Mente vazia, oficina do sistema da mídia golpista

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segunda-feira, 16 de março de 2015

Protesto de coxinha. Golpe é o teu nome Esse ministério não aguenta o tranco. O tranco se chama Globo, zé !

Números finais dos protestos de domingo (sugestão de Júlio César Cruzeta, no Twitter)


Escalar o zé da Justiça para defender o Governo de um Golpe que a #globogolpista convocou, orientou e multiplicou é dar ao Felipão a tarefa de enfrentar a Alemanha.

Primeiro, que o zé não tem autoridade moral.

Advogado de Imaculado Banqueiro (ver no ABC do C Af).

Segundo, o zé fechou o Ministério da Justiça.

O Ministério não serve pra nada.

A Polícia Federal deita e rola.

E dentro dela, PF, reina a mais completa desorganização hierárquica: cada delegado é uma PF individual.

Um Estado Policial dentro de um Estado.

O zé …

O zé ?

Ora, ele assegura a republicana autonomia dos delegados.

Sobretudo dos delegados aecistas.

O pacote anti-corrupção que o zé anunciou no domingo – como se os protestos fossem contra a corrupçao – não está sob a responsabilidade dele, mas do Ministro Adams, que, também negocia, em lugar do zé, os acordos de leniência – veja entrevista de Adams ao Conversa Afiada.

O Ministro Rossetto, que desculpe o Conversa Afiada, saiu de onde ?

Que papel desempenhou na vida pública, em âmbito nacional ?

Que obras políticas realizou sob as vistas do povo brasileiro ?

Qual sua representatividade ?

Quantos votos ele tem ?

Foi governador ?

Senador ?

Quem o conhecia fora do Rio Grande do Sul ?

A que grupo do PT ele pertence ?

Ao minoritário !

Ele é o porta-voz do Governo, aquele que às 11h00 e às 16h00 deveria receber os repórteres pigais, as natuzas tucanhêdes para enfrentar o Golpe na cara, todo dia, duas vezes por dia ?

O Ministro Rossetto tem todas as virtudes – e não são poucas -  para ser um quadro de retaguarda, de pano de fundo, mas não é a pessoa adequada para enfrentar crises abertas, escancaradas, de Golpe de Estado.

Para enfrentar a #globogolpista.

É espantoso o zé vir com o trololó de que “eles têm todo o direito de se manifestar”, “que democracia é assim mesmo”, a presidenta está felicíssima porque não houve baderna, tudo ocorreu na Santa paz !

Ora, me poupe !

O protesto é o Golpe, o impítim do Fernando Henrique.

Que não foi dessa vez, mas será em abril, no protesto que a Fel-lha do HSBC já convoca.

Eles querem botar um milhão, dois milhões, três milhões na rua !

Fazer a ruptura.

Rachar o Brasil ao meio.

Encurralar a Dilma dentro do Palácio.

Os pobres, a maioria, voltam ao gueto.

A minoria tenta ir a Miami – agora, com o dólar a R$4, fica mais difícil.

A minoria da minoria, bota o dinheiro no HSBC …

E o zé vem tratar de tentativa de Golpe de Estado de “atos contra a corrupção”.

Corrupção de quem, cara pálida ?

Da Privataria Tucana ?

Da compra da reeleição pelo Príncipe da Privataria.

Da Operação Banqueiro.

Das ambulâncias superfaturadas ?

Do Trensalão ?

Por que o zé não falou assim no domingo:

“A Polícia Federal, sob o meu comando, começa amanhã a apurar a compra da reeleição do Fernando Henrique. Vamos tentar abrir o cofre do Serjão ! Vocês não querem combater a corrupção ? Então, vamos começar pelo “se der m …”

Ora, me poupe, zé !

Essa é a turma do terceiro turno, do quarto turno.

Eles não engoliram a derrota.

Tem muito pouco a ver com corrupção: eles querem é suprimir a soberania popular.

E instalar o governo da #globogolpista, com o Ministro Gilmar de Primeiro Ministro !

Parlamentarismo com voto distrital do Cerra !

A verdade, amigo navegante, é que esse ministério não aguenta o tranco.

E quem não faz gol, leva.

O resto é o trololó do ministro que se bernardiza a passos rápidos e diz que vai consultar a sociedade – SEM PRAZO ! – para fazer a Ley de Medios.

Aqui pra nós, Presidenta, que ninguém nos ouça, a senhora não soube escalar o time.

Ou melhor, esse time da senhora não presta para o Brasil depois da eleição.

É um time escalado na consagradora vitória popular de novembro do ano passado.

Mas, não dá para enfrentar o que veio depois: o Eduardo Cunha e a tentativa de Golpe de Estado nas ruas de São Paulo.

Vamos aos protestos golpistas.

Primeiro, que a Fel-lha, como sempre, errou.

Ela disse que o protesto de São Paulo teve menos gente que a Parada Gay: a Parada Gay teve 270 mil e o protesto 210 mil.

Está errado.

O ansioso blogueiro consultou o Profeta Tirésias, que a Dilma não consulta, porque prefere o General Aloysio Oliva (ver no ABC do C Af) e o zé da Justiça.

O Profeta é experiente.

Já fez greve, campanha, passeata, eleição.

E o cálculo dele é simples.

Se o nosso, de sexta-feira, teve 30 mil, o deles deve ter tido de 300 mil a 400 mil.

“Porque eles têm dez vezes mais motivos para ir às ruas derrubar o Governo do que nós para defender o ajuste que não ferra os ricos”, disse o Profeta.

Sobre ferrar os ricos, é necessário recorrer ao Flávio Dino e à Jandira Feghali.

Ao Profeta, portanto:

- O número de São Paulo não está fora do previsível. A classe média de São Paulo não aceitou a derrota.

- E ela é desse tamanho mesmo.

- Dá pra encher a Avenida Paulista.

- Mas, se você estivesse na Freguesia do Ó ou na periferia da cidade e não ligasse na GloboNews nem ia saber que tinha protesto na Paulista.

- O resto foi o previsto: Brasília, Avenida Atlântica no Rio, Farol da Barra na Bahia, e Boa Viagem em Recife. Tudo coxinha incendiado pela Globo. Não tinha negro … Nem em Salvador. É mais fácil achar um branco na Nigéria do que em Salvador, e não tinha um negro no protesto na Barra …

- Mas não se pode menosprezar algumas realidades.

- A D. Dilma não esta agradando.

- São Paulo é contra nós desde a Proclamação da República …

- Não tem jeito.

- É a mesma classe média de São Paulo que foi para as ruas em 2013 e não deu em nada.

- Quer dizer, deu sim: ajudou a eleger o Parlamento mais reacionário dos últimos tempos …

- O Governo tem que se concentrar no Norte, Nordeste, Rio e Minas.

- E em quem votou em nós.

- Governar para seus eleitores.

- Não adianta governar para os que batem na panela: eles não votaram e não vão votar em nós, nunca !

- Governar para os pobres, se quiser fazer o sucessor.

- E pode fazer.

- Se ela dialogar com o PT.

- Com o PT majoritário, aquele que ganha eleição.

- O zé Cardozo não ganha eleição desde que tocava piano pra Mamãe.

- Se a Dilma dialogar com o PMDB.

- O PMDB inteiro não vai querer se enforcar com esse que você chama de Imaculado Cunha (ver no ABC do C Af).

- Mas, com o Renan se pode conversar, perfeitamente.

- Pegar os melhores quadros do PCdoB, o Aldo, a Jandira, e botar no Palácio, no centro do Governo.

- Dar a Política ao Jaques Wagner.

- A verdade é que o Governo perdeu a iniciativa.

- Não ataca.

- Não bate.

- E o mais desastroso: não enfrenta o inimigo número 1, a #globogolpista.

- Mas, caro Profeta, o Berzoini …

- Meu filho, dali não sai mais nada, interrompeu o Profeta e desligou o telefone.

Pano rápido.


Paulo Henrique Amorim


 

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Carta aberta a José Serra

Prezado candidato José Serra,

Quem lhe escreve é alguém que já foi seu eleitor para deputado e senador, em tempos idos, mas que, hoje, retirou qualquer apoio que lhe possa ter dado um dia. Serei eleitor de Dilma Rousseff, neste ano, como fui do presidente Lula em 1989, 1994, 1998, 2002 e 2006. E sou um crítico contundente da atuação político-administrativa do senhor.

Candidato, escrevo à luz das últimas pesquisas de opinião, que mostram uma tendência do eleitorado que, não entendo por que, vem surpreendo a alguns. Particularmente, como muitos outros blogueiros e jornalistas de fora da grande mídia, não me surpreendi com o que está acontecendo.

Mas não quero que pense que esta missiva tem pretensões de tripudiar ou de agredir. Escrevo meramente para lhe fazer um pedido absolutamente desvinculado dos interesses de seus adversários. É um pedido em benefício da democracia brasileira.

O prezado candidato tem todo direito de lutar até o fim pela própria candidatura, mas ousarei lhe fazer uma sugestão que, sendo absolutamente sincero, pode ser até do seu interesse pessoal.

Ainda que alguns dos integrantes de sua campanha possam dizer o contrário, julgo que o uso dos ataques e das denúncias que penso estar nos planos de algumas vertentes desse grupo político constituir-se-ão em desrespeito aos eleitores.

Governador Serra, o Brasil não merece uma campanha baixa, com mais ataques à honra de seus adversários e lances de esperteza como o do uso da imagem de seu maior adversário, o qual o grupo político que o senhor integra tanto atacou nos últimos anos.

Provavelmente, esta carta terá sido em vão. Concordo que o senhor pense que se alguém como este missivista lhe diz para fazer uma coisa, o certo será fazer exatamente o contrário. Se eu não conseguir demovê-lo das estratégias que tentarão em seu nome, portanto, peço apenas para que reflita depois de que foi avisado.

Acredito que da estratégia que já se convencionou chamar de “bala de prata”, estratégia de ataque à honra que os meios de comunicação que o admiram e defendem ajudarão o PSDB a disparar contra Dilma Rousseff na reta final do primeiro turno, será trágica para a democracia e para a sua própria imagem, candidato.

Concluo, portanto, reiterando este apelo ao seu bom senso. Se lhe restar um grama de dúvida, rogo para que consulte pessoas de sua confiança com diferentes opiniões sobre o assunto e que pondere muito bem sobre o que disser cada uma.

Atenciosamente,

Eduardo Guimarães

terça-feira, 24 de agosto de 2010

E agora?



Do blog poético Conversa Afiada
O amigo navegante Adilson Filho acaba de compor essa obra-prima do cancioneiro drummondiano:

Prezado Paulo Henrique,
Segue “o poema” E agora José?! ou Canção do dia “pra sempre”
Um abraço

Adilson (E agora?)
E agora, José?!

E agora, José?! (ou Canção do dia “pra sempre”)

E agora, José?
A festa acabou,
a Dilma ganhou
o Índio sumiu,
a Globo mudou..
e agora, José?
e agora, você?

você que é sem graça,
que zomba da massa,
você que fez plágio
que amou o pedágio
e agora, José?

Está sem “migué”
está sem discurso,
está sem caminho..
não pode beber,
não pode fumar,
cuspir não se pode,
nem mesmo blogar?

a noite esfriou,
o farol apagou
o voto não veio,
o pobre não veio,
o rico não veio..
não veio a utopia
não veio o João
tão pouco a Maria

e tudo acabou
o Diogo fugiu
o Bornhausen mofou,
e agora, José

E agora, José ?
Sua outra palavra,
seu instante de Lula:
careca de barba!
sua gula e jejum,
sua favela dourada
sua “São-Paulo de ouro”
seu telhado de vidro,
sua incoerência,
seu ódio – e agora ?

com a chave na mão
quer abrir qualquer porta,
não existe porta;
o navio afundou
quer morrer no mar,
mas o mar secou;
quer ir para Minas,
Minas não há mais.
nem Rio, Bahia, Sergipe, Goiás..
José, e agora ?

Se você gritasse,
se você gemesse,
se você tocasse
a valsa da despedida
e a Miriam tirasse…
se você dormisse,
se você cansasse,
como o leitor do Noblat
se você “morresse”
Mas você não morre,
você é vaso “duro”, José !

E sozinho no escuro
qual bicho-do-mato,
sem teogonia,
sem megalomania
Sem Folha, O Globo, Estadão, o Dia..
sem Cantanhede
para se encostar,
sem o cheiro da massa
pra você respirar..

e sem cavalo grego
que fuja a galope,
sem o Ali Babá
pra lhe arranjar algum golpe,
você marcha, José !
José, pra onde?
pra sempre?

E agora, José?
Se quando a festa acabou, o povo falou
que sem você, podia muito mais..
Então, nesse caso: Até nunca mais, José!

PS: O Dia foi só pra compor a rima.

Serra perde importante aliado em SP



Protógenes cassa candidatura de Maluf por 4 a 2
Do Conversa Afiada


Por 4 votos a 2, no Tribunal Regional Eleitoral, o ínclito delegado Protógenes Queiroz conseguiu aprovar a petição que pedia a impugnação da candidatura de Paulo Maluf à deputado federal.

O argumento do advogado de Protógenes, Adib Abdouni, foi simples:

Como é possível disputarem a mesma vaga o homem que prendeu um criminoso e o criminoso que por ele foi preso ?

Protógenes recolheu Paulo Maluf ao PF Hilton.

Maluf e o filho ficaram na mesma ala que recebeu a honrosa visita do passador de bola apanhado no ato de passar bola, Daniel Dantas.

Ou seja, o carcereiro dessa vez ganhou.


Paulo Henrique Amorim

sábado, 21 de agosto de 2010

O ROTO FALANDO DO RASGADO

FOLHA JOGA 'CARGA' AO MAR EM OBITUÁRIO DE SERRA

Na corrida contra o relógio para mitigar uma credibilidade em ruína, Folha aproveita o horário eleitoral para 'convergir' suas pesquisas (Datafolha: Dilma 47% X Serra 30%) e largar a alça do esquife tucano. Seu editorial deste sábado é a mais pura expressão do clássico 'o roto falando do rasgado': o oportunismo ataca o oportunista. O jornal da família Frias se junta ao êxodo de roedores por todo o país, como se não fora a mídia demotucana o alicerce de arranque que insuflou, alimentou e deu legitimidade à construção de um antilulismo elitista, agressivo e preconceituoso, que teve na plutocracia paulista, no PSDB de São Paulo e na classe média porosa ao colunismo da Folha, seu principal polo germinador. Serra é a síntese dessa coalizão de interesses e agora estrebucha. Resta saber como reagirá ao abandono dos patrocinadores. Confira trechos do editorial: " [...] Num cúmulo de parasitismo político, o jingle veiculado no horário do PSDB apropria-se da missão, de todas a mais improvável, de “defender” o presidente contra a candidata que este mesmo inventou para a sucessão. “Tira a mão do trabalho do Lula/ tá pegando mal/… Tudo que é coisa do Lula/ a Dilma diz/ é meu, é meu.” Serra, portanto, e não Dilma, é quem seria o verdadeiro lulista. A sem-cerimônia dessa apropriação extravasa os limites, reconhecidamente largos, da mistificação marqueteira[ ...] em vez de um político disposto a levar adiante suas próprias convicções, o que se viu foi um personagem errático, não raro evasivo, que submeteu o cronograma da oposição ao cálculo finório das conveniências pessoais, que se acomodou em índices inerciais de popularidade, que preferiu o jogo das pressões de bastidor à disputa aberta, e que agora se apresenta como “Zé”, no improvável intento de redefinir sua imagem pública.Não é do feitio deste jornal tripudiar sobre quem vê, agora, o peso dos próprios erros, e colhe o que merece. Intolerável, entretanto, é o significado mais profundo desse desesperado espasmo da campanha serrista.Numa rudimentar tentativa de passa-moleque político, Serra desrespeitou não apenas o papel, exitoso ou não, que teria a representar na disputa presidencial. Desrespeitou os eleitores, tanto lulistas quanto serristas...'
(Carta Maior; Folha, uma credibilidade em ruína; 21-08)

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Responda rápido, Zé!


Mídia: 7 indagações quentes para José Chirico Serra
Mauro Carrara
redecastorphoto

Responda rápido, moço da pobre Mooca.

1) Hoje, você, que se diz defensor da liberdade de expressão, condenou toda a blogosfera que lhe faz oposição. Canais "limpos", pelo que entendemos, são os que fazem seu jogo e dos grupos privatistas predadores que o apoiam. Seja mais específico, portanto: o que são "blogues sujos"?

2) Será que é "limpo" o trabalho que Alberto Carlos Almeida e Eduardo Graeff coordenam na Internet, todos os dias, durante 24 horas? E será que distribuir hoaxes para agredir a Sra. Dilma Rousseff é um procedimento adequado?

3) É bonito divulgar diariamente mensagens que colocam sua oponente como "terrorista", "assaltante", "vagabunda" e "prostituta"? Isso é coisa de gente de bem ou de um moleque?

4) É "limpa" a sua intervenção diária nos meios de comunicação, causando intrigas, exigindo (e obtendo rapidamente) a cabeça de repórteres que lhe fazem perguntas realmente jornalísticas? Quanto se paga a um jagunço como Demétrio Magnoli para que, traiçoeiramente, ataque os poucos profissionais de boa índole que ainda atuam na Folha de S. Paulo?

5) Será que é correto, honesto e "limpo" intervir na TV Cultura, ameaçar, aterrorizar e demitir gente que simplesmente faz jornalismo de verdade?

6) Será que é "limpo" associar-se a uma instituição como o Instituto Millenium e mover um semestre de manipulação informativa para desestabilizar o Governo Federal e inviabilizar a candidatura Rousseff?

7) Como você pode ser tão incompetente? Tem a seu lado a Globo, a Folha, o Estadão, a Veja e toda a máquina de destruição de reputações graeffista. Explica aí: como pode, mesmo assim, continuar merecendo o desprezo da maioria dos brasileiros?

Responda. Responda, rápido

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

O candidato "caô-caô" e o vice trapalhão

A sucessão de tropeços, deslizes e falta de compromisso com a verdade da dupla demo-tucana só não causou estrago ainda maior na chapa oposicionista, porque a imprensa, de maneira geral, esconde ou dá pouco destaque aos percalços criados/enfrentados pela dupla.

Alguns exemplos que poderiam condenar definitivamente qualquer candidatura, se não fossem tão protegidos pela imprensa conservadora, seus maiores patrocinadores:

Percalço 1:
Índio da Costa, o vice escolhido por vontade dos Maias, para facilitar a reeleição de Rodrigo , o presidente do DEM, falou o que não devia ou podia provar sobre uma suposta relação do PT e de Dilma com as Farc's e o narcotráfico. Resultado: a justiça penalizou o PSDB ter que publicar direito de resposta do PT em seu site, onde foram feitas as acusações originalmente, assim como a revista-panfleto Veja, que foi na onda do silvícola e publicou seus pensamentos...Mas quando pensou-se que, após sumiço na imprensa do Índio, tudo voltasse a calmaria, eis que, em um debate de candidatos a vice, o rapaz retornou a carga com as mesmas acusações e pior, pelas costas, pois nem Dilma ou o alguém do PT poderia responder suas maldosas e irresponsáveis acusações. Mereceu artigo de Santayana no JB de hoje, que entre outras coisas, sugere ao Serra a sua substituição, para salvá-lo da vergonha de um companheiro atrapalhado e incômodo!!! Confira!.

Percalço 2:
Com a campanha a pleno vapor eis que se descobre que Paulo Preto, alcunha do engenheiro Paulo Vieira de Souza, teria arrecadado pelo menos R$ 4 milhões para o caixa do comitê do presidenciável José Serra, mas o dinheiro nunca chegou de fato! Ou seja, o engenheiro, muito próximo aos tucanos de São Paulo, tanto que tinha autorização de, em nome da chapa tucana, pedir dinheiro as empreiteiras, resolveu dar destino mais "seguro" a dinheirama que arrecadou, em vez de torrá-la em uma campanha de êxito duvidoso..clique aqui e saiba mais.

Percalços 3 e 4:
E quando pensava-se que os tropeços acabariam com o início da campanha no rádio e na TV, não é que a candidatura de Serra resolve ilimitar qualquer possibilidade de se desmoralizar, sem a participação dos adversários? Logo no primeiro programa ve-se uma favela cenográfica, fake, para tentar mostrar ao eleitor que os tucanos podem ser populares, só não podem misturar-se aos populares de verdade, por isso um cenário providencial para simular a vida nas comunidades carentes, aquele churrasquinho na lage, tudo a cargo de atores contratados para encenar aquela confraternização com os "não elites". Era melhor ter feito o programa em um hotel de luxo, de verdade, que seriam mais autenticos. Leia aqui!

E a música de Elba Ramalho usada no programa? Não tinha autorização da mesma! Pior, nem é cantada pela cantora paraibana, apesar da intérprete ter tentado imitar a perfeição a sua voz e parecer que a Elba estava lá, indiretamente, apoiando Serra, com um ato de gentileza e devoção política. Mas não foi assim que ocorreu, tanto que, constrangida e dando satisfações ao seu público, Elba Ramalho soltou uma nota à imprensa esclarecendo que não é a dona da voz na música usada no programa de Serra, um sucesso eternizado por sua interpretação e que ela não foi sequer consultada sobre o uso de sua canção como jingle de campanha...Um fiasco! Confira a nota de Elba aqui.

Quais serão os próximos tropeços, trapalhadas ou irresponsabilidades cometidas pela dupla? Tudo bem que a imprensa conservadora tem passado a mão na cabeça e aliviado bastante, mas o festival de bobagens, motivados pela queda nas pesquisas tende a se intensificar. Esperemos novos acontecimentos.
By: Palavras Diversas