Mente vazia, oficina do sistema da mídia golpista

Mente vazia, oficina do sistema da mídia golpista
Mostrando postagens com marcador foxconn. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador foxconn. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 3 de junho de 2014

Complexo de vira-latas: zagueiro dos EUA defende o Brasil de sua mídia

 Autor: Fernando Brito

lalas
É surrealista o que acontece com a Copa no Brasil, na visão da mídia.
Tanto que hoje o ex-zagueiro – e bom zagueiro – da seleção dos EUA Alexi Lalas, um dos destaques da  Copa de 1994, ridiculariza a imprensa nacional com sua cobertura sobre a Copa.
Lalas agora é comentarista de futebol e chegou hoje ao Rio.
Está no UOL.
“Em sua conta no Twitter, Lalas falou bem do aeroporto e ainda brincou com a imagem de violência que ficou ligada ao Brasil nos últimos anos. “Dia 1 no Rio. Eu não fui roubado e meus órgãos não foram arrancados”, disse o ex-jogador. Para Lalas, o serviço de desembarque no aeroporto do Rio de Janeiro foi muito bom. “O aeroporto do Rio foi mais rápido e fácil do que qualquer um nos Estados Unidos. Nós pousamos, passamos pela alfândega e pegamos nossas bagagens em 32 minutos”.
Mesmo assim, a idiotice midiática acrescente um “ainda” ao “não foram roubados”.
Lalas dá uma espanada em O Globo, ao replicar ao jornal: “Desculpe. I was just pointing out how perception isn’t always reality. And a World Cup can help change that.”
“Eu estou apenas expondo como a percepção nem sempre é a realidade. E a Copa do Mundo pode ajudar a mudar isto”
Ah, Lalas, vai falando.
A coxinhagem que frequenta o site do UOL já está chamando você de petista e pedindo que espere o segundo dia…
Nem em inglês eles entendem…

É muita viralatice !
Carcuro respondeu que (...) considera tudo uma campanha do terror que passa a impressão que, por exemplo, o Rio estaria tomado por tropas. Viu um Rio normal e lindo e disse que 40.000 chilenos estão chegando.
E o mais importante: que essa campanha pró terror dói muito nele como Sul Americano e Chileno, um povo irmão e muito amigo do Brasil. Genial. Melhor ainda ver a cara de decepção do Back em não encontrar o eco que esperava.


Agora pouco, no FOX SPORTS, Benjamim Back tentou cooptar o jornalista chileno Pedro Carcuro da FOX SPORTS CHILE na ideia que infelizmente, de acordo com ele, tinha lido em jornais da Inglaterra e Alemanha que era perigoso vir ao Brasil para a Copa por causa da violência e manifestações, coisa que ele concordava. Carcuro respondeu que tinha lido sobre isso e considera tudo uma campanha do terror que passa a impressão que, por exemplo, o Rio estaria tomado por tropas. Viu um Rio normal e lindo e disse que 40.000 chilenos estão chegando.
E o mais importante: que essa campanha pró terror dói muito nele como Sul Americano e Chileno, um povo irmão e muito amigo do Brasil. Genial. Melhor ainda ver a cara de decepção do Back em não encontrar o eco que esperava.
/Dica Roberto Petralha Urbano - https://www.facebook.com/roberto.urbano.5?fref=ufi

sábado, 23 de abril de 2011

Google não é trouxa: acredita no Brasil


Ontem eu vinha no carro, ouvindo rádio, e ouvi um comentário na  CBN – não recordo de quem – dizendo que o investimento de US$ 12 bilhões da Foxconn – que vai fabricar “tablets” eletrônicos no Brasil – não ia dar certo, porque temos impostos demais e engenheiros de menos para tornar isso viável.

É a velha turma do “o Brasil não vai dar certo” em ação.
Hoje, curiosamente, fui alertado por uma nota na excelente editoria Digital & Mídia, de O Globo, fui ler a matéria do Financial Times, escrita por Samantha Pearson, onde se dá conta que o faturamento da Google no Brasil cresceu 80% em 2010 e espera-se avanço igual este ano, o que está levando a gigante da internet a aumentar em 50% seu quadro atual de 350 empregados no Brasil.
O motivo?
” Dar acesso aos pobre do Brasil mais acesso à  internet e melhorar a velocidade de conexão é uma prioridade da nova presidente do país, Dilma Rousseff, que vê a web como a melhor maneira de acelerar o desenvolvimento social e econômico”, diz o jornal inglês e acrescenta que “mais brasileiros chegam à as classe média e compram seu primeiro computador e o uso da Internet aumentou”.
E e, O Globo de hoje, outra matéria mostra que crescimento da economia brasileira está “atraindo empresas estrangeiras, que, de olho na expansão da classe média, têm planos que vão além de novas fábricas: incluem a criação de polos para desenvolver produtos e serviços.”
Segundo o  Ministério da Ciência e Tecnologia, foram destinados para a criação de centros e laboratórios R$ 14 bilhões em 2010, número que deverá subir para R$ 17 bilhões este ano – alta de 21%. Do valor,  parte é de multinacionais e parte de empresas estatais, como a gente mostrou quinta-feira aqui.
E a nossa mídia, com suas caras e bocas afetadas, só consegue pedir mais juros e menos intervenção do Estado. Eles acham que a abreviatura de Brasil não é BR, mas ADR, que é o nome das ações daqui que  se vendem na Bolsa de Nova York.

terça-feira, 19 de abril de 2011

Mercadante: o que a Foxconn se comprometeu a fazer



É uma pena, mas o candidato não apresentou diploma


No programa Entrevista Record desta terça-feira às 21:15, na Record News, o Ministro Aloizio Mercadante, da Tecnologia, retomou o tema do maior investimento que o Brasil receberá: US$ 12 bilhões de dólares da chinesa Foxconn, ao longo de 5 anos.

Clique aqui para ler “Mercadante explica o salto tecnológico que a Presidenta deu na China”.

E aqui para ler a entrevista com o magnífico professor Eugênio Gudinho, que inspirou as críticas piguentas ao investimento.

O professor Gudinho e seus piguentos discípulos disseram, primeiro, que o Brasil ia ser apenas um montador dos produtos da Foxconn.

O Brasil se tornaria nada mais que uma maquiladora, aquelas fábricas mexicanas que ficam na fronteira com a Califórnia e não absorvem tecnologia alguma.

Mercadante mostrou que Terry Gou, o taiwanês que fundou a Foxconn vai continuar como controlador do investimento, mas terá sócios brasileiros – obrigatoriamente.

Gou terá que abrir a tecnologia aos sócios brasileiros.

Na primeira fase, os brasileiros serão mais integradores, montadores na produção de tela para tablets.

Entre 2011 e 2013, aí, a fabrica brasileira já produzirá, ela própria, celulares e tablets.

A partir de 2014, serão produzidas tevês high definition.

Todas as patentes terão que ser registradas no Brasil, para desespero do prof. Gudinho.

Essas telas para tablets e tevê de alta definição exigem uma tecnologia de ponta, com utilização de chips e circuito integrado.

É bom lembrar ao prof. Gudinho que a Foxconn fatura 100 bilhões de dólares por ano e há oito anos é a maior exportadora da China: US$ 86 bi em 2010.

Ela produz celular para a Sony, Nokia e tela de computador para a Dell, por exemplo.

Foi a Foxconn quem montou a infra-estrutura para a Amazon, uma livraria virtual, onde os discípulos piguentos do prof. Gudinho pensam que só eles compram.

Gou veio para o Brasil porque já tem indústrias na China, na Índia e na Rússia e ele quer ser o Rei dos BRICS.

E já tem quatro plantas no Brasil, com 5 mil trabalhadores.

No Brasil, a Foxconn será a única produtora de tela para tablet do Hemisfério Sul.

Ele pretende construir aqui uma Cidade Inteligente.

Ou seja, explicou Mercadante, uma cidade de 100 mil pessoas (20 mil engenheiros) toda integrada por banda larga.

Os serviços de saúde, educação e divulgação de métodos de gestão serão todos prestados via internet.

A segunda crítica mortífera do professor Gudinho foi sobre os 20 mil engenheiros .

Onde é que vamos arrumar isso tudo ?, perguntam o professor e seus piguentos discípulos.

Mercadante explicou que o sistema educacional brasileiro tem 198 mil vagas nos cursos de Engenharia e apenas 115 mil alunos.

Por que essa discrepância, num País que tem fome de Engenharia ?

Educadamente, o Ministro atribuiu aos anos de estagnação econômica, quando os candidatos a engenheiro se sentiam “desmotivados”.

Como este ansioso blogueiro é menos educado, fica combinado assim: os anos sombrios do Cerra e do Farol de Alexandria destruiram até isso: a produção de engenheiros.

Eles foram férteis na produção de economistas para bancos e advogados para Dantas.

Segundo Mercadante, a Presidenta – ela própria Engenheira sob a capa de Economista (o Cerra não tem diploma de um nem outro) está para lançar um programa para motivar jovens a estudar Engenharia.

E não só para trabalhar na Foxconn.

Mercadante lembrou que a GE e a IBM instalaram seus primeiros laboratórios de pesquisa e desenvolvimento no Hemisfério Sul, no Rio.

A GE botou US$ 550 milhões no laboratório.

E tome engenheiro !

As chinesas ZTE – clique aqui para ler – ( US$ 200 milhões) e Huawei (US $ 300 milhões ) virão para o Brasil com tecnologia de ponta em busca de mestres e doutores.

O professor Gudinho que nos perdoe, mas ele e seus piguentos discípulos é que podiam ir carpir café.

Em tempo: amigo navegante Fabio lembra que o Brasil tem um interessante chamariz para a Foxconn: o programa Computador para Todos, que deverá incluir, também, os tablets. Sem falar nos tablets para acompanhar a Copa e a Olimpíada. Um horror !


Paulo Henrique Amorim

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Bomba ! Bomba ! Bessinha sabe por que a Foxconn veio para o Brasil !


Mercadante conta como Presidenta deu o “salto tecnológico”


Que pena: o Terry Gou não leu a Miriam Leitão

Este ansioso blogueiro acaba de falar com o Ministro Aloizio Mercadante, que está em Sanya, resort no Sul da China, perto do Vietnã, onde a presidenta Dilma participa de reunião dos BRICs.

Mercadante explicou que o fundador da Hon Hai (controladora da Foxconn), o empresário taiwanês Terry Gou ia apresentar a proposta formal de investimento no Brasil antes de a JK de saias ir à China.

(Clique aqui para ler “Presidenta e a China já estão lá na frente”.)

Mas, como a tragédia do Japão desmontou toda a cadeia de produção de eletrodomésticos da Ásia, o encontro ficou marcado para agora, em Pequim.

E aí ele apresentou a proposta final.

Embora seja taiwanês, Terry Gou trabalha há 30 anos na China.

A Foxconn é a maior exportadora da China.

A exportação dele é seis vezes o fluxo de comercio do Brasil com a China.

Ele representa 5% da exportação da China.

Fatura US $ 100 bilhões/ano.

Ele construiu na China uma Cidade Inteligente com 400 mil trabalhadores.

A que quer construir no Brasil terá 100 mil trabalhadores.

Numa das unidades da cidade inteligente chinesa há treze prédios.

Ele vende para a Apple, HP, Dell e Sony.

De cada três computadores vendidos no mundo, um é produzido por ele.

No Brasil, ele pretende investir US $ 12 bilhões em cinco anos – ou seja, 10% dos negócios dele, num ano.

A Cidade Inteligente brasileira criaria 100 mil empregos.

Vinte e cinco mil seriam engenheiros.

Dez mil, técnicos especializados.

(O Brasil, um dia, vai se livrar dos economistas … – PHA)

A Foxconn tem duas fabricas no Brasil, há oito anos: em Jundiaí (SP) e em Manaus.

Gou está careca de conhecer o Brasil.

(E não deve ler a urubóloga, senão, investiria no Haiti – PHA)

Mercadante desconfia que Gou já saiba onde quer instalar a fábrica no Brasil, mas não conta para ninguém.

Gou já faz investimentos maciços na Índia e na Rússia – ele quer ser hegemônico nos BRICs.

Ele vai ter que se associar a empresas brasileiras – ainda que seja o controlador. 

O investimento exigiria financiamento do BNDES. 

Aqui será produzida toda a linha de tablets – ipads e iphones

Mercadante lembra que o Brasil mal inicia o “salto tecnológico”.

A GE já começa a instalar no Fundão, no Rio, perto do CENPES da Petrobrás, o seu único centro de Pesquisa e Desenvolvimento no Hemisfério Sul.

A IBM também: vai instalar no Rio seu único centro de P & D no Hemisfério Sul.

A JK de saias vendeu 35 aviões da Embraer à China.

E assegurou que jatos executivos Legacy (todos têm transponder, é bom lembrar) da Embraer serão produzidos na China.

E ainda se deu ao trabalho de vender carne suína aos chineses.

Que horror !

Em tempo: ao contrário do que diz Folha (*), que vetou terminantemente a entrada do Brasil no Conselho de Segurança da ONU – clique aqui para ler na pág. A18 –, Mercadante informou que a missão brasileira recebeu com entusiasmo o apoio da China ao pleito brasileiro. 


Paulo Henrique Amorim


(*) Folha é um jornal que não se deve deixar a avó ler, porque publica palavrões. Além disso, Folha é aquele jornal que entrevista Daniel Dantas DEPOIS de condenado e pergunta o que ele achou da investigação; da “ditabranda”; da ficha falsa da Dilma; que veste FHC com o manto de “bom caráter”, porque, depois de 18 anos, reconheceu um filho; que matou o Tuma e depois o ressuscitou; e que é o que é,  porque o dono é o que é; nos anos militares, a Folha emprestava carros de reportagem aos torturadores.