Mente vazia, oficina do sistema da mídia golpista

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quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

JN mente: Lula não teve opção que cooperados da Bancoop não tiveram

triplex

Na noite da última terça-feira (2/2), o Jornal Nacional voltou à carga contra o ex-presidente Lula com a historinha do “triplex” no Guarujá. E a “arma” que o telejornal usou desta vez revela que, ao contrário do que sua matéria tentou fazer parecer, não há nada de novo nesse caso, daí o uso de um “coringa” que há anos está sempre de plantão quando querem acusar o PT.
Antes de mostrar a “capivara” do pistoleiro usado pelo JN, porém, vale uma reflexão. A partir daqui, vou relatar, de forma bastante simples e didática, explicações que me foram passadas pelo Instituto Lula. É impressionante como é simples ver que está havendo uma grande armação.
Para começar a entender a enorme farsa que construíram contra Lula com a finalidade de desgastá-lo políticamente, basta refletir de forma isenta. Essa reflexão levaria qualquer um a se perguntar se é cabível imaginar que ele se corromperia a troco de um imóvel que poderia ter comprado à vista dando meia dúzia de palestras.
Aliás, o caso envolvendo o apartamento no Guarujá não tem pé nem cabeça. Lula não comprou “triplex” algum. Sua esposa pagou parcelas a uma cooperativa, a Bancoop, que iria construir um condomínio. Essas parcelas davam direito a um apartamento comum, de três dormitórios.
Em meados da década passada, essa cooperativa de bancários sofreu um desfalque de três diretores, que faleceram juntos em um acidente aéreo. Após a morte deles, a Bancoop descobriu o que haviam feito e tratou de se compor com os cooperados.
Fez um acordo com o Ministério Público para repassar a empreiteiras tradicionais as obras que não estava conseguindo terminar.
O que Lula tem que ver com isso? Nada. Aliás, ele é uma das vítimas de um empreendimento que fracassou por várias razões.
Um dos edifícios da Bancoop repassados à empreiteira OAS para que concluísse a obra é o Solaris, no Guarujá. Assim que passou o empreendimento à OAS, a Bancoop enviou carta aos cooperados do Residencial Mar Cantábrico – atual Edifício Solaris. Isso ocorreu no dia 11 de novembro de 2009.
A carta que o casal Lula também recebeu dizia que quem quisesse desistir do empreendimento deveria assinar o documento de desligamento até o dia 20 de novembro daquele ano indo à sede da Bancoop. Em seguida, de posse desse documento de desligamento, deveria comparecer ao escritório contratado pela OAS.
Dona Marisa, esposa de Lula, que é a pessoa que firmou contrato com a Bancoop, perdeu esse prazo, até por conta de que, à época, era mulher do presidente da República, levando uma vida de incontáveis viagens e compromissos pelo Brasil e pelo mundo.
A cota comprada por Marisa da Bancoop lhe dava direito ao apartamento 141 daquele empreendimento imobiliário, não ao “triplex”, de número 164-A. Nunca houve um único documento que comprovasse que a esposa de Lula iria comprar o apartamento de três pisos.
Em 2014, porém, o jornal O Globo descobriu que o presidente da empreiteira OAS convidou o casal Lula e Marisa para conhecerem a cobertura de três pisos que a empreiteira estava reformando.
Ora, trata-se de um dos homens públicos mais famosos do mundo, um ex-presidente da República. Por que estranhar que o presidente da empreiteira tenha atuado como “corretor” convidando uma personalidade como Lula para conhecer um imóvel mais caro e melhor em um empreendimento no qual essa personalidade já tinha uma participação ainda indefinida?
A reportagem do Jornal Nacional que você vai assistir a seguir recorre a um conhecido inimigo do PT que vem servindo de instrumento ao PSDB há anos. O recurso do telejornal da Globo a esse indivíduo revela que o PSDB orientou a reportagem que você assistirá abaixo.
Como se vê, o sujeito repisa a tese de que Lula e Marisa teriam sido beneficiados por terem mantido o direito de desistir da aquisição do imóvel mesmo tendo perdido o prazo para tanto, que foi em novembro de 2009.
A família do ex-presidente investiu R$ 179.650,80 na aquisição de uma cota da Bancoop. Em setembro de 2009, esse investimento, corrigido, era equivalente a R$ 209.119,73. Em valores de hoje, R$ 286.479,32.
É mentira do tal Marcos Sergio Migliaccio, o “coringa” do PSDB – como será demonstrado mais adiante -, que o casal Lula tenha sido beneficiado com uma “terceira opção”. Segundo o Instituto Lula, o fato de dona Marisa ter pedido o ressarcimento dos quase 300 mil reais (em valores atualizados) que pagou à Bancoop até 2009 não significa que a OAS vá lhe devolver o dinheiro.
Por que, leitor, a mídia, o PSDB e o Ministério Público de São Paulo (aquele que esquece em gavetas processos contra o governo tucano do Estado) usam o pistoleiro que o Blog vai lhe apresentar a seguir? Por falta do que dizer, pois nenhum desses entes tem uma mísera prova de que Lula tenha adquirido esse “triplex” ou mesmo que dona Marisa tenha sido beneficiada por uma “terceira opção” que não foi dada a outros cooperados da Bancoop.
Sabe por que, leitor? Porque a OAS nunca respondeu se aceitaria devolver o que dona Marisa pagou após ela perder o prazo para aderir ou desistir à mudança de titularidade do empreendimento do atual edifício Solaris.
É simples assim.
Esse processo do “triplex” no Garujá é formado de vento, de suposições, de ilações que jamais serão comprovadas. Daí o uso de Marcus Sergio Migliaccio, que nunca foi cooperado da Bancoop, apesar de a reportagem do JN dizer isso.
A cooperada é a mãe dele: Doroti Poli Massolini. A unidade da mãe fica no Edifício Cachoeira (Parque Mandaqui). Foi entregue em julho de 2003. Ela pagou todas as parcelas referentes ao valor estimado, mas nenhuma das referentes ao rateio de apuração final.
Por conta disso, a unidade dessa cooperada foi indicada para penhora por um juiz, para pagamento de ações trabalhistas.
Marcos Migliaccio é um antigo desafeto do PT. Isso porque foi alvo de um Inquérito Policial (158/2007) aberto pela Bancoop junto à 4ª Delegacia de Delitos Cometidos por Meio Eletrônico por difamação.
Descobriu-se que a linha telefônica conectada ao computador do qual partiu a mensagem estava em nome de Eduardo Migliaccio, irmão de Marcos Migliaccio. Ambos prestaram depoimentos. Eduardo afirmou que a linha era utilizada por seu irmão. Esse disse que o computador era utilizado por diversos cooperados da Bancoop, quando os mesmos se reuniam em sua casa e não tem como informar qual deles enviou a mensagem difamatória.
Porém, dali em diante esse indivíduo se tornou o pistoleiro de plantão do PSDB contra o PT ou contra qualquer coisa que tenha ligação com o PT.
Marcos Migliaccio tem inúmeras atuações sempre na mesma linha e sempre sendo usado por tucanos de São Paulo como os deputados Silvio Torres e Vanderlei Marcis, ambos do PSDB de São Paulo.
O uso desse “coringa” tucano revela que o PSDB direcionou a reportagem do JN e que a tão portentosa investigação do promotor Cassio Conserino contra Lula só contém vento, nada além de vento.
Aliás, o insuspeito (de ser petista) colunista da Folha de São Paulo Elio Gaspari escreveu na edição do jornal desta quarta-feira 3 uma história que mostra como é velho o método de difamação política que está sendo usado contra Lula.
Gaspari resgata ataque idêntico sofrido pelo hoje cultuado ex-presidente Juscelino Kubitschek. Vale ler um trecho da crônica de Gaspari.
O símbolo da ‘ladroeira’ [nos anos 1950/1960] era um apartamento no edifício Ciamar (Avenida Vieira Souto, 206, o mesmo onde viveria Caetano Veloso).
Como chefe do Gabinete Militar da Presidência e secretário-geral do Conselho de Segurança Nacional, [o ex-ditador Ernesto] Geisel [antes de virar presidente, no anos 1960] acompanhara o inquérito que investigou o caso do apartamento [do ex-presidente Juscelino Kubitschek].
As acusações eram duras. Sem concorrência, JK entregara a construção de uma ponte unindo o Brasil ao Paraguai a um consórcio de empreiteiras (Sotege-Rabello). Os empreiteiros seriam responsáveis pela construção do edifício Ciamar e também por benfeitorias feitas num terreno que o governo paraguaio doara a Juscelino na região de Foz do Iguaçu.
Quem passava pela Vieira Souto e via “o apartamento do Juscelino” decidia que JK era corrupto e seu governo, uma “ladroeira consumada”. Afinal, fora substituído por um político que fez da vassoura o símbolo de sua campanha. O ex-presidente foi proscrito por uma ditadura que tinha como objetivo afastá-lo da sucessão presidencial de 1965. A corrupção era um pretexto.
O eixo empreiteira-apartamento-presidente ressurgiu com as conexões em que se meteu Lula. O tríplex do edifício de Guarujá reencarna o da Vieira Souto e Nosso Guia, como JK, pode ser candidato à Presidência.
Para quem não gosta dele, como para quem não gostava de Juscelino, não há o que discutir: é a “ladroeira consumada”. Felizmente, a ditadura se foi e restabeleceu-se o Estado de Direito. Nele, acusação não é prova e a condenação depende do respeito ao devido processo legal.
O tríplex de Guarujá está sendo tratado de forma semelhante ao apartamento de JK. Um promotor de São Paulo acredita que já juntou provas para comprovar a malfeitoria de Lula. O núcleo de investigadores da Lava Jato, menos espetaculoso, vem buscando a conexão da maracutaia a partir da lavanderia de dinheiro de uma offshore panamenha. Tomara que feche o círculo.
Metamorfose ambulante, Lula diz que não é dono do tríplex e que desistiu dele em novembro passado. Também não tem nada a ver com o sítio de Atibaia. Acredita quem quiser. Certezas, cada um pode ter as suas; sentenças, só a Justiça produz.
O papel do Ministério Público e do Judiciário é o de trabalhar em cima de provas, porque se essa porteira for aberta, não se derretem apenas os direitos de pessoas metidas em “ladroeiras consumadas”, derretem-se os direitos de todos.
O edifício Ciamar foi rebatizado e hoje se chama JK”
A história fez justiça a JK. Também fará a Lula. Mas, como alerta Gaspari, “Certezas, cada um pode ter as suas; sentenças, só a Justiça produz”. E “se essa porteira [do pisoteamento da presunção da inocência] for aberta, não se derretem apenas os direitos de pessoas metidas em ladroeiras consumadas”, derretem-se os direitos de todos.
Inclusive o seu, leitor.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Nassif: Operação Triplo X foi deflagrada para reanimar campanha do impeachment

Triplo  X
 Com excesso de poder, a Lava Jato pode ter virado o fio
Se havia alguma dúvida sobre o caráter político da Lava Jato, a Operação Triple X desfaz qualquer dúvida, especialmente após as explicações dadas pelo Instituto Lula. É possível que, com os últimos exageros, a Lava Jato esteja virando o fio.
Lá, se mostra que as tais informações novas, que justificaram a autorização do juiz Sérgio Moro para deflagrar a operação, constam pelo menos desde agosto do ano passado na ação do Ministério Público Estadual (MPE) paulista sobre a Bancoop. Não havia novidade. Foram reavivadas pelos procuradores e pelo juiz Sérgio Moro apenas para criar um fato político na véspera da abertura dos trabalhos legislativos.
Mais que isso, há uma narrativa lógica – e fundamentada em documentos – para as relações do casal Lula com o tal tríplex. São explicações fornecidas há tempos, desde que o tal tríplex passou a frequentar o noticiário e que vieram agora embasadas em documentos.
Ou a Lava Jato desmonta esses argumentos ou não conseguirá uma explicação lógica para sua última ofensiva, a não ser a intenção de influenciar o jogo político.
Nos ambientes democráticos, a maior vulnerabilidade dos poderosos são os exageros cometidos no exercício do poder. De repente coloca-se um poder excessivo nas mãos de um grupo de procuradores, delegados e de um juiz de primeira instância, sem nenhum preparo institucional prévio, fruto apenas de um conjunto de circunstâncias políticas.
Pessoas que sabiam investigar e prender – e esbarravam, muitas vezes, nos obstáculos dos tribunais superiores – ganham o poder de, a partir do Paraná, influenciar o jogo político, abalar estruturas políticas e partidárias, criar comoção social, fazer valer suas preferências políticas. De repente, são bajulados, premiados, vestem-se a rigor para ganhar prêmios. Criam a mística dos heróis sem mácula e, para consumo externo, passam a acreditar nela.
A Lava Jato ganhou um poder excessivo. Com suas últimas investidas, a operação perdeu os limites e saiu dos trilhos.
A ênfase com que os vazamentos voltaram segue o calendário político. Trata-se de reavivar o tema para entregar o caldeirão fervendo ao Congresso reaberto, preparando o clima para a última investida pró-impeachment.
O Ministro Jacques Wagner começa a ser bem-sucedido em sua tarefa de conciliação política. É o que basta para um comando de search nos depoimentos da Lava Jato, encontrando qualquer menção ao seu nome para alimentar o noticiário.
A bandeira do impeachment perde fôlego após a decisão do STF. Então, tratam de levantar o escândalo do Queen Marize, de 4 mil reais, e a Operação Tríplex para reavivar a fogueira do impeachment.
A equipe da Lava Jato já estava no tal sítio de Atibaia no mesmo momento em que chegava nas bancas a edição daFolha, com a tal manchete sobre o barco. Sequer deram um dia de prazo, para apagar as pistas do conluio jornalístico.
Hoje, no Estadão, mais vazamentos com a retumbante revelação – em manchete principal! – de que um lobista escreveu ao presidente de uma montadora estrangeira para investir no Brasil, pois ele teria boas relações com o presidente e com Ministros.
Como em geral costuma levar em média de 8 a 12 meses para cair a ficha da presidente e de seu Ministro da Justiça, sobre os eventos que afetam seu governo, um breve roteiro de como funciona a Lava Jato.
1. A força-tarefa da Lava Jato é uma organização integrada e disciplinada, que trabalha de forma cooperativa sob o comando do juiz Sérgio Moro.
2. Procuradores e delegados têm uma estratégia peculiar para se livrar da responsabilidade por vazamentos: esperam que a notícia vazada esteja em mais de um ponto. Estando, sempre haverá o recurso de atribuir o vazamento à outra parte.
3. Na Lava Jato, esse tipo de álibi não funciona. A Lava Jato atua como uma organização disciplinada, na qual todos os membros são solidários entre si. Basta ver a reação dos procuradores contra o delegado que ousou apontar irregularidades cometidas por delegados no episódio das escutas clandestinas na cela do doleiro Alberto Yousseff.
4. Para aumentar a eficácia dos trabalhos, houve uma espécie de divisão de tarefa. Os delegados da PF se incumbem de atuar nas sombras, providenciando os vazamentos selecionados para os jornais. Já os procuradores representam a imagem pública, atuando como porta-vozes da dignidade, da transparência e da legalidade da Lava Jato.
5. A rigor, não existe diferença entre os delegados Deltan Dallagnol e Carlos Fernando dos Santos Lima e o procurador Igor Romário de Paula (sic). Todos têm a mesma natureza e incidem na mesma fraqueza de se lambuzar com o excesso de poder e avançar para além das suas atribuições, interferindo no jogo democrático com operações dessa natureza.

Lula usa sitio de amigo e FHC usa apartamento de amigo em Paris. E daí?

bote

É estarrecedor o que está acontecendo neste país. Virou manchete na Folha de São Paulo deste sábado que dona Marisa, esposa de Lula, comprou um bote para sua família usar no lago de um sítio em atibaia que um amigo e sócio de um de seus filhos empresta.
O bote foi comprado por quatro mil reais e a nota fiscal foi emitida em nome da esposa de Lula. Segundo a Folha, essa seria a “prova” de que, na verdade, o imóvel em Atibaia pertenceria a Lula. Afinal, se a família Lula investiu tanto no barco, só o faria se fosse proprietária do imóvel.
É hilariante. Lula tendo investido a fortuna de quatro mil reais no bote acima, está provado que é o verdadeiro dono do sítiozinho.
A mesma lógica, porém, não vale para outro político envolvido há décadas em denúncias de corrupção que nunca são investigadas pela imprensa ou pelos órgãos competentes graças a conchavos.
Lembram-se da velha história do apartamento de FHC em Paris, denunciada por Janio de Freitas quando o tucano deixou a Presidência, em 2003, e foi “descansar” na “Cidadade Luz” durante uma bela temporada?
Por muito tempo espalharam que o apartamento na luxuosa avenue Foch, em Paris, um dos endereços mais caros da cidade, seria de FHC. Formalmente, porém, nunca foi. O imóvel pertence à família de Jovelino Mineiro, parceiro e sócio de FHC em alguns negócios, inclusive em uma fazenda em Buritis, MG.
Abaixo, foto do amigo do tucano e da avenida em Paris onde fica o imóvel que FHC usa, assim como Lula usa imóvel de amigo em Atibaia.
bote 1
Foi Jovelino Mineiro quem, no final do governo FHC, passou o chapéu para arrecadar dinheiro para o tucano entre empresas hoje enroladas na Lava Jato, tais como Odebrecht e Camargo Correia.
Em um jantar, FHC levantou R$ 7 milhões para a montagem do Instituto FHC; “uma noite de gala”, noticiou a revista Época em 2002, sem se escandalizar com o fato de que um presidente e seu melhor amigo rodavam a sacolinha em pleno Palácio da Alvorada, durante o mandato
A revista apagou a matéria de seus arquivos na internet para tentar proteger FHC, mas foi possível recuperá-la em cache. Confira, abaixo.
bote 2
Note, leitor, que, até prova em contrário, tanto FHC quanto Lula podem usar imóveis cedidos por amigos. Se um engenheiro da Odebrecht assessorou o amigo de Lula na construção do sítio, a mesma Odebrecht doou milhões para o bolso de FHC enquanto este ainda era presidente. E o tucano usa imóvel em Paris de propriedade de alguém com amplo envolvimento com empreiteiros envolvidos na Lava Jato.
Sim, o mesmo FHC que foi recentemente acusado por Nestor Cerveró de ter recebido 100 milhões de propina.
Está muito claro, meus amigos, que é tudo uma enorme armação contra Lula com fins estritamente eleitorais. Querem tirá-lo da eleição de 2018. Apenas isso. Por essa razão ficam inventando factoides.
O que é grave é que estão usando o Ministério Público e a Polícia Federal para ataques políticos. Imagine se essa gente voltar ao poder. Se fora do poder faz isso, quando estiver no poder transformará o Brasil em uma ditadura. Quem pensar diferente será preso ou até executado e ninguém poderá dizer nada.
Se você não lutar contra isso, será cúmplice da ditadura que estão para instalar no Brasil. Depois não reclame.

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Irmão de tucano acusado de corrupção sai em defesa de Lula (SQN)

capez
 eduguim
Saiu no Brasil 247:
“Procurador da República Frederico Paiva, que atua na Operação Zelotes, disse não ter entendido o motivo de a Polícia Federal ter ouvido Lula, uma vez que ele não é investigado; ‘Não entendi o motivo de o delegado ter ouvido o Lula neste caso’, disse, no intervalo das audiências que ocorrem nesta segunda; ‘Ele não consta no rol de investigados. Em nenhum momento existe algum ato praticado por ele que tenha sido objeto [de investigação]'; o representante do Ministério Público ressaltou ainda que ‘o foco da investigação é o tráfico de influência e corrupção no Carf'; na última semana, o advogado Cristiano Martins, que defende Luis Claudio Lula da Silva no processo da Zelotes, disse que as investigações mudaram o foco para a suposta ‘compra’ de medidas provisórias para atingir o ex-presidente (…)”
Lula, como se sabe, não é alvo de investigação alguma. Em julho do ano passado, a Procuradoria do DF até tentou inventar alguma coisa, mas não deu em nada. Não acham nada contra o ex-presidente, mas falam muito.
No fim de semana, uma suposta bomba: um obscuro promotor estadual de São Paulo afirmou à revista Veja ter “indícios suficientes” para indiciar Lula pela compra de um imóvel com “dinheiro sujo”, apesar de que o negócio nunca se concretizou.
Em vez de tomar uma atitude funcional contra o ex-presidente, o sujeito foi procurar a Veja e, assim, colocou-se ante a possibilidade de tomar uma invertida da Corregedoria do MP, já que a instituição veda a seus membros que deem entrevistas anunciando processos que não iniciaram. Por conta disso, o sujeito recuou de suas “certezas” logo em seguida.
Lula, pois, não é alvo de investigação alguma, não pesa contra ele prova alguma, nada há contra a sua honra que autorize que alguém o acuse de qualquer coisa. No entanto, o que não falta é gente acusando o ex-presidente dos piores crimes, inventando posse de propriedade por parte dele e de sua família que não existe.
Nesse contexto, o PSDB é o partido campeão de ataques ao ex-presidente da República. Seus membros, de Fernando Henrique Cardoso a qualquer vereadorzinho do partido, acusam o ex-presidente sem prova, sem razão, apenas com base nas calúnias que circulam na internet.
Nesta segunda-feira, porém, um juiz estadual de São Paulo, chamado Rodrigo Capez, saiu em defesa do ex-presidente em carta ao Painel do Leitor da Folha de São Paulo. Confira, abaixo, a defesa de Lula que Capez fez.
“Árdua é a construção da reputação. Fácil a sua conspurcação. Basta uma manchete sem a correta apuração dos fatos. Alegações fluidas viram verdade para macular a honra alheia. Não se pode retratar alguém como acusado quando não há imputação formal. O ‘ouvi dizer’, que juridicamente não sustenta uma acusação, politicamente causa danos irreparáveis. Nossa família, atônita, assiste a um tsunami de inverdades. Imprensa, resista às manchetes apelativas. Informação sim, com responsabilidade”
Não é comovente a defesa que o Juiz Rodrigo Capez fez de Lula? Ele tem toda razão: “não se pode tratar alguém como acusado quando não há imputação formal”.
Só Que Não… SQN, como diz a garotada hoje em dia.
Capez não fez a defeza de um inocente (até prova em contrário) como Lula. Fez a defesa em causa própria, do irmão, o ex-procurador e atual presidente da Assembleia Legislativa Paulista, Fernando Capez.
Dirigentes de uma cooperativa de Bebedouro (230 km de São Paulo) apontaram o presidente da Assembleia Legislativa, Fernando Capez, do PSDB, dois deputados federais, um estadual e um alto assessor da Casa Civil do governo Geraldo Alckmin (PSDB) como beneficiários de um esquema de pagamento de propina em contratos superfaturados de merenda escolar, segundo a imprensa.
De acordo com interceptações telefônicas cujo teor foi confirmado pelos próprios investigados, o esquema era alimentado por um sobrepreço que variava entre 10% e 30% de cada contrato de fornecimento de merenda. Estão sob suspeita compras realizadas nos últimos cinco anos em pelo menos 22 municípios do interior de São Paulo.
O caso veio à tona na última terça quando a Polícia Civil e o Ministério Público Federal deflagraram a operação Alba Branca, que realizou buscas na Cooperativa Orgânica Agrícola Familiar.
Não se sabe se o acusado é culpado ou inocente. Mas pense comigo, leitor: um tucano deve ter a presunção de inocência que nega a adversários políticos? Sem condenam Lula sem que contra ele exista um décimo do que há contra Capez, como podem ter tanta cara-de-pau de brandirem “presunção de inocência” ante fatos tão graves?
Note, leitor, que se o irmão do presidente tucano da AL paulista não escreveu a carta supra reproduzida em defesa de Lula, ela perde força porque há muito, muito, mas muito mais contra Fernando Capez do que contra Lula, contra quem, aliás, não existe absolutamente nada.
A atitude despropositada do juiz Rodrigo Capez, vale dizer, coaduana-se perfeitamente com ele, já que é um dos responsáveis pelo Massacre do Pinheirinho, comunidade pobre de São José dos Campos invadida anos atrás pela polícia militar tucana, que expulsou aquelas famílias do terreno em que estavam assentadas para devolvê-lo a um picareta envolvido em crimes do colarinho-branco.
Se eu fosse Lula, andaria com uma cópia da carta do irmão de Fernando Capez na carteira e a cada vez que algum imbecil lhe fizesse acusações, exibiria a prova de como os tucanos agem quando são pedra e quando são vidraça. Quanta diferença, não?
*
Conheça mais um pouco do juiz tucano Rodrigo Capez

Delação premiada como chantagem A PF do zé é sede da sedição

prisao
Conversa Afiada reproduz matéria de Conceição Lemes, no Viomundo, com denúncia do deputado Paulo Pimenta:


Deputado Paulo Pimenta denuncia: PF mantém presa em condições precárias para forçar a delação premiada do marido

por Conceição Lemes 

Desde terça-feira passada, 18, a empresária Cristina Mautoni Marcondes Machado, 53 anos, está presa na Polícia Federal (PF), em Brasília.

Tudo indica que é o “o troco” dado ao seu marido, o lobista Mauro Marcondes Machado, 79, por ele não ter aceito fazer delação premiada.

Cristina e Mauro são sócios na empresa Mautoni&Machado.

Em 26 de outubro de 2015, os dois foram presos preventivamente em nova fase da Operação Zelotes – a que investiga a suposta venda de medidas provisórias (MPs) do governo federal.

Parênteses: a Zelotes original, que apurava sonegação de impostos de R$ 21 bilhões por grandes empresas, como Bradesco, Santander, Grupo Gerdau, Mitsubishi, e Grupo RBS, afiliado à TV Globo no Sul, foi abandonada pela Polícia Federal (PF) e pelo Ministério Público Federal (MPF), sem maiores explicações até agora. Fechado parênteses.

Mauro Marcondes é acusado de ter pago valores acima do mercado em contrato de consultoria à LFT Marketing Esportivo, do empresário Luís Cláudio Lula da Silva, filho do ex-presidente Lula.

Para os acusadores, os repasses teriam ligação com a venda de MPs. Luís Cláudio sustenta que os valores se referem a serviços de consultoria prestados em sua área de atuação, o esporte.

Cristina foi presa por “ameaça à ordem pública”. Na empresa, ela figurava como sócia do marido e cuidava da rotina administrativa.

“Não é segredo que, com sua prisão, o comando da Zelotes quer forçar seu marido a fechar um acordo de delação premiada”, observou em dezembro do ano passado, a jornalista Teresa Cruvinel. 

De fato, desde o início, as pressões sobre o casal para a delação premiada são constantes e só fazem aumentar.

Marcondes está preso em regime fechado na Penitenciária da Papuda, em Brasília. Cristina foi autorizada, no final do ano passado, a cumprir prisão domiciliar, em São Paulo, para recuperar-se de cirurgia nas pernas.

Em abril, Marcondes completa 80 anos. E, de acordo com o artigo 318 Código de Processo Penal, a partir dessa idade ele pode requerer a prisão domiciliar. O grifo em negrito é desta repórter.

 “Art. 318. Poderá o juiz substituir a prisão preventiva pela domiciliar quando o agente for: (redação dada pela Lei 12.403, de 2011); I — maior de 80 (oitenta) anos; (incluído pela Lei 12.403, de 2011); II — extremamente debilitado por motivo de doença grave; (incluído pela Lei 12.403, de 2011); III — imprescindível aos cuidados especiais de pessoa menor de 6 (seis) anos de idade ou com deficiência; (incluído pela Lei 12.403, de 2011); IV — gestante a partir do 7º (sétimo) mês de gravidez ou sendo esta de alto risco. (incluído pela Lei 12.403, de 2011). Parágrafo único. Para a substituição, o juiz exigirá prova idônea dos requisitos estabelecidos neste artigo. (Incluído pela Lei 12.403, de 2011)”.

Daí, acreditam alguns, a obsessão do delegado Marlon Oliveira Cajado, um dos responsáveis pelas investigações da Zelotes, e do procurador José Alfredo de Paula Silva pela delação premiada de Marcondes antes do seu aniversário de 80 anos.

Na segunda-feira retrasada, 11 de janeiro, o “incentivo” pela delação atingiu o seu ápice.

Nessa data, sem a presença dos advogados, o lobista foi visitado de surpresa na prisão pelo delegado Cajado para uma “conversa”.

A denúncia foi feita por Roberto Podval ao Estadão: 

O advogado do casal, Roberto Podval, disse ao Estado que, no encontro, o policial “chantageou” seu cliente para que fizesse acordo de delação premiada. Conforme o defensor, a colaboração foi proposta como uma forma de Mauro Marcondes evitar a transferência de Cristina para uma unidade prisional.

Procurada, a assessoria de imprensa da PF informou que o delegado não comentaria as declarações do advogado.

Mauro Marcondes não aceitou a proposta.

O “troco” veio na terça-feira 18.

Cristina, mesmo de cadeira de rodas e com mobilidade reduzida devido à cirurgia nas pernas, foi tirada da prisão domiciliar, em São Paulo, e levada novamente para o regime fechado.

Ela foi transferida para Brasília, mais precisamente a superintendência da PF.

No final da tarde dessa sexta-feira 22, o deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS), presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados, recebeu várias denúncias sobre a situação de Cristina Mautoni, custodiada na Polícia Federal:

* Ela foi colocada num quarto sem janelas e banheiro, onde esteve preso o senador Delcídio do Amaral. Um local limpo e “decente”, que antes era utilizado como alojamento para os agentes de plantão.

* Devido aos medicamentos que utiliza, ela urina muito mais vezes que o normal.

* Ainda no dia em que chegou, pediu ajuda para ir ao banheiro, o que só veio acontecer cerca de duas depois. Cristina não aguentou e urinou na roupa, sujando-se, bem como o chão. Teve quem lhe dissesse que ela teria feito isso “por gosto”.

* Cristina foi transferida imediatamente para uma cela, onde não existe vaso sanitário. Tem um buraco no chão – o chamado “boi” – e um cano por onde sai água para que tome banho.

* Por estar ainda com mobilidade reduzida devido à cirurgia, Cristina não consegue se agachar para usar o “boi” ou tomar banho sozinha. Na superintendência da PF, muitas vezes, os agentes de plantão são todos homens, não havendo uma agente mulher que possa auxiliar para que faça as necessidades fisiológicas ou tome banho.

“Imediatamente, fui à PF para inspecionar o local da detenção e saber se era verdade ou não tudo o que acabara de ser denunciado a mim”, revela com exclusividade ao Viomundo o deputado Paulo Pimenta. “Só que não me foi permitido nada.”

Eram aproximadamente 18hs da sexta-feira.

Paulo Pimenta pediu para falar com o delegado de plantão.

Solicitaram-lhe que aguardasse um pouco. Depois, que se dirigisse a outra sala e lhe passaram um telefone. Era a delegada plantonista, que já estava de sobreaviso.

Mesmo não estando presente na superintendência da PF, foi atenciosa e cordial, mas não autorizou que ele vistoriasse a cela ou conversasse com Cristina Mautoni: “Deputado,  não posso!”.

Pimenta retrucou:  “Estou dentro da minha prerrogativa, sou presidente da Comissão de Direitos Humanos.  Nem na época da ditadura, a Comissão era impedida de visitar um preso federal. Eu não quero ouvir a pessoa, quero ver a cela”.

Não adiantou.

O deputado ligou então para o Ministério da Justiça explicando o que pretendia e que a fiscalização dos locais de detenção por órgãos e entidades de defesa dos Direitos Humanos era uma prerrogativa que não foi afastada sequer durante a ditadura militar.

Vários telefonemas foram trocados entre Pimenta e assessores do Ministério da Justiça:

— Expliquei-lhes que havia recebido a denúncia de que eram inadequadas as condições em que a presa Cristina Mautoni  se encontrava devido às particularidades da sua situação de pós-operatório.

— Em cadeira de rodas, com mobilidade reduzida, ela não estava conseguindo fazer as necessidades no “boi”. Que ela ainda não podia pode ficar em pé para tomar banho e que teria feito necessidades fisiológicas na roupa.

— Expliquei que gostaria de ver as condições da cela, que teria o final de semana pela frente e que não me foi autorizado o contato.

— Questionei o que fariam, se ela precisasse ir ao banheiro? Disseram-me que havia colegas de sobreaviso e, quando necessário, seriam chamados.  Só que os três agentes que estavam na carceragem no final da sexta-feira eram homens!

Até que veio a resposta definitiva, repassada a Pimenta: “A direção geral da PF está irredutível, não autoriza a inspeção, a menos que tenha ordem judicial, pois a presa está incomunicável”.

Resultado: Após quase duas horas na superintendência da PF – sendo que durante uma o local ficou sem energia elétrica – a Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados não teve acesso à cela ou a Cristina.

Nesta segunda-feira 25, na primeira hora, Paulo Pimenta relatará formalmente ao Ministério da Justiça o corrido e solicitará ao juiz da operação Zelotes que autorize a inspeção do local de custódia de Cristina.

“Se a Polícia Federal não tem nada esconder, qual o problema de me deixar ter acesso à cela? Por que eu não poderia vê-ela?”, questiona Pimenta.  “Eu não iria tomar depoimento. Fui lá para ver as condições dela e não me deixaram vê-la.”

“Na ditadura militar, quando as entidades de defesa dos Direitos Humanos recebiam uma denúncia, era possível ver como o preso estava. Por que, agora, não me deixaram vê-la?”, insiste.

“Não é verdade que ela está incomunicável”, rebate a versão da PF.

“Disseram para fazer petição e marcar hora  para Comissão de Direitos Humanos visitá-la”, exalta-se. “Não tem sentido hora marcada! O elemento surpresa é para ver o que, de fato, está acontecendo e não a cena montada para inglês ver.”

“Os investigadores da Zelotes querem por toda a força que o marido de Cristina faça a delação premiada, para isso estão jogando pesadíssimo, submetendo a presa a uma situação de crueldade, humilhação e tortura, como diz o seu advogado no pedido de habeas corpus”, atenta Pimenta.

“Surpreendentemente, cada vez mais a prática é prender  os  parentes, especialmente as mulheres, para constranger os maridos e ameaçá-las de ficar longe dos filhos, para arrancar confissões e delações premiadas”, denuncia Paulo Pimenta. “Isso é o modus operandi da época da ditadura.”

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Quem era o dono do jatinho? O que tem a dizer Youssef e Paulo Roberto Costa?

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Blablá (com discreto xale) e Campos saem do jatinho sem dono. Paulo Roberto e Campos, numa boa!
 A FAB divulgou  hoje o resultado da investigação sobre o desastre com o jatinho sem dono que matou Eduardo Campos.

 O cansaço do piloto, as brigas com o co-piloto, o tempo - tudo isso deve ser levado em conta.

 Mas, isso, não vai ao centro o desastre que conduziu Campos e sua candidata a vice, aBlablárina malandrina  pelo país afora, em campanha presidencial.

Na História do Capitalismo Ocidental esse é o unico jatinho de US$ 20 milhões que não tem dono !

 Uma bola de ping-pong tem dono, uma boia salva-vidas tem dono, um Iphone Apple tem dono, um apartamento na praia de Boa Viagem no Recife tem dono.

Mas, o jatinho do Eduardo e da Bláblárina não tem.

Por quê ?

Porque a PF do  não descobre.

A PF do zé também nao descobre quem grampeou o mictório do Youssef nem quem vendeu delação ao Andre Esteves.
 
A PF do zé serve é para peitar preso e ameaçá-lo com a prisão da mulher, como se mostra em"assim se faz uma delação premiada".

 Um escândalo !

 Mas, não se sabe quem é o dono do jatinho, porque o Eduardo Campos veio para o lado de cá.

 Ele se candidatou pela Direita, na companhia da Direita "sustentabilista"...

Por isso, o jatinho não tem dono.

 Porque a sustentabilista pode vir a ser a única candidata da Casa Grande em 2018.

 Por isso o jatinho não tem nem terá dono, nunca !

 Mas, com a reprodução dos trechos anexos de duas "reportagens" vazadas, o Conversa Afiada, em nome do esclarecimento da verdade - afinal, a História do Capitalismo Ocidental não pode ser maculada dessa forma - faz uma sugestão aos investigativos repórteres do PiG, esses profissionais do vazo: que tal perguntar ao Youssef e ao Paulo Riberto Costa quem é o dono do jatinho ?

Talves eles saibam.

Eles sabem quase tudo, não isso, Dr Moro ?

(Nao deixe de ver na TV Afiada: a cela do vazador fica ao lado da cela de quem publica o material vazado ).
No Diário de Pernambuco:

O doleiro Alberto Yousseff afirmou em depoimento da delação na Operação Lava-Jato que o ex-governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB) - morto em acidente aéreo em agosto do ano passado - recebeu entre 2010 e 2011 R$ 10 milhões de propina por meio de contrato com a Conest. Formado pelas empreiteiras Odebrecht e OAS, o consórcio era responsável pela execução de obras da Refinaria de Abreu e Lima. Ainda de acordo com Youssef, a propina destinada a Eduardo Campos ocorreu para o governo de Pernambuco não criar dificuldades nas obras.
No Estadão:

O ex-diretor de Abastecimento da Petrobrás Paulo Roberto Costa afirmou em depoimento da delação premiada dos autos da Operação Lava Jato que intermediou em 2010 o pagamento de R$ 20 milhões para o caixa 2 de campanha de Eduardo Campos (PSB), então candidato à reeleição ao governo de Pernambuco – Campos foi reconduzido ao cargo com 80% dos votos.

Segundo Paulo Roberto Costa, o operador da transação foi o ex-ministro Fernando Bezerra, da Integração Nacional do governo Dilma Rousseff (PT), eleito senador pelo PSB de Pernambuco e ex-braço direito de Campos.


Paulo Henrique Amorim

Em tempo: o Brasil ainda aguarda que a Ministra Ana Arraes, do Tribunal das Contas - esse egregio tribunal que tem a honra a hospedar o Ministro Nardes, que aparece nesse documento da Zelotes  - que a Ministra expeça um voto em separado e revele quem era o dono do jatinho de seu filho.

Em tempo2: quem vai indenizar as vítimas do desastre do jatinho? O Itaúúú?

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

RACISMO NA GLOBO REVOLTA ALUNOS E PROFESSORES