Mente vazia, oficina do sistema da mídia golpista

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sexta-feira, 2 de setembro de 2016

Em editorial, Folha critica o “banditismo”: ditador Médici faz governo “sério, responsável, respeitável e com indiscutível apoio popular”

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Por Viomundo

Banditismo

Publicado em 22 de setembro de 1971, no auge da ditadura militar que prendeu, torturou e desapareceu com pessoas, na Folha de S. Paulo

por OCTAVIO FRIAS DE OLIVEIRA
A sanha assassina do terrorismo voltou-se contra nós.
Dois carros deste jornal, quando procediam ontem à rotineira entrega de nossas edições, foram assaltados, incendiados e parcialmente destruidos por um bando de criminosos, que afirmaram estar assim agindo em “represalia” a noticias e comentarios estampados em nossas paginas.

Que noticias e que comentarios? Os relativos ao desbaratamento das organizações terroristas, e especialmente à morte recente de um de seus mais notorios cabeças, o ex-capitão Lamarca.
Nada temos a acrescentar ou a tirar ao que publicamos.

Não distinguimos o terrorismo do banditismo. Não há causa que justifique assaltos, assassinios e sequestros, muitos deles praticados com requintes de crueldade.

Quanto aos terroristas, não podemos deixar de caracterizá-los como marginais. O pior tipo de marginais: os que se marginalizam por vontade propria. Os que procuram disfarçar sua marginalidade sob o rotulo de idealismo politico. Os que não hesitaram, pelo exemplo e pelo aliciamento, em lançar na perdição muitos jovens, iludidos, estes sim, na sua ingenuidade ou no seu idealismo.

Desmoralizadas e desarticuladas, as organizações subversivas encontram-se nos estertores da agonia.
Da opinião publica, o terror só recebe repudio. É tão visceralmente contrario às nossas tradições, à nossa formação e à nossa indole, que suas ações são energicamente repelidas pelos brasileiros e por todos quantos vivem neste país.

As ameaças e os ataques do terrorismo não alterarão a nossa linha de conduta.
Como o pior cego é o que não quer ver, o pior do terrorismo é não compreender que no Brasil não há lugar para ele. Nunca houve.

E de maneira especial não há hoje, quando um governo serio, responsavel, respeitavel e com indiscutivel apoio popular, está levando o Brasil pelos seguros caminhos do desenvolvimento com justiça social — realidade que nenhum brasileiro lucido pode negar, e que o mundo todo reconhece e proclama.

O Brasil de nossos dias é um país que deseja e precisa permanecer em paz, para que possa continuar a progredir. Um país onde o odio não viceja, nem há condições para que a violência crie raizes.
Um país, enfim, de onde a subversão — que se alimenta do odio e cultiva a violencia — está sendo definitivamente erradicada, com o decidido apoio do povo e da Imprensa, que reflete os sentimentos deste. Essa mesma Imprensa que os remanescentes do terror querem golpear.

Porque, na verdade, procurando atingir-nos, a subversão visa atingir não apenas este jornal, mas toda a Imprensa deste país, que a desmascara e denuncia seus crimes.

PS do Viomundo: É o mesmo diário conservador que hoje publicou editorial denominado “Fascistas à solta”.

Leia também:

Conselho Curador da EBC reage à notícia de extinção

quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Bloomberg liga Globo ao golpe de 2016

:

A Bloomberg, uma das maiores agências financeiras do planeta, publicou reportagem crítica sobre as Organizações Globo na noite de ontem, em que a associa ao golpe de 2016; o texto menciona a reação contra a Globo nos piquetes e manifestações contra o impeachment e o lema “o povo não é bobo, abaixo a rede Globo”

Do GGN - A Agência Bloomberg, uma das maiores agências financeiras do planeta, acaba de publicar reportagem crítica sobre as Organizações Globo (http://migre.me/uQ44H). De autoria do repórter Blake Schmidt, a reportagem começa lembrando a fortuna da família Marinho, a dimensão da Globo frente a concorrência e o fato dos Marinhos ocuparem 3 das dez posições do Índice Bloomberg de Bilionários para o Brasil.

Diz que a história da Globo se confunde com as trevas do regime militar brasileiro e esse legado ainda assombra os Marinho. A reportagem cita partidários de Dilma afirmando que a cobertura de notícias pela Globo ajudou a preparer o processo de impeachment.

Entrevistado, o historiador João Braga informa que o “Globo foi um dos grupos empresariais qiue se beneficiaram da era da ditadura militar”. Diz mais: “Há grupos hoje que enxergam na Globo nào apenas um adversário de Dilma, mas um agente do golpe”.

A reportagem menciona a reação contra a Globo nos piquetes e manifestações contra o impeachment e o lema “o povo não é bobo, abaixo a rede Globo”.

Cita um artigo do Guardian em abril lembrando o golpe militar e mencionando que a Globo atua hoje em dia de forma semelhante para agitar para o brasileiro rico. João Roberto Marinho, presidente do grupo, enviou uma carta para o Guardian, mas recusou-se a comentar o artigo da Bloomberg.

A reportagem vai além. Diz que além do império de mídia, a fundação dos Marinhos também projetou seis museus, “dando à família o domínio na formação da narrativa histórica e cultural da Nação”.
A reportagem diz que a Globo é mencionada 40 vezes em um relatório de 229 páginas publicado em dezembro pela Comissão da Verdade do Rio de Janeiro, descrevendo as relações comerciais entre Roberto Marinho e a ditadura. Menciona o embaixador norte-americano descrevendo-o como o articulador principal do regime militar.

Diz que essa relação com os militares permitiu à Globo montar a parceria com a Time-Life, que aportou US$ 6 milhões entre 1962 e 1966, 30 vezes o capital do grupo brasileiro na época.

A reportagem lembra o documentário “O Cidadão Kane” sobre Roberto Marinho, mostrando os laços do grupo com a ditadura.

segunda-feira, 15 de agosto de 2016

Senadora Ana Amélia, não se alegre. STF apoiou o golpe de 1964

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EDUGUIM

Na semana passada, na Sessão do Senado destinada à discussão do parecer que analisava a procedência ou improcedência do impedimento da presidente afastada Dilma Rousseff, a senadora Ana Amélia, do PP do Rio Grande do Sul, proferiu uma frase infame que precisa ser rebatida em nome da verdade, da Justiça e do respeito à veracidade da história brasileira.

Ana Amélia disse ter “muita alegria” de “ser golpista ao lado de ministros do STF”. Disse isso porque o presidente do Supremo, Ministro Ricardo Lewandowski, preside o processo de impeachment de Dilma Rousseff. A senadora gaúcha tentou confundir o público transformando a presença dele em plenário em aval ao processo de impeachment.



Ana Amélia, que deve se julgar mais esperta que a esperteza, como quer confundir as pessoas poderia ter dito que, por Dilma estar se defendendo no processo, por seu advogado, José Eduardo Cardozo, frequentar as sessões do Senado que tratam do impeachment, por encaminhar petições e fazer sustentações orais, também está convalidando o processo.

Tanto Dilma não reconhece a seriedade do processo por se defender como Lewandowski não o avaliza ao presidi-lo. Dilma e Lewandowski participam do processo de impeachment porque o Senado, até o momento, não apoiou a tese farsesca aprovada pela Câmara dos Deputados em abril último. Dessa forma, participam sob a premissa de que o Senado pode agir corretamente e rejeitar essa farsa.

Não espanta, porém, que a senadora Ana Amélia veja na simples presença de Lewandowski no Plenário do Senado um aval à tese que desencadeou o processo de impeachment, de que Dilma cometeu crime de responsabilidade. Afinal, ela integra o Partido Progressista, o partido do golpe de 1964, o partido da ditadura militar, sucedâneo da Aliança Renovadora Nacional (Arena). E, como se sabe, ela não considera que houve um golpe em 1964.

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Mas não é só a natureza do partido que a senadora Ana Amélia integra que a levou a proferir tamanha infâmia; é sua ignorância da história do Brasil. Sim, porque o STF estar representado em um processo golpista não significaria nada mesmo que Lewandowski estivesse lá dando apoio ao impeachment – quando, na verdade, ele está lá cumprindo sua obrigação, assim como Dilma faz ao enfrentar o processo –, pois o STF carrega em sua história a mácula de ter apoiado o golpe clássico de 1964.

Aí vai, pois, uma breve aula de história para a senadora Ana Amélia, para que, por algum milagre, pare de proferir barbaridades e de esbofetear a tão maltratada democracia brasileira.
Em 1964, Alvaro Moutinho Ribeiro da Costa presidia o STF. Nessa condição, o ministro participou e deu cobertura ao golpe de Estado que depôs o presidente constitucional João Goulart.

Entre as 3 e as 4 horas da madrugada de 2 de abril daquele ano, Ribeiro da Costa presenciou e deu a bênção “constitucional” à posse do deputado Ranieri Mazzilli na Presidência da República.
A Presidência havia sido declarada vaga, e os golpistas anunciavam que Goulart deixara o país.

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Os golpistas rasgavam a Constituição vigente, de 1946, e o presidente do STF trombeteava que a deposição de João Goulart era constitucional.

Outro episódio do qual o STF não tem motivo para se orgulhar é a deportação de Olga Benario para a Alemanha nazista, em 1936. Alemã, judia, comunista, procurada em seu país, Olga estava grávida. Foi entregue pelo Brasil à Gestapo.

Quem a entregou: o STF, em tabelinha com Getulio Vargas, que dali a um ano cancelaria as eleições e instauraria a ditadura do Estado Novo.

Por maioria, mesmo sabendo da gravidez de Olga, o tribunal recusou habeas corpus e a expulsou. Motivo: ser “estrangeira” e por sua permanência no país supostamente “comprometer a segurança nacional”. Olga Benario foi morta em 1942, na câmara de gás do campo de Bernburg na Alemanha nazista. Tinha 34 anos, quando o STF a enviou à morte.

quarta-feira, 30 de março de 2016

PALAVRA DE ORDEM NA GLOBO É COMBATER A PALAVRA GOLPE

domingo, 27 de março de 2016

Dessa vez, o sangue vai jorrar! Ali Kamel não é o Golbery nem o Gaspari é o Rubem Fonseca

bessinha maquinista
Quer dizer que os Golpistas acham que vão dar o Golpe.

Um Golpe de Estado com base num impeachment sem crime de responsabilidade da Presidenta!

E a galera vai aceitar!

Ninguém vai reclamar.

Vai ver a Dilma ser deposta no jornazional…

E fica tudo… normal.

Quem vai liderar o Golpe?

O FHC Brasif; o Padim Pade Cerra, uma das maiores fortunas da América Latina e, agora, finalmente, inscrito na Lista da Odebrecht; o Aecím Liechenstín, mais delatado que o Pedro Corrêa, e salvo pela sóbria administração do Dr Janot; o empresário Gilmar, que também despacha no Supremo, quando não é enxotado de Lisboa; a Globo de Paraty; o Moro, os delegados aecistas, que a Conceição Lemes descreve com pena implacável; e os procuradores que morrem de medo da delação do Marcelo Odebrecht!

Esses é que vão dar o Golpe!

E a galera vai aceitar.

Vão dar o Golpe para entregar o poder ao Temer ou ao Cunha!

E a galera vai aceitar!

Vão dar o Golpe para o Temer e o Cunha, na Presidência da República, aplicarem o Consenso de Washington Diaraque.

Aqui já se aplicou o Domínio do Fato Diaraque.

Agora, o Temer quer aplicar o Consenso de Washington Diaraque, redigido pelo Wellington Moreira Franco, que não resiste a um grito de “pega ladrão !”, do Paulo Dote.

Segundo o Estadão, em comatoso estado, o programa do Golpe é assim, conforme descrito nesse domingo 27/03:

- cortar o dinheiro do Bolsa Família;

- revisão da abrangência de todos os programas sociais;

- revisão da CLT;

- cortar os programas ProUni e Fies;

- tornar o SUS mais eficiente, ou seja, mandar os pobres de volta para a sarjeta;

- abertura comercial desenfreada, ou seja, deixar os produtos americanos entrarem à vontade;

- e a joia da coroa: privataria forte.

Ou seja, entregar a Petrobrax à Chevron do Cerra!

E a galera vai aceitar!

Um programa como essa “Ponte para o Futuro” do Wellington, na verdade, é uma ponte para os Estados Unidos.

Tentar repetir 1964, quando o Governo americano mandou uma frota descer o Atlântico para dar apoio ao Golpe contra Goulart.

É essa a ponte do Wellington!

Chamar o Governo Obama (ou Trump) para o Golpe!

(Esse Mino, esse Mino… Não é ele quem suspeita que o Moro seja da CIA?)

E a galera vai aceitar!

Que pretensão: o Wellington deve pensar que é o Wellington!

Quá, quá, quá!

E a galera vai aceitar!

E o que o ex-piauiense Wellington faz com o Nordeste?

Lança ao mar?

Todos os governadores do Nordeste já disseram NÃO ao Golpe.

Se preciso for, põem a Polícia Militar na rua para garantir a Democracia.

Como é que faz, Moreirinha, gato angorá dos militares?

O Golpe só vale em São Paulo e em Diamantino?

Quero ver o Requião deixar ter Golpe em Curitiba!

Os brizolistas deixarem ter Golpe em Porto Alegre!

A Jandira deixar ter Golpe no Rio!

Ainda bem que o Rui Falcão, presidente do PT, advertiu seus simpatizantes, num texto na internet: “queremos a paz, mas não tememos a guerra”.

Mino Carta sempre disse que esse pais só toma jeito quando houver um banho de sangue.

É o jeito que ele pode vir a tomar.

Os golpistas acordaram o legalismo do brasileiro.

Um legalismo que ultrapassa e transcende o próprio PT.

Os metalúrgicos da Ford e da Volkswagen no ABC já estão de olho na ponte do Moreirinha.

Uma das lendas urbanas, como disse o Ministro Aragão na Carta Capital, é que o povo não está nem aí.

Faz parte do cardápio dos historialistas do Globo e da Companhia das Letras supor que você pode dar Golpe à vontade, que a galera vai aceitar, numa boa.

Que o Feiticeiro, o Golbery, e o Bestalhao, o Geisel, Fundadores da Democracia, botaram e tiraram a ditadura quando bem entenderam e o povo… nem aí!

2016 não é 1964.

Ali Kamel não é Golbery, nem o Historialista é Rubem Fonseca!

Dilma não é Jango.

Lula está vivo!

Em 1964 não tinha internet nem blogueiro sujo!

E a galera não vai aceitar.

Em tempo: Mino está excepcionalmente otimista. Acha que, antes do derramamento de sangue, mais próximo do que nunca, ele admite, mas antes disso o Golpe se estrumbicará.

Como essa composição do genial Bessinha!

Em tempo2: no livro "O Quarto Poder", que se vale do excelente trabalho "1964- A Conquista do Estado", de René Armand Dreifuss, há pormenorizada descrição do papel do general Golbery e de seu escriba de preferência, Rubem Fonseca, no IPES, organização financiada pelos americanos para derrubar Jango. Hoje há vários IPES por aí afora, a começar por Curitiba.


Paulo Henrique Amorim

segunda-feira, 8 de julho de 2013

SUMIU O PROCESSO DA GLOBO NA RECEITA Rodrigo Vianna lança suspeitas sobre a Receita Federal do Governo.

Conversa Afiada reproduz bomba do blog O Escrevinhador:

O PROCESSO CONTRA A GLOBO SUMIU? E OS BASTIDORES DA NEGOCIAÇÃO QUE PODERIA TER LEVADO À “ESTATIZAÇÃO” DA EMISSORA



por Rodrigo Vianna

Conversei com duas fontes importantes, que trouxeram esclarecimentos sobre o episódio da sonegação de impostos da Globo, denunciada pelo blog “O Cafezinho” de Miguel do Rosário.

Uma das fontes é um ex-funcionário público (que conhece bem instituições como a Receita Federal e o Ministério Público no estado do Rio). Esse homem é o mesmo que Miguel do Rosário tem chamado de “garganta profunda”. Por isso, também o chamaremos assim nesse texto. A segunda fonte (será chamada aqui de “fonte 2″) é uma pessoa que esteve no governo federal (funcionário de carreira), nunca exerceu cargos eletivos, mas sabe muito sobre os bastidores do poder – e suas intercessões com o mundo das finanças e da mídia. Seguem abaixo as informações que recebi dos dois. O texto é longo, mas peço atenção porque trata de assunto gravíssimo. 

1 – O blog “O Cafezinho” publicou apenas 12 páginas de uma imensa investigação contra a Globo. Onde está o processo original? Onde estão as centenas de páginas até agora não reveladas? Um mistério. O “garganta profunda” garante que funcionários da Receita Federal no Rio estariam “em pânico” (são palavras dele) porque o processo contra a Globo simplesmente sumiu! Sim. O processo não foi digitalizado, só existe em papel. O deputado Protógenes Queiroz  (que pretende abrir uma CPI para investigar a Globo) também considera “estranho” que não haja “back-up” da investigação.

“Mas como um processo some desse jeito?” pergunto incrédulo. E o “garganta profunda” responde com um sorriso: “há advogados especializados nisso, e às vezes o sumiço físico de um processo é a única forma de evitar danos maiores quando se enfrenta uma investigação como essa contra a Globo”. Insisto: “mas quem teria pago pro processo desaparecer?”. E o “garganta profunda” responde com um sorriso apenas. 

2 – Importante compreender que, na verdade, há uma investigação contra a Globo que se desdobra em dois processos. Tudo começa com o ”Processo Administrativo Fiscal” de número 18471.000858/2006-97 , conduzido pelo auditor fiscal Alberto Sodré Zile; era a investigação propriamente tributária, no decorrer da qual descobriu-se a (suposta) conta da Globo em paraíso fiscal e a sonegação milionária. Ao terminar a investigação, no segundo semestre de 2006, Zile constatou “Crime contra a Ordem Tributária” e por isso pediu a abertura de uma “Representação Fiscal para Fins Penais” (ou seja: investigação criminal contra os donos da Globo) que recebeu o número 18471.001126/2006-14. 

3 – Um dos indícios de que há algo errado com os dois processos contra a Globo surge quando realizamos a consulta ao site ”COMPROT” (qualquer cidadão pode entrar no site “COMPROT” do Ministério da Fazenda e fazer a consulta – digitando os números que reproduzi no item acima). Ao fazê-lo, aparecem na tela as seguintes informações:

“MOVIMENTADO EM: 29/12/2006″

“SITUAÇÃO: EM TRÂNSITO”.

4 – Um processo (ou dois!!!) pode ficar ”em trânsito” durante seis anos e meio? Isso não existe.  Onde foi parar o processo? Entrou em licença médica? Repousa em algum escaninho? Viajou para as Ilhas Virgens Britânicas? Ou desapareceu no buraco negro que parece unir o Jardim Botânico ao Planalto Central?

A “fonte 2″ esclarece que a investigação deveria ter seguido dois caminhos:

- a Globo poderia continuar discutindo o imposto devido nas instâncias administrativas da Receita (para isso, teria que pagar o valor original e discutir a multa);

- o Ministério Público Federal no Rio deveria ter iniciado uma investigação dos aspectos criminais (esse era  o caminho depois da “Representação Fiscal para Fins Penais” apresentada pelo auditor Zile).

5 – Se a Globo tivesse feito recursos administrativos na Receita, isso deveria constar no site “COMPROT”. Mas a última movimentação é de 29/12/2006 – como qualquer cidadão pode confirmar realizando a consulta. O que se passou? Onde está o processo? O “garganta profunda” garante: “o processo teria sido sido retirado do escritório da Receita do Rio, desviado de forma subterrânea”. Essa informação, evidentemente, ainda precisa ser confirmada. 

6 – Se  o processo original sumiu, como se explica que Miguel do Rosário tenha obtido as 12 páginas já publicadas em “O Cafezinho”? Aí está outra parte do segredo e que vamos esclarecer agora: um homem – não identificado – teria conseguido preservar o processo original (e feito pelo menos mais uma cópia, na íntegra, para se proteger). As 12 páginas seriam, portanto, “só um aperitivo do que pode vir por aí”, garante o “garganta profunda”.

7 – O que mais há no processo? Detalhes sobre contas em paraísos fiscais,  e os nomes dos donos da Globo associados a essas contas, além de muitos outros detalhes – diz o “garganta profunda”, único a manter contato permanente com o homem que hoje possuiria o processo na íntegra. Seriam provas avassaladoras, “com nome, endereço e tudo o mais”. Em suma: uma bomba atômica contra a Globo.

8 – Abrimos aqui um parêntesis. A “fonte 2″ garante-me que em 2003 a família Marinho procurou o governo Lula para pedir ajuda. A Globo estava a ponto de quebrar (graças às barbeiragens com a GloboCabo, que contraiu dívidas em dólar e viu essa dívida se multiplicar por quatro depois da desvalorização do Real em 98/99, no governo FHC). Algumas pessoas no entorno de Lula chegaram a sugerir que o governo emitisse “debêntures” para salvar a Globo. Na prática, isso poderia dar ao governo o controle da Globo. “Seria uma forma suave de, na prática, estatizar a Globo”, garante-me a “fonte 2″. Por que não foi feito? “Eram todos marinheiros de primeira viagem no governo, faltou confiança e convicção para adotar essa medida, que teria sido a mais adequada para o país“, diz a “fonte 2″ – que acompanhou toda a negociação de perto. Ele conta que a família Marinho ficou contrariada com essa idéia, que chegou a ser levada à mesa por integrantes do governo Lula, mas a Globo estava tão desesperada que cogitou até aceitar essa saída pra não quebrar. Lula, no entanto, optou pela saída convencional: a Globo conseguiu empréstimos (inclusive no BNDES), e alongou a dívida. A família Marinho manteve seu império intacto.

9 – Ainda pressionada por essa dívida principal, a família Marinho recebeu notícia da investigação fiscal, promovida pelo auditor Zile. A Globo pediu socorro ao governo. Isso deve ter ocorrido entre 2003 e 2004, diz a “fonte 2″. A ordem de Lula teria sido: “não vamos intervir, os auditores têm autonomia funcional e devem fazer o trabalho deles”.

10 – A partir de então (e apesar da “ajuda” do governo para equacionar a dívida principal originada pelas barbeiragens na Globocabo), a família Marinho teria declarado guerra. Isso explicaria a cobertura global na CPI do Mensalão, sob a batuta de Ali Kamel, em 2005. Essa é a tese da “fonte 2″, embasada nesses fatos só agora revelados.

11 – O processo por sonegação (conduzido pelo auditor Alberto Sodré Zile) foi concluído às vésperas da eleição de 2006, quando a Globo de novo apontou as baterias contra Lula. Acompanhei tudo isso de perto, eu estava na Globo na época. Claramente, a temperatura contra o governo subiu no último mês antes do primeiro turno (ocorrido em outubro de 2006).  O auditor Zile concluiu a investigação em setembro de 2006. A família Marinho queria que a investigação sobre sonegação fosse interrompida de qualquer forma. Não tanto pelos valores, mas porque a revelação de contas em paraísos fiscais seria devastadora.

12 – Entre o primeiro e o segundo turnos da eleição de 2006, houve algum acordo entre a Globo e o governo Lula? A cobertura global da eleição mudou completamente no segundo turno, tornando-se mais “suave”. Em novembro de 2006, um colega que também era repórter da Globo e que mantinha bons contatos com Marcio Thomaz Bastos (então Ministro da Justiça de Lula) disse-me: “Rodrigo, agora eles sentaram pra conversar, o governo e os Marinho“.  Não se sabe ao certo o que foi colocado na mesa para a tal conversa. O que se sabe é que, coincidentemente, desde dezembro de 2006 a investigação por sonegação segue “em trânsito.”

13 – A divulgação das doze páginas pelo  Cafezinho” pegou a Globo de surpresa. Reparem como a nota oficial da emissora é confusa e contraditória. A Globo fala que não há imposto a pagar, mas reconhece que discute algumas cobranças, sim. E não faz qualquer menção à conta nas Ilhas Virgens. É um ziguezague. Procedimento típico de quem não sabe o que o “outro lado” possui de munição. A Globo torce para que o resto do processo não apareça. Sobram várias perguntas…

14 – O homem que está com o processo na mão estaria disposto a revelar todo o conteúdo? Por que não o fez até agora?

15 – O MPF (Ministério Público Federal) vai esclarecer por que não seguiu a investigar a Globo, conforme sugeriu o auditor Alberto Sodré Zile em sua “Representação Fiscal para Fins Penais”? Cabe aos blogueiros e ao Centro Barão de Itararé fazer essa pergunta diretamente ao MPF. Aliás, nessa quarta-feira, dia 10, às 11h, o Barão e outras entidades irão para a porta do MPF no Rio (rua Nilo Peçanha, 31 – centro), levando a singela pergunta: “MPF, por que você não investiga a fraude da Rede Globo?”. Gurgel pode dar a resposta…

16 – A Receita Federal alega que não pode dar mais detalhes sobre a investigação, já que esta estaria protegida por sigilo fiscal. Ok. Mas a Receita pode – e deve – esclarecer o que foi feito dos processos. E por que eles constam como “em trânsito” na página “COMPROT” do Ministério da Fazenda.

17 – Por último, seria bom esclarecer se houve, de fato, algum acordo entre Lula e Globo em 2006. E por que ele teria sido rompido depois – com a evidente tomada de posição da emissora carioca em favor de Serra na eleição de 2010?


Em tempo: amigo navegante, você realmente acha que o brindeiro Gurgel vai mandar investigar a Globo ? Você acha ? E o Ministro Mantega, a quem a Receita está subordinada, vai tomar alguma providência ? E a Polícia Federal do zé ? O zé, antes, vai consultar o Fernando Henrique. 

Em tempo2: no Brasil não tem controle remoto, segundo Carlos A. Montebranco.

Em tempo3: se a Globo não paga por que você paga, amigo navegante ?

Em tempo4: agora se entende por que a Globo quis derrubar a Dilma nas manifestações.

Em tempo5: é por isso que a Globo, a Urubóloga e o Ataulfo (*) falam da “carga tributária”. Tem o som do naipe de violinos aos ouvidos dos filhos do Roberto Marinho – eles não têm nome próprio.

Em tempo6: “Estado mínimo” é assim: vocês, otários, pagam Imposto. Eu não pago.

Os “em tempo” são do ansioso blogueiro. O Rodrigo Vianna, autor desse furo es-pe-ta-cu-lar e que tem a honra de ser processado pelo Gilberto Freire com “i” (**) – jornalista que nunca deu um furo na vida – não tem nada a ver com eles.

Clique aqui para ler
 “Protógenes quer CPI da Globo”. 

aqui para ver “Record pergunta: por que a Globo foi às Ilhas Virgens ?”.


(*) Ataulfo de Paiva foi o mais medíocre – até certa altura – dos membros da Academia. A tal ponto que seu sucessor, o romancista José Lins do Rego quebrou a tradição e espinafrou o antecessor, no discurso de posse. Daí, Merval merecer aqui o epíteto honroso de “Ataulfo Merval de Paiva”, por seus notórios méritos jornalísticos,  estilísticos, e acadêmicos, em suma. Registre-se, em sua homenagem, que os filhos de Roberto Marinho perceberam isso e não o fizeram diretor de redação nem do Globo nem da TV Globo. Ofereceram-lhe à Academia. E ao Mino Carta, já que Merval é, provavelmente, o personagem principal de seu romance “O Brasil”.

(**) Ali Kamel, o mais poderoso diretor de jornalismo da história da Globo (o ansioso blogueiro trabalhou com os outros tres), deu-se de antropologo e sociologo com o livro “Não somos racistas”, onde propõe que o Brasil não tem maioria negra. Por isso, aqui, é conhecido como o Gilberto Freire com ï”. Conta-se que, um dia, D. Madalena, em Apipucos, admoestou o Mestre: Gilberto, essa carta está há muito tempo em cima da tua mesa e você não abre. Não é para mim, Madalena, respondeu o Mestre, carinhosamente. É para um Gilberto Freire com “i”.

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Folha ressuscita Ditabranda. Johnbim ajuda



Um editorial da Folha (*), na página 2, no mesmo jazigo onde nasceu e morreu a “ditabranda”, tem o título de “Mais luz” !:

É como se o “seu Frias” tivesse mandado tirar as camionetes do pátio para servir à Oban.

Diz o editorial trevoso:

“… não há como excluir de antemão o exame dos casos de inocentes mortos em consequência de ações de organizações que pegaram em armas contra o regime, por exemplo passantes e vigias de bancos vitimados por bombas e tiroteios.


Desconsiderá-los, hoje, equivale a coonestar o culto da violência política que parecia justificar, na época, sua contabilização como dano colateral.


Dito isso, cabe denunciar como um despropósito a tentativa de equiparar tais ações, deploráveis como são, aos crimes de militares e policiais. Seja por seu número, pelo emprego sistemático da tortura e de assassinatos por agentes do Estado ou pelo fato de militantes da esquerda já terem pago pelo erro com prisões, tortura e morte, é incorreto e até indigno comparar os dois fenômenos.


No mais, é duvidoso que a comissão consiga produzir grandes revelações. No quarto de século transcorrido, muita documentação já veio à luz, e o que não veio pode estar perdido. Sua maior lição para o futuro será o repúdio a toda forma de obscurantismo.



A seguir, lê-se, no mesmo ambiente tenebroso:

Houve acordo para apurar esquerda, diz ex-ministro

Para Jobim, acerto para comissão previu investigação sobre luta armada. Ex-secretário de Direitos Humanos nega ter aceito condição proposta durante negociações da lei


DIÓGENES CAMPANHA

DE SÃO PAULO


A Comissão da Verdade, que será instalada hoje (quarta-feira), colocou em contradição dois ex-ministros que participaram das negociações para a criação do órgão.


A missão do grupo (sic) é investigar violações de direitos humanos cometidas entre 1946 e 1988 e seu foco inicial serão eventos ocorridos durante a ditadura militar (1964-1985).


O ex-ministro da Defesa Nelson Jobim, que deixou o cargo em 2011, disse que o acordo que viabilizou a criação da comissão previa que ações da esquerda armada também seriam investigadas.


“Esse foi o objeto do acerto na época da redação do texto da lei [que criou a comissão]“, disse à Folha.


Ele afirma que discutiu o tema com o então ministro da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência, Paulo Vannuchi, e que ficou acertado que seriam apuradas violações de direitos humanos “em todos os aspectos”.


“A comissão não tem o objetivo de punir ninguém”, afirmou Jobim. “É um levantamento da memória, então tem que ouvir todo mundo.”


Vannuchi negou ter feito acordo com Jobim para que a comissão investigasse ações da esquerda também. “Reajo com indignação à declaração dele”, disse. “Em 2010, eu chamava a ideia de bilateralidade sugerida por Jobim de monstrengo jurídico.”



O amigo navegante há de se lembrar que o Ministro Nelson Johnbim foi devidamente defenestrado pela Presidenta, porque achou que governava o Ministério da Defesa como um Estado Autônomo.
O amigo navegante deve lembrar que o Nelson Johnbim deu-se ao desplante de ir ao embaixador americano falar mal da política externa do Governo a que servia.
Foi o que mostrou o WikiLeaks.
(O mesmo WikiLeaks que mostrou o Cerra a entregar o pré-sal à Chevron.)
O amigo navegante também se recorda que o Ministro Johnbim era suspeito de vazar informações para a Folha (*).
Inclusive, para detoná-lo, teria vazado a versão inicial do projeto de Comissão da Verdade.
Afortunadamente, o Ministro Johnbim não manda mais nada.
Só se for na Folha (*).
Portanto, o seu “monstrengo jurídico” não tem nenhum efeito prático.
A Comissão está instalada.
E, pelo jeito, o único a favor do “monstrengo jurídico” é o Ministro tucano Dias, que, por sinal, foi desautorizado pelo Farol de Alexandria.
Farol esse que nomeou os três ministros: Johnbim, o tucano Dias e Gilmar Dantas (**).
Um legado incomensurável !
Como diz o Mino Carta do Rubert Civita: o Farol carrega o Escuromatic.
Quando acende faz-se a treva.
Como os editoriais da Folha (*).




Paulo Henrique Amorim
"Seu Frias" volta a escrever editoriais


(*) Folha é um jornal que não se deve deixar a avó ler, porque publica palavrões. Além disso, Folha é aquele jornal que entrevista Daniel Dantas DEPOIS de condenado e pergunta o que ele achou da investigação; da “ditabranda”; da ficha falsa da Dilma; que veste FHC com o manto de “bom caráter”, porque, depois de 18 anos, reconheceu um filho; que matou o Tuma e depois o ressuscitou; e que é o que é,  porque o dono é o que é; nos anos militares, a Folha emprestava carros de reportagem aos torturadores.

(**) Clique aqui para ver como um eminente colonista do Globo se referiu a Ele. E aqui para ver como outra eminente colonista da GloboNews e da CBN se refere a Ele.

sábado, 12 de março de 2011

Tucanalha se reúne com americanos para conspirar contra o Brasil



Almoço com Valenzuela serviu de fórum para tucanos

Postado em 11/03/2011 por Natalia Viana
Por Marcus V F Lacerda

Além do encontro entre José Serra e Arturo Valenzuela, a escala não oficial do subsecretário para Assuntos do Hemisfério Norte ainda contou com um almoço promovido pelo cônsul-geral. Estiveram presentes diversos especialistas em política e economia.
A grande maioria deles, ligados ao PSDB. Dentre eles dois ex-ministros de Fernando Henrique Cardoso: Celso Lafer (ex-MRE) e José Goldemberg (ex-MCT). “Todos os convidados criticaram a política externa do governo Lula, levantaram preocupação com a radicalização crescente do PT e sublinharam preocupação com a deterioração das contas públicas”, descreve o telegrama de 29 de dezembro de 2009.
“A postura do Brasil ante o Irã é o maior engano da política externa de Lula”, sentenciou Lafer (com sapatos ou sem?) em consonância com o recado dado por Hillary Clinton dias antes alertando países da América Latina de consequências na relação com o Irã e que o Brasil deveria levar esta postura a sério. No almoço, Arturo Valenzuela enfatizou que a relação com o governo de Lula seria uma forma de Ahmadinejad disfarçar sua falta de cooperação e impopularidade na comunidade internacional.
O físico nuclear José Goldemberg criticou a posição brasileira na Conferência Climática de Copenhagen (COP-15) satirizando-a como se ela tivesse sido elaborada duas semanas antes do encontro. “Países mais influentes deveriam encontrarem-se em grupos menores”, aconselhou o cientista. Em particular com um encarregado do consulado americano, José Goldemberg que nós não temos o que oferecer a Teerã em termos de combustíveis nucleares e que a capacidade de centrifugação deles já superaria a do Brasil.
Outro crítico à relação brasileira com o Irã foi o então vice-presidente do Centro Brasileiro de Relações Internacionais (CEBRI), Roberto Teixeira da Costa. De acordo com o economista, a relação entre Brasília e Teerã é questionável uma vez que a pauta comercial entre os dois países é pobre e uma cooperação em usos civis na área nuclear seria improvável.
m de tratar sobre a relação Brasil-Irã, Teixeira da Costa expôs preocupação com as contas públicas. Para ele, apesar do otimismo no Brasil, o mercado poderia ter alguns tropeços em vista da situação internacional. Seu sócio na agência de consultoria Prospectiva, Ricardo Sennes, levantou a mesma preocupação com as contas públicas. “Ainda falta competitividade ao Brasil depois desses dois mandatos de Lula. Falta infraestrutura, carga tributária alta e políticas de trabalho rígidas”, listou Sennes. (Antes de Lula tudo era ótimo, claro)
Participaram ainda do almoço, o cientista (?) político Bolivar Lamounier e o ombudsman do jornal Folha de São Paulo, Carlos Eduardo Lins da Silva. Ambos focaram-se mais na possibilidade de um PT mais radical no caso de chegarem ao poder outra vez. Lins da Silva, observou o poderio financeiro adquirido pelo partido ao longo dos últimos anos. “Se não elegerem o presidente, eles teram dinheiro o bastante para causar muitos problemas como oposição”, teria dito o jornalista.

Muito interessante o empregado da Folha, numa conversa com o cônsul americano, referir-se ao PT como "Eles". "Nós", certamente, são a mídia, o PSDB e os EUA.

Leia mais em: Ф Еskеrдоpата

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quinta-feira, 10 de março de 2011

Conheça a “revolução” de 1964


Blog cidadania - Eduardo guimarães

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Após a Record desmascarar as mentiras da Globo sobre a Venezuela, agora é a vez de o SBT desmascarar Globos, Folhas, Vejas, Estadões, Reinaldos Azevedos, Bolsonaros, Bornhausens e todos os outros que tentam desculpar o regime criminoso que se abateu sobre este país em 1964, a ditadura que os militares comemoravam todo 31 de março.
Amor e Revolução, nova novela do SBT que estreia em abril, será a primeira na televisão brasileira a se passar inteiramente na época da Ditadura Militar, entre as décadas de 60 e 70. A trama escrita por Tiago Santiago e dirigida por Reynaldo Boury tem a coragem de passar a limpo a história recente do Brasil e contar toda a realidade da Ditadura.
Abaixo, alguns vídeos sobre esse resgate histórico que terá o condão de mostrar à atual geração de adolescentes que vem sendo corrompida pelas mentiras da mídia golpista que os valores que lhes estão sendo vendidos provêm de milionários que acumularam fortunas ajudando a trucidar a geração idealista que deu a vida pela liberdade.
Aviso: as cenas são fortes.