Mente vazia, oficina do sistema da mídia golpista

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terça-feira, 15 de março de 2011

O DRAMA JAPONÊS E O PAPEL DO ESTADO: NA CATÁSTROFE, OS MERCADOS RECUAM


 Especial Fome e Desordem Financeira Mundial - Clique para ver o especial 

"A paralisação de boa parte da máquina produtiva do Japão, a terceira economia mundial, espalha dificuldades para toda a rede integrada de fabricação regional asiática, em uma cadeia de consequências que atinge o Brasil. Com a destruição assustadora do nordeste do país, o perigo de mais vazamentos radioativos na usina nuclear atingida pelo terremoto e sem perspectiva de regularização do fornecimento de energia por várias semanas, a Sony, maior exportadora japonesa de eletrônicos de consumo, suspendeu a operação de dez fábricas. A Toyota, maior montadora do mundo, fez o mesmo ..." (Valor).
 "...a catástrofe exigirá, sem dúvida, um imenso gasto público para auxiliar o processo de recuperação, mesmo que isto deprima a economia japonesa e reduza a arrecadação fiscal..." (Paul Krugman; NYT)

(Carta Maior; 3º feira, 15/03/2011)

segunda-feira, 14 de março de 2011

Se fosse no Brasil...



SEGUNDA-FEIRA, 14 DE MARÇO DE 2011


O locutor da emissora de rádio paulistana que comentava, na sexta-feira de manhã, a tragédia no Japão, não se fez de rogado e puxou o assunto para os seus companheiros de programa:
-  Só 300 mortos. Se fosse no Brasil...
Aí se seguiu uma série de disparates que mostra quanto mal fez aos brasileiros esses anos todos em que o país viveu como uma colônia americana, como o primo pobre que só sabe lamentar a sua triste situação e invejar os feitos do parente afortunado.
Se fosse no Brasil...
É incrível como ainda existem pessoas capazes de ignorar que o Brasil já deixou para trás a sua condição de pobre coitado e hoje é respeitado mundialmente, em todas as áreas. 
É incrível como parte de nossa imprensa ainda se apega a chavões e mentiras para manter a auto-estima do povo lá embaixo, cultivando a "síndrome do vira-lata" de maneira incessante.
Se fosse no Brasil...
Ora, tragédias como as que se abateram no Japão e na região serrana do Rio de Janeiro não podem sequer ser comparadas, pois são de natureza completamente distintas.
A única semelhança entre ambas é o fato de que são incomensuravelmente maiores que a capacidade do ser humano de prevení-las. No Japão ou no Brasil ou em qualquer parte do mundo.
Eventos como esses devem, isso sim, servir como exemplos para que o homem reflita sobre os rumos que impõe à sua vida miserável neste planeta, para que compreenda as suas limitações e repense sobre os terríveis erros que vem cometendo século após século.
São avisos que a natureza dá. Ouve quem quer ouvir. 

Comentários do apedeuta.

Curtindo um pouco a vida, peguei estrada aqui no RS, e fui ver 
as lindas regiões por aqui. 
Comecei bem cedo , as 6:00 já estava na estrada , sintonizo 89.30 Mhz , acho que trans-américa, não tenho certeza. Quando olhei para o relógio , já passavam das 13:00 , e até aquela hora , ..............não havia ouvido nenhuma música em português , seja lá qual for , nada.......
Alguém que leia estas mal traçadas linhas poderia me perguntar , qual o motivo de não mudar a estação.
Viajei mais de 6 hs , era a única que pegava por onde eu estivesse. Coincidência?
Seguindo , estava perto da região de Cambará do Sul , lindíssima, entra o locutor da rádio, com a pérola, entre as  músicas.
"Brasil foi o país  que mais apresentou problemas em relação ao fornecimento de energia no ano de 2010. Os três grandes apagões , demonstraram as fragilidades do sistema"....
Desisti e continuei a viajem sem música mesmo.



terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Economia mundial vai bombar. Manda bala, presidenta !


O tsunami engoliu a urubóloga; e Jim surfou
Informações esparsas extraídas da recente cobertura do New York Times para a visita do líder chinês Hu Jintao, aos Estados Unidos.

A economia chinesa cresceu 10,2% em 2010.

A economia chinesa deve acrescentar US$ 1 trilhão ao PIB em 2011.

E’ como produzir uma Inglaterra, por ano. 

Na última década, a China produziu TRÊS Inglaterras.

“A noção de que a China cresce ás custas do resto do mundo está três anos atrasada. O crescimento da China da’ aos Estados Unidos a chance de se recuperar muito mais rápido. “

Clique aqui para ler “Caças – Dilma pode mudar o jogo”.

“Ainda por um bom tempo, a maré de crescimento da China vai continuar em alta e os investidores deveriam anotar isso: alguns vão ficar mais ricos, antes.

“Os investidores podem se beneficiar da maré chinesa e investir em empresas que estejam na China.”

Essas observações são de Jim O’Neill, o economista do banco Goldman Sachs, citado pelo NY Times e que, dez anos atrás, criou o acrônimo BRICs para popularizar a ideia de que Brasil, Rússia, Índia e China formarão, breve, um bloco econômico mais forte que o G-7.

Quando veio o tsunami de 2008 e a urubóloga Miriam Leitão anunciou o desaparecimento do Brasil e de Lula da face da Terra, Jim  previu o fenômeno do “descasamento”.

Os países ricos iam cair em “U” – bruscamente e ficar muito tempo lá embaixo.

E os BRICs iam cair em “V “- cair e subir rápido.

Foi a marolinha do Lula.

Tragada pelo tsunami foi a ideologia derrotista da urubóloga.

Hoje saiu a notícia de que o FMI prevê um crescimento robusto para a economia mundial.

Presidenta, manda bala !

E paga um salário mínimo que deixe o Paulinho da Força feliz !

FMI prevê que economia global crescerá 4,4% em 2011

DA EFE

O FMI (Fundo Monetário Internacional) divulgou a previsão de que a economia global crescerá 4,4% este ano, dois décimos acima do projetado há três meses, graças a uma atividade melhor do que a esperada na reta final de 2010.

As novas projeções apontam um crescimento global de 4,5% em 2012.

Em linha com o mencionado em outras ocasiões, o FMI lembrou nesta terça-feira que a recuperação em andamento tem duas velocidades, com os países emergentes à frente do pelotão e os avançados em um distante segundo lugar.

O Fundo, que publicou nesta terça-feira a versão atualizada do seu relatório semestral “Perspectivas Econômicas Mundiais”, destacou que nas economias avançadas a atividade desacelerou menos que o esperado.

Paulo Henrique Amorim