Mente vazia, oficina do sistema da mídia golpista

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quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Petrobras acha mais petróleo no Nordeste, agora no Rio Grande do Norte

Pré sal não cabe no modelo de desenvolvimento tucano

Dilma: Brasil será o maior fabricante de plataformas de petróleo do século XXI
Candidato do conservadorismo, Aécio Neves, lança agenda de campanha de 8 mil palavras 
sem citar uma única vez o pré-sal, a principal fronteira do desenvolvimento brasileiro 
nas próximas décadas




Rir ou chorar: manifesto eleitoral do partido que liderou o fim da CPMF critica o 
subfinanciamento (da saúde pública) que impossibilita, diz o texto do PSDB, o alcance de um sistema 
universal e obriga os pobres a gastarem parte do orçamento com saúde e remédios







potiguar
O anúncio feito pela Petrobras, no início da noite, de que descobriu petróleo pela primeira vez em águas profundas na Bacia do Rio Grande do Norte (que abrange também o lado leste do litoral cearense), embora tenha sido vago e impreciso sobre o potencial encontrado levanta enormes expectativas.
A Bacia Potiguar, como é conhecida, corresponde, no litoral africano – de onde se separou há 200 milhões de anos, à plataforma continental da Nigéria, onde foram descobertos, a partir do ano 2000, grandes acumulações de petróleo leve e com baixo teor de enxofre.
Como boa parte das jazidas de grande profundidade (esta se situa a cerca de 4 km abaixo do nível do mar) se formaram exatamente no processo de separação dos continentes, ao longo da “rachadura” a partir dos quais os continentes se separaram, muitos acreditam que haverá grande correspondência entre os resultados da prospecção petrolífera aqui e o que é encontrado no litoral africano.
O campo de Pitu, como é conhecida a área da descoberta, é um dos quatro que estão sendo prospectados nos blocos 16 e 17 da Bacia Potiguar, explorados por um consórcio formado pela Petrobras, a inglesa BP e a portuguesa Petrogal. Os outros são Ararazul, Cajá e Papagaio.
O petróleo no Rio Grande do Norte, até agora, só era explorado em quantidades modestas, apenas em terra e em águas rasas, com campos maduros, com produção já declinante.
A nova descoberta, no mínimo, deve ser capaz de fazer a estrutura petroleira potiguar seguir funcionando.
E, no máximo…ainda é cedo para dizer de lá o que se diz de Sergipe: uma nova grande província petrolífera.

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Serra, você precisa se controlar…


O senhor José Serra deve estar com a cabeça meio atrapalhada pela prisão de seu amigo e ex-subchefe da Casa Civil no Governo de São Paulo, o ex-senador João Faustino (RN), e anda dizendo coisas que depõem contra o seu ex-chefe (e ex-chefe de Faustino) Fernando Henrique Cardoso.
É que ele deve ter lido a nota do Estadão, hoje, dizendo que “a engenharia do esquema de fraude na inspeção veicular em São Paulo denunciado pelo Ministério Público Estadual (MPE) serviu de modelo para o edital e a licitação no Rio Grande do Norte, alvo da Operação Sinal Fechado, que levou para a cadeia 14 pessoas na quinta-feira. A acusação é da Promotoria potiguar, com base em interceptações telefônicas e de e-mails trocados pelo lobista paulista Alcides Fernandes Barbosa.” com o presidente da Controlar, Harald Peter Zwetkoff, caso que está complicando a vida de seu amigo Gilberto Kassab.
Mas essa perturbação não é motivo para que ele diga que “o Brasil ainda é, no contexto da economia mundial, por incrível que pareça, um país pequeno”, como fez hoje, falando a jovens empreendedores na Fiesp, segundo a Folha.
Não é, não, Serra. É injusto, mas não é pequeno.
Tornamo-nos, este ano, a sétima economia do mundo e estamos prestes a sermos a sexta, deixando para trás o Reino Unido, a depender de pequenas variações do PIB dos dois países.
Quando o governo tucano terminou, em 2002, éramos a 14ª. E caindo.
Deixamos de andar de pires na mão, de dizer “sim, alteza” para o FMI, paramos de vender patrimônio público, aumentamos o salário mínimo, não tiramos mais os sapatos para falar com os países ricos e não quebramos mais quando há uma crise na Tailândia.
Quem é o senhor para reclamar que não baixamos os juros, se participou de um Governo que, mesmo alienando quase todo mês uma empresa estatal para fazer caixa, fez quase triplicar a proporção entre a dívida pública do Governo Federal e o Produto Interno Bruto.  E fez isso porque pagava taxas de juros da ordem de 20% reais ao ano, cinco vezes mais do que hoje!
Então, menos, Serra, menos.  Se o seu plano de aliar, goela abaixo do Governador Alckmin, os tucanos ao candidato de Kassab parece que não vai emplacar mais , não é razão para andar dizendo estas besteiras.