Mente vazia, oficina do sistema da mídia golpista

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terça-feira, 30 de agosto de 2016

Na farsa do Senado só falta o Cunha Na 'assembléia geral' do Senado deste dia 29 de agosto, estarão as mesmas repugnantes presenças que participaram da 'assembléia geral' de 17 de abril.

Antonio Cruz / Agência Brasil

A imprensa internacional exprime com absoluta precisão a verdade que a Globo e a imprensa golpista do Brasil escondem.

No mundo inteiro o impeachment é divulgado pelo que é: um golpe de Estado, um atentado à democracia e à Constituição; uma farsa montada por políticos corruptos para derrubar uma Presidente inocente.

O francês Le Monde avalia em editorial que “se esse não é um golpe de Estado, é no mínimo uma farsa”. Para o inglês The Guardian, “o impeachment de Dilma é tragédia e escândalo”. O argentino Página12, por exemplo, lançou o livro “Golpe no Brasil – genealogia de uma farsa”. O New York Times alerta que estão “tentando tirar a líder do Brasil, mas enfrentam acusações contra si mesmos”.

Uma definição original sobre o golpe fez o comentarista português Miguel Sousa Tavares. Atônito com as cenas dantescas que assistiu, ele chamou a deplorável sessão da Câmara dos Deputados de 17 de abril de 2016 como uma “assembléia geral de bandidos comandada por um bandido chamado Eduardo Cunha”.

Naquela “assembléia geral” estavam presentes a Janaína Paschoal e a denúncia comprada a ela pelo PSDB por R$ 45 mil; estava presente o relatório fraudulento elaborado por um cupincha do Cunha; estava também a quase metade dos deputados réus e investigados por corrupção e crimes diversos, inclusive de homicídio; e estavam os neo-canalhas do PSB, alguns canalhas do PDT e todos os canalhas do PSDB, DEM, PTB, PSD, PMDB, PP, PPS.

Apesar de tantas e repugnantes presenças, naquela “assembléia geral” só faltou o essencial: o crime de responsabilidade para aceitar a denúncia e instalar o processo de impeachment da Presidente Dilma. Ainda assim, sob o predomínio do fascismo, a fraude do impeachment foi acolhida e aprovada.

Em 12 de maio o Senado deu seguimento à farsa. Converteu-se, assim, num cenário do crime continuado.

Suas excelências – os senadores e as senadoras golpistas – adotam as devidas cautelas para evitar outra vez o espetáculo escatológico oferecida por sua malta ao mundo em 17 de abril. Eles se esforçam para aparentar recato e serenidade, mas no fundo são uns cínicos que se dissimulam com uma cordialidade apenas aparente. Entre eles, há de se ter maior cuidado com os de fala mansa e controle científico das expressões faciais: são os que fazem o gênero do homicida que crava a faca na vítima olhando-a nos olhos com um sorriso cortês nos lábios.

Essa falsidade toda, contudo, não atenua o crime que estão cometendo, e tampouco retira-lhes a qualidade de integrantes de uma “assembléia geral de bandidos” que, nesta ocasião, não será “comandada por um bandido chamado Eduardo Cunha”.

Na “assembléia geral” do Senado deste dia 29 de agosto, estarão as mesmas repugnantes presenças que participaram da “assembléia geral” de 17 de abril. Outra vez, todavia, a grande ausência será o fundamento legal e constitucional para que os golpistas pudessem julgar, condenar e, sobretudo, cassar a Presidente.

Tão ou mais grave que a inexistência de fundamento para o impeachment, porém, são as duas fraudes grotescas que a defesa da Dilma desmascarou no Senado. A primeira delas, foi a do militante partidário disfarçado de “técnico do TCU” que usou a função pública para forjar um parecer de oposição incriminando a Presidente Dilma.

A segunda fraude desmascarada foi a do outro militante partidário do golpe, o auditor do TCU que também usou o cargo público para participar, com seu comparsa, da redação do parecer incriminador que ele próprio teria de julgar.

As ilegalidades e vícios deste processo são flagrantes. Dariam razão suficiente, segundo o Código de Processo Civil e a Constituição do Brasil, para a completa nulidade do processo e a conseqüente anulação desta farsa que avacalha a imagem do país no mundo.

Dilma é vítima de um julgamento de exceção injusto e de cartas marcadas. Os golpistas não estão conspirando contra a pessoa da Presidente, mas estão atentando contra a democracia, o Estado de Direito e a Constituição.

Na ata da “assembléia geral de bandidos” realizada no dia 29 de agosto de 2016 deverá constar que, no golpe de Estado perpetrado para operar a restauração neoliberal ultraconservadora e reacionária, ecoaram no plenário do Senado, que não estava sendo presidida por Eduardo Cunha, as palavras de Tancredo Neves vocalizadas na madrugada de 2 de abril de 1964: “Canalhas! Canalhas! Canalhas!
”.

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Neoliberalismo século XXI?

Emir Sader


 

 

 

 

 

 

 

 

 

O neoliberalismo do século XX foi uma tragédia. Um neoliberalismo do século XXI seria uma nova tragédia e uma farsa.

por Emir Sader

O neoliberalismo surgiu com o diagnóstico de que a economia capitalista deixava de crescer por excesso de regulamentações. “O Estado não é uma solução, é o problema”, não se cansou de proclamar Ronald Reagan. O que seria problema no Estado seria o excesso de limitações à livre circulação do capital. Liberado desses entraves, o capital voltaria a investir, a economia a crescer e todos voltariam a ganhar.

Porem Marx dizia que o capital não está feito para produzir, mas para acumular. Se ele ganha mais na especulação do que na produção, ele se transfere maciçamente para a especulação. Que foi o que aconteceu em escala mundial, fazendo do capital financeiro, na sua forma especulativa, o setor hegemônico no capitalismo, conforme o modelo neoliberal foi se impondo em escala mundial.

Na América Latina, a crítica ao Estado – que abre caminho para o neoliberalismo – se fez em torno da inflação. Ela foi transformada no problema central das nossas sociedades pela propaganda neoliberal, valendo-se de que a crise da dívida de final dos anos 1970 e começo dos anos 1980, acelerou os desequilíbrios econômicos e, com eles, a inflação.

As candidaturas e os governos providenciais que se valiam do combate à inflação voltaram todas suas baterias contra o Estado porque afinal de contas é o Estado quem, com as contas desequilibradas, gasta mais do que arrecada e emite mais moeda do que a criação de riqueza, gerando inflação. Terminar com a inflação a todo custo levou a Carlos Menem, depois de crises de hiperinflação, a decretar a paridade entre o peso e o dólar, como se fosse possível fazê-lo por decreto. Se estancava a hemorragia, mas ao preço de terminar com a vida do paciente, que foi o que aconteceu com a mais grave crise a historia argentina, entre 2001 e 2002, quando explodiu a paridade e o país se viu jogado na miséria.

FHC subiu nessa onda, com seu Plano Real, que lhe permitiu se eleger e reeleger como presidente do combate à inflação. Ele usava um mote com raízes na realidade: a inflação é um imposto aos pobres que, quanto mais avança o mês, mais perdem seu poder aquisitivo, enquanto outros setores se defendem o até ganham com a inflação. E esta havia realmente ficado fora de controle, sem chegar à hiperinflação pelos mecanismos de indexação que existiam na economia brasileira.

Daí veio o sucesso do governo de FHC, sua eleição e reeleição. Porém, nao distribuiu renda, promoveu a desigualdade e a exclusão social, levou à quebra da economia brasileira, transferindo a inflação para dívida pública, que aumentou mais de 10 vezes no seu governo. Assinou três leoninos acordos com o FMI, com todas suas implicações econômicas e sociais, jogando o país numa estagnação profunda e prolongada, de que só saímos no governo Lula.

Este não apenas conseguiu retomar o crescimento econômico, como o fez com distribuição de renda e saída dos endividamentos com o FMI. Se FHC já havia sido derrotado pela incapacidade de eleger seu sucessor, a consagração do modelo levado a cabo por Lula fez da imagem de FHC uma das mais desgastadas no país.

Como é possível que agora o Brasil esteja sob o risco de um novo ciclo neoliberal? Sem ir às discussões dos erros do governo e da esquerda em geral – incluindo os movimentos do campo popular -, é preciso destacar a monstruosa campanha que a mídia monopolista privada desenvolve contra o governo há anos, preparando um cenário como o atual.

Para criar um clima que necessitaria soluções neoliberais – como corte dos salários, elevação do desemprego, redução a um mínimo dos bancos públicos, duro ajuste fiscal – foi necessário criar um pais fictício, em que a inflação de 6% ao ano foi tornada um clichê de “descontrole inflacionário”. Sem este mote seria impossível elaborar o programa de ajuste da direita. Associado ao diagnóstico absurdo de que seria um salario mínimo alto que brecaria a retomada da expansão, fica pronto o cenário para as medidas impopulares que Aécio anuncia.

Da primeira vez, no governo FHC, o neoliberalismo foi uma tragédia. Desta vez seria uma farsa, porque nem sequer o descontrole inflacionário existe. Foi em nome dele que FHC fez os ajustes que levaram ao Estado mínimo, às privatizações, à abertura escancarada da economia ao mercado internacional, a precarização das relações de trabalho, entre outras medidas antipopulares. Agora, nem sequer o detonante – o descontrole inflacionário – existe. Seriam medidas tomadas a frio, contra os salários, contra o nível de emprego, contra os bancos públicos, contra o papel regulador do Estado, contra a política externa soberana, contra a exploração do pré-sal pelos e para os brasileiros.

A crise profunda e prolongada da economia na Europa, no EUA, no Japão ou, aqui mesmo, a situação catastrófica do México, confirmam o que o neoliberalismo pode prometer para os países no século XXI.

O neoliberalismo do século XX foi uma tragédia. Um neoliberalismo do século XXI seria uma nova tragédia e uma farsa.

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Abafando a cachoeira

Abafando a cachoeira



Desde ontem, a grande imprensa começou a tornar evidente aquela “Operação Abafa” sobre o caso Demóstenes-Cachoeira.
Primeiro, o Estadão, com áudios  absolutamente vazios de supostas conversas entre o deputado Protógenes Queiroz e o agente “Dadá”, que -ao que parece – arapongava para meio mundo. Protógenes, um delegado de polícia, não tem nenhum diálogo comprometedor com o agente e, se teve, nada melhor que esclarecer isso numa CPI. Aliás, é estranho que seis telefonemas vazios de Protógenes a alguém que, oficialmente, pertencia à um órgâo de investigação sejam notícia e não o sejam os 200 telefonemas entre o próprio Cachoeira e o editor da revista veja, Policarpo Júnior, numa parceria “pelo bem do Brasil” que já durava oito anos.
Mas hoje O Globo deixa mais claro o jogo, servindo-se de uma declaração do presidente do PT, Rui Falcão, que liga o caso Cachoeira a possíveis montagens contra o Governo Lula feitas com a ajuda da conexão Cachoeira-Veja, que parece continua a ser um tabu para a mídia.
Logo, em nome do esclarecimento do dito “mensalão”, abafe-se a Cachoeira…
A democracia não pode conviver com a divulgação seletiva de irregularidades. É preciso que o inacreditável poder de um bicheiro sobre a mais altas figuras da política e da imprensa não fique sendo demonstrado aos pedaços, contra aqueles a que “interessa” desmoralizar, mas encobrindo as figuras que o conservadorismo e a mídia tem no seu altar.
Corrupção não é assunto que requeira “segredo de justiça” em sua apuração, salvo em ocasiões especialíssimas, no curso de investigações. E são a mídia e a Polícia Federal, apenas, quem está escolhendo o que deve ser divulgado, a conta-gotas.
O povo brasileiro e a própria credibilidade da democracia brasileira exigem que tudo venha à tona.
Se Carlos Cachoeira tem ligações com a investigação sobre o “mensalão”, que elas apareçam. Se tem ligação com as denúncias que, onda após onda, a Veja apresentava, servindo-se de escutas e filmagens providenciadas pelo bicheiro, que se apure. Existem pessoasdo esquema Cachoeira que o afirmam expressamente.
O que não se pode é fazer da divulgação parcial e seletiva de gravações, escolhendo os personagens e os contextos “que interessam”, uma “verdade” conveniente, que determina quem deve ser execrado e quem  deve ser preservado.
Do contrário, seria melhor que se desistisse de uma CPI e se deixasse o próprio STM – Supremo Tribunal da Mídia, a mais alta corte política do Brasil – decidisse – como decide há anos – quem deve ser impiedosamente decapitado e quem vai, como fez Demóstenes Torres durante muitos anos, posar de paladino da moralidade, embora enterrado até o pescoço no pântano das cumplicidades escusas.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

LULA ESPETA EM SERRA A SÍNTESE DE UMA CAMPANHA FEITA DE CALÚNIAS E MENTIRAS: FARSANTE!


Globo e Folha se empenham. E dão um bônus ao farsante: não foi só bolinha de papel, teve também um rolinho de fita crepe --'de meio quilo', pede Serra. Serra: menos, menos, assim nem o Molina emplaca. 


No discurso mais duro de toda a campanha eleitoral, pronunciado no Rio Grande do Sul, o Presidente da República desmascara o candidato demotucano no caso da "agressão" em Campo Grande. Lula denunciou a cumplicidade do médico que atendeu o ex-governador de São Paulo e comparou o tucano ao goleiro Rojas. Todos os ingredientes apontam para um episódio que pode significar a pá de cal numa candidatura cujo derradeiro lastro de coerencia advém do apoio que recebe da extrema direita religiosa, política e midiática.

FALA LULA:

"A mentira que foi produzida ontem pela equipe de publicidade do candidato José Serra é uma coisa vergonhosa. Ontem deveria ser conhecido como dia da farsa, dia da mentira". (Leia o discurso de Lula: 'Dia da Mentira'; leia também a repercussão da farsa no Twiter e na web: '‘Na bolinha de papel estava escrito: "Não se larga um líder ferido na estrada', Assinado, Paulo Preto". E não perca:'A tomografia de uma fita crepe', o desabafo de um eleitor tucano envergonhado). 

INDIGNAÇÃO MOBILIZA INTELIGENCIA BRASILEIRA 
"...a agressividade da campanha do adversário tem produzido movimentos sólidos de unidade em torno da candidatura Dilma, por parte de uma esquerda que estava dispersa desde 2002" (Inês Nassif; Valor, 21-10)

- dia 23, sábado, caminhada Pró-Dilma na Vila Madalena-SP; concentração às 10:30 hs, entre as ruas Fradique Coutinho e Wizard; -dia 25, 2º feira, na Filosofia da USP, às 18 hs, gigantesco ato suprapartidário de apoio a Dilma. (Leia mais sobre manifestos e o intercurso entre Serra e a extrema-direita religiosa e política)
(Carta Maior, 22-10)

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

PiG tenta esconder que livro do Amaury era para Aécio



Depois da sórdida cobertura do jn de ontem – clique aqui para ler.

Na primeira página da Folha (*).

Na primeira página do Estadão.

E na primeira página do Globo.

O PiG (**) escondeu o Aécio.

Clique aqui para ler “PF diz que Folha mentiu”.

Clique aqui para ler “Amaury trabalhou para Aécio”.

Clique aqui para ler “Folha fez o que Dilma não conseguiu: mostrou que Aécio não dá um voto ao Serra”.

O jn e o Bom (?) Dia Brasil omitiram informação essencial: a PF não achou nenhum vínculo entre a encomenda do Aécio ao Amaury e a campanha da Dilma.

Ou seja, não foi a Dilma quem mandou o Amaury escrever o livro.

Nem a Dilma pretendia usar os dados do livro do Amaury, mas, sim, o Aécio, para se proteger do Serra e do Marcelo Lunus Itagiba.

O jn e o Bom Dia Brasil dizem que a PF não vai investigar a motivação política da quebra de sigilo.

Ou seja, para a Globo, a PF prevarica.

Não, a PF não vai investigar, porque não encontrou nenhum indício de que houvesse motivação eleitoral.

Ou seja, a PF não pode investigar aquilo que o PiG (**) decide que a PF deva investigar.

Se o Diretor Geral da Policia Federal não fosse o Dr Corrêa,, entrava com um processo contra a Globo por acusação de “prevaricação”.

Mas, o Dr Corrêa, sabe como é, amigo navegante, o Dr Corrêa ainda não achou o áudio do grampo.

O vice-presidente do PSDB, o impoluto Eduardo Jorge, aquele que ligava para o Juiz Lalau do gabinete do FHC, deu substanciosa entrevista à Globo.

Disse o inatacável Eduardo Jorge: como dizer que o PSDB (o Aécio) encomendou um dossiê, se não há dossiê.

O que é isso, EJ ?

Pensa que o espectador é bobo ?

E o livro do Amaury, encomendado – segundo o Amaury – para o Aécio se proteger do Serra ?

O livro não é O dossiê ? Ou, o dossiê é o livro, EJ. 

O dossiê se chama “Nos porões da privataria”, cujo prefácio, com autorização do Amaury, este ordinário blog publicou.

O PiG (**) tem dois problemas.

Primeiro, fazer o pessoal lá de Marechal entender que o Amaury fez tudo isso para beneficiar a Dilma e prejudicar o coitadinho do Serra.

(Serra é aquele que levou um rolo de fita crepe na cabeça e lamenta que não tenha sido um tijolo).

Segundo, esconder o óbvio: o Aécio não vai depositar um único, solitário voto para o Serra em Minas.

Eles se odeiam.

E se juntam como a água e o azeite.

Em tempo: a ilustração deste ordinário post é uma colaboração da amiga navegante Dolores, que enviou o seguinte e-mail: 

Oi, Paulo! Tenho 24 anos e venho acompanhando o site do conversa afiada há algum tempo durante essas eleições porque sei que lá a verdade não é falseada, maquiada muito menos escondida como acontece no o “PiG (*)”.


Queria, primeiramente, agradecer pelos seus posts e segundamente compartilhar a charge que acabei de fazer e postar no facebook depois de assistir a essa palhaçada de fita crepe!!!


Em anexo está o desenho e abaixo o textinho que o acompanha! ;)

Depois de meses de cálculos e pesquisas, eis o plano infalível que derrubou o candidato Serra no dia de hoje. Apesar de ser altamente confidencial, parece que o candidato descobriu o plano e, com ajuda da Rede Globo, tornou pública a ação maliciosamente planejada pelo inimigo.

Um enfurecido militante do Partido dos Trabalhadores, a despeito do traje branco, simbolizando a paz, que vestia, teria odiosamente lançado um rolo de fita crepe tendo como alvo a careca do candidato tucano.

“Uma ação violenta, me pareceu uma coisa pré-organizada, não foi nada espontânea, nem de longe, e é uma coisa que puxa pro ódio.”

(José Serra)


Grande abraço,


Dolores Marques



Paulo Henrique Amorim


(*) Folha é um jornal que não se deve deixar a avó ler, porque publica palavrões. Além disso, Folha é aquele jornal que entrevista Daniel Dantas DEPOIS de condenado e pergunta o que ele achou da investigação; da “ditabranda”; da ficha falsa da Dilma; que veste FHC com o manto de “bom caráter”, porque, depois de 18 anos, reconheceu um filho; que matou o Tuma e depois o ressuscitou; e que é o que é,  porque o dono é o que é; nos anos militares, a Folha emprestava carros de reportagem aos torturadores.

(**) 
Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.

Farsa: a bolinha de papel que levou Serra à tomografia



Na foto, a impostura quando cai na careca do Serra

Da amiga navegante Bel: 

Bel – Enviado em 20/10/2010 às 22:26


O SBT conseguiu gravar o momento em que um objeto não identificado atinge Serra Rojas.



http://www.sbt.com.br/jornalismo/noticias/?c=1172&t=Serra+é+atingido+durante+caminhada+por

+objeto+não+identificado


Isso, sem falar na entrevista que ele deu ao jn, quase em lágrimas, exaurido, cansado, ofegante, maltrapilho, como se fosse um sobrevivente de Hiroshima.

Um impostor !


Paulo Henrique Amorim