Mente vazia, oficina do sistema da mídia golpista

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quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Há algum tempo recebi por e-mail esse artigo de autoria de Adriano Benayon


Há algum tempo recebi por e-mail esse artigo de autoria de Adriano Benayon

"Marina Silva é evidentemente mais uma carta na manga do império anglo-americano para enganar os brasileiros, animando-os a mais uma vez ir votar e receber rato por lebre (o dito é injusto com os gatos, daí a substituição). Depois de tantas enganações que não há tempo de historiar aqui, mais uma: a de uma mestiça de índio, amazônida, defensora do meio ambiente e dos indígenas. Os imperialistas continuam em vários países a usar mulheres, negros, os trabalhadores mais do que cooptados para executar o programa da concentração, da desnacionalização, da desindustrialização e tudo mais que joga o Brasil na rabada do mundo, em contraste com seu ótimo povo e seus fabulosos recursos naturais. Fazem assim em muitos países. Marina Silva é ativista a serviço da monarquia britânica, grande concentradora das minas de ouro e de outros minerais preciosos no Brasil e em vários outros países produtores. O trabalho de Marina (portadora da bandeira olímpica em Londres) é ajudar no isolamento de áreas do território nacional para serem controladas por ONGs do aparelho ambientalista e indigenista mundial, para que as potências hegemônicas explorem aqueles recursos naturais sem deixar para o Brasil senão buracos. Talvez nem buracos, pois essas imensas e riquíssimas áreas estão programadas para serem desmembradas do território nacional. Alguém estava dormindo de touca, quando essa Marina estava sendo gordamente financiada para ter expressiva votação e provocar o segundo turno, que ainda daria uma chance à tucanagem e, no mínimo, conseguiu evitar a vitória de Dilma no primeiro turno? O investimento do império na Marina, que é antigo, teve aí um ponto alto, a que se deverá seguir um ainda mais alto com a próxima campanha à presidência. Aqui entre nós, o PT não desfez coisa alguma dos desbragados entreguismos de Collor e FHC, inomináveis. A estória de trabalhador não serve mais. A de mulher tampouco. Agora é mulher e “coitadinha”, verde e indigenista. O povo não esquece o estrago histórico dos tucanos (estes não voltam mais). O PT, além de não ser solução, como não é nenhum partido no atual quadro institucional e na estrutura econômica do Brasil, foi adicionalmente desacreditado com a montagem do mensalão. Além disso, a crise deve vir mais braba, antes da eleição. No governo fica mais difícil ganhar. Ótima chance para mais um “novo”, a serviço do que há de mais velho e mais deletério: o imperialismo, esse mesmo que dizimou os índios no México e nos Estados Unidos, saqueia o mundo desde antes das Cruzadas e por aí vai. Então, a jogada do império está clara: vamos impingir uma nova marca no marketing da mentira, com a ajuda das TVs e de toda a mídia entreguista (desde antes de 1945, quando derrubaram Getúlio Vargas, pela primeira vez) e de grana grossa. Vamos ver se os brasileiros continuam servindo de otários. Ou fazem algo sério ou não serão mais cidadãos de um país sequer do futuro.”

Adriano Benayon,

Consultor em finanças e em biomassa. Doutor em Economia, pela Universidade de Hamburgo, Bacharel em Direito, pela Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ. Diplomado no Curso de Altos Estudos do Instituto Rio Branco, Itamaraty. Diplomata de carreira, postos na Holanda, Paraguai, Bulgária, Alemanha, Estados Unidos e México. Delegado do Brasil em reuniões multilaterais nas áreas econômica tecnológica. Depois, Consultor Legislativo da Câmara dos Deputados e do Senado Federal na área de economia. Professor da Universidade de Brasília (Empresas Multinacionais; Sistema Financeiro Internacional; Estado e Desenvolvimento no Brasil). Autor de Globalização versus Desenvolvimento, 2ª ed. Editora Escrituras, São Paulo.

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