Mente vazia, oficina do sistema da mídia golpista

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terça-feira, 28 de julho de 2015

Tucanos, enfim, assumem “impitimismo” ao lado de Cunha e vão convocar ato “coxinha”na TV

Autor: Fernando Brito
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No mesmo dia, Eduardo Cunha e o PSDB assumem abertamente, sem rebuços, que trabalham pelo “impeachment” da presidenta eleita pelo voto dos brasileiros e que não tem contra si nem sombra do crime de responsabilidade que, legalmente,  para isso se exigiria, um vez que o impedimento de uma presidente não pode ser resultado, simplesmente, de uma maioria parlamentar da oposição.
Cunha, ameaçado com o inevitável desfecho com seu indiciamento por corrupção, ao menos está lutando por sua própria sobrevivência.
Aécio, com o aval de FHC, parece lutar para jamais ser visto com tamanho maior que o de um irresponsável, aliás, coadjuvante dos Kim Kataguiri ou do Revoltado Online Marcelo Reis. Ah, sim, agora com o imprescindível apoio do PSTU que, quem sabe, vai dividir o palanque com Jair Bolsonaro.
E diante deste quadro de ensandecimento que o Governo Federal fica com seus “republicanismos” e aceita todo tipo de tropelia feito por gente sem qualquer estofo moral.
Pior, tendo como protagonistas gente que deveria ter deixado as calças curtas no passado e cai no conto armado do “diálogo com FHC”.
Ainda bem que a dinâmica dos fatos tem impedido que esta comédia de erros deixe de revelar a hipocrisia de gente afundada no pior período de saque e roubalheira que este país já viu e que, por falta de acusadores no período petista, transitou em julgado, com a anistia ou a absolvição prática dos seus promotores.
Pois é provável que, antes de que os tucanos vão à TV com sua convocatória para o golpe, o campo do “impichismo” vai ser duramente atingido por ações da Procuradoria Geral da República.
Que, aliás, vive também a iminência de ser decapitada, com um eventual “limbo” legal na recondução de Rodrigo Janot, numa inacreditável “vingança dos denunciados”, que já contam em reter sua aprovação no Senado.
Mas, como não há ninguém para  apontar-lhes o dedo, a turma do golpismo age com desfaçatez e mais, ainda reage apontando como “ditadura” quem tão docilmente se entrega ao idílio “democrático” entre quem foi eleito pelo voto e uma turma que, como aquela do TCU, está metida até a medula em tão pouco republicanismo.

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