Mente vazia, oficina do sistema da mídia golpista

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terça-feira, 20 de julho de 2010

Serra arruma um vice ‘da nova geração’. Rapaz foi genro de Cacciola

Serra arruma um vice ‘da nova geração’. Rapaz foi genro de Cacciola

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Serra arruma um vice ‘da nova geração’. Rapaz foi genro de Cacciola

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Via Rede Brasil Atual - “O deputado federal Antônio Pedro de Siqueira Índio da Costa (DEM-RJ) será o vice de José Serra (PSDB) na disputa à Presidência da República. Relator do projeto Ficha Limpa na Câmara Federal, a opção contornaria o impasse em que estava colocada a chapa entre tucanos e o DEM.

O anúncio foi feito no início da tarde desta quarta-feira (30) por lideranças do partido. O fato de ele ser jovem e ser do terceiro maior colégio eleitoral do país pesaram na decisão. Na semana passada, o senador Álvaro Dias (PSDB-PR) chegou a admitir ter sido convocado a ocupar a posição, mas voltou atrás. A pressão do DEM pela vaga forçou o adiamento da convenção nacional da legenda, programada para esta quarta-feira (30), prazo limite estabelecido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para a definição dos candidatos.

A certeza de que Alvaro Dias não seria o indicado ocorreu na terça-feira (29), quando seu irmão, o senador Osmar Dias (PDT-PR), anunciou a decisão de subir no palanque da adversária, a candidata do PT, Dilma Rousseff. Ele deve concorrer ao governo do Estado.

Ao ser aclamado, Índio da Costa prometeu trabalhar a favor do Brasil. “Essa candidatura é do Brasil. A gente precisa ganhar a eleição não é porque o Democratas ou o PSDB precisa chegar ao poder. Serra precisa ser presidente porque ninguém aguenta mais que tratem a coisa pública como estão tratando”, afirmou.

A notícia repercutiu rapidamente na internet. O blog Os Amigos do Presidente Lula lembra que Índio da Costa foi genro do banqueiro Salvatore Cacciola, condenado a 13 anos de prisão pelos crimes de peculato e gestão fraudulenta. Cacciola comandou o esquema em que o Banco Central vendeu dólar mais barato ao Marka e ao FonteCindam, gerando um prejuízo estimado em R$ 1,5 bilhão aos cofres públicos. Costa deixou Rafaella Cacciola, casou-se novamente e outra vez separou-se.

O ex-deputado Roberto Jefferson (PTB-RJ), que esperava que Dias fosse o vice na chapa, disparou rapidamente acusações por meio de seu Twitter. "Foi oportunismo do DEM forçar a vice. Quis lavar a cara no prestígio de Serra", afirmou, horas depois de ataques a César Maia e ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.

Aos 39 anos, Costa ganhou projeção nacional no início do ano ao assumir a relatoria do projeto Ficha Limpa na Câmara. O texto, de iniciativa popular, colheu 1,6 milhão de assinaturas e foi encaminhado no Congresso como uma medida moralizadora da política. A opção por seu nome indica um interesse em associar a candidatura de oposição à ideia de transparência.

Inicialmente, ele teve como padrinho político o ex-prefeito do Rio Cesar Maia (DEM), pai do presidente da legenda, deputado Rodrigo Maia (RJ). De 2001 a 2006, em gestões de Maia, Costa foi secretário de Administração. Esta é outra passagem controversa do currículo do atual deputado. Uma CPI instaurada na Câmara dos Vereadores do Rio de Janeiro concluiu que houve desvio de verba de merenda escolar durante o período de gestão de Costa. O blog Tijolaço, do deputado Brizola Neto (PDT-RJ), lembra um prejuízo de R$ 75 milhões entre 2005 e 2006 com superfaturamento de contratos.

Antes da passagem pela prefeitura, Costa havia sido eleito para três mandatos a vereador. Atualmente, cumpre sua primeira Legislatura na Câmara Federal. Ele volta seu mandato a questões relacionadas à transparência na política.”

Uma vice da pesada

Uma vice da pesada

terça-feira, 27 de abril de 2010

Uma vice da pesada

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serra-katia-abreu

É, José Serra… como diria o poeta: “É a parte que te cabe neste latifúndio!”
Clique na imagem acima para ampliá-la.

Ainda sobre Kátia Abreu, senadora pelo ARENA de Tocantins, veja abaixo um vídeo que retrata a moral que esta musa do desmatamento tem lá no Ministério da Justiça:

Serra e Kátia Abreu se completam: um é o símbolo do autoritarismo urbano. A outra, símbolo do autoritarismo no campo. Com eles, o Brasil pode mais.

Serra adota novo visual e diz que foi quem mais fez pelos nordestinos

Serra adota novo visual e diz que foi quem mais fez pelos nordestinos

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Serra adota novo visual e diz que foi quem mais fez pelos nordestinos

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Serra-o-Brasil-pode-mais






Amigo de Jango e lulista de carteirinha, Serra, que disse querer o PT em seu futuro governo, afirmou que foi o político que mais fez pelo Nordeste.

“De esquerda”

O tucano definiu-se como um político de esquerda por posicionar-se contra o patamar da taxa de juros. Serra ressaltou que a definição de direita esquerda no Brasil, hoje, é difícil.

- A definição de esquerda e direita, no mundo de hoje, é mais difícil de enquadrar. Do ponto de vista convencional eu sou um homem de esquerda, eu acho que isso diz tudo. Você dá ênfase na indústria, no emprego, na agricultura, de repente você é considerado de esquerda.R7.com

Abaixo, algo que os nordestinos que moram em São Paulo estão cansados de saber:

José Serra: fui o político que mais fez pelo Nordeste

O candidato à Presidência da República, José Serra (PSDB), cumpriu uma agenda-relâmpago no Recife nesta quinta-feira. No pouco tempo que teve, durante as entrevistas que concedeu à imprensa, o tucano fez o possível para passar a imagem de “bom moço” aos eleitores. No estado onde Lula nasceu e na Região onde o presidente bate recordes de popularidade, Serra afirmou ter sido o político que mais ajudou os nordestinos.“Individualmente, fui o político que mais fez pelo Nordeste”, declarou.

Para José Serra, sua contribuição dada ao Nordeste foi durante os dois governos de Fernando Henrique Cardoso, do qual foi ministro do Planejamento e da Saúde. O tucano também fez questão de frisar que foi ele o idealizador do Fundo para o Desenvolvimento do Nordeste. Em mais uma tentativa de criar vínculos com a Região, José Serra contou, em uma das entrevistas, que é fã de Luiz Gonzaga e torcedor do Sport, Náutico e Santa Cruz, sem distinção. - Fonte

Vejam como o Brasil é um país abençoado, nestas eleições só teremos candidatos de esquerda uhauhauh


Dilmaboy estourou na internet. Ajude a eleger a Serragirl!

Dilmaboy estourou na internet. Ajude a eleger a Serragirl!



sábado, 17 de julho de 2010

Dilmaboy estourou na internet. Ajude a eleger a Serragirl!

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O vídeo Dilmaboy fez um tremendo sucesso na rede, tendo mais de 75 mil visualizações em apenas 3 dias. Para ajudar Zé Dossiê a emplacar um hit e não ficar pra trás, antes é preciso escolhermos quem será a Serragirl. Abaixo, 5 pretendentes (você também pode sugerir outra):

Yeda Crusius – governadora do PSDB é acusada de desviar 44 milhões do DETRAN gaúcho. Muitas afinidades com Serra, é uma das mais fortes concorrentes do SerraGirl.

Miriam Leitão – na foto, a jornalista discursa em 1 de abril de 1964, após derrubar a presidente Dilma Rousseff e empossar José Castelo Branco Serra. Lealdade à causa.

Eliane Tranchesi dona da Daslu, loja sem a qual as mulheres tucanas não sobrevivem. Acusada de sonegação de impostos. Pelas afinidades ideológicas, é bem cotada para ser a SerraGirl.

Kátia Abreu – defensora do trabalho escravo, é símbolo do autoritarismo no campo; o que combina com Serra, símbolo do autoritarismo urbano.

Reinaldo Azevedo – colunista daquela revista decadente que ninguém mais assina, a Veja. Por seu ‘jornalismo’ fiel ao PSDB, merece estar no páreo.

E aí, quem será a SerraGirl?


PS: como ela ganharia disparada, a apavoradinha do Brasil Regina Duarte não entrou na disputa. Não teria graça.

Blogg do Amoral Nato: Mercadante: presídios de SP estão entregues ao cri...

Blogg do Amoral Nato: Mercadante: presídios de SP estão entregues ao cri...: "E ssERRA Diz Que Entende de Segurança!!Ao lado do ministro da Justiça, Luiz Paulo Barreto, e do secretário nacional de Segurança Pública, ..."

Mercadante: presídios de SP estão entregues ao crime


E ssERRA Diz Que Entende de Segurança!!

Ao lado do ministro da Justiça, Luiz Paulo Barreto, e do secretário nacional de Segurança Pública, Ricardo Balestreri, o candidato do PT ao governo de São Paulo, Aloizio Mercadante, afirmou neste sábado (17) que o Estado paulista delegou a segurança dos presídios às facções criminosas.

Segundo ele, "é incrível ouvir daqueles que tiveram a chance de fazer e não fizeram de falar em criação de um ministério da Segurança Pública", disse ele, se referindo ao ex-governador de São Paulo e candidato à presidência da República, José Serra (PSDB).

Durante a campanha eleitoral, por mais de uma vez, José Serra falou da sua intenção de criar um Ministério da Segurança Pública caso seja eleito.

Mercadante participou de um debate em Campinas sobre o programa de segurança pública para São Paulo, que está sendo elaborado pelo PT para a sua campanha.

O candidato fez diversas críticas ao governo do PSDB em São Paulo e afirmou que durante a gestão de Fernando Henrique Cardoso à frente da presidência da República (1995-2002), foram nove os ministros da Justiça que ocuparam a cadeira.

"Nós tivemos três, o Márcio Thomaz Bastos, o Tarso Genro, que se licenciou para se candidatar, e agora o Luiz Barreto, que é um funcionário de carreira. Eu quero ser um governador de equipe e não que sabe tudo, como muitos por aí", disse.

De acordo com o candidato, uma das propostas que está em discussão para o programa é a separação de presos em quatro níveis de acordo com seu grau de periculosidade. Mercadante também disse que se eleito mandará os presos mais perigosos do Estado para presídios federais.

Segundo o petista, está chegando ao fim um ciclo, já que depois de 16 anos no governo, o PSDB está "muito acomodado".

Na mesma linha de críticas à gestão da segurança pública em São Paulo, o secretário nacional de Segurança Pública, Ricardo Balestreri, disse que estava no evento não em caráter oficial, mas como militante político, como homem de esquerda.

"Tenho grande expectativa e esperança de ter Mercadante no governo de São Paulo. Quero ser franco e São Paulo deve a si mesmo e ao Brasil por ter escolhido mal os seus governantes estaduais. Governantes tão ruins como os que temos em São Paulo nos últimos anos", disse.

Segundo ele, é preciso que São Paulo reate as relações com o governo federal. "Isso começa no setor de intelegência, onde o governo de São Paulo não tem participado dos nossos principais projetos".

Balestreri aproveitou para criticar Geraldo Alckmin (PSDB), adversário de Mercadante. "No governo Alckmin (2003-2006) ocorria uma insuportável falta de relações com o governo federal. Exerceu-se uma política burra de enfrentamento ao governo federal".

"Sugiro em todas as partes do Brasil que Mercadante supere um trauma histórico, que é a falta de profissionalismo na gestão. É preciso parar de fazer politicagem na segurança pública", completou.

O secretário disse ainda que não adianta ficar "felizinho" com a queda dos homicídios em São Paulo, o que ele disse ser pouco.

Mais comedido, o ministro da Justiça afirmou que é necessário melhorar a relação institucional com o governo paulista. "Queremos uma melhor articulação institucional. Essa é a melhor forma de combater o crime", disse.

Ele também criticou Serra pela intenção de criar um Ministério da Segurança Pública. "Criar órgão resolve o problema se segurança pública. Nunca resolveu. Nós já temos um que é o Ministério da Justiça", disse.

Fonte: Terra


Via VERMELHO

Blogg do Amoral Nato: Até Beijo Na Boca E Orgasmo Verdadeiro

Blogg do Amoral Nato: Até Beijo Na Boca E Orgasmo Verdadeiro: "Em troca de votos,Serra promete ministério do Acarajé,cesta básica e enxoval Depois de prometer na Bahia criar o ministério do Acaraj..."

Até Beijo Na Boca E Orgasmo Verdadeiro

Em troca de votos,

Serra promete ministério do Acarajé,

cesta básica e enxoval



Depois de prometer na Bahia criar o ministério do Acarajé e cancelar um comício por fala de público, o candidato José Serra prometeu distribuir gratuitamente cestas básicas e remédios para o povo carentes.

Prometeu ainda dar enxoval às grávidas. Criar mais um programa de transferência de renda, o Bolsa-Extra, para estudantes de cursos técnicos que vai substituir o ProUni. Dobrar o Bolsa Família e aumentar o valor do recurso transferido a famílias de baixa renda. Entregar medicamentos em casa, pelo correio, a pacientes.

A defesa de distribuição gratuita de cestas básicas a famílias carentes, feita por Serra na semana passada, chamou a atenção do vereador Floriano Pesaro (PSDB), "Deve ser algo emergencial. Isso não é política de governo", disse, surpreso.

As propostas sociais são organizadas por Pesaro, Ana Lobato, pesquisadora do Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas e Marcelo Garcia, ex-secretário municipal.

Na disputa pela bandeira social, o coordenador da candidatura tucana, senador Sergio Guerra (PSDB-PE), analisa que Serra têm de reforçar o tema como prioridade no início da campanha."Vamos mostrar que somos pró-ativos", disse Guerra.

Ainda não há informações sobre o número de beneficiários da cartilha social de Serra, nem sobre o custo das iniciativas. Serra disse que, se eleito, vai ampliar as famílias beneficiadas, das atuais 12,6 milhões para 27,6 milhões. Com isso, os gastos devem aumentar de R$ 13,1 bilhões ao ano para pelo menos R$ 29 bilhões anuais, já que Serra propôs também elevar o valor da bolsa. A estimativa é ampliar o investimento no programa de 0,4% do PIB para 1,5%.

A tentativa de Serra de aproximar-se das camadas mais pobres ficou clara nos eventos partidários que lançaram sua candidatura. Em Salvador, na convenção nacional do PSDB, em junho, o tucano ressaltou sua origem humilde, "filho de um camponês, vendedor de frutas, analfabeto até os 20 anos de idade". "Eu sei onde o calo aperta. Eu sei como é a vida real das famílias pobres deste país, pois sou filho de uma delas."

Serra mente

Serra não investiu em programas de transferência de renda na prefeitura, quando foi prefeito e no governo de São Paulo. No município de São Paulo, José Serra não conseguiu vencer a dificuldade de cadastrar todas as famílias que poderiam receber o Bolsa Família, mas que estão fora do programa.Há quem diga que o ex governador tucano boicotou o Bolsa-Família em são Paulo, assim como também boicotou o Minha Casa Minha Vida

Segundo o IBGE, em São Paulo cerca de 320 mil famílias têm o perfil do programa, mas pouco mais de 110 mil recebem a bolsa. Pesaro, que foi secretário municipal de assistência social na gestão Serra, deu a entender que José Serra boicota os programas sociais do governo Federal; "Há concorrência entre os programas dos governos, deve ser à falta de integração dos governos municipal, estadual e federal", disse.

Em São Paulo, enquanto Serra era governador, o Renda Cidadã previa um pagamento menor de benefícios em 2010 do que em 2006. O atual governador tucano, Aleberto Goldman, que assumiu no lugar de José Serra , no entanto, ampliou os investimentos um dia depois que o candidato tucano José Serra passou a prometer durante seus dicursos dobrar o Bolsa Família.

Blog do Charles Bakalarczyk: PiG: o produtor de provas do MPE?

Blog do Charles Bakalarczyk: PiG: o produtor de provas do MPE?: "Sereias cantam com meiguice e sensualidade, atraindo marujos desavisados, cujos navios acabam por colidir em rochedos e afundam. Odisseu (Od..."


Segunda-feira, Julho 19, 2010

PiG: o produtor de provas do MPE?

Sereias cantam com meiguice e sensualidade, atraindo marujos desavisados, cujos navios acabam por colidir em rochedos e afundam. Odisseu (Odisséia, de Homero) conseguiu se livrar porque colocou cera nos ouvidos dos seus marinheiros e se prendeu ao mastro de seu navio. Recomendação ao MPE para não naufragar: ler menos jornalões e investigar mais.


Milito no front daqueles que defendem um Ministério Público (MP) forte e independente. A democracia exige um MP atuante, que não se apresente submisso a nenhum dos Poderes da República.

Por isso, sinto-me legitimado para criticar a atuação de agentes do MP.

Uma situação que requer reflexão da sociedade e do Poderes constituídos – e do próprio MP – é a atuação da instituição na fiscalização do cumprimento da legislação eleitoral. Determinados episódios não estão à altura do Ministério Público Eleitoral (ver aqui).

Outra circunstância requer que fiquemos com os olhos bem abertos é destaca por Luiz Carlos Azenha (ver aqui), que transcrevo abaixo:

(...) O que mais me chamou a atenção no comportamento dela, no entanto, é que Sandra Cureau parece ter embarcado naquela simbiose que vicia os recém-chegados ao palco: ela alimenta a mídia e ao mesmo tempo se alimenta da mídia, num círculo “perfeito” de manchetes que servem como “prova”, como demonstrou Miguel do Rosário no Óleo do Diabo (...)”.

Então, se bem entendi, o MPE não investiga, simplesmente recolhe recortes de jornal da grande mídia empresarial. Ou seja, os agentes do MPE aderem às teses estampadas em jornalões conservadores e, sem qualquer investigação ou aferição dos fatos, assume isso como discurso seu? Isso é muito grave! Essa conduta representa grave risco à democracia!

Não posso acreditar no que estou vendo: o MPE estaria se enveredando para o caminho trilhado pelos golpistas
(ver aqui)?

O MP tem de corrigir esse rumo, não se deixando seduzir pelo canto da sereia do quarto poder: os holofotes da grande mídia empresarial.

Abaixo, a petição da vice-procuradora-geral eleitoral Sandra Cureau, fundamentada em “provas” produzidas pelo PiG:

Alckmin PCC



Mauro *Solidariedade com Dilma.
Não descer a esse nível.
Mas é bom mostrar o que eles são capazes.
O nível dos DemPSDebesta é muito baixo.

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Serra junta-se ao vice na prática de crimes

O candidato do PSDB à Presidência da República, José Serra, endossou parte das declarações feitas por seu vice Indio da Costa (DEM-RJ) e afirmou na tarde desta segunda-feira que o PT é de fato ligado às Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc). Por outro lado, o bundão Serra não quis vincular o partido adversário ao narcotráfico.

"A ligação do PT é com as Farc. Isso todo mundo sabe. Agora, as Farc são uma força ligada ao narcotráfico. Não significa que o PT faça o narcotráfico", afirmou o canalha Serra, durante a visita que realiza hoje a Minas Gerais.

O esquerdopata: José Eduardo Dutra anuncia três ações contra bandidagem serrista

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Justiça reconhece legitimidade de gari em processo contra Boris Casoy e Band

Justiça reconhece legitimidade de gari em processo contra Boris Casoy e Band

A Quarta Câmara Cível do Tribunal de Justiça da Paraíba atendeu recurso interposto pelo agente de limpeza Francinaldo Oliveira dos Santos, que alega ter se ofendido com os comentários do jornalista Boris Casoy sobre o trabalho dos garis. Com a decisão, Francinaldo poderá seguir com o processo contra o apresentador e a TV Bandeirantes. Em fevereiro, a Justiça não havia reconhecido a ação de Santos por entender que era ilegítimo o gari, que não aparecia na reportagem, exigir indenização por direitos coletivos.

No dia 31/12/2009, o “Jornal da Band” exibiu uma matéria em que, entre outros entrevistados, dois garis desejavam feliz ano novo. Sem saber que seu microfone estava ligado, Boris comentou “que m..., dois lixeiros desejando felicidades. Do alto de suas vassouras. Dois lixeiros. O mais baixo da escala do trabalho”. A declaração gerou polêmica e no dia seguinte o apresentador pediu desculpas.

Garis de várias regiões do Brasil resolveram entrar com processos contra Boris, entre eles Francinaldo, da cidade de Campina Grande. O agente de limpeza pede indenização por danos morais, alegando que o comentário “causou-lhe afronta à honra, constrangimentos, tristezas e humilhações, inclusive, que teria atingido também seus familiares”.

Inconformado depois que a Justiça não reconheceu sua legitimidade para mover a ação, o gari interpôs recurso, alegando que busca um direito fundamental. O juiz relator do processo, Flávio Teixeira de Oliveira, “não nega que a pretensão autoral se relacione também com um direito coletivo, mas eleva-se antes de tudo a um direito subjetivo individual, consistente na dignidade da pessoa humana e nos valores sociais do trabalho”.Com informações do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba e Comunique-se.

Representação contra Dra. Cureau faria bem ao país


O procurador-geral da República, Roberto Gurgel não está correto ao classificar como intimidação a simples intenção do PT de fazer umarepresentação ao Conselho Nacional do Ministério Público contra a vice-procuradora eleitoral, Sandra Cureau. O procurador sabe que nenhum agente público está imune a ter seus atos questionados, dentro da lei e dos mecanismos judiciais adequados. Um dos princípios da República é o de que nenhum cidadão e nenhuma instituição está acima do que a lei impõe a todos. Se até mesmo os atos de um Ministro do Supremo podem ser questionados juridicamente, porque não os seriam os de uma procuradora da República?

Será que existe na democracia brasileira um ente acima do bem e do mal e da própria Justiça?

Quem discordar do que ela faz, senhor procurador, o que deve fazer? Choramingar? Não há remédio legal para quem creia estar sendo prejudicado por sua ação? Representar, dentro da lei, é intimidar?

Quando seus representantes se manifestam fora dos autos, distribuem entrevistas aos magotes e se referem ao mandatário da Nação de forma desabrida e chula, afirmando que Lula “não consegue ficar de boca calada”. Imagine se o presidente diz que uma procuradora “não consegue ficar quietinha”, que escândalo seria?

Que o procurador-geral queira defender sua colega de Ministério Público, é compreensível. Mas é preciso que defenda, primeiro, o império da Lei. O PT – ou qualquer partido ou cidadão - pensar em representar contra Sandra Cureau, isso nada tem de ilegal. Não está propondo nenhum desrespeito à lei ou atitude que fira o processo eleitoral ou a ordem democrática. Está somente exercendo, e por enquanto apenas na intenção, um direito legítimo de contestar o que lhe parece errado. Direito que está na Lei da qual o MP é o fiscal e defensor supremo.

Se o procurador-geral afirma categoricamente que o MP tem exercido corretamente suas funções eleitorais, deveria receber de bom grado uma representação que permitiria a confirmação do que declara. Considerar “lamentável” que um partido político questione a correção que ele acredita haver é comportamento que amiúda a Procuradoria-Geral da República.

Gostaria que o procurador-geral lesse atentamente tudo que tenho escrito aqui sobre as manifestações da dra. Sandra Cureau. Não me parece um comportamento adequado a vice-procuradora se posicionar sobre comportamentos ao afirmar que o PSDB tem demonstrado mais zelo à lei eleitoral do que o PT. Não parece exercício correto da função o MPE ignorar as infrações cometidas por José Serra em dois programas nacionais de outros partidos, que não o dele, porque embora depois de longo intervalo, representou contra o que seria o terceiro, o do DEM. Não parece correto a dra. Sandra Cureau pedir as fitas da declaração de Lula sobre Dilma Rousseff em cerimônia do trem-bala e ignorar o que diz o atual governador de São Paulo sobre José Serra. Não me parece respeito entre os poderes, a vice-procuradora notificar o Senado para conferir o discurso de dois senadores pretendendo restringir-lhes as prerrogativas parlamentares. E olha que estou falando de dois pronunciamentos pró-Serra, meu adversário. Mas não estou pugnando por este ao aquele candidato, mas sim pelo equilíbrio da Justiça.

Todos os questionamentos que escrevi foram feitos com respeito e responsabilidade. Não são intimidação, são o direito de crítica ao qual ninguém – nem presidente, nem deputado, nem procurador – está livre de merecer. O nome disso é democracia, não intimidação.

Índio e procuradora decorrem do PIG

Posted by eduguim on 7/19/10 • Categorized as Opinião do blog


Estamos em um momento em que a sociedade terá que decidir se aceita ou não que os seus processos eleitorais sejam eternamente tisnados pelas artimanhas de última hora destinadas a mudar os rumos das eleições presidenciais, fenômeno que se reproduz a cada quatro anos desde 1989, na primeira eleição direta depois da ditadura militar.

O candidato da direita e seu partido, naquela época, foram inventados do nada, de forma a barrarem a chegada de Lula ao poder. Collor e PRN apareceram do nada e a ele voltaram. Antes, porém, passaram pelo poder – com o resultado conhecido – graças ao mesmo tipo de estratégia que volta a ser usada neste ano.

Ontem, a política vestiu a camiseta do PT nos seqüestradores de Abílio Diniz; hoje, os leões-de-chácara do partido campeão de cassações de mandatos por corrupção, o DEM, tenta vestir no mesmo PT a camisa das Farc.

Outra invenção destra se propôs ao papel de pistoleiro, tentando ressuscitar o medo do PT que a sociedade comprou da direita há 21 anos, na primeira eleição presidencial disputada por Lula. Trata-se de alguém que agregou a palavra índio ao nome e que caiu de paraquedas na campanha de José Serra com a finalidade de fazer ataques criminosos aos adversários dele.

O que espanta, porém, é o Judiciário abrigar membros que, de forma sistemática e suspeita, dão declarações partidarizadas para a mídia e a campanha de Serra, que são a mesma coisa, reproduzirem contra Lula, Dilma e o PT.

O caso da vice-procuradora geral eleitoral, doutora Sandra Cureau, é surpreendente. A desenvoltura e a forma sistemática com que tem se manifestado, de forma que claramente pretende produzir fatos políticos para a campanha de Serra, torna difícil alguém não querer ao menos que ela se explique.

Diante dos fatos elencados e das notícias de que o PT ainda decide se processará o candidato a vice-presidente na chapa de José Serra, alguém chamado “Índio da Costa”, e se representará à corregedoria do Ministério Público contra a doutora Sandra Cureau, quero manifestar meu ponto de vista sobre essas ações.

Não apenas acho que não há como deixar de processar criminalmente o tal índio como, também, acho que a única forma de se ter garantias de que não temos uma Justiça Eleitoral partidarizada no Brasil em pleno processo eleitoral será representando contra a procuradora, até para que ela se explique formalmente.

Agora, a ação mais urgente, mais necessária, mais inadiável, essa acredito que o PT não irá empreender. Tanto o índio quanto a procuradora só podem fazer o que um efetivamente faz e o que a outra pode estar fazendo devido ao conluio da direita tucano-pefelê com os grupos empresariais Globo, Folha, Estado e Abril, além de seus tentáculos.

A comunicação de massas no Brasil – que inclui concessões públicas – está infringindo a lei eleitoral ao atuar como linha auxiliar da campanha de José Serra. O pistoleiro convertido em vice do tucano e a procuradora suspeita de partidarismo são apenas peões manipulados por controle remoto. São efeitos, apenas. A causa é uma imprensa que virou partido político.

O esquerdopata: Marina Serra Silva fala grande verdade

O esquerdopata: Marina Serra Silva fala grande verdade
Marina acha que sua campanha não será prejudicada por ser contra união de homossexuais
Daniel Mello, da Agência Brasil
São Paulo - A candidata à Presidência da República pelo Partido Verde (PV), Marina Silva, disse no domingo (18) não acreditar que sua posição contra o casamento de pessoas do mesmo sexo possa atrapalhar seu desempenho eleitoral

Realmente a campanha dela não será prejudicada por ser contra a união de homossexuais, o problema é a falta de votos generalizada provocada por seu discurso patético e vazio. Nem sequer a histeria heloísa-helenística ela pode reproduzir porque, ao contrário dessa, não manteve coerência nem no primarismo político.

Uniu-se a políticos piores do que o que existe de pior no governo do qual fez parte quase até o fim, acrescentou à monotonia da "sustentabilidade" um neoliberalismo tardio e uma visão hollywoodiana de política dizendo que vai (iria) pegar os melhores do PT e do PSDB, como se fosse candidata a técnica da seleção brasileira.

De tudo que fez até agora o mais aceitável é a coerência na defesa de sua fé medieval.

O esquerdopata: Marina Serra Silva fala grande verdade

O esquerdopata: Marina Serra Silva fala grande verdade
Marina acha que sua campanha não será prejudicada por ser contra união de homossexuais
Daniel Mello, da Agência Brasil
São Paulo - A candidata à Presidência da República pelo Partido Verde (PV), Marina Silva, disse no domingo (18) não acreditar que sua posição contra o casamento de pessoas do mesmo sexo possa atrapalhar seu desempenho eleitoral

Realmente a campanha dela não será prejudicada por ser contra a união de homossexuais, o problema é a falta de votos generalizada provocada por seu discurso patético e vazio. Nem sequer a histeria heloísa-helenística ela pode reproduzir porque, ao contrário dessa, não manteve coerência nem no primarismo político.

Uniu-se a políticos piores do que o que existe de pior no governo do qual fez parte quase até o fim, acrescentou à monotonia da "sustentabilidade" um neoliberalismo tardio e uma visão hollywoodiana de política dizendo que vai (iria) pegar os melhores do PT e do PSDB, como se fosse candidata a técnica da seleção brasileira.

De tudo que fez até agora o mais aceitável é a coerência na defesa de sua fé medieval.