Grupo Anonymous assume autoria de ataque à conta do jornal O Globo no Twitter e publica mensagens cobrando "a democratização da mídia que participou do golpe de 64 e apoiou a ditadura"; na imagem de um cartaz também divulgado pela conta do jornal na rede, a frase: "A mídia esconde o Brasil, mas não consegue conter a força da internet"; ativistas convocam "todos os movimentos sociais" a saírem às ruas neste 7 de setembro e criticam a proibição do uso de máscaras nas manifestações populares: "é inconstitucional"
Mente vazia, oficina do sistema da mídia golpista
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sexta-feira, 6 de setembro de 2013
quinta-feira, 5 de setembro de 2013
O 7 de setembro e as viúvas da ditadura
Há sucessivas semanas que a internet foi tomada por uma onda de boatos sobre protesto convocado pelo grupo autodenominado Anonymous em (bem) mais de uma centena de cidades brasileiras no próximo dia 7 de setembro, aí incluídas as principais capitais, com atenção especial para Brasília, mais precisamente para o palanque em que estará a presidente Dilma Roussef durante o tradicional desfile militar que ocorre na capital federal anualmente.
Mas o que há de novidade em protestos de rua? Desde junho deste ano, passaram a ocorrer às pencas dia sim, dia também, ainda que com menor frequência e tamanho de julho em diante.
Mais um, portanto, não faria diferença se não fosse o fato de que, de repente, grupos ligados a oficiais militares da reserva e até a parlamentares assumidamente de direita como deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ) passaram a convocar suas tropas virtuais para uma pretensamente apocalíptica e gigantesca manifestação contra o governo no próximo sábado.
Com efeito, as comemorações do 7 de setembro dos últimos anos vêm sendo marcadas por ondas de protestos, mas nunca diretamente contra o governo federal e nunca encabeçadas diretamente por grupos de extrema-direita como esses que, agora, adotam um discurso grandiloquente e ameaçador concomitantemente com preocupação que vem sendo detectada por este blog no governo federal e em importantes políticos do PT e de partidos aliados.
Paralelamente, simpatizantes do governo passaram a espalhar nas redes sociais e na blogosfera memes (peças gráficas com mensagens políticas) e posts diversos denunciando possíveis “atentados” que estariam sendo premeditados pela direita para ocorrer no próximo Dia da Independência.
Não houve, até agora, uma manifestação clara do grupo Anonymous em relação às ameaças de grupos tidos e havidos como compostos por “viúvas da ditadura” e lideranças políticas de extrema-direita contrárias a movimentos sociais, sobretudo aos grupos de mulheres, homossexuais, negros, sindicalistas e todo aquele que professe uma visão socialista ou até mesmo socialdemocrata.
Nesse contexto, inclusive para serenar espíritos, seria oportuno que a Presidência da República determinasse aos chefes das Forças Armadas que fizessem um pronunciamento oficial repudiando chamamentos que lhes têm sido feitos no sentido de reeditarem o movimento que culminou no golpe de 1964, até porque tais chamamentos podem ser encontrados em incontáveis páginas pela internet de forma inclusive criminosa, haja vista que pregam uma ação antidemocrática e ilegal no Estado de Direito vigente.
O que me cumpre dizer, ao fim, é que há várias e várias semanas que venho conversando com pessoas importantes ligadas ao governo, ao PT e a partidos aliados e tais interlocutores não descartam que a extrema-direita possa ter preparado alguma coisa preocupante para ocorrer no próximo dia 7.
Em anos anteriores, o barulho da extrema-direita no 7 de setembro tem se misturado ao da extrema esquerda, que não critica só governos do PT, mas também os do PSDB, do PMDB e de outros partidos que considera “de direita”. Apesar disso, as extremidades da política vêm marchando juntas, contentando-se em fazer número a qualquer preço, tapando o nariz para o oposto ideológico que estiver ao lado, tanto pela esquerda como pela direita.
Todavia, a apropriação do próximo 7 de setembro pela direita poderá afastar os partidos de extrema-esquerda, como PSOL, PSTU e PCO de manifestações com nítido caráter político que estão sendo convocadas inclusive com apoio explícito de lideranças políticas e militares como as supracitadas. Ao menos é que se espera desses partidos, para os quais não pegaria lá muito bem marcharem ao lado de um Jair Bolsonaro.
Seja lá como for, mais uma vez o que se teme é o imobilismo do governo e dos partidos e movimentos sociais que o sustentam diante de um tipo de recurso político que tem uma longa e antiga história neste país, sobretudo nos idos de 1964, quando as ruas foram o embrião de uma agressão à democracia que dispensa maiores detalhes.
Este post está sendo publicado a 48 horas da manhã do próximo sábado. Tempo mais do que suficiente para que a presidente da República DETERMINE às Forças Armadas que se manifestem oficialmente contra o uso de seu nome e de sua imagem nos delírios golpistas de viúvas da ditadura de todas as idades, estratos sociais e regiões do país e que, a cada dia que passa, parecem mais e mais inconformadas com a democracia vigente no país.
quarta-feira, 4 de setembro de 2013
BLOGS SUJOS INCOMODAM A GLOBO OVERSEAS Globais, tomem um cafezinho
Eu não queria acreditar que a Globo publicou aquele mea-culpa, esfarrapado e cínico, apenas por causa das denúncias que os blogueiros estão fazendo às suas truculências, de hoje e ontem. Para mim, a razão da Globo pedir desculpas ao Brasil era puramente mercadológica, ligada à abertura de um portal de arquivos contendo suas edições antigas. Mas fiz uma descoberta hoje que me espantou. A Globo realmente está incomodada com a turma da blogosfera.
O portal de memória do Globo tem uma aba intitulada “falsas acusações”. Uma delas é “o caso da bolinha de papel“. Depois de um monte de desculpas esfarrapadas, descritas com uma prolixidade exagerada e suspeita (como de quem tem culpa no cartório), o jornal conclui:
O que dizem, portanto alguns blogues sobre o episódio é pura distorção, pura invenção. É algo injusto com os profissionais da Folha de S. Paulo, em primeiro lugar, com os profissionais da Globo, com os profissionais do Estado de S. Paulo e com os profissionais do SBT. A função dos jornalistas é esclarecer os fatos. É o que o Memória Globo faz aqui.
A linguagem é vulgar, adolescente e partidária. Parece o próprio Serra se defendendo. Em nenhum momento, a Globo admite que deu “apoio editorial” a José Serra, e que a cobertura da “bolinha de papel” teve como objetivo produzir um factóide político que virasse o jogo eleitoral. A Globo não vai falar do caso Rubnei Quicoli, um ex-presidiário, que ganhou 8 minutos no Jornal Nacional, às vésperas da eleição presidencial de 2010, para dizer que o BNDES iria lhe emprestar 8 bilhões de reais?
Quer dizer, então, que a poderosa Globo montou um super portal para rebater blogs? Me parece todavia que a Globo cometeu um ato falho; ao usar as expressões “pura invenção” e “pura distorção”, ela se refere em verdade a si mesma.
O texto vacila, sobretudo, no tom irritadiço, desequilibrado; parece até escrito por um blog meia boca de direita. Relaxem, globais! Tomem um cafezinho!
Clique aqui para ler Os barões da mídia derrubam a porta do poder “
E aqui para “Pérolas do Príncipe: Nós e eles”
Por fim, aqui para “Nassif: o dia em que a Globo piscou”.
Os saudosos da ditadura e o Sete de Setembro
Ontem, escrevi aqui que pouco importa se os que brincam de “Anonymous” sejam ou não de direita.
Queiram ou não, ao fazer um movimento amorfo e sem identidade política, como alegam, servem de hospedeiros a todos os grupos facistóides e antidemocráticos, que não podem exibir-se com seu próprio rosto, mas se agarra como carrapatos a esse movimento.
Reproduzo, aí em cima, um deles, presente no Facebook., ligado ao mesmo grupo de picaretas que Andre Barrocal apontou em sua reportagem O desfile golpista, na Carta Capital.
O que pretendem, realizar o sonho de Fernando Henrique, que chamou o Sete de Setembro de “palhaçada”?
Provocar os militares com “black blocs”?
Esticar uns cartazes e faixas contra os médicos cubanos que foram os únicos a aceitar trabalhar em lugares em que os brasileiros não querem ir?
Ou será que vão defender a espionagem americana, que quer tirar a riqueza do pré-sal brasileiro daqui, para que “esses comunistas do governo não possam sair dando bolsa-família por aí”?
O que essas pessoas defendem, abrigada em meio aos “anonymous”, que não se furtam a carregá-los consigo, é o que de pior e mais corrupto este país já teve, o regime de 64.
O regime da opressão e da morte de muitos brasileiros.
E de atraso para todos.
Os meninos de classe média que acham que isso é uma “micareta”, uma curtição, já não tem o direito de deixar de ver que dão cobertura para os remanescentes das trevas ditatoriais.
Diz-me com quem andas e te direi quem és, não é assim?
Por: Fernando Brito
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quinta-feira, 22 de agosto de 2013
RADICAIS DA OPOSIÇÃO ARTICULAM O 7 DE SETEMBRO
Protestos convocados para o feriado da Independência, que já geram a expectativa de quebra-quebra, estão sendo articulados por grupos políticos que alimentam o radicalismo; entre eles, uma ONG ligada à família do deputado Jair Bolsonaro; outro organizador já foi funcionário fantasma do presidente da Assembleia Legislativa do Paraná, Valdir Rossoni (PSDB-PR); em nota, grupo Anonymous ressalta caráter apartidário do protesto que está convocando 4,6 milhões de brasileiros em 147 cidades no País; será?
22 DE AGOSTO DE 2013 ÀS 07:46
247 - Qual é a mão que balança o berço do 7 de setembro? Cercado de expectativa, o próximo feriado da Independência deve marcar a reabertura da temporada de protestos no País. Manifestações convocadas pelas redes sociais projetam que 4,6 milhões de brasileiros poderão ir às ruas, em 147 cidades brasileiras. Grupos mais radicais já falam até, de forma explícita, em promover quebra-quebra.
Mas será que são manifestações autônomas da "cidadania" ou há uma articulação política por trás dessas convocações? Uma reportagem da revista Carta Capital publicada deste fim de semana ("O desfile golpista", de André Barrocal) lança algumas luzes sobre essa movimentação. Segundo o texto, entre os agitadores do 7 de setembro estão a ONG "Brazil No Corrupt", ligada à família do deputado homofóbico Jair Bolsonaro (PP-RJ), que defende abertamente o regime militar de 64, e um militante virtual na internet. Ele se chama Ari Nogueira e já trabalhou no gabinete do deputado estadual Valdir Rossoni (PSDB-PR), que comanda há anos a Assembleia Legislativa do Paraná – Ari, que usa no Twitter o pseudônimo Ary Kara, estaria sendo investigado por ser um dos funcionários fantasma do Legislativo paranaense, lotado no gabinete de Rossoni.
De acordo com o texto de Barrocal, os núcleos que organizam os protestos estão no Rio e no Paraná, agindo com nítidas intenções golpistas. Desta vez, a presidente Dilma seria um dos alvos principais de um movimento que vem sendo chamado de "Operação Sete de Setembro". Não se sabe se o plano vai funcionar, mas uma coisa é certa: ao contrário dos acontecimentos de junho, o movimento nada tem de apartidário", diz a reportagem.
O texto já gerou, é claro, reações nas redes sociais. Homofóbica, a ONG Brazil No Corrupt criticou a revista e seus "cu mpanheiros". Mas o grupo Anonymous também se viu forçado a divulgar nota para negar qualquer caráter partidário na "Operação Sete de Setembro":
Nota Explicativa sobre a #OperacaoSeteDeSetembro Maior Protesto da História do Brasil
A ideia da #OperacaoSeteDeSetembro é APARTIDÁRIA, ou seja, está acima dos interesses políticos de partidos específicos. Se houver alguma bandeira, que seja a das reivindicações populares. Isto permite a união contra qualquer partido que pretenda usar os protestos para promover as intenções de determinadas legendas ou políticos específicos. Os velhos instrumentos de avaliação partidários, incluindo a mídia, não conseguem compreender o cunho dos recentes protestos e, assim, direcionam suas críticas com as mesmas e velhas palavras: "Fascismo", "Direita", "Esquerda", "Direita golpista", "Esquerda Comunista", "Esquerda Socialista", entre outras taxações.
Qualquer ato fascista ou conclamando um golpe militar, que disfarçadamente é chamado de intervenção militar, não faz parte da OperacaoSeteDeSetembro. A Operação não é de esquerda, direita ou centro, não tem partidos, não tem bandeiras, não tem siglas e possui uma pauta bem definida (http://op7desetembro.wix.com/home#!saiba-mais/c90r), que deve ser seguida por todos os eventos participantes.
Dessa forma, é extremamente leviano e tendencioso que veículos da mídia tradicional tentem identificar "fomentadores" e "incentivadores" do Maior Protesto da História do Brasil como sendo os responsáveis pela organização do protesto quando há mais de 333 mil pessoas participantes do evento e 4,6 milhões de pessoas convidadas para eventos que, até o presente momento, ocorrerão em 147 cidades, sendo que em nenhum momento os mesmos veículos tentaram entrar em contato com os reais responsáveis pela OperacaoSeteDeSetembro para obter nosso posicionamento, o qual esta nota explicativa deixa claro mais uma vez.
O desejo da OperacaoSeteDeSetembro é o mesmo de qualquer movimento que lute pelos interesses do povo e de qualquer pessoa que deseje um país mais justo e menos desigual: um país melhor.
Nós somos Anonymous;
Nós somos muitos;
Não esquecemos;
Não perdoamos;
Nos aguardem.
O deputado Valdir Rossoni, por sua vez, afirmou que Ari Nogueira não trabalha mais em seu gabinete e disse não ser responsável por suas atitudes e por sua ideologia política. Mas os órgãos de inteligência do governo e o próprio Ministério Público estão atentos à mobilização da Operação Sete de Setembro nas redes sociais. A ordem, desta vez, é mapear a gênese de protestos que, inevitavelmente, podem descambar em violência.
terça-feira, 13 de agosto de 2013
Factoides políticos ganham força a partir desta quarta-feira
De 14 de agosto em diante, o Brasil verá surgir uma nova onda de factoides políticos para todos os gostos. Petistas e tucanos deverão ser os alvos preferenciais de grupos – anônimos ou não – que já afirmam que irão “tomar as ruas”. Alguns, com as mesmas pautas genéricas de junho, mas outros com foco nesses partidos políticos e seus respectivos governos.
Além da volta dos protestos de rua, a mídia deve investir pesado na retomada do julgamento do mensalão, com a volta das transmissões dos trabalhos no plenário do Supremo Tribunal Federal. Além disso, a cobertura do escândalo de pagamento de propinas aos governos do PSDB em São Paulo promete novos capítulos, ao menos até aqui.
Nesta quarta, além da volta das transmissões do julgamento haverá um novo protesto do Movimento Passe Livre em São Paulo. O MPL prometera sair às ruas contra o escândalo dos trens paulistas – ou contra Geraldo Alckmin –, mas, segundo a Folha de São Paulo, recuou desse mote e diz que, agora, seu protesto será “contra a corrupção”.
Abaixo, trecho da matéria do jornal paulista.
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13 de agosto de 2013
“(…) Apesar de o material de divulgação elaborado pelos metroviários fazer menção às ‘negociatas dos governos do PSDB’, os integrantes do MPL evitam classificar o ‘fora, Alckmin’ como principal bandeira dos protestos. ‘Não é pontualmente o Alckmin o responsável por esses atos de corrupção, apesar dos indícios de que os governos do PSDB tinham conhecimento de tudo’, disse Nina Capello, uma das representantes do movimento (…)”
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Já em 7 de setembro, está sendo convocado ato que pretende ser “O maior protesto da história do Brasil”. O grupo anonymous criou páginas no Facebook, uma para cada um dos Estados e territórios da Federação. Em cada uma dessas páginas, subseções para várias cidades de cada Estado e uma página para residentes no exterior.
Abaixo, vídeo de convocação dos protestos – o texto continua em seguida.
Na página de convocação no Facebook, mais de 300 mil pessoas prometem comparecer aos atos no dia da Proclamação da Independência. Fontes ligadas ao governo federal garantem que serão protestos “da direita” e que atacarão, primordialmente, o governo Dilma e o PT.
Segundo outras fontes, também ligadas ao governo federal, existe preocupação com choques nas ruas entre grupos políticos adversários. Nas páginas do Facebook criadas por uma certa “Operação Sete de Setembro”, centenas de pessoas se posicionam contra e a favor da iniciativa.
Abaixo, reprodução de comentários de militantes contra e a favor do governo guerreando por suas posições.
Entre a Polícia Militar de São Paulo também existe a percepção – ainda comentada em off – de que a volta dos protestos pode produzir confrontos entre grupos políticos adversários. A PM ainda não se sabe como lidará com essa possibilidade, sobretudo se os grupos que promovem vandalismo, como os “black blocs”, produzirem uma terceira força violenta nesses atos.
Já no PT, existe quase certeza de que, ao longo da midiatização da nova etapa do julgamento do mensalão nas próximas semanas, haverá protestos voltados exclusivamente para pressionar o Supremo Tribunal Federal para que rejeite os recursos dos réus. E também devem ocorrer protestos para “comemorar” eventual ordem de prisão contra José Dirceu e outros.
A percepção que vai se generalizando é a de que toda essa movimentação será apenas uma prévia do que deve ocorrer a partir do ano que vem. A eleição presidencial, acima de outras, deve produzir um clima de fim de mundo no país ao longo de 2014. Ainda mais que grupos como anonymous e black blocs prometem fazer da Copa do Mundo “um fracasso”.
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quinta-feira, 11 de julho de 2013
Na mídia, manifestação agora é “bloqueio, interdição,fechamento…”
Ler os sites de notícia, agora de manhã, é um exercício de sociologia política.
Sumiram os rostos jovens, os cartazes em primeiro plano, “a voz das ruas…”
Gente quase não aparece, quando aparece é de longe.
Em seu lugar, embora as manifestações sejam ordeiras e pacíficas, sem depredações ou vandalismo, imagens abertas, distantes, que mostram apenas ônibus parados e vias fechadas.
A chamada do último jornal da Globonews era mais ou menos assim: vias fechadas, ônibus parados, hospitais sem atendimento: centrais sindicais fazem protesto”.
Os telejornais da Globo parecem boletins de trânsito.
A democracia da mídia é seletiva.
Classe média é bonita, não é essa gente feia que acorda cedo para protestar, não é?
Aliás, tem algum Anonymous por aí?
Chega mais, rapaziada…
Por: Fernando Brito
sexta-feira, 28 de junho de 2013
#TIMELINEDOPROTESTO
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