Juventude brasileira organiza mobilizações de apoio a Dilma
A candidata da coligação Para o Brasil Seguir Mudando, Dilma Rousseff, irá lançar neste sábado (07), no Rio de Janeiro, seu Programa de Governo para a juventude. O evento mobilizará as juventudes partidárias que apoiam Dilma. A meta é realizar também atividades simultâneas em todas as capitais e cidades brasileiras com mais de 200 mil eleitores.
O presidente nacional da UJS, André Tokarski, explica que as eleições de 3 de outubro irão definir os rumos do Brasil nos próximos anos e que a participação da juventude brasileira será decisiva neste processo. “Somos cerca de 58 milhões de eleitores entre 16 e 34 anos, mais de 40% de todo o eleitorado brasileiro”.
André afirma também que a juventude brasileira sempre foi protagonista nos embates políticos do país e que este ano não será diferente. Ele diz que durante os oito anos de governo Lula, a juventude reencontrou a esperança de viver em um país que pode dar certo.
“Com Dilma, temos a certeza de que o Brasil vai seguir mudando. Ela participou ativamente dos principais projetos do governo, como a descoberta das grandes riquezas do Pré-Sal, e agora reconhece a juventude também como um patrimônio do nosso país, que merece respeito e investimento. Para nós, eleger Dilma significa renovar essa esperança na certeza de que podemos conquistar ainda mais”, enfatizou o presidente da UJS.
Educação
Tokarski relatou ainda as conquistas do Governo Lula na área da educação. “Mais de 700 mil jovens de baixa renda tiveram acesso à Universidade através do Prouni – Programa Universidade Para Todos. O Programa de Apoio ao Plano de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (Reuni) dobrou o número de vagas nas universidades federais e também foram criadas mais de 214 escolas técnicas federais, mais que o dobro dos últimos 100 anos. O Projovem beneficiou milhares de jovens com bolsas remuneradas incentivando a volta à escola e a formação profissional”.
André também ressaltou a criação da Secretaria Nacional de Juventude do Governo Federal e do Conselho Nacional de Juventude (Conjuve), que deram mais visibilidade e prioridade às pautas da juventude no governo. “Além disso, a realização da Copa de 2014 e das Olimpíadas de 2016 no Brasil é uma conquista que pode transformar o esporte numa grande ferramenta de oportunidades para a juventude. Os nossos sonhos estão se transformando em realidade, mas temos a consciência de que existe espaço para mais avanços”, enfatizou.
Internet
O lançamento do Programa de Governo para a juventude, que acontece a partir das 14 horas, na Cidade de Deus, no Rio de Janeiro, será transmitido ao vivo pela internet e terá cobertura compartilhada pelas redes sociais, como o Twitter, @galeradadilma. O Vermelho também fará a transmissão ao vivo para os internautas.
Segundo André, as atividades nos estados devem ser registradas com fotos e vídeos e postadas nas redes sociais. O objetivo é criar uma forte mobilização de apoio da juventude à Dilma.
Da Redação, Mariana Viel
Mente vazia, oficina do sistema da mídia golpista
terça-feira, 3 de agosto de 2010
Serra pode perder seu "último trunfo" com debate na Bandeirantes - Portal Vermelho
Em junho, o jornalista Valdo Cruz já dizia que os tucanos criaram ao longo dessa eleição várias lendas. "Primeiro, de que Dilma não subiria nas pesquisas. Subiu. Depois, que ela seguiria tropeçando e cometendo erros, que a fariam cair nas pesquisas. Não aconteceu. Depois, que seria impossível fechar a aliança com o PMDB. Fechou. Agora, dizem os petistas, a avaliação de que Dilma se sairá mal nos debates será a última das lendas tucanas", afirmou Cruz em sua coluna na Folha de S. Paulo.
Esta "lenda" pode estar prestes a cair na próxima quinta-feira (5), durante o debate da TV Bandeirantes, que será a primeira oportunidade de confronto direto entre os quatro principais candidatos à Presidência: Dilma Rousseff (PT), José Serra (PSDB), Marina Silva (PV) e Plínio Sampaio (PSOL).
Os assessores da candidata petista dizem que os tucanos terão uma surpresa pela frente. Dilma tem sido treinada para enfrentar debates e, segundo quem participa desses treinamentos, tem se saído muito bem. Um coordenador da campanha destaca que a ex-ministra costuma crescer exatamente nos momentos de embate, quando é pressionada.
Nesta terça-feira (3), o jornalista Josias de Souza, do UOL, voltou ao tema e comentou que o próprio presidente Luiz Inácio Lula da Silva aposta no bom desempenho de Dilma nos debates. Para Lula, o debate na TV Bandeirantes tirará de Serra seu 'último trunfo'.
Em privado, Lula diz que, ao propalar a ideia de que Serra esmigalharia Dilma, a oposição facilitou a vida de sua pupila. Segundo o raciocínio do presidente, Serra vai ao debate com a obrigação de vencer. Um simples meio-termo já representará uma derrota.
Para Lula, seria preciso que Dilma cometesse um grave “escorregão” para sair lanhada do confronto. Algo que, segundo diz, não vai ocorrer.
Revela-se confiante no desempenho de sua candidata. Diz que ela vai “surpreender”. De resto, sustenta que Dilma tem o que dizer, Serra não.
Na previsão de Lula, Serra não cometerá o “erro” de “rebaixar o nível” do debate. Recordou uma passagem de 2006.
Lembrou que, num debate em que mediu forças com Geraldo Alckmin, no SBT, o tucano partiu para a “pancadaria”.
A consequência, disse Lula, foi desastrosa para seu antagonista. Teve, no segundo turno, menos votos do que tivera no primeiro.
O cabo eleitoral de Dilma parece mais preocupado com Marina Silva (PV) e Plínio de Arruda Sampaio (PSOL) do que com Serra.
Por quê? Avalia que a dupla, sobretudo Plínio, não tem nada a perder. O que pode levá-los a elevar o tom, carregando na "pimenta".
Dilma reservou um pedaço da agenda desta terça (3) e da quarta (4) para preparar sua participação no debate.
Negociado com as assessorias dos candidatos, o formato do evento conspira a favor do equilíbrio.
Haverá cinco blocos. Na abertura do primeiro, uma pergunta da emissora, formulada a partir de sugestões recolhidas via internet.
Ainda nesse primeiro bloco, abre-se um ciclo de perguntas de candidatos para candidatos.
Só no quarto bloco dois jornalistas da emissora questionarão os presidenciáveis. Sem direito a réplica.
Em vez de replicar, os repórteres indicarão um candidato para comentar a resposta do antagonista.
No quinto bloco, apenas as considerações finais dos presidenciáveis. E ponto.
Como diz Lula, só um monumental “escorregão” pode render a alguém a pecha de derrotado num embate assim, tão circunscrito.
Com informações do Blog do Josias de Souza
Esta "lenda" pode estar prestes a cair na próxima quinta-feira (5), durante o debate da TV Bandeirantes, que será a primeira oportunidade de confronto direto entre os quatro principais candidatos à Presidência: Dilma Rousseff (PT), José Serra (PSDB), Marina Silva (PV) e Plínio Sampaio (PSOL).
Os assessores da candidata petista dizem que os tucanos terão uma surpresa pela frente. Dilma tem sido treinada para enfrentar debates e, segundo quem participa desses treinamentos, tem se saído muito bem. Um coordenador da campanha destaca que a ex-ministra costuma crescer exatamente nos momentos de embate, quando é pressionada.
Nesta terça-feira (3), o jornalista Josias de Souza, do UOL, voltou ao tema e comentou que o próprio presidente Luiz Inácio Lula da Silva aposta no bom desempenho de Dilma nos debates. Para Lula, o debate na TV Bandeirantes tirará de Serra seu 'último trunfo'.
Em privado, Lula diz que, ao propalar a ideia de que Serra esmigalharia Dilma, a oposição facilitou a vida de sua pupila. Segundo o raciocínio do presidente, Serra vai ao debate com a obrigação de vencer. Um simples meio-termo já representará uma derrota.
Para Lula, seria preciso que Dilma cometesse um grave “escorregão” para sair lanhada do confronto. Algo que, segundo diz, não vai ocorrer.
Revela-se confiante no desempenho de sua candidata. Diz que ela vai “surpreender”. De resto, sustenta que Dilma tem o que dizer, Serra não.
Na previsão de Lula, Serra não cometerá o “erro” de “rebaixar o nível” do debate. Recordou uma passagem de 2006.
Lembrou que, num debate em que mediu forças com Geraldo Alckmin, no SBT, o tucano partiu para a “pancadaria”.
A consequência, disse Lula, foi desastrosa para seu antagonista. Teve, no segundo turno, menos votos do que tivera no primeiro.
O cabo eleitoral de Dilma parece mais preocupado com Marina Silva (PV) e Plínio de Arruda Sampaio (PSOL) do que com Serra.
Por quê? Avalia que a dupla, sobretudo Plínio, não tem nada a perder. O que pode levá-los a elevar o tom, carregando na "pimenta".
Dilma reservou um pedaço da agenda desta terça (3) e da quarta (4) para preparar sua participação no debate.
Negociado com as assessorias dos candidatos, o formato do evento conspira a favor do equilíbrio.
Haverá cinco blocos. Na abertura do primeiro, uma pergunta da emissora, formulada a partir de sugestões recolhidas via internet.
Ainda nesse primeiro bloco, abre-se um ciclo de perguntas de candidatos para candidatos.
Só no quarto bloco dois jornalistas da emissora questionarão os presidenciáveis. Sem direito a réplica.
Em vez de replicar, os repórteres indicarão um candidato para comentar a resposta do antagonista.
No quinto bloco, apenas as considerações finais dos presidenciáveis. E ponto.
Como diz Lula, só um monumental “escorregão” pode render a alguém a pecha de derrotado num embate assim, tão circunscrito.
Com informações do Blog do Josias de Souza
Blogg do Amoral Nato: Como Nasce um Radical
Blogg do Amoral Nato: Como Nasce um Radical: "Mundo: Menino chora ao ver o pai ser preso na Cisjordânia Um menino palestino, de cinco anos de idade, se desespera, ao assistir o pai se..."
Blogg do Amoral Nato: Dono da verdade absoluta
Blogg do Amoral Nato: Dono da verdade absoluta: "'Não dá para deixar o sociólogo de lado. A cada dia e a cada entrevista ele fornece material para discussão sobre sua peculiar personal..."
Quase vice de Serra se diz arrependido por não pedir o impeachment de Lula
O senador Alvaro Dias (PSDB/PR), levou às alturas o anti-lulismo que reina entre os demo-tucanos agrupados na campanha de José Serra.
Subiu a tribuna do Senado, na segunda-feira (2) para dizer que o Senado "pecou" ao deixar de abrir um processo de impeachment contra o presidente Lula em 2005.
O objetivo do demo-tucano foi dar uma resposta ao discurso do presidente Lula, no sábado durante comício em Curitiba, Paraná, quando o presidente disse: "peço a Deus que essa companheira não tenha o Senado que eu tive, um Senado que ofenda o governo, como eu fui ofendido".
Mas o demo-tucano acabou dando um tiro no pé na campanha, ao detonar a tentativa de Serra de dissimular seu oposicionismo anti-Lula.
Alvaro Dias chegou a ser indicado vice de José Serra (PSDB/SP), por suas posições anti-lulistas, mas foi vetado pelo DEMos.
Subiu a tribuna do Senado, na segunda-feira (2) para dizer que o Senado "pecou" ao deixar de abrir um processo de impeachment contra o presidente Lula em 2005.
O objetivo do demo-tucano foi dar uma resposta ao discurso do presidente Lula, no sábado durante comício em Curitiba, Paraná, quando o presidente disse: "peço a Deus que essa companheira não tenha o Senado que eu tive, um Senado que ofenda o governo, como eu fui ofendido".
Mas o demo-tucano acabou dando um tiro no pé na campanha, ao detonar a tentativa de Serra de dissimular seu oposicionismo anti-Lula.
Alvaro Dias chegou a ser indicado vice de José Serra (PSDB/SP), por suas posições anti-lulistas, mas foi vetado pelo DEMos.
Serra escala ex-genro de FHC para defender privatização do pré-sal

David Zylbersztajn (ex-genro de FHC, nomeado pelo sogro presidente da Agencia Nacional do Petróleo, na época), representa o candidato José Serra (PSDB) em suas propostas na área de energia, e já faz campanha pela privatização do pré-sal.
O assessor de Serra, fez hoje duras críticas ao "fortalecimento do Estado" no setor energético durante o governo Lula.
Um dos articuladores da privatização da "PetrobraX" no governo FHC, ele mostrou preocupação com as "posturas estatizantes" na área de petróleo, criticando a criação da Petrosal e o regime de partilha.
O demo-tucano recorre aos mesmos argumentos dos lobistas estrangeiros interessados em meter a mão na riqueza do pré-sal, e diz: "A criação da estatal do pré-sal é uma das maiores barbaridades já vistas no mundo".
Zylbersztajn é dublê de assessor de Serra e consultor de empresas privadas de petróleo.
(Com informações da Agência Estado)
TSE confirma direito de resposta do PT no site do PSDB

segunda-feira, 2 agosto, 2010 às 21:03
Confirmado: a irresponsabilidade do Da Costa afirmando que o PT tinha ligações com o narcotráfico vai mesmo gerar direito de resposta no site do PSDB. Por unanimidade os ministros do TSE recusarma o “golpe do joão-sem-braço” aplicado pela efesa tucana, que se fixou na eventual ligação política com integrantes das FARC e reconheceu, como não poderia deixar de ser, que o partido foi diretamente associado ao narcotráfico, como mostra o vídeo que mostramos aqui no Tijolaco.com.
Ainda não tenho notícias sobre a aplicação de multa aos tucanos pela divulgação das mentiras.
Como é que fica aquela afirmação da Dra. Cureu de que o PSDB era “mais zeoloso” com a lei eleitoral?
Intervenção de Lula suspende sentença de iraniana
terça-feira, 3 agosto, 2010 às 14:59
O caso de Ashtiani voltará a ser examinado pela Justiça
A intervenção de Lula no caso da iraniana Sakineh Asthtiani, condenada à morte por adultério pelas leis islâmicas, pode ainda não ter tido um desfecho exitoso, mas uma primeira vitória já foi conquistada. Teerã anunciou hoje que suspendeu a sentença, que voltará a ser analisada pelo Judiciário do país.
Não se enganem os que costumam perguntar o que que o Brasil foi fazer no Irã, que a intervenção de Lula, que ofereceu asilo a Asthiani, foi a responsável pelo recuo do país na execução da sentença. Lula criou o fato político e ampliou mundialmente o absurdo da situação, mesmo que sob uma ótica de moral e de costumes diferente da nossa.
A atitude do presidente brasileiro repercutiu em todos os lugares. Os principais jornais do mundo deram amplo destaque à proposta brasileira, o que gerou uma pressão internacional para que o Irã aceitasse a oferta de Lula como gesto humanitário. O apelo do presidente renovou as esperanças da família de Ashtiani que já havia anunciado a disposição de viver no Brasil, conforme reportagem do Estadão, na edição desta terça-feira. A propostatem o apoio de ativistas que defendem os direitos humanos no Irã, e incentivou inúmeras comunidades internacionais a pedir pela vida da iraniana, de 43 anos, acusada de suposto adultério.
Muitos apostaram que a gestão brasileira seria infrutífera, e por aqui, certamente, não foram poucos os que torceram para que desse errado, mas com a decisão iraniana de suspender a execução e voltar a examinar a sentença judicialmente, Lula calou a boca de seus adversários e ganhou mais uma vez o reconhecimento mundial de líder inconteste.
Vamos todos torcer para um final feliz, mas desde já, embora não fosse essa sua intenção, Lula sai fortalecido do episódio perante a opinião pública das nações que acompanham com preocupação o destino de Sakineh.
O caso de Ashtiani voltará a ser examinado pela Justiça
A intervenção de Lula no caso da iraniana Sakineh Asthtiani, condenada à morte por adultério pelas leis islâmicas, pode ainda não ter tido um desfecho exitoso, mas uma primeira vitória já foi conquistada. Teerã anunciou hoje que suspendeu a sentença, que voltará a ser analisada pelo Judiciário do país.
Não se enganem os que costumam perguntar o que que o Brasil foi fazer no Irã, que a intervenção de Lula, que ofereceu asilo a Asthiani, foi a responsável pelo recuo do país na execução da sentença. Lula criou o fato político e ampliou mundialmente o absurdo da situação, mesmo que sob uma ótica de moral e de costumes diferente da nossa.
A atitude do presidente brasileiro repercutiu em todos os lugares. Os principais jornais do mundo deram amplo destaque à proposta brasileira, o que gerou uma pressão internacional para que o Irã aceitasse a oferta de Lula como gesto humanitário. O apelo do presidente renovou as esperanças da família de Ashtiani que já havia anunciado a disposição de viver no Brasil, conforme reportagem do Estadão, na edição desta terça-feira. A propostatem o apoio de ativistas que defendem os direitos humanos no Irã, e incentivou inúmeras comunidades internacionais a pedir pela vida da iraniana, de 43 anos, acusada de suposto adultério.
Muitos apostaram que a gestão brasileira seria infrutífera, e por aqui, certamente, não foram poucos os que torceram para que desse errado, mas com a decisão iraniana de suspender a execução e voltar a examinar a sentença judicialmente, Lula calou a boca de seus adversários e ganhou mais uma vez o reconhecimento mundial de líder inconteste.
Vamos todos torcer para um final feliz, mas desde já, embora não fosse essa sua intenção, Lula sai fortalecido do episódio perante a opinião pública das nações que acompanham com preocupação o destino de Sakineh.
Com Texto Livre: Começou o horário eleitoral gratuito da Globo
Assisti ao JN hoje e também percebi o joguinho sujo da Globo, pensei em escrever algo, mas o Rovai já o fez com autoridade. Por isso, posto abaixo seu texto, e atenção, será assim em todos os telejornais do PIG.
Blog do Rovai
O Jornal Nacional de hoje iniciou o dia-a-dia dos candidatos melhores colocados nas pesquisas.
É o “horário eleitoral gratuito” da Globo.
Cada um dos três candidatos melhores colocados vai ter 1 minuto de exposição.
Na última eleição este “horário eleitoral gratuito” foi fundamental para dar corpo à candidatura de Heloísa Helena.
E este blogueiro aposta que tornará Marina Silva uma candidata muito mais competitiva pelo menos até se iniciar o verdadeiro horário eleitoral gratuito. Com ele, tudo deve voltar ao normal e Marina descerá ao nível atual.
Neste primeiro dia, o “horário eleitoral gratuito” da Globo já mostrou a que veio.
Dilma apareceu num evento com esportistas. A parte escolhida para ilustrar sua participação foi um trecho em que ela estava meio gaguejante e olhando para baixo como se buscasse uma “cola” do seu discurso.
Em contraposição, um Serra seguro numa comunidade japonesa e rodeado de microfones falava sobre o “país que pode mais”.
Marina Silva apareceu numa empresa de reciclagem e a edição de sua participação também não deixou a desejar. Afinal, Marina é fundamental para garantir um segundo turno nesta eleição.
A edição é uma das principais armas do jornalismo. Na mão de gente desonesta, transforma um idiota num gênio (ou jênio?) e uma pessoa preparada num imbecil.
Pela edição que o JN fez hoje da participação de Dilma, a intenção é clara. A Globo vai buscar mostrar uma Dilma insegura, de idéias trôpegas.
Pra isso deve selecionar momentos onde sua fala seja menos direta, mais confusa.
Olho vivo no “horário eleitoral gratuito” da Globo. Porque ele é gratuito, mas tem dono.
By: Blog do Cappacete
Blog do Rovai
O Jornal Nacional de hoje iniciou o dia-a-dia dos candidatos melhores colocados nas pesquisas.
É o “horário eleitoral gratuito” da Globo.
Cada um dos três candidatos melhores colocados vai ter 1 minuto de exposição.
Na última eleição este “horário eleitoral gratuito” foi fundamental para dar corpo à candidatura de Heloísa Helena.
E este blogueiro aposta que tornará Marina Silva uma candidata muito mais competitiva pelo menos até se iniciar o verdadeiro horário eleitoral gratuito. Com ele, tudo deve voltar ao normal e Marina descerá ao nível atual.
Neste primeiro dia, o “horário eleitoral gratuito” da Globo já mostrou a que veio.
Dilma apareceu num evento com esportistas. A parte escolhida para ilustrar sua participação foi um trecho em que ela estava meio gaguejante e olhando para baixo como se buscasse uma “cola” do seu discurso.
Em contraposição, um Serra seguro numa comunidade japonesa e rodeado de microfones falava sobre o “país que pode mais”.
Marina Silva apareceu numa empresa de reciclagem e a edição de sua participação também não deixou a desejar. Afinal, Marina é fundamental para garantir um segundo turno nesta eleição.
A edição é uma das principais armas do jornalismo. Na mão de gente desonesta, transforma um idiota num gênio (ou jênio?) e uma pessoa preparada num imbecil.
Pela edição que o JN fez hoje da participação de Dilma, a intenção é clara. A Globo vai buscar mostrar uma Dilma insegura, de idéias trôpegas.
Pra isso deve selecionar momentos onde sua fala seja menos direta, mais confusa.
Olho vivo no “horário eleitoral gratuito” da Globo. Porque ele é gratuito, mas tem dono.
By: Blog do Cappacete
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
Força de Lula/Dilma é Bolsa-Família ou emprego?
Força de Lula/Dilma é Bolsa-Família ou emprego?
segunda-feira, 2 agosto, 2010 às 2:28
Os nossos comentaristas políticos e econômicos não se cansam de afirmar que o prestígio do presidente Lula e, consequentemente, a força eleitoral que ele trasnfere para a candidatura Dilma Rousseff deve-se aos programas de transferência de renda, como o Bolsa Família.
Argumentam que Lula tem mais apoio e Dilma mais votos, maior votação, onde são maiores os efeitos dos programas de transferência de renda. Traduzindo, entre os mais pobres. Descoberta fantástica, pois seria natural o contrário, não é? Imagine o seu Severino da Silva dizendo assim: “não, senhor, vou votar no Serra porque o Fernando Henrique me deixava desempregado, sem programa social e fora do consumo e o Serra ajudou ele a fazer isso. Sou muito grato a eles por não terem feito nada por mim, meu voto é garantido deles”.
Mas embora os programas de distribuição de renda, naturalmente, transfiram prestígio para quem os implantou, isso é um pedaço mínimo da verdade.
Porque, como já resumiu com a famosa frase “é a economia, estúpido” aquele marqueteiro de Clinton – e que andou por aqui com FHC, é a atividade e a renda que determinam mais fortemente o prestígio e o desprestígio de um governante
Este gráfico aí ao lado, elaborado pelo Dieese, mostra como evoluíram o nível de emprego (em azul), o salário médio (em vermelho) e a massa total de salários na economia.
Não é preciso esforço ver que o emprego e o salário tiveram uma vigorosa expansão desde o início do governo Lula.
Como o gráfico termina em 2009, trouxe um outro, publicado na Folha de S. Paulo que mostra que, neste ano, apesar da herança da crise esta expansão aumentou. E quem observar que a massa de salários na economia cresce mais lentamente entenderá que os empregos criados se concentraram nas faixas mais pobres da população.
Poucos jornalistas e analistas, entretanto, destacam que isso injeta muito mais recursos e potencial de consumo que o Bolsa-Família, que com seus máximos R$ 134 reais mal consegue tirar uma família da fome. Mas tem outros efeitos muito importantes muito menos eleitorais.
Um relatório da ONU publicado há dois anos diz que ele está “impulsionando o número de matrículas: cerca de 60% dos jovens pobres de 10 a 15 que atualmente estão fora da escola devem se matricular em resposta às exigências do Bolsa Família e de seu antecessor, o Bolsa Escola. Diz o documento: “A taxa de abandono [nas escolas] diminui em cerca de 8%”.
Como os nossos jornalistas não têm o hábito de pesquisar, vou dar alguns dados interessantes para que se entenda porque o apoio a Lula e a Dilma, embora impulsionado pela boa maré de emprego que os dados que registrei revelam, se dá de maneira extremamente forte no Nordeste.
Os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) , do Ministério do Trabalho registram os seguintes dados nos últimos 12 meses:
Região
Empregos gerados
Crescimento percentual
Nordeste
407.614 8,45%
Norte 105.572 7,83%
Sul 398.394 6,76%
Sudeste 1.130.272 6,35%
Centro Oeste 127.132 5,22%
BRASIL
2.168.924 6,71%
Novamente não é preciso ser economista ou cientísta político para ver que Norte e Nordeste, as áreas mais pobres do nosso país, vêm tendo incremento em número de empregos – e, consequentemente, em renda da população e consumo – superiores á média nacional. E quem diz que pretente um desenvolvimento nacional sem tantos desequilíbrios regionais e seus efeitos na migração, no inchaço das cidades, se tiver um mínimo de honestidade intelectual sabe que isso precisava acontecer, se desejamos, de fato, um crescimento harmônico do Brasil.
O problema é que as nossas elites não querem nem desenvolvimento nem harmonia no Brasil. Elas preferem grades, polícias e “choques de ordem”, por mais que as três coisas se mostrem inócuas para lhes dar paz.
segunda-feira, 2 agosto, 2010 às 2:28
Os nossos comentaristas políticos e econômicos não se cansam de afirmar que o prestígio do presidente Lula e, consequentemente, a força eleitoral que ele trasnfere para a candidatura Dilma Rousseff deve-se aos programas de transferência de renda, como o Bolsa Família.
Argumentam que Lula tem mais apoio e Dilma mais votos, maior votação, onde são maiores os efeitos dos programas de transferência de renda. Traduzindo, entre os mais pobres. Descoberta fantástica, pois seria natural o contrário, não é? Imagine o seu Severino da Silva dizendo assim: “não, senhor, vou votar no Serra porque o Fernando Henrique me deixava desempregado, sem programa social e fora do consumo e o Serra ajudou ele a fazer isso. Sou muito grato a eles por não terem feito nada por mim, meu voto é garantido deles”.
Mas embora os programas de distribuição de renda, naturalmente, transfiram prestígio para quem os implantou, isso é um pedaço mínimo da verdade.
Porque, como já resumiu com a famosa frase “é a economia, estúpido” aquele marqueteiro de Clinton – e que andou por aqui com FHC, é a atividade e a renda que determinam mais fortemente o prestígio e o desprestígio de um governante
Este gráfico aí ao lado, elaborado pelo Dieese, mostra como evoluíram o nível de emprego (em azul), o salário médio (em vermelho) e a massa total de salários na economia.
Não é preciso esforço ver que o emprego e o salário tiveram uma vigorosa expansão desde o início do governo Lula.
Como o gráfico termina em 2009, trouxe um outro, publicado na Folha de S. Paulo que mostra que, neste ano, apesar da herança da crise esta expansão aumentou. E quem observar que a massa de salários na economia cresce mais lentamente entenderá que os empregos criados se concentraram nas faixas mais pobres da população.
Poucos jornalistas e analistas, entretanto, destacam que isso injeta muito mais recursos e potencial de consumo que o Bolsa-Família, que com seus máximos R$ 134 reais mal consegue tirar uma família da fome. Mas tem outros efeitos muito importantes muito menos eleitorais.
Um relatório da ONU publicado há dois anos diz que ele está “impulsionando o número de matrículas: cerca de 60% dos jovens pobres de 10 a 15 que atualmente estão fora da escola devem se matricular em resposta às exigências do Bolsa Família e de seu antecessor, o Bolsa Escola. Diz o documento: “A taxa de abandono [nas escolas] diminui em cerca de 8%”.
Como os nossos jornalistas não têm o hábito de pesquisar, vou dar alguns dados interessantes para que se entenda porque o apoio a Lula e a Dilma, embora impulsionado pela boa maré de emprego que os dados que registrei revelam, se dá de maneira extremamente forte no Nordeste.
Os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) , do Ministério do Trabalho registram os seguintes dados nos últimos 12 meses:
Região
Empregos gerados
Crescimento percentual
Nordeste
407.614 8,45%
Norte 105.572 7,83%
Sul 398.394 6,76%
Sudeste 1.130.272 6,35%
Centro Oeste 127.132 5,22%
BRASIL
2.168.924 6,71%
Novamente não é preciso ser economista ou cientísta político para ver que Norte e Nordeste, as áreas mais pobres do nosso país, vêm tendo incremento em número de empregos – e, consequentemente, em renda da população e consumo – superiores á média nacional. E quem diz que pretente um desenvolvimento nacional sem tantos desequilíbrios regionais e seus efeitos na migração, no inchaço das cidades, se tiver um mínimo de honestidade intelectual sabe que isso precisava acontecer, se desejamos, de fato, um crescimento harmônico do Brasil.
O problema é que as nossas elites não querem nem desenvolvimento nem harmonia no Brasil. Elas preferem grades, polícias e “choques de ordem”, por mais que as três coisas se mostrem inócuas para lhes dar paz.
A ùltima chace de Serra

Posted by eduguim on 8/01/10 � Categorized as Opinião do blog
Deus sabe como repudio a hip�tese de algu�m como Jos� Serra se tornar presidente da Rep�blica. Considero esse homem um perigo para o pa�s. Se vencesse a elei�ão, o Brasil seria atirado em uma aventura imprevis�vel. Vaidoso e truculento, mostrou-se irrespons�vel a ponto de escolher um sujeito de cabe�a vazia para ocupar uma posi�ão em sua campanha como a de candidato a vice-presidente, sujeitando o pa�s ao risco de ser governado por essa pessoa em caso de se eleger presidente.
Contudo, o que me entristece e desanima � assistir a uma campanha eleitoral como a que temos tido at� aqui, ainda que a campanha em si s� comece, para o conjunto da sociedade, a partir do in�cio do hor�rio eleitoral na televisão, acima de tudo. Acho que o Brasil merecia uma campanha melhor, com uma discussão s�ria sobre o rumo do pa�s nos pr�ximos anos.
Temos essa riqueza imensa que � o pr�-sal para explorar, por exemplo, o que nos gera o magn�fico problema de termos que discutir como investir e distribuir as centenas de bilhões de d�lares que ainda brotarão da explora�ão dessa cornuc�pia dourada com que a natureza nos presenteou. Temos uma economia robusta e organizada que precisa continuar sendo gerida com a mesma competência com que tem sido at� aqui para que possamos melhor aproveitar janela de oportunidade tão larga que a na�ão tem diante de si.
Em vez disso, qual � a discussão com que o candidato tucano e seus jornais, revistas, televisões, r�dios e portais de internet têm brindado a sociedade? A discussão que dominou a imprensa amiga do tucano e o discurso dele durante todo o primeiro semestre foi, como tem sido h� vinte anos, em torno de bobagens ideol�gicas e politiqueiras sobre o PT, Lula e, sobretudo, Dilma, persistindo na t�tica que tantas vezes se mostrou ineficiente de desmoralizar os advers�rios estigmatizando-os como corruptos, desleais e at� pervertidos.
Na semana que termina, a �menina do J� L�cia Hippolito teve uma nota sua publicada no blog do Noblat a qual dizia que o que o povo quereria, em campanhas eleitorais, supostamente seria �sangue�, ou seja, baixarias, acusa�ões, arranca-rabos. O blogueiro excluiu o post pouco depois de ter sido publicado. Todavia, o texto revela o que se passa na cabe�a dessa gente, a cren�a fundamentalista da direita na burrice popular, o desprezo que a elite nutre pelo povo.
Essa gente est� redondamente enganada. Serra, principalmente. At� pode ter sido assim, um dia, mas hoje não � mais. Estão confundindo a mentalidade embotada do povo de São Paulo, a parcela da popula�ão brasileira mais exposta à imprensa tucana em todo pa�s, com a do resto da sociedade brasileira.
At� faz sentido que São Paulo destoe tanto do resto da Federa�ão. Foi dos Estados que menos colheram os benef�cios do boom econ�mico e social brasileiro, e isso se deu por for�a da �ncora tucana, de interesses pol�ticos que impedem o meu Estado de aproveitar tudo o que o governo federal ofereceu ao resto do pa�s desde 2003.
O mais ir�nico do fundamentalismo pol�tico paulista � que, ao adotar uma postura irracionalmente raivosa em rela�ão ao metal�rgico al�ado à Presidência, o povo de São Paulo p�s no governo do Estado um grupo pol�tico composto pela direita mais atrasada e truculenta do pa�s, um bando de fan�ticos que busca reproduzir o que h� pior na feroz direita norte-americana. Gente avessa a distribui�ão de renda, que chama o Bolsa Fam�lia de �bolsa-mis�ria�, que odeia nordestinos e negros, que promove cruzadas na m�dia e no judici�rio para impedir negros pobres de irem à universidade�
As chances de Serra diminuem de forma tão dr�stica e acelerada porque quanto mais a t�tica do medo e da difama�ão pela m�dia fracassa, mais ele insiste nela, mais obriga a imprensa conservadora, que vê nele uma amalucada �t�bua de salva�ão� da elite que concentra renda, a promover essas campanhas de desmoraliza�ão da advers�ria. Nesse processo, excessos como o de caricaturar Dilma Rousseff como prostituta ou o de chamar o partido dela de �narcotraficante� acabam sendo inevit�veis, mostrando ao povo que não deve esperar do candidato conservador que se proponha ao debate s�rio sobre os rumos do pa�s.
Mas não precisa ser assim. Serra tem a possibilidade de sair desta campanha eleitoral at� maior do que entrou, mesmo que não ven�a a elei�ão. Poderia preservar� Ou melhor, preservar, não, mas lustrar a pr�pria biografia, j� que, como est� hoje, não � l� muito edificante. Como ele poderia fazer isso? Meramente dando ao pa�s um debate eleitoral decente, civilizado, respeitoso, que mostrasse estar preocupado em oferecer à sociedade um caminho alternativo claro.
Entretanto, j� virou um tru�smo dizer que Serra não tem o que propor ao pa�s, at� porque muito do que o seu projeto pol�tico encerra não � do interesse da sociedade, sendo um projeto de interesse das castas sociais brasileiras para redirecionarem o desenvolvimento para o Sul e para o Sudeste do pa�s e para os interesses das grandes corpora�ões empresariais, que, não por outra razão, em eventos durante o ano declararam apoio irrestrito ao tucano, conforme o farto notici�rio dispon�vel revela.
Na falta do que propor, o candidato do PSDB à Presidência se torna dependente de sua rela�ão com as fam�lias Marinho, Civita, Mesquita e Frias e algumas outras menos importantes, donas de imp�rios de comunica�ão colocados a servi�o do tucano para desmoralizar os advers�rios.
Esses grupos empresariais de comunica�ão, pela vez deles, dependem de produzirem resultados pol�ticos para os aliados como forma de preservarem a influência que sempre exerceram sobre o poder no Brasil e que lhes permitiu se tornarem as potências econ�micas que se tornaram, com milhares de empregados e faturamentos na casa das centenas de milhões de reais.
A �ltima chance de Serra não � nem a de vencer a elei�ão, pois não consigo enxergar este povo se arriscando a p�r de novo no poder um grupo pol�tico que, quando governou, causou tanto sofrimento. � a chance de manter a dignidade na derrota e de não destruir o PSDB, ao menos, j� que o DEM est� com os dias contados. Serra pode usar a campanha eletoral na TV para debater problemas s�rios que o pa�s tem como o de não poder baixar os juros ou o de continuar sendo tão desigual.
Contudo, � um debate que não est� ao alcance do tucano simplesmente porque contraria os interesses que ele representa e dos quais se propõe a ser mero despachante. Na impossibilidade de discutir o que interessa aos brasileiros, embrenha-se nesse matagal ideol�gico que não comove praticamente ningu�m no Brasil. Ironicamente, portanto, Serra não ter� como usar a �ltima chance que tem de encerrar sua carreira pol�tica de forma menos pat�tica.
Deus sabe como repudio a hip�tese de algu�m como Jos� Serra se tornar presidente da Rep�blica. Considero esse homem um perigo para o pa�s. Se vencesse a elei�ão, o Brasil seria atirado em uma aventura imprevis�vel. Vaidoso e truculento, mostrou-se irrespons�vel a ponto de escolher um sujeito de cabe�a vazia para ocupar uma posi�ão em sua campanha como a de candidato a vice-presidente, sujeitando o pa�s ao risco de ser governado por essa pessoa em caso de se eleger presidente.
Contudo, o que me entristece e desanima � assistir a uma campanha eleitoral como a que temos tido at� aqui, ainda que a campanha em si s� comece, para o conjunto da sociedade, a partir do in�cio do hor�rio eleitoral na televisão, acima de tudo. Acho que o Brasil merecia uma campanha melhor, com uma discussão s�ria sobre o rumo do pa�s nos pr�ximos anos.
Temos essa riqueza imensa que � o pr�-sal para explorar, por exemplo, o que nos gera o magn�fico problema de termos que discutir como investir e distribuir as centenas de bilhões de d�lares que ainda brotarão da explora�ão dessa cornuc�pia dourada com que a natureza nos presenteou. Temos uma economia robusta e organizada que precisa continuar sendo gerida com a mesma competência com que tem sido at� aqui para que possamos melhor aproveitar janela de oportunidade tão larga que a na�ão tem diante de si.
Em vez disso, qual � a discussão com que o candidato tucano e seus jornais, revistas, televisões, r�dios e portais de internet têm brindado a sociedade? A discussão que dominou a imprensa amiga do tucano e o discurso dele durante todo o primeiro semestre foi, como tem sido h� vinte anos, em torno de bobagens ideol�gicas e politiqueiras sobre o PT, Lula e, sobretudo, Dilma, persistindo na t�tica que tantas vezes se mostrou ineficiente de desmoralizar os advers�rios estigmatizando-os como corruptos, desleais e at� pervertidos.
Na semana que termina, a �menina do J� L�cia Hippolito teve uma nota sua publicada no blog do Noblat a qual dizia que o que o povo quereria, em campanhas eleitorais, supostamente seria �sangue�, ou seja, baixarias, acusa�ões, arranca-rabos. O blogueiro excluiu o post pouco depois de ter sido publicado. Todavia, o texto revela o que se passa na cabe�a dessa gente, a cren�a fundamentalista da direita na burrice popular, o desprezo que a elite nutre pelo povo.
Essa gente est� redondamente enganada. Serra, principalmente. At� pode ter sido assim, um dia, mas hoje não � mais. Estão confundindo a mentalidade embotada do povo de São Paulo, a parcela da popula�ão brasileira mais exposta à imprensa tucana em todo pa�s, com a do resto da sociedade brasileira.
At� faz sentido que São Paulo destoe tanto do resto da Federa�ão. Foi dos Estados que menos colheram os benef�cios do boom econ�mico e social brasileiro, e isso se deu por for�a da �ncora tucana, de interesses pol�ticos que impedem o meu Estado de aproveitar tudo o que o governo federal ofereceu ao resto do pa�s desde 2003.
O mais ir�nico do fundamentalismo pol�tico paulista � que, ao adotar uma postura irracionalmente raivosa em rela�ão ao metal�rgico al�ado à Presidência, o povo de São Paulo p�s no governo do Estado um grupo pol�tico composto pela direita mais atrasada e truculenta do pa�s, um bando de fan�ticos que busca reproduzir o que h� pior na feroz direita norte-americana. Gente avessa a distribui�ão de renda, que chama o Bolsa Fam�lia de �bolsa-mis�ria�, que odeia nordestinos e negros, que promove cruzadas na m�dia e no judici�rio para impedir negros pobres de irem à universidade�
As chances de Serra diminuem de forma tão dr�stica e acelerada porque quanto mais a t�tica do medo e da difama�ão pela m�dia fracassa, mais ele insiste nela, mais obriga a imprensa conservadora, que vê nele uma amalucada �t�bua de salva�ão� da elite que concentra renda, a promover essas campanhas de desmoraliza�ão da advers�ria. Nesse processo, excessos como o de caricaturar Dilma Rousseff como prostituta ou o de chamar o partido dela de �narcotraficante� acabam sendo inevit�veis, mostrando ao povo que não deve esperar do candidato conservador que se proponha ao debate s�rio sobre os rumos do pa�s.
Mas não precisa ser assim. Serra tem a possibilidade de sair desta campanha eleitoral at� maior do que entrou, mesmo que não ven�a a elei�ão. Poderia preservar� Ou melhor, preservar, não, mas lustrar a pr�pria biografia, j� que, como est� hoje, não � l� muito edificante. Como ele poderia fazer isso? Meramente dando ao pa�s um debate eleitoral decente, civilizado, respeitoso, que mostrasse estar preocupado em oferecer à sociedade um caminho alternativo claro.
Entretanto, j� virou um tru�smo dizer que Serra não tem o que propor ao pa�s, at� porque muito do que o seu projeto pol�tico encerra não � do interesse da sociedade, sendo um projeto de interesse das castas sociais brasileiras para redirecionarem o desenvolvimento para o Sul e para o Sudeste do pa�s e para os interesses das grandes corpora�ões empresariais, que, não por outra razão, em eventos durante o ano declararam apoio irrestrito ao tucano, conforme o farto notici�rio dispon�vel revela.
Na falta do que propor, o candidato do PSDB à Presidência se torna dependente de sua rela�ão com as fam�lias Marinho, Civita, Mesquita e Frias e algumas outras menos importantes, donas de imp�rios de comunica�ão colocados a servi�o do tucano para desmoralizar os advers�rios.
Esses grupos empresariais de comunica�ão, pela vez deles, dependem de produzirem resultados pol�ticos para os aliados como forma de preservarem a influência que sempre exerceram sobre o poder no Brasil e que lhes permitiu se tornarem as potências econ�micas que se tornaram, com milhares de empregados e faturamentos na casa das centenas de milhões de reais.
A �ltima chance de Serra não � nem a de vencer a elei�ão, pois não consigo enxergar este povo se arriscando a p�r de novo no poder um grupo pol�tico que, quando governou, causou tanto sofrimento. � a chance de manter a dignidade na derrota e de não destruir o PSDB, ao menos, j� que o DEM est� com os dias contados. Serra pode usar a campanha eletoral na TV para debater problemas s�rios que o pa�s tem como o de não poder baixar os juros ou o de continuar sendo tão desigual.
Contudo, � um debate que não est� ao alcance do tucano simplesmente porque contraria os interesses que ele representa e dos quais se propõe a ser mero despachante. Na impossibilidade de discutir o que interessa aos brasileiros, embrenha-se nesse matagal ideol�gico que não comove praticamente ningu�m no Brasil. Ironicamente, portanto, Serra não ter� como usar a �ltima chance que tem de encerrar sua carreira pol�tica de forma menos pat�tica.
domingo, 1 de agosto de 2010
Blogg do Amoral Nato: PCC ataca em São Paulo.
Blogg do Amoral Nato: PCC ataca em São Paulo.:
As matérias publicadas mostram como o PCC está dominando grande parte dos bairros da periferia da Capital paulista
PCC ataca em São Paulo.
Imprensa faz silêncio para não atrapalhar campanha dos tucanos Serra/Alckmin
A maior facção criminosa do estado de São Paulo, o PCC, que nasceu dentro dos presídios paulistas há 16 anos dentro do governo tucano está de volta e em grande estilo.Em 2008, o então governador tucano de São Paulo, hoje candidato a presidente, declarou a imprensa que a organização criminosa havia acabado
Acho que está havendo algum problema entre os tucanos e os jornais paulista. Ainda que sem mencionar nome da facção criminosa para não prejudicar a campanha Serra/Alckimin notícias foram publicadas neste final de semana que PCC existe e domina São Paulo.
As matérias publicadas mostram como o PCC está dominando grande parte dos bairros da periferia da Capital paulistaEntre a 0h e as 3h40 deste domingo os Bombeiros, foi acionado para combater as chamas em dez carros incendiados em regiões diferentes da zona leste de São Paulo
Também nesta madrugada, o quartel da Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota), tropa de elite da Polícia Militar de São Paulo, na Luz, região central da capital paulista, sofreu um atentado, por volta das 3h50 deste domingo.
PCC também atacou no sábado
Na manhã de sábado, outro episódio contra a Rota foi registrado. O tenente-coronel Paulo Telhada, comandante da tropa, sofreu uma tentativa de homicídio. Segundo a corporação, ele foi alvo de disparos por volta das 11h, na zona norte da capital. Nenhum tiro acertou o oficial. Leia todas as notícias do ataque ao PCC aqui neste link
http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com/2010/08/pcc-ataca-em-sao-paulo-imprensa-faz.html
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