Mente vazia, oficina do sistema da mídia golpista

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segunda-feira, 23 de abril de 2012

STF: OS JUÍZES E O JUÍZO DA HISTÓRIA


*Hollande vence o 1º turno: candidato socialista obtém 28,5% dos votos contra 26,6% de Sarkozy e é o favorito para levar o 2º turno, em 6 de maio**Mélenchon fica abaixo de 12% mas extrema direita supreende e faz cerca de 19% % dos votos** eleição francesa redefine a agenda da crise mundial;ortodoxia pode perder a decisiva trincheira do euro (LEIA a reportagem do correspondente em Paris, Eduardo Febbro, nesta pág) 
Quando os políticos falam como  juízes a democracia se eclipsa; quando os juízes falam pelos políticos, ela se desmoraliza. Nos dois casos o Judiciário deixa de ser o que promete. A crueza desse mal-estar  tem predominado no discernimento da sociedade brasileira após as  turbulentas magistraturas de Gilmar Mendes e  Cezar Peluso no STF. Do primeiro, basta a deprimente lembrança do duplo, instantâneo e subserviente habeas-corpus concedido ao banqueiro Daniel Dantas. Do segundo, remeta-se ao destampatório  excretado em entrevista que selou o inexcedível testamento de pequenez e  despreparo  na despedida de sua presidência. O saldo herdado pelo ministro Ayres Brito, o novo presidente do Supremo, não poderia ser mais delicado.  Cabe-lhe, em primeiro lugar, desautorizar a captura do STF por interesses e agendas que desfrutavam ali do abrigo para exercer uma hegemonia que a urna e a história  lhes tem negado.  A pressão midiática para o STF apressar o julgamento do chamado  mensalão condensa esse estado de coisa. O calendário da pressa denuncia a sofreguidão política e eleitoral para fazer desse evento um aliado oposicionista no pleito municipal de outubro deste ano.(LEIA MAIS AQUI)

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