Mente vazia, oficina do sistema da mídia golpista

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sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

DILMA ESTREIA EM DAVOS COM MORAL ALTA SOBRE O CAPITAL

terça-feira, 24 de agosto de 2010

24 DE AGOSTO DE 1954




DILMA ROUSSEFF: "... Já houve quem dissesse que era necessário virar a página do Getulismo no Brasil. Mas não se vira a página de quem nos deixou a Petrobras, o BNDES, o salário mínimo e a proteção aos trabalhadores.." (18-06-2010)

FERNANDO HENRIQUE CARDOSO: "[...]"...o caminho para o futuro desejado ainda passa, a meu ver, por um acerto de contas com o passado.Eu acredito firmemente que o autoritarismo é uma página virada na História do Brasil. Resta, contudo, um pedaço do nosso passado político que ainda atravanca o presente e retarda o avanço da sociedade. Refiro-me ao legado da Era Vargas — ao seu modelo de desenvolvimento autárquico e ao seu Estado intervencionista[...] Acredito que o momento amadureceu para acabar com as restrições descabidas: rever os dispositivos que impedem que o capital estrangeiro venha engrossar a massa de investimentos necessária para dinamizar os setores de energia elétrica e mineração; e eliminar a distinção, mais retórica do que prática, mas ainda assim discriminatória, entre "empresa brasileira" e "empresa brasileira de capital nacional [...]A mesma visão que inspirou a discriminação do capital estrangeiro levou a inscrever na Constituição o princípio do monopólio estatal do petróleo, que vigorava com base em lei ordinária desde 1954, e estendê-lo às telecomunicações e aos serviços locais de gás canalizado.Justificado em nome dos "interesses estratégicos" do País, ... o monopólio estatal corre outro risco: o de ser um guarda-chuva de privilégios corporativistas,[...]Defendo a flexibilização dos monopólios estatais...(14-12-1994).

GETÚLIO VARGAS: " "Mais uma vez, a forças e os interesses contra o povo coordenaram-se e novamente se desencadeiam sobre mim. Não me acusam, insultam; não me combatem, caluniam, e não me dão o direito de defesa. Precisam sufocar a minha voz e impedir a minha ação, para que eu não continue a defender, como sempre defendi, o povo e principalmente os humildes. [...][...] . Contra a justiça da revisão do salário mínimo se desencadearam os ódios. Quis criar liberdade nacional na potencialização das nossas riquezas através da Petrobrás e, mal começa esta a funcionar, a onda de agitação se avoluma. A Eletrobrás foi obstaculada até o desespero. Não querem que o trabalhador seja livre. Não querem que o povo seja independente [...] aos que pensam que me derrotaram respondo com a minha vitória. Era escravo do povo e hoje me liberto para a vida eterna. Mas esse povo de quem fui escravo não mais será escravo de ninguém..." (Carta Testamento, 23-08-1954) (Carta Maior e o confronto entre dois projetos de país; 24-08)