Mente vazia, oficina do sistema da mídia golpista

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sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Vazou tudo! Sonegação da Globo está na web!


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A trágica morte de Eduardo Campos fez passar despercebido o vazamento da íntegra do processo de sonegação da Rede Globo.

Os documentos chegaram simultaneamente a diversos blogs e sites no mundo inteiro, e estão disponíveis nos seguintes links:

doc01.pdf
https://mega.co.nz/#!CspFiLKR!OdIs6BNyfcAm5xvmj0O6L57UkKB9e1OUvxUAlZSZRaY


doc02.pdf
https://mega.co.nz/#!D95FlTzY!5GpFvfEYff2tg7M0WqjvtKD9AbhsrbkbeL40orhvHhQ

São 1.200 a 1.500 páginas, que agora devem ser analisadas pela inteligência coletiva das redes sociais.
Há páginas com transferências ilegais de valores da Globo e suas laranjas para o exterior, o que pode se configurar crime financeiro, lavagem de dinheiro e evasão de divisas.

É uma mina de ouro!

E agora não tem nada a ver com o Cafezinho. O vazamento veio do exterior, por fonte não-identificada, e só não explodiu por causa da comoção nacional causada pela morte de um candidato a presidente da república.

Neste momento, em que a Globo se arrepia toda com a possibilidade de realizar uma grande manipulação emocional da população, com a morte de Eduardo Campos, seria interessante mostrar ao povo brasileiro que a emissora não tem condição moral de ser “árbitro” de nenhuma disputa eleitoral.

É preciso aproveitar o momento para se iniciar uma grande campanha contra a sonegação de impostos.

A democracia brasileira precisa, sim, de um choque moral. Isso implica em rever alguns valores. Para nossa elite, não há interesse em patrocinar campanhas contra a sonegação, porque ela é a que mais sonega no mundo inteiro.

Para se ter uma ideia, em novembro do ano passado, o Valor deu uma notícia que nenhum grande jornal
 mais popular repercutiu.

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A Rússia só está em primeiro lugar em percentual do PIB, e mesmo assim, em “empate técnico” com o Brasil. A sonegação russa corresponde a 14,2% do PIB; a nossa, a 13,4%.

Mas a sonegação brasileira, em valores, é bem maior: US$ 280 bilhões. Em reais, portanto, a sonegação brasileira, em 2011, foi de R$ 636 bilhões! Em 2011, imagina em 2014!

A sonegação russa, em valores, está estimada em US$ 211 bilhões/ ano.

O único país cuja sonegação supera o Brasil em valores são os EUA. A sonegação nos EUA totaliza US$ 337 bilhões, mas isso correspondeu a um percentual de apenas 2,3% de seu PIB.

Agregando percentual de PIB e valor, portanto, pode-se afirmar que a sonegação brasileira é a maior do mundo!

Uma empresa que ganha dinheiro como concessão pública de TV deveria ser um exemplo, um modelo! E fazer campanha contra a sonegação!

É claro que o Brasil precisa passar por uma reforma tributária!

Os auditores fiscais estimam que, se a sonegação fosse reduzida, a carga tributária poderia ser brutalmente reduzida no país.

A campanha contra a sonegação deveria ser incorporada a todas as campanhas contra a corrupção, até porque envolve valores muito maiores, e as duas, sonegação e corrupção, estão ligadas organicamente. O dinheiro sonegado é o mesmo usado para corromper

domingo, 18 de dezembro de 2011

A VOZ DO POVO E A SURDEZ DE SEUS REPRESENTANTES

*Ditadura militar do Egito desaloja com violência os indignados de Tahir e mata mais 10 pessoas (veja as cenas impressionantes: http://www.youtube.com/watch?v=4iboFV-yeTE&feature=player_embedded&skipcontrinter=1) ** Líbia,o caos pós-guerra: seccionada por bandos armados, dividida por cidades que perfilaram a favor e contra Kadaffi, o país tem mais de 9 mil presos arbitrariamente detidos** Iraque: a violência enlouquecida da 'receita democrática' de Bush -- a memória do  repórter Eduardo Febbro, num relato desconcertante desde os primeiros momentos da invasão (leia nesta pág).
O atendimento público à saúde é a área do governo que sofre as maiores críticas da população: 67% dos entrevistados pela pesquisa da CNI/Ibope, divulgada esta semana, reprovam o atendimento do setor. O número é particularmente destoante comparado ao salto de 51% para 56% no apoio geral ao governo Dilma. Mas sobretudo destoa constatar que, dias antes da divulgação da pesquisa, o Senado brasileiro --com apoio da bancada do governo-- tenha rejeitado, a exemplo do que já fizera a Câmara, a criação de um imposto sobre transações financeiras, de insignificantes 0,01%,  para reforçar o orçamento notoriamente deficitário da saúde pública. Diz algo sobre o esgotamento da democracia representativa que 67% da população aponte uma emergência e seus supostos representantes a ignorem. Em 2007, reecém derrotada nas urnas presidenciais, a coalizão demotucana com intensa vocalização de seu dispositivo midiático, extinguiu a CPMF subtraindo R$ 40 bi à saúde. O Brasil investe no setor uma proporção do PIB tres vezes inferior à da França.