Mente vazia, oficina do sistema da mídia golpista

Mente vazia, oficina do sistema da mídia golpista

quarta-feira, 21 de junho de 2017

Esse é o "jornalismo" da Globo Falta o Ali Kamel na foto

Esse é o "jornalismo" da Globo
Falta o Ali Kamel na foto
Missa2.jpg
No histórico discurso em que proclamou o fim da Globo Overseas Investment BV, um dos filhos do Roberto Marinho afirmou com a mais deslavada hipocrisia (a verdade é dura...):
- Nosso primeiro compromisso é com o jornalismo...
- ...significa reafirmar nossa paixão pelo jornalismo e o compromisso com nossos princípios editoriais
- O nosso compromisso com a verdade... nos torna um porto seguro da informação e um dos alicerces da vida democrática...
- Só com uma empresa que permanece e se sustenta conseguimos produzir jornalismo independente


kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk..........



Na missa de sétimo dia de Jorge Bastos Moreno, um dos vibrantes e rotundos exemplos do "jornalismo independente" da Globo Overseas, essa histórica foto foi capturada.

Da Esquerda para a Direita, o Boca Mole, da lista de alcunhas da Odebrecht, o Ministro a quem o Mineirinhochama de "Gilmar" e manda acertar um voto com o senador Flexa Ribeiro, o gatinho angorá, que usa sapato marrom com terno cinza claro, o Escritor, também da lista de alcunhas e, na mesma lista, à Direita, o Botafogo, que exerce a Presidência golpista.

Não se trata, como se percebe, de uma daquelas cenas de delegacia de polícia, em que suspeitos são fotografados diante da câmera em preto e branco. 

Absolutamente!
Jamais!

Trata-se de uma homenagem singela a um "jornalista independente".

Que mereceu uma página inteira no Globo Overseas de elogios lacrimejantes do Gilberto Freire com “i”, outro independente.

E ternos encomios da Cegonhóloga e do Ataulpho Merval, que ainda nao aprendeu com a Ana Maria Machado como usar "porque" e "por que"...

Todos eles independentes, como o patrão!

Quá, quá, quá!

PHA

quarta-feira, 14 de junho de 2017

MP-SP acoberta Alckmin e Serra nos casos metrô e CPTM

festa tucana
Enquanto ficamos olhando para o deboche que tem sido Michel Temer e Aécio Neves irem escapando ilesos de denúncias com todas as provas possíveis e imagináveis para condenar alguém em qualquer tribunal do planeta, em São Paulo uma farsa criminosa afronta qualquer um que se digne a olhar.
Há vários anos que o país tem assistido à novela conhecida como escândalo dos trens paulistas. Empresas fornecedoras de bens e serviços para o Metrô de São Paulo e para a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) venderam seus produtos a preços superfaturados aos governos Mário Covas, Geraldo Alckmin e José Serra.
O escândalo estourou em 2008 com o caso Alstom, uma série de denúncias de suborno envolvendo a empresa francesa Alstom e governos de vários países do mundo.
No Brasil, foi apontado o envolvimento de autoridades ligadas ao Governo do Estado de São Paulo. Tais denúncias foram veiculadas pela imprensa internacional, especialmente pelo Wall Street Journal e por Der Spiegel, a partir de 2008.
Conforme consta em documentos enviados ao Ministério da Justiça do Brasil pelo Ministério Público da Suíça, pelo menos 34 milhões de francos franceses teriam sido pagos em suborno a autoridades do Governo do Estado de São Paulo e a políticos paulistas através de empresas offshore, ou seja, empresas criadas em paraísos fiscais, onde gozam de proteção por regras de sigilo que dificultam investigações.
Estranhamente, as investigações no exterior não geraram investigação por parte do órgão que tem por obrigação funcional fiscalizar o governo do Estado de São Paulo: o Ministério Público Estadual de São Paulo.
Em 2013, o Conselho Nacional do Ministério Público abriu o processo para apurar atraso do procurador Rodrigo De Grandis para responder a pedido de cooperação feito pela Suíça ao MP paulista, para investigar três pessoas ligadas à empresa francesa Alstom acusadas no país europeu de distribuir propina a servidores e políticos.
Surpresa: quando o caso bateu em Gilmar Mendes foi arquivado.
Segundo noticiou o jornal “Folha de S.Paulo” em outubro de 2013, o pedido, suíço feito em fevereiro de 2011 ficou parado por mais de três anos porque o procurador em tela disse ter “esquecido o processo em uma gaveta”. A Suíça ficou à espera de resposta e, como não recebia, arquivou o caso.
Após a reportagem da Folha, a cooperação com o país europeu foi retomada. Contudo, desde 2013 o Ministério Público paulista não toma qualquer providência nem contra esse caso nem contra, por exemplo, a compra de 65 trens por R$ 2 bilhões há 5 anos, sendo que, hoje, só 2 estão operando.
Para quem não sabe, Há quase quatro anos o governo de São Paulo abriu licitação para comprar 65 trens para operar nas linhas da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), em dois lotes. O valor total do negócio ficou em torno de R$ 2 bilhões.
Mais “surpresas”: até hoje apenas 11 trens foram entregues e somente dois estão funcionando, segundo informações do Jornal Hoje, da Globo.
Pior do que isso é que, enquanto o Ministério Público de São Paulo foca, exclusivamente, nos funcionários do metrô e da CPTM e nos empresários que fizeram negócios com essas empresas públicas, delatores da Odebrecht acusam o governador Geraldo Alckmin e o ex-governador José Serra de terem recebido propina por obras NO METRÔ E NA CPTM (!!!).
O vídeo que você vai assistir a seguir aborda o assunto em maior profundidade e demonstra como todo esse tal “combate à corrupção” vendido por “pastores” do Ministério Público não passa de uma farsa, já que a instituição tem acobertado um dos maiores escândalos de corrupção deste país. Assista, abaixo, a reportagem.
Em seguida, uma nota do Blog que peço que você leia
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terça-feira, 6 de junho de 2017

Pobre de direita: ele ganha 2 mil (por fora) e tem pena do patrão

pobre de direita

A tarde cinzenta e chuvosa chegava a parecer noite, de tão escura. Os outros carros com os faróis e lanternas reluzentemente acesos e o meu com um farol e uma lanterna enguiçados. “Pode confundir outros motoristas”, pensei.
Semanas antes, fora a um eletricista de automóveis que me pediu uma centena e meia de reais para trocar duas lâmpadas do tamanho de bolinhas de gude. De um carro popular. Recusei a extorsão e fui deixando até que, na tarde escura e chuvosa, percebi que por conta de alguns reais estava me arriscando.
A oficina surgiu milagrosamente, como que em resposta aos meus pensamentos e necessidades. Bem montadinha. A limpeza me deixou com boa impressão. Dois homens uniformizados passaram uma sensação de confiança.
É a esse que eu vou…
Dois homens. Um deles, um rapaz de uns 35 anos, branco, olhos claros; o outro, branco, careca, também de olhos claros, porém cinquentão como eu.
Cumprimentaram-me educadamente e o mais jovem se retirou em seguida, saindo em um dos veículos estacionados dentro do estabelecimento.
O careca começou a desmontar minha lanterna traseira. Jogando conversa fora, perguntei como andavam os negócios.
O mecânico diz que, graças àquele filho da puta que falou que era uma “marolinha”, estava tudo uma merda no Brasil.
Meu ímpeto foi lhe dizer que Lula falou que a crise seria uma “marolinha” no já distante 2008 e, depois daquilo, o Brasil se recuperou rapidamente da crise iniciada com a quebra do banco dos irmãos Lehman. E que esta crise nada tinha que ver com aquela.
Porém, preferi descobrir mais sobre quem se confundia daquele jeito. Confesso que o diálogo me deixou perturbado.
— Você é o proprietário da oficina?
— Não, não, sou prestador de serviço. Autônomo.
— Você presta serviço a outras oficinas?
— Não, só a esta.
— Mas tem horário livre, não é?
— Ah, quem me dera… Chego às 7 da manhã e saio às 8 da noite.
— Nossa, trabalha bastante, hein! Pelo menos deve estar tirando uma nota…
— Doce ilusão…
— Como assim, você não ganha uns 5 paus?
— Tá longe disso…
— 4?
— Não.
— 3?
— Não.
— Pô! Mas, perdão, quanto você ganha?
— É comissão de 40% sobre a mão-de-obra…
— Mas quanto dá isso por mês, homem? Desculpe perguntar…
— Sem problemas… Por volta de uns 2 paus.
— Nossa, mas sem registro em carteira?
— Senão o patrão não aguenta, é muito encargo. Ainda bem que a reforma trabalhista vem aí…
— Hein?!
— O problema do Brasil são os encargos comunistas do “nove dedos”…
— Desculpe, mas o autor dos encargos trabalhistas morreu em 1954…
— Que seja, mas o PT ferrou o Brasil.
— Mas, escute, esta bela oficina, cheia de equipamentos caros, toda pintadinha de nova… Esse patrão não poderia pagar uns 800 reais de encargos trabalhistas? Aliás, você mora em que bairro?
— Santo Amaro…
— Mas ele te paga o ônibus?
— Não, eu sou autônomo, microempresário… Liga lá a chave e pisa no freio, por favor.
*
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quinta-feira, 1 de junho de 2017

Carta aberta ao juiz Sergio Moro

moro e eu
EDUGUIM
Ao senhor doutor Sergio Moro,
Dirijo-me a V. Exa. imediatamente após sua decisão de se afastar do julgamento das acusações que me são feitas pelo Ministério Público e/ou pela Polícia Federal por conta de supostamente eu ter “embaraçado” investigação contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Como nunca nos vimos ou tivemos qualquer razão mais íntima para nos desgostarmos, a afirmativa de V. Exa. na decisão em que se afastou do meu caso – a saber, de que não é meu “inimigo capital” – deveria fazer todo sentido. Contudo, tenho dificuldade de acreditar nela.
Confesso, de pronto, que sou o “culpado” por nossa manifesta inimizade por ter  representado contra V. Exa, em maio de 2015, ao Conselho Nacional de Justiça. Contudo, o que me moveu a denunciá-lo à corregedoria da magistratura nunca foi uma questão pessoal, mas de Estado.
Doutor Moro, não pude me conter ao ver a irmã da esposa do senhor João Vaccari Neto ser esmagada “por engano” pela Justiça brasileira. Não sei se hoje a Lava Jato já dispõe de evidência e/ou prova que a comprometam, mas, naquele momento (5/2015), não dispunha.
Aquela senhora teve que voltar às pressas ao Brasil de um evento profissional do qual participava no exterior. Apareceu na grande mídia – em todos os telejornais, jornais, revistas semanais e sites na internet – algemada e conduzida por policiais.
Foram várias aparições. Se, àquela época (2015), o engano que V. Exa. cometeu já me assustava a ponto de eu representar contra si para preservar o direito de todos contra arbítrio estatal, hoje, por experimentar o peso do longo braço da lei, assusto-me muito mais.
À época, V. Exa. afirmou peremptoriamente à imprensa que tinha certeza de que a senhora em questão era Marice Corrêa Lima, cunhada de Vaccari, pessoa que aparecia em gravação da câmera de segurança de um caixa-eletrônico depositando valores para o ex-tesoureiro do PT.
Poucos dias depois, o jornal Folha de São Paulo divulgou perícia nas imagens que comprovou que não era ela.
Tendo sido comprovado que sua “certeza” era infundada, o senhor recuou da mesma forma como faria tantas vezes no futuro, mas só após deixar mais uma vítima pelo caminho.
Um mês após esse erro que tanto custou a uma pessoa inocente – por exposição muito menor e menos vexatória na mídia, perdi meus negócios e atravesso situação financeira dramática, sem falar nos narizes torcidos e nos olhares tortos –, representei ao Conselho Nacional de Justiça pedindo que o parasse ou o fizesse ser mais comedido, pois é preferível mil culpados livres do que um inocente encarcerado.
V. Exa. disse, na decisão em que se afastou do meu caso relativo à Lava jato, que sequer se lembra de que eu o representei ao CNJ. Contudo, dois meses após eu representá-lo, uma frase que escrevi no Twitter meramente criticando-o – ainda que carregando nas tintas – foi considerada crime de opinião por V. Exa, quem, candidamente, assinou representação CRIMINAL contra mim.
Dois meses depois, doutor Moro. E o senhor diz que não se lembra disso também (!!?).
Enfim, em sua decisão recente V. Exa. faz pouco de minha capacidade, de minha honra e, até, do meu trabalho, mas não posso me queixar de críticas suas, já que eu o critico com seriedade equivalente ou até maior.
Com a diferença de que nunca o processei por nada que tenha dito sobre mim e de que não me valho de cargo público para aumentar meu poder de crítica.
Agora, eu gostaria muito de olhar nos seus olhos, doutor Moro, logo após lhe perguntar se V. Exa. acredita mesmo que eu – EU – o ameaçaria de algum tipo de violência – pois é disso que se trata a acusação pessoal que o senhor me fez logo após eu representá-lo por abuso de poder.
Sim, V. Exa. diz que foi docemente levado a representar criminalmente contra mim por “ameaça”, mas o fato é um só: dois meses após eu representá-lo, V. Exa. me representou de volta. Ponto.
Mais uma vez V. Exa. também me acusou de ter “revelado” minhas fontes. Como assim, doutor Moro? Não foi isso que aconteceu. Eu lhe garanto que me foi dito, ainda enquanto era conduzido, que a Lava Jato já sabia quem era a pessoa que me passou as informações.
Mas, enfim, não quero mais discutir isso com V. Exa. porque não vai mais me julgar. Só gostaria de dizer que me senti esbofeteado por essas afirmações sobre “não se lembrar” de ter sido representado por mim ou de ter me representado.
Vou me entender com a Justiça. Vou demonstrar o absurdo que é me acusarem de ter feito alguma coisa sobre a qual vossas senhorias da Lava Jato só ficaram sabendo porque EU, Eduardo Guimarães, divulguei em meu site.
Creio firmemente que, diante de um juizado que nada tenha pessoalmente contra mim, será fácil provar o absurdo da tese criminal falsa de que sou vítima.
Tenho quase seis décadas de vida, doutor Moro. Nunca, nesse tempo todo, cometi qualquer ato ilegal que desse causa a qualquer tipo de sanção legal. Sou um homem íntegro. Jamais acharão um centavo de dinheiro sujo em minha mão.
E tenho certeza de que já procuraram incansavelmente.
Era só o que eu precisa lhe dizer, doutor Moro. Respeitosamente, pois, desejo que passe muito bem.
Eduardo Guimarães
JORNALISTA
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Assista, abaixo, matéria do Jornal Nacional sobre a saída do juiz Moro do meu caso

quinta-feira, 25 de maio de 2017

Regime instalado pelo golpe já age como ditadura

ditadores

Este post se divide em duas partes para mostrar a você, leitor, como o arbítrio, a violência estatal tomou país. De São Paulo a Brasília, o Estado ataca cidadãos humildes pisoteando as leis e o Estado de Direito.
A primeira parte se refere à barbaridade que acaba de ocorrer na capital paulista, prova de que o país vive uma ditadura
Três pessoas ficaram feridas na tarde da última terça (23) durante ação determinada pelo prefeito de São Paulo, João Doria, para demolir imóveis na região da cracolândia, no centro de São Paulo. As vítimas foram levadas a hospitais da região com ferimentos.
Uma escavadeira da prefeitura deu início à demolição de uma pensão da alameda Dino Bueno, em Santa Cecília, por volta das 14h, com moradores ainda dentro.
O Blog da Cidadania esteve na região no dia seguinte para conferir a afirmação maluca do prefeito João Doria de que teria conseguido “acabar com a Cracolândia” só porque mandou a PM e a Guarda Civil Metropolitana maltratarem aqueles pobres coitados.
Na verdade, é uma falácia de Doria. Quando Gilberto Kassab foi prefeito de São Paulo ele fez a mesma coisa que Doria. Mandou bater nos dependentes de Crack e fazê-los caminhar pelo centro velho de São Paulo. A PM chamou aquele ato de selvageria de “operação dor e sofrimento”, que pretendia impor às vítimas do crack. Foi em janeiro de 2012.
Como se não bastasse, Doria expulsou pequenos comerciantes pagadores de impostos sem nenhum aviso prévio, o que, aliás, segundo um promotor do Ministério Público é ilegal.
O promotor da área da saúde, Arthur Pinto Filho, vinha conversando com a gestão João Doria (PSDB) nos últimos dois meses sobre a formatação do atendimento aos viciados da cracolândia. Ele diz ter sido surpreendido no domingo (21) com uma operação totalmente diferente do combinado.
O membro do Ministério Público classificou a ação como uma “tragédia” e “selvageria” e afirmou que Doria será acusado por “improbidade administrativa”.
Mas alguém acredita que uma ditadura vai punir atos de violência dos seus esbirros?
Assista o vídeo e confira como Doria enganou – ou tentou enganar – os paulistanos com uma decisão irresponsável como aquela. E, mais do que isso, como esse esbirro da ditadura usa violência para resolver tudo.
Já o “presidente” Michel Temer  convocou tropas das Forças Armadas para manterem Brasília sequestrada até o próximo dia 31. Na prática, a medida institui estado de sítio na capital do país.
Temer, como se sabe, é investigado no Supremo Tribunal Federal por obstrução da Justiça, corrupção e organização criminosa. Uma das acusações contra ele é de ter silenciado diante da confissão de crimes pelo empresário Joesley Batista.
Nada disso o impediu de atiçar seus brucutus contra cidadãos que exerciam o direito de manifestação.
Mas isso não é o mais grave: manifestantes flagraram agentes da PM infiltrados entre os manifestantes. Suspeita-se de que podem ter promovido atos de vandalismo como incêndios para dar desculpa à PM para atacar os manifestantes.
Assista ao vídeo.
O país começa a perceber que o golpe foi golpe e que golpes invariavelmente são sucedidos por ditaduras.
O STF, a imprensa e até comandantes das Forças Armadas já se assustam com o ímpeto ditatorial dos golpistas disfarçados de chefes do Poder Executivo. Em um cenário como esse, só eleições diretas podem resgatar a imagem do país diante de seu povo e do mundo.

quarta-feira, 24 de maio de 2017

POLÍCIA REPRIME ATO PACÍFICO CONTRA TEMER E POR DIRETAS

segunda-feira, 22 de maio de 2017

Resposta ao MBL: vocês têm bandido de estimação, sim

resposta mbl
O Movimento Brasil Livre está tentando se livrar dos seus vínculos com Aécio Neves e Michel Temer negando essa relação com esses políticos e tentando convencer incautos de que é independente enquanto acusa apoiadores de Lula e Dilma de ter “bandidos de estimação”.  Eis minha resposta a esses caras-de-pau

Sem a Globo o Temer não existe O Fintástico fez da Folha o que ela é: um jornaleco de província​

Globoesley.jpg
Fintástico desse domingo 21/V derrubou o MT.
Foi uma edição inteira para se dissociar do fracasso retumbante do primeiro e penúltimo governo golpista.
(Penúltimo, porque, o próximo, eleito indiretamente, será derrubado, também, antes de 2018.)
Globo Overseas Investment BV cansou do Temer.
O Temer não entregou a mercadoria.
E a Globo Overseas, que não tem compromisso com o Brasil - só com os seus próprios interesses - momentaneamente se associa ao desespero da Casa Grande: a Economia está no fundo do poço, onde só Cegonhóloga vê a luz (deve ser por causa do salário dela, disse o Lula).
A Globo está à venda.
E precisa valorizar o "patrimônio"...
Assim como o Jorge Paulo Lemann, da Brahma, e o Joesley, a Globo terá feito a "acumulação do capital" aqui entre os otários da Colônia e se mandará pra Miami pra curtir a vida - entre os que falem o Português.
O Fintástico demonstrou que o perito do "inconclusivo" da Fel-lha é um amador, que usou ferramentas insuficientes, como se levasse um martelo para uma cirurgia do cérebro.
Diante da Globo, a Fel-lha é o que sempre foi: um jornaleco da província de S. Paulo.
E para afagar a ombudsman inconclusivada, a Fel-lha submeteu seu "perito" em transações imobiliárias à cadeira do dragão, aquela da ditabranda.
Afinal, o Gaspari dos chapéus e o Otavím integram da "base do Temer".
As "reportagens" do Fintastico, entre uma cacetada e outra no moribundo-ladrão Presidente, iam às ruas perguntar ao "povo" o que é a honestidade, a moralidade, integridade...
É o sujo falando do mal-lavado.
Moralidade na Globo, não é isso, Ricardo Teixeira?
Honestidade, J. Hawilla?
Integridade, Marcelo Campos Pinto?
A Casa Grande está provisoriamente dividida.
Os tucanos de São Paulo, entre eles o Tartufo do FHC Brasif, não sabem o que fazer.
(FHC, o "primeiro filho" tá rico, ou já detonou a fortuna que o Cerveró lhe destinou?)
A Globo quer o caixa do Joesley, o Meirelles.
O FHC Brasif quer o Nelson Johnbim.
Boa!
Nelson Johnbim, presidente, e André Esteves, seu patrão, de Ministro da Fazenda.
Porque o André Esteves está para o Johnbim assim como o Joesley para o Mirelles.
Quá, quá, quá!
O Lula aguentou oito anos debaixo da vara da Globo porque foi eleito duas vezes de forma exuberante!
Sem voto, o ladrão Presidente não aguenta o proximo Fintástico.
E, revelador, para se defender, o ladrão presidente concedeu (esses meninos da Fel-lha entrevistam quem quer dar entrevista e perguntam o que o entrevistado quer responder...) o ladrão presidente concedeu entrevista à Fel-lha!
Responde à Globo na Fel-lha.
É usar um estilingue para enfrentar um míssil.
Um míssil daqueles que cairam na cabeça do Careca e o jn do Gilberto Freire com “i” mandou ouvir seu "perito".
Ah, esses canalhas, canalhas, canalhas do PiG...
O ladrão presidente teve que suspender um jantar no palácio do Alvorada, porque os presentes foram assistir ao Fintástico.
A Globo é o punhal de Brutus.
Mal comparando.
Porque o ladrão presidente não parece nada com César.
Está mais para De La Rua.
E a Globo... com ela mesma.
PHA
Em tempode acordo com a Wikipédia, Fernando de la Rúa foi o presidente da Argentina de 10 de dezembro de 1999 a 21 de dezembro de 2001, data em que renunciou após grandes manifestações por conta da crise econômica gerada em seu governo.

Armações contra Lula e Dilma começam a desMOROnar

eleitores aecio

Quando esta página afirma, reiteradamente, que a verdade é uma força da natureza, muitos podem pensar que aqui se diz isso com tanta ênfase e persistência só para fazer tipo, mas não é nada disso. A verdade é assustadoramente poderosa e, frequentemente, impiedosa.
A verdade castiga os que tentam sequestrá-la. Os mentirosos compulsivos e compulsórios costumam descobrir isso só quando é tarde demais.
A verdade é irmã da justiça e, quando uma aparece, a outra se faz.
Dois políticos brasileiros vêm sendo pisoteados há anos enquanto bandidos perigosos posaram de heróis durante todo esse tempo. Os ex-presidentes Dilma Rousseff e Lula foram vítimas da mais insidiosa e pérfida campanha de desmoralização já vista no Brasil.
Poucos dias antes de o país descobrir o que são provas de verdade, habitantes da famigerada republiqueta de Curitiba vinham inventando pseudo “provas” contra os dois ex-presidentes para tentar nada mais, nada menos que jogá-los na cadeia.
Enquanto esses irresponsáveis encenavam papéis de super-heróis para uma elitezinha infantil, egoísta, corrupta, sonegadora, racista, preconceituosa ao extremo, o STF trabalhava com responsabilidade.
Nunca surgiu uma mísera prova de verdade contra Lula ou Dilma. E para tirar a liberdade de um ser humano, só tendo prova de verdade.
Tudo o que conseguiram contra os dois ex-presidentes foram acusações sem provas feitas por bandidos querendo se safar de seus crimes e ainda com os bolsos cheios de dinheiro.
Vão dizer que os irmãos Wesley e Joesley Batista também acusaram Lula e Dilma, mas toda a narrativa dos dois em relação aos petistas é muito diferente.
Para qualquer pessoa com um mínimo de inteligência, fica claro que a narrativa sobre Lula e Dilma não mostra intimidade sequer parecida com a que fica claro que havia entre Aécio Neves e Michel Temer e os dois bandidos donos da Friboi.
E o que é mais importante: não existe uma mísera prova. Aliás, o relato de Joesley sobre a “propina” que diz que pagou a eles é ridículo. O leitor Roberto escreveu um diálogo que revela bem o absurdo dessa acusação:
Enviado em 20/05/2017 as 10:57
– Joesley diz que fez depósito em conta para Dilma e Lula.
– Mas na conta da Dilma ou do Lula?
– Na conta do Joesley mesmo.
– Mas quem movimentava essa conta?
– O Joesley.
– Sei… Mas quanto dinheiro tem na conta?
– Nenhum. O Joesley sacou tudo em 2014.
– Tá… Mas pelo menos tem algum áudio, vídeo, algum mísero documento?
– Não, nenhum áudio, nenhum vídeo, nenhum documento.
– Ué?… Ele gravou Aécio e Temer, por que diabos não gravou conversas com Lula e Dilma??
– É que o Joesley achou que só a conta bancária em nome dele mesmo já seria prova suficiente contra Lula e Dilma.
Eu também tenho uma conta assim. Está no nome do Bill Gates. o Bill deposita, o Bill faz retiradas, e o Bill gasta o dinheiro. Mas é tudo meu.
Como podem querer que uma acusação como essa seja levada a sério? É preciso ser muito estúpido ou muito sem caráter para dar credibilidade a algo assim.
Porém, a verdade começa a aparecer. As armações contra Lula e Dilma começam a “desMOROnar”.
Senão, vejamos.
Áudios das delações dos donos da Friboi trazem conversas de Joesley Batista com Aécio Neves, em que o senador critica o Ministério Público e também a Polícia Federal. E mostram a versão de Aécio para ter entrado no TSE com o pedido de cassação da chapa Dilma-Temer.
Frederico Pacheco, primo do senador Aécio Neves, do PSDB, foi monitorado pegando R$ 500 mil de Ricardo Saud, executivo da J&F. Os R$ 500 mil eram uma parcela dos R$ 2 milhões pedidos por Aécio a Joesley Batista.
Em outra conversa, Aécio diz a Joesley Batista que entrou com ação para cassar a chapa Dilma-Temer “só para encher o saco” do PT. E que Temer teria pedido que a ação fosse retirada.
Aécio Neves: Eu entrei no TSE. Era uma coisa que não achei que ia dar em ***** nenhuma. Lembra depois da eleição?
Joesley: hum, hum.
Aecio: Os filhas da ****  sacanearam tanto gente que vamos entrar com um negócio só pra gente encher o saco deles também responder lá … A Dilma caiu, a ação continuou e ele quer que eu retire a ação, cara. Só que se eu retirar, eu não tô nem aí pra ele lá, o…o Janot assume a ação, o Ministério Público assume essa *****. Aí não dá mais pra ele. Eu tô tentando convencer ele. 
Aécio tinha razão ao achar que uma ação questionando a lisura da campanha de Dilma não poderia dar em nada simplesmente porque todos os candidatos recorreram a doações de grandes empresas.
Era impossível condenar só Dilma por receber dinheiro declarado de uma empreiteira se essa mesma empreiteira deu dinheiro para todos os candidatos de ponta – e outros, nem tanto.
Foi vergonhoso o que fizeram no TSE com Dilma. E mais vergonhoso foi o TSE levar isso adiante e ainda cogitar a separação das contas dela e do atual presidente da República, eleitos pela mesma chapa.
Mas quem dos autores dessa vergonha no TSE poderia imaginar que viria um áudio do autor da ação que o Tribunal levou adiante reconhecer que sua medida era tão fraca que nem ele acreditava nela?
Mas não são só as calúnias contra Dilma que começam a “desMOROnar”. Recentemente, o ex-presidente petista foi alvo de uma medida injusta, falsária, arbitrária e, acima de tudo, ilegal. Um juiz federal de Brasília mandou fechar o Instituto Lula.
Ricardo Soares Leite, juiz substituto da 10ª Vara Criminal de Brasília, foi quem mandou suspender as atividades do Instituto Lula alegando atender pedido do Ministério Público – que não havia sido feito. A medida foi suspensa semana passada
A direitalha comemorou muito essa ilegalidade, assim como festejou tantas vezes bandidos como Aécio Neves.  Em 2015, o Ministério Público pediu que o juiz Ricardo Leite fosse afastado de outra operação, a Zelotes, por ter “atrapalhado ou até comprometido” o avanço de investigações.
É incalculável o que este país perdeu com toda essa politicagem. A burrice dessa elite endinheirada, racista, frívola permitiu à máfia que gente como Aécio integra derrubar um governo legítimo e ético e substituí-lo por gente como Temer, Aécio, Serra etc.
Mas aqui vai um aviso a todos esses vermes que rastejam na internet enlameando a honra de gente decente: vocês vão ver muita coisa, ainda. Vão ver a justiça e a verdade prevalecerem.
O vídeo abaixo ilustra a tese deste Blog sobre o poder da Verdade.