Mente vazia, oficina do sistema da mídia golpista

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quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Brasil negocia futuro da Líbia.PiG corta os pulsos

Exclusivo: Vídeo histórico com vexame internacional de FHC levando sermão de Bill Clinton



Link do vídeo para repassar por email:
http://www.youtube.com/watch?v=MeAOen8vyiQ


 

O PiG (*) previu que o Brasil estava do outro lado da História, na questão da Líbia.

As Metrópoles – Inglaterra, França e Estados Unidos – promoviam a partilha do petróleo da Líbia com a ajuda dos caças da OTAN – clique aqui para ler Santayana sobre a “esperteza do tolo”.

E os colonistas (**) da Colônia exigiam que o Brasil cancelasse um irrelevante gesto do D Pedro I, em 1822, para se integrar à Aviação Petrolífera Libertadora.

O Brasil defendeu o princípio da autodeterminação dos povos, o que sempre fez, e sempre com a oposição dos piguentos colonistas (**).

Vem agora a notícia estarrecedora que aparece discretamente na primeira página do Estadão (a Folha esconde da primeira página, de vergonha, provavelmente).

“Sarkozy (novo presidente da Líbia, supõe-se – PHA) convida Brasil para cúpula com rebeldes”.

“Encontro marcado para dia 1º. em Paris envolveria representantes dos rebeldes líbios, diplomatas europeus e países emergentes”.

Também estão convidados a Russia, a India e a China, igualmente membros dos BRICs, que, juntos, breve, vão ser a maior a economia do mundo, para desespero dos piguentos colonistas (**).

Por sugestão do amigo Mauricio Dias, este ansioso blogueiro começou a ler “Conversas com jovens diplomatas”, de Celso Amorim, da editora Benvirá.

Está no capítulo “Vocês se preparem, porque a política externa brasileira tomou novos rumos”, palestra realizada no Instituto Rio Branco, em 20 de abril de 2005.

Os piguentos (*) colonistas (**) estão ancorados nos velhos rumos.

Na Diplomacia da Dependência, que foi ao FMI três vezes.

E que não defendia a si própria nem ao Brasil, quando um presidente americano, Bill Clinton, a espinafrava – clique aqui para ver vídeo histórico.

Este ansioso blogueiro não perde tempo para ir ao capítulo Seis do livro de Amorim: “Nós fomos convidados, eu não pedi”.

Descreve, em 23 de novembro de 2007, o convite que recebeu do Governo americano para participar em Annapolis de uma conferência sobre a crise no Oriente Médio.

Um jornalista provavelmente piguento (*) perguntou ao grande chanceler se a ida a Annapolis fazia parte do plano de o Brasil entrar no Conselho de Segurança da ONU.

Amorim respondeu: “Fomos convidados, eu não pedi”.

O problema dos colonistas (**) é que eles também não foram convidados.

E pedem para ser.


Paulo Henrique Amorim



(*) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.

(**) Não tem nada a ver com cólon. São os colonistas do PiG que combateram na milícia para derrubar o presidente Lula e, depois, a presidenta Dilma. E assim se comportarão sempre que um presidente no Brasil, no mundo e na Galáxia tiver origem no trabalho e, não, no capital. O Mino Carta costuma dizer que o Brasil é o único lugar do mundo em que jornalista chama patrão de colega. É esse pessoal aí.

domingo, 20 de março de 2011

Isso é humilhante Ministros se recusam a tirar os sapatos



De empresários, baba ovo do PiG(bem feito),  ex-presidentes(Sarney, Collor, FHC, esse é acostumado a ser subserviente, tanto é que ministro seu arriou as calças) a  ministros subservientes, todos arriaram as calças para a segurança de Obama meter o dedo na bunda deles.Os que têm dignidade preferiram não ir ao encontro do presidente do Planeta Terrra.Isso é vergonhoso, humilhante.É como você não mandar na sua própria casa.Lula, Celso Amorim jamais aceitariam uma humilhação dessas.Taí uma das razões para Lula não ter ido ao convescote oferecido pelo governo Dilma.Esta merda de país parece que está sem comando.Vamos botar ordem nesta merda, ex-guerrilheira!

"Desde o começo da manhã, aqui em Brasília, chegavam relatos de empresários brasileiros irritados pelo fato de passarem por revista conduzida por funcionários dos EUA. Isso ocorreu no Centro de Convenções Brasil 21 – onde ocorria a cúpula de negócios Brasil/EUA, com a presença de mais de 300 executivos dos dois países.

À tarde, Obama foi ao local, para fazer um rápido discurso. Ministros brasileiros também se deslocaram pra lá. E teriam que se submeter ao mesmo esquema de revista. Indignados, vários ministros brasileiros deram meia volta e foram embora. Confirmamos agora há pouco, com assessor de um deles, que os seguintes ministros recusaram-se a participar do encontro diante da insistência dos agentes dos EUA: Mantega, Pimentel, Mercadante e Tombini (do BC).

Os ministros, imagino, preferiram protestar em silêncio, para evitar confusão. Coube ao empresário Paulo Skaf dar a informação aos jornalistas: ele considerou absurdo que o governo tenha aceito que toda a segurança ficasse a cargo dos EUA.

Por que o Itamaraty aceitou um esquema desses?

Outra pergunta: todos os ministros deram meia volta e foram embora? Ou alguns aceitaram “tirar os sapatos” pros gringos – como fez Celso Lafer durante o governo FHC? Sabemos de vários ministros convidados para o encontro, além dos 4 citados acima. Com a confusão e a dificuldade de acesso, até agora não foi possível confirmar se algum ministro brasileiro aceitou “tirar os sapatos”.

Vários jornalistas brasileiros tambgém passaram por fortes constrangimentos. Uma equipe de televisão conta que saiu do prédio para entrevistar um empresário. Ao voltar, foi barrada definitivamente – sem explicação. O tratamento para a imprensa dos EUA era diferenciado.

Agora há pouco, a “Folha.com” também noticiou o fato, acrescentando um nome aos que se recusaram a entrar: Edison Lobão.


Da “Folha.com”

“O forte aparato de segurança instituído pela equipe do presidente Barack Obama fez com que quatro ministros brasileiros, entre eles o da Fazenda, Guido Mantega, e do Comércio e Indústria, Fernando Pimentel, desistissem de comparecer ao evento do mandatário americano com empresários. 
Segundo a Folha apurou, o episódio causou mal-estar entre as autoridades brasileiras.

Além de Mantega e Pimentel, os ministros Aloizio Mercadante (Ciência e Tecnologia) e Edison Lobão (Minas e Energia) também desistiram de comparecer ao encontro por se sentirem constrangidos.”

Fonte:O Escrivinhador

sábado, 12 de março de 2011

Tucanalha se reúne com americanos para conspirar contra o Brasil



Almoço com Valenzuela serviu de fórum para tucanos

Postado em 11/03/2011 por Natalia Viana
Por Marcus V F Lacerda

Além do encontro entre José Serra e Arturo Valenzuela, a escala não oficial do subsecretário para Assuntos do Hemisfério Norte ainda contou com um almoço promovido pelo cônsul-geral. Estiveram presentes diversos especialistas em política e economia.
A grande maioria deles, ligados ao PSDB. Dentre eles dois ex-ministros de Fernando Henrique Cardoso: Celso Lafer (ex-MRE) e José Goldemberg (ex-MCT). “Todos os convidados criticaram a política externa do governo Lula, levantaram preocupação com a radicalização crescente do PT e sublinharam preocupação com a deterioração das contas públicas”, descreve o telegrama de 29 de dezembro de 2009.
“A postura do Brasil ante o Irã é o maior engano da política externa de Lula”, sentenciou Lafer (com sapatos ou sem?) em consonância com o recado dado por Hillary Clinton dias antes alertando países da América Latina de consequências na relação com o Irã e que o Brasil deveria levar esta postura a sério. No almoço, Arturo Valenzuela enfatizou que a relação com o governo de Lula seria uma forma de Ahmadinejad disfarçar sua falta de cooperação e impopularidade na comunidade internacional.
O físico nuclear José Goldemberg criticou a posição brasileira na Conferência Climática de Copenhagen (COP-15) satirizando-a como se ela tivesse sido elaborada duas semanas antes do encontro. “Países mais influentes deveriam encontrarem-se em grupos menores”, aconselhou o cientista. Em particular com um encarregado do consulado americano, José Goldemberg que nós não temos o que oferecer a Teerã em termos de combustíveis nucleares e que a capacidade de centrifugação deles já superaria a do Brasil.
Outro crítico à relação brasileira com o Irã foi o então vice-presidente do Centro Brasileiro de Relações Internacionais (CEBRI), Roberto Teixeira da Costa. De acordo com o economista, a relação entre Brasília e Teerã é questionável uma vez que a pauta comercial entre os dois países é pobre e uma cooperação em usos civis na área nuclear seria improvável.
m de tratar sobre a relação Brasil-Irã, Teixeira da Costa expôs preocupação com as contas públicas. Para ele, apesar do otimismo no Brasil, o mercado poderia ter alguns tropeços em vista da situação internacional. Seu sócio na agência de consultoria Prospectiva, Ricardo Sennes, levantou a mesma preocupação com as contas públicas. “Ainda falta competitividade ao Brasil depois desses dois mandatos de Lula. Falta infraestrutura, carga tributária alta e políticas de trabalho rígidas”, listou Sennes. (Antes de Lula tudo era ótimo, claro)
Participaram ainda do almoço, o cientista (?) político Bolivar Lamounier e o ombudsman do jornal Folha de São Paulo, Carlos Eduardo Lins da Silva. Ambos focaram-se mais na possibilidade de um PT mais radical no caso de chegarem ao poder outra vez. Lins da Silva, observou o poderio financeiro adquirido pelo partido ao longo dos últimos anos. “Se não elegerem o presidente, eles teram dinheiro o bastante para causar muitos problemas como oposição”, teria dito o jornalista.

Muito interessante o empregado da Folha, numa conversa com o cônsul americano, referir-se ao PT como "Eles". "Nós", certamente, são a mídia, o PSDB e os EUA.

Leia mais em: Ф Еskеrдоpата

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terça-feira, 25 de janeiro de 2011

AutonômoXAutômato


Fernando Henrique Cardoso não se enxerga?


A linguagem popular é rica de expressões que têm muitas vezes uma precisão cruel. Uma delas é “ele não se enxerga”, que se aplica como uma luva às declarações recentes – mas não novas – do ex-presidente neoliberal Fernando Henrique Cardoso sobre a política externa do governo Lula e do chanceler Celso Amorim, mantida pela presidente Dilma Rousseff e pelo chanceler Antônio Patriota.

Basta lembrar alguns episódios vexaminosos da diplomacia comandada por Fernando Henrique Cardoso para que se tenha a dimensão dos disparates que ele e seus partidários conservadores e pró-americanos repetem sobre a diplomacia brasileira autônoma e independente reinaugurada por Lula e Celso Amorim.

Um desses episódios foi a demissão do diplomata Samuel Pinheiro Guimarães da presidência do IPRI (Instituto de Pesquisas de Relações Internacionais do Itamaraty), em 2001. Outro, em 2002, foi a demissão do embaixador José Maurício Bustani da direção geral da Opaq (Organização da ONU para as Armas Químicas). Outro, ainda mais devastador para o orgulho nacional, ocorreu em 2002 sendo protagonista o próprio chanceler tucano Celso Lafer que, em visita oficial aos EUA para apoiar o governo local depois dos ataques terroristas de 11de setembro de 2001, aceitou submeter-se à rígida revista policial nos aeroportos de Nova York e de Washington, chegando inclusive a tirar os sapatos, como exigiam os agentes que faziam a revista.

Há uma coerência entre estes episódios vergonhosos. Enquanto o ministro constrangia o Brasil com sua atitude servil, os diplomatas punidos (Samuel Pinheiro Guimarães e José Maurício Bustani) pagaram por sua altivez e dignidade e por não aceitarem dobrar-se ante as imposições da diplomacia norte-americana. Guimarães sempre foi um crítico da ALCA; Bustani rejeitou as pressões do governo de Washington para usar seu cargo na ONU e “criminalizar” nações independentes acusadas mentirosamente por Bush e seus pupilos de detentoras de armas químicas, como ocorreu com o Iraque, contra quem aquelas alegações falsas serviram para legitimar a agressão que destruiu o país e infelicitou o povo.

Esta é a diplomacia que Fernando Henrique Cardoso quer de volta: a dos sem sapatos nem vergonha na cara, submissos passivamente às imposições norte-americanas. Um estudioso, o historiador Moniz Bandeira, chegou a escrever que a política externa de Fernando Henrique Cardoso foi um “simples acessório dos interesses hegemônicos dos Estados Unidos, no mundo e, em especial, na América Latina”. Ele tem razão.

Aquela foi uma política de cabeça baixa, pés descalços e “sim senhor”, que não volta mais. Outro dito popular muito valorizado nos arraiais tucanos diz que “manda quem pode, obedece quem tem juízo”. É o que eles fizeram no governo, rosnando para países pequenos e pobres (como a Bolívia, por exemplo), e curvando a espinha ante os poderosos do mundo, como os governantes de Washington.

O Brasil democrático nem manda nem obedece – trata todos os povos e nações como iguais, cujos interesses precisam ser articulados soberanamente em acordos que contemplem as necessidades e os limites de cada um. Esta é a melhor tradição diplomática brasileira, retomada por Lula e Celso Amorim e que projetou o Brasil no mundo como um parceiro da paz e da busca do desenvolvimento e do progresso para todos os povos. O resto é conversa fiada de gente saudosa do poder do qual foi escorraçada pelo voto popular e cujas chances de voltar são cada vez mais remotas.


Editorial do Vermelho