Mente vazia, oficina do sistema da mídia golpista

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terça-feira, 1 de outubro de 2013

LULA FAZ A DEFESA DA POLÍTICA Lula quer uma Reforma Política.

Como se sabe, os trombones da Big House falam mal da Política.

Preferem que os economistas de bancos, os ministros (alguns) do Supremo e os colonistas (*) do PiG (**) governem os brasileiros.

É que eles não têm voto.

Preferem o Golpe.

Lula prefere a Política:

PARA LULA, ASSEMBLEIA NACIONAL CONSTITUINTE MOSTROU O PRIMADO DA POLÍTICA



“Os partidos e os movimentos exerceram a atividade política até o limite de suas possibilidades. Todas as lideranças representativas, sem exceção, estiveram envolvidas no processo”, afirmou Lula lembrando que a Assembleia Nacional Constituinte foi um momento histórico “que transcorreu sob o primado da política, em seu mais nobre sentido”. E ele defendeu, assim como o vice-presidente Michel Temer, a reforma política: “Uma reforma política é necessária para aprofundarmos a democracia”. O ex-presidente participou nesta manhã do ato em comemoração aos 25 anos da Constituição Federal, realizado pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, em Brasília.

Lula também contou: “Ao longo dos oito anos em que fui presidente do Brasil, minha tarefa cotidiana foi transformar em ações concretas os direitos nela estabelecidos”. Entre as ações feitas nesse sentido, o ex-presidente lembrou a luta contra a fome, prevista no inciso III do artigo 3º da Constituição.

O presidente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, Marcus Vinicius Furtado Coêlho, também falou da importância da política na construção de uma Constituição avançada como a de 1988. E defendeu a reforma política: “Uma reforma política é necessária para aprofundarmos a democracia”.

Já o presidente que convocou a Assembleia Nacional Constituinte, José Sarney, relembrou momentos importantes do período. “Lembro até hoje da minha emoção ao levantar a mão para jurar a Constituição, no dia 5 de outubro de 1988”, afirmou ele, que foi o primeiro a jurar a Carta Magna.

O ex-presidente Sarney lembrou que cada constituição brasileira teve diferentes princípios que as regiam. Para ele, em 1988, diferentemente das constituições anteriores que foram regidas pela institucionalidade ou pela propriedade, o que guiou o debate constitucional foi a noção do social.

Foto: Ricardo Stuckert/Instituto Lula

(*) Não tem nada a ver com cólon. São os colonistas do PiG (**) que combateram na milícia para derrubar o presidente Lula e, depois, a presidenta Dilma. E assim se comportarão sempre que um presidente no Brasil, no mundo e na Galáxia tiver origem no trabalho e, não, no capital. O Mino Carta costuma dizer que o Brasil é o único lugar do mundo em que jornalista chama patrão de colega. É esse pessoal aí.

(**) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.

Alckmin e Serra garantem: “Nós não sabíamos…”


Uma das frases de políticos que mais se popularizou na imprensa brasileira durante a década passada e ao longo desta é atribuída ao ex-presidente Lula. Perguntado sobre o escândalo do mensalão, o petista teria dito que “não sabia” do que fizeram seus correligionários.
Tal afirmação foi objeto de milhares de textos jornalísticos pelo país. Contam-se nos dedos de uma das mãos os colunistas, editorialistas ou repórteres das grandes empresas de comunicação que não a tenham ironizado.
Para que fique bem claro, repito: afora raras exceções, praticamente todos os jornalistas que militam na imprensa corporativa nacional fizeram questão de que a frase “eu não sabia”, associada ao nome próprio Lula, figurasse em seus currículos.
Ironizar a afirmação de Lula de que nunca teve conhecimento dos fatos que redundaram na Ação Penal 470 tornou-se tão comum que até um dos juízes aos quais tal processo foi submetido repetiu a tese que envolve a afirmação de Lula de que “não sabia”.
Numa entrevista a um repórter do Estadão durante o julgamento do mensalão, no ano passado, o ministro do STF Marco Aurélio Mello deu a seguinte declaração: “Você acha que um sujeito safo como Lula não sabia [do mensalão]?”
A tese que apaixonou de jornalistas a juízes, além da quase totalidade da oposição de direita e de esquerda aos governos Lula e Dilma, é a de que um chefe do Poder Executivo está obrigado a saber de tudo que fazem os seus subordinados. Inclusive do que fazem escondido.
Em verdade, a inverossimilhança que haveria em um político ou governante dizer que “não sabia” de corrupção entre seus correligionários ou auxiliares embasou a teoria pela qual o STF condenou o “núcleo político” da Ação Penal 470, a teoria do “domínio do fato”.
De uns tempos para cá, porém, vários grandes meios de comunicação que, ao longo da década passada e no início desta, foram carimbados com a pecha de partidários do PSDB, vêm tentando demonstrar isenção.
A cobertura do escândalo de pagamento de propinas a membros dos governos do Estado de São Paulo entre 1998 e 2008 tem sido usada por veículos tidos como partidários do PSDB para “provarem” que são “isentos” simplesmente por noticiarem as investigações.
Todavia, se for real a conversão da grande mídia à imparcialidade jornalística os seus colunistas, editorialistas e repórteres terão que usar para dois dos três políticos que governaram São Paulo no período sob suspeição a mesma ironia que tantas vezes usaram para Lula, inclusive antes mesmo de o mensalão ir a julgamento.
Tal exigência decorre de afirmação do governador Geraldo Alckmin e de seu antecessor José Serra sobre o escândalo de pagamentos de propinas aos seus subordinados que é literalmente idêntica à famosa afirmação de Lula.
Segundo o apresentador do Jornal Nacional de segunda-feira (30/9), Heraldo Pereira, “(…) as assessorias dos dois governadores do PSDB [Alckmin e Serra] negaram que eles soubessem de qualquer irregularidade(…)”.
Dentro da nova política de “isenção” adotada por veículos como a Globo e por seus colunistas, editorialistas e repórteres, todos estão obrigados a também ironizar a afirmação dos dois tucanos, ainda que se deva reconhecer que, tal qual Lula, tenham todo o direito de negar que tivessem conhecimento de um esquema de roubalheira que durou muito mais tempo do que o mensalão e que envolveu muito mais dinheiro – o escândalo paulista envolve bilhões de reais.
Entretanto, até aqui não se vislumbra isso ocorrendo na imprensa corporativa dada a total afasia em relação ao assunto que vêm demonstrando os que escrevem ou verbalizam opiniões nesses grandes jornais, revistas, programas de tevê ou de rádio.
Apesar das veiculações pontuais e protocolares por esses grupos de comunicação dos desdobramentos das investigações do escândalo tucano, a ausência de opiniões virulentas que sempre acompanham escândalos petistas desmascara a farsa toda.

MÍDIA ESCONDE DEVASSA EM ANDREA, O FAZ TUDO DO PSDB

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

2ª FEIRA VERTIGINOSA PARA O CONSERVADORISMO


Polícia Federal quebra o sigilo bancário do coringa de ouro do tucanato bandeirante. Andréa Matarazzo, homem de confiança do PSDB, braço direito de Serra, é suspeito de ser o operador do esquema intergeracional de corrupção no metrô de São Paulo. A rede metroviária de expansão mais lenta do mundo em desenvolvimento ganha contornos de um gigantesco biombo do caixa 2 do PSDB, há duas décadas no poder em São Paulo, de Covas a Alckmin. Sem tempo para respirar, a emissão conservadora ainda terá que esconder outra manchete incomoda amanhã: o ministério da Saúde, amparado em forte apoio de 75% da população ao 'Mais Médicos', anunciou a chegada de mais dois mil médicos cubanos ao país, esta semana. Secretarias de redação rebolam para dar tratos à manipulação. Como elidir os revezes na primeira página, sem parecer um veículo de Marte? O PT  não colabora. E acaba de criar mais um problema aos mancheteiros: o 'impasse' alimentado pelo jornalismo tucano, que tenta enfraquecer Dilma com supostos clamores de um 'volta Lula' dentro do partido, gerou uma limonada suíça. Simples: o  PT vai montar uma ciranda de palanques pelo país. Neles se alternarão, de um lado, o único político que venceria a disputa de 2014 no primeiro  turno, segundo as diferentes enquetes eleitorais; e, de outro, a candidata que lidera com folga no primeiro e segundo turno, sejam quais forem os adversários.  Do outro lado, quem faria o mesmo? Um rodízio Serra, Aécio e FHC seria palatável ao leitor?

Aécio critica impunidade, mas se irrita com pergunta sobre mensalão tucano e encerra entrevista coletiva


Aécio diz desconhecer mensalão do PSDB
Aécio Neves, candidato à Presidência da República,  disse em entrevista nessa segunda feira (30)  que  a sensação de impunidade existente no País  é herança dos governos do PT. Mas,  quando o repórter mencionou o  mensalão tucano, cujo julgamento, sem data para acontecer,  tramita no Supremo Tribunal Federal (STF), Aécio respondeu que desconhece  o assunto.

Em seguida Aécio voltou a questionar a decisão do STF de aceitar os embargos infringentes para parte na ação penal  470. Segundo ele, a apreciação dos embargos causa uma sensação de impunidade, que seria herança dos governos petistas. Quando novamente foi  questionado se a demora no julgamento do mensalão tucano em Minas não  aumenta essa sensação de impunidade, Aécio demonstrou irritação. "Tem que ser julgado, e se houver culpado, deve ser punido. Mas esse é um caso que eu conheço muito pouco", disse o senador mineiro encerrando a entrevista coletiva em seguida.  Siga nosso blog no Facebook

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

ATO CONTRA CARTEL PEDE PUNIÇÃO A CORRUPTOS