Mente vazia, oficina do sistema da mídia golpista

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sexta-feira, 29 de julho de 2011

O PONTO A QUE CHEGAMOS:O MUNDO NAS MÃOS DO TEA PARTY

Os republicanos querem manter Obama sob rédea curta e aprovar uma elevação do endividamento público dos EUA suficiente para mais seis meses à base de pão e água. Depois, negociam mais meia cuia de água. Assim por diante, até Obama chegar às eleições de 2012 como um cachorro velho, mudo e sem dente. Um cão arrastado pelo rabo. Mas a extrema direita do partido, meia centena de membros do Tea Party, acha pouco e entornou o caldo da votação do pacote conservador na Câmara, deixando as finanças do mundo de cabelos em pé. O Tea Party quer recolher Obama/'a gastança' na carrocinha e é já. Um clamor uníssino de vozes  cortou a narrativa dominante do Financial Times ao Globo, qualificando os indômitos seguidores de Sarah Palin de demenciais. É preciso cautela. O  Tea Paty pode ser tudo, mas não é um hospício encastoado na alavanca republicana que embalou Bush, concluiu a desregulação das finanças até o colapso de 2008, dizimou o Iraque, retalhou o Afeganistão e agora incendeia a Líbia, entre outras miudezas do ramo. O neonazista norueguês que encravou balas dum-dum nas vísceras de um pedaço da juventude progressista do seu país tampouco é um demente, como querem rapidamente resolver o caso certos veículos e personagens do conservadorismo urbi et orbi. Tea Patty e Andres Behring Breivik  são um produto refinado da história. De anos --décadas--  de ódios e pregação conservadora contra o Estado, contra a justiça fiscal; contra o pluralismo religioso; contra os valores que orientam a convivência compartilhada. Sobretudo, o princípio da igualdade e da solidariedade que norteia a destinação dos fundos públicos à universalização do amparo aos doentes, à velhice, aos desempregados, aos famintos, aos loosers brancos ou negros, nacionais ou imigrantes. Breivik e o Tea Party assimilaram o cânone.  Se agora escapam ao criador, louve-se a competência da madrassa  neoliberal. Na crise, ambos apenas confirmam a esférica densidade da formação que receberam e investem contra a desordem. Com fé no mercado e o dedo no gatilho.
(Carta Maior; 6º feira, 29/07/ 2011)

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Direitistas dos Estados Unidos querem assassinar Assange



Representantes da ultra-direita norte-americana pedem a morte do fundador do sítio WikiLeaks, Julian Assange, por ter divulgado segredos da diplomacia norte-americana.


Thomas Flanagan, assessor do primeiro ministro canadense, Stephen Harper, destilou seu ódio contra o australiano Julian Assange, ao comentar diante das câmeras da televisão CBC que veria com bons olhos o assassinato do fundador da página web.
Botaram a Hilary Nua No Escudo

Creio que Obama deveria usar um drone (avião não tripulado) ou algo parecido, sugeriu o assessor, de origem estadunidense como mecanismo para fazer Assange desaparecer..

Também o ex-candidsato republicano à Presidência dos Estados Unidos, Mike Huckabee, pediu uma condenação à morte para o australiano de 39 anos.

Huckabee, um dos comentaristas mais assistidos da televisão Fox, explicou que pelo dano causado a anos de trabalho da diplomacia estadunidense, e por colocar em perigo vidas ded muitos funcionários, uma pena menor à capital seria demasiado leve.

Também o apresentador da Fox, William O’Reilly, defendeu a execução dos membros de WikiLeaks.

Por sua parte, Sarah Palin, ex-governadora do Alaska e ex-companheira de chapa de John McCain nas últimas eleições presidenciais estadunidenses, comparou Assange com um líder da Al Qaeda.

Fonte: Prensa Latina