Mente vazia, oficina do sistema da mídia golpista

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sexta-feira, 22 de agosto de 2014

O bagre do Rio Madeira continua lá. E a eletricidade está aqui

bagre

Semana que vem, quando Marina Silva estiver sendo entrevistada no Jornal Nacional, sete de cada 100 pessoas que a assistirão estarão com a TV ligada graças à energia da Usina Santo Antonio, no Rio Madeira.
Aquela que, quando era Ministra, ela não queria deixar construir, alegando que os bagres desapareceriam do rio.

Os bagres continuam lá, graças ao trabalho de manejo ambiental desenvolvido por vários órgãos, entre eles a Universidade Federal do Amazonas e a de Rondônia, que pode ser consultado aqui por quem o desejar, numa publicação de onde tiro a bela imagem acima. Alguns ganharam até chips para serem monitorados na sua migração para a desova, por um canal artificial.

Ontem, começou a funcionar a 30ª das 50 turbinas que a usina terá em funcionamento até agosto do ano que vem.

Juntas, elas geram mais de 2 mil Megawatt, o equivalente a toda – reparem, toda mesmo – a economia que está sendo feita na geração dos reservatórios do Sudeste, castigados pela estiagem.

Para o Brasil retomar o ritmo de crescimento na casa dos 5%, como é preciso, o acréscimo da demanda de energia elétrica é na casa de uma usina destas por ano.

E não é possível que uma pessoa com um mínimo de capacidade de raciocínio ache que isso vai ser suprido pelos cataventos das usinas eólicas. Elas são importantes, mas inconstantes: ontem, geraram 1,5 MW médios, dias atrás, 600. Depende, é claro, do vento.

É possível e necessária a conciliação entre preservação do meio-ambiente e aproveitamento hidrelétrico dos rios.

Assim como é mentira que se possa produzir energia sem impacto ambiental – até as eólicas têm – é demagogia terrível e destrutiva achar que se pode privar o Brasil de energia suficiente para seu desenvolvimento econômico, porque é este que gera o desenvolvimento social.

Do contrário, é a miséria e nada é mais destrutivo ao meio ambiente que a miséria, que empurra nossos irmãos para as periferias, avança sobre as áreas de preservação e torna a vida humana degradada e degradante.

terça-feira, 19 de agosto de 2014

Dilma visita o que Bláblá ia dinamitar Bláblá é a favor da energia do cuspe !

Se dependesse da Bláblá, Santo Antonio seria um mar de bagres e o povo na lamparina !

“É direito de as pessoas concorrerem”, disse Dilma sobre a candidatura da Bláblá, que vai estourar por dentro o casamento de fachada que tinha com Eduardo.

Dilma visitou a Usina Hidreletrica de Santo Antonio, no rio Madeira, que, com a de Jirau, a Bláblá, Ministra do Meio Ambiente queria dinamitar.

Ela fez de tudo para impedir a construção das usinas, para preservar a cópula dos bagres – clique aqui para ver como o Lula se livrou dela e de uma bagróloga.

Os bagres iam copular à vontade e o povo, na lamparina !

O ódio que Bláblá nutre por ela nasce aí, às margens do rio Madeira, quando Lula deu razao a Dilma, Ministra das Minas e Energia, mandou ela cuidar dos bagres.

Dilma nao caiu em nenhuma esparrela dos jornalistas (sic) na comitiva, da mesma forma que demitiu o dedinho do Bonner. Clique aqui para votar em trepidante enquete.

Ela negou que vá obter o superávit fiscal com dinheiro dos programas sociais – última  pérola dos “economistas de bancos”.

E anunciou que seu programa no horário eleitoral – onde começou com um show e comoveu com a história da Jessica - vai mostrar o que fez em quatro anos de Governo – e o manchetômetro tentou esconder.

Ela avisou que o Brasil vai ampliar as oportunidades a todos e assegurar as conquistas ja realizadas.

Bye,bye Bláblá !

Paulo Henrique Amorim

Pode vir quente, milha filha !