Mente vazia, oficina do sistema da mídia golpista

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sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

As razões de um canalha contra o Brasil

 
QUAL O INTERESSE DESSE GRUPO MIDIÁTICO, CONCESSIONÁRIA PÚBLICA DE 
 
COMUNICAÇÃO, EM TENTAR PREJUDICAR UM PAÍS INTEIRO POR CONTA DE UM 
 
LADRÃO DESQUALIFICADO ? TALVEZ ISSO FAÇA PARTE DO DNA DESSA 
 
ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA QUE HÁ DÉCADAS CONSPIRA CONTRA O PAÍS E SEU 
 
POVO. QUAL A VANTAGEM DA GLOBO NESSA TRAMA TODA ? QUEM FOI MEMBRO 
 
ATIVO NO SUICÍDIO DE UM PRESIDENTE, DEMOCRATICAMENTE ELEITO E TEVE 
 
PARTICIPAÇÃO ATIVA EM UMA QUARTELA ÀS CUSTAS DE DÓLARES, DEVE TER 
 
MOTIVOS $$  DE BASTANTE INTERESSE PARA QUE TUDO, TUDO , SEJA ENTREGUE 
 
AO CAPITAL INTERNACIONAL. VEREMOS !!

Blog opedeuta

canalha

O Globo oferece espaço ao ladrão Paulo Roberto Costa, hoje, para atacar a decisão da Petrobras de construir navios e sondas de petróleo no Brasil.

Diz ele que a decisão foi “política”, não técnica.

É claro que foi: foi uma decisão de política industrial que privilegia a produção nacional, o emprego nacional e a capacidade tecnológica nacional.


Ou seja, que privilegia o Brasil.

Pode ter havido desvios em contratos? Pode e deve ser apurado.

Mas, da mesma forma, pode-se desviar – e até com mais facilidade, pois o dinheiro já está lá fora – na compra ou no afretamento destes equipamentos no exterior, se o contratante é um ladrão.

Diz o jornal:

“Em um dos depoimentos de sua delação premiada, divulgado na quinta-feira, Costa afirmou que a decisão de produzir navios para a Petrobras no Brasil “foi política e não técnica”, elevando os custos da estatal. Segundo ele, era muito mais barato e vantajoso encomendar de estaleiros da Coreia do Sul, por exemplo.”

Eu, particularmente, acho que teria sido “mais barato e vantajoso” ter mandado o senhor para a Coreia, mas a do Norte.

Mas, senhor ladrão, permita-me uma pergunta:

A sua decisão de roubar foi técnica ou  política?

Assim como poderia ter saído mais barato comprar um navio lá fora, não teria sido mais barato fazer contratos como os que o senhor fez sem embutir a propina?

O senhor, senhor ladrão, ignora os milhares  de encomendas, de empregos, de renda para os trabalhadores brasileiros que isso gerou – e gera ainda, apesar do que o senhor fez – e para suas famílias?

Porque a família dos operários não conta, se o senhor locupletou sua mulher, filhas e genros – todos perdoados no atacado pelo ínclito juiz Sérgio Moro –  com o dinheiro proveniente de sua roubalheira?

Só num país onde a imprensa se acanalhou um bandido como o senhor tem espaços nos jornais para deitar regras sobre o que seria uma decisão “técnica”.

O senhor é um ladrão, e ainda haverá quem lhe diga isso com todas as letras e sem temor, porque este estigma está em sua testa, por mais que o fantasiem de “salvador do país” e  “esperança dos honestos”.

Porque é ladrão e ladrão da pior espécie, o ladrão público, que o senhor é.

Por maiores que sejam seus arreglos com a Justiça e com a mídia, por mais que se acovardem os que devem enfrentá-lo, não há como tirar esta marca do senhor, nem em mil anos.

E em algum lugar há de haver gente capaz de chamá-lo assim, como o que o senhor é: ladrão.