Mente vazia, oficina do sistema da mídia golpista

Mente vazia, oficina do sistema da mídia golpista
Mostrando postagens com marcador domingo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador domingo. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Brasileiros reagem a Temer e enchem página do G20 com #ForaTemer





temer china
 Posted by

Nos últimos dias, Michel Temer vem atacando os manifestantes que protestam com seu governo, contrastando com a forma respeitosa com que Dilma Rousseff tratava os que discordavam dela quando ainda estava na Presidência.
 
Forma de Temer encarar protestos contra si

temer china 1
Forma de Dilma encarar protestos contra si
temer china 2


A atitude de Temer não apenas choca pela falta de respeito com as manifestações populares – o que mostra a diferença de espírito democrático entre a presidente derrubada e o usurpador que tomou seu lugar –, mas por seu alheamento da realidade, haja vista que as manifestações contra si estão longe de ser pequenas e, além disso, estão crescendo em público a cada dia.

temer china 3

Porém, essas manifestações de desrespeito podem lhe custar caro. Na página do Facebook do encontro do G20 na China, por exemplo, milhares e milhares de brasileiros estão colocando comentários em cada post com palavras de ordem e memes contra Temer.

temer china 4

Mas o pior (para o golpista-mor) não é isso. Ele deu essas declarações (inaceitáveis para um democrata e um homem público) sobre os protestos contra si na véspera de um ato dominical na avenida Paulista que, inclusive, o governo do Estado de São Paulo tentou impedir.


Pode até ser que muitos dos que estão revoltados com Temer deixem passar a provocação, mas nenhum político inteligente insultaria parcela da população que talvez possa a ser minoritária, mas que está longe de ser pequena. Neste domingo veremos.

sexta-feira, 2 de setembro de 2016

Temer autoriza uso das Forças Armadas na Avenida Paulista no domingo

Foto: Rodrigo Zaim/ R.U.A. Foto Coletivo:

Forças Armadas foram autorizadas pelo presidente Michel Temer para atuarem na "garantia da lei e da ordem" durante a passagem da tocha paraolímpica, na Avenida Paulista, neste domingo (4); decisão coincide com o aumento da repressão às manifestações; na mesma data estão marcados vários protestos contra o governo do peemedebista, que foram proibidos nesse dia 

247 - As Forças Armadas foram autorizadas pelo presidente Michel Temer para atuarem na "garantia da lei e da ordem" durante a passagem da tocha paralímpica, na Avenida Paulista, neste domingo (4). Na mesma data, porém, estão marcados vários protestos contra o governo do peemedebista.

A decisão de empregar as Forças Armadas vem na esteira do aumento da repressão As manifestações contra o governo Temer desde que a presidente eleita Dilma Rousseff foi afastada do cargo, nesta quarta-feira (31). O governo de São Paulo, por meio da Secretaria de Segurança Pública, proibiu manifestações na Paulista alegando que os protestos dos últimos dias foram "violento s e com atos de vandalismo".

Os manifestantes, porém, relatam o abuso da força pelas forças de segurança, além do uso de bombas de efeito moral e de agressões por parte dos policiais militares contra fotógrafos e manifestantes.

Uma estudante perdeu a visão do olho esquerdo após ser atingida por estilhaços das bombas de efeito moral lançadas pela polícia paulista para dispersar a manifestação.

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Pesquisas põem PSDB em desespero; Veja tenta última cartada


A previsível subida de Dilma nas pesquisas Ibope e Datafolha divulgadas no fim da tarde de quinta-feira 23 se fez acompanhar de indícios de que o PSDB e a parcela mais engajada de seu eleitorado – inclusive uma boa parcela que milita nos grandes meios de comunicação – podem se recusar a aceitar um resultado das urnas que não seja o que desejam.


Enquanto colunistas tucanos como Reinaldo Azevedo e Demétrio Magnoli já falam em derrubar Dilma no segundo mandato, Veja antecipou em dois dias a capa de sua edição que só deve sair no próximo sábado para tentar contaminar a tempo a parcela do eleitorado que ainda não se decidiu ou que for mais suscetível a manipulações de última hora.
Detalhe: Magnoli publica seu artigo golpista no site de um “Clube Militar” e Azevedo diz, em seu texto não menos golpista, a seguinte pérola:
“(…) Se Dilma for reeleita e se for verdade o que diz o doleiro, DEVEMOS RECORRER ÀS LEIS DA DEMOCRACIA — não a revoluções e a golpes — para impedir que governe”
Azevedo sugere que a oposição tentará pedir o impeachment de Dilma com base em suposta declaração de um meliante. Já Magnoli afirma que, mesmo vencendo a eleição, Dilma não terá “legitimidade para governar”.
Quanto a Veja, o de sempre: sem provas, acusa a presidente da República e o ex-presidente Lula de saberem de um suposto esquema de desvio de dinheiro na Petrobrás. É a última cartada.
A teoria de Veja é a seguinte: como a eleição supostamente estaria “apertada”, qualquer denúncia que não puder ser rebatida a tempo por Dilma pode levar os mais suscetíveis a mudar de voto.
Paralelamente, o centro de São Paulo viu ocorrer no mesmo dia agressão odiosa de militantes do PSDB contra militantes do PT. Parte de um grupo de 500 militantes tucanos invadiu uma manifestação de cerca de 50 petistas no centro da capital e os agrediu. Os petistas reagiram e foi necessária intervenção da Polícia Civil para separar os contendores.
Como se vê, vencer a eleição nem chega a ser o maior problema de Dilma, que, apesar da tentativa desesperada da Veja, dificilmente será derrotada com ou sem a denúncia irresponsável da revista, que espera que a presidente e seu padrinho político sejam condenados preliminarmente, sem apelação, de preferência até o próximo domingo.
Não vai rolar.
Mas o que se percebe é que a campanha eleitoral deixará cicatrizes. O PSDB não vai querer conversa. Se a mídia vai entrar na dos tucanos e participar de uma tentativa de sabotar o segundo governo de Dilma ao ponto de provocar seu impeachment, como sugere Reinaldo Azevedo, é outra história.
A impressão que se tem é de que alguns veículos já buscam se dissociar do extremismo da Veja e do próprio PSDB, que parece achar que pode ganhar a eleição se gritar bastante.
Seja como for, alguém deveria dizer a Azevedos, Magnolis, Vejas e Aécios que o Brasil é uma democracia e, em democracias, cara feia de perdedores de eleição é fome. Essa gente aproveitaria melhor seu tempo se começasse a planejar já alguma estratégia para 2018 que convença este povo a lhe dar nova chance de governar o Brasil.