Mente vazia, oficina do sistema da mídia golpista

Mente vazia, oficina do sistema da mídia golpista

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

UMA SEMANA PARA NÃO ESQUECER


Maré humana toma posse na Venezuela em lugar de Chávez: população ocupa ruas e praças em defesa das conquistas da revolução bolivariana (leia nesta pág.) 


O  jornalismo praticado pelo dispositivo conservador tem cada vez mais o prazo de validade  de um pote de iogurte, vencido. A 'grave denúncia' da noite  azeda  no contato com o oxigênio da manhã. A manchete  garrafal e assertiva da hora desaba ao primeiro sopro dos fatos.Como um frango desossado da Sadia, não se sustenta sem os ganchos de uma desconcertante indiferença à realidade. No futuro, quando o historiador  autopsiar esse açougue  onde cortes especiais redesenham o país ao gosto de interesses pantagruélicos,  será possível avaliar melhor as consequências da injeção sistemática de semi-informação, meias verdades, semi-cultura,vulgaridades e mentiras no imaginário de um povo. Por ora, trata-se de resistir à matéria tóxica. Sempre se poderá alegar em defesa do imobilismo  que o limite do abuso é o contrapeso da realidade objetiva. Em termos. O economicismo  que  se acredita autossuficiente na disputa pela hegemonia da sociedade  é tão equivocado quanto o laissez-faire. Ambos entregam o destino da Nação às forças de mercado. Com as consequências conhecidas, quando o conflito de interesses atinge a polarização prenunciada  nas manchetes da semana que passou. (LEIA MAIS AQUI)

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Energia elétrica: mídia espalha o pânico, governo não se faz ouvir



 
Tanto a mídia corporativa fez, que conseguiu: a possibilidade de racionamento de energia elétrica é hoje um tema na ordem do dia nos redutos da classe média, nas redes sociais, nas conversas ao acaso com pessoas das mais diversas origens e tendências políticas – ou de nenhuma.
E, embora a administração federal garanta reiteradamente e com todas as letras que não há a menor possibilidade de que o racionamento venha a se efetivar, estamos diante de uma situação na qual fica evidente que o poder de comunicação do governo Dilma não é páreo para o dos conglomerados midiáticos, que já há tempos vêm trabalhando de forma orquestrada, com um discurso previamente combinado.
Na Folha de S. Paulo que chegou às bancas na manhã de segunda-feira (7), a inacreditável Eliane Cantanhêde teve o desplante de transformar uma reunião rotineira, agendada há meses, em reunião de emergência para discutir medidas ante a escassez de recursos energéticos – nominalmente, o racionamento. À noite, o Jornal Nacional mostrou cenas gravadas em dois reservatórios com volumes bem baixos de água e ouviu – adivinhem – um especialista que corroborou a ameaça de racionamento. Não dimensionou, no entanto, o "peso" proporcional dos dois reservatórios em relação ao total de energia produzida no país, não deu dados precisos sobre a situação do sistema como um todo, nem identificou as credenciais ideológicas do indefectível expert – entidade que, no jornalismo brasileiro, é como prostituta: fala o que o contratante quer ouvir. É bem provável, porém que, dado o poder imanente às imagens e à narrativa jornalística, contrapostos ao baixo nível de formação cultural da maioria da população, tal matéria venha a convencer os incautos.
Interesses contrariados
É sabido que Dilma Rousseff cutucou a onça com vara curta ao insistir na redução do preço final da energia elétrica, uma medida salutar ao bolso dos cidadãos e como forma de incentivo à economia produtiva. Aos dissabores provocados por tal insistência, manifestados por porta-vozes de empresas do sistema elétrico ligadas ao tucanato e que incluíram ameaças não muito veladas de boicote e sabotagem, somam-se contrariedades anteriores de setores da elite nacional advindas da redução expressiva da taxa SELIC e da primazia que o governo tem concedido aos investimentos diretos em produção em detrimento da atenção de décadas ao capital financeiro especulativo. Não se promove tais mudanças impunemente.
Ocorre, porém, que, prenunciada por suspeitíssimos e frequentes blackouts regionais, a campanha insidiosa e ininterrupta da mídia corporativa acerca da questão energética e da ameaça de racionamento, mesmo que a rigor falsa, começa a gerar consequências potencialmente perigosas ao país – pois pode funcionar como um fator a mais de precaução por parte dos empresários interessados em investir no Brasil – e à imagem de Dilma Rousseff, a quem procura-se pespegar o rótulo de incompetente e teimosa por insistir no barateamento da energia elétrica em um cenário de alegada crise energética - que tal medida, carimbada de populista pelo conservadorismo, tenderia a agravar ainda mais.
O fato de o noticiário alarmista ocupar um espaço e gozar de um alcance desproporcionalmente maiores, se comparados aos disponíveis para a resposta governamental, além de evidenciar, uma vez mais, a gravidade da crise ética da mídia brasileira – que não só se abstém de cumprir seu papel de reprodutora dos fatos, mas mostra-se engajada em uma campanha difamatória descolada da realidade -, deixa claro o absurdo de o governo continuar a sustentar, com verbas publicitárias, uma tal forma de mau jornalismo, contrário aos próprios interesses públicos que deveria representar.
Mais do que claro está, porém, que o goveno Dilma Rousseff não está disposto a comprar essa briga. A milionária bolsa-mídia continuará a encher os bolsos da plutocracia midiática, mesmo que esta insista em promover campanhas difamatórias mentirosas no lugar do que deveria ser uma atividade jornalística de valores republicanos, que respeitasse o público que a sustenta através dos impostos que paga. Dentre os louváveis avanços sociais que as três administrações federais comandadas pelo PT certamente legarão ao país não se encontrará, infelizmente, a democratização dos meios de comunicação.
Por uma nova imprensa
Ainda assim, e face a mais este grave episódio de desinformação e de manipulação da percepção do público acerca de tema de suma importância para a economia, em diversos níveis, e para a população, em seu dia a dia, não parece despropositado questionar se, ante a inação do governo na área comunicacional, não seria o caso de o próprio PT mobilizar-se junto ao empresariado que hoje apoia o partido e convencê-lo da necessidade da criação de um órgão de imprensa de alcance nacional, com uma redação pequena mas com profissionais gabaritados e blogueiros de talento, que oferecesse nem mais, nem menos do que um jornalismo profissional, interessado em apurar os fatos e difundi-los, em entrevistar os dois ou demais lados de cada questão e reproduzir-lhes as vozes, em opinar de forma ponderada e racional, liberta de compromissos partidários evidentes.
Um Última Hora, de Samuel Wainer, sem a participação direta do governo, que se mantivesse com a venda avulsa, as assinaturas, os patrocínios estatais que angariasse, sua parte nas verbas publicitárias que o governo rateia. Ainda que um eventual prejízo fosse inevitável, um rateio de quando em quando para minimizá-lo seria um preço aceitável a se pagar pela manutenção de um jornal diário digno do nome.
Trata-se de uma demanda urgente, que certamente teria acolhida entre um número enorme de potenciais leitores que simplesmente perderam a fé na mídia que o Brasil tem hoje e anseiam por um jornal que possa ser apreciado sem que o leitor sinta-se constantemente espancado no fígado, tratado como um idiota e insultado como cidadão.

MAIS UMA BARRIGA ? SERÁ ?


Nota do Instituto Lula sobre erro na manchete do jornal “O Estado de S. Paulo”



Capa do jornal O Estado de São Paulo

“Em relação à manchete de primeira página do jornal O Estado de S. Paulo de hoje, segundo a qual o ‘MPF vai investigar Lula’, lamento profundamente que o jornal tenha induzido ao erro seus leitores e outros órgãos da imprensa, já que não há hoje nenhuma decisão oficial sobre o assunto por parte da Procuradoria-Geral da República, de acordo com manifestação oficial do órgão desmentindo a matéria. Estranho tal equívoco na primeira página de um jornal tão tradicional como O Estado de S. Paulo, e prefiro acreditar que não existiu nenhum viés mal-intencionado no ocorrido.”
Paulo Okamotto
Presidente do Instituto Lula

FHC, construtor de uma ‘realidade irreal’



 

FHC, construtor de uma ‘realidade irreal’, enganou a opinião pública por mais de 40 anos. Fingiu ter sido preso de cassado. Na última entrevista de 2012, mais falsidade.

Sobre alguns desses fatos escrevi fartamente nos 8 anos em que FHC foi presidente. Outros são inteiramente novos, extraídos dessa entrevista falsa, absurda, ridícula, indigna de um ex-presidente, mesmo sendo ele.
Durante toda a ditadura, FHC foi complacente com ela, complacente e envergonhado, constrangido, fervoroso participante da condição de “cassado que se manteve com todos os direitos”. Por várias vezes, com ele no Poder, desafiei-o a exibir o ato de cassação. O ato e a data.
Viajava para o Chile onde estavam amigos verdadeiramente cassados. Quando o Chile foi vítima do ditador-perseguidor-torturador Pinochet, passou a ir para Paris, ficando na casa de um amigo intelectual, verdadeiramente exilado.
Fui conselheiro da ABI (a pedido de Barbosa Lima Sobrinho) por 18 anos. Quando o grande jornalista foi embora, saí também. Um dia, o secretário-geral da ABI, jornalista Mauricio Azedo (hoje, excelente presidente), lia um ofício que seria enviado ao presidente FHC, pedi um aparte e contestei o ofício, dizendo que a ABI não podia se dirigir a FHC naqueles termos. Justifiquei as restrições. Democraticamente, Azedo colocou em votação o envio do ofício, foi amplamente recusado, a história da ABI ficou imune e intocável.
FHC, o único cassado que
disputou eleição na ditadura
O tempo correu, em 1978 o próprio FHC se encarregou de comprovar os fatos, desmoralizar a sua “verdade” sem corroboração (termo policial) e sem constrangimento. Em plena ditadura, se lançou candidato a senador, em chapa com Franco Montoro. Este teve 3 milhões de votos, FHC não chegou a 10 por cento. Mas por falha da legislação, ficou como suplente, começando a carreira política, surpreendentemente chegando a presidente.
Nesse mesmo 1978, dois episódios que provam a falsidade e a falsificação de FHC. José Serra, com quem só falei uma vez, num momento doloroso, se lançou candidato a deputado estadual, por SP. Foi vetado, a explicação: “Ainda estava cassado”. E a aprovação de FHC, tinha que base e justificativa?
Nesse mesmo 1978, o meu partido (MDB) tentou lançar minha candidatura ao Senado. Em 1966 fui cassado por 10 anos, o que deveria terminar logicamente em 1976. Resposta do ministro Gama e Silva: “Agora a cassação não é mais por 10 anos, é para toda a vida”.
Quase no fim da ditadura, apavorado, Gama e Silva enganou também os generais ditadores, pediu para ser embaixador. Como era monoglota, foi para Portugal.
O suplente que chegou a presidente
Em 1982, Montoro se elegeu governador, FHC assumiu a suplência, se transformou em titular. Em 1986 acaba o mandato (?), precisava se reeleger. Fez então todas as patifarias político-eleitorais. Apoiou Maluf, candidato a governador, e Antonio Ermírio de Moraes (também candidato), desde que não lançassem nomes para o Senado. O de Maluf era esse José Maria Marin (que já fora governador), o de Ermírio era o maior amigo de FHC, retirado. Ficaram então só ele e Covas, eleitos cada um com 3 milhões de votos. Mas não elegeram o governador. Orestes Quércia, que não tinha relações com eles, era invencível, ganhou.
Manobrou e manipulou o ingênuo Itamar, que ficara no lugar de Collor. Ganhou 2 ministérios, foi lançado presidenciável contra Lula em 1994. Mas não acreditava que fosse eleito, reduziu para 4 anos o mandato que era de 5. Lógico, quem acreditava na vitória não reduziria o mandato. Principalmente FHC, que na primeira oportunidade rasgou a Constituição (perdão, comprou) para se reeleger, fato único na História republicana.
Tentando se comparar com Marx, teve um filho com uma doméstica (hoje funcionária do Senado), mas Marx era Marx, único e indiscutível. FHC deveria ter sido julgado pelo Supremo ou investigado por CPI. Em dois episódios gravíssimos: 1 – Toda a Comissão de Desestatização, barbaramente enriquecida. 2 – O mensalão que possibilitou a reeleição de FHC. O dinheiro era entregue de uma vez só, imaginem quanto custou o voto de 513 deputados e 81 senadores, pelo menos a maioria.
A “compra” da Vale e dezenas de empresas se deu pelo “valor de face”. Que geralmente era de 5 cruzeiros, mas no mercado “valiam” míseros 10 centavos.
As duas últimas entrevistas
Uma para jornal impresso, outra para televisão. Na primeira, perguntaram se “estava namorando”, hesitou. O repórter insistiu, respondeu: “Estou, mas é ridículo estar namorando aos 82 anos”. Nada a contestar, FHC se definiu com inteira propriedade.
Quem FHC levaria, homem e
mulher, para uma ilha deserta
Na segunda entrevista, na televisão, novamente ridículo, com aquelas perguntas tolas e idiotas, com mais de 50 anos de existência e repetição. Por exemplo:
“Com quem o senhor gostaria de ir para uma ilha deserta?”. A resposta deveria ser logicamente uma mulher. A bobagem da pergunta, exatamente igual à bobagem da resposta.
Seguindo no mesmo rumo, qual o “intelectual” que levaria para conversar também numa ilha deserta. Escolheu e indicou José Sarney, tentou explicar mas nem precisava.
Ivan Lessa e Millôr Fernandes
Na televisão, um dos entrevistadores arriscou ou afirmou: “Nesse ano de 2012, o senhor perdeu dois grandes amigos, Ivan Lessa e Millôr Fernandes. Como senhor se sentiu?”
Estavam mortos, FHC não teve a menor hesitação, “chutou” para valer. Sobre Ivan: “Não era amigo dele, o relacionamento não era profundo, mas estive com ele várias vezes”.
A verdade indiscutível e indestrutível: nunca esteve com Ivan Lessa. Nos tempos do Pasquim, Ivan não ia a Brasília, FHC não vinha ao Rio. E quando vinha ficava bem longe do Pasquim, amaldiçoado pela ditadura.
Depois do Pasquim, enojado, Lessa foi para Londres, onde morou e trabalhou na BBC, mantendo a colaboração com o Pasquim. Veio uma vez ao Brasil, mas não foi para conversar com FHC. Alguém me diz que foram duas viagens, não confirmei, mas publico.
Com Millôr Fernandes, a mesma pergunta, e a resposta de FHC: “Estive com o Millôr várias vezes, entendia e respeitava suas críticas ao meu governo”. Impressionante a capacidade de inventar ou falsear fatos.
A verdade: jamais falou com o Millôr, frustração total. Um dia, pediu ao jornalista Rodolfo Fernandes, com quem mantinha relacionamento jornalístico: “Pergunte ao seu tio Millôr se ele aceita almoçar ou jantar comigo no Alvorada. Se ele aceitar, telefone para ele”.
Rodolfo perguntou ao Millôr, este nem hesitou: “Não, Rodolfo, como presidente, de jeito algum. Quando ele deixar o governo, podemos examinar novamente a questão”. O Millôr era assim e não mudava.
PS – Tudo o que está escrito aqui é rigorosamente verdadeiro. Os fatos políticos são públicos e notórios, as datas, conhecidíssimas. O resto, conto como personagem e como o maior opositor, por 8 anos seguidos, do precário e medíocre (e também corrupto) governo FHC.
Helio Fernandes
No Olhos do Sertão

A CARA DA ELITE BRASILEIRA


Mensagem de Feliz Dois mil e 13 a um "passageiro" da VIDA e deste "Trem"


Ricardo Santis

O Sr. esteve neste meu blog "PTrem das Treze" no dia 29 de outubro de 2012 onde postou às 19:35 h. o seguinte "comentário":



" Velho... deus sabe o que faz.... te deixou manco por tanta merda que fala ! O pior é seu discurso de idiota puxa saco de plantão... espero que morra logo !"



conforme este link:  AQUI

Te esclareço que NÃO SOU "MANCO". Sou sim cadeirante e não ando já há 4 anos devido ser eu acometido de Distrofia Muscular Progressiva, doença degenerativa e sem cura ou tratamento que tornou-se para mim a minha melhor amiga, apesar de saber que ela me levará SIM à morte mais cedo do que eu poderia esperar. Mas EU SEI da minha doença e pelo conteúdo do teu comentário, você não sabe da tua. 
Vivemos uma democracia onde é livre o pensar. Tenho o direito de fazer minhas escolhas políticas assim como você tem o direito E O DEVER de ter as tuas. Isso não me faz desejoso da tua "morte", ao contrário, eu me considero antes de tudo um humanista, amante da VIDA a qual desejo em plenitude a TODOS os meus semelhantes. Principalmente para aqueles que por um motivo ou por outro se "atrasaram" em subir a ladeira da evolução humana. A esses eu espero... e lhes estendo a mão. Assim, creio eu, chegaremos juntos e abraçados ao destino final de nossa passagem por aqui. 
A VIDA É UMA ESCOLA E NÃO UM JOGO !!! Devemos aprender sempre sem esperar "diplomas" ou "certificados de conclusão" e não podemos fazer dela, A VIDA, um jogo onde se deva vencer a qualquer preço posto que para que um vença, sempre haverá quem deva perder. Eu não quero "vencer na vida". Acredito em um mundo coletivista em que não precisemos de MUITO, mas apenas UNS DOS OUTROS !!! 
Só quem descobre cedo que vai morrer é que pode valorizar e amar tanto a VIDA como eu procuro sempre fazer. 
Te escrevo essa mensagem para que os teus familiares e amigos das redes sociais possam saber o que andas escrevendo na internet. Vou enviar também para o site e a página da empresa na qual você trabalha. Assim todos nós JUNTOS poderemos, não tenho dúvidas, ajudar-te no tratamento e tentar a cura da tua grave doença: A INTOLERÂNCIA !!!
Tenho fé de que sigas FELIZ !!!

Abraço

Enio Barroso Filho

Ricardo Santis

Twitter: @ricardosantis


Depois de detonar a CPMF para financiar o SUS, Huck diz sonhar com saúde pública 'decente'


Deixando de lado o erro de português de Luciano Huck (escreveu "descente" em vez de decente), e o elitismo do 247 para cima da Sabrina Sato, que nem fez nenhuma declaração indevida, o pior são as atitudes incoerentes do apresentador tucano.

Hoje Huck se apresenta como "bonzinho", com compaixão pelos usuários do SUS, mas em 2007 ele se engajou ferozmente na campanha neoliberal demotucana para retirar R$ 40 bilhões por ano do orçamento do SUS, detonando a CPMF.

Huck seria o apresentador voluntário do show gratuito promovido pela FIESP em São Paulo contra a CPMF. Com nomes de cantores famosos, esperava atrair um público de 2 milhões de pessoas. O público foi só 7 mil pessoas. Com esse público pífio, Huck cancelou sua participação de última hora, alegando "problemas de agenda".

Mesmo assim a bancada demotucana no senado, com ajuda do PSOL, conseguiu detonar a CPMF. O empresário Luciano Huck ficou mais rico ao embolsar para o si o dinheiro que pagava de CPMF e era usado para financiar o SUS. A saúde pública ficou mais pobre do que deveria, apesar dos esforços do governo Lula e Dilma para repor e aumentar as verbas.

Ah... E o Plano de Saúde do banco que Huck é garoto propaganda se deu bem, pois enquanto a saúde pública tiver má fama, o cidadão se sacrificará, enquanto puder, para pagar plano de saúde privado.

Mas deixa o Huck prá lá. O SUS, apesar de sabotado, vai se tornar um sistema cada vez mais decente, pelos esforços:

- do governo federal para aumentar as verbas e melhorar a gestão;

- dos bons prefeitos e governadores para fazer funcionar bem as unidades de saúde;

- para combater os desvios que ocorrem onde há maus prefeitos, governadores e maus gestores;

- de conscientização do cidadão brasileiro trabalhador de classe média, ao tomar conhecimento de que pode ser muito melhor atendido, com mais qualidade, por melhores profissionais de saúde, e atendimento mais humanizado, se todos contribuírem para financiar a saúde pública, de acordo com a renda de cada um, pagando de "imposto" muito menos do que as mensalidades de planos de saúde privados. Como ocorre no Canadá e em muitos países da Europa.

FACA NA BOCA CONTRA O DESENVOLVIMENTO

a fhc

 O empenho  das manchetes  alarmistas  em equiparar o horizonte elétrico atual ao desastre construído  pelo tucanato no apagão de 2001 é compreensível.  Aquele foi o episódio-síntese de um erro histórico clamoroso ungido em doutrina política pelo PSDB  e assemelhados. Seu nome é dissociação entre Estado e agenda do desenvolvimento. Doze anos e um colapso mundial do capitalismo desregulado se passaram. Inútil. Diga planejamento da economia. Ou  comando estatal do crescimento. Um exército tucano sairá em revoada de faca na boca.O apagão de 2001 machuca e atrapalha esse labor: o iluminismo tropical colonizado pelos livres mercados revelou-se puro obscurantismo então.A necessidade de criar uma vacina à altura explica a sofreguidão das manchetes atuais. Uma contradição nos seus próprios termos dói mais que pancada. É crucial  provar que o comando de Estado sobre os mercados é ineficiente. Se possível, desastroso. Quando a sirene ortodoxa faz soar o seu apito porque o país não cumpriu a meta fiscal para 2012 --e o governo acode em atende-la contabilmente-- é o subtexto desse mesmo interdito que está gritando sua saturação também na esfera financeira. (LEIA MAIS AQUI)



terça-feira, 8 de janeiro de 2013

MANTEGA VS “ESTELIONATO FISCAL”. APAGÃO É O DO FHC


O que interessa é que a dívida líquida está em queda. E o mercado não lê a Urubóloga




Saiu no Valor:

ARTIFÍCIOS (SIC) PARA ATINGIR META SÃO “LEGÍTIMOS”, AFIRMA MANTEGA

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, atribui o aumento dos recursos previstos na rubrica “restos a pagar” ao crescimento do orçamento e do número de programas federais nos últimos anos. Em 2012, os restos a pagar somaram R$ 141,1 bilhões.
(…)


O PiG (*) e seus colonistas (**) apostam simultaneamente em dois Golpes.
O mais recente é o do apagão – que vale mais do que dez mensalões – e foi cabalmente afastado:
BRASÍLIA - O secretário-executivo do Ministério de Minas e Energia, Márcio Zimmermann, negou nesta terça-feira o risco de racionamento de energia, …
Zimmermann ressaltou que o Brasil conta com uma “oferta estrutural de energia”. “Isso significa que nós temos geração e transmissão [necessária]. Portanto não tem nenhuma hipótese de racionamento no horizonte que nós trabalhamos”, disse o secretário.
Outro, um pouco mais antigo, é o que a Urubóloga chama de “estelionato fiscal”: “Dilma cumpre a meta, gasta, Dilma, gasta !”
O que diz o Ministro Mantega sobre o “estelionato fiscal” ?:
- restos a pagar são despesas que estavam previstas no Orçamento e não foram gastas;
- restos a pagar não são um “orçamento paralelo”, clandestino, concebido na caverna de um Ali Baba petista (as expressões ministeriais são mais educadas…), mas aprovadas no Congresso;
- empréstimo do Tesouro ao BNDES não é despesa (o Ministro ficou “abismado” com essa confusão, que levou à afirmação “inimaginável”, disse ele, de que houvesse uma despesa adicional de R$ 200 bilhões !!!;
- não há hipótese de o Governo não cumprir a meta – 3,1% do PIB – do superávit fiscal (necessário para pagar a dívida);
- o Governo reincorporou ao Orçamento R$ 12,5 bilhões do Fundo Soberano, criado com dinheiro da arrecadação exatamente para essas circunstâncias: a economia cresce menos e os Estados e Municípios arrecadam menos;
- valer-se dessa poupança é absolutamente lícito;
- incluir nas contas os dividendos antecipados das empresas estatais é lícito e está previsto no Orçamento;
- a dívida líquida – que é o que interessa, ou seja, a capacidade de o Governo pagar a dívida – caiu de 36,4% do PIB no ano passado para 35% este ano;
- as maiores despesas do Governo estão em queda: os juros, a maior delas, caiu de 5,8% do PIB para 4,9% este ano; o gasto com funcionalismo, de 5% para 4,3%; e o deficit da Previdência caiu de 1,8% do PIB para 0,8% do PIB;
- por isso, “é inaceitável que se afirme que as contas públicas não estão bem administradas”;
- o BNDES tem a menor inadimplência de todo o setor financeiro: 0,8%;
- os bancos públicos brasileiros são mais sólidos que os privados que, por sua vez, são bastante sólidos;
- a dívida líquida em 2013 deve ser de 34%;
- se houvesse “estelionato fiscal”, o “mercado” saberia. No ano passado, o investimento estrangeiro direto – que não toma conhecimento da Urubóloga – foi de US$ 60 bilhões, o maior da História;
- em 2012, os bancos brasileiros captaram lá fora US$ 50 bilhões, um record;
- o Tesouro brasileiro capta no mercado externo, em títulos de dez anos de prazo a uma taxa (3,5% ao ano), que é a mesma que o Banco Central americano pagava, antes de realizar o “quantitative easing”, ou seja, antes de derramar dinheiro no mercado e reduzir dramaticamente as taxas de juros.
Navalha2
A expressão “estelionato fiscal” é uma adaptação da Urubóloga – - sempre tão original – do “estelionato eleitoral” que o Delfim Netto aplicou à eleição do Fernando Henrique, em 1998.
Como se sabe, ali, o Fernando Henrique tinha quebrado o Brasil e ia para eleição contra o Lula.
O Clinton empurrou pela goela abaixo do FMI um “empréstimo-ponte salvadora” e o FHC segurou a cotação do Real.
Ganhou a eleição.
Na verdade, ganhou a re-eleição que ele tinha comprado a R$ 200 mil/deputado.
Na semana seguinte à vitória, desvalorizou o Real.
Foi o que o Delfim chamou de um “estelionato eleitoral”.
Como se sabe, Fernando Henrique, o guru do Aécio – ôba ! – quebrou o Brasil três vezes e três vezes foi ao FMI.
Clique aqui para ver que o FMI chamou os neolibelês às falas.
Não deixe de ler também: ‘A ação do governo foi normal e usual’, diz secretário do Tesouro.
Paulo Henrique Amorim
(*) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.
(**) Não tem nada a ver com cólon. São os colonistas do PiG que combateram na milícia para derrubar o presidente Lula e, depois, a presidenta Dilma. E assim se comportarão sempre que um presidente no Brasil, no mundo e na Galáxia tiver origem no trabalho e, não, no capital. O Mino Carta costuma dizer que o Brasil é o único lugar do mundo em que jornalista chama patrão de colega. É esse pessoal aí.

Um ressentido profissional: Adeus, FHC


A Musa da Febre Amarela agora quer ser a Musa do Apagão?



Os boatos sobre o apagão de energia


Na Folha de ontem, a jornalista Eliana Cantanhede forneceu a manchete, ao anunciar uma reunião de emergência do setor elétrico. Segundo a matéria, “a reunião foi acertada entre Dilma, durante suas férias no Nordeste, e o Ministro das Minas e Energia Edison Lobão”.
“Dirigentes de órgãos do setor tiveram que cancelar compromissos para comparecer”, dizia a matéria. Mais: “Dez dias depois de dizer que é "ridículo" falar em racionamento de energia, a presidente Dilma Rousseff convocou reunião de emergência sobre os baixos níveis dos reservatórios, para depois de amanhã, em Brasília.
* * *
Segundo a jornalista, “oficialmente, estarão presentes ao encontro de quarta-feira os integrantes do CMSE (Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico), que é presidido pelo ministro das Minas e Energia e é convocado, por exemplo, quando há apagões de grandes proporções, como ocorreu mais de uma vez em 2012”.
Existe um órgão denominado de Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE) que reúne-se mensalmente para analisar o setor. Participam da reunião o Ministro, o Operador Nacional do Setor Elétrico (ONS), a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), a Agência Nacional de Petróleo (ANP), a Agência Nacional de Águas (ANA), entre outras.
As reuniões são mensais e agenda do ano é definida sempre no mês de dezembro do ano anterior. Portanto, desde o mês passado a tal reunião “extraordinária” estava marcada.
* * *
O mercado de energia elétrica é dividido em dois segmentos. Há os contratos de longo prazo, firmados entre grandes consumidores (entre os quais as distribuidoras) e fornecedores; e o chamado mercado spot, com compras de curto prazo.
Uma informação incorreta, como esta, poderia provocar oscilações de monta nas cotações do mercado spot. Poderia fazer empresas suspenderem planos de investimento, montarem planos de contingência.
Não afetou o mercado porque as grandes empresas, os grandes investidores dispõem de canais de informação específicos. E a própria Internet permitiu a propagação do desmentido do MME acerca do caráter “extraordinário” da reunião.
Mas a falsa notícia levantou até o argumento de que os problemas eram decorrentes da redução da conta de luz – que sequer ocorreu ainda.
* * *
De concreto, existe a enorme seca que assola o nordeste, que reduziu as reservas do sistema. Atualmente os reservatórios da Região Nordeste operam com 31,6% da sua capacidade, e os da Região Norte com 41,24%.
Limitações ambientais, além disso, obrigaram a uma mudança na arquitetura das novas usinas hidrelétricas, substituindo os grandes lagos pela chamada tecnologia de “fio d’água”.
* * *
Mas o modelo prevê um conjunto de usinas termoelétricas de reserva. Sempre que há problemas no fornecimento, elas são autorizadas a operar até que o sistema convencional volte a dar conta do recado.
* * *
O episódio mostra, em todo caso, a dificuldade, hoje em dia, de se dispor de informações objetivas. Na Internet, há um caos informacional; nos jornais, uma sobreposição diária das intenções políticas sobre a objetividade das matérias.
Luis Nassif
No Advivo
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08/12/2011

A cobertura da febre amarela pela Folha

 
Lembra da campanha da Folha, Eliane Cantanhêde, "a favor" de uma epidemia de febre amarela em 2007 e 2008? Quer a Folha insistia que haveria uma epidemia da doença. Agora, uma pesquisadora da USP desmacara aquele absurdo:

Pesquisadora da USP desconstrói discurso epidêmico da cobertura jornalística sobre febre amarela

Analisar o discurso veiculado pelo jornal Folha de S. Paulo durante a epizootia de febre amarela silvestre, que atingiu também seres humanos, foi o objetivo da dissertação de mestrado “Epidemia midiática: um estudo sobre a construção de sentidos na cobertura da Folha de S.Paulo sobre a febre amarela, no verão 2007- 2008” , defendida pela jornalista e pesquisadora Cláudia Malinverni, na Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP.
Foram analisadas 118 matérias veiculadas pelo jornal, entre 21 de dezembro de 2007 e 29 de fevereiro de 2008, recorte temporal que permitiu localizar a notícia que deu início ao fenômeno de agendamento midiático, a evolução do grau de noticiabilidade do tema e o seu desgaste como pauta de relevância. Para apoio à análise, foram selecionados 40 documentos institucionais sobre a doença, emitidos pela Secretaria de Vigilância Sanitária do Ministério da Saúde, no mesmo período.
Os achados indicam que as estratégias discursivas da cobertura jornalística relativizaram o discurso da autoridade de saúde pública; enfatizaram o “aumento progressivo” do número de casos; colocaram a vacinação como o limite entre a vida e a morte, omitindo riscos do uso indiscriminado da vacina antiamarílica; e propagaram a tese de uma iminente epidemia de febre amarela de grandes proporções. Essas estratégias deram novos sentidos à doença, deslocando o evento de sua forma silvestre, espacialmente restrita e de gravidade limitada, para a urbana, de caráter epidêmico e potencialmente mais grave.
Secundariamente, a análise permitiu identificar os riscos a que a população foi exposta em função dos sentidos produzidos pelo discurso midiático, com a ocorrência de óbitos diretamente relacionados ao noticiário veiculado pela imprensa, de modo geral, e seus impactos sobre o sistema público de saúde brasileiro. Como resultado da “epidemia midiática”, houve uma explosão da demanda pela vacina, que obrigou o Ministério da Saúde a distribuir, entre dezembro de 2007 e 22/02/2008, 13,6 milhões de doses da vacina antiamarílica, mais de 10 milhões de doses acima da distribuição média de rotina, para o período. Em menos de dois meses, mais de 7,6 milhões de doses foram aplicadas na população, 6,8 milhões só em janeiro de 2008, ápice do agendamento midiático. Em razão do aumento exponencial do consumo de vacina, o Brasil, um dos três fabricantes mundiais do antiamarílico, suspendeu a exportação do imunobiológico e pediu à Organização Mundial da Saúde (OMS) mais 4 milhões de doses do estoque de emergência global.
Além disso, a omissão da cobertura jornalística quanto aos riscos inerentes ao uso indiscriminado da vacina expôs a população brasileira a riscos letais. Em 2008, a vigilância de eventos adversos pós-vacinal do Ministério da Saúde registrou 8 casos de reação grave à vacina, dos quais 6 foram a óbito, 2 deles por doença viscerotrópica (DV), a forma mais rara e grave de reação ao vírus vacinal. Ressalte-se que, no Brasil, em nove anos (1999-2007) foram registrados 8 casos de DV, com 7 óbitos.
As matérias produzidas pelo jornal deram intensa visibilidade (saliência) às informações que visavam relativizar a instância discursiva oficial, que, por sua vez, não conseguiu impor-se ao fluxo discursivo midiático. Os sentidos produzidos pela cobertura jornalística tiraram de perspectiva as complexidades dos processos do adoecimento humano e os limites do conhecimento no tratamento das doenças. Nesta luta simbólica, perdeu o sistema público de saúde, mas, sobretudo, perdeu a população brasileira: mortes ocorreram.
Mais informações com a pesquisadora Claudia, pelo e-mail: Claudia.malinverni@usp.br
Evanildo da Silveira
No Advivo
No Grupo Beatrice

SAFATLE TEM RAZÃO: O PT TEM QUE EXPLICAR


No julgamento do mensalão, apenas o Ministro Lewandowski teve a ousadia de mencionar – duas vezes – o nome do imaculado banqueiro.
Na pág. 2 da Folha (*), Vladimir Safatle publica importante artigo para exigir que o PT faça uma “autocrítica severa”.

“Não é aceitável o PT agir como se (o julgamento do mensalão) fosse simplesmente um complô urdido contra a esquerda”.

Safatle critica o PT por ter usado “os mesmos expedientes de sempre” em benefício da “construção da governabilidade”.

E recomenda, como no brilhante artigo na Carta Especial, “um aprofundamento da participação popular” para recuperar, por exemplo, o “orçamento participativo”.

O Conversa Afiada concorda: o PT deve um livro para explicar o que fez.

Se não foi mensalão, o que foi ?

Se foi Caixa Dois, por que recorreu ao Caixa Dois ?

O que vai fazer para que não se repita ?

Vai lutar pela reforma política do Henrique Fontana ?

Pelo financiamento público das campanhas eleitorais ?

Mas, em nome do registro histórico, cabe lembrar que o Delúbio Soares, desde a CPI dos Correios, “assumiu” !

Ela admitiu, sim, que, como Tesoureiro, tinha recorrido a recursos fora da contabilidade oficial para honrar compromissos de campanha.

Outra coisa, completamente diferente, é condenar o José Dirceu e o Genoíno por crimes que não cometeram – nem crimes de Caixa Dois nem de mensalidades a parlamentares..

E falsificar uma teoria de “domínio do fato”, que, como diz o Kakay, com a ampliação do seu alcance, de fato, faltou domínio à teoria.

Ou, como diz esse Conversa Afiada, pegaram a teoria de um jurista alemão muito sério e aplicaram-lhe um turbante da Carmen Miranda.

E Safatle condena Genoíno por assumir a cadeira de deputado a que tem direito.

Genoíno tem o direito, ainda, de recorrer até que sua pena seja modificada.

Genoíno foi condenado porque era presidente do PT e só.

Conversa Afiada, porém, sugere ao Safatle adicionar ao seu conjunto de apreensões, quando se debruçar na janela do (árido e excelente !) “Grande Hotel Abismo”, o papel do banqueiro Daniel Dantas em tudo isso.

Marcos Valério não é Marcos Valério.

Marcos Valério é um dos braços das múltiplas atividades imaculadas de Daniel Dantas.

E sobre isso o PT, breve, também, terá de se pronunciar.

Na CPI, o Delúbio se referia a contatos com o “Dr. Carlinhos”, que de Dr. não tem nada: é o Carlinhos Rodemburgo, coringa das imaculadas atividades do banqueiro igualmente imaculado.

No julgamento do mensalão, apenas o Ministro Lewandowski teve a ousadia de mencionar – duas vezes – o nome do imaculado banqueiro.

E, ali ao lado, Gilmar Dantas (**)…

É inevitável que o PT dê outras explicações além do que fez o Delúbio.

Porque, sobre o conglomerado Marcos Valério-imaculado banqueiro-tucanos, Amaury Ribeiro Jr já contou tudo.

Sobre Marcos Valério e os tucanos de Minas, a reportagem de Mauricio Dias e Leandro Fortes, na Carta Capital –“Juiz ? Não ! Réu”, sobre Gilmar e Fernando Henrique – inevitavelmente, um dia, entrará na agenda do Presidente Barbosa.

Mas, não basta explicar.

É recomendável assumir politicamente a responsabilidade pelo que fez.

E mudar a política.

E explicar por que.

Os tucanos não precisam fazer isso.

Eles são impunes.

Até agora.

Clique aqui para ler “Dilma tem a ver com o mensalão, sim !”. 


Paulo Henrique Amorim


(*) Folha é um jornal que não se deve deixar a avó ler, porque publica palavrões. Além disso, Folha é aquele jornal que entrevista Daniel Dantas DEPOIS de condenado e pergunta o que ele achou da investigação; da “ditabranda”; da ficha falsa da Dilma; que veste FHC com o manto de “bom caráter”, porque, depois de 18 anos, reconheceu um filho; que matou o Tuma e depois o ressuscitou; e que é o que é,  porque o dono é o que é; nos anos militares, a  Folha emprestava carros de reportagem aos torturadores.

(**) Clique aqui para ver como eminente colonista do Globo se referiu a Ele. E aqui para ver como outra eminente colonista da GloboNews e da CBN se refere a Ele. E não é que o Noblat insiste em chamar Gilmar Mendes de Gilmar Dantas ? Aí, já não é ato falho: é perseguição, mesmo. Isso dá processo…






A “MASSA CHEIROSA” E AÉCIO É VICE DO CERRA

Depois querem que se leve o PiG a sério !
Sugestão do amigo navegante Locatelli: rever o vídeo da “massa cheirosa” onde se anunciava que Aécio seria vice do Cerra…

Agora, a “massa cheirosa” prevê o apagão da Dilma.

E depois querem que se leve o PiG a sério !