Mente vazia, oficina do sistema da mídia golpista

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quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Moro, o Lula sabe que você quer prendê-lo

A Lava-Jato é só pra issomoro justiça.jpg
O passarinho pousou numa janela do Instituto Lola ( revisor, não mexa aí), no bairro do Riacho, em São Paulo, e mandou dizer:

- o Lula sabe que o Moro só pensa em prender o Lula;

- que o Moro sabe que o Dirceu, o Vaccari e o Duque não vão confessar nada;

- que ele, Moro, agora só tem peixinho pra pescar - já que tucano não vem ao caso;

- que, se prender o Lula,  ele chegará aos pincaros da Glória um Excelsis: será maior que o Barbosa e o Gilmar no Panteão da Casa Grande;

- que até à chegada do Bumlai na Lava Jato estava difícil algemar o perigoso meliante Lula da Silva;

- mas, agora as esperanças se reacenderam;

- Lula está preparado inclusive para ser preso na ida ou na chegada de uma viagem ao exterior, para que a heróica ação da Policia Federal se projete mundialmente.

Como diz o Conversa Afiada: com esse lealissimo zé da Justiça o Lula vai passar o Natal na cadeia.
Paulo Henrique Amorim

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

PIG ACIONA O “DILMÔMETRO”: “GASTOS SOCIAIS” EXPLODIRAM ! O que anima o instinto animal do empresário brasileiro é fazer como a Globo – controlar a Receita Federal.

Um economista brasileiro (Diego Costa também é brasileiro) criou no banco americano Goldman Sachs – um dos campeões da patifaria dos derivativos em 2008 – um “Lulômetro”.

Era um termômetro que registrava o aumento do Risco-Brasil quando o Lula subia nas pesquisas em 2002.

No Brasil, o Padim Pade Cerra e o Príncipe da Privataria acusavam o Lula de argentinizar o Brasil, depois de eleito.

Agora, o PiG institui o “Dilmômetro”.

Quanto mais os candidatos da Oposição descem mais sobe o Dilmômetro sobe.

No momento, o Dilmômetro se nutre de algumas expressões mágicas.

Por exemplo: rombo fiscal.

Desmanche das contas públicas.

(Clique aqui para ver que o Mantega morre de rir das contas publicas da Folha (*).)

Falta de confiança do setor privado.

Baixa no instinto animal dos empresários.

Rebaixamento da nota do Brasil.

Agências de risco desconfiam do Brasil.

(As mesmas que certificavam os derivativos de 2008.)

São variações – mais sofisticadas – da “inflação do tomate”, a inflação pendurada no pescoço da Regina Braga, quer dizer, Ana Maria Braga.

Nada mais do que isso: inflação do tomate, depois de um processo de transgenia realizada pelo “jornalismo de economia”, que, como diz o Delfim, não é um nem outro.

A história do “rombo fiscal”, por exemplo, se baseia na remota hipótese de a Presidenta Dilma dar uma fugida de motocicleta do Palácio e se esquecer de vetar as demagógicas propostas do Congresso de detonar o superavit fiscal no ano da eleição.

Ela pega a motocicleta do Gabas e deixa a farra rolar.

É essa a hipótese que alimenta o agravamento do superavit e – aumento dramático do Dilmômetro.

Quanto à falta de apetite dos empresários é um questão que deveria ser tratada por uma boa nutricionista ou um bom psicanalista, especialmente daqueles psicanalistas de Bagé, do Veríssimo.

O Governo Lulilma empreende um dos programas mais amplos e chineses, do mundo !, de investimento em transporte e infra-estrutura, com a participação da iniciativa privada.

A Petrobras vai investir US$ 237 bilhões em cinco anos.

Disso,  65% serão comprados de empresas nacionais.

E a rapaziada está inapetente.

Seria o caso de recomendar um bom biotônico – ou Viagra.

(Não o PSB, que se tornou, inapelavelmente, Viagra do PSDB.)

A gente sabe o que aumenta o apetite do empresário brasileiro: controlar a Receita Federal – como fez a Globo, que não mostra o DARF – e o Banco do Brasil.

Isso é  o que dá apetite à rapaziada.

A ideia implícita no “Dilmômetro” é que a Dilma vai ficar quieta e deixar o Henrique Alves governar o Brasil.

Convenhamos que é uma hipótese tão remota quanto o Fernando Henrique aprender a escrever em bom português. 

O Dilmômetro da Folha registra nesta quinta-feira um descontrole dos gastos sociais.

O alvo imediato é acabar com o seguro-desemprego.

Depois, realizar o sonho do Dudu, na coletiva que concedeu à Folha: rever a Lei do aumento real do Salário Mínimo.

E, enfim, se aproximar do verdadeiro alvo: desconstruir o Bolsa Família.

E o Padim Pade Cerra realizar o sonho secreto de vender o Bolsa Família à WalMart.

O Dilmômetro vai operar freneticamente até a eleição de 2014.

E o Conversa Afiada o acompanhará infatigavelmente.

Como se sabe, o Lulômetro não elegeu o Cerra.

E o Dilmômetro não elegerá o …, a …

Bem, ainda não se sabe que será o candidato da Big House – clique aqui para ler “Nem Dudu nem Aécio, segundo o amigo do Oráculo”.

E esse é o problema do Dilmômetro…


Paulo Henrique Amorim



(*) Folha é um jornal que não se deve deixar a avó ler, porque publica palavrões. Além disso, Folha é aquele jornal que entrevista Daniel Dantas DEPOIS de condenado e pergunta o que ele achou da investigação; da “ditabranda”; da ficha falsa da Dilma; que veste FHC com o manto de “bom caráter”, porque, depois de 18 anos, reconheceu um filho; que matou o Tuma e depois o ressuscitou; e que é o que é,  porque o dono é o que é; nos anos militares, a Folha emprestava carros de reportagem aos torturadores.

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

LEMBRA DO BAGRE? BLÁBLÁRINA NÃO É SUSTENTÁVEL Se ela fechar as hidrelétricas e substituir por sol e vento, haverá desemprego em massa.

Saiu na colona (*) do Ataulfo Merval de Paiva (**):

O DISCURSO DE CADA UM



(…)

O fato de Marina continuar subindo como conseqüência da onda dos protestos mostra que há uma parcela silenciosa do eleitorado que vê nela a alternativa de uma maneira diferente de fazer política. Mesmo que as grandes manifestações espontâneas tenham refluído, o sentimento de insatisfação continua latente.

(…)

Marina Silva pode ter dificuldades para ser o escoadouro dessa insatisfação se não colocar de pé sua Rede de Sustentabilidade. Qualquer partido político gostaria de tê-la como candidata, mas aí terá que fazer acordos com os tais políticos tradicionais, o que retirará, pelo menos em parte, sua legitimidade.
O Ataulfo, como se sabe, é a biruta do aeroporto da Big House.
E a biruta está desnorteada.
Não sabe para onde apontar.
É que o PT tem dois candidatos e a Big House nenhum – diz o amigo navegante Mario Trovas.
As “pesquisas” ressuscitaram a Bláblárina, que, como diz o Mauricio Dias,corre o risco de ficar sem a Rede e cair no colo do Penna, do Partido Verde.
(O amigo navegante se lembra de a Blablárina fugir do Partido Verde ameaçando denunciar cobras e lagartos e não denunciou uma cambaxirra …)
O Nunca Dantes saiu-se com uma demolidora: a Marina não é sustentável …
Disse o Lula, ao Estadão, pag. A6: “Não vejo nenhuma modernização quando você quer deixar partidos e políticos de lado”.
E completou: “Dilma já está reeleita, o que incomoda uma parte da sociedade elitista brasileira” – e seus porta-vozes.
A Bláblárina, como se sabe, é o exemplo mais sublime do “soft power” de uma parte da Big House brasileira.
A Bláblárina tem problemas com Darwin, com a evolução das espécies, com a pesquisa com células tronco, e, acima de tudo, com a construção de usinas hidrelétricas, uma fonte de energia renovável, barata, e que só o Brasil tem na quantidade que tem e com a tecnologia que acumulou.
Ela é contra.
Prefere a energia do vento e do sol.
Se o amigo navegante fechar todas as hidrelétricas e só produzir energia do vento e do sol, a economia do Brasil quebra e o desemprego será em massa.
Essa é a sustentabilidade da Bláblarina.
Conta-se que o presidente Lula já estava irritado com a demora da Bláblárina, então Ministra do Verde, em concordar com a construção das usinas de Santo Antonio e Jirau, no rio Madeira.
Duas obras primas de energia renovável e barata, amiga do meio ambiente.
O que era para estar aprovado em seis meses já ia para dois anos, por causa do verdismo bláblárínico.
Até que houve uma reunião decisiva.
A certa altura, a Bláblárina cede a palavra a uma bagróloga, especialista em bagres: em cópula de bagre e em piracema de bagre.
A bagróloga atormentou o Nunca Dantes.
Ela demonstrou que os bagres não copulariam em paz e não desovariam com as duas usinas.
O Nunca Dantes entraria para a História da Humanidade como o Genocida dos Bagres.
O Nunca Dantes ouviu quieto e convocou uma nova reunião para daí a duas semanas.
Quando a Blablárina deu de novo a palavra à bagróloga, e Lula fez a primeira intervenção.
Mas, a senhora se refere ao bagre Veludo ou ao bagre Sari ?
Porque, como a senhora sabe, entre um e outro há diferenças essenciais no que concerne à piracema.
A bagróloga se entupiu.
Respondeu titubeante, engatou uma réplica, e o Nunca Dantes interrompeu: não, a senhora me desculpe, insigne bagróloga, mas quem copula nessa posição é o bagre Papai.
E continou: já a piracema do bagre Urutu…
E lá foi o Nunca Dantes a consultar umas anotações do próprio punho, que tinha à frente.
Diante da perplexidade da bagróloga e da Bláblárina, ele suspendeu a reunião e disse:
- Marina, daqui a 15 dias você volta para me explicar como vão ser feitas Santo Antonio e Jirau. E, não, se podem ser feitas.
Poucos dias depois, a Bláblárina pediu as contas e botou a culpa na Dilma …
É com esse jenio que a Big House vai realizar a piracema dos bagres.
Ou a cópula.



Em tempo: o Lula teve aulas com uma bagróloga progressista…


Paulo Henrique Amorim


(*) Não tem nada a ver com cólon. São os colonistas do PiG que combateram na milícia para derrubar o presidente Lula e, depois, a presidenta Dilma. E assim se comportarão sempre que um presidente no Brasil, no mundo e na Galáxia tiver origem no trabalho e, não, no capital. O Mino Carta costuma dizer que o Brasil é o único lugar do mundo em que jornalista chama patrão de colega. É esse pessoal aí.

(**) Ataulfo de Paiva foi o mais medíocre – até certa altura – dos membros da Academia. A tal ponto que seu sucessor, o romancista José Lins do Rego quebrou a tradição e espinafrou o antecessor, no discurso de posse. Daí, Merval merecer aqui o epíteto honroso de “Ataulfo Merval de Paiva”, por seus notórios méritos jornalísticos,  estilísticos, e acadêmicos, em suma. Registre-se, em sua homenagem, que os filhos de Roberto Marinho perceberam isso e não o fizeram diretor de redação nem do Globo nem da TV Globo. Ofereceram-lhe à Academia.E ao Mino Carta, já que Merval é, provavelmente, o personagem principal de seu romance “O Brasil”.