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quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Plano de Marina tem mais exemplos de Ctrl-C Ctrl-V

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Surgem novas evidências de que o programa de governo de Marina Silva foi feito de improviso; trechos inteiros do chamado "eixo 3", sobre "Educação, cultura e ciência, Tecnologia e Inovação", foram copiados de um artigo da USP sem citar a fonte e o autor - no caso, o professor Luiz Davidovich - como é comum em casos de plágio; prática é duramente rechaçada pela comunidade acadêmica e demonstra falta de ética; horas depois de divulgar o programa, o PSB retirou o trecho sobre energia nuclear, alegando "erro de revisão"; nessa semana, o candidato do PSDB, Aécio Neves, acusou Marina de plagiar parte do Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH), lançado por FHC em 2002; "Ela poderia ter pelo menos dado crédito aos autores verdadeiros da proposta e a FHC", disse o tucano 

247 – Vem à tona uma nova evidência de que o programa de governo da presidenciável pelo PSB, Marina Silva, foi feito de improviso. Trechos usados no "eixo 3", sobre "Educação, cultura e ciência, Tecnologia e Inovação", foram copiados na íntegra de um artigo publicado (acesse aqui) pela edição número 89 da Revista da USP (março/maio 2011), sem citar a fonte nem o autor, como é comum em casos de plágio.

O texto original, "De olho no futuro: a 4ª Conferência Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação", foi escrito pelo professor Luiz Davidovich, secretário-geral da 4ª Conferência Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação para um Desenvolvimento Sustentável. A prática é duramente rechaçada pela comunidade acadêmica e demonstra falta de ética por parte da candidata e de sua equipe de campanha.

Um dos trechos cita a importância de se apoiar a energia nuclear no Brasil e foi retirado horas depois do lançamento do programa pelo PSB, no último dia 29. Em uma errata, o partido lamentou ter incluído o tema como um dos pontos que merecem atenção para o aperfeiçoamento da matriz energética do País e alegou "erro de revisão" para isso.

Há ainda outros trechos retirados da página 144 do programa de Marina que foram copiados do artigo publicado pela Revista da USP sem citação da fonte. Confira abaixo:

Trecho do plano de governo:

Fortalecer o Sistema Nacional de Pesquisa Agropecuária e as políticas de CT&I e agrícola com vistas a avançar na sustentabilidade da agricultura brasileira, desenvolvendo, aperfeiçoando e difundindo de forma ampla tecnologias eficientes de produção que conservem o solo, usem de forma eficiente a água, sejam compatíveis com a preservação do meio ambiente e da biodiversidade e permitam o aumento da produção sem expansão significativa da área ocupada.

Trecho do artigo da USP:

• Fortalecer o Sistema Nacional de Pesquisa Agropecuária e as políticas de CT&I e agrícola com vistas a avançar na sustentabilidade da agricultura brasileira, desenvolvendo, aperfeiçoando e difundindo de forma ampla tecnologias eficientes de produção que conservem o solo, usem de forma eficiente a água, sejam compatíveis com a preservação do meio ambiente e da biodiversidade, e que permitam o aumento da produção sem expansão significativa da área ocupada.

Trecho do plano de governo:

Consolidar a liderança mundial do país na área de biocombustíveis, adotando para isso – em estreita articulação com o setor produtivo nacional – um vigoroso programa de pesquisa, desenvolvimento, inovação e difusão de tecnologias.

Trecho do artigo:

• Consolidar a liderança mundial do país na área de biocombustíveis durante a próxima década, adotando para isso - em estreita articulação com o setor empresarial nacional - um vigoroso programa de pesquisa, desenvolvimento, inovação e difusão de tecnologias voltado para a produção e o uso de bioenergias.

Trecho plano de governo:

• Avançar na abordagem sistêmica da área de saúde, articulando a política de CT&I com a de saúde propriamente dita e com a política industrial. Destacam-se nessa agenda a necessidade de agilizar a implementação das parcerias com as empresas nacionais; utilizar o poder de compra do Estado para maximizar seus resultados a médio e longo prazos; aperfeiçoar e compatibilizar os regimes normativos da área (especialmente a vigilância sanitária, o acesso à biodiversidade e o intercâmbio de material biológico) e fortalecer a capacidade de realizar testes clínicos no Brasil.

Trecho artigo USP:

• Avançar na abordagem sistêmica da área de saúde, articulando a política de CT&I com a de saúde propriamente dita e com a política industrial. Em particular, utilizar o poder de compra do Estado para maximizar seus resultados no médio e longo prazo e não simplesmente para minimizar os custos imediatos; aperfeiçoar e compatibilizar os regimes normativos da área (especialmente a vigilância sanitária, o acesso à biodiversidade e o intercâmbio de material biológico) e fortalecer a capacidade de realização de testes clínicos no Brasil.

Amiga pessoal de Marina e herdeira do banco Itaú, Neca Setúbal foi a responsável, no grupamento Rede Sustentabilidade, por fazer a interface com o PSB para a feitura do programa de governo da candidata.

"Eduardo leu página por página e fez muitas observações", lembrou Neca sobre a participação dela e do ex-governador Eduardo Campos na confecção do programa de governo.

Nessa semana, o candidato do PSDB à Presidência, senador Aécio Neves, acusou Marina de plagiar parte do Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH), lançado pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso em 2002. "O capítulo do programa de Marina é uma cópia exata do PNDH de FHC. Ela poderia ter pelo menos dado crédito aos autores verdadeiros da proposta e a FHC", disse Aécio. "Não se teve sequer o cuidado de alterar palavras. Isso é apenas mais uma sinalização do improviso, e da enorme contradição que ronda essa candidatura", acrescentou o tucano.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Promotor que persegue nordestino Francisco Silva foi acusado de plágio



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Dr Mauricio Lopes: advogado é sórdido ? Quem ?


Segundo o Estadão, vence hoje o prazo para Tiririca, de 1.300 mil  votos, para se defender da acusação de ser analfabeto.

Clique aqui para ler na pág. A10, onde o Estadão se refere ao cidadão Francisco Everardo Silva como “palhaço”. 

Se fosse da base tucana de São Paulo, o jornal da Secessão de 1932 o chamaria de “comediante”, “ator”, “humorista” etc e tal. 

Na pior das hipóteses, de “clown”.

Tiririca, ou Francisco Silva, é vítima de implacável perseguição do promotor eleitoral Mauricio Antonio Ribeiro Lopes.

Amiga navegante telefona para sugerir: digite no Google o nome do promotor e ao lado a palavra “plágio”.

Que vergonha, amigo navegante.

Francisco Silva é vítima da perseguição de um acusado de plagiador.

O Nassif já tratou desse aspecto edificante da carreira do Torquemada Eleitoral:

O promotor que quer pegar o Tiririca


Enviado por luisnassif, seg, 27/09/2010


Por Leonel Medeiros


Nassif,


Vc sabia que o promotor Mauricio Antonio Ribeiro Lopes, que agora quer saber se Tiririca é analfabeto, respondeu a processo pro plágio? Ele era professor de direito penal na USP e teve que ser afastado em razão da repercussão do episódio.


E olha que o dito cujo era genro de um dos decanos da FADUSP, o excelente Fabio Nusdeo…

A ocorrência, inclusive, virou “case” de livro sobre direitos autorais. Vc pode conferir direto no Google Livros, no link http://vai.la/1rVg . Estão lá as reportagens da época (2001) e um comparativo parágrafo-por-parágrafo entre o livro de Ribeiro Lopes e o do autor plagiado (Paulo Queiroz).


Daí eu pergunto, o que é realmente imoral: um candidato analfabeto ou um promotor(e professor) plagiador?


Em tempo: o promotor acusado de plagiador, ao se referir ao advogado do cidadão nordestino Francisco Silva, disse: “advogado é sórdido” ! 

Em tempo2: Amigo navegante, o que terá feito esse intrépido promotor sobre o Maluf, formado em Engenharia pela Poli. O Maluf é alfabetizado, mas não pode sair do Brasil. O que fez o promotor em relação ao Maluf, aquele que tem a cara de São Paulo ?


Paulo Henrique Amorim