Mente vazia, oficina do sistema da mídia golpista
Mostrando postagens com marcador vitoria no 1º turno. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador vitoria no 1º turno. Mostrar todas as postagens
terça-feira, 28 de setembro de 2010
Dilma Rousseff e Agnelo Queiroz
Vejam aí em cima o vídeo da multidão que cercou Dima Rousseff na rodoviária de Brasília, hoje de manhã. Dilma convocou todos para o esforço na reta final e deu um trancaço nos que procuravam fazer intriga sobre um possível segundo turno que, até agora, não existe nem mesmo no Datafolha. “Só se eu fosse louca”, disse Dilma rechaçando qualquer especulação que, é claro, a mídia iria tratar como uma admissão por parte da candidata de que a pesquisa Datafolha reflete a realidade. Assista o vídeo e, daqui a pouco, a gente coloca o apelo de Dilma.
Marcadores:
agnelo queiroz,
brasilia,
data folha,
dilma presidente,
ditabranda,
folha de são paulo,
golpe midiatico,
onda vermelha,
vitoria no 1º turno
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Campanha de Serra elimina Lula rasgando manchete da Folha
por Luiz Carlos Azenha
Muito já se falou sobre o artificialismo da campanha de José Serra na TV: da favela cenográfica, do locutor que tem a voz parecida com a do Lula, da voz da Elba Ramalho que não é da Elba Ramalho.
Dos dois professores por sala-de-aula, que ele promete levar de São Paulo para o Brasil, faltou dizer que, em São Paulo, eles não existem, como denunciou Conceição Lemes.
Muito já se falou, igualmente, das manchetes que parecem especialmente produzidas para aparecer na propaganda do PSDB.
No exemplo mais recente, para o qual um leitor me chamou a atenção, Folha, Estadão e O Globo abriram grandes manchetes para a pesquisa recém-divulgada do IBGE sobre os número do esgotamento sanitário no Brasil.
Objetivamente, a pesquisa disse, conforme escreveu Verena Fornetti, na página 7 do caderno Cotidiano 2 da Folha de S. Paulo, dia 21.08.2010:
O número de domicílios do país com acesso a rede de esgoto passou de 33,5% em 2000 para 45,7% em 2008.
Qual foi a manchete da reportagem?
Metade das casas ainda não tem esgoto
Acho que é mesmo um problema terrível e que deveria estar na manchete de todos os jornais do Brasil.
No Estadão, no mesmo dia 21.08.2010:
No País, 34,8 milhões de pessoas vivem sem coleta de esgoto
Na página 25:
Brasil tem 34,8 milhões de pessoas que vivem sem coleta de esgoto
No mesmo dia, em O Globo, primeira página:
Governo Lula não mudou a calamidade no saneamento
Na página 3:
Retrato de subdesenvolvimento
Na página 10:
Doze milhões de casas sem água
Ou seja, a campanha de Serra tinha várias opções para escolher ao tratar de saneamento. E escolheu a de O Globo, na propaganda de 24.08.2010:

Independentemente de discutir se as manchetes foram ou não produzidas para a campanha, é curioso que todas elas enfatizaram os dados ruins — que são, de fato, apavorantes. Por mim, este assunto seria manchete todos os dias.
Mas, qual o motivo da campanha de Serra ter escolhido a manchete de O Globo?
Talvez porque, no mesmo programa, outras três manchetes apareceram. Adivinhem de quem: Folha, Estadão e Veja.
A da Veja desta semana, que promove crise entre Dilma Rousseff e o presidente Lula:

As chances dessa crise decolar são tão grandes quanto as minhas na São Silvestre.
Outra manchete a campanha foi buscar num Estadão relativamente velho, 06.08.2010: Dirceu e Palocci já duelam por espaço em eventual governo.
Mas a que mais me chamou a atenção foi a da Folha de 23.08.2010: Dilma já discute ministério.
A argumentação da campanha de Serra é de que Dilma está de salto alto, já briga com Lula e já escala o ministério.
Porém, a manchete realmente publicada pela Folha, na página A6 do dia 23.08.2010, foi: Dilma já discute ministério com Lula.
O problema, para a campanha, é que não pegaria bem dizer que Dilma estava se desentendendo com Lula e, a seguir, dizer que a candidata discutia com ele o suposto futuro ministério.
O que a campanha fez, então? Simplesmente cortou a manchete:

Muito já se falou sobre o artificialismo da campanha de José Serra na TV: da favela cenográfica, do locutor que tem a voz parecida com a do Lula, da voz da Elba Ramalho que não é da Elba Ramalho.
Dos dois professores por sala-de-aula, que ele promete levar de São Paulo para o Brasil, faltou dizer que, em São Paulo, eles não existem, como denunciou Conceição Lemes.
Muito já se falou, igualmente, das manchetes que parecem especialmente produzidas para aparecer na propaganda do PSDB.
No exemplo mais recente, para o qual um leitor me chamou a atenção, Folha, Estadão e O Globo abriram grandes manchetes para a pesquisa recém-divulgada do IBGE sobre os número do esgotamento sanitário no Brasil.
Objetivamente, a pesquisa disse, conforme escreveu Verena Fornetti, na página 7 do caderno Cotidiano 2 da Folha de S. Paulo, dia 21.08.2010:
O número de domicílios do país com acesso a rede de esgoto passou de 33,5% em 2000 para 45,7% em 2008.
Qual foi a manchete da reportagem?
Metade das casas ainda não tem esgoto
Acho que é mesmo um problema terrível e que deveria estar na manchete de todos os jornais do Brasil.
No Estadão, no mesmo dia 21.08.2010:
No País, 34,8 milhões de pessoas vivem sem coleta de esgoto
Na página 25:
Brasil tem 34,8 milhões de pessoas que vivem sem coleta de esgoto
No mesmo dia, em O Globo, primeira página:
Governo Lula não mudou a calamidade no saneamento
Na página 3:
Retrato de subdesenvolvimento
Na página 10:
Doze milhões de casas sem água
Ou seja, a campanha de Serra tinha várias opções para escolher ao tratar de saneamento. E escolheu a de O Globo, na propaganda de 24.08.2010:

Independentemente de discutir se as manchetes foram ou não produzidas para a campanha, é curioso que todas elas enfatizaram os dados ruins — que são, de fato, apavorantes. Por mim, este assunto seria manchete todos os dias.
Mas, qual o motivo da campanha de Serra ter escolhido a manchete de O Globo?
Talvez porque, no mesmo programa, outras três manchetes apareceram. Adivinhem de quem: Folha, Estadão e Veja.
A da Veja desta semana, que promove crise entre Dilma Rousseff e o presidente Lula:

As chances dessa crise decolar são tão grandes quanto as minhas na São Silvestre.
Outra manchete a campanha foi buscar num Estadão relativamente velho, 06.08.2010: Dirceu e Palocci já duelam por espaço em eventual governo.
Mas a que mais me chamou a atenção foi a da Folha de 23.08.2010: Dilma já discute ministério.
A argumentação da campanha de Serra é de que Dilma está de salto alto, já briga com Lula e já escala o ministério.
Porém, a manchete realmente publicada pela Folha, na página A6 do dia 23.08.2010, foi: Dilma já discute ministério com Lula.
O problema, para a campanha, é que não pegaria bem dizer que Dilma estava se desentendendo com Lula e, a seguir, dizer que a candidata discutia com ele o suposto futuro ministério.
O que a campanha fez, então? Simplesmente cortou a manchete:

terça-feira, 24 de agosto de 2010
CNT/Sensus: Serra fica pela primeira vez abaixo de 30% CNT/Sensus: Dilma aparece com 46% e Serra com 28,1%

Pesquisa do Instituto Sensus encomendada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT) apontou nesta terça-feira (24) liderança de Dilma Rousseff (PT) na corrida presidencial. Ela registra 46% da preferência do eleitorado, enquanto José Serra (PSDB), seu principal adversário na disputa pelo Palácio do Planalto, tem 28,1%. A ex-ministra Marina Silva (PV), por sua vez, aparece com 8,1% dos votos, conforme o levantamento.
Na pesquisa anterior CNT/Sensus, divulgada no dia 5 de agosto, Dilma aparecia com 41,6%, Serra tinha 31,6% e Marina aparecia com 8,5% dos votos.
Encomendada pela Confederação Nacional do Transporte, a pesquisa foi realizada entre os dias 20 e 22 de agosto, com dois mil entrevistados, e registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em 18 de agosto de 2010, sob o número 24903/2010. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos.
*****
Para entender a previsão de Ricardo Guedes, do Sensus, de que a diferença entre os dois principais candidatos vai continuar crescendo, ouça a entrevista que ele deu ao Viomundo:
*****
Do UOL:
24/08/2010 – 10h45
Pesquisa CNT/Sensus: Dilma tem 46% das intenções de voto; Serra, 28,1%
Camila Campanerut
Do UOL Eleições
Em Brasília
Pesquisa CNT/Sensus divulgada na manhã desta terça-feira (24) mostra a candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, na frente das intenções de voto, com 46%, contra 28,1% de José Serra (PSDB). Em terceiro lugar está a senadora Marina Silva (PV) com 8,1%. Votos em branco, nulos e indecisos somam 16,8%. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais para cima ou para baixo.
Na última pesquisa, a ex-ministra da Casa Civil liderava com 41,6%, Serra aparecia com 31,6% e Marina registrava 8,5%. Votos em branco, nulo e indecisos representavam 14,3%.
“É uma eleição tecnicamente decidida em primeiro turno a partir dos dados de hoje. Dilma tem 55,3% dos votos válidos e os demais candidatos tem 44,7%”, explicou Clésio Andrade, presidente da CNT.
“Não estamos afirmando que a eleição terminou. A eleição só acontece no dia 3 de outubro, mas nunca vimos uma pessoa com 40% ou mais de intenção de votos não ir para o segundo turno”, esclareceu o diretor do Instituto Sensus, Ricardo Guedes, no sentido de indicar que dificilmente haja uma reviravolta do cenário eleitoral estudado pelo instituto.
A 103ª edição da pesquisa fez uma simulação de segundo turno entre a candidata petista e o tucano. Nela, Dilma aparece com 52,9%, contra 34% do ex-governador de São Paulo. Dentro desse cenário, brancos, nulos e indecisos chegam a 13,%.
Nesta edição da pesquisa, não houve simulação de segundo turno entre Marina e Serra e Dilma e Marina.
Na pesquisa espontânea – a que os nomes de candidatos não são indicados aos entrevistados – Dilma aparece com 37,2% das intenções de voto, contra 21,2% de Serra e 6% de Marina Silva. Brancos, nulos e indecisos representam 30,6%.
Propaganda política
O levantamento atual também levou em consideração questões a respeito das propagandas políticas veiculadas no rádio e na televisão desde o último dia 17 de agosto. Um total de 42,9% dos entrevistados afirmaram acompanhar o horário eleitoral gratuito.
Destes, 56% disseram que Dilma foi a candidata que apresentou a melhor propaganda eleitoral. Já para 34% dos entrevistados, a performance do tucano foi melhor e 7,5% avaliaram que a candidata do partido verde teve a melhor exposição na propaganda eleitoral.
Na avaliação do diretor do Instituto Sensus, o programa eleitoral da candidata do governo teve boa aceitação com uma imagem de leveza, com um programa que emocionou e mostrou resultados. De acordo com Guedes, o candidato tucano, principal adversário de Dilma, foi prejudicado pelo “episódio da escolha do vice”, pela “questão da judicialização da campanha” e pela “demonstração de ser contrário à política do presidente Lula”.
Expectativa de vitória
Os entrevistados também foram questionados sobre quem ganharia as eleições para presidente da República neste ano, independentemente do voto do eleitor. Segundo o levantamento, 61,8% apontaram Dilma como vencedora, enquanto outros 21,9% indicaram Serra. Para 1,3%, Marina Silva é a favorita. O índice de entrevistados que não responderam ou não souberam totalizou 14,2%.
Em relação à pesquisa realizada em julho, a expectativa de vitória de Dilma subiu quase 15 pontos percentuais. Na ocasião, a petista tinha 47,1%, Serra contava com 30,3% e Marina tinha 2,2%. Não responderam e não souberam: 16,7%.
Rejeição dos candidatos
A rejeição de Marina Silva e José Serra teve um crescimento expressivo nesta pesquisa se comparada com a anterior. Hoje, 40,7% dos ouvidos não votariam “de jeito nenhum” em Serra, enquanto que na edição anterior eles somavam 30,8%. Em relação à Marina, 47,9% não votariam nela, ante 29,7% na pesquisa anterior.
Já o percentual de Dilma de rejeição se manteve estável levando em conta a margem de erro. O atual é de 28,9% e na pesquisa passada era de 25,3%. A petista também subiu a sua aceitação como “única candidata em quem os entrevistados votariam”, com 39,8% nesta pesquisa e na passada, 34,6%.
Para 22,6% dos ouvidos, Serra aparece como o único que votariam, contra 25,5% da edição anterior. Para Marina, 8,3% a indicaram como a única candidata possível. No levantamento anterior, eles somavam 10,9%
Dados regionais
Das cinco regiões do país, Dilma aparece em primeiro lugar em quatro delas, com exceção do Sul, onde José Serra venceria as eleições com 47,8% dos votos. A petista aparece em segundo lugar com 35,7%, seguida por Marina Silva, com 6,9%. Brancos, nulos e indecisos representam 9,3% dos votos.
Na região Nordeste, a ex-ministra da Casa Civil tem seu melhor resultado, com 62,1%. Serra aparece com 19,8% e Marina Silva, com 6,4%. Brancos, nulos e indecisos somam 11,1%.
As regiões Norte e Centro Oeste são analisadas juntas e apontam Dilma com 45%, Serra com 25,5% e Marina com 7,6%. Brancos, nulos e indecisos chegam a 20,5%.
Na região Sudeste, a diferença entre Dilma e Serra é menor. A petista lidera com 39,2%, o tucano com 27,6% e a candidata verde aparece com 9,7% dos votos. Brancos, nulos e indecisos representam 21,8% dos votos.
Votos por gênero
Entre os entrevistados, 49,4% dos homens votariam em Dilma, 28,7% optariam por Serra e 7,6% escolheriam Marina Silva. Dentro desse cenário, brancos, nulos e indecisos chegam a 13%.
Já a avaliação das mulheres indicou que 42,9% votariam em Dilma, 27,4% em Serra, 8,4% em Marina.e 20,3% ainda estão indecisas ou votariam em branco ou nulo.
Nesta edição, o governo Lula e o desempenho pessoal do presidente não foram avaliados com os entrevistados.
Para a 103ª Pesquisa CNT/Sensus, foram entrevistadas 2.000 pessoas, em 136 municípios de 24 Estados, entre os dias 20 e 22 de agosto de 2010. A pesquisa foi registrada no TSE com o número 24.903/2010.
CNT/Sensus: Dilma aparece com 46% e Serra com 28,1%

24 de agosto de 2010 • 10h46 • atualizado às 11h09
Pesquisa do Instituto Sensus encomendada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT) apontou nesta terça-feira (24) liderança de Dilma Rousseff (PT) na corrida presidencial. A petista registra 46% da preferência do eleitorado, enquanto José Serra (PSDB), seu principal adversário na disputa pelo Palácio do Planalto, tem 28,1%. A ex-ministra Marina Silva (PV), por sua vez, aparece com 8,1% dos votos, conforme o levantamento.
Os demais candidatos não pontuaram na pesquisa. Votos brancos e nulos somaram 5,1%, enquanto 11,7% não sabiam ou não responderam.
Na pesquisa anterior CNT/Sensus, divulgada no dia 5 de agosto, Dilma aparecia com 41,6%, Serra tinha 31,6% e Marina aparecia com 8,5% dos votos.
Encomendada pela Confederação Nacional do Transporte, a pesquisa foi realizada entre os dias 20 e 22 de agosto, com dois mil entrevistados, e registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em 18 de agosto de 2010, sob o número 24903/2010. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Redação Terra
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
Dilma Rousseff participa de carreata em Vitória




A candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, participou nesta sexta-feira (20) de carreata e ato público em Vitória (ES) com o prefeito da cidade, João Coser (PT), e com o candidato ao governo do estado Renato Casagrande (PSB).
Dilma foi recepcionada no aeroporto por uma comitiva de 250 mulheres integrantes de movimentos sociais. Ela recebeu um arranjo de flores.
O trânsito na Avenida Jerônimo Monteiro, uma das principais do centro de Vitória, foi completamente interditado por conta do ato público. Também participaram da carreata os candidatos ao Senado Magno Malta (PR) e Ricardo Ferraço (PMDB).
Dilma também almoça com lideranças e convidados no Centro de Convenções de Vitória e depois se encontra com o governador Paulo Hartung (PMDB).
domingo, 15 de agosto de 2010
A HORA DOS ROEDORES O DAY AFTER DO DATAFOLHA
24 horas após o Datafolha jogar a toalha num despudorado cavalo-de-pau estatístico que deslocou nove pontos de preferencias eleitorais em 20 dias, avultam sinais de ansiedade na fila de desembarque do navio tucano --e não só entre os 'correligionários' de José Serra. Na edição dominical da própria Folha, um colunista da página 2 apressa-se em listar credenciais de um auto-atribuído pioneirismo em cravar a vitória petista em 3 de outubro. Obsequioso, o título de sua coluna é 'Prestação de contas’, ele avisa: na 2º feira, antes mesmo do Datafolha, em almoço com diplomatas britânicos, teria assinalado a existência de um sentimento de bem-estar –‘feel good’-- que se instalou na população brasileira ‘há uns dois anos...’, responsável pelo êxito de Dilma nas eleições presidenciais. Tudo soa algo patético e oportunista quando se sabe que a mesma coluna tem se caracterizado por negar e ridicularizar os avanços sociais sob o governo Lula, em sintonia com o menosprezo tucano. Logo abaixo dele, a companheira que se notabilizou por dividir a sociedade entre ‘cheirosos e mal-cheirosos’, assume que a situação de seu 'perfumoso' candidato ficou ’dramática’. Pressurosa, porém, transmite o derradeiro ultimato de Serra a Aécio Neves, vaticinando o isolamento do mineiro caso sobrevenha a dupla derrota tucana em Minas para Dilma e Hélio Costa. O contraponto de dignidade na fila do 'Titanic' transita pela coluna de Jânio de Freitas, ao insinuar uma suspeita de fraude na atabalhoada evolução dos números do Datafolha. Aspas para o jornalista: ‘ ... Para preencher o tempo até o início da nova fase de propaganda, uma boa especulação é a das causas da queda forte de Serra, quatro pontos em três semanas, e do grande ganho de Dilma, com os cinco pontos que a elevaram a 41 contra 33. O debate na Bandeirantes e as pequenas e ruins entrevistas na Globo não convencem como causa de tamanha reviravolta, até porque já insinuada, antes dos programas, em outras pesquisas...’
(Carta Maior; 15-08)
(Carta Maior; 15-08)
Assinar:
Postagens (Atom)