Mente vazia, oficina do sistema da mídia golpista
sábado, 15 de maio de 2010
O texto a seguir extraído do blog Cidadania , do Eduardo Guimarães , explica o motivo pelo qual a imprensa golpista deste país , apoiou o golpe de estado em Honduras. Querem fazer disto um fato menor , corriqueiro , quando não se consegue o que pretendem, por meio do voto.
Uma cortina de fumaça , muito comum na cabeça doentia desta corja.Não conseguiram , a resistência começa agora.
15/05/2010
Direita brinca com o fogo
Instado por um leitor, fui ler post do deputado Brizola Neto em seu blog em que, com todo o conhecimento de causa de um parlamentar, vê risco de a oposição tucano-pefelê e essa quadrilha de bandidos que controla veículos de comunicação de história golpista como o jornal O Estado de São Paulo, buscarem alternativa não eleitoral para eleger José Serra.
É por falta de voto que a direita brasileira começa a flertar com o golpismo, como sempre foi neste país. E a Justiça Eleitoral, de acordo com o deputado pedetista e com a matéria do jornal paulista, estaria disposta a embarcar na mais nova aventura golpista da famigerada direita brasileira.
Caso seja verdade o que diz a matéria desse jornal calhorda, é muito grave a mera cogitação de impedir Dilma de disputar a eleição.
Que tem havido excessos nas pré-campanhas eleitorais de todos os candidatos, de todos os partidos e em todos os níveis em relação à lei esdrúxula que, a poucos meses da eleição, obriga a classe política a fingir que não haverá eleição, disso não resta a menor dúvida. Contudo, o fato de o PT estar cochilando ao não bater às portas da Justiça para reclamar que o PSDB faz exatamente a mesma coisa, não quer dizer que só a campanha de Dilma está em campo.
O Estadão prega a inelegibilidade de Dilma por conta dos programas eleitorais na tevê e no rádio de que ela participou recentemente. Isso porque, nas urnas, essa direita meliante que infesta o Brasil sabe que não vencerá a eleição.
A direita perdeu sua mais eficaz arma de fraude eleitoral com a representação do Movimento dos Sem Mídia, ou seja, a fraude em pesquisas, arma que tentaria induzir o eleitorado a votar em um José Serra falsamente colocado na dianteira. Então começa a se desesperar e a cogitar saídas golpistas, como sempre fez.
Pois aqui vai um aviso ao Estadão, à Globo, à Folha, à Veja e aos políticos que controlam esses veículos: NÃO TENTEM!!
A menos que os militares estejam dispostos a dar novo golpe de Estado, isolando o Brasil da comunidade internacional e destruindo todas as magníficas conquistas logradas pelo país depois da catástrofe tucana de oito anos no governo federal, os movimentos sociais, os sindicatos e, sobretudo, os cidadãos comuns de todas as partes do país sairão às ruas em defesa da democracia.
Querem multar, suprimir programas institucionais só de um dos lados na tevê e no rádio apesar de que o outro lado faz a mesma coisa? Enquanto o PT continuar dormindo no ponto, podem fazer, pois, apesar de o outro lado fazer a mesma coisa, estarão dentro da lei. Mas, no tapetão, vocês, canalhas reacionários e golpistas, não elegerão Serra.
Estou absolutamente certo de que não falo só por mim. O povo brasileiro não aceitará nada menos do que uma disputa legítima entre Serra, Dilma, Marina e quem mais se candidatar. Se tentarem impedir essa disputa por conta de o candidato da elite apodrecida não ter votos fora de São Paulo, abrirão as portas do inferno. Podem acreditar.
Uma cortina de fumaça , muito comum na cabeça doentia desta corja.Não conseguiram , a resistência começa agora.
15/05/2010
Direita brinca com o fogo
Instado por um leitor, fui ler post do deputado Brizola Neto em seu blog em que, com todo o conhecimento de causa de um parlamentar, vê risco de a oposição tucano-pefelê e essa quadrilha de bandidos que controla veículos de comunicação de história golpista como o jornal O Estado de São Paulo, buscarem alternativa não eleitoral para eleger José Serra.
É por falta de voto que a direita brasileira começa a flertar com o golpismo, como sempre foi neste país. E a Justiça Eleitoral, de acordo com o deputado pedetista e com a matéria do jornal paulista, estaria disposta a embarcar na mais nova aventura golpista da famigerada direita brasileira.
Caso seja verdade o que diz a matéria desse jornal calhorda, é muito grave a mera cogitação de impedir Dilma de disputar a eleição.
Que tem havido excessos nas pré-campanhas eleitorais de todos os candidatos, de todos os partidos e em todos os níveis em relação à lei esdrúxula que, a poucos meses da eleição, obriga a classe política a fingir que não haverá eleição, disso não resta a menor dúvida. Contudo, o fato de o PT estar cochilando ao não bater às portas da Justiça para reclamar que o PSDB faz exatamente a mesma coisa, não quer dizer que só a campanha de Dilma está em campo.
O Estadão prega a inelegibilidade de Dilma por conta dos programas eleitorais na tevê e no rádio de que ela participou recentemente. Isso porque, nas urnas, essa direita meliante que infesta o Brasil sabe que não vencerá a eleição.
A direita perdeu sua mais eficaz arma de fraude eleitoral com a representação do Movimento dos Sem Mídia, ou seja, a fraude em pesquisas, arma que tentaria induzir o eleitorado a votar em um José Serra falsamente colocado na dianteira. Então começa a se desesperar e a cogitar saídas golpistas, como sempre fez.
Pois aqui vai um aviso ao Estadão, à Globo, à Folha, à Veja e aos políticos que controlam esses veículos: NÃO TENTEM!!
A menos que os militares estejam dispostos a dar novo golpe de Estado, isolando o Brasil da comunidade internacional e destruindo todas as magníficas conquistas logradas pelo país depois da catástrofe tucana de oito anos no governo federal, os movimentos sociais, os sindicatos e, sobretudo, os cidadãos comuns de todas as partes do país sairão às ruas em defesa da democracia.
Querem multar, suprimir programas institucionais só de um dos lados na tevê e no rádio apesar de que o outro lado faz a mesma coisa? Enquanto o PT continuar dormindo no ponto, podem fazer, pois, apesar de o outro lado fazer a mesma coisa, estarão dentro da lei. Mas, no tapetão, vocês, canalhas reacionários e golpistas, não elegerão Serra.
Estou absolutamente certo de que não falo só por mim. O povo brasileiro não aceitará nada menos do que uma disputa legítima entre Serra, Dilma, Marina e quem mais se candidatar. Se tentarem impedir essa disputa por conta de o candidato da elite apodrecida não ter votos fora de São Paulo, abrirão as portas do inferno. Podem acreditar.
sexta-feira, 14 de maio de 2010
Cavalo de Tróia
Sempre a lucidez e análise coerente de Mauro Santayana. O pior virá ainda , caso SSerra seja eleito, o que eu duvido muito. Mas preparem-se muito há por vir.Isto é só o começo.
Por Mauro Santayana.
Santayana denuncia: querem ocupar a Tríplice Fronteira
Saiu no JB online :
Como se prepara uma conquista
Por Mauro Santayana
Desde que existem fronteiras, existem guerras. As guerras se fazem sobre as fronteiras, para que se abram aos invasores. Ao se abrirem, deslocam-se, em favor dos que vencem, cujo espaço se vê ampliado. Há as fronteiras físicas, eventualmente com suas fortalezas e seus obstáculos naturais, e há as fronteiras morais. O povo invadido não se defende apenas com as armas, por mais poderosas sejam; defendem-se com sua bravura, sua honra, seu sentimento de fraternidade.
É natural que os homens morram na defesa de suas ideias e de sua dignidade, mas para isso devem nelas acreditar como alguma coisa maior do que eles mesmos. Nenhuma outra ideia, nenhum outro compromisso, é maior do que a ideia de pátria, que aceita e amplia o sentimento de família. O homem que morre na defesa de sua pátria, morre na defesa de seus filhos e de todos os filhos, de todas as mulheres, de todos os anciões de seu povo. Por isso, a defesa é mais poderosa do que o ataque – como temos visto em todas as guerras. A defesa se transforma em ataque, como ocorreu na Segunda Guerra Mundial. A resistência russa, nas portas de Moscou e na gesta desesperadora de Stalingrado, se converteu na cena orgulhosa do soldado que fixa a bandeira vermelha no alto do Reichstag, em Berlim.
As guerras não são fenômenos repentinos na História. Muitos estudiosos vão à mitológica Guerra de Troia, na versão de Homero, com seus paradigmas de astúcia, heroísmo, covardia e traições, para nela encontrar o exemplo clássico dessa patologia: todos os conflitos anteriores e todos os que se seguiram se explicam com a expedição de Agamenon, a astúcia de Ulysses, o inútil “corpo fechado” de Aquiles, com seu calcanhar vulnerável, a coragem de Ájax no confronto com Hector, a enigmática figura de Palamedes.
A guerra está presente em todas as comunidades humanas, seja na conquista ou na defesa. Um dia, se houver Deus, é possível que haja paz. Não tem havido paz. Assim, os agressores, mais do que pensar nas defesas físicas do presumido inimigo a ser conquistado, buscam atingir previamente sua armadura moral. Uma desmoralização fácil, e de que se valeram os nazistas, é a racial. Sendo diferente, o inimigo deve ser aniquilado: não faz parte da nossa espécie. Os mais velhos se lembram das histórias em quadrinhos americanas, nas quais os japoneses eram caricaturados como se fossem símios, e os alemães sempre obesos e embriagados. Para combatê-los, surgiu a nova mitologia dos super-homens, dos fantasmas-voadores, dos capitães-américa.
Depois de Avatar, de James Cameron, uma alegoria claramente identificada com a Amazônia, sua biodiversidade e seus minérios, a cineasta Kathryn Bigelow anuncia película a ser ambientada na Tríplice Fronteira. Alguns senhores, de curta inteligência ou de duvidoso patriotismo, saúdam a iniciativa, como promoção do turismo. Não percebem que se trata de abrir caminho a futura ocupação da área, anunciada durante o governo Bush, contra a soberania do Brasil, da Argentina e do Paraguai, a pretexto do “combate ao terrorismo”. Trata-se da construção de uma ideia da região, que nada tem a ver com a realidade, e da justificação subliminar para operações das Forças Armadas norte-americanas na área. Para isso, os ianques já construíram grande pista de pouso no Chaco paraguaio.
Os três governos atuam em conjunto para reforçar a vigilância nas fronteiras, contra o contrabando e o tráfico de drogas, além de outras formas do crime organizado. A eles cabe – e a ninguém mais – cuidar dos interesses comuns, na defesa da soberania de cada um de seus países e da paz para seus povos.
Os americanos se movem pela fé no Destino manifesto. Não se trata somente de política de Estado, mas de certa crença nacional, consolidada pelos meios de comunicação, a partir de Hearst e Pulitzer, e robustecida pela indústria cinematográfica, de que se imbuem cineastas como Cameron e Bigelow. Desde os gregos o entretenimento é instrumento de convencimento político. Temos todo o direito de recusar a entrada, em nossos países, dos que nos querem engambelar com a magia do cinema. Os colares de miçangas e os presentes de grego mudam de formato e de conteúdo, mas o propósito de conquista e domínio continua o mesmo.
Por Mauro Santayana.
Santayana denuncia: querem ocupar a Tríplice Fronteira
Saiu no JB online :
Como se prepara uma conquista
Por Mauro Santayana
Desde que existem fronteiras, existem guerras. As guerras se fazem sobre as fronteiras, para que se abram aos invasores. Ao se abrirem, deslocam-se, em favor dos que vencem, cujo espaço se vê ampliado. Há as fronteiras físicas, eventualmente com suas fortalezas e seus obstáculos naturais, e há as fronteiras morais. O povo invadido não se defende apenas com as armas, por mais poderosas sejam; defendem-se com sua bravura, sua honra, seu sentimento de fraternidade.
É natural que os homens morram na defesa de suas ideias e de sua dignidade, mas para isso devem nelas acreditar como alguma coisa maior do que eles mesmos. Nenhuma outra ideia, nenhum outro compromisso, é maior do que a ideia de pátria, que aceita e amplia o sentimento de família. O homem que morre na defesa de sua pátria, morre na defesa de seus filhos e de todos os filhos, de todas as mulheres, de todos os anciões de seu povo. Por isso, a defesa é mais poderosa do que o ataque – como temos visto em todas as guerras. A defesa se transforma em ataque, como ocorreu na Segunda Guerra Mundial. A resistência russa, nas portas de Moscou e na gesta desesperadora de Stalingrado, se converteu na cena orgulhosa do soldado que fixa a bandeira vermelha no alto do Reichstag, em Berlim.
As guerras não são fenômenos repentinos na História. Muitos estudiosos vão à mitológica Guerra de Troia, na versão de Homero, com seus paradigmas de astúcia, heroísmo, covardia e traições, para nela encontrar o exemplo clássico dessa patologia: todos os conflitos anteriores e todos os que se seguiram se explicam com a expedição de Agamenon, a astúcia de Ulysses, o inútil “corpo fechado” de Aquiles, com seu calcanhar vulnerável, a coragem de Ájax no confronto com Hector, a enigmática figura de Palamedes.
A guerra está presente em todas as comunidades humanas, seja na conquista ou na defesa. Um dia, se houver Deus, é possível que haja paz. Não tem havido paz. Assim, os agressores, mais do que pensar nas defesas físicas do presumido inimigo a ser conquistado, buscam atingir previamente sua armadura moral. Uma desmoralização fácil, e de que se valeram os nazistas, é a racial. Sendo diferente, o inimigo deve ser aniquilado: não faz parte da nossa espécie. Os mais velhos se lembram das histórias em quadrinhos americanas, nas quais os japoneses eram caricaturados como se fossem símios, e os alemães sempre obesos e embriagados. Para combatê-los, surgiu a nova mitologia dos super-homens, dos fantasmas-voadores, dos capitães-américa.
Depois de Avatar, de James Cameron, uma alegoria claramente identificada com a Amazônia, sua biodiversidade e seus minérios, a cineasta Kathryn Bigelow anuncia película a ser ambientada na Tríplice Fronteira. Alguns senhores, de curta inteligência ou de duvidoso patriotismo, saúdam a iniciativa, como promoção do turismo. Não percebem que se trata de abrir caminho a futura ocupação da área, anunciada durante o governo Bush, contra a soberania do Brasil, da Argentina e do Paraguai, a pretexto do “combate ao terrorismo”. Trata-se da construção de uma ideia da região, que nada tem a ver com a realidade, e da justificação subliminar para operações das Forças Armadas norte-americanas na área. Para isso, os ianques já construíram grande pista de pouso no Chaco paraguaio.
Os três governos atuam em conjunto para reforçar a vigilância nas fronteiras, contra o contrabando e o tráfico de drogas, além de outras formas do crime organizado. A eles cabe – e a ninguém mais – cuidar dos interesses comuns, na defesa da soberania de cada um de seus países e da paz para seus povos.
Os americanos se movem pela fé no Destino manifesto. Não se trata somente de política de Estado, mas de certa crença nacional, consolidada pelos meios de comunicação, a partir de Hearst e Pulitzer, e robustecida pela indústria cinematográfica, de que se imbuem cineastas como Cameron e Bigelow. Desde os gregos o entretenimento é instrumento de convencimento político. Temos todo o direito de recusar a entrada, em nossos países, dos que nos querem engambelar com a magia do cinema. Os colares de miçangas e os presentes de grego mudam de formato e de conteúdo, mas o propósito de conquista e domínio continua o mesmo.
Essa é a mentalidade pequena do SSerra PSDBESTADEMONIACO.
Rússia apoia esforço do Brasil pela paz no Irã; Sarkozy endossa tentativa brasileira de um acordo que evite sanções contra o Irã; alto funcionário do Departamento de Estado norte-americano reconhece: 'Lula é a última chance para que o Irã retorne negociações". O embaixador dos EUA no Brasil, Thomas Shannon, ao Financial Times: ' À medida que o Brasil se torna mais afirmativo globalmente e começa a afirmar sua influência, vamos trombar com o Brasil em novos temas - como o Irã, o Oriente Médio, o Haiti; embora positiva de uma maneira geral esta postura brasileira está nos desafiando porque significa que temos de repensar a forma como entendemos nosso relacionamento". E Serra? Aspas para sua declaração em entrevista à RBS essa semana: 'Como presidente, não receberia nem visitaria Ahmadinejad'.
(Carta Maior e o confronto entre duas visões de mundo e soberania; 14-05
Rússia apoia esforço do Brasil pela paz no Irã; Sarkozy endossa tentativa brasileira de um acordo que evite sanções contra o Irã; alto funcionário do Departamento de Estado norte-americano reconhece: 'Lula é a última chance para que o Irã retorne negociações". O embaixador dos EUA no Brasil, Thomas Shannon, ao Financial Times: ' À medida que o Brasil se torna mais afirmativo globalmente e começa a afirmar sua influência, vamos trombar com o Brasil em novos temas - como o Irã, o Oriente Médio, o Haiti; embora positiva de uma maneira geral esta postura brasileira está nos desafiando porque significa que temos de repensar a forma como entendemos nosso relacionamento". E Serra? Aspas para sua declaração em entrevista à RBS essa semana: 'Como presidente, não receberia nem visitaria Ahmadinejad'.
(Carta Maior e o confronto entre duas visões de mundo e soberania; 14-05

sexta-feira, 14 de maio de 2010
Notícias que a imprensa brasileira esconde...NYT: "My Home My Life"
Na capa do "Wall Street Journal" a manchete, "Na Amazônia, florestas dão lugar a ratos de shopping". De Rio Branco, John Lyons mostra o avanço dos shoppings nas maiores cidades, parte da "ascensão do consumidor amazônico", que sublinha "o tamanho do boom interno".
Na Amazônia, "Lula fez chover dinheiro no esforço de elevar o padrão das classes pobres", com Bolsa Família, crédito subsidiado às empresas e projetos hidrelétricos. Agora "o desafio, diz o ex-governador Jorge Viana, é criar o modelo sustentável de desenvolvimento".
Com a foto, a AP ecoou por Yahoo, Google e o site do Jornal New York Times "NYT", entre outros, com um longo relato do "ambicioso" programa brasileiro "My Home My Life", tornado "modelo" para África e outras regiões.
quinta-feira, 13 de maio de 2010
Preste atenção nas notícias:
De acordo com os pontos de vista que defendem, os grandes jornais invertem aquela máxima do ex-ministro Ricúpero de que “o que é bom a gente mostra e o que é ruim a gente esconde”. Como não gostam do governo Lula, escondem o que é bom e sempre vão atrás do ruim para tentar desmerecer o progresso social que se registrou.
O Ipea divulgou um estudo hoje mostrando crescimento na renda média do trabalho no Brasil, entre 2002 e 2008, e, principalmente, entre 2004 e 2008, quando se fazem sentir as ações do governo Lula. E o que o jornal O Globo foi buscar para abrir sua matéria? A informação de que a renda dos trabalhadores com mais anos de estudo caiu no período 2002 a 2008, embora sem referência ao fato, constante no estudo do Ipea, de que voltou a subir no período 2004 e 2008.
Nessa retomada, a faixa que mais cresce é a mais pobre, beneficiada pela política de valorização do salário mínimo. A evolução da renda do trabalho como um todo, que foi de 7,6% entre 2002 e 2008 e de 17,1% de 2004 a 2008, reduz as desigualdades no país. É por isso que os trabalhadores com menores salários tiveram um crescimento acima da média, assim como por escolaridade, os que tinham até quatro anos apresentaram maior crescimento.
Salários sobem, mas O Globo só vê o que cai.
quinta-feira, 13 maio, 2010 às 18:50
Foi exatamente assim que aconteceu hoje, e você vai ver em detalhes como foi.
O Globo deveria ter dado uma olhada mais atenta no estudo para poder contextualizar melhor a informação que divulga. O rendimento real médio do trabalho realmente cai significativamente em 2002, último ano do governo Fernando Henrique Cardoso, mantém a trajetória descendente em 2003, embora bem menos acentuada, quando Lula administrava a herança maldita, e chega a seu ponto mais baixo em 2004, quando atinge um mínimo de R$ 850. A partir daí, o rendimento do trabalho inicia uma trajetória de crescimento até chegar próximo de R$ 1.000, bem superior ao nível pré-governo Lula.
É importante refrescar a memória dos jornais que em 2002 a inflação fechou o ano em 12,93%, seu índice mais alto desde 1995, pelo terror espalhado pelos tucanos sobre as ameaças de um governo Lula e a perspectiva de quebras de contratos. O dólar chegou a quase R$ 4 e o risco Brasil passou dos 2.400 pontos, muito acima dos picos que atingira na crise da Rússia e na desvalorização do real de 1999.
Inflação alta deteriora salários e esse crescimento exagerado se refletiu sobre todo o ano de 2003. Só a partir de 2004 o governo pode começar a agir para recuperar a renda do trabalho, que vinha perdendo para a inflação. O crescimento da renda média do trabalho após 2004, por sinal, recupera a queda do início da década.
Também melhoraram os rendimentos dos trabalhadores pardos e negros (que o Ipea chama de não brancos), das mulheres, do trabalho na zona rural (acima da média nacional) e na região Nordeste, que foi de quase 20% contra 2% do Sudeste.
O que o estudo do IPEA revela é que a dinâmica introduzida pelos aumentos do salário mínimo tem sido favorável aos mais pobres, o que junto com o crescimento da economia e a queda do rendimento dos trabalhadores mais qualificados resultou na queda da desigualdade de renda do rendimento do trabalho.
QUARTA-FEIRA, 12 DE MAIO DE 2010
ESTÁ DOCUMENTADO: COM SERRA, PETROBRAS SERÁ PASSADA NOS COBRES
Tucanos já acionaram o Ministério Público para garantir a privatização da empresa
.
Em 2007, indignados pelo fato de a Petrobras ter adquirido a totalidade das ações ordinárias e preferenciais detidas pelos controladores da Suzano Holding no capital da Suzano Petroquímica, os correligionários de José Serra – aqueles mesmos que queriam desmontar a Petrobras osso por osso – ingressaram com uma curiosa representação contra a petroleira: queriam melar o negócio por considerá-lo uma “ofensa ao Programa Nacional de Desestatização”.
Coube ao então deputado federal Paulo Renato Souza, atual Secretário de Educação do governo paulista (unha e carne com Serra), endereçar a patacoada jurídica ao Procurador-Geral do MP junto ao Tribunal de Contas da União.
Clique aqui para ler a “representação” dos tucanos. Depois, tente imaginar o que os vendilhões fariam com esta nova descoberta
Nossas mídias
Há muito percebo esse comportamento de nossas mídias dominantes , nem um pouco honesto em relação ao que pregam , e aquilo que fazem.
A reunião do Grupo Millenium , em SP, reuniu esta elite , que insiste em levar seu planejamento político golpista , já ha muito conhecida na história recente do país.Sempre a mesma fórmula,desinformar.
Já declaradamente, e posicionada como um partido político, defende seus(?) interesses , e seu plano de poder paralelo.
Neste contexto , inclui-se as eleições deste ano. Mais uma vez vemos a velha tática , com seu candidato , posicionando-se como aquele que , somente , e ninguém mais , poderá dar continuidade ao consagrado governo Lula.
Esquecendo-se do seu passado , ou melhor torcendo para que esqueçamos os oito anos em que , levou este país à mais vil espoliação , em nome de um neo-liberalismo , que só a uma minoria apátria interessava.
A posição deste senhor Serra , que vai de encontro a tudo o que há de sensato , passando um atestado de no mínimo, podemos dizer , desonestidade , a quem lhe de ouvidos.
Nesse quadro conseguiu desagradar até quem o apóia. A grande mídia dominante.
Artigo do sítio Carta Maior, por Flávio Aguiar.
A reunião do Grupo Millenium , em SP, reuniu esta elite , que insiste em levar seu planejamento político golpista , já ha muito conhecida na história recente do país.Sempre a mesma fórmula,desinformar.
Já declaradamente, e posicionada como um partido político, defende seus(?) interesses , e seu plano de poder paralelo.
Neste contexto , inclui-se as eleições deste ano. Mais uma vez vemos a velha tática , com seu candidato , posicionando-se como aquele que , somente , e ninguém mais , poderá dar continuidade ao consagrado governo Lula.
Esquecendo-se do seu passado , ou melhor torcendo para que esqueçamos os oito anos em que , levou este país à mais vil espoliação , em nome de um neo-liberalismo , que só a uma minoria apátria interessava.
A posição deste senhor Serra , que vai de encontro a tudo o que há de sensato , passando um atestado de no mínimo, podemos dizer , desonestidade , a quem lhe de ouvidos.
Nesse quadro conseguiu desagradar até quem o apóia. A grande mídia dominante.
Artigo do sítio Carta Maior, por Flávio Aguiar.
DEBATE ABERTO
Serra: vários pregos, sempre a mesma ferradura
Fica evidente que o teor programático das intervenções do candidato tucano é não ter teor algum. Serra não pode expor o “verdadeiro” programa que se trama no seu bastidor.
Flávio Aguiar
O incômodo de Serra com a entrevista de dois de seus agentes econômicos revelando como a coligação tuco-dema vai ferrar o Brasil, impondo-lhe uma recessão como a que o FMI e UE agora fazem cair sobre a Grécia é muito expressivo.
Mas não só do passa-moleque que se está preparando para o eleitor. É claro que a função do candidato, nessa altura, fica sendo mais a de espalhar uma cortina de cinzas sobre o verdadeiro Cavalo de Tróia que querem por de volta na economia brasileira, além do freio nos dentes do povão brasileiro – essa eterna “fonte de inflação” para os economistas desse grupo.
Também fica evidente que o teor programático das intervenções do candidato é não ter teor algum. Serra não pode expor o “verdadeiro” programa que se trama no seu bastidor, ou até nas suas costas. Então suas frases e intervenções ficam assim como desossadas, sem esqueleto que as sustente, como uma geléia exposta ao sol e sem prato que a sustente pelas laterais.
O candidato vai a Minas e desqualifica o Mercosul. Diante da grita dos nossos vizinhos, mais a que certamente ouviu de alguns empresários de seu apoio, apressa-se a correr para a Folha de S. Paulo para dizer que pretende “flexibilizar” o Mercosul para permitir mais acordos bilaterais. Quer dizer: diz e não diz, sofisma, tergiversa, quer convencer os ouvintes/leitores que vinho, vinagre, e ainda água e azeite são a mesma coisa.
Depois vai a um “programa policial” e anuncia que vai criar um Ministério da Segurança. A declaração – estapafúrdia em si – provoca mal-estar em suas hostes, pois vêm nisso um estado a inchar. Ele vai logo corrigindo, dizendo que em contrapartida vai fechar a Secretaria de Assuntos Estratégicos. Bom, há algum sentido nisso, porque para a visão tuco-dema o Brasil não precisa de uma SAE. Já temos o Departamento de Estado em Washington, o FMI, o Banco Mundial e os Chicago Boys para nos orientar, para que mais? Além disso, o que a coligação tuco-dema talvez queira fechar mesmo são as bocas dos ministros Celso Amorim e Samuel Pinheiro Guimarães.
Mas a única comparação numérica que se pode fazer entre as duas entidades citadas, uma projetada e a outra existente, é a da quantidade de letras que compõem os seus nomes. Agora já não se trata de introduzir um Cavalo de Tróia, mas um Elefante Branco. É algo como dizer: “eu vou construir um novo edifício de dez pisos na Esplanada dos Ministérios, com trinta escritórios por andar, mais o bar, o restaurante, o cafezinho, a segurança, e ainda o anexo que sem dúvida virá depois, criando uma certa confusão redundante com o Ministério da Justiça, a Polícia Federal, a Secretaria de Assuntos Penitenciários, talvez o Ministério da Defesa também. Em contrapartida, vou fechar esses três andares no Bloco O da mesma Esplanada, onde funciona a SAE, e redirecionar seus funcionários não sei bem para onde ainda, mas isso se arranjará”.
Quer dizer, sem plano consistente ou inconsistente que seja, a que se referir como horizonte ou moldura, a fala do candidato fica ao sabor da sua circunstância. Está certo que Ortega y Gasset nos disse que “o homem é o homem e suas circunstâncias”. Mas nos disse também que “o que não é destino é frivolidade”. Sem destino manifesto, a fala do candidato fica dispersa em sua circunstância, como a biruta dos aeroportos, ao sabor dos ventos. E quem nasceu para biruta de aeroporto jamais chegará a galo de campanário.
Mas não só do passa-moleque que se está preparando para o eleitor. É claro que a função do candidato, nessa altura, fica sendo mais a de espalhar uma cortina de cinzas sobre o verdadeiro Cavalo de Tróia que querem por de volta na economia brasileira, além do freio nos dentes do povão brasileiro – essa eterna “fonte de inflação” para os economistas desse grupo.
Também fica evidente que o teor programático das intervenções do candidato é não ter teor algum. Serra não pode expor o “verdadeiro” programa que se trama no seu bastidor, ou até nas suas costas. Então suas frases e intervenções ficam assim como desossadas, sem esqueleto que as sustente, como uma geléia exposta ao sol e sem prato que a sustente pelas laterais.
O candidato vai a Minas e desqualifica o Mercosul. Diante da grita dos nossos vizinhos, mais a que certamente ouviu de alguns empresários de seu apoio, apressa-se a correr para a Folha de S. Paulo para dizer que pretende “flexibilizar” o Mercosul para permitir mais acordos bilaterais. Quer dizer: diz e não diz, sofisma, tergiversa, quer convencer os ouvintes/leitores que vinho, vinagre, e ainda água e azeite são a mesma coisa.
Depois vai a um “programa policial” e anuncia que vai criar um Ministério da Segurança. A declaração – estapafúrdia em si – provoca mal-estar em suas hostes, pois vêm nisso um estado a inchar. Ele vai logo corrigindo, dizendo que em contrapartida vai fechar a Secretaria de Assuntos Estratégicos. Bom, há algum sentido nisso, porque para a visão tuco-dema o Brasil não precisa de uma SAE. Já temos o Departamento de Estado em Washington, o FMI, o Banco Mundial e os Chicago Boys para nos orientar, para que mais? Além disso, o que a coligação tuco-dema talvez queira fechar mesmo são as bocas dos ministros Celso Amorim e Samuel Pinheiro Guimarães.
Mas a única comparação numérica que se pode fazer entre as duas entidades citadas, uma projetada e a outra existente, é a da quantidade de letras que compõem os seus nomes. Agora já não se trata de introduzir um Cavalo de Tróia, mas um Elefante Branco. É algo como dizer: “eu vou construir um novo edifício de dez pisos na Esplanada dos Ministérios, com trinta escritórios por andar, mais o bar, o restaurante, o cafezinho, a segurança, e ainda o anexo que sem dúvida virá depois, criando uma certa confusão redundante com o Ministério da Justiça, a Polícia Federal, a Secretaria de Assuntos Penitenciários, talvez o Ministério da Defesa também. Em contrapartida, vou fechar esses três andares no Bloco O da mesma Esplanada, onde funciona a SAE, e redirecionar seus funcionários não sei bem para onde ainda, mas isso se arranjará”.
Quer dizer, sem plano consistente ou inconsistente que seja, a que se referir como horizonte ou moldura, a fala do candidato fica ao sabor da sua circunstância. Está certo que Ortega y Gasset nos disse que “o homem é o homem e suas circunstâncias”. Mas nos disse também que “o que não é destino é frivolidade”. Sem destino manifesto, a fala do candidato fica dispersa em sua circunstância, como a biruta dos aeroportos, ao sabor dos ventos. E quem nasceu para biruta de aeroporto jamais chegará a galo de campanário.
Flávio Aguiar é correspondente internacional da Carta Maior em Berlim.
quarta-feira, 12 de maio de 2010
http://www.youtube.com/watch?v=gr6qFODxkAA&feature=player_embedded
Posto o LINK acima para acesso ao vídeo Intervozes - Levante sua voz . Muito interessante e esclarecedor.
Posto o LINK acima para acesso ao vídeo Intervozes - Levante sua voz . Muito interessante e esclarecedor.
terça-feira, 11 de maio de 2010
Gente de esquerda
O que significa ser de esquerda ou direita , se suas convicções e seus atos não condizem com o que diz ?Ainda mais pego no ato falho , como foi o caso do ilustre senador.
Mas se não mente , qual motivo ? e esta retórica absurda do Sr. SSerra para agradar a quem?
Confira você mesmo.
SÃO PAULO - No mesmo dia em que o pré-candidato do PSDB à presidência da República, José Serra, disse ser um político de esquerda, o presidente de seu partido e coordenadorde sua campanha, senador Sérgio Guerra (PE) disse que no governo de São Paulo, comandado por Serra até março, "deve ter gente do PT, gente de esquerda...". Ao perceber o equívoco, o pernambucano tentou consertar: "da esquerda não, porque nós também somos. Deve ter gente de todas as áreas". A plateia não segurou os risos. Na manhã desta segunda-feira (10), o pré-candidato do PSDB concedeu uma entrevista à Rádio CBN. Questionado sobre seu direcionamento político pelo jornalista Heródoto Barbeiro, Serra respondeu ser de esquerda, com uma ressalva: "não é uma categoria que hoje em dia eu uso, mas do ponto de vista convencional, sim". Em seguida, o tucano embasou a réplica do jornalista. "No sentido que eu defendo um projeto dedesenvolvimento nacional para o País, que eu defendo o Estado com um governo forte, não obeso, mas musculoso".
Mas se não mente , qual motivo ? e esta retórica absurda do Sr. SSerra para agradar a quem?
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Presidente do PSDB: governo Serra aceitou gente de esquerda
Portal Terra
Em debate no jornal O Estado de S. Paulo com o presidente do PT, José Eduardo Dutra, o senador criticou, sem nominar, o "aparelhamento do Estado". Disse também que isto não é uma prática do PSDB e que a máquina estatal não pode ser dividida entre membros do partido. "É assim que nós trabalhamos, nenhum preconceito", acrescentou.
A aproximação do PSDB com a esquerda também foi feita pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva ainda em setembro do ano passado. O petista disse que "pela primeira vez não vamos ter um candidato de direita na campanha. Não é fantástico isso? Querem conquista melhor do que em uma campanha a gente não ter nenhum candidato de direita? Porque antigamente como era a campanha? Era o de centro-esquerda ou de esquerda contra os trogloditas de direita. Era assim em toda campanha".
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