Mente vazia, oficina do sistema da mídia golpista

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segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Dilma tritura a Urubóloga Sem banco público não tem Minha Casa, Plano Safra e metrô !




A Presidenta Dilma Rousseff foi ao Mau Dia Brasil e passou com um trator cima dos números e da doutrina neolibelês da Urubóloga.

Foram 30 minutos de massacre.

Dilma começou por mostrar que foi a Polícia Federal do Governo dela quem descobriu os malfeitos do Paulo Roberto Costa, que estava há 30 anos na Petrobras.

Que no Governo dela não tem engavetador.

O Paulo Roberto era diretor da Gaspetro no tempo do FHC (quando o engavetador engavetava … – PHA).

Ana Paula Poeta (revisor, por favor, não toque !) atirou com uma Uzi: ah !, mas a senhora faz uma campanha do “medo”.

“Medo” ? Está tudo no programa dela, disse a Dilma  – (dela a gente sabe quem é … – PHA).

Banco Central independente significa instalar um quarto poder na Praça dos … Quatro Poderes, disse a Dilma.

(É o sonho neolibelês – substituir o Executivo e o Legislativo por um Banco Central camarada, sob a batuta do Itaúúú– PHA).

Está no programa dela reduzir o papel dos bancos públicos.

Ah, é ?, perguntou a Dilma.

Sem os bancos públicos não tem Minha Casa Minha Vida, porque, na faixa mais baixa, o subsidio é entre 90% e 95%.

O banco privado vai topar ?

Sem o banco público não tem o Plano Safra de R$ 156 bilhões para a agricultura, em que R$ 134 bilhões são a juros negativos !

Não tem obra de infra-estrutura a 30 anos de prazo …

“Ela” também é contra a indústria nacional, porque é contra o “conteúdo local”.

A certa altura, a PhD pela Universal Municipal de Caratinga, sub-sede da Chicago University, disse que os argumentos da Presidenta “não faziam sentido.”

Travou-se, então, uma discussão sobre a estrutura dos bancos centrais e a situação da economia mundial.

A PhD por Caratinga demonstrava que o mundo está uma maravilha e o Brasil é um desastre retumbante.

O Chile !, ela cita !

Mas, o Chile, Urubóloga ?

O Chile é do tamanho do Rio Grande do Sul – PHA.

O tempo todo a Presidenta tentava concluir o raciocinio: “deixa eu continuar, se não, é impossível”, “o debate é  comigo, não”?

Mas, como demonstrou o Lula, os pigais (ver o ABC do C Af) merválicos (idem no ABC) agora fazem perguntas para que eles mesmos respondam, porque o importante são eles e, não, o coitado do entrevistado (especialmente se for a Dilma.)

Dilma explicou que está numa estratégia defensiva, à espera da recuperação dos Estados Unidos e da China, quando, então, a economia brasileira pode entrar numa outra fase, de menos estímulos para voltar a crescer.

O Brasil tem uma das menores dívidas do mundo.

(Como se sabe, o queridinho da PhD de Caratinga quebrou o Brasil três vezes, tirou os sapatos e, descalço, de pires na mão, foi ao FMI.)

A Dilma enfatizou que, enquanto há 100 milhões de desempregados no mundo, o Brasil tem uma taxa de desemprego – 5% – que equivale a pleno emprego.

O Brasil preservou, em plena crise, o emprego, a renda e o investimento !

E a Urubóloga que, como o Renato Machado, adora o “Reino Unido”, tentava enaltecer os “métodos” neo-libelês que lá fracassaram.

A erudição da Urubóloga sobre a “situação do mundo” não ultrapassa as páginas de O Globo …

A Petrobras já se recuperou, bradou a Dilma.

E isso terá um papel decisivo na recuperação do Brasil, disse.

A Petrobras bate records de produção, com 2,3 milhões de barris/dia.

O pré-sal – que maravilha !, viu Bláblá ? – já produz 530 mil barris/dia.

A Petrobras vai resolver o problema que ela mesma tinha criado no passado: o do déficit externo.

E o pré-sal e o petróleo vão investir maciçamente na Educação: 75% dos royalties e 75% dos resultados do pré-sal vão para a Educação.

Ai a PhD de Caratinga tentou demonstrar que os estudantes – 8 milhões das 436 escolas do Pronatec – estão, na verdade, desempregados.

Como se sabe, nos sombrios tempos do Farol de Alexandria e seu Ministro da (des)Educação, Paulo Renato de Souza, era proibido abrir escola técnica …

E o Pronatec foi, precisamente, uma forma de reforçar o ensino médio, já que o pobre não pode cumprir um currículo de 12 matérias com a premente necessidade de ajudar a família com salário.

(Rediscutir os currículos é um desafio, disse a Presidenta.)

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De novo, as estrelas globais tentaram assumir o papel de protagonistas. (Clique aqui para ver o que ela fez com Ataulfo e o Noblat.)

A Urubóloga é um exemplo caricato.

Em alguns anos de carreira, ela não produziu um furo.

Não introduziu uma ideia nova no debate da Economia.

Não contribuiu com um grama de originalidade na forma de levar a Economia ao grande publico.

O que ela tem é inserção na mídia.

A exibição que os filhos do Roberto Marinho – eles não têm nome próprio – lhe concedem.
Urubóloga e o Jabor são duas heranças que o Evandro Carlos de Andrade deixou aos filhos do Roberto Marinho.

Um prodíjio !, diria o amigo navegante.

A Urubóloga tem o talento do monopólio da Globo – do Mau Dia Brasil, ao Globo – quem sabe da vida dele é o Garotinho – , CBN, a rádio que troca a noticia, e os portais da Globo na internet.

Sem isso, ela é o que é: o melhor que o pensamento neolibelês conseguiu produzir no Brasil.


Em tempo: o William Traaack (ver o ABC) cortou os pulsos. A Dilma só não foi ao programa dele …
 
Paulo Henrique Amorim

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Um petardo nos urubus: faturamento e emprego sobem forte na indústria

petardo


Vocês recordam que os “sabidos” da economia, depois que saiu o resultado do PIB do segundo trimestre, muito acima do que esperavam, reagiram dizendo que o terceiro trimestre ia ser um desastre.
Pois bem, de O Globo, agora há pouco:
“A atividade na indústria mostrou expansão em agosto, segundo pesquisa divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) nesta quarta-feira. Entre seis analisados, apenas um recuou em agosto na comparação com julho, a Utilização da Capacidade Instalada (UCI). A CNI destacou, ainda, o crescimento do emprego na indústria em agosto, pela terceira vez seguida. Comparado com o mesmo mês do ano anterior, o indicador tem alta de 2,0%, ritmo de expansão que não acontecia desde 2011.
A queda da utilização da capacidade instalada, única nota dissonante, é reflexo de estoque ainda relativamente alto e, sobretudo, do fato de ainda serem muito contidas as expectativas de bom desempenho futuro da economia.
Fui até a pesquisa e trago os detalhes, transcrevendo:
fatFaturamento real
Faturamento alcança o maior nível do ano
• O faturamento real dessazonalizado cresceu em agosto 3,4% em relação ao mês anterior;
• Com o resultado, o indicador alcançou o maior patamar do ano;
• Em comparação a agosto do ano passado, o faturamento é 1,3% superior.
hotrabHoras trabalhadas na produção
Horas trabalhadas voltam a crescer no mês
• As horas trabalhadas continuam alternando entre queda e crescimento mês a mês;
• Em agosto, o indicador dessazonalizado cresceu 1,3%, em comparação ao mês anterior;
• Esse nível é 1,2% inferior ao observado em agosto de 2012.
empEmprego
Avanço expressivo do emprego em agosto
• Em agosto o emprego dessazonalizado cresceu 0,8% frente ao mês anterior;
• Essa foi a terceira expansão consecutiva do indicador dessazonalizado;
• Indicador é 2,0% maior que em agosto do ano passado.
massalMassa salarial real
Emprego sustenta o crescimento da massa salarial.
• Em agosto, a massa salarial real (dessazonalizada) avançou 0,3%, em comparação ao mês anterior;
• Indicador alcançou o maior nível do ano;
• Em comparação ao mesmo mês do ano anterior, o indicador é 2,9% superior.

Por: Fernando Brito

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

“MARINA LEITÃO”, A NOVA URUBÓLOGA Comentário neolibelê (*) não foi da Miriam Leitão. Foi, sim, da Bláblárina Silva.

Saiu no Tijolaço:

SURGE UMA NOVA URUBÓLOGA: “MARINA LEITÃO”



“No aspecto do controle da inflação: temos o risco de retorno da inflação. Temos um problema que sinaliza uma série de dificuldades que comprometem alguns dos instrumentos mais importantes para o equilíbrio, que são o tripé meta de inflação, câmbio flutuante e superávit primário”.

O comentário não é da Miriam Leitão, é da candidata Marina Silva, na entrevista que deu à Folha, hoje.

Questionada se a questão econômica não seria o ponto fraco de sua candidatura, disse que a ideia de sustentabilidade a tornou preparada em economia. E defendeu, tintim por tintim, a agenda econômica liberal, numa avaliação que podia ser subscrita integralmente, por qualquer economista tucano.

Marina, infelizmente, se junta ao coro catastrofista, tentando assustar as pessoas com um perigo de uma explosão inflacionária que não existe, mas que serve para justificar as pressões pelo aumento dos juros, inibe os investimentos públicos e rema contra expansão da economia, da produção e do emprego.

Se Marina criticasse o Governo Dilma por se aferrar demais aos preceitos neoliberais que, há quase 20 anos, vêm manietando este país, se falasse no absurdo que é a economia dos países centrais nos envolver no torvelinhos de seus fluxos de capital especulativo, se falasse ao menos, desse uma palavrinha contra este escândalo que é a tentativa de controle de nossas riquezas petrolíferas pela espionagem, ou sobre a discriminação aos médicos estrangeiros e a crueldade que é querer privar o povo pobre de assistência médica…

Mas nada, nadinha…

Marina, de olho no vácuo criado na direita pela fraqueza de Aécio Neves e pelo expurgo de José Serra, tirou de vez a indignação social de seu discurso, substituindo-a por um discurso afetado, udenista, moralista e…frio, extremamente frio.

O Brasil já teve muitos governos de gente fria, sem emoções. Se a paixão não resolve tudo, a falta dela não permite resolver nada.

Das profundezas da floresta acreana, de uma vida de dificuldades e discriminações, surge uma Marina Silva que ficou igual a todos eles.

E, portanto, querendo ou não, servindo aos mesmos propósitos.

Por: Fernando Brito 



Clique aqui para ler “Criador do BRICs confirma: Urubologia domina o PiG”.


(*) “Neolibelê” é uma singela homenagem deste ansioso blogueiro aos neoliberais brasileiros. Ao mesmo tempo, um reconhecimento sincero ao papel que a “Libelu” trotskista desempenhou na formação de quadros conservadores (e golpistas) de inigualável tenacidade. A Urubóloga Miriam Leitão é o maior expoente brasileiro da Teologia Neolibelê.

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Dilma mergulha o país na recessão novamente

Vítima da Dilma

Mais uma vez desprezando os conselhos e as advertências de Míriam Leitão, a usurpatriz-mór do país consegue piorar o que já estava ruim, mergulhando o Brasil mais uma vez na pesada recessão econômica retumbante e avassaladora. Novamente vez a incompetência feminina petista triunfa pela força das armas em meio aos homens de bem, espalhando a miséria, o terror e a desesperança por todos os lados. Pais de família ficarão desempregados, empresários fecharão seus negócios, capitães de indústria irão à bancarrota, os homens de bem não mais deixarão Miami para visitar esta terra, enfim, as trevas continuarão a dominar os céus, com os verdugos do PT assolando nossa Pátria.
campa fria
Infelizmente, com este desgoverno dilmístico, qualquer gripezinha lá fora se transforma em uma bronco-pneumonia dupla por aqui, sintoma da fase terminal que a nação doente entrou, restando somente a campa fria para o repouso final das vítimas do lullodilmismo atroz, essas pobres almas que não possuem Bombardier Global Express

terça-feira, 10 de maio de 2011

Carestia faz povo brasileiro sofrer com falta de víveres


Mirião
Contra o monstro da inflação só os conselhos da Míriam Leitão
Com a hiperinflação assolando a nação, o povo já sofre as consequências terríveis da alta dos preços, do descontrole inflacionário ocasionados pela incompetência dos petistas no governo do país. A miséria veio se instalar no seio das famílias brasileiras, talvez de forma definitiva, dado as dimensões colossais dos danos econômicos que a escalada dos preços traz para os menos favorecidos. É o fim, a derrocada final por culpa daqueles que se recusaram a ouvir as análises e prognósticos da grande jornalista econômica Míriam Leitão.
Os brasileiros sofrem, as panelas estão vazias, nunca se comeu tão pouco, os supermercados estão às moscas pois a população não tem dinheiro para pagar os altos preços dos víveres alimentícios, o prato principal de milhões tem sido a fome e a inanição. Bastou uma década de domínio comunista para que o Brasil chegasse a esta triste situação, onde o bolchevismo econômico impera distribuindo pobreza e miséria para todos os lados. O fato é que vamos cada vez pior nas mãos marxistas daquela mulher que usurpa a presidência da República.
Só nos resta agora rezar para que São João Paulo II, tenaz combatente do comunismo ateu, nos salve permitindo que FHC e sua equipe de homens bons mais uma vez livre o país do inferno financeiro que Lula nos empurrou.

sexta-feira, 29 de abril de 2011

O que é bom para americano é ruim para o Brasil?


A colunista Miriam Leitão, em seu comentário de hoje na CBN, insiste que é apenas “política” e “pressão do Governo” .
Ela própria, porém, mostra como “política” e “oposição ao Governo”  é o seu jornalismo.
Ela diz que o consórcio vencedor foi “montado dentro do Palácio do Planalto” e que a Vale fazia parte de outro.
O vencedor tinha 49,98% de participação estatal. O perdedor, “apenas” 49%.
O controle do grupo vencedor, de toda forma, seria estatal, já que a Eletronorte anunciou previamente sua decisão de participar com 30 a 35% do negócio.
A diferença entre as propostas dos dois consórcios foi estreita: 5%.
E a participação da Vale no grupo derrotado era de 12,75%.
Maior, portanto, do que a que fará agora, limitada a 9%.
E a Vale, com diversas unidades produtoras próximas a Belo Monte não tinha interesse no projeto? Entrou agora só para “agradar” o Governo? E antes, porque tinha entrado – até com mais dinheiro – na disputa?
O curioso é que a participação em Belo Monte elevará a autossuficiência energética da Vale para 63% de seu consumo.
Menos que os 70% de autossuficiência que a americana Alcoa está atingindo com a recente entrada em operação da Usina de Estreito, entre o Maranhão e Tocantins, da qual a Vale também é sócia.
O presidente da Alcoa América Latina e Caribe, Franklin Lee Feder, que  é um americano que vive no Brasil há 50 anos, comemorou ter alcançado este índice:
“É um marco histórico para a Alcoa. Estamos felizes por esta conquista e por saber que muito em breve teremos 70% de autossuficiência energética em nossas operações. Todos os esforços que temos feito nesse sentido estão refletidos neste importante resultado”.
O senhor Feder, nascido nos Estados Unidos e presidente de uma multinacional, não é um esquerdista e, como todo executivo, gosta de lucros. Mas, como você pode ver no vídeo acima, tem um julgamento melhor sobre o Brasil do que o de Roger Agnelli. E que o de Miriam Leitão e muitos colunistas econômicos

terça-feira, 19 de abril de 2011

Mau Dia, Brasil!


APOCALIPSE, JÁ!!!

A escatológica porta-voz do fim do Brasil como nação, ainda continua calada a respeito de uma das suas “abalizadas” opiniões sobre a ingerência do supremo Gilmar Mendes (cria do FHC) numa empresa privada do banqueiro Daniel Dantas. Aliás, a “urubóloga” (blogs imundos!) discorre e faz previsões precisas até sobre o acelerador de partículas que ela diz que tem a finalidade de descobrir como Fernando Henrique criou o Universo.

Não acerta uma...

Recentemente, Leitão teceu críticas ao governo Dilma, porque o governo federal, como legítimo acionista da mineradora Vale, se interessou pelo destino da empresa, participando da escolha do sucessor de Roger Agnelli, o queridinho da imprensa golpista desde 2001, quando a Vale foi presenteada pela privataria FHC/que diz que foi o Serra/que diz que nem tinha nascido.

Pois bem. Em 2002, aconteceu algo muito mais surreal, conforme foi publicado na revista da Globo - Época revela que a AGU, sob Gilmar Mendes, advogou para Daniel Dantas.

O governo FHC privatizou as empresas de telefonia em 1998, seguindo a cartilha neoliberal de destruição do Estado brasileiro, alegando que não deveria atuar onde a iniciativa privada tivesse interesse.

Mas, em 2002, sob a batuta do então advogado geral da União, Gilmar Mendes (ELE MESMO, o mercador de habeas corpus!), a Advocacia Geral da União (AGU), sustentada com dinheiro público para atuar em causas públicas, resolveu prestar assistência advocatícia em uma causa do interesse do banco Opportunity de Daniel Dantas, em uma disputa societária exclusivamente privada na Telemig, uma empresa privatizada, que FHC dizia não ser da alçada do governo.

Diferente da mineradora Vale, onde o governo é grande acionista por intermédio do BNDES, a disputa na Telemigera entre dois grupos privados: o Opportunity contra o grupo canadense ITW.

E agora? O que tem a dizer Miriam Leitão?

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Calma, Miriam ! Internet e celular não fazem revolução


Trotsky, Lenine e Stalin não saíam do celular

Este ansioso blogueiro teve a infelicidade de assistir ao Bom (?) Dia Brasil, esta manhã.

(Não seria gentil desligar a tevê da cozinha …)

E viu, perplexo, a urubóloga Miriam Leitão exibir um gráfico sobre a venda de celulares no Egito.

Um espanto.

O Renato e a Renata pareciam diante de um milagre de Fátima !

A venda de celulares aumentou vertiginosamente – como em todos os cantos do mundo, inclusive no Brasil.

Logo, a revolução !

A revolução americana de 1776, a Francesa de 1789 e a Bolchevique de 1917 – algumas revoluções de razoável consequência – dispensaram a internet e o celular.

Não consta que Lenine ou George Washington mobilizassem forças e traçassem estratégias com a ajuda do twitter.

No Irã, onde se diz que houve uma profusão de torpedos, os torpedos deram n’água.

Não fizeram revolução nenhuma.

Quem estava lá, lá ficou.

Essa fetichização da tecnologia não passa de papo furado de conservador para desqualificar movimentos populares.

O Mubarak não vai cair por causa dos celulares da urubóloga.

Ele vai cair porque a galera foi para a rua.

E iria com ou sem os celulares de urubóloga.

Essa fetichização é um merchandising da Indústria da Telecomunicação.

A TIM e a Vivo deveriam patrocinar o Bom (?) Dia Brasil.

(Recomenda-se a Globo não aceitar o patrocínio da BrOi, porque lá na Bahia o pessoal tem uma certa implicância com a BrOi.)

Mark Zuckerberg, o quindim de Iaiá da TIME, que o escolheu o Homem do Ano, ficou muito feliz com a “revolução” da urubóloga.

Se ele é capaz de derrubar o ditador do Egito (não sem, antes, obter a aprovação do Departamento de Estado) o que mais ele poderá fazer ?

Ele poderá vender esse “poder” miraculoso a meia dúzia de anunciantes.

A capa da TIME revela que o Facebook hoje tem os maiores anunciantes convencionais dos Estados Unidos – da Proctor and Gamble, à Nike e ao Viagra.

Já imaginou ?

O Zuckerberg oferecer num mesmo pacote, com bonificação de volume,  “Viagra + derrubar o rei Abdullah da Arábia Saudita” ?

Quem sabe WPP, a maior agencia de publicidade do mundo, não compra isso ?

E repassa aos dois gênios do Google ?

Faz parte da pseudo ingenuidade do pensamento conservador imaginar que a “ciência é neutra”.

Que a tecnologia é neutra.

Os neoliberais, por exemplo, pregavam que o Banco Central é “neutro”.

É tudo a mesma “teologia”.

Agora, celular faz revolução.

Daqui a pouco o jornal do Murdoch para Ipad, The Daily, vai vender à Chevron um anúncio com a promessa de derrubar o Chávez.


Paulo Henrique Amorim

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Com Nunca Dantes, indústria é record de 24 anos


O Nunca Dantes dá de 10 x 0 no Salieri

Saiu no G1:

Produção industrial fecha 2010 com crescimento de 10,5%, diz IBGE


Essa foi a maior alta anual verificada desde 1986, segundo a pesquisa. Em dezembro, na comparação com novembro, houve recuo, de 0,7%.


Do G1, em São Paulo


A produção industrial no país recuou 0,7% em dezembro, em relação a novembro, depois de ficar praticamente estável nos últimos quatro meses, e fechou 2010 com crescimento de 10,5%, segundo levantamento divulgado nesta quarta-feira (2) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). De acordo com a pesquisa, o resultado fechado do ano reverteu a queda de 7,4% verificada em 2009.


Segundo o IBGE, essa é a maior expansão anual da produção industrial observada desde 1986, quando o crescimento registrado fora de 10,94%. Segundo o IBGE, sua base de dados relativos à pesquisa industrial existe desde a década de 1970.


Neste ano

Os primeiros seis meses de 2010 registraram crescimento mais expressivo (16,2%) do que o verificado no semestre seguinte (5,6%), na comparação com o mesmo período de 2009, “reflexo não só da baixa base de comparação, decorrente dos efeitos da crise econômica internacional no final de 2008, mas também do menor dinamismo do setor industrial no último trimestre de 2010 (3,3%)”, disse o IBGE, por meio de nota.


No fechamento de 2010, foi verificado perfil generalizado de crescimento, 25 dos 27 setores registrando crescimento. As maiores influências partiram de dos setores de veículos automotores (24,2%) e de máquinas e equipamentos (24,3%). Em seguida, aparecem metalurgia básica (17,4%), indústrias extrativas (13,4%), outros produtos químicos (10,2%), produtos de metal (23,4%), alimentos (4,4%), borracha e plástico (12,5%) e bebidas (11,2%).


(…)

Navalha
O Governo do Nunca Dantes faz assim um trabalho de preparação para o triunfal programa do PSDB, esta semana no horário eleitoral.
Antes disso, por causa do IBGE, ele cortará os pulsos.




Em tempo: a urubóloga Miriam Leitão vê defeito no record do Nunca Dantes.

Foi uma decepção, chora ela, no Twitter.


Paulo Henrique Amorim

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Economia mundial vai bombar. Manda bala, presidenta !


O tsunami engoliu a urubóloga; e Jim surfou
Informações esparsas extraídas da recente cobertura do New York Times para a visita do líder chinês Hu Jintao, aos Estados Unidos.

A economia chinesa cresceu 10,2% em 2010.

A economia chinesa deve acrescentar US$ 1 trilhão ao PIB em 2011.

E’ como produzir uma Inglaterra, por ano. 

Na última década, a China produziu TRÊS Inglaterras.

“A noção de que a China cresce ás custas do resto do mundo está três anos atrasada. O crescimento da China da’ aos Estados Unidos a chance de se recuperar muito mais rápido. “

Clique aqui para ler “Caças – Dilma pode mudar o jogo”.

“Ainda por um bom tempo, a maré de crescimento da China vai continuar em alta e os investidores deveriam anotar isso: alguns vão ficar mais ricos, antes.

“Os investidores podem se beneficiar da maré chinesa e investir em empresas que estejam na China.”

Essas observações são de Jim O’Neill, o economista do banco Goldman Sachs, citado pelo NY Times e que, dez anos atrás, criou o acrônimo BRICs para popularizar a ideia de que Brasil, Rússia, Índia e China formarão, breve, um bloco econômico mais forte que o G-7.

Quando veio o tsunami de 2008 e a urubóloga Miriam Leitão anunciou o desaparecimento do Brasil e de Lula da face da Terra, Jim  previu o fenômeno do “descasamento”.

Os países ricos iam cair em “U” – bruscamente e ficar muito tempo lá embaixo.

E os BRICs iam cair em “V “- cair e subir rápido.

Foi a marolinha do Lula.

Tragada pelo tsunami foi a ideologia derrotista da urubóloga.

Hoje saiu a notícia de que o FMI prevê um crescimento robusto para a economia mundial.

Presidenta, manda bala !

E paga um salário mínimo que deixe o Paulinho da Força feliz !

FMI prevê que economia global crescerá 4,4% em 2011

DA EFE

O FMI (Fundo Monetário Internacional) divulgou a previsão de que a economia global crescerá 4,4% este ano, dois décimos acima do projetado há três meses, graças a uma atividade melhor do que a esperada na reta final de 2010.

As novas projeções apontam um crescimento global de 4,5% em 2012.

Em linha com o mencionado em outras ocasiões, o FMI lembrou nesta terça-feira que a recuperação em andamento tem duas velocidades, com os países emergentes à frente do pelotão e os avançados em um distante segundo lugar.

O Fundo, que publicou nesta terça-feira a versão atualizada do seu relatório semestral “Perspectivas Econômicas Mundiais”, destacou que nas economias avançadas a atividade desacelerou menos que o esperado.

Paulo Henrique Amorim

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

“Batom na cueca”: porque a Míriam Leitão segue o Serra no twitter?


Porque Míriam segue o Serra no twitter?
A pergunta ganha relevância quando se constata que ela segue apenas 8 pessoas no twitter.
Dessas 8, apenas um ex-candidato a presidente e logo quem?
O José Serra, ex-desgovernador tucano do Estado de São Paulo.
Se ela é tão democrata, como diz, porque não segue a Dilma também? E a Marina Silva?
Afinal, no seu perfil, Leitão se define como "Economista, comentarista de rádio e TV, jornalista, mulher"
Que raios de mulher feminista é essa que não segue as duas principais lideranças políticas mulheres do país?
Porque segue apenas o machista do Serra que, inclusive, a destratou duas vezes em debates da rádio CBN?
Isso é o que, no popular machista, se chama “batom na cueca“…
By: FBI

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Miriam Leitão é ignorante ou máu-caráter?


Nassif não fala por questões profissionais, mas esses "erros" da srta. PIG são inaceitáveis em qualquer pessoa alfabetizada. Ninguém precisa estudar economia para entender conceitos tão básicos.

Se a srta. PIG não entende isso é completamente analfabeta, se entende é extremamente desonesta. Não há outras alternativas.

Os erros no diagnóstico da economia
Coluna Econômica

Ouvi ontem, na rádio CBN, considerações de minha colega Miriam Leitão sobre déficit público. São análises algo equivocadas, que acabam por confundir a opinião pública.

1º Tema – há uma discussão sobre dívida bruta e divida líquida. A Fazenda trabalha com o conceito de dívida líquida, descontando da dívida bruta o valor das reservas cambiais e de outros ativos líquidos. Miriam diz que é bobagem porque as reservas podem se evaporar na primeira crise cambial. Ora, evaporando-se, a dívida líquida ficará menor.

Entenda o raciocínio.

Momento 1 - O Banco Central adquire, digamos, US$ 100 milhões a uma taxa de R$ 1,70. Para tanto, vende R$ 170 milhões em títulos no mercado. Ficará com US$ 100 milhões a mais nas reservas e R$ 170 milhões a mais na dívida bruta.

Momento 2 – há uma fuga de recursos e o dólar vai a, digamos, R$ 2,00. O BC pega os US$ 100 milhões e vende no mercado. Apura R$ 200 milhões, resgata os R$ 170 milhões de títulos vendidos e tem um lucro de R$ 30 milhões com a operação – que abaterá da dívida bruta.

Momento 3 - Mais ainda. Supondo que as reservas foram adquiridas a um custo médio de R$ 1,75 por dólar, se o dólar chegar a R$ 2,00, o BC terá um lucro fiscal correspondente ao total das reservas (US$ 250 bi) vezes a diferença de R$ 0,25 por dólar. Ou R$ 62,5 bi.

***

2º Tema – diz a Miriam: a Fazenda fala que a dívida pública caiu, mas é falso. A dívida continua aumentando. O que ocorreu foi uma redução da relação dívida pública/PIB porque o PIB cresceu.
Vamos entender melhor.

Imagine que você tenha uma empresa que fature R$ 1 milhão por mês, um lucro de 10% sobre o faturamento (R$ 100 mil mensais) e uma dívida de R$ 2,5 milhões. A dívida corresponderá a 25 meses de lucro. Aí a empresa investe, dobra o faturamento para R$ 3 milhões mensais, o lucro para R$ 300 mil mensais e a dívida para R$ 3 milhões. A dívida aumentou. Só que serão necessários apenas 10 meses de lucro para cobrir a dívida.

Em termos de crédito, a situação da empresa piorou ou melhorou? É óbvio que melhorou.

Com países se dá a mesma coisa: o que interessa, na avaliação do endividamento, é a proporção sobre o PIB (o conjunto de riquezas geradas pelo país). Se a dívida aumenta em termos nominais, mas cai em termos percentuais, eu, você, o FMI e o banco Mundial considerarão que a situação do país melhorou.

***

Por trás dessa discussão, há questões mais profundas, relacionadas à própria condução da política econômica.

Quando se aposta no crescimento, há recuperação do mercado de trabalho, melhorando a arrecadação da Previdência; há aumento na receita tributária, sem necessidade de aumentar as alíquotas; abre-se inclusive espaço para reduções de tributação. É como o exemplo da empresa que aumenta seu faturamento.

***

De uma maneira geral, com exceção dos últimos dois anos, o jogo da política econômica tem sido o inverso. Problemas fiscais são utilizados como álibi para juros altos e crescimento baixo.
 Esquerdopata


Leia mais em: Есkердопата 
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