Mente vazia, oficina do sistema da mídia golpista

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domingo, 21 de fevereiro de 2016

MIRIAN DUTRA ENTREGA IRMÃ E RELAÇÃO GLOBO-BNDES

quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Globo deve US$ 1 bilhão em eventos

A crise é na e da Globo!
bessinha globo cada dia mais preta
A Globo deve US$ 1 bilhão de dólares em compras de eventos esportivos.

A Copa do Mundo da Rússia.

A Copa do Mundo do Qatar.

As Olimpíadas.

E a Fórmula 1, a que só a família do Felipe Massa ainda assiste.

(E a Petrobras banca...)

Com o dólar a R$ 4, a audiência da Globo não paga as contas.

R$ 4 bilhões, só sequestrando o caixa do BNDES!

E tem mais: amigo navegante, preste atenção à lista de patrocinadores do Brasileirinho, esse campeonato que simboliza a eficiência do conglomerado Globo-CBF-J. Hawilla.

A lista vai mudar, porque tem patrocinador que quer cair fora.

Mesmo depois de a Globo "flexibilizar" a tabela.

O precioso informante do Conversa Afiada, o Valdir Macedo, diante desses números assustadores, voltou a dizer: não se interessa pela Globo.

Porque a audiência não paga as contas.



Como se sabe, a RBS, a Globo do Sul, foi para o saco, como demonstrou o Luiz Claudio Cunha.

O ansioso blogueiro soube - e não foi o Valdir Macedo quem contou ... - que a família controladora da RBS deve sair do negocio.

A família não estaria disposta a botar a mão no bolso para cobrir os problemas da empresa.

A saída é vender a RBS para se dedicar ao mercado imobiliário, que, hoje, já é o maior interesse empresarial dos herdeiros.

Na verdade, o jornal Zero Hora - pior não existe na face da Terra...- se presta hoje a compartilhar dos interesses imobiliários da família.

E amigo navegante gaúcho chama a atenção para circunstância sinistra: o falido governador do Rio Grande anunciou que vai vender a companhia de energia, a CEEE!

Para a felicidade da RBS.

Porque a CEEE tem terrenos maravilhosos em Porto Alegre!

Viva o Brasil!

É o que pode acontecer aos filhos do Roberto Marinho - eles não têm nome próprio.

Passam o negócio e vão viver de seu principal interesse, já hoje: jatinhos particulares.

Se o rolezinho do impítim fracassar...

Paulo Henrique Amorim

quinta-feira, 7 de maio de 2015

A PROVA DA MENTIRA DE ÉPOCA CONTRA LULA

terça-feira, 5 de maio de 2015

MP ARRASA ÉPOCA: NÃO HÁ PROVA ALGUMA CONTRA LULA

sexta-feira, 1 de maio de 2015

LULA ENCARA OS MARINHO: OLHEM PARA O PRÓPRIO RABO

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Se depender de O Globo, o Brasil só faz barquinho de papel

gatotigre
Cumprindo o seu dever de ser o mais tradicional porta-voz do Brasil Colônia, O Globo publica hoje um editorial criticando as “políticas voluntaristas sustentadas por fartos incentivos fiscais e creditícios administrados por uma burocracia estatal, tudo protegido por umsistema de reserva de mercado” que permitiram o surgimento (no Império), o ressurgimento (com JK) e o segundo ressurgimento (com Lula e Dilma) da indústria naval brasileira.
É claro que O Globo sabe que, em parte alguma do mundo, a indústria naval deixou de depender do Estado para desenvolver-se.
Não foi diferente nos Estados Unidos e no Japão (onde o financiamento dos grandes estaleiros teve suporte nos esforços de guerra dos dois países) na China (preciso comentar?)  e na Coreia do Sul, onde o general Park Chung-hee, que governou o país dos anos 60 e 70, subsidiou (diretamente e com obras públicas) a criação da que é hoje a maior produtoras de embarcações do mundo.
Chung-hee, aliás, chegava ao ponto de mandar comprar navios e desmontar, para que os engenheiros coreanos aprendessem como fazê-los. E incentivou como pôde os “chaebol” no setor (conglomerado de empresas, como a SamsungDaewoo e Hyundai).
De um estudo de pesquisadores do Ipea, retiro um parágrafo, para dar ideia de como foi o “milagre coreano”:
Cerca de 70% dos recursos que financiaram a rápida expansão (da indústria naval) do período eram provenientes do Fundo Nacional de Investimento – governamental -, e o restante era complementado peloBanco de Desenvolvimento da Coréia. Além disso, os produtores gozavam também de subsídios e incentivos fiscais. Atualmente,grande parcela do financiamento à construção naval é feita pelo KoreaEximbank, por meio de um programa denominado Export Loan.
O princípio, na Coreia era o Keihek Zoseon, criado em 1976: o  de que “a carga do comércio coreano deveria ser transportada em navio coreano, construído em estaleiro coreano”.
Já imaginaram um “nacionalismo arcaico” destes por aqui?
A alegação dos “entregadores de país”, como sempre, é uma suposta ineficiência e o “alto custo” da produção naval brasileira.
Pouco importa que isso represente bilhões de dólares mandados ao exterior e que não gerem empregos, renda e circulação de riqueza aqui.
Porque pouco lhes importam o Brasil e os brasileiros.
Para eles, que gostam tanto de falar nos “tigres asiáticos” como prova de nossa inferioridade, o destino do Brasil é apenas o de um dócil gatinho.

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Fernando Morais: 'quem criticou o porto de Mariel, vai ter de engolir'

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Cotado para o ministério da Cultura, o escritor Fernando Morais, autor do clássico 'A Ilha', comemora a reaproximação diplomática entre Cuba e Estados Unidos e afirma que o Brasil está muito bem posicionado; "quem criticou o porto de Mariel, financiado pelo BNDES, agora vai ter que engolir. Mariel é uma cópia do processo que a China viveu, com a criação de zonas com leis específicas. A ativação vai transformar Mariel no entreposto mais próximo dos EUA em todo o mundo", diz ele 

247 - O escritor Fernando Morais, autor do clássico 'A Ilha', comemorou o que chamou de 'fim da guerra fria', com a reaproximação diplomática entre Cuba e Estados Unidos.

"Não é só uma frase de efeito, mas a Guerra Fria acabou", disse ele ao jornalista Lucas Ferraz (leia aqui sua entrevista). "Finalmente Obama fez jus ao prêmio Nobel que ganhou. O reatamento das relações vai produzir uma mudança imediata na economia cubana. A viagem de avião entre Miami e Havana leva 18 minutos. Certamente eles vão colocar ferryboat para as pessoas irem de carro. É uma revolução. É importante do ponto de vista político porque degela as relações, acaba com essa idiossincrasia que não serviu para nada."

Morais diz, ainda, que o Brasil está muito bem posicionado para essa reaproximação e afirma que, agora, fica provado o acerto na construção do porto de Mariel, financiado pelo BNDES. "Quem criticou o porto de Mariel, financiado pelo BNDES, agora vai ter que engolir. Mariel é uma cópia do processo que a China viveu, com a criação de zonas com leis específicas. A ativação vai transformar Mariel no entreposto mais próximo dos EUA em todo o mundo."

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

SERRA CONFESSA TER SABOTADO PROJETO DO TREM-BALA

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Acervo: lembranças do governo FHC.


Extraído do site de Carta Capital. ( Des Governinho maldito !!!!!!)

Uma reportagem de 1998 e outra de 1999 ajudam a refrescar a memória sobre a gestão do tucano no Planalto 
 
por Redação — publicado 15/10/2014 15:13, última modificação 15/10/2014 15:29 
 
Eduardo Knapp / Folha Imagem
 
1999 dólar
Um retrato de janeiro de 1999: a desvalorização do real provocou tensão

A disputa de um segundo turno presidencial entre o PT e o PSDB trouxe à tona, como deixou claro a atuação de Dilma Rousseff no debate da Band, na terça-feira 14, os pontos negativos da administração tucana de Fernando Henrique Cardoso no Palácio do Planalto (1995-2002). No embate com Aécio Neves, Dilma lembrou inúmeros escândalos de corrupção da era FHC, todos sem condenação dos culpados, e também as crises econômicas da década de 1990.

CartaCapital acompanhou aquele período com atenção. Duas capas, uma de novembro de 1998 e outra de fevereiro de 1999, ilustram alguns dos eventos da gestão de FHC.

Em 25 de novembro de 1998, em sua edição 87, CartaCapital trouxe detalhes do escândalo de grampos no BNDES, no qual gravações revelaram a existência de um esquema para favorecer, na privatização do Sistema Telebrás, um consórcio que uniria o banco de investimentos Opportunity, de Daniel Dantas, e a Telecom-Itália. Os áudios mostravam que o governo se sentia à vontade para tocar as privatizações, em parte porque contava com o apoio da imprensa. “A imprensa está muito favorável, com editoriais”, diz o então ministro das Comunicações, Mendonça de Barros, a FHC. “Está demais, né? Estão exagerando, até”, responde o ex-presidente, em tom de brincadeira.

A operação irregular captada pelos grampos incluía Mendonça de Barros, André Lara Resende e Pio Borges, então presidente e vice do BNDEs, e Pérsio Arida, ex-presidente do Banco Central e então sócio do Opportunity. O Previ, fundo de Pensão dos funcionários do Banco do Brasil, foi pressionado a se juntar ao consórcio escolhido para arrematar a Tele Norte Leste, um dos ramos da Telebrás colocado à venda pelo governo. Para conseguir o que desejavam do Previ, Mendonça de Barros e Lara Resende usaram o que chamavam de “bomba atômica”, a influência de Fernando Henrique sobre o fundo. FHC foi contatado e deixou claro que intercederia no caso.

Após a revelação do escândalo, Mendonça de Barros e Lara Resende perderam seus cargos, mas a investigação não avançou, apesar das acusações de que envolvidos no caso teriam enriquecido de forma ilícita.

Em 3 de fevereiro de 1999, em sua edição 91, CartaCapital trazia na capa o termo “quebramos”, em referência ao desastre econômico provocado pela desvalorização do real ocorrida no governo FHC após a reeleição do presidente, em outubro de 1998. A moeda começou a perder o valor 12 dias após a vitória do tucano nas urnas, uma tendência que se acentuou em janeiro de 1999, quando o Banco Central abandonou o regime de câmbio fixo, passando a operar em regime de câmbio flutuante, o que efetivamente colocou fim no Plano Real como concebido no governo de Itamar Franco (PMDB).

A análise publicada por CartaCapital mostrava que a desvalorização da moeda, em combinação com as mudanças estruturais realizadas anos antes por conta da supervalorização da moeda, da abertura comercial e da ausência de controle sobre preços internos, provocaria uma alta generalizada de preços e aumento brusco nas dívidas pública e privada. Para piorar, uma segunda reportagem de CartaCapital mostrava que uns poucos investidores souberam com antecedência da desvalorização planejada pelo governo FHC e compraram um volume anormal de dólar futuro dois dias antes de a moeda nacional começar a perder valor.

Clicando nas imagens abaixo, o leitor pode ver o PDF das reportagens completas:

cartacapital87.jpg
cartacapital91.jpg

Armínio: BNDES não acaba, mas deve emprestar menos

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O economista Armínio Fraga, ex-presidente do Banco Central e ministro da Fazenda de um eventual governo Aécio Neves, voltou a falar sobre o papel de bancos públicos, como o BNDES; "não vamos acabar com o BNDES, que é um instrumento importante"; Armínio, no entanto, antecipou o desejo de reduzir o volume de empréstimos e o tamanho da instituição; "hoje, não há meta para o tamanho do banco, mas, com critério, sem emprestar para Petrobras e grandes empresas que têm acesso a crédito privado, o volume dos desembolsos deve diminuir aos poucos"; na propaganda política, Armínio, que elevou os juros a 45% ao ano e não cumpriu a meta de inflação em dois anos, tem sido um dos principais alvos do PT 

247 - Um dos principais alvos do PT na disputa do segundo turno, o economista Armínio Fraga, ex-presidente do Banco Central e ministro da Fazenda num eventual governo Aécio Neves, explicitou sua posição sobre o papel dos bancos públicos, depois de ter dito, numa apresentação recente "não sei bem o que vai sobrar" (leia mais aqui).

Desta vez, Armínio falou aos jornalistas Alexandre Rodrigues e Clarice Spitz, do jornal O Globo. Ao ser questionado sobre como seria o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social de Aécio respondeu que "não vamos acabar com o BNDES, que é um instrumento importante".

No entanto, antecipou o desejo de reduzir o tamanho da instituição e reduzir o volume de empréstimos para empresas públicas e privadas. "Hoje, não há meta para o tamanho do banco, mas, com critério, sem emprestar para Petrobras e grandes empresas que têm acesso a crédito privado, volume de desembolsos deve diminuir aos poucos". Armínio afirmou que o volume de subsídios do BNDES às empresas é maior do que o Bolsa-Família.

Na mesma entrevista, ele afirmou que pretende trazer a inflação para o centro da meta de 4,5% "em dois ou três anos" e disse que o instrumento não será "só juros". Uma das principais críticas do PT a Armínio diz respeito ao fato de ter elevado a taxa de juros para 45% ao ano, quando assumiu o Banco Central, e não ter cumprido a meta de inflação em dois anos de sua gestão - no primeiro com 7% e no segundo com 12%.

O "economista" afirma que a inflação cairá, também, com um choque de confiança, elevando investimentos e a oferta de produtos na economia brasileira.