Mente vazia, oficina do sistema da mídia golpista

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quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Dilma faz faxina contra a pobreza e o resto também.


Este ansioso blogueiro recomenda que não se leia a Folha (*).

A Folha (*) disse hoje o dia inteiro que a Presidenta ia suspender a faxina para tranquilizar os aliados.

Numa entrevista coletiva hoje ela deixou claro:

A prioridade é erradicar a pobreza e crescer.

Mas, se tiver aditivo, comprovado, a faxina ocorrerá.

Leia no Blog do Planalto:

“Faxina no meu governo é faxina contra a pobreza”


Após participar da cerimônia de lançamento do Programa Nacional de Microcrédito nesta quarta-feira (24/8), no Palácio do Planalto, a presidenta Dilma Rousseff afirmou que o centro de seu governo é o combate à miséria e o crescimento do país. Em entrevista coletiva, a presidenta comentou que qualquer atividade inadequada que for constatada será objeto de providências de sua parte, mas que é necessário que se considerem os princípios fundamentais da Justiça moderna como o respeito aos direitos individuais e às liberdades, à igualdade e à dignidade das pessoas, além da presunção de inocência.


“Essa pauta de demissões que fazem ranking não é adequada para um governo. Essa pauta, eu não vou jamais assumir. Não se demite nem se faz escala de demissão todos os dias (…). Baseada nesses princípios [da Justiça moderna], eu tomarei todas as providências”, afirmou.


A Presidenta disse não concordar com o termo “faxina” utilizado pela imprensa para tratar de questões ligadas à troca de integrantes do governo e ponderou que faxina, em seu governo, é contra a pobreza e a miséria. “ O resto – eu já disse para vocês – são ossos do ofício da Presidência”, completou.


Outro assunto abordado pela Presidenta foi a crise financeira internacional. Ela reiterou que o Brasil está em melhores condições de enfrentar a crise do que estava em 2008, quando o desequilíbrio financeiro teve início, e que acredita que não haverá, desta vez, catástrofes como a quebra do Lehman Brothers, então quarto maior banco de investimentos dos Estados Unidos, que pediu concordata em 2008. “Eu acho que a crise vai ser isso que nós estamos vendo, um dia está pior, outro dia está melhor”, afirmou.


“A crise internacional deve nos preocupar sempre, mas a gente tem sempre que ter consciência de uma coisa: nós hoje estamos em muito melhores condições para enfrentar (…), podemos contar com a imensa força dos 190 milhões para investir, para consumir, para trabalhar e para empreender.”


(*) Folha é um jornal que não se deve deixar a avó ler, porque publica palavrões. Além disso, Folha é aquele jornal que entrevista Daniel Dantas DEPOIS de condenado e pergunta o que ele achou da investigação; da “ditabranda”; da ficha falsa da Dilma; que veste FHC com o manto de “bom caráter”, porque, depois de 18 anos, reconheceu um filho; que matou o Tuma e depois o ressuscitou; e que é o que é, porque o dono é o que é; nos anos militares, a Folha emprestava carros de reportagem aos torturadores.

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