Mente vazia, oficina do sistema da mídia golpista

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sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Petrobras: 3 bancos dão uma banana à Moody’s A Petrobras não quis: tem o que precisa para 2015.

 


Saiu no PiG cheiroso (ver no ABC do  C Af):

O Bradesco (R$ 3 bilhões), o Banco do Brasil (R$ 3,7 bilhões) e a Caixa ofereceram créditos à Petrobras DEPOIS que a Moody’s enganou os trouxas, como diz o Santayana.

Portanto, a nota da Moody’s não afeta os critérios de risco do Bradesco, do BB e da Caixa.

(Se a Moody’s cortasse a Globo para junk, o Bradesco, o BB e a Caixa fariam isso, amigo navegante ?)

A Petrobras agradeceu muito, mas disse que tem dinheiro em caixa – R$ 20 bilhões  – para todas as despesas de 2015.


Vai ser difícil o Moro quebrar a Petrobras.

Nem com o apoio do Ataulfo e do Ivar.

E olha que se depender de o Sargento Garcia prender o Zorro …

Paulo Henrique Amorim




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quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

O elefante do Paraná vai destruir o Brasil?

:


A melhor metáfora sobre a Lava Jato, conduzida pela dupla Sergio Moro e Deltan Dallagnol, foi criada pela empresa Sete Brasil: é um elefante na sala; mas não apenas da empresa; o elefante já pisoteia toda a economia brasileira; enquanto a Alumini, dos operários acima, está à beira da falência, a Engevix fecha seu estaleiro no Rio Grande do Sul, a Camargo Corrêa demite metade de sua administração, a Mendes Júnior paralisa a transposição do São Francisco, a UTC corta na carne, a Odebrecht ameaça parar obras da Rio 2016 e bancos já se preparam para a onda de calotes que se avizinha; marcha da insensatez avança diante do acovardamento do Judiciário e do governo e do oportunismo da oposição; para a Globo, que nunca quis indústria naval no País, ok; para golpistas, como Alberto Goldman, que vêem as demissões como pré-requisito para o impeachment, tudo bem; mas a responsabilidade por conter a irracionalidade não é apenas da presidente Dilma Rousseff; é também do senador Aécio Neves que critica as demissões no País, como se a guerra política não explicasse a crise; haverá um entendimento em prol do País?

247 - “Estamos com um elefante na sala chamado Lava Jato”. A frase é do executivo Luiz Orlando Carneiro, que preside a empresa Sete Brasil, criada para desenvolver a indústria naval no Brasil.

É uma metáfora perfeita. Como foi citada por Pedro Barusco, ex-gerente da Petrobras, em sua delação premiada, a Sete Brasil não vem tendo acesso a mecanismos de crédito. E como é a Sete quem subcontrata os estaleiros, todos estão parando suas atividades.

Foi o que aconteceu, por exemplo, com o Atlântico Sul, em Pernambuco, que rompeu seu contrato com a Sete, com o Enseada, na Bahia, e com a Ecovix, no Rio Grande do Sul. Em comum, todas essas empresas têm como acionistas empresas atingidas pela Lava Jato, como Camargo Corrêa, Odebrecht, UTC e Engevix.

A paralisia da indústria naval, provocada pela Lava Jato, ameaça uma indústria que estava morta, antes do governo Lula, e que foi a mais de 200 mil empregos. Caso nada seja feito, ela simplesmente desaparecerá.

Para as Organizações Globo, que fazem campanha sistemática contra a indústria naval e contra a política de conteúdo nacional da Petrobras, é uma grande notícia. Para o ex-governador paulista Alberto Goldman, que publicou um artigo afirmando que a deterioração da economia é pré-requisito para o impeachment que ele próprio deseja (leia aqui), maravilha. Mas e para o País? Será que o remédio contra a corrupção é mesmo a quebradeira geral, com demissões de milhares de trabalhadores?

Efeito em cadeia na economia

O impacto da Lava Jato, no entanto, vai muito além da indústria naval. Atinge também outros setores do setor de engenharia. A Mendes Júnior, por exemplo, paralisou obras da transposição do São Francisco. A Camargo Corrêa demitiu metade de sua administração e a Odebrecht já ameaça paralisar as obras da Rio de 2016, uma ótima notícia para quem se frustrou com o fiasco do movimento #naovaitercopa e agora aposta no #naovaiterolimpiada.

Bom, sempre será possível argumentar que isso é um problema de empreiteiras que corrompem servidores públicos e merecem ser punidas. Será mesmo? Hoje, o Valor Econômico noticia que o BTG Pactual, de André Esteves, elevou suas proviões para créditos duvidosos em 307% (leia mais aqui). Ou seja: bancos já se preparam para uma onda de calotes e a quebradeira generalizada na economia. O resultado será o crédito mais caro para todos. Não por acaso, o medo do desemprego voltou a assombrar a classe trabalhadora e a disposição para consumir é a menor em dez anos.

Fúria ensandecida

Nesse cenário de terror econômico, o elefante que pisoteia a economia brasileira vem sendo conduzido sem freios pelo Ministério Público Federal. Na semana passada, o procurador Deltan Dellagnol ajuizou uma ação que prevê multa de R$ 4,5 bilhões contra as empreiteiras Camargo Corrêa, Mendes Júnior, Galvão Engenharia, Sanko Sider, Engevix e OAS – a UTC Constran ficou de fora porque o MP ainda tem esperança de que seu controlador, o empresário Ricardo Pessoa, adira a uma delação premiada.

A consequência dessa ação, que inova juridicamente, com o conceito de danos morais coletivos, é a quebra de todas as empreiteiras envolvidas na Lava Jato. E, pior ainda, a cartelização do setor de engenharia, pois sobrariam apenas, entre as grandes, a Odebrecht e a Andrade Gutierrez que, embora tenham sido citadas inúmeras vezes, vêm sendo poupadas.

Mais do que simplesmente propor sua ação, Dellagnol quer impedir novas iniciativas de qualquer outro órgão público em defesa da economia brasileira. Ontem, o procurador foi a Brasília protestar contra os acordos de leniência que vêm sendo costurados pelo Tribunal de Contas da União e pela Controladoria Geral da União (leia mais aqui). Seu argumento é que, se forem feitos acordos, as empresas não terão incentivos para colaborar com as investigações.

Judiciário e governo acovardados, oposição oportunista

Diante de uma imprensa que torce para o pior, com o destaque para as Organizações Globo, que defendem até a substituição de empresas nacionais por firmas internacionais (como se Halliburton que comprou a invasão do Iraque fosse um exemplo de honestidade), o Poder Judiciário se mostra acovardado e nada faz para conter a marcha da irracionalidade.

No governo, ainda que prevaleça o discurso de que as empresas devem ser preservadas, há poucas iniciativas concretas para tirar as empresas do atoleiro em que se encontram. Volta-se, aqui, ao caso da Sete Brasil, que não obtém créditos, em razão da Lava Jato. Enquanto isso, algumas empresas, como a Constran, já protestam publicamente contra atrasos em seus pagamentos.

Ontem, ao comentar a crise que atinge a cadeia produtiva do setor de óleo e gás, o senador Aécio Neves (PSDB-MG), afirmou que as empresas já estão demitindo e disse que "os primeiros a serem punidos pela alta da inflação e pela perda do emprego são os mais pobres”.

Só não disse que a responsabilidade pelo País é também da oposição. Afinal, a quem interessa um país em ruínas e que destrua toda a sua indústria naval, suas empresas de engenharia e também os bancos que lhes deram crédito?

Cabe, aqui, um registro à sensatez do deputado José Carlos Aleluia (DEM-BA), um dos mais experientes do Congresso Nacional. “Não podemos aceitar passivamente a quebradeira das empresas e os danos incalculáveis que isso trará ao país. Uma empresa de construção pesada leva pelo menos 25 anos para alcançar a maturidade. Em algumas décadas, as maiores empreiteiras brasileiras acumularam expertise em grandes obras e uma reputação internacional que não podem ser destruídas”, disse à jornalista Tereza Cruvinel.

Das empresas atingidas pela Lava Jato, a que vive a situação mais dramática é a Alumini, já em recuperação judicial. Recentemente, seus funcionários fecharam a Ponte Rio-Niterói e foram criticados pelo Globo porque estavam atrapalhando o trânsito. Vale a pena assistir o depoimento de um de seus funcionários, que foi ao Congresso e emocionou os parlamentares ao falar do cenário de miséria que vê pela frente (assista aqui).

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Cadu Amaral: Vídeo para os mais novos conhecerem um pouco sobre o governo FHC


FHC_EUA02


Cadu Amaral em seu blog

É natural que toda uma geração que hoje começa a assumir como principal faixa etária na economia do país não tenha lembrança alguma de como foi o governo de Fernando Henrique Cardoso (FHC). Afinal, Lula e Dilma completam no final do ano 12 anos de governos do PT e aliados.
Se essa geração citada acima tem hoje entre 25 e 30 anos, teria quando o governo FHC terminou entre 13 e 18 anos. Não lembrar é normal. Ainda mais com a mídia que temos no Brasil que esconde o passado da governança tucana, pois apoiava suas práticas e nega tudo o que se tem conquistado no Brasil nesses anos de Lula e Dilma.
Também é verdade que por vezes – muitas vezes – o debate político gira em torno de acusações mútuas. Isso não ajuda na construção comparativa que consequentemente ajuda no debate sobre os rumos do Brasil.
Porém, também é fato que o que tem se apresentado como novidade política em nada o é. E o único objetivo é mudar o foco da disputa política institucional no país capitaneada pelo PSDB e pelo PT.
O que também é normal diante do pouco tempo de democracia no país. Esses são os únicos partidos, à exceção de Collor, que tiveram – ou tem – presidentes da República. Se a política brasileira precisa se renovar, não é forçando a barra que isso vai dar certo. É muito mais importante renovar métodos e conceitos do que, necessariamente, siglas partidárias.
E os partidos não são ilhas, eles também refletem a cultura política média da sociedade e do tempo histórico em que estão inseridos. Negar isso é conversa fiada. O objetivo de essas novidades é apenas tomar o lugar de PT e PSDB. Só isso. Mudar apenas as siglas partidárias.
Assista abaixo um vídeo com momentos dos governos FHC e Lula, entenda um pouco mais as diferenças entre eles e o papel da imprensa grande nesse processo. O PSDB continua insistindo nas mesmas teses do governo FHC para a economia do país e a mídia faz você achar que essa é a única alternativa que temos para fazer o Brasil avançar economicamente.
Também certo que muita coisa não conseguiu ser quebrada nos governos Lula e Dilma, mas aí entra a diferença entre governo e poder. Os petistas estão no governo, enquanto o poder continua nas mãos daqueles em que sempre estiveram e o PSDB é o partido do poder no Brasil. Se não foi fundado para sê-lo, se tornou.
Abaixo o vídeo.




Todas as crises econômicas citas na fala de FHC foram muito menores do que a de 2008 em que Lula afirmou que no Brasil seria uma “marolinha”. E foi!

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terça-feira, 9 de agosto de 2011

Praga da Imprensa brasileira contra as Olimpíadas Rio 2016 foi tão forte que pegou nas Olimpíadas Londres 2012


Presidente do COI trata a segurança como um
dos principais pontos a ser analisado pelo Rio?????

Os integrantes do Comitê Olímpico Internacional (COI) visitaram nesta sexta-feira, no Rio de Janeiro, o Centro de Operações Rio e o projeto do Porto Maravilha, dois centros nas áreas de segurança, operações e urbanismo. Os projetos analisados estão ligados aos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2016.
Recepcionado pelo prefeito do Rio, Eduardo Paes, o presidente do COI, Jacques Rogge, foi conferir as instalações da cidade carioca. A questão da segurança é um dos principais pontos debatidos pelo COI.
By: Aposentado Invocado
Por acaso, se esta situação fosse no meu Rio de Janeiro, o que estariam falando a imprensa de merda, (sem ofender a merda), que infesta este país.
Seria a gloria dos cansei, milenium, kamel, ...e outros da mesma escória.