Mente vazia, oficina do sistema da mídia golpista

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quarta-feira, 15 de julho de 2015

O Golpe é isso aí. Dilma não governa ! O Judiciário, o MP, a PF, o Legislativo e o Executivo foram subvertidos !​



A Oposição não precisa mais impeachar a Dilma.

A Dilma caiu pra dentro.

Golpe é isso aí.

O Juiz Moro está determinado a extinguir a População Economicamente Ativa, quebrar a Petrobras, as empreiteiras, a indústria naval – e danem-se !

Não precisa mais derrubar a Dilma nem encanar o Lula.

O Golpe foi dado.

Moro é imparável !

Ele investiga e julga quem quer, como quer, quantas vezes quiser e prende quem quiser, pelo tempo que quiser, com ou sem mandado judicial.

E o Moro tem lado: cássios e aécios … não vem ao caso.

O Supremo não segura o Moro embora pudesse – e devesse.

Nem o Conselho Nacional de Justiça.

O CNJ só existiu enquanto o Gilmar o presidiu e o transformou em sua corte privativa.

Moro é inatingível.

Moro é a demonstração de que o Judiciário se tornou um Poder anômico, disfuncional.

Gilmar é o centro do Poder Judiciário.

Porque ele legisla, julga e pune – fora do tribunal.

Não precisa do Supremo – só para o gabinete, a condicionado e o carro com chofeur.

Ele controla a opinião pública.

Ele dispensa a Corte.

Gilmar é ministro acima do Supremo.

E, em última instância, quando urgente, decide nos recessos do Supremo.

O  Ministério Público é o monstro do Sepúlveda Pertence.

Não tem chefia nem controle.

São uns fanfarrões que fazem o que querem, contra quem quiserem, como e quando quiserem.

E se quiserem esquecem na gaveta por três anos qualquer providência que incrimine os tucanos.

Não respondem a ninguém.

É outra instituição disfuncional, anômica.

E os fanfarrões, uns coxinhas, tem lado: contra o PT.

Como diz o meu amigo: o Ministério Público é o DOI-CODI da Democracia.

O Legislativo é um agente permanente da subversão institucional, nas mãos de dois perseguidos pela Justiça.

Em conluio com o Judiciário, aprovou a PEC da Bengala, para alongar o Estado de Caos.

A Câmara é capaz de aprovar o que quiser, em quantas votações quiser.

Seu presidente reúne o Baixo Clero e dali sai tudo !

Instalar a Monarquia !

Ah, mas tudo pode ser revertido no Senado.

No Senado ?

O presidente do Senado sofre do mesmo tipo de insônia de seu companheiro de cela, na Câmara.

Só não vão, os dois, para a cadeia, se o Judiciário se mantiver nessa trilha subversiva, em completa anarquia.

E é nisso que os dois jogam.

Na anarquia institucional.

Melar o jogo das instituições, das regras.

Jogar tudo na fossa.

A Polícia Federal é a kalishinikov da esculhambação generalizada.

Invade as casas sem mandado judicial.

Prende a cunhada – e dane-se !

Decide que afiliado da Globo não pode ter Ferrari.

Vai entrando – e dane-se !

Grampeia preso na latrina e no fumódromo.

E usa o resultado no grampo para arrancar delação de preso condenado à prisão perpetua.

Faz prova de tiro com o rosto da Presidenta !

Admitem que são aecistas – e dane-se !

Doa a quem doer.

Vocês pensam que o Daiello manda ?

Ninguém manda na PF.

Nem ele nem esse patético do zé da Justiça.

Que não tem autoridade moral para ser vereador.

Cada delegado é um Poder.

Um Poder sem normas, regras, disciplina.

Cada delegado é um AI-5 !

O distintivo da PF vale mais que a faixa presidencial: prende e arrebenta !

Como diz o meu amigo: a PF da Democracia é a OBAN da ditadura !

E como são todos uns coxinhas, estão ali pra pegar os petistas e os amigos dos petistas.

E vai encarar ?

E o Executivo ?

O Executivo renunciou.

Renunciou ao dever de liderar.

Como diz o Delfim: a Dilma se recusa a fazer o que o Executivo faz desde Pedro I: ser o protagonista.

Ela só se mobiliza, berra, grita, diz coisas horríveis – e vai parar tudo no PiG ! – quando se vê ameaçada na pessoa física.

Se o ataque é ao Governo … não é com ela !

A PF ?

E ela com isso ?

Desde que ninguém duvide de seu caráter pessoal, de sua integridade pessoal.

E como ninguém jamais duvidou …

E desde que o ajuste siga seu curso e o Brasil não perca o investment grade …

O que significa que ela não entendeu o que significa sentar-se na Presidência da República do Brasil.

Por isso, o Executivo se tornou anômico, disfuncional – e o Golpe é isso que está aí.

Essa mixórida.

Essa esculhambação.

Uma avacalhação que engoliu a própria Oposição.

Quem leva a sério os Cássios que voam dinheiro, os Aecíns do bafômetro, os Cerras chevrônicos e o Príncipe da Privataria ?

E o Geraldinho, cuja validade não ultrapassa o Vale do Paraíba ?

Eles já perceberam sua irrelevância – se não forem cínicos.

Afogaram-se  na  roubalheira que só o Moro faz  ignorar.

Tucano ? Não vem ao caso !

(E ele acha que ninguém percebeu ainda …)

E o PiG ?

O PiG também não engana mais ninguém.

Nem a si mesmo.

Esse pseudo-jornalismo que finge dar legitimidade a 328 delações por dia …

Que põe as latrinas na porta para receber os vazamentos.

E simular “jornalismo isento”.

E prender por antecipação: fulano vai ser preso !

O beltrano não dura 48 horas na rua !

O nome dele, do sicrano apareceu numa folha de papel higiênico do delator 8.907 !

Tudo na primeira pagina.

Para amedrontar, encurralar, enfraquecer – fazer o papel de Polícia.

Esses colonistas que dizem o que o patrão quer e morrem de medo de o patrão manda-los embora, na primeiro aumento da energia elétrica …

A Casa Grande não precisa mais de Golpe.

Nem do PiG.

O Golpe é isso aí.

O que está aí é de bom tamanho.

Como não vai ter impítim, mesmo…

Porque chamar o TCU de tribunal é quase uma agressão pessoal …

E como o TSE tem uns dois ou três ministros além de seu faz-tudo, o Gilmar …

Por isso, o impítim não deve sair.

Impítim deve dar muito trabalho.

Tanto que o Ministro (sic), o Presidente da Câmara (sic) e um deputado foragido da Justiça precisam se reunir para tomar café da manhã – certamente esse não foi um almoço grátis, como diria o Milton Friedman, porque o contribuinte pagou …  – para arquitetar o impítim.

É porque é uma coisa complexa.

Exige mais tempo que um bolo de milho.

Tanto que, parece, foi uma conspiração inconclusiva.

O Trio Impicheiro ainda tem dúvidas operacionais, parece.

É mais fácil manter o que está aí.

Mais simples.

Não é um Golpe paraguaio, hondurenho nem norte-americano, à la Bush.

É uma jabuticaba brasileira.

Deixa rolar o Golpe instalado !

A Dilma governa o ajuste…

O resto quem governa é o Gilmar.


Paulo Henrique Amorim

Leia também:

PRISÃO DE SENADORES: A CRISE É INSTITUCIONAL !



E vote na trepidante enquete do C Af:

quinta-feira, 14 de maio de 2015

Dilma e Rebouças dão uma bofetada no Moro “A parte do leão do pré-sal pertence ao povo brasileiro !”

Lula e ela reconstruíram em Suape o que FHC sucateou estaleiros
A Presidenta Dilma Rousseff esteve no Estaleiro Atlântico Sul (EAS), em Ipojuca (PE), nessa quinta-feira (14) para participar da cerimônia de viagem inaugural do petroleiro André Rebouças, da Petrobras, e do batismo do petroleiro Marcílio Dias. Cada um dos navios terá capacidade de transportar 1 milhão de barris de petróleo.

As embarcações são o quinto e o sexto navios de uma série de 10 idênticos, do tipo Suezmax, encomendados ao Estaleiro Atlântico Sul no marco da 1ª fase do Programa de Modernização e Expansão da Frota (Promef).

Ambos destinam-se à navegação de longo curso e carregam óleo cru, com dimensões máximas que permitem a passagem pelo Canal de Suez. Eles têm 274 m de comprimento (o equivalente a 2,5 vezes o comprimento de um campo de futebol, 48 m de largura e 51,7 m de altura).

O petroleiro André Rebouças teve investimento de R$ 392 milhões, sendo que R$ 326 milhões foram financiados pelo BNDES/Fundo da Marinha Mercante e outros vêm da Transpetro: R$ 66 milhões.

A embarcação tem 72% de conteúdo nacional, gerou mais de 2 mil empregos, e é a nona a entrar em operação das 49 encomendadas a estaleiros nacionais pelo Programa de Modernização e Expansão da Frota (Promef).

Já o Marcílio Dias, batizado hoje, foi construído com investimento de R$ 380 milhões. Destes, R$339 milhões vieram de financiamento BNDES/Fundo da Marinha Mercante. A Transpetro arcou com R$ 40,6 milhões. O conteúdo nacional do navio fica em 67,0% e criou 1,7 mil novos postos de trabalho.



João de Andrade Neto, editor do Conversa Afiada


A cerimônia se realizou num momento político nublado, num tom cinza de Golpe.
O Golpe se reveste das seguintes características:
- transformar a Operação Lava Jato na gazua que destruiria a Petrobras, a Transpetro e as indústrias naval e de engenharia pesada do Brasil, para entregar ao capital estrangeiro, sob a liderança de Fernando Henrique Cardoso, que voa no jatinho de produtor de vácuo;
- usar o Juiz Moro de Guantánamo, o homem da Justiça com o próprio mouse, para quebrar a cadeia produtiva que fornece à Petrobras, como, por exemplo, a Camargo Correa, uma das sócias do Estaleiro Atlântico Sul;
- esse trabalho sórdido, que a política de comunicação do Governo – se é que existe – não consegue enfrentar, se cristaliza numa campanha incansável, 24 horas por dia, 30 dias no mês, 365 dias por ano pela Rede Globo de Televisão, uma concessão pública, como se sabe;
- sub-produtos do Golpe morinho, seriam rasgar a política de conteúdo local e o regime de partilha;
Dentro do próprio Governo, o Ministro (?) das Minas, Eduardo Braga, foi capaz de ir a Houston, capital do petróleo americano, para entregar a rapadura
- Dilma soube ressaltar o papel do militante, do lutador, do visionário André Rebouças.
E do herói Marcílio Dias, o bravo da Batalha de Riachuelo.
E, na superior companhia desses dois grandes brasileiros, deu uma sonora bofetada no Moro e nos que se beneficiariam de seu frustrado Golpe.
Dilma não podia ser mais clara:
- “No meu Governo as política de conteúdo local e o regime de partilha serão mantidos!”
- “Porque a parte do leão do pré-sal é do povo brasileiro!”
Ouviu, Braga?
Ouviu, Urubóloga?
Ouviu, Moro?
Ouviu, FHC?
Não adianta falar em inglês para a plateia de brasileiros no Waldorf!
Ouviu Padim Pade Cerra, que saiu na frente para entregar o pré-sal à Chevron, e ao voltar ao Senado, foi a primeira coisa que tentou fazer!
Tem que derrubar a Dilma, Cerra!
- A Dilma contou que recebeu do presidente Lula a tarefa de remontar a indústria naval brasileira, que o Fernando Henrique tinha “sucateado”, disse ela.
FHC tinha “desmantelado” a indústria que chegou a ser a segundo do mundo!
Ela contou que viu como o FHC tinha deixado os estaleiros – com grama no chão, porque ninguém pisava ali!
(Em tempo: em nenhum momento, ela citou o Man of the Year pelo nome. Deu a entender…)
- “Produzir no Brasil o que pode ser produzido no Brasil”, contou ela, foi o lema da reconstrução!
- “E pouca gente que se acha muita gente dizia que o Brasil não tinha competência para fazer casco de navio!”
Lula e ela tomaram a decisão estratégica de levar a indústria da construção naval para o Brasil afora – não deixar só no Sudeste, onde sempre esteve (até que o FHC tentasse destruí-la).
Por isso, hoje há estaleiros em Pernambuco, Rio Grande do Sul, na Bahia, no Espírito Santo!
E, como os petroleiros brasileiros já carregam, como o André Rebouças a partir de hoje, uma parte significativa da produção do pré-sal, que, na semana passada, atingiu o volume espantoso de 800 mil barris/dia, a indústria naval tem uma importância estratégica: garantir o fornecimento de petróleo aos brasileiros, em caso de guerra.
Esse discurso de Ipojuca há de ter sido um dos mais inspirados de Dilma Rousseff como Presidenta.
A naturalidade, a clareza e a necessária intensidade devem refletir a confiança de quem dobrou o Cabo das Tormentas.
Ela começa a ver a luz depois do ajuste.
A Dilma gerente, chefe de obras, a mãe do PAC, o JK de Saias.
Semana que vem tem o novo plano de obras de infra-estrutura e a chegada da grana dos chineses.
A cada momento, os moros da vida readquirem o tamanho natural.
Peças subalternas do enredo Golpista.
Vão ficar quatro anos batendo panela, a mostrar o bum-bum e a Dilma a inaugurar obras!

Paulo Henrique Amorim
Rebouças foi um militante que amou o Brasil, disse ela

segunda-feira, 4 de maio de 2015

ANTIPETISMO AVANÇA EM INSTITUIÇÕES DE ESTADO

Lula João Santana
Três fatos recentes, desenrolados no coração judicial e repressivo do poder público, desnudam a natureza classista e degenerada do Estado oligárquico.
O primeiro destes eventos foi a prisão preventiva do tesoureiro petista, João Vaccari Neto, por ordem do juiz Sérgio Moro, no curso da Operação Lava Jato.
Além de desnecessária, pois o réu jamais se furtou a atender demandas do inquérito ou obstaculizou seu trâmite, revela-se discricionária. Medidas desse naipe não afetaram a nenhum dos demais tesoureiros de grandes partidos, embora tenham arrecadado doações de valores semelhantes com as mesmas empresas.
O segundo episódio é a investigação tramada pelo Ministério Público do Distrito Federal contra o ex-presidente Lula, em caso de suposto tráfico internacional de influência.
Como é de praxe, a apuração não apresenta qualquer elemento concreto, mas já está difundida por setores da imprensa como fato notório e sabido, em mais uma realização da parceria entre jornalismo de oposição e frações do sistema judicial.
O terceiro capítulo é a suspeição da Polícia Federal sobre pagamentos recebidos oficialmente pelo jornalista João Santana Filho, em contrapartida a serviços prestados na campanha presidencial em Angola.
Apesar da ampla documentação apresentada pelo investigado, profissional responsável pelo marketing na reeleição da presidente Dilma Rousseff, dissemina-se especulação de que seriam verbas de companhias brasileiras envolvidas no escândalo da Petrobrás e destinadas ao pagamento de despesas eleitorais do atual prefeito paulistano, Fernando Haddad.
Estas três situações são apenas retratos atualizados da perversão alojada no Estado.
O Ministério Público, a Polícia Federal, parte da magistratura e outros espaços estão se convertendo em bunkers contra o PT, marcados por abuso de poder e autoritarismo, atropelando leis e direitos constitucionais, a serviço de determinados objetivos políticos.
O que é pior: sob as barbas do próprio partido governante.
Os governos de Lula e  Dilma, em nome de apresentar imagem republicana e evitar críticas de aparelhamento, preveniram quase exclusivamente exageros que seu próprio campo político poderia cometer, concedendo cotas cada vez maiores de autonomia a fortalezas historicamente controladas pelas velhas classes dominantes, sem alterar suas características antidemocráticas.
Afinal, a lógica da conciliação, predominante desde 2003, alimentada por situação parlamentar desfavorável, impunha que a mudança social e econômica não fosse acompanhada pela tentativa de reforma radical das instituições e a substituição de seu comando.
Os inimigos do petismo, beneficiados por este pacto de mão única, tiveram caminho franqueado para abocanhar fatias crescentes dos aparatos de justiça e segurança, assanhadamente partidarizados e coadjuvando estratégia de desestabilização patrocinada por forças conservadoras.
O combate à corrupção, sob a presidência de Lula e Dilma, alcançou patamares jamais vistos na história brasileira, com amplo portfólio de providências legais, administrativas e orçamentárias.
Mas a facilidade de movimento dos grupos reacionários, no interior dos sistemas de coerção, acabou por permitir que se apropriassem deste avanço civilizatório para fabricar campanha permanente contra o PT e seus dirigentes, sempre tabelando com parceiros na mídia corporativa.
Ao não se libertar desta armadilha, o governo silencia diante de malfeito à democracia, agredida por terrorismo judicial nascido nas entranhas do Estado.
A impunidade de policiais federais que faziam abertamente campanha por Aécio Neves, por exemplo, ao mesmo tempo em que lideravam investigações da Operação Lava Jato, serve de estímulo a outros malversadores da função pública.
Talvez o cenário não seja propício a decisões práticas e imediatas que revertam a anomalia. O mínimo que se pode esperar, porém, é que o governo, através do ministro da Justiça, desmascare publicamente manobras que violam preceitos republicanos e ofendem a Constituição.

quarta-feira, 4 de março de 2015

UM CONGRESSO SOB SUSPEITA PODE AFASTAR A PRESIDENTE?

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

FOTOS QUE PROVAM COMO A MÍDIA MANIPULA VOCÊ

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

JN “esqueceu” de dizer que Petrobrás se valorizou 7 vezes desde 2002



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A edição do Jornal Nacional de segunda-feira, 9 de fevereiro, gastou 4 minutos e 49 segundos para dizer que, de 2008 a 2015, a Petrobrás, devido ao que os famigerados “especialistas” da Globo chamaram de “erros de gestão”, perdeu cerca de ¾ de seu valor de mercado, passando de 510 bilhões de dólares há 7 anos para 116 bilhões de dólares hoje.
Uma dessas especialistas também se deu ao desfrute de falar que a empresa teria a maior dívida do mundo, estimada em 261 bilhões de dólares.
Abaixo, a reportagem em questão.




A primeira malandragem dessa matéria está na avaliação de 510 bilhões de dólares da Petrobrás em 2008. Ao longo daquele ano, o barril do petróleo chegou a ser cotado a 135 dólares, caindo para 48 nos últimos meses. A avaliação de que a empresa custava 510 bilhões de dólares foi feita durante a alta.
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Caso a Globo tivesse usado o preço do barril de petróleo do período de outubro a dezembro, o valor de mercado atribuído à empresa seria muito menor.
Mas a coisa não para por aí. Os “especialistas” globais comentaram o alto endividamento da empresa, de 261 bilhões de dólares, mas esqueceram de dizer que as reservas estimadas do pré-sal chegam a 27 bilhões de barris de petróleo, de modo que podem valer, ao preço atual do barril, cerca de 1,5 trilhão de reais.
Nota do editor: estimativa de volume de reservas do pré-sal é do jornal O Estado de São Paulo.
Mas o mais peculiar é que o Jornal Nacional, ao falar do valor da empresa, “esqueceu” de contar ao seu público que essa queda de valor de mercado da Petrobrás se deve muito à expressiva queda do preço do petróleo, que passou de mais de 100 dólares para cerca de 50, atualmente.
E já que o telejornal abordou o valor de mercado da Petrobrás, poderia ter tido a honestidade de contar ao seu público que, em 2002, a empresa valia apenas 15 bilhões de dólares, de modo que, se hoje vale 116 bilhões, sob os governos do PT valorizou-se mais de SETE VEZES.
Confira, abaixo, matéria de O Globo que reconhece que, no último ano do governo FHC, a Petrobrás valia, apenas, 15 bilhões de dólares.
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Claro que os flagrantes de corrupção provocaram perda de valor da empresa, mas, com tudo isso – queda do preço do petróleo e corrupção – a Petrobrás é, hoje, muito mais forte e promissora do que há 12 anos. Assim, atribuir apenas deméritos a ela não passa de politicagem barata, “esporte” que a toda-poderosa Globo não se cansa de praticar.