Mente vazia, oficina do sistema da mídia golpista

Mente vazia, oficina do sistema da mídia golpista

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Especuladores encabrestados

Por Mauro Santayana

A nova legislação bancária nos Estados Unidos, mesmo considerada insuficiente pelo senador Russ Feingold, democrata do Wisconsin, é o mais importante instrumento de controle do sistema financeiro daquele país, e só encontra precedentes no governo de Andrew Jackson (1829-1837) e na intervenção de Roosevelt, com o New Deal, em 1933.

A lei estabelece que o dinheiro do Tesouro não será mais usado para socorrer os acionistas e executivos fraudadores ou incompetentes. As perdas deverão ser assumidas pelos acionistas dos bancos, e seus diretores, mas, também, pelos aventureiros que colocarem suas economias em operações de risco. O senador Harry M. Reid (por sinal, representante de Nevada) e líder da Maioria naquela Casa, resume o que a lei pretende resolver:
“Nos cassinos de Nevada quem coloca suas fichas no jogo, quando ganha, ganha ele mesmo; quando perde, perde seu próprio dinheiro. Em Wall Street, eles colocam o nosso dinheiro no jogo: quando ganham, ganham eles; quando perdem, o prejuízo é do contribuinte. Não será mais assim”. O principal autor da lei, Christopher Dodd, democrata de Connecticut, e presidente da Comissão de Bancos, diz que foi o máximo que se obteve, na difícil e demorada negociação no Senado. O comportamento dos banqueiros e operadores do sistema, nos próximos meses, mostrará se a legislação é suficiente, ou se será necessário torná-la ainda mais rígida.

O mais importante da legislação é que o Federal Reserve, o Banco Central norte-americano, não continuará atuando com a autonomia de que dispõe, e que é bem menor do que a do nosso Bancen. Embora ele tenha ampliada a sua competência para a regulação do mercado bancário, um poderoso comitê de usuários (consumers) estará instalado em sua sede, a fim de acompanhar a ação fiscalizadora. Acima de todas as instâncias, comissão do Poder Executivo, sob a direção do secretário do Tesouro, supervisionará todas as atividades financeiras do país, e terá condições de identificar atos que impliquem riscos para o sistema como um todo e os evitar.

Dentro da doutrina Juraci Magalhães, pela qual “tudo o que é bom para os Estados Unidos é também bom para o Brasil”, espera-se que o exemplo norte-americano seja seguido pelo próximo governo brasileiro. Ali, a legislação, em suas linhas gerais, foi proposta pelo Poder Executivo e elaborada pela comissão competente do Senado.

A preocupação em domar o apetite pantagruélico dos bancos brasileiros e em proteger os depositantes e investidores é antiga, mas sem grande resposta do Congresso, na qual a bancada subsidiada pelo sistema é poderosa. No discurso que faria à nação ao empossar-se diante do Congresso, Tancredo Neves dizia que os depositantes e aplicadores deveriam saber a quem confiar os seus cabedais, porque o Tesouro não iria mais socorrer os banqueiros irresponsáveis. Dez anos depois de sua morte, houve o socorro do Tesouro aos fraudadores, mediante o Proer.

O capitalismo, em sua expressão pura, significa a liberdade de iniciativa e a assunção plena dos riscos assumidos. No caso do sistema financeiro, registra-se a brutal transferência de recursos dos setores produtivos para os grandes bancos, e a irresponsabilidade com que se especula no mercado. É hora de que – como ocorreu nos Estados Unidos, com o didático exemplo de Madoff – alguns conhecidos larápios de colarinho branco sejam metidos na cadeia. Na cadeia comum, sem qualquer regalia, dentro do princípio de que todos são rigorosamente iguais diante da lei.

Com Texto Livre: Serra pode ter candidatura cassada

Com Texto Livre: Serra pode ter candidatura cassada

Estadão é único a dar voz ao sindicato de auditores fiscais

O Estadão, apesar (ou talvez justamente por isso mesmo) de adotar a linha mais transparentemente anti-Lula, foi o único jornal a dar voz a umcomunicado do Sindicato Nacional dos Auditores da Receita Federal (Sindfisco) no qual se fornece explicações conceituais sobre o acesso aos dados do tucano Eduardo Jorge.

Entretanto, como a explicação atrapalha a tese de que uma "equipe de inteligência" de Dilma fez um dossiê contra um aliado de Serra, o Globo e a Folha simplesmente ignoraram o texto. Não o divulgaram. Agiram como se ele não existisse.

O próprio Estadão transcreve o comunicado com nítida má-vontade, visto que não põe em destaque o que é, na verdade, a explicação mais racional. Toda a imprensa vem fazendo uma grande confusão, denunciou o sindicato. A função do auditor da Receita é justamente entrar na conta das pessoas e empresas para cruzar informações fiscais. É pago para isso. O crime não está aí. O crime está em vazar informações para fora do recinto.

As declarações do secretário da Receita, Otacílio Cartaxo, e o comunicado do Sindfisco, complementam-se e permitem tirar conclusões contrárias às teses ventiladas pela imprensa e seus colunistas:
  1. O ambiente funcional da Receita não é partidarizado. Todos os funcionários da Receita entraram na instituição através dos concursos mais difíceis do país, e também recebem os mais altos salários da República. Não há nenhum clima para se defender este ou aquele candidato. Ao contrário, a maioria dos funcionários da Receita são indivíduos conservadores e muito pouco simpáticos ao PT.
  2. Os funcionários sabem muito bem que seus acessos são todos registrados. Seria uma estupidez incompatível com o nível técnico de um auditor da Receita entrar indevidamente nos arquivos de um político. Ainda mais de um político! Ainda mais de um político da oposição!
  3. Sindfisco e Cartaxo não descartam, naturalmente, algum ilícito por parte de um funcionário. É loucura, no entanto, pensar que um funcionário poria em risco seu emprego e sua liberdade para prejudicar gratuitamente um político. Somente uma propina muito grande poderia corromper um auditor a fazer uma coisa dessas.
  4. É o tipo de coisa que não se faz por "ideologia" ou "petismo", como a imprensa quer dar a entender. Apenas por dinheiro mesmo. Muita grana. E não faz sentido que a "equipe de inteligência" de Dilma tenha pago uma fortuna, arriscando-se terrivelmente e cometendo um crime gravíssimo, para fazer um dossiê totalmente inócuo para os rumos da campanha.
  5. A única parte realmente interessada em conhecer a fundo os imbróglios fiscais de Eduardo Jorge é o próprio Eduardo Jorge. Se alguém subornou um funcionário da Receita, a lógica manda dizer que foi ele. O auditor corrupto poderia fazê-lo pensando que EJ nunca pensaria em vazar seus próprios documentos. Mas EJ, ao verificar que os documentos não tinham nada de explosivamente comprometedor (e pagou para tê-los à sua disposição justamente para saber disso, e tranquilizar-se), resolveu usá-los de outra maneira. Entregou-os à Folha e ajudou a montar a tese de que o seu sigilo fiscal fora violado. A Folha e outros jornais adotam a tática goebbelliana de repetir a tese da "equipe de inteligência" de Dilma e da montagem de um dossiê até que ela se infiltre no inconsciente de vastos setores da sociedade.
  6. Sem contar que EJ pode acessar seus dados com sua própria senha e CPF. Esses caras são tão carasdepau que não me surpreenderia que não passou disso.
  7. Cartaxo afirmou que não será possível concluir a investigação antes dos prazos determinados por lei para procedimentos como esse (3 ou 4 meses), e o Sindfisco disse que é improvável que tenha ocorrido acesso "não-motivado", ou seja, ilegal. Considerando tudo isso, vemos que este não foi um jogo armado para encontrar culpados, mas apenas para produzir factóides eleitorais negativos para Dilma.
Por fim, as declarações de Serra, de que o secretário da Receita deveria revelar os nomes dos auditores que tiveram acesso aos dados de Eduardo Jorge, mostram mais uma vez um político inescrupuloso, que não hesita em jogar inocentes às feras, desde que isso sirva para lhe beneficiar eleitoralmente. Ou antes, é apenas cinismo, visto que ele sabe muito bem que Cartaxo não poderia cometer uma imprudência e uma injustiça dessas, de lançar no lamaçal do jogo sujo político nomes de auditores que nada mais fizeram que exercer o seu ofício.

Imperdível: Dilma e Lula fazem primeiro grande comício da vitória no Rio de Janeiro


Quem está no Rio de Janeiro nesta sexta-feira, tem um compromisso imperdível, e é daqueles compromissos com a história.

Dilma e Lula farão seu primeiro grande comício de campanha. O local não poderia ser melhor. Começa com uma caminhada, saindo da Candelária, local de grandes manifestações históricas como as Diretas Já, e segue rumo a Cinelândia, onde haverá o grande comício da vitória.

A Cinelândia é a praça do povo, onde já houve memoráveis comícios do próprio Lula e de Brizola, em eleições passadas. E com que satisfação os cariocas podem ver o PT de Lula e o PDT de Brizola no mesmo palanque de novo, para eleger Dilma presidente.

Dilma, Lula, Sérgio Cabral, Lindberg Farias, e os candidatos a deputados, serão os anfitriões e apresentadores da festa, mas a festa é do povo, e os protagonistas da história é cada um que estará ali.

A presença de cada um é uma manifestação política tão ou mais importante que os discursos no palanque. O comparecimento é o discurso de cada um em apoio a justiça social praticada no governo Lula e contra os vendilhões da pátria, é também o rotundo NÃO a tudo de ruim que diz as TVs Globos da vida.

Cada conversa entre companheiros e companheiras que forem juntos ou se encontrarem ali, com o desconhecido do lado, é um dos milhares de discursos no comício.

Lá estará o pessoal com traje de escritório, saindo do trabalho, o pessoal militante vestido a caráter, com suas camisetas e bandeiras do PCdoB, PDT, PMDB, PSB e PT e outros. Não faltarão pedetistas com lenços vermelho no pescoço. Além das comitivas de militantes, lá estarão pessoas humildes "avulsas", que vem de longe, pagando a passagem do ônibus ou o trem com dinheiro do próprio bolso, só para ver "o seu" Presidente, e "a sua" candidata. Estará lá o pipoqueiro que cola um adesivo da Dilma e do Lula no carrinho de pipoca, o vendedor ambulante de amendoim, tal qual o menino Lula do passado, se emocionando com o discurso do Presidente, e o vendedor de refrigerante e cerveja que, diferente de outros eventos, não se limita as vendas, mas aplaude, assobia, se enfeita com adesivos, canta "Lula-lá" e canta "É com a Dilma que eu vou".

Eu estarei lá, chova ou faça frio. É daqueles momentos em que, mais do que testemunha, somos protagonistas da história, para lembrar no futuro e dizer "eu fui, eu estava lá".

Horários:
16:00hs - Concentração na Candelária
17:30hs - Início da caminhada da Candelária até a Cinelândia, pela Av. Rio Branco
19:00hs - Comício na Cinelândia

Serra ataca de novo o Mercosul. Valentia, só com os fracos

Seguindo na sua linha de que bom mesmo é ser amigo dos ricos, José Serra voltou a atacar hoje o Mercosul. Segundo ele disse à Folha, o Brasil teria mais chances sozinho de fechar, de forma ágil, um acordo com a União Europeia, sem depender do Mercosul. “Seria importante ter uma flexibilização das regras do Mercosul. O Brasil tem condições de avançar mais sozinho”, disse o tucano.

Ele fez críticas à política externa do governo Lula. Serra disse que “o Brasil investiu muito em estreitar relações com países de pouca relevância no comércio mundial”.
Não tenho dúvidas que Serra fecharia mais rápido os acordos com os países ricos. É mais rápida a negociação onde o lado mais fraco diz: “sim, senhor”, “certo”, “está bem”, e “seja como o senhor quiser, patrão”.

Eu já o comparei aqui com o exemplo de Juracy Magalhães, aquele da frase “o que é bom para os Estados Unidos é bom para o Brasil.

Curioso é Serra falar isso justamente depois de uma reunião com a União Européia. Os europeus, que sendo de esquerda ou de direita não querem ser capachos de outras potências econômicas, negociam em bloco com o mundo. Aqui, o “jenial” Serra acha que na base do “cada um por sí” vamos a algum lugar.

A cabeça egoísta de Serra é assim. Ele não cultiva relações, nem solidariedade. Tem comportamento subalterno. Natural que entenda assim as relações comerciais com o mundo.

Blogg do Amoral Nato: Serra foge de Yeda,

Blogg do Amoral Nato: Serra foge de Yeda,: "Em pizzaria no Rio de Janeiro A tucana Yeda Crusius (PSDB/RS) fez o lançamento oficial de sua campanha, em um evento realizado no Clube Far..."

O covarde


O país já se acostumou a ver membros das altas esferas do Poder Judiciário darem declarações públicas de viés partidário. Gilmar Mendes e Marco Aurélio de Mello são os dois maiores expoentes desse tipo de conduta. Todavia, se formos analisar o trabalho do Supremo Tribunal Federal, notar-se-á que os arroubos persecutórios desses juízes contra Lula e o PT nunca tiveram maiores conseqüências.

Há membros e membros do Poder Judiciário. Tanto o Supremo Tribunal Federal quanto o Tribunal Superior Eleitoral são colegiados. O fato de abrigarem membros espalhafatosos e dispostos a gerar fatos políticos do interesse dos seus benfeitores – como no caso de Gilmar Mendes, que se tornou juiz da Suprema Corte graças a FHC – não significa que tenham força para levar aquele colegiado às decisões que gostariam.

O silêncio da geração de juízes do STF – e que integram o TSE – nomeados por Lula mostra que não se prestam a fazer serviços políticos. Prova disso está nas recusas e nas concordâncias da Justiça Eleitoral com as representações dos tucanos contra Lula e Dilma Rousseff. Apesar da judicialização do processo eleitoral desencadeada pela campanha de José Serra, o Tribunal Eleitoral tem mostrado que a força dos conservadores na Justiça já não é mais aquela.

Há um misto de desespero, devaneio e pseudo estratégia política nas ameaças da direita de melar o processo eleitoral impedindo Dilma de disputar uma eleição que as pesquisas já mostram – mesmo que não sejam mostradas – que pode ser definida no primeiro turno a favor da candidata petista.

Além disso, Serra fez coisa igual ou pior do que essa de que acusam Lula enquanto sonham com uma vitória eleitoral no tapetão. Fez pior porque Lula fez num evento qualquer como o do trem-bala e Serra, fez na TV, no horário eleitoral de seu partido na Bahia, o que fez o TSE multá-lo na terça-feira passada (6/7) por “propaganda antecipada”. A mídia, aliás, não divulgou. Enquanto noticiava as multas de Lula e Dilma sem parar, escondia a multa de Serra.

Desta maneira, a Justiça Eleitoral teria que cometer a enormidade de tratar Dilma e Serra de formas diferentes, pois se cassar um terá que cassar o outro, de forma que as declarações da vice-procuradora-geral eleitoral Sandra Cureau aludindo a pedido de cassação da candidatura da petista, não acredito nada, nada que seriam acolhidas pelo plenário do TSE.

Em vez de me preocupar com os devaneios golpistas e com a disposição de membros do Judiciário para aparecerem mais do que a jabulani na Copa ou para criarem fatos políticos para o consórcio demo-tucano, prefiro ver o lado bom desse caso das ameaças de impugnarem a candidatura de Dilma.

O flerte com o golpe judiciário confirma notícias como a veiculada pelo colunista da Folha de São Paulo Fernando Rodrigues, de que em pesquisa nacional com três mil pessoas que o PT teria encomendado a petista teria 43% das intenções de voto e Serra, 36%. Pode ser isso, pode ser mais, mas a notícia também combina com uma certa euforia que está se vendo no PT e com o crescente mau-humor que o tucano vem expondo publicamente.

Em minha opinião, essa conversa sobre cassar Dilma será entendida por muita gente como tentativa de candidatos em desvantagem de usarem seus amigos no Judiciário para melar o jogo. Tudo se resume àquelas duas apostas que venho dizendo que se confrontarão neste ano. Serra e o PSDB apostam que o povo é burro e Lula, Dilma e o PT apostam que é muito mais esperto do que supõe a direita brasileira

Palavras Diversas

Palavras Diversas

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quinta-feira, 15 de julho de 2010

Blogg do Amoral Nato: A tribo do Indio toca o apito das teles

Blogg do Amoral Nato: A tribo do Indio toca o apito das teles: "Estou lendo agora em O Globo que o DEM, partido do vice de Serra, vai entrar hoje na justiça contra a reativação da telebras, responsável p..."

Tapinha não doi ?

Lembro-me uma vez , que até hoje não sei o motivo ,mas deve ter tido algum. O apertar de minhas orelhas , sim orelhas , no plural as duas , dói pra cacete. Há termos mais forte que justificariam mais o extremo da situação. Mas não ficaria de acordo com padrões aceitos. Não há como substantivar algo que é realmente superlativo.Doi pra cacete mesmo.
Levar um puxão de orelhas dependendo do momento e estado mental e emocional que a pessoa é levada a faze-lo, pode parecer aos olhos de quem passa normal , afinal esta-se educando. Nada mais equivocado do que isso,Tenho perto de 45 anos e o caso aconteceu , não me lembro com qual idade naquela época , sei que aconteceu e doi pra cacete. Outros dirão , lembro-me da surra que tomei com vara de goiabeira , e depois o banho em sal grosso, e não morri e agradeço a educação.Tá outros não tiveram tal sorte,digo.Eu também agradeço, e muito.Mas precisava ter tapinha ou usar minhas arelhas, e sou orelhudo, ou era. Não sei se me lembro de um maior afago , de um passar de mão aos cabelos , de uma palavra mais amena.......sei que houve.,mas com tantas informações lembradas do tal puxão de orelhas......e do cacete da dor , o local , e os motivos , que não entendo até hoje.Isso eu lembro. E julgando-me de uma situação um pouco melhor, cultural e econômica , do que a maioria, ainda naqueles idos. E ainda lembro-me , mas... e as palavras? o afago? sei que houve , mas onde estão? de certo que muito mais afagos , mas a intensidade ,não só da dor ,mas do porque .E não ter as respostas, e se dessem, não sei se as entenderia.
Mas qual a medida do tapinha? tem alguma ?
Estava em frente a tv caçando , nos canais abertos , um que desse alguma notícia, principalmente do momento eleitoral em que vivemos. Quando no SBT , não sei o nome dos âncoras, é um casal , agora mesmo que não quero saber. Quando abre o noticiário "Presidente lula assina lei que proíbe o tapinha em crianças", e tome porrada no Lula. Eu não sei mas é querer justificar o injustificável. todas as emissoras,replicaram a mesma notícia com algumas diferença de entonação , mas todas no mesmo tom."O Lula ta querendo mandar até na educação que se dá em casa."
O que vi ,e ouvi daqueles dois, foi risível. Até as perguntas de um para o outro " você fulana nunca, tomou um tapinha no bumbum , quando criança?" e daí o esforço em matéria de jornalixo tendencioso, e um enorme exercício mental para justificar o que não se justifica.
Tapinha não doi , não , não doi . E um tapão? doi? como graduar e separar o "carinhoso" tapinha? "educaional?" do tapão raivoso corretivo , vingador , impróprio?
"Eu quem alimento , educa , paga as contas , eu quem sei........., lógico que tentaram justificar o tal tapinha". Jogar pela janela pode? educa ? ah tá , mais isso é diferente. Pode ser só o começo.
Mas teríamos então que criar uma lei para cada caso , ou lei alguma. Seria melhor. Já pensou , se ao invés de criar uma lei proibindo , ele estivesse revogando uma lei que proibisse tal ato?
Hoje tenho filhos, adultos. Lembro-me mais deles nos momentos que afaguei , conversei ,.... e fui ouvido.Por que um tapinha , mais tarde , em minha lembrança, é que dói pra cacete.









Lançamento do comitê de Dilma Roussef

Blogg do Amoral Nato: Manda Quem Pode, Obedece Quem Não Tem Vergonha Na ...

Blogg do Amoral Nato: Manda Quem Pode, Obedece Quem Não Tem Vergonha Na ...: " Serra pede desculpas a repórter da Globo Não parece alguém, ALGUÉM diante da Globo ? Quem ser..."

Blog do Décio: Serra se irrita com pergunta de repórter