Mente vazia, oficina do sistema da mídia golpista

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quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

PSDB e DEM levaram sicários para empastelar Congresso

Blogcidadania 

fascistas capa

O contrato sócio-político vigente no país acaba de sofrer mais um golpe que pode lhe vir a ser fatal. Agora, além de psicopatas ligados ao PSDB e ao DEM agredirem nas ruas quem meramente ouse vestir uma peça de roupa vermelha, estão sendo usados pelos partidos para coagir parlamentares e impedir votações no Congresso.
Abaixo, vídeo curto do tipo de fascismo que se espalha pelo país e que, na última terça-feira (2),passou a novo patamar, como será mostrado mais adiante.






Os meios de comunicação que vêm estimulando comportamentos assustadores como o desse bando de fascistas que você viu no vídeo acima, chamaram de “manobra fiscal” o projetos o de mudança da meta fiscal do governo de 2014. Sob essa caracterização de “ilegalidade” do que não passa de uma prerrogativa do Congresso, este se viu literalmente empastelado pela extrema-direita no momento da votação.

Parlamentares do PSDB e do DEM formaram um escudo humano para facilitar a ação dos manifestantes que esses partidos levaram de ônibus a Brasília para constrangerem, das galerias do Congresso, os parlamentares da base aliada, tumultuando a sessão no Plenário da Câmara, na noite de terça-feira (2).
Aos berros de “Vai pra Cuba” e “Fora PT”, os manifestantes tentavam impedir a sessão legislativa.




O que é mais grave nisso tudo é que esses manifestantes foram contratados pelos partidos de oposição. PSDB e DEM alugaram ônibus para levar de São Paulo e Pernambuco um grupo de 200 manifestantes pagos que, em plena terça-feira, deixaram suas vidas, seus empregos em seus Estados de origem para promover o empastelamento do Legislativo federal.

O presidente do Senado, Renan Calheiros, denunciou esse atentado à democracia praticado pelo PSDB e pelo DEM, em sua marcha golpista, iniciada após serem derrotados nas urnas. Dos 200 sicários contratados pelos partidos de oposição, 50 conseguiram entrar. Dali em diante, passaram a insultar parlamentares, atirar objetos no Plenário etc.

Os parlamentares da oposição queriam que o senador Renan Calheiros mantivesse nas galerias mercenários contratados por PSDB e DEM enquanto xingavam parlamentares e tumultuavam a sessão, com vaias a governistas e aplausos a opositores.

Uma mulher, identificada como Ruth Gomes de Sá, ligada ao PSDB, estava incontrolável. Tentava chutar os agentes da Polícia Legislativa que tentavam controlar cerca de duas dezenas de manifestantes. Teve que ser

contida. A mídia, porém, acusa só o momento em que foi imobilizada por um agente, sem explicar a causa.

fascistas 1


Ao tentar facilitar a ação dos mercenários contratados, os parlamentares de oposição e da situação partiram para a troca de socos e empurrões.

O que ocorreu no Congresso, em uma tentativa de partidos políticos de impedirem o funcionamento do Poder Legislativo, constitui uma mudança de patamar na crise política que vem sendo inoculada no país após a derrota de Aécio Neves no processo eleitoral de 2014, que ele e seus partidários se recusam a aceitar.

Levar 200 pessoas para promover baderna no Congresso é muito simples. Qualquer partido consegue. Até um garoto com um computador pode instigar duas centenas de pessoas a fazerem o mesmo. As pessoas que foram pagas pelo PSDB e pelo DEM para promoverem a confusão em tela não têm qualquer representatividade.

Apesar de haver quem se recuse a enxergar os fatos, o que está em curso no país é prenúncio de uma tentativa de golpe, de anulação do contrato sócio-político, de recusa dos derrotados em uma eleição a aceitarem as regras do jogo.

Denunciar esse processo é vital para interrompê-lo. É preciso constranger o golpismo com denúncias reiteradas. Quando partidos políticos contratam pessoas para agredir verbal e fisicamente quem não concorda com eles, o que se tem é a instalação de uma ditadura virtual no país. Quem não enxergar isso agora, enxergará depois. E será tarde.
 
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O pedeuta:


 
 SANTINHA DO PAU OCO

Dona Ruth Gomes de Sá, a mais nova heroína forjada pela escória do Congresso e pela mídia golpista, posa de pobre senhora de 79 anos aposentada, uma coitadinha que foi agredida pela polícia legislativa.
Bem, pode até ser verdade, mas em seu perfil no Facebook, essa senhora se apresenta como 


"Administradora no Governo do DF", aparece em inúmeras fotos com o senador tucano Aécio Neves e participa ativamente do grupo Vem pra Rua.

Confiram o perfil da idosa: https://www.facebook.com/ruth.gomesdesa.9?fref=ts

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Aécio, Oposição dá trabalho… O rapaz tem carteira assinada, já trabalhou na vida ? – PHA​


Através do pitaco do amigo navegante Totonho



​O Conversa Afiada reproduz crítica feroz ao PiG, de autoria de Janio de Freitas, na Fel-lha (do ABC do C Af): o PiG é que faz o serviço da Oposição, que não gosta de trabalhar …: ​

A construção de uma forte barragem opositora, anunciada pelo senador Aécio Neves em seu festivo retorno ao Senado, tem uma dificuldade para efetivar-se: oposição dá trabalho.

Desde a onda do mensalão, com a CPI, os governos Lula e Dilma não precisaram incomodar-se de fato com o PSDB, o DEM (o PFL travestido) e os comerciantes que às vezes lhes fizeram companhia. Mesmo na CPI do mensalão, os representantes desses partidos já recebiam tudo mastigado, cabendo-lhes apenas fazer o espetáculo.

De então para cá, os oposicionistas nem se deram ao trabalho de ser ao menos palavrosos. O PSDB deixou ao senador Álvaro Dias a tarefa de fazer uma declaração a cada ato do governo, mais ou menos a mesma sempre, e o DEM entregou a tarefa ao senador José Agripino Maia. Duas pessoas educadas, portanto impróprias para fazer pela oposição maior disfarce do que umas acusações ligeiras e vazias.

Há tempos as bancadas do PSDB e do DEM foram aqui chamadas de oposição preguiçosa. Não mudaram. Ambas deixaram que os meios de comunicação trabalhassem por elas, considerando suficiente –por comodismo ou incompetência– dar algum eco ao novo padrão do jornalismo brasileiro, de mínimos rigores e noticiário com feições políticas indisfarçáveis. Mas o futuro desse sistema não levaria a boas paisagens.


Ou seja, a quatro derrotas consecutivas …

Porque se o PiG fosse competente não estava à beira da morte – clique aqui para ver que a Fel-lha divide a UTI com o Estadão.

Paulo Henrique Amorim


quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Serra agride outra mulher (jornalista)



Publicado em 15/09/2010 Compartilhe | Imprima | Vote (+15)
Serra acusa Peltier de fazer pergunta petista
Serra usa essa técnica: quando não gosta de uma pergunta atribui ao entrevistador animo petista.

Foi assim com o Heródoto, que ele defenestrou do Roda Viva (ou melhor, Morta).

Para evitar esse dissabor, os repórteres que forem entrevistar o jenio furioso devem seguir as instruções que constam nesse Manual.

O Conversa Afiada publica texto do Terra, a partir de twitter de BillGuinzani.

Acompanhe o textpo original :


Serra se irrita e ameaça deixar entrevista em programa de TV

Priscila Tieppo
Direto de São Paulo

Em gravação do programa Jogo do Poder, da CNT, o candidato do PSDB à presidência da República, José Serra, se irritou com perguntas sobre a quebra de sigilos de tucanos e pesquisas e ameaçou deixar a entrevista.

O candidato disse que eles “estavam perdendo tempo falando daqueles assuntos”, enquanto podiam dar ênfase aos programas de governo dele. Após a apresentadora Márcia Peltier citar que a quebra de sigilo teria acontecido em 2009, antes do anúncio das candidaturas à presidência, Serra subiu o tom:
- Que antes da candidatura, Márcia? Nós estamos gastando tempo aqui precioso, estamos repetindo os argumentos do PT, que você sabe que são fajutos, estamos perdendo tempo aqui.

Márcia tentou contemporizar, mas não conseguiu acalmá-lo. “A candidata do PT virá aqui?”, perguntou. Após a afirmativa de Márcia, ele retrucou: “então, pergunta para ela”.

“Agora nós vamos falar sobre programas”, tentou prosseguir a apresentadora. Neste momento, Serra levantou-se e ameaçou sair do estúdio. Tentando arrumar o fio do microfone, disse: “eu não vou dar essa entrevista, você me desculpa”.

Márcia insistiu dizendo que eles falariam de programa de governo, mas ele se manteve firme. “Faz de conta que eu não vim”. “Mas porquê, candidato?”, disse, ainda sentada. “Porque não tem nada a ver com pergunta, não é um troço sério. (…) Apaga aqui”. “O que o senhor quer que apague?”, perguntou Márcia. “Apague a TV pra gente conversar”.

Márcia pediu que as câmeras fossem desligadas e as luzes do estúdio apagadas, mas Serra continuou falando: “porque isso aqui está parecendo montado”. “Montado para quem? Aqui não tem isso”, defendeu a jornalista.

O candidato voltou a reclamar da pauta das perguntas – que até então, havia se fixado nos acessos fiscais e sobre as pesquisas. “Me disseram que eu ia falar de política e economia”.

Depois de conversar reservadamente com Márcia e o apresentador Alon Feuerwerker, Serra voltou ao estúdio e respondeu a questionamentos sobre economia, saúde e saneamento básico.

Ao final da gravação, Serra foi questionado pelos jornalistas que estavam no local sobre sua irritação. O candidato negou ter se irritado e afirmou que apenas estava “com estômago ruim” porque não tinha tomado café da manhã.

Segundo a assessoria de imprensa da emissora, as perguntas feitas ao candidatos sobre os assuntos que o incomodaram serão mantidas na edição que irá ao ar nesta quarta-feira (15), às 22h50.