uma linha de objetividade, fornecendo os dados principais para os leitores fazerem sua apreciação.
As opiniões revelam pessoas que têm saudades deste senhor imperial internalizado, de quem se comportam como súcubos. Não admitem que o Brasil de Lula ganhe relevância mundial e se transforme num ator político importante como o repetiu, há pouco, no Brasil, o Secretário Geral da ONU, Ban-Ki-moon. Querem vê-lo no lugar que lhe cabe: na periferia colonial, alinhado ao patrão imperial, qual cão amestrado e vira-lata. Posso imaginar o quanto os donos desses jornais sofrem ao ter que aceitar que o Brasil nunca poderá ser o que gostariam que fosse: um Estado-agregado como é Hawai e Porto-Rico. Como não há jeito, a maneira então de atender à voz do senhor internalizado, é difamar, ridicularizar e desqualificar, de forma até antipatriótica, a iniciativa e a pessoa do Presidente. Este notoriamente é reconhecido, mundo afora, como excepcional interlocutor, com grande habilidade nas negociações e dotado de singular força de convencimento.
O povo brasileiro abomina a subserviência aos poderosos e aprecia, às vezes ingenuamente, os estrangeiros e os outros povos. Sente-se orgulhoso de seu Presidente. Ele é um deles, um sobrevivente da grande tribulação, que as elites, tidas por Darcy Ribeiro como das mais reacionárias do mundo, nunca o aceitaram porque pensam que seu lugar não é na Presidência mas na fábrica produzindo para elas. Mas a história quis que fosse Presidente e que comparecesse como um personagem de grande carisma, unindo em sua pessoa ternura para com os humildes e vigor com o qual sustenta suas posições .
O que estamos assistindo é a contraposição de dois paradigmas de fazer diplomacia: uma velha, imperial, intimidatória, do uso da truculência ideológica, econômica e eventualmente militar, diplomacia inimiga da paz e da vida, que nunca trouxe resultados duradouros. E outra, do século XXI, que se dá conta de que vivemos numa fase nova da história, a história coletiva dos povos que se obrigam a conviver harmoniosamente num pequeno planeta, escasso de recursos e semi-devastado. Para esta nova situação impõe-se a diplomacia do diálogo incansável, da negociação do ganha-ganha, dos acertos para além das diferenças. Lula entendeu esta fase planetária. Fez-se protagonista do novo, daquela estratégia que pode efetivamente evitar a maior praga que jamais existiu: a guerra que só destrói e mata. Agora, ou seguiremos esta nova diplomacia, ou nos entredevoraremos. Ou Hillary ou Lula.
A nossa imprensa comercial é obtusa face a essa nova emergência da história. Por isso abomina a diplomacia de Lula
Leonardo Boff é Teólogo e autor de Nossa ressurreição na morte, Vozes 2007

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