Mente vazia, oficina do sistema da mídia golpista

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segunda-feira, 18 de maio de 2015

Parentes cobram na Assembleia gaúcha punição a deputado fundador do MBL

Wandell-Seixas
O deputado é um dos fundadores do MBL, o Movimento Brasil Livre
Bom pessoal, acredito que todos saibam que o [deputado estadual do PP] MARCEL VAN HATTEN atropelou e meu pai veio a falecer…
Pois então, já se passaram 9 anos… e ontem 08/04/15, fomos à Assembleia Legislativa do RS, pois o deputado não respondeu a processo criminal, o processo ficou 5 anos na delegacia de Ivoti sem serem chamadas testemunhas, perícia e etc.
E, claro, após 5 anos prescreveu.
Não foi divulgada à juíza a morte de meu pai, foi dada como lesão leve.
Abaixo os documentos com os quais formalizamos denúncia à Comissão de Direitos Humanos, passamos estes documentos a todos os deputados das comissões, Manuela D’Ávila, Miriam Marroni, Jorge Pozzobom, missionário Volnei, bombeiro Bianchini, Ronaldo Santini, Pedro Ruas e Jeferson Fernandes.
Por favor repassem, queremos resposta de o porque ele não respondeu, por ser importante, uma pessoa pública?
Queremos resposta, queremos justiça.
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Estou, novamente, sendo vítima de uma tentativa de assassinato de reputação. Dessa vez, meus opositores estão fazendo uso político de um acidente de trânsito – acidente!! – para me atacar.
Como muitos já sabem – e, apesar de ser um assunto muito pessoal e delicado, nunca escondi nem me neguei a falar sobre ele -, em 2006 sofri um acidente de trânsito que resultou infelizmente – e posteriormente – no falecimento de uma pessoa.
Voltando da aula em Porto Alegre, a caminho de Dois Irmãos, fui surpreendido, após uma curva, por uma pessoa que ingressou inadvertidamente na pista da BR-116, na altura da cidade de Ivoti. Infelizmente, não consegui desviar a tempo. Conforme demonstram claramente os autos do inquérito, eu não invadi o acostamento nem me desviei do fluxo normal da pista [veja na imagem deste post a página 24 do inquérito policial escaneada]. Parei o carro e, evidentemente, prestei socorro. Para minha profunda tristeza, o acidente levou a vítima ao hospital e, após pouco mais de meio ano, veio a falecer.
O acidente foi investigado a fundo pelas autoridades competentes. O inquérito policial concluiu que eu não tive culpa alguma pelo acidente e o arquivamento foi solicitado pelo Poder Judiciário. Não fui processado nem, muito menos, condenado por homicídio, lesão corporal ou por qualquer crime. SOU INOCENTE. Apesar disso, as partes interessadas no processo ingressaram com uma ação cível buscando indenização (algo que é seu direito). Essa ação ainda está tramitando, em fase recursal e se alguém quiser acompanhar, o número do processo (apelação cível) é 70039964804.
Nesta semana, contudo, fui informado de que foi protocolado na Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa, da qual sou membro, um documento pedindo, quase nove anos depois dos fatos ocorridos, nova apuração. É um pedido descabido sob o ponto de vista das atribuições da Assembleia e do ordenamento jurídico brasileiro, já que o caso foi encerrado por eu ser inocente.
Usar uma tragédia pessoal para fins políticos já é, em si, absolutamente lamentável. Mas está ocorrendo pior do que isso: assessores de deputado do PT e militantes começaram agora a aproveitar-se desta tragédia para espalhar falsas acusações contra mim, o que é uma estratégia baixa, suja e rasteira. Estão fazendo aquilo que se tornou corriqueiro para o PT: tentar assassinar a reputação de quem tem a coragem de ser oposição.
Estou tão indignado quanto triste com tamanha falta de dignidade. Que terrível escassez de meios para me combater!
Portanto, aos opositores políticos que espalham falsas notícias a meu respeito, repito o que já disse outras vezes aqui: não aceitarei e denunciarei sempre as tentativas de me calarem tentando assassinar a minha reputação. Continuarei com minha conduta transparente, combativa e coerente com os meus valores.
Assassinato de reputação, COMIGO, NÃO!
Marcel van Hattem
Deputado Estadual/RS
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segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Polícia civil gaúcha confunde cafetão de gravata com capitão de fragata


Polícia trata atropelamento de ciclistas como lesão corporal sem intenção

Motorista atingiu mais de 20 pessoas em Porto Alegre
R7

Foto de Tarsila Pereira/Correio do Povo
A Polícia Civil já ouviu 16 testemunhas do acidente envolvendo o condutor de um Golf, que teria (teria?) jogado o carro sobre um grupo de cerca de 150 ciclistas, atingindo mais de 20, na noite de sexta-feira (25), no bairro Cidade Baixa, em Porto Alegre. De acordo com o delegado Márcio Moreno, o proprietário do carro já foi identificado, mas a polícia ainda não pode confirmar se ele estava conduzindo o veículo. O policial adiantou que o caso está sendo tratado como lesão corporal culposa (sem intenção). 
O sujeito, diante de uma aglomeração de mais de 150 ciclistas, acelerou o carro e atropelou mais de 20 pessoas. Todas as testemunhas disseram que durante e após o atropelamento ele continuou acelerando. É óbvio que não tinha nenhuma intenção de atropelar ninguém, afinal se fosse esse o objetivo ele teria...teria o quê? Teria o quê, seu Márcio?
Questionado sobre a possibilidade de o atropelamento coletivo ser interpretado como tentativa de homicídio, o delegado disse que esse entendimento pode ocorrer com o andamento das investigações. De acordo com a versão de testemunhas à polícia, o condutor estava em alta velocidade. Moreno afirmou que a apuração do caso é prioritária para a Polícia Civil.

Leia mais em: ЭSQUЭЯDФPATA 

Flagrante de atropelamento de ciclistas em Porto Alegre


Imagens de cinegrafista amador mostram o momento em que
 carro avança sobre grupo de ciclistas em Porto Alegre
 
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