Mente vazia, oficina do sistema da mídia golpista

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segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

94% DOS INTERNAUTAS DEFENDEM A RENÚNCIA IMEDIATA DE TEMER

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Moro e Cunha não ameaçam Temer A Casa Grande sabe até onde a Lava Jato tem que ir...

Cunha.jpg

A "convicção" de que a delação de Cunha vai jogar fogo no Governo Traíra não oferece fatos - como diriam os dallagnois.

Moro e Cunha jogam no mesmo time: o da Casa Grande.
A Casa Grande manteve Cunha solto enquanto teve serventia.
Derrubada a Dilma, Cunha passou a ser um gato morto.
Por que não foi preso antes?
Porque ainda tinha serventia.
Cunha vai delatar os 267 deputados que elegeu?
Vai delatar o sócio, segundo Ciro Gomes, o Traíra, com quem fazia tabelinha para depositar jabutis em Medidas Provisórias?
Vai balançar o palanque das autoridades, como diria inesquecível Presidente Sarney?
Não!
Ele é malandro.
Ele vai delatar?
Quem disse que o Moro quer ouvir o que o Cunha tem a dizer?
Se o Moro, até hoje, não aceitou a delação da Odebrecht, cheia de tucanos, por que de uma hora para outra ia abrir a porta da delação igualmente perigosa do Cunha?
Não vem ao caso!
Como não vem ao caso o que a Odebrecht tem a dizer!
Cunha será condenado pelas ninharias que dele já sabem.
Na melhor - ou pior! - hipótese, ele implica uns coadjuvantes do baixo-clero, como o gatinho angorá, que é outro que só está solto porque ainda não perdeu a serventia: ou seja, ainda nao vendeu o Brasil nas PPPs...
Cunha não tem caráter nem para denunciar o Temer.
Há quem suspeite que ele não tem caráter nem para defender a mulher!
E a Casa Grande convocará um baile de consagração: o Moro será coroado Rei nos jardins da mansão do Cosme Velho, onde D. Lilly e o Dr. Roberto Marinho contemplavam os flamingos que mandavam buscar em Cuba!

PHA

terça-feira, 13 de setembro de 2016

Cunha foge do Traíra e ataca o Moreira Não presta mais nem pro Moro

3/09/2016
Cunha.jpg

Na briga de gangs, Dudu Valentão chegou todo garboso de amarelo.

Aí, se deparou com o mais forte, mais poderoso.

E preferiu ir pra cima do coitadinho, com remela no nariz, o mais fraco.

Na hora da morte, Eduardo Cunha poupou o Traíra e culpou o Gatinho angorá.

Numa coletiva logo após a derrota acachapante ele disse que a culpa era do "binômio Governo-Globo".

Logo ele que lutou furiosamente pela Globo no Marco da Internet.

É outro que aprende que a Globo não perdoa - não volta para pegar os feridos.

O Governo não é o Temer, ele esclareceu, atrás daquela pança pornográfica.

Mas o Gatinho angorá que, lembrou ele, é sogro de Rodrigo Maia, presidente da Câmara.

Que o teria traído miseravelmente.

Mas vai delatar o Traíra?

Não, porque, segundo ele, quem delata é criminoso e ele não é criminoso.

O que fará o Cunha?

Vai escrever um livro para "contar tudo".

Quá, quá, quá!

Não tem caráter nem para entregar o sócio - segundo Ciro Gomes - , o Traíra.
Como perdeu a serventia, Cunha não serve mais nem ao Moro que vai dispensá-lo e a mulher de futuros transtornos.

E viva o Brasil e seus canalhas - sempre na histórica acepção do Dr. Tancredo.

PHA

sexta-feira, 17 de junho de 2016

Machado: não mente, Temer!

Machado: não mente, Temer!

Machado, Meire e Ramon derrubam o Traíra

não mente temer.png

O ex-presidente da Transpetro e delator da Operação Lava Jato Sérgio Machado divulgou uma nota nesta quinta-feira (16) na qual rebate as alegações feitas pelo presidente interino, Michel Temer (PMDB), de que ele não teria feito pedido de verbas a Machado para a campanha à Prefeitura de São Paulo de Gabriel Chalita (hoje no PDT) em 2012.
Em sua delação, Machado disse que Temer lhe pediu doações para a campanha de Chalita e que repassou R$ 1,5 milhão à campanha por meio de doações cuja origem eram dinheiro de propina. Ainda de acordo com Machado, o contexto da conversa "deixava claro que o que Michel Temer estava ajustando com o depoente (Machado) era que este solicitasse recursos ilícitos das empresas que tinham contratos com a Transpetro".
Na última quarta-feira (15), a Secretaria de Imprensa da Presidência da República divulgou uma nota negando que Temer tenha pedido recursos a Machado.
Nesta quinta-feira, no Palácio do Planalto, Temer se manifestou oficialmente sobre ao assunto, classificando as declarações de Machado como "levianas". "Se tivesse cometido delito, não teria condições de presidir o Brasil", afirmou o presidente interino.
Em nota, Machado voltou a afirmar que se encontrou com Michel Temer na base aérea de Brasília e que, durante o encontro, Temer "solicitou doação para a campanha eleitoral de Chalita".
Em outro ponto da nota, Machado diz que todos os políticos que o procuravam em busca de doações sabiam que essas demandas seriam repassadas a fornecedores da Transpetro.
"O vice-presidente e todos os políticos citados sabiam que a solicitação seria repassada a um fornecedor da Transpetro, através de minha influência direta. Não fosse isso, ele teria procurado diretamente a empresa doadora", diz Machado.
Questionado sobre as declarações de Sérgio Machado, o ex-deputado federal Gabriel Chalita (PDT-SP) negou ter recebido doações intermediadas por Machado durante sua campanha à Prefeitura de São Paulo em 2012.
"Jamais pedi nada a ele. Já recebi doações de empreiteiras, mas nunca tive nenhum acesso à Queiros Galvão", disse Chalita na última quarta-feira (15). Segundo Machado, a Queiroz Galvão fez doações à campanha de Chalita após Michel Temer ter feito um pedido ao delator. Em nota, Chalita disse que jamais pediu recursos a Machado. "Não conheço Sérgio Machado. Portanto, nunca lhe pedi recursos ou qualquer outro tipo de auxílio à minha campanha."
Confira a íntegra da nota divulgada por Sérgio Machado.
"1) Quando se faz acordo de colaboração assume-se o compromisso de falar a verdade e não se pode omitir nenhum fato; falo aqui sob esse compromisso;
2) Em setembro 2012 fui procurado pelo senador Valdir Raupp (PMDB-RO), presidente em exercício do partido, com uma demanda do então vice-presidente da República, Michel Temer: um pedido de ajuda para o candidato do PMDB a prefeito de São Paulo, Gabriel Chalita, porque a campanha estava em dificuldades financeiras;
3) Naquele mesmo mês, estive na Base Aérea de Brasília com Michel Temer, que embarcava para São Paulo. Nos reunimos numa sala reservada;
4) Na conversa, o vice-presidente Michel Temer solicitou doação para a campanha eleitoral de Chalita;
5) O vice-presidente e todos os políticos citados sabiam que a solicitação seria repassada a um fornecedor da Transpetro, através de minha influência direta. Não fosse isso, ele teria procurado diretamente a empresa doadora;
6) Após esta conversa mantive contato com a empresa Queiroz Galvão, que tinha contratos com a Transpetro, e viabilizei uma doação de R$ 1,5 milhão feita ao diretório nacional do PMDB; o diretório repassou os recursos diretamente à campanha de Chalita. A doação oficial pode ser facilmente comprovada por meio da prestação de contas da campanha do PMDB ;
7) É fato que nunca estive com Chalita".