Mente vazia, oficina do sistema da mídia golpista

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sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Moro ia fechar a Volkswagen! Moro encarcerou o CPF e incinerou o CNPJ

Em tempo: imagine, amigo navegante, se os Estados Unidos, Rússia, China, Inglaterra, França, Alemanha, Japão, Irã, Israel, Índia, Paquistão deixariam um juizeco de primeira instância destruir seu programa nuclear

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Advogado de Lula dá aula a Merval em carta aberta. Lembra do “Eureka”, Merval?

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 Por

Demolidora, para quem se disponha a analisar  com equilíbrio, a carta aberta enviada a Merval Pereira, colunista de todos os cantos das Organizações Globo, pelo advogado de Lula, Cristiano Zanin.
Merval deveria ter mais cuidado em seus julgamentos, até porque ele próprio já errou feio, há quase 20 anos, quando “sentenciou” um presidente de associação de moradores do Complexo da Mangueira a ser o “traficante Eureka”, aplicando a “cognição sumária” do jornalismo a um informante policial que o “identificou” numa foto.

Caio Túlio Costa, primeiro ombudsman da Folha, contou esta história em detalhes, em 1989.
Eis a carta de Zanin a Merval:

Senhor Jornalista,

Ao contrário do afirmado (“Preparando o terreno”, O Globo, 19/10/2016), nem o ex-Presidente Lula e nem nós, seus advogados, atuamos para “desacreditar a Justiça”. Todo o trabalho de defesa está escorado em dois pilares: fatos e técnica jurídica. Não usamos “convicções” ou simulacros de legalidade.

O senhor citou, com desdém, o fato de termos arguido a suspeição do Desembargador João Pedro Gebran, do TRF4, para julgar os procedimentos que abrimos contra o juiz Sergio Moro perante aquela Corte. Ora, é a lei que nos permite fazer esse questionamento, pois o art. 254, I, do Código de Processo Penal estabelece que o magistrado (juiz, desembargador ou ministro) não pode julgar um “amigo íntimo” (essa expressão é da lei, caso desconheça). Apontamos, por meio de provas, a possibilidade de haver a relação entre o desembargador Gebran e o juiz Moro. Apresentamos à Corte, por exemplo, um livro em que o primeiro reconhece uma “crescente amizade” e afinidade com o segundo em um texto que indica tal proximidade. Tanto é que o próprio desembargador Gebran, de forma conscienciosa e correta, suspendeu o julgamento que seria realizado na data de hoje para melhor analisar o assunto.

Em relação ao juiz Moro, o senhor considerou “natural” ele não ter acolhido os fundamentos que apresentamos para mostrar a sua suspeição e consequente impedimento legal para julgar o ex-Presidente Lula. Mas o fez ao seu modo, sem debater os fatos e as provas. E no caso de Lula eles falam por si. Afinal, há uma vasta sequência de fatos – todos comprovados — que mostram que o citado agente público praticou violações claras às garantias fundamentais de Lula, como, por exemplo, ao privá-lo de sua liberdade por meio de uma condução coercitiva sem previsão legal, ao divulgar suas conversas interceptadas para alcançar fins estranhos ao processo, ao grampear 25 advogados do nosso escritório para monitorar a defesa do ex-Presidente, ao fazer 12 acusações contra nosso cliente em documento dirigido ao STF, ao participar de eventos com políticos e pré-candidatos do PSDB e de outros partidos que antagonizam Lula e, ainda, ao participar de eventos da própria Globo, que sabidamente não aprecia Lula.

Suas afirmações acabam confirmando a correção da nossa atuação. Quando o senhor reconhece que há outros juízes responsáveis por ações ou investigações envolvendo o ex-Presidente Lula sem que tenhamos apresentado questionamentos sobre a imparcialidade desses magistrados, como fizemos em relação aos magistrados citados acima, é porque somente usamos desse meio de defesa quando efetivamente temos provas para usá-lo. Não é uma receita válida para qualquer caso.

O senhor fala – mais uma vez sem razão – que nossa estratégia é de “politizar os processos” sem revelar o denso conteúdo jurídico das defesas apresentadas e que estão disponíveis a qualquer interessado no site www.abemdaverdade.com.br. Na realidade, sua intenção é a de esconder a defesa do Lula, pois ela é sólida, baseada em provas, e supera, à toda evidência, as “convicções” dos acusadores que elegeram o ex-Presidente como inimigo. 

Também é clara a sua intenção de ocultar os ilícitos praticados pela Lava Jato. Só se fala em investigações contra Lula. E as investigações contra os agentes do Estado que violaram a Constituição e as leis, chegando a praticar condutas que a lei, em tese, define como crime? Por que nem uma palavra? 

Usaremos, sim, de todos os recursos que a lei prevê para ver reconhecida a inocência de Lula, no Brasil e no exterior. Se o país aprovou, por meio de decretos legislativos, a competência de órgãos internacionais para apurar violações a garantias fundamentais, ela também deve servir a Lula. O comunicado feito à ONU em julho é um exemplo disso. Mas falar em asilo é algo despropositado e só poderia ter vindo de alguém como você, que atua para esconder que a defesa de Lula não deixa qualquer margem de possibilidade e, sobretudo, de legitimidade para qualquer condenação criminal.

Merval me ataca e sugere que Lula seja preso por se defender

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Mais um que resolveu tirar uma lasquinha do pobre blogueiro por ter divulgado que recebeu informação de que Lula poderia ser preso por estes dias, aproveitando o momento desfavorável para o PT por conta das últimas eleições e no embalo dos indiciamentos sequenciais do ex-presidente na Justiça.

Merval  Pereira é um velho conhecido dos blogueiros de esquerda. Em 2014, por exemplo, em programa na rádio CBN, ao lado de Carlos Alberto Sardemberg, acusou blogueiros que entrevistaram Lula de ser “pagos pelo governo” para dizer o que dizem.

Os blogueiros atingidos cogitaram processar Merval em grupo pela calúnia, mas não chegaram a um acordo sobre os custos da ação e acabou ficando tudo por isso mesmo.

Poucos dias depois, o jornal O Globo publica uma incrível matéria sobre quem eram os jornalistas que haviam entrevistado Lula. Publicou matéria de página inteira no primeiro caderno do jornal e uma matéria ainda mais ampla em um encarte especial (vide foto no alto da página).

E o tom que seria impresso à matéria se revelava na pergunta da repórter do Globo que me entrevistou: quis saber se eu não achava que os blogueiros haviam sido muito brandos com Lula e se não deveriam ter sido mais imparciais fazendo perguntas incômodas a ele, o que já é uma contradição porque fustigar um entrevistado é uma decisão pra lá de parcial.

Nesta quarta-feira 19, Merval volta à carga, agora contra este blogueiro. O que mais me chamou atenção na matéria foi ataque do colunista ao direito de defesa de Lula – ele diz que o ex-presidente se defender e criticar os processos contra si é tentativa de “desacreditar a Justiça”.

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Claro que Lula poderia ser mais colaborativo com os anseios políticos do colunista “imparcial” de O Globo. Não precisava ficar se defendendo com tanto empenho. Afinal, a Globo quer a prisão do Lula, o PSDB quer, a Fiesp quer, de modo que é “absurdo” Lula ficar lutando para não perder a liberdade e morrer na cadeia, pois está com quase 70 anos.

O mais engraçado, porém, é o ataque que Merval me faz. Como evidência de que dei “notícia falsa”, ele cita que tive 1300 votos na eleição deste ano. Ou seja, se eu tivesse tido uma votação 10 vezes maior, por exemplo, na avaliação do colunista estaria comprovada a minha “notícia”.

Desde o primeiro momento eu disse que não tinha como comprovar o que estava dizendo, mas que acreditei em uma notícia que ouvi de uma fonte confiável.  Pareceu-me lícito acreditar que havia a possibilidade de Lula ser preso sob alguma desculpa em um país em que um juiz de primeira instância grampeia a presidente da República e depois pede desculpas ao STF.

Cada um pode julgar o que quiser sobre a informação que divulguei. É uma questão de fé ou falta de fé. A pessoa acredita se quiser. Como todos sabem, oito meses atrás eu acertei. Agora, não se sabe. Posso ter errado ou pode ser que minha denúncia tenha atrapalhado os planos da Lava Jato de prender Lula de surpresa sob uma desculpa qualquer e criar um fato consumado.

Dizem que não há elementos para prender Lula. Eu concordo. Ele tem bons antecedentes, residência fixa etc. Porém, estamos em um país em que há dúzias de pessoas cumprindo pena de prisão há muito tempo sem que sequer tenham sido julgadas.

É nesse país que vou duvidar de que podem inventar uma desculpa para prender Lula?

Por fim, Merval Pereira mostrou, mais uma vez, a má qualidade do seu jornalismo. No post anterior, reproduzi comentário da jornalista Monica Bergamo na Band News no qual ela contextualiza a razão pela qual o mordomo de tucanos comentou meu trabalho – Monica lembra que como acertei em fevereiro/março sobre a condução coercitiva do Lula, isso me deu credibilidade para fazer as pessoas coçarem a cabeça desta vez.

Merval não achou importante informar aos seus leitores que quem ele desmerecia tinha um histórico de acertos. Preferiu dizer que não merecia a credibilidade que conquistei porque só tive 1300 votos na eleição deste ano.

Se eu tivesse tido muitos votos, então ele acreditaria na minha denúncia ou me enxergaria como alguém confiável?

Você, leitor, acha que ter 1300 ou 13.000 ou 130.000 votos desmerece ou enaltece alguém? Quantos votos teve Eduardo Cunha? Ele se tornou um homem decente por conta da sua votação? E Bolsonaro? Campeão de votos no Rio e campeão de falta de caráter e humanidade.

Eu digo que os votos que recebi são de qualidade, porque quem votou em mim sabia em quem estava votando e por que estava votando, o que é muito mais do que se pode dizer da maioria dos eleitores de candidatos que foram eleitos. Além disso, só fiz campanha na internet. Nem entreguei o monte de panfletos que o meu partido me doou e não fiz um único evento de campanha.

Com minha candidatura, quis aprender como funciona o sistema e fazer um ato simbólico de resistência.
Mas o que revolta mesmo é a conclusão da arenga de Merval. Ele insinua que Lula pode pedir asilo político a outro país e, por isso, estaria tentando desacreditar a Justiça. Fica mais do que claro, no artigo de Merval, que ele tenta voltar a reação de Lula contra ele mesmo, sugerindo que ele seja preso por estar se defendendo acusando a Lava Jato de parcialidade.

Bem, Lula não está sozinho. O jornalista italiano Gianni Barbacetto (dir.), autor do livro “Operação Mãos Limpas”, que inspirou Sergio Moro, pensa a mesma coisa que o presidente.
Na Foto abaixo, reunião recente dele com o juiz antipetista.

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Em entrevista concedida há poucos dias ao jornal brasileiro Zero Hora, Barbacetto fez fortes críticas ao seu admirador; disse que Moro age com “seletividade” só contra o PT.
Se o juiz brasileiro não engoliu uma coluna de jornal, não é difícil imaginar como deve estar encarando as observações do autor de uma obra para a qual ele, Moro, contribuiu com um texto.
Reproduzo um trecho da fala de Barbacetto ao jornal Zero Hora:

“(…) Na Itália, após a Mãos Limpas, desapareceram cinco partidos do governo, e um partido de oposição mudou de nome e de programa. Isso aconteceu porque os cidadãos, depois que souberam da corrupção através das investigações conduzidas pelos magistrados, não quiseram mais votar nesses partidos. Isso levou ao surgimento de novos partidos e mudou todo o sistema político, nasceu naquele momento na Itália o que se denomina a “Segunda República”. Na realidade, em seguida, descobrimos que os novos partidos nada mais eram do que os velhos reciclados. Apesar de saber pouco sobre a situação brasileira, estou surpreso que apareçam acusações só contra o PT e seu líder Lula, porque parece-me que todo o sistema está envolvido pela corrupção (…)”

Pois é, Merval. Pelo visto, Lula tem boas razões para dizer o que está dizendo sobre a Justiça brasileira. E eu tive boas razões para acreditar na hipótese de que venham a inventar alguma razão para encarcerá-lo no momento que todos reconhecem ser favorável ao antipetismo.
***
PS: essa prisão de Eduardo Cunha veio cheia de simbolismo, não?

quarta-feira, 7 de setembro de 2016

Tribunal reconhece que Lauro Jardim mentiu sobre filho de Lula, mas não admite queixa-crime

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O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro reconheceu que o colunista de O Globo Lauro Jardim publicou uma "mentira" a respeito de Fábio Luis Lula da Silva, filho do ex-presidente Lula, mas entendeu que uma nota reparando a notícia, quase um mês depois, elimina a possibilidade de o jornalista ser alvo de uma queixa-crime por difamação e injúria; a defesa do filho de Lula promete recorrer da decisão do TJRJ. 


Jornal GGN - O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro reconheceu que o colunista de O Globo Lauro Jardim publicou uma "mentira" a respeito de Fábio Luis Lula da Silva, filho do ex-presidente Lula, mas entendeu que uma nota reparando a notícia, quase um mês depois, elimina a possibilidade de o jornalista ser alvo de uma queixa-crime por difamação e injúria.

O jornalista global escreveu que, em delação premiada, Fernando Baiano teria dito que pagou despesas pessoais de Fábio Luis. Segundo o escritório de advogados que também fazem a defesa de Lula, dois desembargadores do TJRJ decidiram que Lauro Jardim reconheceu a mentira numa errata publicada 28 dias depois.

Um terceiro desembargador, no entanto, votou para que a conduta de Lauro Jardim seja apurada em ação penal. Por isso, a defesa do filho de Lula promete recorrer da decisão do TJRJ.
Abaixo, a nota da defesa de Lula na íntegra.

Embora tenha reconhecido que Lauro Jardim faltou com a verdade ao publicar a nota “Delação Explosiva” (O Globo 11/10/2015), atribuindo a Fábio Luis Lula da Silva o recebimento de cerca de R$ 2 milhões do Sr. Fernando Soares (Fernando Baiano), o Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, por maioria de votos, rejeitou hoje (06/09/2916) o recurso de apelação interposto por seus advogados, que pretendiam o processamento de queixa-crime protocolada em 27/10/2015. A queixa aponta a ocorrência de difamação e injúria.

Dois Desembargadores da 4ª. Câmara Criminal do TJRJ - os Drs. Antonio Eduardo Ferreira Duarte e Gizelda Leitão Teixeira - decidiram que o fato de o jornalista ter reconhecido a mentira (errata publicada em 8/11/2015), mesmo que cerca de um mês depois, o isentaria de responder ação penal, uma vez, que na visão deles, estaria ausente a intenção de difamar e injuriar. O terceiro vogal, Desembargador Francisco José de Azevedo, por outro lado, proferiu voto acolhendo o recurso para processar a queixa, por entender que a intenção ou não do jornalista de ofender a honra de Fábio deve ser apurada no curso da ação penal.

Na qualidade de advogados de Fábio Luis, entendemos que a veiculação de uma mentira, em linguajar tendencioso e sensacionalista, com chamada de capa, desmentida apenas após 28 dias, deve autorizar o processamento da queixa-crime, razão pela qual iremos  recorrer da decisão do TJRJ.


A nota de Lauro Jardim contra o filho de Lula:

Em delação, Fernando Baiano diz que pagou despesas pessoais de filho de Lula
Por Lauro Jardim

Em O Globo

Está destinada a causar um estrondoso tumulto a delação premiada de Fernando Baiano, cuja homologação foi feita pelo ministro Teori Zavascki na sexta-feira.

O operador (de parte) do PMDB na Petrobras pôs no olho do furacão nada menos do que Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha.

Baiano contou que pagou despesas pessoais do primogênito de Lula no valor de cerca de R$ 2 milhões. Ao contrário dos demais delatores, que foram soltos logo após a homologação das delações, Baiano ainda fica preso até 18 de novembro, quando completa um ano encarcerado. Voltará a morar em sua cobertura de 800 metros quadrados na Barra da Tijuca.

A propósito, quem teve acesso ao conteúdo da delação conta que Eduardo Cunha é, sim, citado por Baiano, que reconhece suas relações com o presidente da Câmara. Mas não entrega nada arrasador contra Cunha.

sexta-feira, 11 de março de 2016

NOBLAT ABRE O JOGO: GOLPE É PRÓ-CORRUPÇÃO

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Moro suspeita de que João Santana esteja por trás do “ataque” a FHC

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O senador José Serra emprega em seu gabinete no Senado Margrit Dutra Schmidt, irmã de Mirian Dutra Schmidt, ex-namorada de Fernando Henrique Cardoso. Conforme informou o blog do jornalista Lauro Jardim, no site do GLOBO, “Margrit vai diariamente, de manhã e à noite, registrar sua digital na entrada principal do Congresso, a Chapelaria, mas não cumpre expediente”.
Em vez de trabalhar para o Senado da República, que paga seus vencimentos, a irmã daquela que hoje virou um desafeto de seu “patrão”, José Serra, por estar acusando o líder de seu grupo político, adivinhe onde Margrit está, leitor?
Na última sexta-feira, o jornal O Globo noticiou que a funcionária fantasma de Serra viajou à República Dominicana a pedido do tucano. A matéria não explica a razão da viagem. Porém, com a investida da Lava Jato contra aquele que é marqueteiro do PT desde 2006, João Santana, agora o Blog recebe uma informação estarrecedora.
Margrit está na República Dominicana, conforme a própria confirmou ao Globo na sexta-feira. Está no mesmo país que João Santana, quem, após as denúncias de hoje na imprensa e a deflagração da Operação Acarajé, da PF, já se prepara para voltar ao Brasil para se colocar à disposição das autoridades, diante dos boatos de que sua prisão preventiva foi pedida.
Mas o que tem que ver a irmã de Mirian Dutra com os problemas de João Santana? Segundo a minha fonte, tudo. Margrit Dutra teria seguido a irmã, quem teria se encontrado com Santana para fazer a ele as denúncias contra FHC que durante a semana passada convulsionaram o cenário político.
A funcionária fantasma de Serra teria informado ao tucano que Santana e Mirian haviam se encontrado. Deduziram que foi o marqueteiro do PT quem a “subornou” para contar ao público os podres de FHC.
Não há provas de que Santana se encontrou com Mírian. Só o que se sabe com certeza, graças ao Globo, é que Margrit, estranhamente, tirou “férias” do gabinete de Serra – ao qual não comparece nunca – para realizar uma missão não explicada para o tucano no mesmo país em que está João Santana. E, em seguida, o mundo desaba sobre a cabeça dele.
O massacre de Santana, pois, seria o troco de FHC por ter sido denunciado, segundo a fonte do Blog em questão.
Se acredito nisso? Só não acredito que todos esses personagens descobriram, de uma hora para outra, do nada, todos ao mesmo tempo, os encantos da República Dominicana. É coincidência demais para o meu gosto.

quinta-feira, 30 de abril de 2015

Beto Richa cometeu crime de responsabilidade e cabe impeachment


RICHA CAPA
Blogcidadania
Vendo o governador Beto Richa dar sua versão dos fatos no Jornal Nacional, a impressão que se tem é a de que ele não sabe o que a sua polícia fez nesta quarta-feira diante da Assembleia Legislativa do Paraná. Ou, então, ainda não lhe caiu a ficha.
Essas hipóteses, porém, são descartáveis; é óbvio que Richa não só sabe o que aconteceu, mas, também, absolutamente tudo o que aconteceu foi sob suas ordens. Apesar disso, em sua declaração ao Jornal Nacional ele mentiu escancaradamente logo após as imagens da tevê Globo contarem uma história muito diferente da sua.
Assista, abaixo, ao trecho da reportagem do principal telejornal da Globo que mostra os policiais atacando aqueles que Richa diz, em seguida, que não foram os responsáveis pela “agressão aos policiais”.




Ao JN, Richa disse, textualmente, que sua tropa só atacou quem a atacou. Palavras dele: “Temos imagens de pessoas infiltradas que não são do movimento dos professores”. Porém, imagens fartamente distribuídas pela internet e o que se vê no JN, dizem outra coisa. Mostram a polícia de Richa atacando indiscriminadamente.. Mostram a polícia de Richa atacando indiscriminadamente.
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Na foto abaixo, momento em que a polícia paranaense atira bombas de gás contra manifestantes estáticos, que nada faziam.
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A foto no alto desta página mostra muito bem quem foi que Beto Richa atacou – ou mandou atacar: a qualquer um que estivesse no local ou nas cercanias. A reportagem da Globo mostra que até crianças foram afetadas. Há mais de 200 feridos. Alguns, com gravidade.
Ainda que Richa possa ter algum vídeo mostrando que alguém fez algo errado, ele promove essa barbaridade? Ataca indiscriminadamente, tal qual cachorro louco?
Não há muito o que falar: o governador do Paraná pôs em risco as vidas de muitas pessoas, inclusive daquelas que disse que protestavam pacificamente, para, supostamente, repelir um ataque que atribuiu a “infiltrados”.
Depois, contradizendo-se, atribuiu tudo à CUT e ao PT, como sempre fazem os tucanos quando têm que se defender de qualquer acusação. Mas o fato é que ele não podia mandar atacar qualquer um que estivesse na rua só porque diz que alguns “infiltrados” atacaram sua polícia.
Richa cometeu crime de responsabilidade. O procurador-geral do Estado tem que mover ação contra ele e pedir seu impeachment. Se a Assembleia Legislativa do Paraná não acatar a Procuradoria, tem que sofrer intervenção da Justiça Federal. Se o procurador-geral do Paraná não denunciá-lo, tem que ser denunciado ao Conselho Nacional do Ministério Público.
Richa vai se safar do crime que cometeu em 29 de abril de 2015? Se isso acontecer, será inaugurada uma nova era no país. Uma era de sombra. Um Estado policial e – como disseram recentemente – “medievalesco” terá se instalado no Brasil.
A partir da impunidade de Richa, no Brasil passa a valer tudo. E o pior é que isso, como sempre, vai acabar valendo para os dois lados.

quinta-feira, 12 de março de 2015

No Globo, “consultora” dá curso para ensinar domésticas a “se comportarem”

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Avisa, pelo Facebook, o mestre Nílson Lage, que uma “consultora” com nome de gringa, a ilustre desconhecida Lisa Mackey, vai ministrar um curso para “secretárias do lar” no dia 25, segundo O Globo.



Ninguém sabe aonde, porque o jornal não informa e o tal curso não existe na internet.

É mais uma daquelas pérolas que de vez em quando aparecem, “ensinando a negrada” a se portar direitinho na Casa Grande.

Teriam, segundo a moça de olhar feros, “perdido os limites”.

Lisa ficou escandalizada porque uma serviçal não quis lhe por a mesa do café, prontinha, às 7:30 h.

E porque falam no celular, e porque colocam o pano de prato no ombro…

Dona Lisa, eu não sei em que mundo a senhora vive, mas o tempo do “lerê, lerê” já se foi.

Há dias, a Folha fez matéria mostrando que o número de ações trabalhistas de domésticas subiu 25%, mesmo sem a regulamentação, no Congresso, da PEC das domésticas.

(aliás, a página de comentários da matéria tem coisas do tipo: “Quando morava com meus pais sempre tivemos empregadas full time (eram duas!), trabalharam cerca de 20 anos conosco e quando chegou o momento, cada uma seguiu seu rumo. Nossas famílias de classe média não têm como pagar FGTS, horas extras e tantos outros direitos às domésticas. “

Ora, então, em nome das famílias de classe média que pode ter “duas empregadas full-time”, reduzam-se as pobres almas à escravidão.

Dona Lisa, os que dão espaço para este tipo de picaretagem escravagista (incrível que isso seja exposto assim, de forma acrítica, num grande jornal) e a turma da subnobreza, já eram.

Quem quiser, pague por isso, como qualquer trabalhador deve ser pago.

Ou façam, eles mesmos, um curso para aprender a lavar, passar e cozinhar, quem sabe já aproveitando a temporada das panelas.

quarta-feira, 11 de março de 2015

Leonardo Boff: golpe é induzido pela mídia





"Essa dramatização que se faz aqui, é feita pela mídia conservadora, golpista, que nunca respeitou um governo popular. Devemos dizer os nomes: é o jornal O Globo, a TV Globo, a Folha de S. Paulo, o Estadão, a perversa e mentirosa revista Veja", diz o teólogo Leonardo Boff; ele afirma ainda que o golpismo reflete apenas a frustração dos derrotados na disputa presidencial de 2014; "É o golpe virtual, que eles fazem pelas redes sociais e pela mídia, inventando e fantasiando, projetando cenários dramáticos, que são projeções daqueles que estão frustrados e não aceitam a derrota do projeto que era antipovo"; Boff afirma ainda que o golpe não passará, em razão da força dos movimentos sociais e de uma nova "consciência política"


Da Rede Brasil Atual - A crise econômica e política pela qual o país atravessa neste momento é "em grande parte forjada, mentirosa, induzida, ela não corresponde aos fatos", afirma o teólogo Leonardo Boff. Segundo o teólogo, a crise amplificada por uma dramatização da mídia. "Essa dramatização que se faz aqui, é feita pela mídia conservadora, golpista, que nunca respeitou um governo popular. Devemos dizer os nomes: é o jornal O Globo, a TV Globo, a Folha de S. Paulo, o Estadão, a perversa e mentirosa revista Veja."

Em entrevista à Rádio Brasil Atual na segunda-feira (9), o teólogo disse que, no entanto, o atual nível de acirramento no cenário político não preocupa porque, para ele, comparado a outros contextos históricos, a "democracia amadureceu". Ele diz acreditar, ainda, na emergência de uma "nova consciência política".

Boff também considera que o cenário brasileiro é bastante diferente da Grécia, Espanha e Portugal, onde são registrados centenas de suicídios, por conta do fechamento de pequenas empresas e do desemprego, e até mesmo de países centrais, como os Estados Unidos, que veem a desigualdade social avançar.

"A situação não é igual a 64, nem igual a 54", compara. "Agora, nós temos uma rede imensa de movimentos sociais organizados. A democracia ainda não é totalmente plena porque há muita injustiça e falta de representatividade, mas o outro lado não tem condições de dar um golpe."

Para Boff, não interessa ao militares uma nova empreitada golpista. Restaria ao campo conservador a "judicialização da política", e acrescenta: "Tem que passar pelo parlamento e os movimentos sociais, seguramente, vão encher as ruas e vão querer manter esse governo que foi legitimamente eleito. Eles têm força de dobrar o Parlamento, dissuadir os golpistas e botá-los para correr."

Sobre o 'panelaço' ocorrido no domingo, durante o discurso da presidenta Dilma Rousseff para o Dia Internacional da Mulher, Boff afirma que o protesto é "totalmente desmoralizado", pois "é feito por aqueles que têm as panelas cheias e são contra um governo que faz políticas para encher as panelas vazias do povo pobre".

O teólogo afirma que a manifestação expressa "indignação e ódio contra os pobres" e são símbolo da "falta de solidariedade"; e que o "panelaço veio exatamente dos mais ricos, daqueles que são mais beneficiados pelo sistema e que não toleram que haja uma diminuição da desigualdade e que gostariam que o povo ficasse lá embaixo".

Sobre o ato programado pela CUT e movimentos sociais para sexta-feira (13), Leonardo Boff diz que a importância é reafirmar os valores democráticos e a defesa da soberania do país: "Aqueles que perderam, as minorias que foram vencidas, cujo projeto neo liberal foi rejeitado pelo povo, até hoje, não aceitam a derrota. Eles que tenham a elegância e o respeito de aceitar o jogo democrático".

O teólogo frisa, mais uma vez, não temer o golpe. "É o golpe virtual, que eles fazem pelas redes sociais e pela mídia, inventando e fantasiando, projetando cenários dramáticos, que são projeções daqueles que estão frustrados e não aceitam a derrota do projeto que era antipovo."

 

segunda-feira, 9 de março de 2015

TUCANOS DISPUTAM COMANDO DO ESTADO ISLÂMICO

quarta-feira, 4 de março de 2015

Lava Jato: lista do PiG não tem tucano Quem vaza ?

De fraque e cartola !

O PiG “divulgou” os flagrados na lista do Procurador Geral Rodrigo Janot.

Aparentemente, o Procurador enviou ao Ministro Teori uma relação de 54 políticos com direito a foro privilegiado.

Aquele mesmo foro em que o Presidente Barbosa incluiu o Dirceu, o Duda Mendonça e o Delúbio, no mensalão (o do PT) – quá, quá, quá.

Nesse caso, não.

Seriam parlamentares de fato, merecedores desse privilégio indecente.

O Globo (que não sobrevive até 2018, sem um impítim), a Fel-lha – ver no ABC do C Af – (idem) e o Estadão, já em comatoso estado, “citam” nomes do PMDB e de outros partidos que, na teoria, fazem parte da base do Governo.

O Renan Calheiros, citado, por exemplo, como beneficiário da lista do Janot, trabalha mesmo é para a Globo.

(Na hora do aperto, todos correm para os braços dos filhos do Roberto Marinho, como fez aquele que primeiro assinou a lista dos traíras, o senador Cristovam Buarque.

Depois dele é que vieram a Heloisa Helena, a Bláblárina e seu séquito de ONGs americanas que querem “internacionalizar a Amazônia”.)

O interessante é que da lista do PiG, nessa quarta-feira 04/03, não consta nenhum tucano !

Quá, quá, quá !

O PiG acredita em Papai Noel.

Acredita que os empreiteiros e o doleiro tinham preferência ideológica, partidária: não !, não cometo crime com tucano !

Aliás, os tucanos não cometem crimes, não é isso Amaury Ribeiro Junior ?

Não é, Palmério Dória ?

Não é, Rubens Valente ?

O PiG continua a vazar nomes que saem da Guantánamo do Dr Moro, desde que seja para ferrar a Dilma.

Como faz o Juiz Moro, que se deixou trair e revelou que quer fazer da Dilma um Richard Nixon.

Ou os procuradores fanfarrões que vão pra cima da garganta do Lula.

É a história da carochinha que os pigais colonistas (também no ABC do C Af) difundem.

Até acreditar nela.

Quando os tucanos entrarem na roda, será um anti-climax.

A Dilma e o Lula já terão sido incinerados na redação do jornal nacional !

E ninguém prestará atenção aos tucanos gordos !

Sempre impunes !

Agora, uma perguntinha inútil, amigo navegante: quem vaza ao PiG alguns nomes selecionadíssimos da lista do Janot ?

O Juiz Moro, que, como demonstrou o Paulo Moreira Leite, inclui o PiG como elemento central de sua cruzada jihadista ?

Os procuradores fanfarrões, agora instalados na PGR ?

Ou os delegados aecistas que estão lá no bem-bom, longe do alcance de seu chefe (?), o ministro implacável, o zé da Justiça ?

Certamente o Procurador Janot não faria um papel desses.

Muito menos o Ministro Teori, que mal recebeu a lista.

A Lava Jato transformou-se num circo mambembe.

De vários picadeiros.

O picadeiro central é no PiG.

Em que o Renato Aragão, o Ataulfo Merval e o Gilberto Freire com “i” (ambos no ABC do C Af) fazem o honroso papel de Mestres de Cerimônia.

Vestidos de fraque e cartola.

Para dar credibilidade ao show que se segue.

Viva o Brasil !


Paulo Henrique Amorim



Eike: desembargador condena a Globo !

O dos chapéus entrou na roda: agora ele entende de ovos Fabergé.



Sonia Bridi aprendeu com a Gloria Maria !

Saiu no Globo:

RIO – Ao anunciar seu voto em sessão da 2ª Turma Especial do Tribunal Regional Federal (TRF), o desembargador Marcello Granado fez críticas à imprensa. Granado questionou o uso pela Corte de informações veiculadas pela imprensa para decidir sobre a permanência do magistrado no caso.

Para Granado, registros feitos pela mídia impressa, sobretudo, não devem ser aceitos em processos judiciais, porque não funcionariam como provas documentais ou testemunhais dos fatos. Ele questionou a credibilidade dos veículos e disse que grupos de comunicação não gozam de boa saúde financeira. Afirmou ainda que o material noticiado é condicionado ao interesse de anunciantes e do capital privado.

— Matérias veiculadas ao público são todas custeadas por empresas com fins lucrativos — citando a busca pela a audiência e a exploração da publicidade.

Granado disse ainda que, embora defendam a liberdade de imprensa, os veículos se revelam muitas vezes como “grande fonte de divulgação de mentiras”. O desembargador fez críticas diretas ao GLOBO e à repórter Glauce Cavalcanti, afirmando que o conteúdo da reportagem “As ligações intrincadas do caso Eike Batista” é leviano e mentiroso. Publicada no dia 25, a reportagem relata os passos da Justiça e da defesa no processo, incluindo o flagrante do juiz dirigindo o Porsche de Eike. Granado citou também o artigo “O galinheiro de ovos Fabergé”, do colunista Elio Gaspari, publicado no dia 18. Sobre reportagens de TV, afirmou que trechos de depoimentos não representam a íntegra do que foi dito.

(…)




Como se sabe, o desembargador Granado se pronunciou contra a Globo e o dos chapéus (ver no ABC do C Af) – agora notável especialista em ovos Fabergé – ao destituir o Juiz (?) Flávio Roberto de Souza do processo do empresário Eike Batista.
Processo que volta à estaca zero.
O Juiz Flavio Roberto de Souza é aquele que anda nos carros do Eike e guarda o piano na casa de um amigo.
O Juiz Flávio Roberto de Souza, como se sabe, foi uma das estrelas de recente Fintástico, em que Sonia Bridi e Jorge Pontual desempenharam o edificante papel que a Glória Maria desempenhou, quando instalou a Venina no Panteão da Moral e da Virtude, esculpido pelo Gilberto Freire com “i” (ver no ABC do C Af).
Venina é aquela “testemunha bomba” da Globo em que nem os procuradores fanfarrões acreditaram.
A Bride e o Pontual entram para categoria dos crédulos, também…
Veja aqui que a Globo está no centro e no baixo-ventre da questão nacional.












Como se sabe, o desembargador Granado se pronunciou contra a Globo e o dos chapéus (ver no ABC do C Af) – agora notável especialista em ovos Fabergé – ao destituir o Juiz (?) Flávio Roberto de Souza do processo do empresário Eike Batista.

Processo que volta à estaca zero.

O Juiz Flavio Roberto de Souza é aquele que anda nos carros do Eike e guarda o piano na casa de um amigo.

O Juiz Flávio Roberto de Souza, como se sabe, foi uma das estrelas de recente Fintástico, em que Sonia Bridi e Jorge Pontual desempenharam o edificante papel que a Glória Maria desempenhou, quando instalou a Venina no Panteão da Moral e da Virtude, esculpido pelo Gilberto Freire com “i” (ver no ABC do C Af).

Venina é aquela “testemunha bomba” da Globo em que nem os procuradores fanfarrões acreditaram.

A Bride e o Pontual entram para categoria dos crédulos, também…

Veja aqui que a Globo está no centro e no baixo-ventre da questão nacional.

Paulo Henrique Amorim

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Jornal diz que Lula critica estratégia de comunicação de Dilma. Que estratégia?

super
A repórter Vera Rosa diz hoje, no Estadão, que “o ex­-presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou a estratégia de comunicação do governo Dilma sobre o ajuste fiscal”, durante jantar, ontem, com a bancada do PT no Senado.
Permito-me discordar de Lula: não há estratégia de comunicação a criticar, pelo simples fato que não há estratégia alguma.
E não apenas em relação ao ajuste fiscal, mas a coisa alguma.
O problema é mais sério e foi diagnosticado pelo próprio Lula, anteontem, no ato em defesa da Petrobras, na ABI.
“Parece que temos vergonha de ganhar a eleição”
Uma vergonha que, de alguma forma, se expressa no silêncio.
Claro que era preciso desarmar algumas situações que a crise econômica mundial – porque há uma crise, esqueceram? – ajudou a tornar graves aqui.
Alguns gastos crescendo além do que deviam, falta de resposta das empresas e da economia aos estímulos oficiais (notadamente a redução de impostos, pelas desonerações fiscais)  e até mesmo a seca, que trouxe ameaças e problemas para o abastecimento de água e energia.
Hora de chamar a família, falar dos problemas, das atitudes diante deles e dos objetivos que se tem.
E de não deixar que só os urubus façam o som da “verdade única”.
Agora mesmo, o cogumelo Globo dá duas mostras inequívocas disso:
“Vendas nos supermercados caem 20,48% em janeiro”, mancheteiam, mesmo sabendo que é uma tosca manipulação, porque comparado ao mês de festas de dezembro, e não a janeiro passado, em relação ao qual cresceram 10,81% em valores nominais e 3,42% em valores reais, descontada a inflação.
Desemprego sobe para 5,3% em janeiro, a maior taxa em 16 meses é, neste momento, a manchete de O Globo e, com variações, a dos demais “jornalões”. Nas letras miúdas você lerá que “a maior em 16 meses”  e a segunda menor em todos os 16 meses de janeiro medidos pelo IBGE desde 2002, com a atual metodologia.
O governo precisa entender – e se não entendeu isso, francamente, não sei o que é capaz de entender – que não temos uma imprensa, mas uma máquina de propaganda.
E que, diante dela, só se pode criticar a “estratégia de comunicação do Governo Dilma” como sendo a de apanhar calado.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Banqueiro que atuou na privatização está no Swissleaks


Esse na verdade, é o Suiçalão tucano, terra dos homens bons da nação !- Opedeuta

: Dono do banco Máxima, Saul Sabbá está no banco de dados do site Off Shore Leaks, de responsabilidade do Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos (ICIJ); "Ele é um daqueles empresários que engordaram na privataria tucana. Seu banco deu consultoria para FHC na privatização da Vale e da CSN", lembra Miguel do Rosário, do Cafezinho 

247 – O nome de um dos cerca de 50 brasileiros donos de contas secretas no HSBC vem se destacando na blogosfera. Trata-se do banqueiro Saul Sabbá, dono do banco Máxima, que assegurou uma boa fortuna no processo de privatização do governo FHC. Seu banco, como lembra o blogueiro Miguel do Rosário, do Cafezinho, deu consultoria para o ex-presidente tucano na privatização da Vale e da CSN. Leia abaixo post sobre o tema:

Suiçalão: aparecem os primeiros tucanos gordos!

Os internautas acharam um nome genial para popularizar o escândalo de lavagem de dinheiro e sonegação fiscal de 8,6 mil contas associadas ao Brasil achadas no HSBC da Suíça. E que agora usarei genericamente para os escândalos de evasão fiscal vazados ou descobertos através do Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos (ICIJ).

Suiçalão!

Quem sabe se, com esse nome atraente ao público, o UOL não divulga os nomes que estão sendo mantidos em segredo, à diferença do que vem acontecendo no resto do mundo, onde as listas dos beneficiários estão vazando?

Os brasileiros tinham aproximadamente R$ 20 bilhões em contas no HSBC da Suíça. Enquanto a mídia não se interessa, a blogosfera está aprendendo a trilhar os caminhos apontados pelos bancos de dados do ICIJ.
Por exemplo, há um escândalo revelado pelo ICIJ, anterior ao vazamento do HSBC, que também passou batido por nossa mídia.

É o escândalo das contas off shore. Um vazamento revelou a existência de milhares de contas secretas em paraísos fiscais das Ilhas Virgens Britânicas, Cingapura e Ilhas Cook.
(Houve uma certa confusão entre os dois escândalos: um são as contas off shore, de 2013; outro é o HSBC, mais recente. Nesse post, a diferença vem explicada, mas eu chamo ambos de “suiçalão”, assim como nossa mídia passou a chamar, durante um tempo, tudo de “mensalão”).

Cerca de 50 nomes de brasileiros com contas em off shores apareceram, conforme se pode ver neste link.
Não se trata especificamente do caso HSBC, mas é sonegação do mesmo jeito. Na verdade, é um caso ainda pior.

Os documentos das contas secretas off shore são públicos desde 2013, mas a nossa mídia nunca se interessou em investigar o caso.

É parecido com o que faz hoje, em que parece mais preocupada em esconder do que em revelar a participação do Brasil num dos maiores escândalos de lavagem de dinheiro e sonegação do mundo.

A divulgação dos nomes de brasileiros envolvidos no Suiçalão ajudaria o Brasil a fazer uma campanha contra a sonegação, o maior problema nacional; bem maior, em escala, do que a corrupção.

Fernando Rodrigues, do UOL, disse que só iria divulgar os nomes do escândalo do HSBC, ou Suiçalão, que apresentassem “interesse público”.

Pois bem, o blog Megacidadania encontrou um nome que apresenta “interesse público”.
Saul Sabbá.

O dono do banco Máxima, Saul Sabbá está no banco de dados do site Off Shore Leaks, de responsabilidade do ICIJ. A sua conta secreta está ligada à offshore Maximizer International Bank S.A.

Máxima, Maximizer, sacou?

O banco de dados do Off Shore Leaks mostra o Maximizer, por sua vez, ligado a vários outros nomes.
Entre os nomes, surge o escritório Zalcberg Advogados Associados, cujo sócio Chaim Zalcberg, que também está no mapa do Offshore Leaks, já foi preso pela Polícia Federal, em 2012, na Operação Babilônia, suspeito de evasão de divisas e lavagem de dinheiro.

Zalcberg seria o cabeça da quadrilha, segundo a PF. Ele esteve envolvido também nas tretas do Banestado, um daqueles escândalos tucanos que nunca deram em nada, e que, coincidentemente foi julgado pelo mesmo Sergio Moro que hoje pontifica como ditador da República do Paraná.

Outra figura central no Banestado – um escândalo de corrupção que resultou em prejuízo de dezenas de bilhões para o erário – foi o doleiro Alberto Youssef, o atual heroi da Lava Jato e da mídia. Youssef foi preso, algum tempo depois, por sua participação nos crimes do caso Banestado, mas solto logo em seguida, quando aceitou fazer uma delação premiada onde entregou bagrinhos e livrou os peixões.

Pena que a mídia não dá ibope para esses casos, talvez porque ela mesmo seja uma grande sonegadora.
Voltemos a Saul Sabbá, o dono do banco Máxima.
Sabbá é um daqueles empresários que engordaram na privataria tucana. O seu banco deu consultoria para
FHC na privatização da Vale e da CSN.

Agora só falta sabermos quantos milhões de dólares exatamente Sabbá e seus colegas do Maximizer, todos
“brasileiros honestos”, guardavam em suas contas secretas em paraísos fiscais.

E, claro, falta sabermos a participação do Brasil no escândalo do Swiss Leaks, ou Suiçalão.

Segundo o ICIJ, o Brasil é o nono país com mais dinheiro no HSBC da Suíça e o quarto, em número de clientes.

Há uma conta associada ao Brasil com mais de US$ 302 milhões. Sabe-se, pelo próprio ICIJ, que Edmond Safra, do Banco Safra, e a família Steinbruch, donos da Vicunha e da CSN, são alguns dos nomes envolvidos no escândalo do HSBC.

O Banco Safra foi o banco usado pela Globo para comprar os dólares que enviaria às Ilhas Virgens Britânicas, quando se envolveu naquela “engenhosa operação” para adquirir os direitos de transmissão da Copa de 2002 sem pagar os devidos impostos.

Aliás, por falar em privataria, um internauta hoje nos brindou com uma deliciosa recordação: um artigo de Eliane Cantanhêde sobre a Petrobrás, de 1999.

Era o tempo em que os jornais falavam sobre a privatização das principais estatais com incrível naturalidade.
Cantanhede faz uma revelação bombástica no artigo: “Para ficar ainda mais claro: o que resta de equipe econômica está de olho gordo sobre a Petrobrás (“joia da coroa”), o Banco do Brasil e até a Caixa Econômica Federal.

Esses são os “brasileiros honestos” que pretendem privatizar a Petrobrás, para livrá-la do demônio petralha…

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

As razões de um canalha contra o Brasil

 
QUAL O INTERESSE DESSE GRUPO MIDIÁTICO, CONCESSIONÁRIA PÚBLICA DE 
 
COMUNICAÇÃO, EM TENTAR PREJUDICAR UM PAÍS INTEIRO POR CONTA DE UM 
 
LADRÃO DESQUALIFICADO ? TALVEZ ISSO FAÇA PARTE DO DNA DESSA 
 
ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA QUE HÁ DÉCADAS CONSPIRA CONTRA O PAÍS E SEU 
 
POVO. QUAL A VANTAGEM DA GLOBO NESSA TRAMA TODA ? QUEM FOI MEMBRO 
 
ATIVO NO SUICÍDIO DE UM PRESIDENTE, DEMOCRATICAMENTE ELEITO E TEVE 
 
PARTICIPAÇÃO ATIVA EM UMA QUARTELA ÀS CUSTAS DE DÓLARES, DEVE TER 
 
MOTIVOS $$  DE BASTANTE INTERESSE PARA QUE TUDO, TUDO , SEJA ENTREGUE 
 
AO CAPITAL INTERNACIONAL. VEREMOS !!

Blog opedeuta

canalha

O Globo oferece espaço ao ladrão Paulo Roberto Costa, hoje, para atacar a decisão da Petrobras de construir navios e sondas de petróleo no Brasil.

Diz ele que a decisão foi “política”, não técnica.

É claro que foi: foi uma decisão de política industrial que privilegia a produção nacional, o emprego nacional e a capacidade tecnológica nacional.


Ou seja, que privilegia o Brasil.

Pode ter havido desvios em contratos? Pode e deve ser apurado.

Mas, da mesma forma, pode-se desviar – e até com mais facilidade, pois o dinheiro já está lá fora – na compra ou no afretamento destes equipamentos no exterior, se o contratante é um ladrão.

Diz o jornal:

“Em um dos depoimentos de sua delação premiada, divulgado na quinta-feira, Costa afirmou que a decisão de produzir navios para a Petrobras no Brasil “foi política e não técnica”, elevando os custos da estatal. Segundo ele, era muito mais barato e vantajoso encomendar de estaleiros da Coreia do Sul, por exemplo.”

Eu, particularmente, acho que teria sido “mais barato e vantajoso” ter mandado o senhor para a Coreia, mas a do Norte.

Mas, senhor ladrão, permita-me uma pergunta:

A sua decisão de roubar foi técnica ou  política?

Assim como poderia ter saído mais barato comprar um navio lá fora, não teria sido mais barato fazer contratos como os que o senhor fez sem embutir a propina?

O senhor, senhor ladrão, ignora os milhares  de encomendas, de empregos, de renda para os trabalhadores brasileiros que isso gerou – e gera ainda, apesar do que o senhor fez – e para suas famílias?

Porque a família dos operários não conta, se o senhor locupletou sua mulher, filhas e genros – todos perdoados no atacado pelo ínclito juiz Sérgio Moro –  com o dinheiro proveniente de sua roubalheira?

Só num país onde a imprensa se acanalhou um bandido como o senhor tem espaços nos jornais para deitar regras sobre o que seria uma decisão “técnica”.

O senhor é um ladrão, e ainda haverá quem lhe diga isso com todas as letras e sem temor, porque este estigma está em sua testa, por mais que o fantasiem de “salvador do país” e  “esperança dos honestos”.

Porque é ladrão e ladrão da pior espécie, o ladrão público, que o senhor é.

Por maiores que sejam seus arreglos com a Justiça e com a mídia, por mais que se acovardem os que devem enfrentá-lo, não há como tirar esta marca do senhor, nem em mil anos.

E em algum lugar há de haver gente capaz de chamá-lo assim, como o que o senhor é: ladrão.