Mente vazia, oficina do sistema da mídia golpista

Mente vazia, oficina do sistema da mídia golpista

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

O cartaz proibido da Apeoesp


por Conceição Lemes
Do Vi O Mundo
PSDB e DEM entraram com ação no Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) contra a divulgação de cartaz do Sindicato dos Professores do Estado de São Paulo (Apeoesp), que aponta os nomes dos deputados que, em 2009, votaram a favor do Projeto de Lei Complementar nº 29, conhecido como PLC 29. Em decisão liminar, o juiz Luís Francisco Aguilar Cortez determinou a retirada dos existentes nas escolas.

“Nós achamos injusta a proibição, mas estão cumprindo a decisão”, afirma a Maria Izabel Azevedo Noronha, presidente da Apeoesp. “Por que o TRE-SP não proíbe a propaganda do Serra que divulga a história de dois professores na sala de aula, que é uma mentira?”

O PCL 29 arrebentou com o Plano de Cargos e Salários dos professores da rede estadual de ensino. Ele institui a prova de mérito para evoluir na carreira e receber até 25% de aumento. Ele prevê ainda que serão promovidos até 20% dos professores que atingirem uma pontuação pré-estabelecida numa prova. Ou seja, exclui 80% da categoria. Por isso, a Apeoesp foi contra o PLC 29. Ele, porém, foi aprovado.

“A Secretaria Estadual de Educação elegeu a avaliação individual do professor como a grande saída para a péssima situação das escolas estaduais. Com isso, tenta jogar o foco dos problemas educacionais sobre o educador”, justifica Maria Izabel. “Entendemos que a educação vai além da relação professor-aluno em sala de aula e dos conhecimentos individuais de cada professor. Não basta, portanto, uma prova de conhecimentos do professor para que se assegure a qualidade de ensino.”

“Já pensou a gente aplicar uma provinha em cada deputado, para dar aumento apenas para uma minoria?”, questiona Izabel Noronha. “Da mesma forma, que eles não admitiriam a provinha, nós não concordamos com ela.. Por isso, agora, queremos dar o troco naqueles que votaram a favor da PLC 29 e contra os professores.”

Por que o PiG (*) insiste no sigilo da filha dele. Porque vai morre


O Alexandre se refere a esse vídeo devastador, com a reportagem do SBT sobre o vazamento de 17 milhões de contas na Receita.

Veja aí que o Zé Baixaria acha absolutamente normal que, numa esquina da capital do Estado que ele governa, se vendam disquetes com o sigilo dele e da filha.

Normal.

(Outra coisa, amigo navegante: por que será que, entre milhões de violações, o vazador (quem será ?) só vaze nomes de tucanos amigos do jenio ? Que coincidência, não ?)

O Conversa Afiada está convencido de que o sigilo é mais um problema do PiG (*) do que do Zé da Baixaria.

O Zé, que já foi Pedágio e Alagão, o Zé Baixaria já sabe que o sigilo da filha não ganha a eleição.

Clique aqui para ver que o Marcos Coimbra diz que o sigilo da filho foi um traque.

Mas, o PiG (*) tem que tentar até o último traque.

Dificilmente o PiG (*) resiste a outros 4 anos de governo trabalhista.

A Globo, o Globo, a Veja e a Folha (**), nessa ordem, devem estar na linha de tiro do próximo Governo.

É óbvio que o próximo Governo vai ter que rever a Lei da Radio-difusão, de 1963 !

É obvio que a não revisão só ajudou a Globo.

E a revisão prejudicará a Globo.

Quando Lula assumiu, a Globo, com 50% da audiência, engolia 90% da verba publicitária oficial.

Ou seja, o Farol de Alexandria subsidiava a Globo: a Globo levava 90% e entregava 50%.

Pode ?

Isso já mudou e vai mudar mais.

Hoje, com 44% da audiência, a Globo leva 48% da verba oficial.

Qualquer redução do market share e a Globo não aguenta manter a programação que tem hoje no ar.

Não aguenta comprar filmes.

Fazer novelas tão caras.

Comprar o Brasileirão e a Copa do Mundo.

Fazer o aero-jornalismo para espinafrar o Brasil.

A grana não alcança.

E a Globo perdeu a capacidade de dialogar com os governos trabalhistas.

A Lei vai mudar e o ambiente comercial também.

A Folha (**) só pode estar jurada na boca do sapo.

O que a Folha (**) já fez com a Dilma foi inaceitável, num regime democrático.

A começar pela ficha policial falsa.

A Veja, a última flor do Fáscio, tem o destino escrito nas estrelas.

Será vendida como a Newsweek ou vai virar um produto de finalidade desconhecida, como a Time.

Se morrer com honra, ficará no lucro.

Mino Carta acha que a “mídia nativa” será o último bloco de resistencia ao Governo Dilma.

É provável.

Que morra na trincheira.

Clique aqui para ver “O jenio vai pedir à Dra Cureau para processar o IBGE”: lá estão os dados sobre o avanço da internet, que são de assustar o PiG (*).

Por isso, esse frenesi com o filho do porteiro que foi ao cinema com a irmã do contador e encontrou o pedreiro da agência da Receita em Mauá.
Paulo Henrique Amorim
(*) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.

(**) Folha é um jornal que não se deve deixar a avó ler, porque publica palavrões. Além disso, Folha é aquele jornal que entrevista Daniel Dantas DEPOIS de condenado e pergunta o que ele achou da investigação; da “ditabranda”; da ficha falsa da Dilma; que veste FHC com o manto de “bom caráter”, porque, depois de 18 anos, reconheceu um filho; que avacalha o Presidente Lula por causa de um comercial de TV; que publica artigo sórdido de ex-militante do PT; e que é o que é, porque o dono é o que é; nos anos militares, a Folha emprestava carros de reportagem aos torturadores.

Serra ignora conselho de Noblat e nem cita Lula


Saiu no Tijolaço:
Clique aqui para ver “Lula diz a Serra que baixaria é falta de voto”.
José Serra não seguiu o conselho do Noblat e apequenou-se diante da grandeza de Lula, que foi à TV apontar a baixaria promovida pelo tucano. Em seu programa de hoje à tarde, não teve a coragem de enfrentar o presidente de peito aberto, nem que fosse para se credenciar como líder de uma futura oposição, e fez um discurso frouxo, tentando aparentar uma indignação que não convence ninguém.

Serra continua fingindo que não é oposição e nem a Dilma se referiu, certamente por temer processos agora que a história da quebra dos sigilos fiscais na Receita começa a pesar para o lado dele. O tucano até cancelou sua programação de ontem para preparar uma resposta a Lula, mas o que se viu foi uma fala acovardada, vazia, que nem o guru indiano, com toda sua “profundidade”, faria pior.

O programa de Serra parecia um repeteco dos dias anteriores. Aquela lamuriação, aquele baixo astral, e um mundo de fantasias de obras pelo país, que algum desavisado poderia pensar se tratar de um presidente tentando a reeeleição, embora sua experiência como principal executivo jamais tenha ido além das fronteiras de São Paulo.

Aliás, assistir aos programas eleitorais é sempre revigorante para quem apóia Dilma. Seu discurso é propositivo, aponta para o futuro e para a destinação das riquezas do país para os mais pobres.

Dilma está de bem com a vida e hoje certamente mais feliz com o nascimento de seu primeiro neto. A campanha ainda precisa ser levada com firmeza, mas um espírito leve ajuda muito nessas horas, principalmente quando se enfrenta um adversário carregado, que puxa para baixo a beleza de um processo eleitoral que define o nosso principal governante para os próximos quatro anos.


Em tempo: segundo o blog Amigos do Presidente Lula, a Dilma repetiu o pronunciamento do presidente Lula, que diz ao Serra que baixaria é falta de voto.

Estado policial: filhos de deputada são espionados e seguidos no RS


Clima de faroeste segue no Rio Grande do Sul, beneficiado pelo silêncio da chamada grande mídia. Na tarde de segunda-feira (6) promotor que investiga sargento segurança de Yeda Crusius preso por extorsão avisou a deputada Stela Farias (PT), que presidiu CPI da Corrupção na Assembléia Legislativa, que seus três filhos, incluindo uma criança, foram espionados e seguidos pelo ex-integrante da Casa Militar do governo Yeda. O araponga do governo tucano no RS armazenou fotos e o itinerário dos filhos da parlamentar.
Marco Aurélio Weissheimer
A deputada Stela Farias (PT) denunciou ontem (6), em entrevista coletiva na Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul, que seus três filhos foram espionados pelo sargento César Rodrigues de Carvalho, preso semana passada por extorquir proprietários de caça-níqueis e interferir nas investigações sobre o caso. O promotor Amílcar Macedo ligou ontem para Stela Farias e avisou-a que seus filhos tinham sido monitorados pelo integrante da Casa Militar do governo Yeda Crusius (PSDB). Monitorados, no caso, significa, fotos e registro do itinerário que eles percorriam, inclusive o filho mais novo, ainda uma criança. Na coletiva, a parlamentar questionou:

“Chamei essa coletiva, principalmente como mãe, porque estou muito preocupada com a segurança dos meus filhos. Durante a CPI da Corrupção, em julho do ano passado, recebi informações anônimas de que estava sendo monitorada pelo Palácio Piratini. Denunciei isto na Tribuna da Assembléia. Mas o que o promotor Amílcar me alertou hoje, vai muito além da política. A questão que paira agora é a mando de quem agia o sargento da BM e para que? Para que montar dossiês com a rotina de uma criança e de jovens filhos de parlamentares?”

Stela informou que vai aguardar as investigações do Ministério Público para tomar as devidas providências legais. Além disso, ela informou o presidente da Assembléia, deputado Giovani Cherini (PDT) sobre o ocorrido.

Deputada questionou chefe da Casa Militar

No dia 18 de junho de 2009, Stela Farias questionou a nomeação, pela governadora Yeda Crusius, do coronel João Batista Gil para o comando da Casa Militar do governo do Estado. Na ocasião, Yeda declarou à imprensa que que “o comando da Casa Militar tem no coronel Gil a continuidade daquilo que ele tem feito ao longo de seus 34 anos na Brigada Militar”.

“Qual é o serviço prestado pelo coronel ao longo de 34 anos? Por acaso seria ele ligado ao Serviço de Informações da Brigada Militar, a PM-2? Teve alguma relação com o extinto SNI? Seria esta a vocação que a governadora pretende imprimir à Casa Militar?”, perguntou a deputada.

Não é exagero supor, acrescentou, que essa mudança tem o objetivo de viabilizar o uso da estrutura da Casa Militar para investigar a oposição. “Não é a primeira vez que pesa sobre o governo gaúcho a acusação de utilizar o aparato do Estado para investigar opositores”, observou. Em março de 2009, o ex-ouvidor da Secretaria da Segurança Adão Paiani denunciou o uso político desse aparato para espionar adversários políticos do governo.

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quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Serra testa "vacina-dossiê" contra livro sobre privataria tucana


Vermelho
Da redação,
Cláudio Gonzalez

Nesta terça-feira (31), o candidato tucano à presidência da República, José Serra, cometeu um ato falho e deixou escapar o que está por trás de toda esta onda que a oposição e a mídia tentam criar em torno da suposta quebra de sigilo fiscal de lideranças tucanas. Ao mencionar o nome do jornalista Amauri Ribeiro Jr, que escreveu um livro com informações bombásticas que provam a relação dos tucanos com corrupção, Serra deu a senha da estratégia oposicionista.

Ficou patente que todo o trololó sobre dossiês é, na verdade, uma forma desesperada do tucanato de vacinar a opinião pública contra as informações estarrecedoras que serão reveladas pelo livro de Amauri

Segundo informação publicada pelo blog Conversa Afiada, do jornalista Paulo Henrique Amorim, o jornalista Amauri Ribeiro Jr. já acertou com a Editora Record a publicação do livro para o ano que vem, bem depois das eleições. A idéia inicial do jornalista era lançar o livro em caítulos, pela internet, logo após a Copa do Mundo. Mas a Record decidiu bancar a publicação impressa e pediu ao jornalista que adiasse o lançamento para que não houvesse acusações de uso eleitoral.

A obra, intitulada "Os Porões da Privataria", é nitroglicerina pura prestes a explodir no colo do tucanato. Segundo o próprio autor, o livro vai provocar um terremoto "em metade da Antiga República". "É o resultado de dez anos de trabalho de Amauri. Vai lá atrás, à privatização do Fernando Henrique. Conta como o Ministro da Saúde José Serra contratou um serviço de inteligência sob a responsabilidade de Marcelo Lunus Itagiba para pegar adversários políticos (inclusive do partido dele). Conta como se mandava para o exterior dinheiro recebido com a privatização", revela Amorim.

"A segunda parte do livro será para contar como o livro de Amauri entrou para o centro de um suposto dossiê que o PT armava contra o Serra", diz o titular do Conversa Afiada.

Ao contrário do que Serra e seus aliados da mídia tentam espalhar, o livro não é um "falso dossiê", é reportagem do melhor tipo: baseada em fatos comprovados e em documentos documentos oficiais e de fé pública.

Alguns personagens abordados no livro são os mesmos que supostamente tiveram o sigilo quebrado por funcionário da Receita Federal. Como Ricardo Sergio, Mendonça de Barros e Gregório Marin Preciado. Por isso, a tentativa da campanha tucano-midiática de ligar a quebra de sigilo fiscal das lideranças do PSDB a uma suposta "fábrica" de dossiês comandada por petistas. Mas, segundo interlocutores de Amauri, não há qualquer relação entre o episódio da Receita e o conteúdo do livro.

Amauri mostra, pela primeira vez, a prova concreta de como, quanto e onde Ricardo Sergio recebeu pela privatização. Num outro documento, aparece o ex-sócio de Serra e primo de Serra, Gregório Marin Preciado no ato de pagar mais de US$ 10 milhões a uma empresa de Ricardo Sergio.
As relações entre o genro de Serra e o banqueiro Daniel Dantas estão esmiuçadas de forma exaustiva nos documentos a que Amauri teve acesso. O escritório de lavagem de dinheiro Citco Building, nas Ilhas Virgens britânicas, um paraíso fiscal, abrigava a conta de todo o alto tucanato que participou da privataria.

Factóide tucanalha morre no ninho


Receita diz que acesso a dados de Verônica Serra se deu através de procuração registrada em cartório
Terra
GILBERTO NASCIMENTO
A Receita Federal afirmou na noite desta terça-feira (31) que o acesso aos dados do imposto de renda de Veronica Serra, filha do candidato do PSDB à presidência, teria sido acessado a pedido da própria contribuinte. De acordo com a Receita, o acesso aos dados de Veronica foi motivado por uma procuração assinada por Veronica, com firma reconhecida em cartório de São Paulo.

Para a Receita, a apresentação da procuração descaracteriza a quebra de sigilo. Para a Receita, a analista tributária Lúcia de Fátima Gonçalves Milan, que atendeu ao pedido, não teria cometido qualquer irregularidade. Quem procurou a Receita no posto de Santo André, na região do ABC paulista, foi um homem.

A Receita diz que ele não pode ser identificado, em razão do sigilo. Ele solicitou os dados fiscais de Veronica, com a procuração assinada e reconhecida em cartório, no dia 29 de setembro de 2009. Essa pessoa recolheu as cópias das declarações de renda da filha do tucano entre os anos de 2007 e 2009.

Se a assinatura, eventualmente, for falsa, nesse caso terá havido um crime e a investigação caberá à Polícia Federal.
EM obras , volto depois

UM MARTELO AGALOPADO PARA SERRA


terça-feira (31), aspas para José Serra: "... Não há nada a ser inaugurado [por Lula] em Paraisópolis [...]O investimento federal em Paraisópolis foi insignificante. O grosso de tudo que foi feito lá vem do Estado e do município"

terça-feira (31), aspas para o Estadão: "... durante a entrega de apartamentos populares para moradores da favela de Paraisópolis, na capital paulista, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez nesta terça-feira elogios à qualidade das unidades habitacionais .... Lula foi ovacionado pelas pessoas que aguardavam sua chegada, com uma hora de atraso. Ele foi recebido com gritos de "Lula, guerreiro, do povo brasileiro", "Lula, cadê você? eu vim aqui só para te ver" e "olê, olê, olê, olá, Lula, Lula". Já o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), e o governador do Estado, Alberto Goldman (PSDB), foram recebidos por vaias [...] ao fim de seu discurso, Lula passou o microfone para moradores da região, que fizeram um poema e uma canção para o presidente[ ...]A canção, na cadência de um repente, foi cantada assim: "... Tu és muito competente/ Dilma vai ser lá na frente/ E você vem novamente."
(Carta Maior; 01-09)

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Mais mentiras de Serra na TV: hospital 'com rachaduras' será demolido em dezembro


O programa de TV de José Serra desta terça a tarde foi outro vexame de picaretagens e mentiras.

No caso do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho da Universidade Federal do Rio de Janeiro, o demo-tucano apresentou um quadro como se fosse de 'abandono'.

O que a picaretagem de Serra não contou para o telespectador, é que o Hospital é uma enorme construção de 3 prédios, e que parte dele está em pleno funcionamento, fazendo cirurgias, exames e tratamentos complexos, além de pesquisas, e um dos prédios, o que apresenta rachaduras, de construção antiga, está fechado (nunca foi acabado), com estrutura condenada, e será demolido em 19 de dezembro, para construção de um novo prédio. Ou seja, depois de décadas é o governo Lula quem dá andamento e solução na parte que estava inacabada.

José Serra (PSDB) quando foi ministro da Saúde, fez muito mal à saúde do Rio, deixando uma herança maldita que vem sendo consertada ao longo do tempo. No governo FHC ele transferiu a rede hospitalar federal para o município, em um convênio mal feito. O resultado foi que César Maia (DEMos/RJ), quando prefeito, deixou estes hospitais municipalizados à mingua, enquanto seu secretário da saúde, que não era médico e sim banqueiro, aplicava as verbas da saúde na ciranda financeira.

Médicos e servidores aposentavam e não eram repostos. Equipamentos quebravam e não tinham manutenção. Alguns hospitais de referência e de excelência em suas especialidades quase fecharam, como foi o caso do Hospital da Lagoa.

A crise na saúde no Rio de Janeiro, levou o Conselho Regional de Medicina a pedir interdição de hospitais e intervenção federal, o que ocorreu durante o governo Lula, retomando os hospitais federais que haviam sido municipalizados, reerguendo-os e restabelecendo o atendimento.

Hoje, a rede SAMU de ambulâncias cada vez mais abrangente, e equipes do programa saúde da família, encaminham cada vez mais gente para serem atendidas na rede de saúde, sobrecarregando os hospitais, que, devido há anos de abandono (incluindo o período de José Serra no ministério da saúde) eram a única opção para atender desde unhas encravadas até casos graves que colocam a vida em risco.

Para descongestionar os hospitais, a política do Ministério da Saúde no governo Lula é formar uma rede integrada, construindo UPA's de menor custo para atendimentos mais simples e de pronto-socorro, deixando os hospitais já existentes ou novos, liberados para ampliar o atendimento de casos complexos e graves. Uma política de saúde simples, boa e que resolve.

Hoje, César Maia (DEMos) é candidato ao senado coligado com Serra, e tem como suplente o ex-secretário de saúde e banqueiro Ronaldo Cezar Coelho (PSDB), o dono do jatinho emprestado para José Serra fazer campanha.

Serra junto com Azeredo... só faltou o Arruda


Ontem José Serra (PSDB/SP) fez campanha no sul de Minas, ao lado de Eduardo Azeredo (PSDB/MG), o pai do mensalão tucano, e autor do projeto do AI-5 digital para calar a blogosfera.

No roteiro, Serra, passou por Itajubá, cidade natal de José Roberto Arruda (ex-DEMos) e, se não fosse aquela câmara indiscreta que flagrou o mensalão do DEM, Arruda estaria ao lado de José Serra e Azeredo, ali no carro, muito provavelmente como candidato a vice.

Em tempo: A cidade e seu povo não merecem e não podem ser confundidos com o ex-governador do mensalão do DEM. Também não merecem esses demo-tucanos como Serra e Azeredo.

Trem de alta velocidade e empresa nacional

31/08/2010E.M.PintoDeixar um comentárioIr para os comentários
ÁLVARO RODRIGUES DOS SANTOS


Está programada para novembro a divulgação do edital de licitação para projeto e obras do Trem de Alta Velocidade (TAV), que fará a ligação entre as cidades e aeroportos do Rio de Janeiro, São Paulo e Campinas, também atendendo algumas poucas paradas intermediárias.

Do ponto de vista tecnológico, em seus mais variados aspectos, será uma obra fantástica, tanto pela performance programada (velocidades superiores a 300 km/ h, condições de segurança absoluta, comodidade competitiva com a do avião) como pelas diversificadas e problemáticas características geológicas, geotécnicas e ambientais presentes ao longo de seu traçado.

Do ponto de vista financeiro, com valor estimado em mais de 30 bilhões de reais, é um dos empreendimentos hoje mais atraentes no âmbito internacional.

Declarações oficiais dão conta de que cuidados especiais serão tomados para que se garanta a absorção pelo país das tecnologias que serão aplicadas na implantação do empreendimento.

No entanto, é justamente nesse específico aspecto tecnológico que os interesses estratégicos maiores do país podem ser preteridos.

Se, na superestrutura viária do TAV (equipamentos, componentes e sistemas operacionais), teremos a oportunidade de absorver novas tecnologias, na implantação da infraestrutura somos nós que temos muito, ou tudo, a oferecer.

Ao longo do eixo Rio-Campinas, o traçado do TAV atravessa singulares e sensíveis domínios geológicos com complexos comportamentos geotécnicos: baía de Guanabara, Baixada Fluminense, serra do Mar, bacia sedimentar de Taubaté (Vale do Paraíba), bacia sedimentar de São Paulo, mar de morros cristalinos dos trechos de planalto.

Sobre todos esses domínios geológicos a engenharia brasileira, com o suporte da engenharia geotécnica e da geologia de engenharia nacionais, implantou nas últimas décadas um expressivo número de grandes obras viárias.

Como exemplo, podemos citar a ponte Rio-Niterói, o metrô no Rio e em São Paulo, as rodovias dos Bandeirantes, dos Imigrantes, Ayrton Senna e Carvalho Pinto e o Rodoanel de São Paulo, entre vários outros destacados empreendimentos.

Todas essas obras contaram com a aplicação do vasto know-how brasileiro acumulado, assim como, elas próprias, permitiram avançar ainda mais a excelência desse know-how, condição essencial para a mais correta definição das concepções de projeto e da tipologia de soluções de engenharia capazes de assegurar para o TAV o elevado nível de segurança geotécnica exigido por esse empreendimento.

Ou seja, não se trata apenas de proporcionar procedimentos de absorção tecnológica; trata-se de, estrategicamente, garantir a aplicação efetiva de tecnologia nacional já dominada. E essa aplicação só será possível via real participação em projeto e obra da empresa nacional e das instituições nacionais de pesquisa tecnológica.

ÁLVARO RODRIGUES DOS SANTOS, geólogo, é consultor em geologia de engenharia, geotecnia e meio ambiente. Foi diretor de Planejamento e Gestão do IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas) e diretor da Divisão de Geologia. É autor, entre outras obras, de “Geologia de Engenharia: Conceitos, Método e Prática”.

ESPN - FOLHA: Como usar o futebol para a prática da pilantragem eleitoreira


Mauro Carrara
O golpe sujo começou com o blogueiro Juca Kfouri, do UOL, ainda no sábado, 28 de Agosto.

Segundo ele, a empreiteira Odebrecht "deu" um estádio ao Corinthians para bajular o presidente Lula.

O jornalista do UOL-FOLHA e da ESPN, no entanto, não conseguiu provar que se tratava de um presente, muito menos de uma negociata, como tentou insinuar.

A suposição eleitoreira, no entanto, logo converteu-se em "fato" para boa parte da imprensa esportiva.

Uma ironia, posto que se acolhe na corporação dos jornalistas esportivos brasileiros numeroso grupo de paus-mandados de políticos, cartolas e, principalmente, de empresários de atletas.

A peça golpista que abre esta semana foi produzida pelo jornalista carioca Mauro Cezar Pereira, ex-O Globo, ex-Placar (Abril), atual comentarista da ESPN e da Rádio Eldorado (Estadão).

A acusação está luminosamente impressa em seu blog da ESPN, filial da empresa norte-americana do mesmo nome, desde 1996 uma subsidiária da Disney.

O título é "PEDIDO DE LULA A EMPREITEIRA POR ESTÁDIO DO CORINTHIANS É VERGONHA".

Implicitamente, o autor do texto ainda chama o presidente da República de ladrão ao concluir sua mensagem com a pergunta: "ou você é adepto do rouba mas faz?"

Novamente, o leitor buscou qualquer prova (uminha que fosse) de que o presidente tenha sugerido, solicitado ou exigido esse favor dos empreiteiros.

E nada há. Apenas, o velho jornalismo de pilantragem e difamação praticado pela imprensa monopolista brasileira.

Mauro Cezar Pereira cita outro blogueiro, o jornalista Guilherme Barros, para afirmar que a Odebrecht receberá financiamento do BNDES e isenção fiscal.

Nem Pereira nem Barros, no entanto, apresentam qualquer documento sobre o acordo. Nada!

Tampouco oferecem as necessárias "aspas" de qualquer autoridade federal, executivo da construtora ou dirigente do clube paulistano.

A fonte de ambos parece ser uma matéria da Folha de S. Paulo, confusa, mal apurada e mal escrita, da lavra de Evandro Spinelli, datada de 29 de agosto.

Mesmo ali, não há qualquer prova da citada "vergonha", menos ainda se exibe qualquer evidência de que o dinheiro público financiará a obra.

Aliás, os próprios próceres do PSDB, que ergueram trombetas para anunciar o acordo, asseguram que o estádio será erguido com recursos privados.

Mauro Cezar Pereira pratica, portanto, o velho jornalismo de "achismos maliciosos", calcado nos embustes de outros "achistas inveterados".

Como boa parte de seus colegas, Mauro Cezar é preguiçoso.

Não usou seu telefone ou seu computador para tentar, por conta própria, obter alguma prova de sua acusação.

O objetivo é sempre o mesmo: atribuir a Lula a culpa por qualquer evento, real ou fantasioso, que possa servir ao processo seletivo de pulverização de reputações.

Mauro Cezar busca apenas instigar, intrigar e incitar ódios.

"Vergonha", portanto, os brasileiros deveriam ter das gangues de escribas de aluguel que se encastelaram nas redações dos principais veículos de comunicação.

Pessoas de valor e princípio, bons de texto e apuração, estão hoje relegados a assessorias de imprensa ou sobrevivem de freelas para revistas especializadas.

Enquanto isso, há empregos aos montes para Spinellis, Pereiras e Barros.

É o tipo de gente que agrada a Ali Kamel e a Eurípedes Alcântara, os mestres-gurus do jornalismo de encomenda.

Hoje, mais um se mostrou nu, deselegante, com a mão indecentemente no bolso.

E cresceu a galeria dos personagens da pilantragem imprensaleira.

Pena que não exista no PT, tão tímido e preguiçoso, alguém que faça a defesa do presidente e acione a Justiça para enquadrar esse tipo de deformador da informação.

"Cala a boca, Wiilam Waack" ..



e agosto de 2010
Contraponto 3166 -
31/07/2010
Cala a boca, Wiilam Waack
Blog do Miro - 31/07/2010
Por Altamiro Borges

Um vazamento de áudio, na quinta-feira passada (26), expôs a postura arrogante do âncora do Jornal da Globo, que vai ao ar no final da noite. No momento em que a Dilma Rousseff rebatia as acusações levianas sobre a quebra de sigilo fiscal de dirigentes tucanos, Willian Waack deixou escapar a frase: “Manda calar a boca”. Diante da difusão do vídeo pela internet, somente agora a TV Globo emitiu uma nota pedindo desculpas aos telespectadores pela “falha técnica”.

Segundo o sítio Comunique-se, a poderosa emissora garante que Willian Waack não se referiu à presidenciável, mas apenas pediu silêncio à equipe, já que o barulho “prejudicava a concentração dos apresentadores”. Mesmo assim, a lacônica nota tenta enterrar o constrangedor episódio: “Aos telespectadores, a TV Globo pede desculpas pela falha”. Nem o pedido de desculpa nem, muito menos, a estranha justificava devem convencer os que acompanham o trabalho deste jornalista.

Servidor do Instituto Millenium

Willian Waack nunca escondeu a sua oposição frontal ao governo Lula. Com seus comentários e suas caretas, ele sempre procura desqualificar as iniciativas do atual governo, em especial às que se referem à política externa e aos métodos democráticos de diálogo com os movimentos sociais. Seus alvos são as “amizades” de Lula com “ditadores populistas”, como Hugo Chávez, Cristina Kirchner e Evo Morales, e a sua “conivência” como movimentos “fora da lei”, como o MST.

No seminário do Instituto Millenium, em março passado, ele foi um dos mestres de cerimônia do convescote dos barões da mídia e ficou visivelmente empolgado com os incontáveis ataques ao “autoritarismo do governo Lula”. Na ocasião, a direita midiática procurou unificar sua pauta para a campanha presidencial e deixou explícito que concentraria todo o seu fogo contra a candidata Dilma Rousseff. Willian Waack foi uma das estrelas desta conspiração direitista e golpista.

Entrevista ou provocação policialesca

Mesmo após o lamentável episódio do vazamento do áudio, o apresentador segue caninamente as orientações traçadas no Millenium. No Jornal da Globo de ontem, que iniciou uma nova série de entrevistas com os presidenciáveis, ele se postou como um torturador diante da ex-ministra, no mesmo tom provocador do seu coleguinha Willian Bonner. Não fez nenhuma pergunta sobre as propostas da candidata ou sobre temas de relevo para a sociedade. Tentou, apenas, desgastá-la.

Como observou o blogueiro Luis Nassif, a entrevista procurou explorar factóides, insistindo nas especulações sobre quebra de sigilo fiscal, fatiamento do futuro ministério, influência de José Dirceu e outras bravatas demotucanas. “Surpreendente, porque Waack é dos mais preparados jornalistas da televisão. Se descesse do pedestal para discutir conceitos com a candidata, poderia ter proporcionado aos telespectadores um dos momentos altos do jornalismo nessa campanha”.

Momento de revolta do âncora

Mas não dá mais para esperar “jornalismo sério” de Willian Waack. Seus compromissos hoje são outros. O vazamento do vídeo simplesmente pode ter expressado um momento de ira do âncora da TV Globo, indignado com o definhamento da candidatura do demotucano José Serra e com crescimento de Dilma Rousseff. Afinal, os telespectadores não seguem mais as suas opiniões e as suas caretas. Na prática, a sociedade está mandando um recado: “Cala boca, Willian Waack”.
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Hora da virada !!!!