Em palestra no 4º Encontro de Blogueiros, em São Paulo, ex-presidente afirmou que, daqui para a frente, "toda vez que puder abrir a boca, a questão da regulação será a primeira [mencionada]"; Lula fez duros ataques à imprensa - "o que vejo aqui é uma mídia que desanca o País" - e criticou "ataques preconceituosos" contra a presidente Dilma Rousseff, classificando como "falta de respeito" o discurso do deputado Paulinho da Força, no 1º de Maio, que pediu "Dilma na Papuda"; petista alertou ainda para o "choque de gestão" do PSDB; segundo ele, o lema significa "redução de salário e dispensa de trabalhador"
Mente vazia, oficina do sistema da mídia golpista
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sexta-feira, 16 de maio de 2014
domingo, 16 de março de 2014
Rebelo e as mentiras sobre a Copa
A Copa do Mundo virou uma guerra de informação. Nas redes sociais, o investimento, inclusive estrangeiro, na divulgação do mote “não vai ter copa” é impressionante. O ponto fraco dessa campanha contra Copa é que ela vive da desinformação. Há mil motivos justos para protestar contra injustiças no Brasil. Mas a Copa não é um deles, porque é um evento que vai gerar empregos, impostos, divisas. Cancelar a Copa do Mundo geraria prejuízo econômico e, portanto, menos investimento em saúde e educação.
Sobre o tema, o ministro do Esporte, Aldo Rebelo, deu uma importante entrevista à Rede Brasil Atual. Destaco um trecho:
O ministro também falou a respeito das obras de mobilidade e garantiu a entrega, antes do final do evento, de mais de 90% das que estão previstas. Comentou, ainda, que são obras que “nenhuma seleção e, provavelmente, nenhum turista da Copa vai utilizar”, como a ligação das avenidas Jacu-Pêssego-Radial Leste, em São Paulo. “São obras para o trabalhador. A Copa do Mundo foi apenas uma referência para o governo federal antecipar obras de mobilidade urbana”, ressaltou.
Rebelo menciona também obras que, em sua avaliação, darão retorno para as populações de várias regiões do país. “No caso de Cuiabá (MT), por exemplo, o prefeito (Mauro Mendes) disse que a Copa antecipou pelo menos em 30 anos a construção do Veículo Leve sobre Trilhos. Tem o metrô de Fortaleza. Essa ligação da Jacu-Pêssego; a Fatec em Itaquera, que recebeu investimentos dos governos federal, estadual e municipal. Itaquera, que é o bairro com menor IDH de São Paulo, mudou. E isso ocorre em todo o Brasil. O impacto da Copa do Mundo vai além do emprego que será gerado”, disse.
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Resumo da entrevista na Rede Brasil Atual. A íntegra dela pode ser lida aqui.
Aldo Rebelo: ‘A cada real de investimento público na Copa, há R$ 4 do setor privado’
Ministro do Esporte expõe números e defende legado positivo da Copa para a economia e os empregos. Para ele, quem é contra o evento ou está mal informado ou tem objetivos políticos
por Redação RBA publicado 14/03/2014 11:52, última modificação 14/03/2014 17:22
Aldo Rebelo, ministro dos Esportes: números e dados à disposição para mostrar importância da Copa
São Paulo – O ministro do Esporte, Aldo Rebelo, afirma que a Copa do Mundo criará 3,6 milhões de empregos. Ele garantiu a entrega de mais de 90% das obras de mobilidade urbana e reforçou que o evento deixará reflexos positivos para o trabalhador brasileiro. Segundo o ministro, o dado sobre a abertura de postos de trabalho integra documento elaborado pela consultoria norte-americana Ernst & Young e a Fundação Getúlio Vargas.
“É um estudo de mercado e não foi encomendado pelo governo federal. Nem realizado a nosso pedido. Foi feito para criar referências ao mercado”, explicou, durante visita à sede da CUT em São Paulo, onde foi recebido pelo presidente da central, Vagner Freitas, e pelo presidente da CUT-SP, Adi dos Santos Lima. Na ocasião, Rebelo concedeu entrevista à jornalista Vanilda Oliveira e garantiu que não há evento, canteiros de obras e condições de trabalho mais fiscalizados e controlados do que os da Copa.
O estudo citado por ele faz referência ao crescimento do PIB, com o cálculo de que a Copa produzirá crescimento de 0,4% ao ano até 2019. E destaca também dados relacionados a arrecadação tributária, investimentos públicos e privados. “O relatório aponta que, para cada R$ 1 real de investimento público, há a contrapartida de quase R$ 4 de investimentos privados”, afirmou Rebelo.
O ministro também falou a respeito das obras de mobilidade e garantiu a entrega, antes do final do evento, de mais de 90% das que estão previstas. Comentou, ainda, que são obras que “nenhuma seleção e, provavelmente, nenhum turista da Copa vai utilizar”, como a ligação das avenidas Jacu-Pêssego-Radial Leste, em São Paulo. “São obras para o trabalhador. A Copa do Mundo foi apenas uma referência para o governo federal antecipar obras de mobilidade urbana”, ressaltou.
Rebelo menciona também obras que, em sua avaliação, darão retorno para as populações de várias regiões do país. “No caso de Cuiabá (MT), por exemplo, o prefeito (Mauro Mendes) disse que a Copa antecipou pelo menos em 30 anos a construção do Veículo Leve sobre Trilhos. Tem o metrô de Fortaleza. Essa ligação da Jacu-Pêssego; a Fatec em Itaquera, que recebeu investimentos dos governos federal, estadual e municipal. Itaquera, que é o bairro com menor IDH de São Paulo, mudou. E isso ocorre em todo o Brasil. O impacto da Copa do Mundo vai além do emprego que será gerado”, disse.
Ele admite que há desinformação em relação à preparação do evento, com objetivo de promover um sentimento de contrariedade à realização da Copa no Brasil. “Há um principio que foi tornado lei em comunicação citado pelo ‘Príncipe da Comunicação’, o nazista Joseph Goebbels, de que uma mentira contada mil vezes torna-se uma verdade. Não há mil mentiras que repetidas dez mil vezes passem a valer por uma verdade. A Copa é um evento disputado por todo o Mundo… Se não houver um mínimo de contrapartida à desinformação os próprios veículos de comunicação acabarão perdendo credibilidade. Eles vão ser obrigados a fazer um contraponto à campanha negativa que fizeram antes”, acredita o ministro.
terça-feira, 3 de dezembro de 2013
Os efeitos políticos de novos protestos de rua em 2014
Estamos a menos de um mês do ano eleitoral de 2014 e, até aqui, ainda não houve uma discussão profunda sobre o que pode ocorrer caso os interesses políticos e econômicos que levaram centenas de milhares de pessoas às ruas de todo o país em junho último consigam reeditar, naquele mesmo ano eleitoral, uma catarse que resultou em nada.
E o que é pior – ou melhor, para alguns – é que já existe um mote para levantar um novo movimento de massas análogo ao deste ano: a Copa do Mundo.
Em junho, sob o mote de impedir pequenas altas no preço das passagens de ônibus, metrô e trens de subúrbio – altas literalmente irrisórias, mas que induziram muitos a crer que seriam um castigo insuportável para a população –, conseguiu-se manipular a opinião pública a um ponto tão impressionante que parecia que estava sendo reeditada, por aqui, a “Primavera Árabe” – ou seja, a luta dos povos árabes para se libertarem de ditaduras longevas e cruéis.
Agora imaginemos quanto se pode fazer com uma matéria-prima como a Copa…
De fato, o país está gastando muito com a Copa. Mas é isso o que se tem que fazer para ganhar: há que gastar para, depois, obter o retorno – em turismo, em movimentação da economia e, ainda, deixando, após o evento, toda estrutura edificada para recebê-lo.
Contudo, em um país em que ainda vicejam tantos dramas sociais, em um país no qual falta dinheiro para Saúde, para Educação, para saneamento básico etc., é simples demonizar um evento como o que o país sediará em 2014 – ainda que o grosso dos gastos esteja a cargo do setor privado e que eles sejam precursores de lucro que o país irá auferir por tê-los feito.
Todas as estratégias políticas dos candidatos aos mais diversos cargos no Executivo e no Legislativo estão sendo traçadas sob um quadro de normalidade democrática. Desde a redemocratização do país, jamais tivemos uma eleição em que massas imensas foram às ruas protestar.
Quem seria o principal prejudicado pela reedição da catarse de junho, só que em pleno ano eleitoral? Quem governa, claro. Mas não só. Além de novos protestos poderem se tornar fatais para governadores e para a presidente da República, os candidatos ao Legislativo e seus partidos também serão afetados.
Nesse aspecto, uma carta de leitor publicada na quarta-feira em um dos jornais alinhados com a oposição ao governo Dilma Rousseff (a Folha de São Paulo) repete uma constatação que já se fez nesta página.
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O Datafolha acaba de mostrar que Dilma sobe em todos os cenários e que a oposição encolhe. Chego à triste conclusão que aquelas manifestações de junho aconteceram no ano errado. Deveriam ter eclodido em 2014, às vésperas das eleições, quando o governo não teria tempo hábil para reagir.
Ronaldo Gomes Ferraz (Rio de Janeiro, RJ)
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Alguns argumentarão que governantes de todos os partidos foram afetados pelos protestos de junho, mas não é bem assim. Em primeiro lugar, a perda de popularidade que afetou, por exemplo, Dilma, Geraldo Alckmin e Fernando Haddad – só para ficarmos nos governantes mais importantes do país – atingiu muito mais aos petistas do que ao tucano.
Matéria da Folha de São Paulo sobre pesquisa Datafolha publicada em 1º de julho deste ano mostra que o prejuízo de imagem que os protestos do mês anterior causaram aos partidos da base aliada do governo Dilma e à titular desse governo foi bem maior do que os prejuízos que sofreram políticos da oposição demo-tucana.
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FOLHA DE SÃO PAULO
1º de julho de 2013
Após protestos, aprovação de Dilma, Alckmin e Haddad cai
Presidente perde 27 pontos, Governador perde 14 e prefeito, 16; Cabral e Paes também são afetados
Índice dos que acham gestão paulistana ruim ou péssima sobe de 21% para 40% em três semanas, diz Datafolha
DE SÃO PAULO
Não foi apenas a popularidade da presidente Dilma Rousseff que acabou corroída pela onda de protestos que tomou o país.
O movimento abalou os índices de aprovação dos governadores dos dois maiores Estados do país: Geraldo Alckmin (PSDB), de São Paulo, e Sérgio Cabral (PMDB), do Rio; e ainda dos prefeitos das duas maiores cidades: Fernando Haddad (PT), o titular da capital paulista, e Eduardo Paes (PMDB), da capital fluminense.
Todos os dados são da pesquisa Datafolha finalizada na sexta-feira passada.
A aprovação de Alckmin caiu 14 pontos no intervalo de três semanas –Dilma perdeu 27 pontos no mesmo período. Os 52% de avaliação positiva do tucano em 7 de junho, pouco antes do início dos protestos, foram reduzidos para 38% na pesquisa recente.
Na semana do auge dos protestos, Alckmin foi criticado pelo comportamento da Polícia Militar, que num primeiro momento agiu com violência durante passeatas e depois, diante das críticas, teria reduzido o rigor no combate ao vandalismo.
O Estado também administra tarifas dos trens e do metrô, que também subiram, mas, mediante a pressão das ruas, acabaram tendo o reajuste cancelado.
Abalo ainda maior foi sentido por Haddad, cuja administração tem só seis meses.
Seu índice de aprovação caiu 16 pontos em três semanas, de 34% para 18%. A reprovação do petista (soma dos julgamentos ruim e péssimo) subiu de 21% para 40%.
Haddad se expôs no enfrentamento ao Movimento Passe Livre. No início, disse que não havia margem para negociação. Insistia no argumento de que as passagens de ônibus haviam subido abaixo da inflação. No fim, cedeu.
Na série histórica, a rejeição de Haddad é equivalente às de Jânio Quadros (43%), Marta Suplicy (42%) e Paulo Maluf (41%), quando se trata do mesmo período de gestão.
A aprovação também é parecida com as de outros ex-prefeitos. Em junho de 1986, Jânio tinha 16%. Em 1989, Luiza Erundina marcou os mesmos 16%. Maluf, o prefeito seguinte, fez 20%. Em junho de 2007, Celso Pitta tinha 19%. Quatro anos depois, Marta alcançou 20%. José Serra obteve 30% em julho de 2005.
O único que destoa é Gilberto Kassab, que antecedeu Haddad, com 46%.
Ao longo dos dias de protesto, os paulistanos foram ficando menos críticos com Alckmin e Haddad.
Em 18 de junho, 51% avaliavam o desempenho de Alckmin diante dos protestos como ruim ou péssimo. Esse índice caiu para 39% dia 21 de junho. E voltou a cair na última pesquisa, para 33%.
Com Haddad ocorreu o mesmo, mas em intensidade menor. A má avaliação de seu comportamento era compartilhada por 55%. Caiu para 50%. E depois para 44%.
RIO
Depois de atingir o pico de sua popularidade na série do Datafolha no Estado do Rio, em novembro de 2010, o governador Sérgio Cabral despencou 30 pontos.
No levantamento de sexta-feira, após seis anos e meio de mandato, ele obteve 25% de ótimo e bom, a menor pontuação da série. A soma de ruim e péssimo é maior, 36%.
Cabral foi alvo dos manifestantes, que acamparam na frente de seu apartamento.
A imagem do prefeito do Rio, Eduardo Paes, sai igualmente lesada.
Desde agosto de 2012, seu índice de aprovação caiu de 50% para 30%. A desaprovação fez a trajetória inversa. Subiu de 12% para 33%.
(RICARDO MENDONÇA)
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Note, leitor, que hoje, enquanto Dilma recuperou apenas parte da aprovação, segundo o último Datafolha, Alckmin, que caiu muito menos do que ela durante os protestos, já se refez quase totalmente. E Fernando Haddad nem se recuperou.
O mais interessante é que os protestos de junho foram tonificados pela truculência da polícia militar comandada por Alckmin. Antes de um verdadeiro massacre de manifestantes na avenida Paulista em meados de junho, o Movimento Passe Livre reunira um protesto até considerável, mas restrito quase que só a São Paulo e que não assustava ninguém.
Aquela violência policial fez o movimento se espraiar, levando mais de um milhão de pessoas às ruas de todas as partes do país. O que se poderia esperar, portanto, é que Alckmin e seu partido sofressem mais com aqueles protestos do que os seus adversários, mas foi o contrário. O partido que passou a ser hostilizado nas ruas foi, precipuamente, o PT.
Daí se pode imaginar a quem interessa que, ano que vem, sejam reeditados aqueles movimentos de massa sob a desculpa da Copa do Mundo, mas, obviamente, visando o processo eleitoral.
Quem teve o domínio do fato dos protestos de junho deste ano foram o PSOL e o PSTU sob a batuta de Plínio de Arruda Sampaio (PSOL) e de José Serra (PSDB), sendo que o tucano, após a pesquisa que mostrou a monumental queda de Dilma na pesquisa citada acima, foi levado, em triunfo, ao programa Roda Viva para ser ovacionado por sua jogada “genial” – ou diabólica, como preferirão alguns.
Não é segredo para ninguém que os partidos de oposição que situam-se à esquerda do governo Dilma preferem mil vezes um Aécio Neves ou um José Serra ou um Eduardo Campos no Palácio do Planalto a uma Dilma. Esses partidos dificilmente colherão um benefício pessoal, mas consumarão a vendeta antilulista e antipetista que há anos os move politicamente.
Contudo, tampouco se pode desconsiderar que há, sim, gente boa, idealista e decente tanto no PSOL quanto no PSTU ou em qualquer partido de oposição à esquerda. Assim, para não dizerem que não propus nada, aqui, e para evitar que as eleições sejam alvo de uma trapaça como um movimento eleitoreiro que pode eclodir, indico esse caminho.
Recentemente, fiquei encantado com a postura do deputado Jean Wyllys, do PSOL. Durante o linchamento de José Genoino e de seus companheiros nas redes sociais, de uma forma impressionantemente corajosa ele se opôs ao que estavam fazendo sobretudo seus próprios correligionários. Há, sim, gente séria nesses partidos de esquerda.
Tais partidos, porém, por falta de visão ou por má fé mesmo consideram que não há diferença entre o PT e o PSDB e, assim, tanto faz um quanto o outro no poder. E se conseguirem desencadear novos protestos, um PSOL poderia passar de 3 deputados e um senador no Congresso para, quem sabe, 6 deputados e 2 senadores, se tanto.
O que proponho, pois, é uma aproximação de lideranças petistas com as lideranças lúcidas da oposição à esquerda para convencê-la a parar de fazer o jogo de uma direita que, se retomar o poder, será nefasta também para movimentos sociais que agem em consonância com esses partidos, pois a volta da direita demo-tucana ao poder seria uma catástrofe.
Fica, aqui, o aviso – com antecedência mais do que suficiente: desencadear protestos em 2014 sob desculpa de combater a Copa do Mundo e “gastos” que já terão sido feitos só irá beneficiar a direita. PSOL e PSTU – e os petistas e esquerdistas em geral que apoiaram os protestos de junho – têm que pensar o Brasil acima de suas idiossincrasias.
domingo, 27 de outubro de 2013
SE A COPA MELAR, A CULPA É DO ZÉ A Copa será um prato cheio para a Globo e seus “vândalos” e o zé assistirá de papagaio de pirata.
Saiu na Folha (*), que a Cynara não lê mais:
SUSPEITO DE AGREDIR CORONEL DA PM É PRESO EM SP; 77 MANIFESTANTES SÃO LIBERADOS
Um suspeito de agredir o coronel da PM Reynaldo Simões Rossi está preso no 1º Distrito Policial (Sé), região central de São Paulo. Ele foi detido junto com (sic) outras 77 pessoas que participaram da manifestação no terminal Terminal Dom Pedro 2º, na noite de ontem.
A confusão começou por volta das 20h20, quando os manifestantes invadiram o terminal e depredaram 18 caixas eletrônicos, dois ônibus e cinco cabines de venda de bilhete. A polícia respondeu com bombas. Telefones públicos ficaram destruídos e extintores de incêndio foram usados para quebrar vidros e cabines de venda de bilhete.
Se a segurança da Copa Mundo fracassar e a Copa se tornar um desastre ferroviário – com repercussões eleitorais profundas -, a culpa será do ministro zé da Justiça.
As arruaças no Rio e em São Paulo são questões federais.
Violentas, disseminadas e frequentes deixaram a esfera municipal ou estadual.
É um problema de Segurança do Estado.
Do Estado federal !
E o zé some, como sumiu no dia do leilão de Libra, com a GloboNews a deitar e rolar do lado de fora.
Porque, como se sabe, a Globo Overseas cobre o desgoverno para provocá-lo, como fez com a captura do movimento da doença infantil do transportismo.
E, na Copa das Confederações, quando tentou melar jogos no Rio, em Fortaleza e Belo Horizonte.
A Globo Overseas e os “vândalos” vão querer melar a Copa, com a leniência do zé.
Por que ?
Porque o zé sentou em cima da proposta de criar uma Guarda Nacional como a americana.
Uma Guarda Nacional permanente, sob comando civil – do Ministério da Justiça, quando operante – treinada, equipada, que possa ser mobilizada rapidamente para qualquer ponto do território nacional.
Que, se existisse, estaria, desde já, preparada para TODOS os eventos da Copa.
Desde o desembarque das delegações estrangeiras ao final, no Maracanã.
É de uma obviedade solar que a Globo e os “vândalos” se preparam para transformar a Copa num obstáculo à reeleição da Dilma.
Mas, o zé arquivou a proposta da Guarda Nacional.
Por que será, amigo navegante ?
Primeiro, porque o zé não vai em bola dividida.
Ele é um eterno candidato a Ministro cativo do Supremo e não quer se queimar com quem serve o cafezinho do Gilmar.
Segundo, porque a criação da Guarda exigiria um trabalho competente de articulação política que o vereador zé Cardozo não seria capaz de engendrar, porque jamais demonstrou ter um fiapo de talento para construir espaços políticos.
Exigiria reunir recursos financeiros, orçamentários.
E ele não ia querer enfrentar o Mantega, a Belchior.
Teria que enfrentar a burocracia da Polícia Federal, que ele nunca dirigiu, a ponto de a Presidenta da República ser surpreendida com uma razzia num escritório da Presidência em São Paulo.
Se o zé não controla a PF, como ousaria montar uma Guarda Nacional que colocaria a PF no devido lugar ?
Se a Polícia Federal dá trela às denúncias do Marcos Valeriodantas para pegar o Lula na esquina, imagine se o zé chamaria o delegado-geral para enfiar a Guarda Nacional pela goela abaixo ?
Uma Guarda Nacional à americana exigiria também articular com as Forças Armadas, que ainda não perderam o gostinho de se intrometer para garantir “a lei e a ordem”.
O papel das Formas Armadas é criar uma Defesa capaz de defender o pré-sal.
Não é instalar-se no Morro do Alemão ou patrulhar “vândalos” da Globo na porta do Maracanã …
(Sim, porque a Globo convoca, articula, dirige os protestos e depois critica os “vândalos”…)
A Copa do Mundo será um prato cheio para a Globo.
E o zé estará confortavelmente sentado na tribuna de honra, de papagaio de pirata, função pública que ele exerce com a máxima dignidade.
Paulo Henrique Amorim
(*) Folha é um jornal que não se deve deixar a avó ler, porque publica palavrões. Além disso, Folha é aquele jornal que entrevista Daniel Dantas DEPOIS de condenado e pergunta o que ele achou da investigação; da “ditabranda”; da ficha falsa da Dilma; que veste FHC com o manto de “bom caráter”, porque, depois de 18 anos, reconheceu um filho; que matou o Tuma e depois o ressuscitou; e que é o que é, porque o dono é o que é; nos anos militares, a Folha emprestava carros de reportagem aos torturadores.
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segunda-feira, 8 de abril de 2013
GLOBO VOLTA A INSISTIR NO APAGÃO. DESTA VEZ, EM 2014
No início deste ano, o jornal da família Marinho abraçou a tese de que o Brasil já estava vivendo um apagão informal, com racionamento de energia nas indústrias. Era mentira. Agora, a publicação, que já ganhou o apelido de "O Corvo", volta a prever o colapso do setor elétrico, mas só em 2014, em meio à Copa do Mundo; por que tanto mau agouro?
8 DE ABRIL DE 2013 ÀS 06:07
247 - Na primeira semana de janeiro, os jornais brasileiros abraçaram a ideia de que o País estaria prestes a viver um novo apagão. O mais explícito foi O Globo, da família Marinho, que colocou em sua manchete que as indústrias já estavam racionando energia (leia mais aqui). O apagão, como se sabe, não veio, mas o jornal manteve seu viés extremamente negativo em relação ao governo Dilma, o que fez com que passasse a ser chamado de "O Corvo", e não mais "O Globo", durante certo período, pelo 247 (leia mais aqui).
Nesta segunda-feira, O Globo, mais uma vez, amanheceu como O Corvo. E o mau agouro, agora, diz respeito a 2014. Segundo o jornal, os atrasos nas obras de infraestrutura fizeram dobrar o risco de apagão. Ou seja: o racionamento que não ocorreu neste ano agora está previsto para ocorrer em 2014, em plena Copa do Mundo.
No entanto, de acordo com os dados da reportagem, o risco de colapso do setor elétrico é menor do que a manchete faz supor. Segundo o Globo, a possibilidade de um racionamento subiu de 5% para 9%.
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
terça-feira, 19 de abril de 2011
Folha (*) e CBN usam TCU para detonar a Copa
Às 14h30 desta terça-feira, uma diligente repórter da CBN, a rádio que troca a notícia, replicou a Folha (*) e distorceu o relatório do Tribunal de Contas da União para detonar a Copa.
Como se sabe, o PiG (**) e o PSDB jogam todas as cartelas e bolachas de chopp na aposta de que o Governo da presidenta Dilma não conseguirá produzir estádios, aeroportos ou bolas de futebol para a Copa do Mundo – clique aqui para ler.
Na verdade, aguarda-se para qualquer momento um telefonema da presidenta ao presidente da Fifa, Joseph Blatter, com um apelo patético: transferir a sede da Copa para o Haiti, país muito mais equipado do que o Brasil para sediar uma competição deste porte.
(No mesmo gesto, a presidenta vai sugerir ao Cala Boca Galvão transferir sua modesta residência de Monte Carlo para uma casinha à beira-mar em Port-au-Prince)
Sobre Joseph Blatter, convém rever o vídeo em que o Nunca Dantes enxota os notórios urubus (êpa, falei em urubu?) – clique aqui para ver.
O site Amigos do Presidente Lula – clique aqui para ler – já desmontou a obra piguenta da Folha (*) e da CBN, a rádio que troca notícia:
Como se sabe, o PiG (**) e o PSDB jogam todas as cartelas e bolachas de chopp na aposta de que o Governo da presidenta Dilma não conseguirá produzir estádios, aeroportos ou bolas de futebol para a Copa do Mundo – clique aqui para ler.
Na verdade, aguarda-se para qualquer momento um telefonema da presidenta ao presidente da Fifa, Joseph Blatter, com um apelo patético: transferir a sede da Copa para o Haiti, país muito mais equipado do que o Brasil para sediar uma competição deste porte.
(No mesmo gesto, a presidenta vai sugerir ao Cala Boca Galvão transferir sua modesta residência de Monte Carlo para uma casinha à beira-mar em Port-au-Prince)
Sobre Joseph Blatter, convém rever o vídeo em que o Nunca Dantes enxota os notórios urubus (êpa, falei em urubu?) – clique aqui para ver.
O site Amigos do Presidente Lula – clique aqui para ler – já desmontou a obra piguenta da Folha (*) e da CBN, a rádio que troca notícia:
Folha tucana manipula a notícia: TCU não vê atraso na Copa
Na Uol, da Folha, Jornal de apoio ao PSDB, a manchete “TCU indica atrasos na liberação de verbas para Copa de 2014″
Jornal Correio Braziliense outra manchete “TCU não vê atraso na Copa”
Tribunal acredita que flexibilizar a lei de licitações permitirá o fim das obras a tempo
Na contramão da previsão sombria do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), o Tribunal de Contas da União (TCU) aposta que as obras dos aeroportos e da maioria dos estádios para a Copa do Mundo serão entregues no prazo previsto e não causarão constrangimento por atrasos desnecessários.
Na avaliação de ministros do TCU, incluindo o presidente do órgão, Benjamin Zymler, o estudo do Ipea que apontou que nove dos 13 aeroportos não ficarão prontos em tempo desconsiderou parte importante: a flexibilização das regras de concorrência. O regime especial está em discussão pelo Congresso e é tratado como prioridade pela base governista para ser aprovado no primeiro semestre.
Zymler elogiou a proposta em análise pela Câmara. Segundo ele, o TCU destacou técnicos para contribuir com a elaboração do texto. “Podemos dizer que 90% do projeto de lei contém boas práticas e 10% precisa de mais discussão. O TCU está pronto para contribuir”, disse o presidente da Corte.
Entre as ideias para agilizar o processo de concorrência estão a inversão de fases, a não divulgação do orçamento e a possibilidade de adequação dos projetos para atender exigências da Fifa. O órgão que regula o futebol mundial dá-se ao direito de apresentar novas exigências durante ou após a realização de um certame.
O ministro Valmir Campelo, que realizou palestra ontem para colegas do TCU, descartou a possibilidade de atrasos no cronograma atrapalharem o prazo final. “Eu acredito no modelo. Pode haver atraso de dois, três ou quatro meses, mas não vai comprometer”, afirmou. Durante a apresentação do ministro, Lucas Furtado, procurador-geral do Ministério Público junto ao TCU, manifestou contrariedade com a flexibilização da lei de licitações. “Estou preocupado com o afrouxamento da Lei nº 8.666. É possível que percamos a Copa antes de começar o jogo”, vaticinou o procurador. A preocupação é que o regime especial de licitações abra brechas para adendos infinitos nos projetos dos aeroportos de forma a elevar o orçamento total, hoje estipulado em pouco mais de R$ 5,15 bilhões .
(*) Folha é um jornal que não se deve deixar a avó ler, porque publica palavrões. Além disso, Folha é aquele jornal que entrevista Daniel Dantas DEPOIS de condenado e pergunta o que ele achou da investigação; da “ditabranda”; da ficha falsa da Dilma; que veste FHC com o manto de “bom caráter”, porque, depois de 18 anos, reconheceu um filho; que matou o Tuma e depois o ressuscitou; e que é o que é, porque o dono é o que é; nos anos militares, a Folha emprestava carros de reportagem aos torturadores.
(**) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.
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sexta-feira, 15 de abril de 2011
Governo desmente PiG (*), jn e Ipea
Numa reunião de rotina para tratar do Orçamento com a ministra do Planejamento Miriam Belchior, o ministro responsável pela reforma dos aeroportos, Wagner Bittencourt de Oliveira, da Secretaria de Aviação Civil, desmentiu o próprio Governo (o Ipea) e o serviço que o PiG (*) e o jornal nacional prestaram aos tucanos.
Clique aqui para ler: “Oposição e jn apostam no fracasso da Copa”.
Clique aqui para ler no blog Os Amigos do Presidente Lula “O PiG volta à casa e relança caos-aéreo com a oposição”.
Saiu no G1:
Ministro diz que obras em aeroportos estão ‘no cronograma adequado’
Estudo do Ipea informou que 9 dos 13 aeroportos não devem ficar prontos. Wagner Bittencourt disse ainda que governo estuda forma para acelerar obras.
Mariana Oliveira Do G1, em Brasília
O ministro Wagner Bittencourt de Oliveira, da Secretaria de Aviação Civil, afirmou nesta sexta-feira (15) que as obras em aeroportos para atender ao crescimento da demanda previsto com a Copa do Mundo estão no “cronograma adequado”, mas que mesmo assim o governo estuda maneira de acelerar as obras.
Estudo do Ipea divulgado na quinta (14) mostra que ao menos 9 dos 13 aeroportos brasileiros que estão em obras para a Copa de 2014 não devem estar prontos a tempo de receber o evento.
“Essa reunião foi de planejamento sobre o andamento das questões das obras do PAC, que acontece periodicamente, da qual participou o Ministro do Esporte, uma vez que existe relação entre obras do PAC e a Copa do Mundo. Discutimos estratégia para acelerar as obras dos aeroportos, para que a gente possa ter uma certa demanda equilibrada não só na Copa, mas para os próximos anos”, afirmou Bittencourt após reunião com a ministra do Planejamento, Miriam Belchior.
Segundo Bittencourt, “as obras estão andando no cronograma adequado para atender as necessidades da Copa”. Ele afirmou que não poderia antecipar quais medidas o governo pode tomar para acelerar as obras. Questionado sobre se a solução passa por convênio com a iniciativa privada, ele afirmou que pode ser uma “opção”.
(…)
(*) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.
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quarta-feira, 23 de junho de 2010
Estratégia que não dá certo
ESTÁ EXPLICADA A PAUTA DE DOSSIÊS E FACTÓIDES MARTELADA PELA MÍDIA DEMOTUCANA: DILMA 40% x SERRA 35% (IBOPE/CNI- 23-06) Aspas para o Estadão: '...Para continuar a ter chances, Serra precisará encontrar um novo discurso e uma nova estratégia de campanha...Fora disso, só lhe restará esperar por um erro da adversária. Mal-comparando, seria jogar como a Grécia jogou frente à Argentina: mesmo precisando da vitória, armou uma retranca e deixou só um jogador na frente.Não funcionou para a Grécia, que acabou desclassificada. Se quiser ganhar, Serra vai ter que partir para o ataque'. Aspas para UOL: ...'Trata-se de uma das piores notícias que o candidato tucano poderia ter nesta fase da campanha. Havia grande expectativa no PSDB de que Serra pudesse neste mês de junho manter-se empatado com Dilma – ou até ultrapassá-la por causa da propaganda em rede nacional apresentada pelos tucanos, além de dezenas de inserções de 30 segundos...não deu certo'
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