Charge publicada pela cartunista Laerte nesta terça-feira introduziu na Folha um tema considerado tabu pela imprensa familiar: a mansão que pertence aos irmãos Marinho, donos da Globo, e foi retratada em reportagem que viralizou nas redes sociais; Laerte decidiu propor uma permuta: a troca da casa à beira-mar, construída numa área de proteção ambiental e ligada a offshores do Panamá, pelo triplex no Guarujá (SP), que não pertence a Luiz Inácio Lula da Silva, mas tem sido usado pela Globo como peça de sua campanha contra o ex-presidente; charge de Laerte foi, ao mesmo tempo, um protesto e um ato de rebeldia editorial
O britânico The Guardian destacou que o caso gerou uma "indignação pública" nos sites de mídia social.
O tablóide britânico Daily Mail mostrou uma foto da cena ilustrando a movimentação sob as cobertas de Monique, "apesar de ela mal se mover".
Interrogados pela polícia, ambos negaram ter havido estupro. Entretanto, Daniel foi expulso da casa pela TV Globo, que considerou seu comportamento "gravemente inadequado".
A filmagem saiu a público em sites como o de compartilhamento de vídeos Youtube, mas foi removido a pedido da Globo sob alegação de quebra de direitos autorais.
O jornal australiano Sydney Morning Herald destacou as críticas contra a emissora que o episódio gerou.
"Os produtores do programa foram atacados por não intervir", afirmou a reportagem do jornal.
"A organização de direitos das mulheres Change.org deu início a uma petição para que a companhia seja responsabilizada pelo incidente."
Entrevistada no paredão, Monique, que dormia pesadamente após uma festa regada a música e bebida na casa, disse se lembrar apenas de uma troca de beijos entre os dois.
O tablóide britânico Daily Mail mostrou uma foto da cena ilustrando a movimentação sob as cobertas de Monique, "apesar de ela mal se mover".
Interrogados pela polícia, ambos negaram ter havido estupro. Entretanto, Daniel foi expulso da casa pela TV Globo, que considerou seu comportamento "gravemente inadequado".
A filmagem saiu a público em sites como o de compartilhamento de vídeos Youtube, mas foi removido a pedido da Globo sob alegação de quebra de direitos autorais.
O jornal australiano Sydney Morning Herald destacou as críticas contra a emissora que o episódio gerou.
"Os produtores do programa foram atacados por não intervir", afirmou a reportagem do jornal.
"A organização de direitos das mulheres Change.org deu início a uma petição para que a companhia seja responsabilizada pelo incidente."