Mente vazia, oficina do sistema da mídia golpista

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domingo, 19 de julho de 2015

PSDB SE CALA SOBRE CUNHA E #CADEAECIO BOMBA NO TT

quarta-feira, 11 de março de 2015

Golpistas pagam R$ 10 por hora para quem divulgar protesto anti Dilma

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Continuam chegando relatos sobre gastos dos grupos que organizam o protesto do próximo domingo pelo impeachment de Dilma Rousseff.
Neste caso, as informações são do tuiteiro Marcus Pessoa, quem flagrou uma militante dos grupos anti Dilma de Recife oferecendo R$ 10 reais por hora para quem se dispuser a panfletar a favor do protesto pelo impeachment da presidente que ocorrerá naquela e em outras capitais no próximo domingo.
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A pessoa que andou fazendo essa oferta no Twitter usa em seu perfil nessa rede social o nome de Mariana Brito e se diz “jornalista (com diploma), escritora, cientista política, economista, ex-BBB e Miss Brasil 2010”.
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Conforme relata Marcus Pessoa, essa pessoa apagou a postagem sobre oferta de dinheiro para trabalhar pela manifestação anti Dilma do próximo domingo logo após publicá-la, o que se pode supor que se deveu a alguém tê-la alertado de que estava fazendo besteira.
Esse episódio sugere que pode haver alguma ilegalidade nesses gastos para financiar protestos contra a presidente da República. Com a palavra, as autoridades.

quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

Paulo Nogueira: Colunistas estão querendo crucificar Zé de Abreu

Zé de Abreu

por Paulo Nogueira, no Diário do Centro do Mundo

Estão querendo crucificar Zé de Abreu.

O colunista do Globo Jorge Bastos Moreno escreveu, no Twitter, que Zé de Abreu só tem autoridade para falar de dramaturgia.

De política, não.

Nesse campo, segundo Moreno, Zé de Abreu deveria se limitar a ouvir os sábios, aspas, jornalistas políticos das grandes empresas.

Isso porque Zé de Abreu questionou Moreno a respeito de uma série de tuítes em que ele afirmou que Lula está virtualmente morto no segundo governo Dilma.

Moreno listou colunistas que estão afirmando isso, os suspeitos de sempre, e com razão Zé de Abreu notou que há quatro anos eles dizem a mesma coisa.

Se você pegar material antigo da mídia, verá o número incrível de vezes, em 2014, em que Lula aparecia “querendo ” ser ele mesmo o candidato do PT à presidência.

Não bastaram os desmentidos, não bastaram sequer os gestos explícitos de apoio irrestrito de Lula a Dilma, mesmo nos momentos mais complicados de sua campanha. Lá estavam sempre os colunistas com uma informação de fonte privilegiada, aspas, segundo a qual Lula e Dilma guerreavam nos bastidores pela candidatura.

Deu no que deu.

Um desses colunistas é Josias de Sousa, do UOL, e por coincidência é outro que vem infernizando Zé de Abreu.

Josias publicou um texto em que criticou, asperamente, Zé de Abreu por uma série de tuítes em que ele, irreverentemente, registrou que pessoas como Lobão, Gentili e Aécio “se foderam”.

Zé de Abreu não foi exatamente um lorde inglês. Mas, comparado ao que os objetos de suas mensagens costumam escrever sobre ele mesmo e seu partido, foi suave, quase delicado. Atirou pedriscos em quem costumeiramente usa metralhadoras.

Josias não. Com sua prosa da Veja dos anos 70, quis matar Zé de Abreu.

Começou pelo título, em que o qualificou como “ator global”, com a clara intenção de intrigá-lo com a Globo.

Zé de Abreu, é verdade, representa o oposto do jornalismo da Globo, no qual há um exército de conservadores antipetistas em todas as mídias, de Merval a Jabor, de Míriam Leitão a Sardenberg, de Noblat a William Waack.

Mas ele é um ator e apenas um ator na Globo. Tem participação zero nas decisões jornalísticas da empresa.
Em seu campo de atuação, não se pode acusá-lo de propaganda ideológica: ele não enfia frases nos roteiros dos quais participa.

É um funcionário. Como ator, é pago para representar e representa. Ponto.

Fora da Globo, é um cidadão. Nesta condição, milita no PT, e está longe de ser um militante agressivo, intolerante, grosseiro. Se houvesse um ranking de petistas bem humorados, ele provavelmente ocuparia uma das primeiras colocações.

Sou apartidário. Entendo que o bom jornalismo não comporta compromissos com partido nenhum, e muito menos com interesses econômicos.

Como alguém de fora do PT, concordo com algumas ideias políticas de Zé de Abreu e discordo de outras.
Mas reconheço nele um cidadão inteligente e esclarecido, idealista e combativo – atributos que não enxergo nos “especialistas” em política da mídia que tentam crucificá-lo.

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

ATENTADO DE VEJA A LEVA AO TRENDING TOPIC GLOBAL

terça-feira, 21 de outubro de 2014

INTERNAUTAS PRÓ-DILMA ORGANIZAM 'BOTA-FORA DO LOBÃO'

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Anfitrião de Dilma, SBT tira sarro e se engaja por Aécio


:  twitter
"Gente boa, foi muita emoção por hoje. Peraí que vou tomar meu remédio de pressão que a briga foi boa! beijos e boa noite!!!", publicou a jornalista Rachel Sheherazade, apresentadora do telejornal do SBT, em sua conta no Twitter, depois que Dilma sofreu uma queda de pressão ao final do debate; em outro tweet, ela também postou: "calma, gente! não se preocupem. o Brasil tem SUS, tem a melhor saúde pública, e tem ainda Mais Médicos. não faltará assistência à presidente"; para uma empresa que é uma concessão pública e foi anfitriã da presidente, agressão revela, no mínimo, falta de educação; para quem esperava isenção do jornalismo da casa de Silvio Santos, socorrida pelo governo Lula no caso Panamericano, Sheherazade revelou total engajamento 

247 - Apresentadora do terceiro maior telejornal do País, no SBT, a jornalista Rachel Sheherazade não fala apenas por si, quando se manifesta no Twitter. De certa forma, representa também a casa que a emprega – especialmente no dia em que o grupo de Silvio Santos foi anfitrião de um debate que recebeu a presidente da República, Dilma Rousseff, e seu adversário, o senador Aécio Neves.

Nesse contexto, Sheherazade e o SBT foram extremamente deselegantes ao comentar a queda de pressão sofrida por Dilma, logo após o debate. Em dois tweets, a apresentadora ironizou o incidente. "Calma, gente! não se preocupem. o Brasil tem SUS, tem a melhor saúde pública, e tem ainda Mais Médicos. não faltará assistência à presidente", postou. Em seguida, repetiu a dose. "Gente boa, foi muita emoção por hoje. Peraí que vou tomar meu remédio de pressão que a briga foi boa! beijos e boa noite!!!".

Não custa lembrar que a lei eleitoral exige isenção das emissoras de TV – aliás, Dilma foi impedida de fazer seu comentário final porque teria gasto seu tempo, no momento em que se sentiu mal. Mas como esperar equilíbrio de uma emissora, cuja apresentadora principal tira sarro da presidente e se engaja por seu opositor? Em outros tweets, ele se posicionou claramente em favor de Aécio (leia aqui).

Também não custa lembrar que o SBT, além de concessão pública, pertence ao empresário Silvio Santos, que foi socorrido pelo governo Lula na quebra do banco Panamericano. Ontem, no entanto, o grupo rasgou de vez sua fantasia.

terça-feira, 2 de setembro de 2014

Que “nova política” é essa que une Marina e Malafaia?!


Marina Silva vem alardeando que sua candidatura simboliza algo que chama de “nova política”.  A despeito de tal proposição, o fato é que não pode haver uma política nova. Pode haver, sim, uma política melhor, que não seja feita à base de acordos espúrios com gente que não presta, mas não há o que inovar na política.
Os mecanismos da política derivam dos ditames da democracia. Político busca maioria entre os votantes, busca maioria nas casas legislativas e, para obter tais maiorias, faz acordos com outros políticos. E é só. Não há como fugir desse modelo, ao menos na democracia.
Quando Marina fala em “nova política”, portanto, o que se pode depreender é que pretende inovar dentro do modelo que a política impõe. Inovar como? Um bom começo, como foi dito acima, seria o “novo político” não se aliar a gente que tem a palavra picareta gravada na testa.
E, sim: por estranho que pareça há muita gente que tem a palavra picareta gravada na testa.
Recentemente, a candidata a presidente Marina Silva deu uma pequena amostra do que é a “nova política” que prega: alterou, na marra, ponto de seu programa de governo que apoiava a união civil entre pessoas do mesmo Sexo.
Quem a obrigou a agir assim foi um sujeito chamado Silas Malafaia, um pastor pentecostal carioca que se tornou muito rico e influente através da exploração da fé. Em 2013, reportagem da revista norte-americana Forbes disse que o patrimônio dele é estimado em 150 milhões de dólares.
Pelo Twitter, Malafaia ameaçou retirar o apoio à candidatura de Marina caso o programa de governo dela condescendesse com quem ele considera seu pior inimigo: o movimento em defesa dos direitos dos homossexuais. Com quatro tuítes, o “pastor” conseguiu que a candidata da “nova política” se vergasse.
Malafaia, na mesma rede social, comemorou a vitória.

Em seguida, pregou que os gays abandonados por Marina Silva votem em Dilma Rousseff


Como Marina não pediu aos que abandonou que não fizessem isso, subentende-se que aprova a sugestão do aliado.
Mas quem é Silas Malafaia? Há um vídeo curto no You Tube que, pela eloquência, dispensa maiores considerações. O “pastor” oferece ao seu rebanho uma fórmula para alcançar não o Reino do Céu, mas a “prosperidade” econômica. Ele chama isso de “teologia da prosperidade”.
Diz Malafaia:
– Preste bastante atenção: eu quero desafiar você. Na igreja-sede e nas filiais, durante todo esse ano – é você que vai fazer conforme você quiser fazer -, num envelope especial, você vai oferecer um aluguel seu. Você vai pegar [o aluguel] de um mês. Aí você vai dizer: “pastor, eu estou desempregado. Fiz um biscate e recebi 300 reais”. Ótimo. Então, a tua semente vai ser 90 reais, para um ano. Entendeu? Você vai pegar 30 por cento… Você está empregado. Você ganha 600 reais e vai dizer “Olha, pastor, eu estou vivendo aqui na casa do meu pai”. Ok. 30 reais. De abril a dezembro, você tem 180 reais para você plantar, esses 180 reais. Vai ser a sua semente para que você tenha uma casa.
Abaixo, o vídeo em que Malafaia diz essas coisas.


Uau! Precisa dizer mais?
Agora que já sabemos quem é Silas Malafaia, temos que perguntar: que importância poderia vir a ter esse sujeito se Marina Silva se elegesse presidente da República? Sim, porque se ela o atende tão rapidamente quando faz seus pedidos – como fez no caso dos homossexuais –, não seria lícito especular que ele poderia se tornar ministro desse eventual governo?
Marina poderia criar para ele o Ministério dos Costumes, que trataria de evitar “homossexualismo”, “casamento gay” e, quem sabe, formas heterodoxas de fornicação. Imagine só, leitor:
Ministério dos Costumes adverte: sexo só para procriação. Está proibido, também, fazer sexo oral, anal, de quatro, de ladinho e até canguru perneta. É permitida a posição “papai e mamãe” desde que a luz seja mantida apagada e o dízimo esteja pago. Em dia.
Brincadeiras à parte, o temor reverencial que Malafaia inspira em Marina deixa claro que em um temido governo dela esse sujeito teria muito poder. Tornar-se-ia ministro? E que outras ordens daria à então presidente da República? Nem é bom pensar…
Dirão que “pastores” como esse se relacionam com governos tucanos, petistas etc. É verdade. Esse é um dos preços da política. Qualquer líder político tem que levar em conta a representatividade que até alguém como esse Malafaia tem. Afinal, ele não obriga seus trouxas… Ou melhor, não obriga seus fiéis a lhe darem o pouco dinheiro que têm.
Como se viu no caso dos homossexuais, a obediência de Marina a esse tipinho é praticamente instantânea. Não demandou nem uma reuniãozinha. Malafaia mandou por Twitter e foi obedecido instantaneamente. Chegou a hora, pois, de Marina explicar em que consiste sua “nova política”. Aliás, passou da hora.

sexta-feira, 13 de junho de 2014

TAS E GENTILI PROPAGARAM INSULTO A DILMA