Mente vazia, oficina do sistema da mídia golpista

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sexta-feira, 29 de julho de 2016

Movimentos pró impeachment disputarão eleições com recursos suspeitos

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Lideranças dos movimentos favoráveis ao impeachment de Dilma Rousseff mudaram o discurso contra partidos políticos e se filiaram a siglas de oposição para buscar neste ano mandatos de vereadores. O Movimento Brasil Livre lançará 123 candidatos em 23 estados por PSDB, Partido Novo, DEM, PSD, PSC e PPS.

O líder do movimento, o colunista da Folha de S. Paulo Kim Kataguiri, viajará o país apoiando as candidaturas do MBL. ““Estamos nos filiando a esses partidos para disputar a eleição, mas a ideia é que, como existe a bancada evangélica, formemos uma bancada liberal independente”.
O movimento Vem Pra Rua irá seguir a mesma linha liberal do MBL. O coordenador de Goiás, Johnny Santos, diz que, atendendo a manifesto feito nas redes sociais, lançou-se candidato a vereador de Goiânia pelo PPS.

Uma das principais apostas do DEM para a eleição para a Câmara de São Paulo é o autoproclamado “estudante” Fernando Holiday, do MBL (Movimento Brasil Livre). Ele ganhou espaço nas inserções do partido no horário gratuito destinado às siglas.

Em junho, o líder do DEM na Câmara dos Deputados, Pauderney Avelino (AM), deslocou-se para São Paulo apenas para participar da festa junina do MBL e prestigiar o pré-candidato a vereador (vide foto no alto da página).

Oriundo do movimento ruralista — presidiu a União Democrática Ruralista (UDR) durante a Constituinte —, o senador Ronaldo Caiado (DEM-GO) é um dos parlamentares mais próximos dos movimentos de rua e diz que os incentiva a participar da política representativa.

“Devemos a eles essa mobilização da população contra a corrupção, a favor do impeachment. Mas não adianta só ir para a rua, tem que buscar dar consequência aos pleitos com um mandato eletivo”, diz Caiado.
Muitos ainda não se deram conta de que, neste ano, as campanhas eleitorais serão muito diferentes do que foram nas últimas décadas. A proibição de financiamento empresarial a campanhas e a Lava Jato mudaram diametralmente o jogo.

Em tese, as campanhas ficarão mais baratas sem o aporte dos recursos das empresas. Mas se para a esquerda isso é verdade, para a direita não será bem assim.

Esses movimentos golpistas que deverão conseguir muitos mandatos eletivos em todo país são conhecidos por, até hoje, ninguém saber de onde vieram os fartos recursos que obtiveram para organizar manifestações gigantescas pelo golpe contra Dilma Rousseff.

É neste ponto que o Blog faz uma denúncia.

Movimentos como Vem Pra Rua, Movimento Brasil Livre e Revoltados On Line, entre outros, planejariam obter recursos eleitorais via doações de pessoas físicas, como agora a lei determina, mas ocultando ilegalidades como uso generalizado de laranjas para doarem recursos em seus nomes para esses candidatos.
Funcionaria assim: grandes empresários abasteceriam um grande número de laranjas e estes fariam “doações de pessoas físicas”, como agora quer a lei sobre financiamento de campanhas eleitorais.

Será impossível partidos de esquerda enfrentarem essa estratégia. Além estarem enfraquecidos eleitoralmente pela conjuntura político-econômica e até pelo golpe contra Dilma, ainda por cima seus candidatos terão imensas dificuldades para obter recursos.

Matéria recente da revista Carta Capital que deu conta de que a esquerda está sendo superada com força pela direita na internet mostra que candidatos de partidos progressistas deverão ter forte dificuldade para obter financiamentos eleitorais.

golpistas 1

A matéria informa, por exemplo, que sites de esquerda estão tendo dificuldade de obter curtidas no Facebook por conta de desmobilização do público de esquerda. Ora, se há dificuldade de obter uma mera curtida ou compartilhamento, que dirá obter doações eleitorais para candidatos – e, neste ano, se cada cidadão não colocar a mão no bolso para doar aos seus candidatos, eles não terão chance na disputa.
Nesse contexto, urge que as pessoas comecem a pensar na eleição deste ano, pois será a base para a eleição de 2018. O Brasil elegerá prefeitos e vereadores em mais de cinco mil municípios pelo país afora e será dessa eleição que se formará o caldo de cultura para daqui a dois anos.

Enquanto a direita está partindo para o pleito deste ano com novidades como os fascistinhas da foto no alto da página, a esquerda está desmobilizada e sem ter o que oferecer de novo em um momento em que a sociedade está a exigir renovação.

É preciso refletir muito profundamente sobre essa situação. Do contrário, o impeachment de Dilma pode ter sido só o começo da construção de um espectro político esmagadoramente conservador que primará por retirada de direitos e concessão de privilégios a poucos.

Você, cidadão progressista, de esquerda, militante de direitos humanos, pelo direito de mulheres, negros, homossexuais, trabalhadores, não pode se omitir, não pode deixar  sua obrigação para o vizinho.

O eleitor de esquerda precisa se preparar para se tornar doador de campanhas eleitorais e até para se candidatar a vereador, sobretudo, que é onde a direita mais aposta suas fichas. Do contrário, vamos entregar este país a adoradores da ditadura militar e outros bichos.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

“Revoltados” exigiram do secretario de Segurança de SP que PM atacasse petistas

revoltados

Quando esta página afirma que há uma ditadura informal no Brasil, que colocou instituições do Estado a serviço de grupos contrários ao governo constitucional do país e ao partido da presidente da República, podem achar que é exagero. Contudo, o Blog obteve informações que mostram promiscuidade entre o governo de São Paulo e grupelhos políticos.
No último dia 17 de fevereiro, houve um grande tumulto diante do Fórum Criminal da Barra Funda, em São Paulo, onde o ex-presidente Lula iria depor em processo fraudulento contra si desencadeado por um promotor do Ministério Público paulista ligado ao PSDB – processo que, vale dizer, foi sustado pelo Conselho Nacional do Ministério Público devido aos vícios de origem.
O Blog esteve no local conferindo os acontecimentos e obteve informações de extrema relevância que mostrarão como o governo Geraldo Alckmin está usando instituições do Estado de São Paulo com finalidade política, para atacar adversários políticos e quem possa apoiá-los.
Grupos contrários e favoráveis ao ex-presidente Lula se posicionaram à porta do Fórum e, dali em diante, começou uma guerra de torcidas que elevou sobremaneira o nível de tensão no local.
Como os manifestantes favoráveis a Lula eram milhares e os contrários ao ex-presidente somavam, no máximo, 30 ou 40 pessoas, as Polícias Militar e Civil foram usadas pelo governo Geraldo Alckmin para suprir a falta de manifestantes anti Lula.
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A atitude dos policiais civis e militares era francamente hostil aos manifestantes pró Lula e solidária com os anti Lula. Os poucos manifestantes fascistas ficavam cochichando com os policiais e apontando manifestantes contrários.
Em resumo, a PM comandada pelo governo do PSDB agiu como segurança particular dos manifestantes antipetistas.
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A certa altura, policiais civis entraram em cena e começaram a fotografar e até a intimidar (de modo dissimulado) os manifestantes pró Lula.
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No fim da manhã de quarta-feira 17 de fevereiro, o clima começou a esquentar no local. Os manifestantes antipetistas decidiram inflar um boneco infamante que representa uma caricatura do ex-presidente Lula usando roupa de presidiário e essa intenção começou a incendiar a militância antipetistas, revoltada com o crime que estava começando a ser perpetrado.
Vale ressaltar que o boneco em questão constitui um crime contra a honra do ex-presidente Lula e, portanto, é ilegal. Esse instrumento de difamação está tipificado nos artigos 138, 139 e 140 do Código Penal:
Art. 138 – Caluniar alguém, imputando-lhe falsamente fato definido como crime:
Pena – detenção, de seis (seis) meses a 2 (dois) anos, e multa.
§ 1º – Na mesma pena incorre quem, sabendo falsa a imputação, a propala ou divulga.
Art. 139 – Difamar alguém, imputando-lhe fato ofensivo à sua reputação:
Pena – detenção, de 3 (três) meses a 1 (um) ano, e multa.
Art. 140 – Injuriar alguém, ofendendo-lhe a dignidade ou o decoro:
Pena – detenção, de 1 (um) a 6 (seis) meses, ou multa.
Como o ex-presidente Lula jamais foi condenado criminalmente e, inclusive, nem mesmo responde a qualquer processo na Justiça, representá-lo como presidiário é um crime claro contra a sua honra.
Todo o quadro descrito acima combina com o relato de um militante petista que decidiu se infiltrar entre os fascistas para ver o que tanto eles conversavam com a polícia.
O militante em questão já saíra de casa preparado. Vestiu uma camisa e um boné com motivos militares para se misturar com os antipetistas, os quais, ao mesmo tempo em que pediam prisão de Lula, defendiam a volta da ditadura militar.
A fonte do Blog relata que um dos líderes daquele movimento de difamação do ex-presidente, um tal “Marcelo Reis”, de um grupo fascista auto intitulado “Revoltados On Line”, não parava de conversar com o comandante da Operação anti Lula da PM.
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O informante deu um jeito de se aproximar e escutou a conversa. O comandante dizia ao tal Reis que já não podia garantir a a segurança do seu grupo porque o efetivo de que dispunha não era suficiente e que se o boneco de Lula fosse inflado haveria confronto e a PM não poderia ajudar, já que os petistas eram milhares e policiais e fascistas juntos não chegavam nem a cem, apesar de que os policiais dispunham de armas de fogo e outros instrumentos.
Reis ficou indignado. Chamou um homem alto, branco, usando óculos escuros e boné. Esse homem fez uma ligação e passou o telefone ao líder dos “revoltados”, que vociferou sua indignação com a pessoa do outro lado da linha.
Após uma breve conversa, Reis passa o telefone para o comandante da operação da PM. Quando o telefone foi passado de uma mão para outra, o informante do Blog tomou um susto. A foto no aparelho, que indicava para quem fora feita a chamada, era do Secretário de Segurança Pública de São Paulo, Alexandre de Morais.
—– revoltados 6
A fonte do Blog informa que ouviu gritos da pessoa que conversava com o comandante da operação da PM de apoio aos “revoltados” – provavelmente, quem gritava com o comandante da PM era o secretário de Segurança de SP.
Terminada a chamada, o comandante reuniu a tropa, mandou colocar grades em torno do boneco criminoso e afiançou aos revoltados que lhes seria garantido o direito de cometerem crime contra a honra de Lula.
Contudo, devido à coragem da militância petista, que enfrentou as armas da PM, os cassetetes, o gás de pimenta etc., o bonego foi rasgado em cinco lugares diferentes e não pôde ser levantado.
Imagine agora, leitor, se o ministro da Justiça determinasse à Polícia Federal que protegesse manifestantes petistas que tentassem inflar um boneco de Aécio Neves vestido como presidiário por já ter sido citado cinco vezes por delatores da Lava Jato como recebedor de propina?
Essa imagem fictícia serve para que até o leitor de direita entenda por que o governo Alckmin usar instituições públicas como PM e a polícia civil para atacar adversários políticos é ilegal e, aliás, deveria resultar em uma investigação oficial do Ministério Público de São Paulo, caso este também não atuasse a serviço da quadrilha tucana encastelada no governo de São Paulo.

quinta-feira, 2 de julho de 2015

Vendedor de adesivos criminosos contra Dilma tem “alta reputação” no “Mercado Livre”

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Que a histeria antipetista criou um mercado do ódio para espertalhões explorarem, não é novidade. E que sempre há trouxas para alimentarem picaretas, também. Um dos aproveitadores mais notórios que acharam um jeito de ganhar dinheiro com a estupidez alheia é o “empresário Marcello Reis, do grupo fascista “revoltados on line”.
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O que ninguém imaginava é que esse comércio vil pudesse ir tão longe. Nos últimos dias, o país foi pego de surpresa pela comercialização de um adesivo criminoso para automóveis em que a presidente Dilma Rousseff aparece em uma montagem com “pernas abertas” sobre a boca do tanque de combustível destinada ao abastecimento.
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A comercialização de produtos anti Dilma e anti PT é antiga e muitos sites fazem. Mesmo após a ministra da Secretaria de Política para as Mulheres, Eleonora Menicucci, ter pedido “ação urgente” ao Ministério Público e à Polícia Federal para “impedir a produção, veiculação, divulgação, comercialização e utilização do material” criminoso, vários sites na internet continuam anunciando o produto.
Clique nas imagens para visitar os sites
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picaretas 4

Esses sites, porém, remetem à página do “Mercado Livre”, site que há muito vem explorando o comércio antipetista. Seguramente, mantêm com ele algum acordo de participação nos lucros pelos clientes que remetem.
O “Mercado Livre”, alias, explora há muito tempo o mercado de ódio contra o PT.
Clique na imagem para visitar o site
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O site “Mercado Livre” é polêmico por esse tipo de iniciativa e pela falta de critérios além do lucro em suas atividades. Para que se tenha uma ideia de como conduz seus negócios sem ética, basta ver a reputação que o site atribui à pessoa que andou comercializando o adesivo criminoso contra a presidente da República, uma mulher chamada “Raisa Siqueira (vide a imagem no alto da página).
Cada pessoa física ou jurídica que anuncia na “Mercado Livre” tem um escore de pontuação pelos produtos que oferece. No caso da tal Raisa – que, segundo as notícias divulgadas pela mídia, seria de Pernambuco –, o site informa que ela vem “vendendo há 5 anos na “Mercado Livre”, que é “vendedor em destaque por suas boas qualificações” e que 71 vendas dos adesivos criminosos foram concretizadas.
A história da “Mercado Livre” é interessante. Em março de 1999, Marcos Galperin, co-fundador do site e CEO, enquanto terminava seu MBA na escola de negócios da Universidade de Stanford escreveu o plano de negócios da “MercadoLivre” e começou a formar uma equipe de profissionais para colocá-la em execução.
O empresário norte-americano fez várias parcerias de negócios e atua em Argentina, Brasil, México, Uruguai, Colômbia, Venezuela, Chile, Equador, Peru, Costa Rica, República Dominicana, Panamá e Portugal.
A empresa utiliza seu site para intermediar os negócios entre vendedores e compradores cobrando “taxas de intermediação” via transferências bancárias eletrônicas. Para isso, utiliza outra empresa do grupo, a “Mercado Pago”.
O problema é que pesam na justiça várias denúncias contra esse grupo empresarial que vão desde contas excluídas sem motivo e retenção de dinheiro da “Mercado Pago” até  usuários que não conseguem realizar contado direto com responsáveis pelo site, pois a empresa resiste ao contato direto com o público consumidor, sejam vendedores ou compradores.
As regras que regem o site limitam-se somente às perguntas pré-estabelecidas que os usuários acessam e que, na maioria das vezes, não esclarecem adequadamente dúvidas referentes aos serviços prestados, provocando conflitos entre vendedores e o site.
Exemplo disso são as taxas criadas e cobradas através do braço financeiro do grupo, a “Mercado Pago”, para desbloqueio de anúncios a fim de que os vendedores continuem a exibir seus produtos no site.
São comuns, também, mensagens aos vendedores exigindo pagamentos por transferência (on-line) via cartão de credito (parcerias da “Mercado Livre” com as operadoras de cartão de crédito) com os seguintes dizeres:
Limite de Vendas – Seus anúncios ativos estão bloqueados, pois você alcançou o limite de vendas determinado por sua trajetória no site. Para continuar vendendo, adicione um crédito em sua conta no valor de R$xx,xx (quantia em Reais)“.
Como se não bastasse, a “MercadoLivre” é um dos sites com mais reclamações de cliente no site de reclamaçõesReclame Aqui.
Desde 2010, são 23.011 reclamações da “Mercado Livre” e 4.094 na “Mercado Pago”. Segundo o site de reclamações, apenas 2 foram resolvidas.
Além disso, como toda empresa que lida diretamente com dinheiro a “MercadoLivre” é constantemente alvo de fraudes praticadas por hackers e pessoas mal-intencionadas. E, diferentemente de bancos, a empresa não se responsabiliza por quaisquer danos causados aos seus clientes.
A “MercadoLivre” também vem sendo acusada de favorecer pirataria, pedofilia, prostituição, venda de produtos roubados ou furtados e de sonegar impostos.
Em ações judiciais, raramente o “Mercado Livre” é absolvido, pois, apesar de, em seus Termos e Condições, estar escrito que a empresa não se responsabiliza pelas negociações, a justiça brasileira têm entendido que quando a empresa cobra do vendedor uma comissão pelo anúncio e intermedeia com regras as negociações, ela é responsável também pelos negócios realizados.
Agora, o currículo desse obscuro grupo empresarial ganha um novo e triste capítulo. O que sobra, é a seguinte questão: até quando essa empresa continuará facilitando a criminalidade sob os olhos inexplicavelmente complacentes das autoridades?

sexta-feira, 12 de junho de 2015

Fracassam tentativas fascistas de “melar” Congresso do PT


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Fracassou tentativa do revoltado-mor e sua milícia fascista de provocarem confronto sério nos atos públicos do PT em Salvador. Durante a quinta-feira (11), Marcello Reis, líder do grupo “Revoltados On Line”, e um grupo de milicianos tentaram gerar violência, mas obtiveram apenas reportagens tendenciosas da Folha de São Paulo e do Estadão.
Apesar de ser escandalosamente clara a intenção do revoltado-mor e sua milícia de provocarem os militantes do PT nas ruas de Salvador e no hotel, naquela cidade, em que acontece o Congresso do partido, reportagens desses jornais colocaram em dúvida essa intenção:
Folha:
“(…) Antes do tumulto, os ministros Edinho Silva (Comunicação) e Miguel Rossetto (Secretaria Geral) afirmaram à Folha que a presença do militante anti-Dilma no hotel era uma provocação ao partido (…)”
Estadão:
“(…) Militantes [do PT] consideraram uma provocação [Marcello] Reis se hospedar no hotel [em que acontece Congresso do PT] e ficar circulando com uma camiseta escrita a palavra impeachment (…)”
Chega a ser cômico os jornais dizerem que os petistas “afirmaram” e “consideraram” que a intenção do revoltado-mor foi provocar. Afinal, houve ou não houve provocação? Há dúvidas de que houve?
Nenhuma das reportagens que os jornais paulistas fizeram na quinta-feira 11 tratou de perguntar ao provocador o que ele foi fazer Bahia no mesmo hotel em que ocorreria o Congresso do PT. O que o tal Marcello Reis foi fazer lá? Viajou a trabalho, por acaso?
Basta ler o perfil do grupo de “revoltados” no Facebook. Lá é dito, com todas as letras, que ele viajou à Bahia para provocar petistas.
Não bastando isso, os jornais omitem que, de acordo com a Constituição, é ilegal promover manifestação contrária no mesmo local em que ocorre outra manifestação anteriormente convocada:
Artigo 5º da Constituição Federal
XVI – todos podem reunir-se pacificamente, sem armas, em locais abertos ao público, independentemente de autorização, desde que não frustrem outra reunião anteriormente convocada para o mesmo local, sendo apenas exigido prévio aviso à autoridade competente;
Ora, o Congresso do PT e os atos do partido em Salvador foram convocados muito antes de paulistas “revoltados” viajarem àquela cidade com a finalidade evidente de tumultuar.
O máximo que os fascistas conseguiram foram alguns empurrões no saguão do hotel Pestana, em Salvador, onde ocorre o Congresso petista. Assista ao vídeo e confira como os próprios petistas formaram um cordão de isolamento ao redor de Reis para impedir que ele atingisse seu objetivo de sofrer agressão.



Como se pode ver no vídeo, a confusão não durou nem cinco minutos.
Já nas cercanias do hotel onde ocorria o Congresso petista, um grupelho fascista tentou provocar petistas que faziam ato público, mas foram contidos pela polícia e tiveram que ficar gritando de longe.
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O revoltado-mor está se fazendo de vítima – com ajuda da Folha e do Estadão –, mas todos sabem que seu grupo, e outros similares, não toleram supostos petistas nem andando na rua, quanto mais se invadissem alguma reunião deles em recinto fechado.
Confira, abaixo, agressão desses fascistas a Guga Noblat, simpatizante do PT e filho do blogueiro tucano Ricardo Noblat. A mulher de Guga foi empurrada pelos fascistas e ele quase foi agredido apesar de levar um bebê no colo.


Apesar do fracasso fascista em tentar causar algum episódio mais grave, é estarrecedor que essa gente possa agir dessa maneira sem que as autoridades tomem providências.
O tal Marcello Reis foi afastado pelos funcionários do hotel em Salvador do espaço em que ocorria o Congresso do PT, mas ele deveria ter sido retirado daquele hotel, já que alardeou publicamente, no Facebook, que pretendia causar confusão no estabelecimento comercial.
Qualquer outro cidadão que se hospedasse em um hotel de bom nível e que começasse a fazer provocações a outros hóspedes seria sumariamente convidado a deixar o estabelecimento. Qualquer pessoa que anuncie publicamente a intenção de ir causar tumulto em algum lugar seria impedida inclusive pela polícia.
Essas ações violentas dos grupos fascistas anti-PT irão provocar a primeira tragédia a qualquer momento. Logo, logo alguém precisará morrer para que as autoridades tomem as providências cabíveis.
A ascensão fascista está soterrando a democracia brasileira. Os frutos disso serão amargos inclusive para quem os semeou. É só esperar.



quinta-feira, 11 de junho de 2015

Agressor de frentista haitiano faz ameaças após ser triturado pelo CQC

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No último sábado, o Blog denunciou que o fanático de ultradireita Daniel Barbosa Amorim,  que agrediu verbalmente frentista haitiano que trabalha em um post de gasolina da cidade gaúcha de Canoas, cumpriu pena de prisão por furto, entre outras complicações com a lei.
A informação foi passada em entrevista a esta página pelo escrivão de Porto Alegre Leonel Radde, quem, após assistir a vídeo da agressão que se espalhou como fogo na internet, lavrou um boletim de ocorrência no 20º Distrito Policial da capital gaúcha.
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Amorim é, também, “administrador” do grupo fascista “Revoltados On Line”, segundo informação postada por esse grupo em seu perfil no Facebook.
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Na última segunda-feira, o programa humorístico da Band Custe o Que Custar (CQC) fez um excelente trabalho jornalístico ao ir ao Rio Grande do Sul entrevistar o frentista agredido e, também, o ex-presidiário Daniel Barbosa Amorim.
Para quem não assistiu ao programa, vale a pena conferir a belíssima reportagem de um programa polêmico cujo conceito entre os analistas sérios nunca foi bom, mas que vem melhorando após a saída do âncora Marcelo Tas.



O que espanta na reportagem do CQC é a postura arrogante e agressiva do ex-presidiário que agride pessoas indiscriminadamente. Por várias vezes ele bateu no peito do repórter que o entrevistou, tentando provocar uma reação e gerar um confronto físico.

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Mas não é só. Além de uma quase agressão física em transmissão de TV veiculada para todo o país, o elemento ainda disparou ameaças retóricas. E ninguém melhor do que o policial que o denunciou à lei pela agressão ao frentista para explicar o caso.
Em seu perfil no Facebook, o policial Radde comenta essas ameaças

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Parece que ainda não caiu a ficha do ex-presidiário e “administrador” do grupo fascista “Revoltados On Line”. Além de sua atitude truculenta ao tocar provocativamente o repórter da Band, ainda insinua que irá processar suas vítimas e quem lhe denunciou o crime.
No vídeo, vê-se uma mulher que acompanhava o ex-presidiário filmando o trabalho do repórter Marcelo Salinas, do CQC, e “ordenando” que a entrevista terminasse.
De qualquer forma, o saldo desse episódio é positivo. A excelente argumentação do repórter da Band expôs toda estupidez do ex-presidiário que ajuda a “administrar” o perfil dos “Revoltados On Line” no Facebook.
A reiterada baboseira desse grupo sobre o Foro de São Paulo foi literalmente triturada pelo repórter da Band. Além disso, ao reconhecer que cumpriu pena por roubo, o ex-presidiário truculento expôs ao país que tipo de gente é esse que tem a ousadia de acusar os outros de corrupção.
Esse é o principal mérito da democracia. Com liberdade de expressão, excessos de gente autoritária, estúpida e antidemocrática como Amorim e seu grupo de “revoltados” podem ser expostos e, aos poucos, o país vai entender que essa gente é perigosa e precisa ser contida.

sábado, 14 de março de 2015

“Revoltados” defendem ditadura durante ato em SP e se dizem “democráticos”


vista do ato
revoltados capa
 Cheguei ao número 901 da avenida Paulista por volta das 11 horas da última sexta-feira 13. A frente da sede da Petrobras na capital paulista estava tomada por balões de gás com a sigla da Central Única dos Trabalhadores (CUT) estampada.
Em terra firme, os primeiros ativistas da CUT a chegar ao local do ato da entidade em defesa da Petrobrás vieram do interior de São Paulo. Eram agricultores do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST).
Ao corresponder a apertos de mão de manifestantes que me reconheceram e disseram-se leitores desta página, senti as peles ásperas e calejadas de pessoas que lutam pela sobrevivência a cada minuto de seus dias extenuantes.
Eis que me vem à mente ameaças de violência contra o MST – entre outros – que vêm circulando pela internet.
cut ameaças
A Central Sindical tomou providências. Grupos de homens grandes e fortes que levavam uma tira curta de pano verde presa ao ombro da camisa garantiram ao blogueiro que a segurança estava a cargo da Polícia Militar, mas era óbvio que estavam ali para a eventualidade de haver confronto físico.
cut seguranças
Todavia, graças ao descumprimento da ameaça do grupo “Revoltados On Line” de ir para o local enquanto a CUT estivesse lá, não houve violência e, muito pelo contrário, o que imperou foi uma alegria quase infantil de manifestantes que cantavam, dançavam e riam.
cut alegria
Mas nem tudo era alegria e alívio por, finalmente, o lado amordaçado pela mídia corporativa poder se manifestar. Havia gente, ali, cujo espírito parecia menos amistoso. Por exemplo, pesquisadores do instituto Datafolha que entrevistaram militantes da CUT que, por sua vez, alegaram terem se sentido pressionados durante as entrevistas.
Segundo relato que me foi passado pela repórter da TV dos Trabalhadores (TVT) que se identificou como Talita, os pesquisadores do Datafolha pareciam querer extrair respostas positivas a perguntas sobre se a presidente Dilma Rousseff está envolvida em corrupção.
Diante dessa informação, o blogueiro tratou de interpelar um dos pesquisadores daquele instituto. Porém, o funcionário do Datafolha empurrou agressivamente a câmera deste blogueiro-repórter enquanto o filmava.
cut datafolha
Outro grupo com jeito e atitudes de poucos amigos foi – ó, que surpresa! – a Polícia Militar. Em primeiro lugar, havia muito pouca polícia. O contingente tinha expressão zangada no rosto e, ao ser inquirido pelo blogueiro sobre o que fazia lá, um soldado disse que sua missão era apenas filmar os manifestantes.
polícia
Em busca de novas emoções, o blogueiro decidiu ir à outra parte da manifestação, que ocorria no vão livre do Masp. Milhares e milhares de professores faziam assembleia para decidir se entrariam em greve, pouco antes de se juntarem às outras categorias filiadas à CUT.
Deliberaram pela greve ao som de uma “sonora vaia a Alckmin”, conforme as palavras da mulher que conduzia o evento do alto de um carro de som.
cut alegria
Infelizmente, entre os professores havia um grupo de militantes do PSTU que destoou da esmagadora maioria dos presentes, que apoiaram o ato da CUT e marcharam até o centro da cidade com as outras entidades filiadas à central sindical.
PSTU
Com essa faixa, a minoria da Apeoesp carimbou o ato da entidade com a sua visão, pois quem passava pelo local via o “nem-nem” do PSTU.
Diante disso, fui procurar alguém da oposição à diretoria da Apeoesp para explicar o que significava aquela faixa.
Descobri que a divergência dos militantes do PSTU com o sentido daquele ato público ia ainda mais longe. Uma jovem professora filiada ao partido chegou a defender, em alguma medida, o ato golpista de domingo, 15 de março, separando os mais golpistas dos supostamente menos golpistas, como se golpismo envolvesse gradação.
Apesar disso tudo, o ato da CUT foi um sucesso. E como uma imagem vale mais do que mil palavras, eis, abaixo, vista aérea do que se passou na avenida Paulista naquela tarde chuvosa de março.
vista do ato
Por volta das 17 horas, a CUT deixou o local para se reunir com os professores que estavam no Masp e, juntos, marcharem até o centro da capital paulista. Pouco depois, cerca de 30 membros do grupo “Revoltados On Line” chegaram à frente do prédio da Petrobras.
Estranhamente, com eles a atuação da Polícia foi muito diferente. Além de não terem sido filmados, havia muito mais policiais e estes se postaram de prontidão junto aos manifestantes, sugerindo que estavam ali para protegê-los sabe-se lá do que, pois ao não fazerem provocações não havia possibilidade de haver confronto.
policia dos revoltados
Só restava mesmo, portanto, entrevistar os “Revoltados”. Apesar de ter feito quatro entrevistas, o vídeo curto que o Blog apresenta, ao fim do texto, só reproduz parte de uma delas porque a bateria da câmera acabou.
O entrevistado se disse ligado ao grupo de “Revoltados” e, apesar de negar inicialmente, acabou admitindo que se o Congresso Nacional não quiser deliberar sobre o impeachment da presidente da República, que venha o golpe militar. Isso após se dizer “democrático”.
Infelizmente, parte muito engraçada da entrevista ficou de fora. Perguntei ao entrevistado o que ele achava de o vice-presidente Michel Temer suceder Dilma caso ela seja derrubada. O “revoltado” não gostou da hipótese e disse que também tentariam derrubá-lo.
Diante do inusitado de alguém pregar que se instale um impeachment crônico no país, perguntei se ele aceitaria que o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, sucedesse Temer; o homenzarrão “revoltado” disse que tentaria derrubá-lo também.
Por fim, perguntei o que ocorreria se o presidente do Senado, Renan Calheiros, assumisse a Presidência. A situação já ficara tão ridícula que o “revoltado” finalmente sorriu. Mas fechou a cara em seguida e disse que talvez o melhor mesmo fosse o golpe militar de uma vez.
Como já não havia mais bateria nem paciência para entrevistar aquela gente, fui-me embora. Caminhei sob a chuva agora fina até o condomínio em que resido, a vários e vários quarteirões de distância.
No percurso para casa, refleti que, de alguma forma, há uma boa dose de semelhança entre o “revoltado” golpista e a jovem, bem-intencionada e equivocada professora que condescende com mentalidade de quem quer dar golpe de Estado “constitucional” ou “tradicional”.
Abaixo, o vídeo que deu origem à narrativa acima.

Fel-lha, #globogolpista e Band! O PiG se afogou no HSBC! Amaury, a casa caiu !

Saiu na Fel-lha (ver no ABC do C Af):

EMPRESÁRIOS DE MÍDIA E JORNALISTAS ESTÃO NA RELAÇÃO


DO UOL

Ao menos 22 empresários do ramo jornalístico e seus parentes, além de 7 jornalistas, estão na relação dos que mantinham contas na agência do HSBC em Genebra, na Suíça, em 2006 e 2007.

Os registros indicam que 14 contas já estavam encerradas em 2007, quando os dados vazaram no escândalo que ficou conhecido como SwissLeaks. Todos os citados foram procurados. Parte negou irregularidades e alguns preferiram não comentar.

Ter uma conta bancária na Suíça ou em qualquer outro país não é ilegal, desde que seja declarada à Receita Federal. Os titulares também devem informar ao Banco Central quando o saldo for superior a US$ 100 mil.

Entre os correntistas do HSBC na Suíça estão ou estiveram pessoas ligadas a algumas das maiores empresas de comunicação do país.

É o caso de Lily de Carvalho, viúva de dois jornalistas e donos de jornais, Horácio de Carvalho e Roberto Marinho. Roberto Marinho (1904-2003) foi dono das Organizações Globo, hoje Grupo Globo. Lily morreu em 2011.

Na relação de correntistas do HSBC em Genebra também constam os nomes de proprietários do Grupo Folha.

Tiveram conta conjunta naquela instituição financeira os empresários Octavio Frias de Oliveira (1912-2007) e Carlos Caldeira Filho (1913-1993). Luiz Frias (atual presidente da Folha e presidente/CEO do UOL) aparece como beneficiário da mesma conta, criada em 1990 e encerrada em 1998. Em 2006/07, os arquivos do banco ainda mantinham os registros, mas a conta estava inativa e com o seu saldo zerado.

O Grupo Folha e a família de Octavio Frias de Oliveira “informam não ter registro da referida conta bancária e manifestam sua convicção de que, se ela existiu, era regular e conforme à lei”.

Quatro integrantes da família Saad, proprietária da Rede Bandeirantes, também detinham contas no HSBC à época, entre eles o fundador da companhia, João Jorge Saad (1919-1999).




Quá, quá, quá !
Os donos da Fel-lha e seu “segurança”, o “repórter” investigativo do UOL, Fernando Rodrigues, montaram durante certo tempo uma fraude: não podiam divulgar o nome dos flagrados no escândalo de lavagem de dinheiro no HSBCporque o Governo não tomava a iniciativa de pegar a lista.
Quá, quá, quá !
Afinal, dizia o “repórter” investigativo do UOL, ter conta no exterior não significa nada.
Desde que o correntista declare no Imposto de Renda.
Deve ser muito provável que certo colonista (no ABC do C Af), da Fel-lha, membro da família Steinbruch se dê ao trabalho de depositar dinheiro num banco especialista em lavar dinheiro e, ao mesmo tempo, confessar ao Imposto de Renda (brasileiro).
É muito provável !!!
Quá, quá, quá !
Depois, a Fel-lha e seu implacável “repórter” investigativo identificaram ladrões envolvidos na Lava Lato e que lavavam HSBC.
A intenção, claro, era derrubar a Dilma.
Fizeram como os delegados aecistas, os procuradores fanfarrões, o Juiz de Guantánamo: aqui não se fala de tucano !
O UOL tinha o monopólio da lista.
Aí, a dona Guevara, dona da lista lá na Europa, e que mereceu generosa correspondência do Amaury Ribeiro Jr, sentiu a batata assar e entregou a lista não à Carta Capital ou à Carta Maior, mas à #globogolpista !
Esperta a dona Guevara…
Entregar à Fel-lha e ao Globo.
E achar que ninguém percebe …
Acontece que a #globogolpista também sentiu a batata assar e começou a revelar uns nomes.
A batata assava.
E se, de repente, o Amaury, que pertenceu à organização (?) da dona Guevara mete a mão na lista toda ?
Foi o que fez o Otavinho, dono da Fel-lha e chefe do “repórter” investigativo.
“Bem, vamos revelar alguns nomes, para não sermos definitivamente desmoralizados”, teria pensado o dramaturgo e ensaista herdeiro da Fel-lha.
E enterrou a notícia lá embaixo, quase caindo pra fora, na página B6 (página par, menos lida que a ímpar), numa seção de nome “Mercado”, que ninguém do Mercado ou fora dele lê.
E fez isso num dia de sábado, o dia da semana em que menos se lê jornal – ou o acessa na internet.
Estão lá o pai do Otavinho, o sócio do pai do Otavinho e o irmão do Otavinho, Luis Frias, que é quem manda, de fato, no UOL, que sustenta Fel-lha.
Mas, segundo a Fel-lha, eles nem sabiam que tinham dinheiro lá.
Gente desatenta, não, amigo navegante ?
Não sabem que tem uma graninha no HSBC da Suíça.
Quá, quá, quá !
A doce Dona Lily, viúva do Dr Roberto Marinho estava lá.
Assim como a família Saad, dona da Bandeirantes, que exibe no Jornal da Band e no Boris Casoy catilinas furiosas em defesa da Moral e Ética !
Já imaginaram se o Boris Casoy pegasse a filha da Dilma na lista do HSBC ?
Com aqueles finos e reveladores lábios, com o timbre de camelô de muambas “made in China”, bradar furioso: “isso é uma vergonha !”
(Embora o Johnny Saad tenha enfiado a faca nos peitos do prefeito Haddad, para conseguir umas “vantagens”.)
Isso é uma vergonha, Johnny !
Só tem um problema nessa “reportagem” da Fel-lha.
Logo na primeira linha diz que “ao menos 27 (ôba !) empresários do ramo jornalístico, além de sete (ôba !) jornalistas estão na relação”…
Sete jornalistas ?
Jornalistas ?
Que jornalistas têm grana suficiente para lavar dinheiro no HSBC ?
Que empresa jornalística pagaria salários tão altos para justificar essa lavagem ?
Mas, a Fel-lha não cita nenhum jornalista.
Que pena !
E quais são os outros empresários ?
É corporativismo da Fel-lha, poupar os amigos de jantar no Fasano ?
Ah, se o Amaury trabalhasse para o Conversa Afiada
A Casa Grande caía.






Em tempo: o excelente repórter Chico Otávio (que sabe da vida do Imaculado Cunha (agora também no ABC do C Af), no Globo, acrescenta alguns nomes do PiG no HSBC:

- Ratinho

- Yolanda Queiroz, da TV Verdes Mares, repetidora da #globogolpista e sogra do senador tucano Tasso tenho jatinho porque posso Jereissati;

- Aloysio Faria, dono do banco Alpha (ex-dono do Real) e do grupo Rede Transamérica de rádio, com US$ 120 milhões !!!;

- José Roberto Guzzo, diretor da Abril e colonista (no ABC do C Af) furioso, direitista do gênero ISIS, no detrito de maré baixa;

(Outro colonista do gênero ISIS, no detrito sólido, um tal de “rola bosta” figura de forma exuberante, na companhia do tucaníssimo Andrea Matarazzo, na lista da Camargo Correia, divulgada pela excelente Conceição Lemes);

- Familia Dines, do Globo e da falecida Manchete;

- Fernando Luis Vieira de Mello, dono da Jovem Pan, também conhecida como “Jovem Ku Klux Pan”, que compete com a CBN, “a rádio que troca a notícia”, para ver quem verte mais ódio contra a Dilma;

- e Mona Dorf, da Ku Klux Pan.


É essa a turma (tudo a mesma sopa, diria o Mino) que vai bater panela quatro anos e perder a eleição em 2018.

Deu nisso, Otavinho: acabar na lista do Ratinho !

Quá, quá, quá !!!

Em tempo2: mas ainda falta a lista do Amaury !

Em tempo3:
 esse Bessinha …


Paulo Henrique Amorim



Otavinho, vem cá, Otavinho ! Traz o Fernandinho ! Vem fazer o DNA !