Mente vazia, oficina do sistema da mídia golpista

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segunda-feira, 20 de julho de 2015

As cinco piores mentiras do Globo contra Lula em 2015 (por enquanto)


As cinco piores mentiras do Globo contra Lula em 2015
Como ainda tem gente que leva de boa fé as informações publicadas pelo jornal O Globo sobre Lula, recapitulamos aqui as cinco maiores armações do jornal contra o ex-presidente só no ano de 2015. Lembrando que ainda estamos em julho. E que a coluna do Merval Pereira é considerada hours concours. Entre os truques do jornal estão inventar declarações, ignorar explicações e tratar, anos depois, como secretos e escandalosos eventos públicos de que o jornal tinha ciência.

5º lugar - Lula seria culpado pela crise na Grécia

O colunista do O Globo (e também do Estado de S. Paulo, G1, TV Globo, CBN, Globonews) Carlos Sardenberg criou a tese original de que a culpa da crise na Grécia é de Lula e Dilma, por causa de reuniões do atual primeiro-ministro Aléxis Tsipras quando era candidato.  A crise grega já tem 7 anos. Diante do fato dos prêmios nobel de Economia Paul Krugman e Joseph Stiglitz terem visões diferentes dele sobre a crise grega, Sardenberg reafirmou seu artigo e saiu-se com essa no Twitter (supomos que “Liila” deve ser “Lula”)
4º lugar - Os documentos secretos do Itamaraty que o Globo manteve secretos

No dia 12/06 o Globo acusou , em manchete de primeira página, o Itamaraty de tentar burlar a lei para proteger Lula, por causa de um documento interno não final que pedia a reavaliação de documentos diplomáticos durante o mandato de Lula. O Itamaraty entregou os documentos à Época. Época e O Globo viram os documentos, que mostravam a atuação positiva de Lula em defesa de empresas brasileiras, e não publicou nada, afinal, como provam que o trabalho de Lula era positivo para o Brasil, o Globo e a Época devem ter achado melhor esconder isso dos seus leitores.

Como o Globo esconde, seguem o que dizem os documentos:http://www.institutolula.org/telegramas-do-itamaraty-veja-o-que-lula-fazia-em-suas-viagens-pelo-mundo 

3º lugar - O Globo paga mico internacional e inventa que Lula teria “confessado” saber do mensalão para Mujica

A partir de uma declaração dada a jornalistas em um livro sobre Pepe Mujica, no qual o ex-presidente uruguaio menciona uma conversa que teve com Lula sobre as pressões e dificuldades de se administrar um país do tamanho do Brasil, o Globo no dia 5 de maio inventou uma manchete maluca de que Lula teria “confessado” sobre o mensalão para Pepe Mujica.

A mentira foi desmentida horas depois, primeiro pelo próprio autor do livro para o portal G1, também do grupo O Globo, depois em Montevidéu, no lançamento do livro, pelo próprio Mujica, que ainda afirmou em entrevista publicada ao Estado de S. Paulo que Lula foi seu modelo de governante.

A manchete maluca do Globo só foi levada a sério pelo senador Ronaldo Caiado, que está tentando convocar o ex-presidente do país vizinho a depor no Senado com base no jornal carioca.

Depois do caso o jornalista americano residente no Brasil Alex Cuadros tuitou que “De agora em diante irei observar uma quarentena de cinco dias antes de tuitar qualquer história do Globo sobre Lula”.
2º Lugar - O voo secreto divulgado em release

Em 12 de abril de 2014, o Globo publicou matéria falando de um suposto “voo sigiloso” de Lula para Cuba, República Dominicana e Estados Unidos.

Deve ser a primeira viagem sigilosa divulgada por release na história. Ainda por cima acompanhada pela imprensa! Várias matérias dessa viagem foram publicadas publicada no site do Instituto Lula e na imprensa internacional.  

A informação de que o voo seria sigiloso baseou-se em um documento interno da Líder Táxi Aéreo com o qual o Instituto Lula não tem relação alguma. O Instituto divulgou a viagem em release para toda a imprensa, inclusive O Globo. O vôo foi pago pela Odebrecht porque o ex-presidente fez uma palestra na República Dominicana. O jornal não acreditou.

Seguem dois jornais dominicanos de 2 de fevereiro de 2013 que provam a realização da palestra, que aconteceu no hotel El Embajador, no dia 1 de fevereiro, em Santo Domingo
1º lugar - Novo mico internacional do Globo: Lula “lobista” em Portugal e a reunião “secreta” que O Globo noticiou. O segundo líder internacional em 2 meses à desmentir o jornal.

O ex-presidente Lula sempre defendeu as empresas brasileiras e uma presença maior delas também no exterior.

No domingo, dia 19 de julho, o Globo, com uma nova leva de documentos do Itamaraty sobre Lula após a presidência, inventa duas mentiras em uma mesma matéria para dizer que o ex-presidente faria lobby.

A primeira dizia que Lula teria feito lobby para a Odebrecht em Portugal, ao comentar com o primeiro-ministro português o interesse da empresa brasileira no processo de privatização da Empresa Geral de Fomento (EGF). O embaixador Mario Vilalva também estava presente. Lula foi a Portugal participar das comemorações dos 40 anos da Revolução dos Cravos, no dia 25 de abril de 2014. A viagem era pública. O encontro de Lula com o primeiro-ministro foi tão público que a foto usada pelo Globo para ilustrar a matéria, e creditada de forma incorreta, é do Instituto Lula. O Instituto Lula confirmou a nota do embaixador que fala apenas de um comentário, mais nada. A posição do presidente de que as empresas brasileiras deveriam participar mais do processo de privatização em Portugal também era pública.  E o Instituto mostrou para o Globo que o interesse da Odebrecht na privatização da EGF era tão público que inclusive já era notícia desde outubro de 2013 em jornais portugueses: http://www.publico.pt/economia/noticia/odebrecht-interessada-na-privatizacao-da-egf-1608053.
A Odebrecht no final desistiu e não participou do leilão da empresa portuguesa.

E no dia seguinte a matéria do Globo, ela foi desmentida pelo primeiro-ministro português, Pedro Passos Coelho, que disse à imprensa portuguesa que Lula não intercedeu por nenhuma empresa brasileira.

http://www.rtp.pt/noticias/politica/lula-nao-me-veio-meter-nenhuma-cunha-afirma-passos_v845924?utm_source=twitterfeed&utm_medium=twitter
Outra mentira, da mesma matéria, é de que Lula teria pedido ao BNDES uma reunião com o embaixador do Zimbábue no dia 3 de maio de 2012. A tal reunião foi um imenso seminário público na sede do BNDES, com TODOS os embaixadores africanos convidados e inclusive cobertura do jornal O Globo. Se o repórter do jornal tivesse pesquisado nos arquivos do diário encontraria a matéria “Lula aparece de bengala em evento na sede do BNDES no Rio”, do jornalista Cássio Bruno, exatamente dia 3 de maio de 2012. Era o primeiro evento público do ex-presidente após se recuperar de um câncer na laringe.

O jornal registrou algumas das respostas da assessoria em matéria separada do texto principal, a primeira a ser distribuída online, onde não inclui as respostas que desmontam a farsa do Globo.

Matéria do Globo em 2012 sobre evento agora tratado como “secreto” pelo mesmo jornal:
Todas as informações e imagens estão aqui no Instituto Lula

domingo, 19 de julho de 2015

PSDB SE CALA SOBRE CUNHA E #CADEAECIO BOMBA NO TT

sábado, 18 de julho de 2015

Segundo Bolsonaro, Cunha levará 18 pedidos de impeachment a votação em 3/8

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Na sexta-feira, foi noticiado que, após Eduardo Cunha romper com o governo, estaria pedindo a parlamentares que propuseram 11 pedidos de impeachment da presidente Dilma Rousseff que “atualizem” esses pedidos.
Cunha, inclusive, reconheceu, publicamente, que está agindo assim por estar sendo pressionado pelas delações premiadas do doleiro Alberto Yousseff e do lobista Julio Camargo e, também, pela Receita Federal, que, no dia 23 de junho, abriu procedimento fiscal questionando o pagamento de seu Imposto de Renda entre 2010 e 2013 – o presidente da Câmara atribui essa investigação ao governo federal.
Um dos tais 11 pedidos de impeachment feitos por parlamentares contra a presidente da República é de autoria do deputado pelo PP fluminense Jair Bolsonaro, que divulgou para um colunista da revista Veja cópia de ofício que recebeu do presidente da Câmara para que refaça seu pedido.
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O colunista da Veja em questão é o tal Felipe Moura Brasil, que, conforme relatou este blog recentemente, sofre deanalfabetismo funcional. Esse colunista entrevistou Bolsonaro, que lhe relatou conversa que teve com Cunha.
Entre uma miríade de baboseiras sobre a esquerda e sobre as motivações de seu pedido de impeachment contra Dilma – por ela ter dito que não respeita delatores, por exemplo –, o truculento Bolsonaro revelou que foi informado por Cunha de que são 18, e não 11, os pedidos de impeachment que Cunha tem à disposição para retaliar a presidente.
Confira, abaixo, o áudio da entrevista

A informação que interessa, em meio a esse monte de cretinices, é a de que Cunha deverá colocar em votação esse amontoado de pedidos de impeachment sem fundamentação no exato dia em que o Congresso retornar do recesso parlamentar, que, segundo Bolsonaro, será em 3 de agosto próximo.
Isso, claro, caso Cunha não seja afastado do cargo antes, já que é muito grave a denúncia de que está usando seu cargo para intimidar testemunhas que o estão denunciando à Operação Lava Jato.
Cunha colocar esses pedidos de impeachment mal fundamentados em votação no primeiro dia de retomada dos trabalhos parlamentares é um fato da maior importância porque constitui um desrespeito àquela Casa Legislativa, já que medida de tal gravidade precisa ser tomada com os mais elevados critérios em respeito aos votos de 54 milhões de eleitores, ano passado.
A revelação de Bolsonaro, se confirmada, representará mais um agravante na situação de Cunha, pois ele está usando o cargo que ocupa para promover quase que uma briga de rua.
O STF e a Procuradoria Geral da República têm obrigação funcional de impedir que o presidente da Câmara a transforme em um circo. Nenhum país sério pode permitir que seu Legislativo seja transformado em porrete de arruaceiros.

sexta-feira, 17 de julho de 2015

Lula: promotor negligente atropelou colega de férias, seus substitutos legais e armou farsa

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Como desde ontem se apontou aqui, o tal inquérito aberto contra o ex-presidente Lula é uma farsa.
O procurador Valtan Timbó, que teve aberto dias antes de tomar essa atitude um processo contra ele próprio, por ser negligente e engavetar nada menos que 245 processos, aproveitou-se das férias da colega Mirella Aguiar, desconheceu seus substitutos naturais e alegou falsamente o “perigo” de perder-se o prazo da apuração em curso – que vencia em 18 de setembro – e, 70 dias antes do término do período legal, a 8 de julho, abriu procedimento de investigação criminal.
É um raro caso de negligente em geral e apressadíssimo quando lhe interessa.
Lula, por seus advogados, pediu a nulidade do processo, além de denunciar o Dr. Timbó – o negligente, segundo o próprio MP – por dar um “golpe de João Sem-Braço e pedir compartilhamento de escutas telefônicas e documentos da Lava Jato, onde Lula sequer é investigado.
Os procedimentos, no mínimo, são uma retaliação à administração Janot, cuja Corregedoria abriu processo por desídia funcional contra o Dr. Timbó, antes de sua atitude insólita. E, no máximo, são uma cortina de fumaça diante das ações da Procuradoria contra Eduardo Cunha.
O brilho do Dr. Timbó durou poucas horas, até se transformar em…
O Instituto Lula tem colaborado e prestado todas as informações solicitadas pela procuradora Mirella de Carvalho Aguiar. Mas diante do espanto da abertura de um Procedimento Investigatório Criminal (PIC), sem nenhum indício de crime, e isso está nos despachos dos procuradores, e pelas diversas irregularidades na abertura do PIC, os advogados do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva apresentaram nesta sexta-feira (17) uma reclamação disciplinar ao Conselho Nacional do Ministério Público, para requerer apuração da conduta do procurador Valtan Timbó Mendes Furtado, autor do pedido de abertura do PIC contra o ex-presidente.
A representação pede a suspensão do inquérito, abertura de sindicância e processo administrativo disciplinar referente às atitudes de Furtado. De acordo com os advogados, houve “violação dos deveres funcionais” por parte do procurador, que, ao interferir na apuração preliminar conduzida pela procuradora titular Mirella de Carvalho Aguiar, desconsiderou prazos e instâncias do próprio Ministério Público, além de ignorar a manifestação de defesa de Lula.
“O único fundamento apresentado pelo procurador Valtan Furtado para a prática do ato, qual seja, a iminência do esgotamento do prazo de tramitação da Notícia de Fato, note-se, é falso. E, de qualquer forma, como já exposto, não havia qualquer fato novo ou urgência a justificar a mitigação do princípio do promotor natural”, aponta a peça.
Furtado instaurou o PIC contra o ex-presidente em 8 de julho de 2015, um dia antes de serem protocolados junto ao Ministério Público os esclarecimentos da defesa de Lula aos questionamentos da Notícia de Fato –portanto, desconsiderando o direito de ampla defesa garantido pela Constituição ao ex-presidente. O prazo final para a entrega da defesa do ex-presidente, conforme definição da procuradora titular, era 11 de julho. Já o prazo final para o processo de apuração preliminar como um todo, que antecede a decisão de abertura do PIC, era 18 de setembro.
Além disso, Furtado assumiu a autoria do PIC desconsiderando que os substitutos naturais de Mirella, que está em férias, deveriam ser integrantes do 1º, 2º ou 3º Ofícios de Combate à Corrupção do Ministério Público Federal. O procurador não integra nenhum desses órgãos.
Em conclusão à lista de irregularidades do processo, Furtado tentou ainda promover a quebra de sigilo fiscal e de correspondência de Lula e de seu Instituto por meio de pedido de compartilhamento de informações com a Operação Lava Jato, ainda que a mesma não esteja investigando o ex-presidente ou o Instituto Lula.
“Vê-se, com isso, que houve um verdadeiro atropelamento, desrespeito e tumulto ocasionado pelo procurador Valtan Furtado nas investigações preliminares em curso no âmbito da ‘Notícia de Fato’, o que macula inexoravelmente a sua isenção funcional e, ipso facto, a própria idoneidade e higidez da investigação levada a efeito na ‘Notícia de Fato’”, destaca o texto.

Quem tem Cunha, tem medo; ao PMDB só resta a legalidade


Quem tem Cunha, tem medo; ao PMDB só resta a legalidade Posted by eduguim on 17/07/15 • Categorized as Análise   O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), ironizou, na quinta-feira, o “ barulhaço ” que está sendo combinado nas redes sociais para ser feito durante seu pronunciamento em cadeia de rádio e TV, que ocorrerá nesta sexta-feira às 20h25m. Diz que será um “petezaço” e que está “feliz” com a projeção que o protesto dará à sua fala. A tática de Cunha lembra muito a de Paulo Maluf, quem ironizava as críticas e debochava a cada surgimento de evidências de corrupção contra si. Nunca se rendeu e, até que fosse parar atrás das grades, com o enfrentamento dos acusadores atraiu uma legião de apoiadores, dos quais uma parcela pequena, porém significativa, até hoje o apoia. O Brasil é um país machista e grande parte deste povo gosta de políticos “machões”, ou seja, fanfarrões, que enfrentam seus detratores com deboches e ameaças. E claro que, como bom país machista, o mesmo comportamento não é aceito para mulheres que entrem na política. Marta Suplicy enfrentava seus adversários e críticos e, por isso, ganhou a pecha de “histérica”. Nada a favor de Marta, cujo comportamento oportunista vem decepcionando a muitos. Porém, ela é um dos melhores exemplos de como mulher forte, no Brasil, invariavelmente acaba rotulada de forma pejorativa. Dilma Rousseff é outro bom exemplo disso. Voltando a Cunha, ele adotou a tática camicase contra o aumento de seus problemas. O noticiário dos últimos dias revela que adotou a chantagem e a ameaça como estratégias de defesa. Acumulam-se as denúncias de ameaças que tem feito não só ao governo Dilma – que o presidente da Câmara promete “explodir” –, ao procurador-geral da República, mas, também, aos delatores da Operação Lava Jato, que relatam ameaças que o terceiro na linha de sucessão da Presidência tem feito até às famílias desses delatores. Como se não bastassem todos os problemas políticos e econômicos que o país enfrenta, ainda tem um gangster presidindo uma das Casas do Congresso. Apesar da fanfarronice de Cunha, é arrasador o fato de o delator da Operação Lava Jato Júlio Camargo acusá-lo de ter pedido 5 milhões de dólares em propina para que um contrato de navios-sondas da Petrobras fosse viabilizado. O presidente da Câmara pode ameaçar quem quiser que a investigação dessa denúncia não tem mais volta. Estúpido, como todo fanfarrão truculento, Cunha ignora que mesmo que funcionasse sua ameaça à presidente da República para que não reconduza o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ao cargo, em setembro, o novo procurador-geral teria imensas dificuldades para bloquear a investigação. Se Cunha fosse inocente, confiaria em que a denúncia de Júlio Camargo não daria em nada, pois o lobista não teria provas a apresentar. Desse modo, o presidente da Câmara não teria com o que se preocupar. Sua virulência, suas ameaças, suas chantagens, tudo corrobora a teoria de que deve, e muito. Assim, acredita que só interrompendo as investigações as provas não seriam apresentadas. E, para interromper as investigações, aposta em mudança de procurador-geral da República. Apesar de ser uma aposta furada, pois o processo já ganhou vida própria e outro procurador-geral não poderia abafar tudo sem se complicar, apostar que a presidente Dilma abandonaria a prática de todos os governos petistas de nomear para a PGR sempre o primeiro nome da lista tríplice do MP, é ilusão. Dilma tampouco teria condições, neste momento, de não nomear quem o Ministério Público indicasse. Conhecendo o Ministério Público, é improvável que, estando o atual PGR sob bombardeio dos presidentes da Câmara e do Senado, o indicado pela instituição venha a ser outro que não Rodrigo Janot. Cunha vai se tornando extremamente pesado. Suas constantes ameaças a Deus e todo mundo vão minando a unanimidade fatídica que o levou ao comando da Câmara. E o cada vez mais provável naufrágio político que se avizinha fará com que os ratos, como de costume, abandonem o navio. No caso, o navio é o PMDB. Ter Cunha em suas hostes está minando as possibilidades políticas que o partido vinha vislumbrando para 2018 e que parcela significativa dos peemedebistas avistava para os próximos meses, com a possibilidade de impeachment de Dilma e ascensão de Michel Temer ou até do próprio Cunha, caso a chapa que venceu a eleição presidencial fosse impugnada. Como se não bastasse, a linha sucessória da Presidência da República vai se transformando em um pesadelo para o PMDB. Façamos um exercício de pura especulação. Dilma cai juntamente com o peemedebista Michel Temer, via reprovação das contas de campanha da chapa que venceu a eleição do ano passado. O presidente da Câmara, o peemedebista Eduardo Cunha, terceiro na linha sucessória, não assume por conta de seus problemas com a lei. O peemedebista Renan Calheiros, presidente do Senado, quarto na linha sucessória, não assume pelo mesmo motivo. Desse jeito, a Presidência acabaria nas mãos do presidente do STF, Ricardo Lewandowski, que convocaria novas eleições. Após ter três nomes da linha sucessória inviabilizados, o que restaria do PMDB? O PSDB seria o grande premiado com tudo isso. Ficaria assistindo de camarote PT e PMDB se autodestruírem e apareceria como o grande salvador da pátria. Então, vamos combinar: ao PMDB só resta ter muito juízo e não entrar na tática camicase de Eduardo Cunha e na do impeachment de Dilma. O partido tem muito a perder com uma ruptura institucional. Quase tanto quanto o PT. O PMDB é um partido que está sempre no poder desde a redemocratização do país. Além disso, é o partido com maior número de prefeitos e com grandes bancadas no Congresso. Tudo que conseguiu, após a redemocratização, deve-se ao seu proverbial pragmatismo. É difícil acreditar que vá se suicidar só para ajudar Eduardo Cunha. Tags: eduardo cunha, lava jato, pmdb, pronunciamento Leave a Response  Name ( required )  Email ( required )  Website Please note: comment moderation is enabled and may delay your comment. 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Vídeo bomba: como o Cunha tomou a grana O meu eu quero imediatamente


quinta-feira, 16 de julho de 2015

O GRANDE CRIME DE LULA É TER DEFENDIDO O BRASIL

quarta-feira, 15 de julho de 2015

MP fustiga governistas e mantém inquéritos contra PSDB parados

mp
 Eduguim
Qualquer pessoa com um cérebro sadio deve estar se perguntando o que deu na cabeça do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, para ameaçar retaliar o governo Dilma por estar sendo investigado pelo Ministério Público, já que a presidente da República jamais tomou uma única medida para bloquear inclusive investigações contra o próprio partido.
O que ameaça Cunha é que o empresário Júlio Camargo, da Camargo Correa, fez acordo de delação premiada com o Ministério Público Federal e denunciou o presidente da Câmara por intermediação de propinas. Já o doleiro Alberto Youssef o acusou de ser “destinatário final” de propina paga pelo aluguel de navios-sonda para a Petrobras em 2006.
Diante desses fatos, o presidente da Câmara está para ser indiciado pela Justiça a pedido do procurador-geral da República, Rodrigo Janot. Em retaliação, Cunha promete instalar CPIs incômodas para o governo. E, se houver rejeição das contas de campanha de Dilma ou de medidas fiscais de seu governo, promete instalar processo de impeachment que chegue à Câmara.
Corte para a última terça-feira (14). Operação da Polícia Federal pedida pelo Ministério Público promoveu ações de busca e apreensão em gabinetes e residências de senadores. Todos os alvos, porém, pertencem à base aliada do governo.
A operação atingiu os senadores Ciro Nogueira (PP-PI), o deputado Eduardo da Fonte (PP-PE) e os ex-deputados Mário Negromonte (PP), hoje conselheiro do Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia, e João Pizzolati (PP-SC), secretário estadual de Roraima. Todos da base aliada do governo.
Fora da base governista, foram atingidos políticos tidos como simpáticos ao governo, como Fernando Collor (PTB-AL).
Outro alvo do MP é o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), que deve ter seu indiciamento pedido à Justiça proximamente.
Os alvos dessas ações do MP já ameaçam retaliar o governo Dilma por conta dos processos a que irão responder apesar de a presidente não ter o que fazer para ajudá-los, já que não pode intervir nem para ajudar seus aliados – e, pelo que se sabe de Dilma, ela não o faria nem se pudesse.
O que Cunha, Calheiros e outros “aliados” do governo querem da presidente da República é que ela não mantenha Janot no cargo, já que seu mandato termina em setembro. Acreditam que sem Janot à frente das investigações, seu substituto irá lhes aliviar a barra.
Ocorre que desde o governo Lula e ao longo do primeiro governo Dilma o procurador-geral da República que o Executivo nomeia vem sendo, sempre, o primeiro indicado pela listra tríplice do corpo do Ministério Público.
À diferença do que fez o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que manteve um único procurador-geral (de sua “confiança”) durante seus oitos anos de governo, os presidentes petistas adotaram postura republicana de não interferir na escolha do único que pode processor um presidente da República.
O que, aliás, não combina com as acusações de que Lula e Dilma tenham, de alguma forma, favorecido ou sido lenientes com a corrupção.
Por ação única e exclusiva do ex-presidente Lula e da presidente Dilma, no Brasil de hoje a corrupção não tem moleza. Grandes empresários, políticos amigos do Poder, todos são alvos preferenciais do Ministério Público e da Polícia Federal, o que é absolutamente inédito no Brasil, pois, antes dos governos do PT, tanto o MP quanto a PF jamais incomodaram o governo.
Nesse contexto, é surreal que os presidentes que mais combateram a corrupção – ao não aparelharem cargos no MP e na PF que dão poder aos ocupantes de impedirem investigações – sejam acusados de fomentá-la.
Porém, os fatos mostram que tanto Lula quanto Dilma erraram feio em relação aos cargos de delegado-geral da PF e de procurador-geral da República – sem falar no Supremo Tribunal Federal.
Dilma e Lula não erraram ao manter a impessoalidade na nomeação dos ocupantes desses cargos, mas erraram ao permitir que fossem ocupados por pessoas que enquanto fustigam o governo acobertam corruptos da oposição, sobretudo nos Estados em que ela é governo.
Tomemos como exemplo o caso escandaloso do mal chamado “mensalão mineiro”, que envolve o PSDB.
Um ano depois de o Supremo Tribunal Federal determinar que o processo contra o ex-governador Eduardo Azeredo (PSDB) deveria ser julgado na primeira instância da Justiça em Minas Gerais – contrariando o que fez no mensalão petista, quando o mesmo STF manteve o processo naquela corte –, nada foi feito para concluir o caso, que se arrasta há quase uma década.
Além de o julgamento não ter acontecido, desde 7 de janeiro deste ano a 9ª Vara Criminal de Belo Horizonte, onde tramita a ação, está sem juiz, porque a titular se aposentou. O processo de Azeredo chegou a Minas já totalmente instruído pelo Supremo e pronto para ser julgado. Nenhuma audiência mais é necessária, basta o julgamento. Mas nada acontece.
Pior ainda é o que faz o MP em relação a um inquérito aberto em 2005 para investigar contratos do governo tucano de Aécio Neves (2003-2006) com as agências de publicidade do empresário Marcos Valério – o processo está parado nas gavetas do Ministério Público.
O pente-fino da Promotoria seria em todas as operações que as duas agências de Valério (SMPB e DNA) mantinham com o governo de Minas, na primeira gestão do senador como governador daquele Estado. Quase nove anos desde a instauração do inquérito, não há conclusão e o caso, na prática, nem sequer andou.
Entre 2004 e 2005, a gestão Aécio Neves pagou ao menos R$ 27 milhões às agências do publicitário Marcos Valério (hoje condenado e preso pelo mensalão do PT) pelos contratos vigentes até então. A Promotoria pediu ao Executivo mineiro cópias de toda a documentação desses contratos, inclusive notas fiscais, para análise.
O governo de Minas até enviou o material ao MP. No entanto, caixas e caixas de documentos enviados ficaram praticamente intactas. A procuradoria nem pôs a mão.
A promotora Elizabeth Villela assumiu recentemente a responsabilidade por esse inquérito. Em 15 de janeiro, remeteu a papelada ao Conselho Superior do Ministério Público mineiro, que solicitou o envio de todos os inquéritos instaurados até 2007 e que estavam sem andamento. Porém, o ano já vai terminando e nada acontece.
Juristas renomados como Dalmo de Abreu Dallari, entre outros, consideram que essa seletividade do Ministério Público, da Polícia Federal e da própria Justiça torna inócua a intensa atividade dessas instituições, conforme tem sido visto.
Setores da imprensa que fazem oposição ao governo federal vêm opinando que o país vive um novo momento e saúdam o furor investigativo que se viu na última terça-feira. Contudo, especialistas como o supracitado consideram pior que os órgãos de controle investiguem e que o Judiciário puna seletivamente do que se não fizessem nada, como antes de Lula e Dilma.
Outro especialista que sempre bate nessa tecla é o jurista Pedro Serrano. Segundo vem dizendo publicamente há bastante tempo, pior do que não investigar e não punir é investigar e punir seletivamente.
O Brasil estaria no rumo certo se investigações e punições atingissem a todos, independentemente de orientação político-ideológica, de classe social ou de etnia. Mas como a lei, hoje, poupa alguns e fustiga outros, o que se vê é a materialização da máxima “Aos amigos, tudo. Aos inimigos, a lei”.

O Golpe é isso aí. Dilma não governa ! O Judiciário, o MP, a PF, o Legislativo e o Executivo foram subvertidos !​



A Oposição não precisa mais impeachar a Dilma.

A Dilma caiu pra dentro.

Golpe é isso aí.

O Juiz Moro está determinado a extinguir a População Economicamente Ativa, quebrar a Petrobras, as empreiteiras, a indústria naval – e danem-se !

Não precisa mais derrubar a Dilma nem encanar o Lula.

O Golpe foi dado.

Moro é imparável !

Ele investiga e julga quem quer, como quer, quantas vezes quiser e prende quem quiser, pelo tempo que quiser, com ou sem mandado judicial.

E o Moro tem lado: cássios e aécios … não vem ao caso.

O Supremo não segura o Moro embora pudesse – e devesse.

Nem o Conselho Nacional de Justiça.

O CNJ só existiu enquanto o Gilmar o presidiu e o transformou em sua corte privativa.

Moro é inatingível.

Moro é a demonstração de que o Judiciário se tornou um Poder anômico, disfuncional.

Gilmar é o centro do Poder Judiciário.

Porque ele legisla, julga e pune – fora do tribunal.

Não precisa do Supremo – só para o gabinete, a condicionado e o carro com chofeur.

Ele controla a opinião pública.

Ele dispensa a Corte.

Gilmar é ministro acima do Supremo.

E, em última instância, quando urgente, decide nos recessos do Supremo.

O  Ministério Público é o monstro do Sepúlveda Pertence.

Não tem chefia nem controle.

São uns fanfarrões que fazem o que querem, contra quem quiserem, como e quando quiserem.

E se quiserem esquecem na gaveta por três anos qualquer providência que incrimine os tucanos.

Não respondem a ninguém.

É outra instituição disfuncional, anômica.

E os fanfarrões, uns coxinhas, tem lado: contra o PT.

Como diz o meu amigo: o Ministério Público é o DOI-CODI da Democracia.

O Legislativo é um agente permanente da subversão institucional, nas mãos de dois perseguidos pela Justiça.

Em conluio com o Judiciário, aprovou a PEC da Bengala, para alongar o Estado de Caos.

A Câmara é capaz de aprovar o que quiser, em quantas votações quiser.

Seu presidente reúne o Baixo Clero e dali sai tudo !

Instalar a Monarquia !

Ah, mas tudo pode ser revertido no Senado.

No Senado ?

O presidente do Senado sofre do mesmo tipo de insônia de seu companheiro de cela, na Câmara.

Só não vão, os dois, para a cadeia, se o Judiciário se mantiver nessa trilha subversiva, em completa anarquia.

E é nisso que os dois jogam.

Na anarquia institucional.

Melar o jogo das instituições, das regras.

Jogar tudo na fossa.

A Polícia Federal é a kalishinikov da esculhambação generalizada.

Invade as casas sem mandado judicial.

Prende a cunhada – e dane-se !

Decide que afiliado da Globo não pode ter Ferrari.

Vai entrando – e dane-se !

Grampeia preso na latrina e no fumódromo.

E usa o resultado no grampo para arrancar delação de preso condenado à prisão perpetua.

Faz prova de tiro com o rosto da Presidenta !

Admitem que são aecistas – e dane-se !

Doa a quem doer.

Vocês pensam que o Daiello manda ?

Ninguém manda na PF.

Nem ele nem esse patético do zé da Justiça.

Que não tem autoridade moral para ser vereador.

Cada delegado é um Poder.

Um Poder sem normas, regras, disciplina.

Cada delegado é um AI-5 !

O distintivo da PF vale mais que a faixa presidencial: prende e arrebenta !

Como diz o meu amigo: a PF da Democracia é a OBAN da ditadura !

E como são todos uns coxinhas, estão ali pra pegar os petistas e os amigos dos petistas.

E vai encarar ?

E o Executivo ?

O Executivo renunciou.

Renunciou ao dever de liderar.

Como diz o Delfim: a Dilma se recusa a fazer o que o Executivo faz desde Pedro I: ser o protagonista.

Ela só se mobiliza, berra, grita, diz coisas horríveis – e vai parar tudo no PiG ! – quando se vê ameaçada na pessoa física.

Se o ataque é ao Governo … não é com ela !

A PF ?

E ela com isso ?

Desde que ninguém duvide de seu caráter pessoal, de sua integridade pessoal.

E como ninguém jamais duvidou …

E desde que o ajuste siga seu curso e o Brasil não perca o investment grade …

O que significa que ela não entendeu o que significa sentar-se na Presidência da República do Brasil.

Por isso, o Executivo se tornou anômico, disfuncional – e o Golpe é isso que está aí.

Essa mixórida.

Essa esculhambação.

Uma avacalhação que engoliu a própria Oposição.

Quem leva a sério os Cássios que voam dinheiro, os Aecíns do bafômetro, os Cerras chevrônicos e o Príncipe da Privataria ?

E o Geraldinho, cuja validade não ultrapassa o Vale do Paraíba ?

Eles já perceberam sua irrelevância – se não forem cínicos.

Afogaram-se  na  roubalheira que só o Moro faz  ignorar.

Tucano ? Não vem ao caso !

(E ele acha que ninguém percebeu ainda …)

E o PiG ?

O PiG também não engana mais ninguém.

Nem a si mesmo.

Esse pseudo-jornalismo que finge dar legitimidade a 328 delações por dia …

Que põe as latrinas na porta para receber os vazamentos.

E simular “jornalismo isento”.

E prender por antecipação: fulano vai ser preso !

O beltrano não dura 48 horas na rua !

O nome dele, do sicrano apareceu numa folha de papel higiênico do delator 8.907 !

Tudo na primeira pagina.

Para amedrontar, encurralar, enfraquecer – fazer o papel de Polícia.

Esses colonistas que dizem o que o patrão quer e morrem de medo de o patrão manda-los embora, na primeiro aumento da energia elétrica …

A Casa Grande não precisa mais de Golpe.

Nem do PiG.

O Golpe é isso aí.

O que está aí é de bom tamanho.

Como não vai ter impítim, mesmo…

Porque chamar o TCU de tribunal é quase uma agressão pessoal …

E como o TSE tem uns dois ou três ministros além de seu faz-tudo, o Gilmar …

Por isso, o impítim não deve sair.

Impítim deve dar muito trabalho.

Tanto que o Ministro (sic), o Presidente da Câmara (sic) e um deputado foragido da Justiça precisam se reunir para tomar café da manhã – certamente esse não foi um almoço grátis, como diria o Milton Friedman, porque o contribuinte pagou …  – para arquitetar o impítim.

É porque é uma coisa complexa.

Exige mais tempo que um bolo de milho.

Tanto que, parece, foi uma conspiração inconclusiva.

O Trio Impicheiro ainda tem dúvidas operacionais, parece.

É mais fácil manter o que está aí.

Mais simples.

Não é um Golpe paraguaio, hondurenho nem norte-americano, à la Bush.

É uma jabuticaba brasileira.

Deixa rolar o Golpe instalado !

A Dilma governa o ajuste…

O resto quem governa é o Gilmar.


Paulo Henrique Amorim

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