Mente vazia, oficina do sistema da mídia golpista

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quinta-feira, 21 de outubro de 2010

JN mostrou Dilma agressiva em Brasília e Serra, vítima no Rio







Ofereço a vocês quatro reportagens sobre os incidentes no Rio de Janeiro (e uma sobre o evento de Dilma em Brasília).
Elas se completam.
O PSDB, em nota, disse que o candidato foi atingido por um “objeto pesado”, mas que aparentemente não provocou hematoma.
Achei curioso, no Jornal Nacional, que enquanto Dilma aparecia agressiva, em Brasília, José Serra era vítima no Rio de Janeiro.
O que reforça um teste de hipóteses: o Greenpeace foi usado?
Para além de lamentar o baixo nível da campanha, há de se dizer que os militantes do PT carioca embarcaram em uma tremenda canoa furada…

O caso do candidato de Marília. E o que vem por aí

por Luiz Carlos Azenha

Eu era, então, um jovem repórter de TV. Trabalhava na TV Bauru, uma afiliada da Globo. Participei da cobertura das eleições municipais de 1982. A emissora era a responsável pela cobertura da disputa em um número imenso de municípios de toda a região.
Marília era uma destas cidades. Os principais candidatos eram os do PDS (sucessor da Arena, que deu sustentação ao regime militar) e do MDB.
O chefe de reportagem era Luís Malavolta, de quem fui colega posteriormente na Globo de São Paulo e sou agora, na Record.
Faltando pouco tempo para a votação, o candidato do PDS declarou que tinha sido agredido por apoiadores do candidato do MDB. Apareceu todo cheio de gesso, sentado em uma cadeira de rodas. Não era eu o repórter do caso, mas a emissora fez imagens e pretendia levá-las ao ar no Jornal das Sete, um noticiário de âmbito regional. O candidato do MDB, ao saber disso, ligou desesperado para denunciar que se tratava de uma farsa pré-eleitoral. Se não me engano, a solução foi gravar uma entrevista dele por telefone fazendo a denúncia, para acompanhar as imagens.
O candidato do MDB venceu.
Acompanhei outras campanhas sujas. À distância, em Nova York (eu já era correspondente da TV Manchete), a vitória de Collor de Melo sobre Lula.
Em 2006, como repórter da Globo, a tentativa de “derrubar” Lula pelo voto.
Em 2008, talvez a mais suja, travada entre John McCain e Barack Obama, nos Estados Unidos. Teve de tudo: boatos, calúnias, “incidentes” forjados (Obama estudou em uma madrassa na Indonésia, Obama se nega a colocar a bandeira dos Estados Unidos na lapela do paletó, Obama ligado a um pastor “radical”, Obama associado a um terrorista, vídeos falsificados, montagens, ligações disparadas por robôs, etc).
A deste ano, no Brasil, está rapidamente se tornando a mais suja de todas as que testemunhei.
O que esperar na reta final? Mais do mesmo.
Teremos mais dez dias de denúncias na mídia contra a candidata Dilma Rousseff, com certeza.
E, prevê um colega que é do ramo, dependendo do andamento das pesquisas teremos mais um ou dois grandes incidentes. Ele acredita que os “incidentes” vão acontecer no Rio de Janeiro, pela presença na cidade da TV Globo e por se tratar de um estado decisivo para as eleições de 2010.
Trata-se, obviamente, de um exercício de futurologia. A campanha de José Serra entregou-se definitivamente à extrema direita e, para ter alguma chance no dia 31, provocará episódios suficientemente fortes para insuflar seus apoiadores de classe média.
Espero que ele esteja errado.

Puente Llaguno, o documentário que poucos viram no Brasil

Muitos brasileiros já assistiram ao documentário A Revolução Não Será Televisionada, que trata do golpe midiático aplicado em Hugo Chávez, na Venezuela.
Mas pouca gente conhece Puente Llaguno, cuja primeira parte reproduzo acima.
Para ver as partes seguintes, é só ir ao meu canal no You Tube (A Revolução também está lá).
Trata-se de uma análise cuidadosa dos eventos midiáticos que levaram à deposição temporária do presidente venezuelano em 11 de abril de 2002.
A manipulação de uma imagem foi crucial para causar condenação mundial contra o governo chavista nas horas que antecederam o golpe.
De cima da Ponte Lllaguno, em Caracas, chavistas foram flagrados atirando.
A eles foi atribuído um “massacre” que causou comoção e indignação dentro e fora da Venezuela.
Mais tarde ficou provado que a imagem tinha sido manipulada para não mostrar que, na verdade, eles reagiam contra fogo de franco-atiradores postados em edifícios e de agentes da Polícia Metropolitana a serviço da oposição, que foram os verdadeiros responsáveis pela morte de 19 pessoas.
Não se trata, aqui, de comparar situações tão distintas quanto as da Venezuela em 2003 e do Brasil em 2010.
É apenas para demonstrar que o poder de desfazer as mentiras da mídia, mesmo para um governo, é limitado. E que muitas vezes a gente só vai descobrir lá na frente, passados muitos anos, o que de fato se passou em dado momento político ou eleitoral, quais forças atuaram, se houve ou não interferência estrangeira, subterrânea ou dissimulada. Serve de alerta.

"Serra representa Brasil submisso aos interesses dos EUA"



Em entrevista à Carta Maior, o historiador Luiz Alberto Moniz Bandeira afirma que o processo eleitoral brasileiro está infectado por uma intensa campanha terrorista e uma guerra psicológica promovido pela direita e por grupos de extrema-direita, como TFP, Opus Dei e núcleos nazistas do Sul do país. Para Moniz Bandeira, projeto representado por José Serra é o "do Brasil submisso às diretrizes dos Estados Unidos, com sua economia privatizada e alienada aos interesses aos estrangeiros".
CM: Qual a sua avaliação sobre o processo eleitoral brasileiro e sobre a disputa que ocorre agora no segundo turno? Como o sr. caracterizaria os dois projetos em disputa?

Moniz Bandeira: O atual processo eleitoral está infectado por uma intensa campanha terrorista, uma guerra psicológica, promovida não apenas direita, mas pela extrema-direita, como a TFP, OPUS DEI e núcleos nazistas do Sul, e sustentada por interesses estrangeiros, que financiam a campanha contra a política exterior do presidente Lula , pois não querem que o Brasil se projete mais e mais como potência política global. Os dois projetos em disputam são definidos: o Brasil como potência econômica e política global, socialmente justo, militarmente forte, defendido pela candidata do PT, Dilma Roussef; o outro, representado por José Serra candidato do PSDB-DEM, é o do Brasil submisso às diretrizes dos Estados Unidos, com sua economia privatizada e alienada aos interesses aos estrangeiros. 

Evidentemente, os Estados Unidos, quaisquer que seja seu governo, não querem que o Brasil se consolide como potência econômica e política global, integrando toda a América do Sul como um espaço geopolítico com maior autonomia internacional.

CM: Falando sobre política externa, o sr. poderia detalhar um pouco mais o que, na sua visão, as duas candidaturas representam?

MB: A mudança dos rumos da política externa, como José Serra e seus mentores diplomáticos pretendem, teria profundas implicações para a estratégia de defesa e segurança nacional. Ela significaria o fim do programa de reaparelhamento e modernização das Forças Armadas, a suspensão definitiva da construção do submarino nuclear e a paralisação do desenvolvimento de tecnologias sensíveis, ora em curso mediante cooperação com a França e a Alemanha, países que se dispuseram a transferir know-how para o Brasil, ao contrário dos Estados Unidos. Essa mudança de rumos, defendida pelos mentores de José Serra em política externa, levaria o Brasil a aceitar a tese de que o conceito de soberania nacional desaparece num mundo globalizado e, com isto, permitir a formação de Estados supostamente indígenas, em regiões da Amazônia, como querem muitas 100 ONGs que lá atuam. 

CM: E na América Latina? O Brasil aparece hoje como um fator estimulador e fortalecedor de um processo de integração ainda em curso. Que tipo de ameaça, uma eventual vitória de José Serra representaria para esse processo?

MB: José Serra já se declarou, desde a campanha de 2002, contra o Mercosul, como união aduaneira, e sua transformação em uma área de livre comércio, compatível com o projeto da ALCA, que os Estados Unidos tratavam de impor aos países da América do Sul e que o Brasil, apoiado pela Argentina, obstaculizou. Se a ALCA houvesse sido implantada, a situação do Brasil seria desastrosa, como conseqüência da profunda crise econômica e financeira dos Estados Unidos, como aconteceu com o México. 

José Serra também criou recentemente problemas, fazendo declarações ofensivas à Argentina, Bolívia e Venezuela, países com os quais o Brasil tem necessariamente de manter muitos boas relações, goste ou não goste de seus governantes. Trata-se do interesse nacional e não de idiossincrasia política. 

CM: Na sua avaliação, quais foram as mudanças mais significativas da política externa brasileira, que devem ser preservadas?

MB: O governo do presidente Lula, tendo o embaixador Celso Amorim como chanceler, considerado pela revista Foreign Policy, dos Estados Unidos, como o melhor do mundo, na atualidade, alargou as fronteiras diplomáticas do Brasil. Seus resultados são visíveis em números: sob o governo do presidente Fernando Henrique Cardoso, as exportações do Brasil cresceram apenas 14 bilhões, subindo de 47 bilhões de dólares em 1995 para 61 bilhões em 2002. No governo do presidente Lula, as exportações brasileiras saltaram de 73 bilhões de dólares, em 2003, para 145 bilhões em 2010: dobraram. Aumentaram 72 bilhões , cinco vezes mais, do que no governo de Fernando Henrique Cardoso. 

Essas cifras evidenciam o êxito da política externa brasileira, abrindo e diversificando os mercados no exterior. Mas há outro fato que vale ressaltar, para mostrar a projeção internacional que o Brasil. Em dezembro de 2002, último ano do governo de Fernando Henrique Cardoso, as reservas brasileiras eram de apenas 38 bilhões de dólares... Sob o governo Lula, as reservas brasileiras saltaram de 49 bilhões de dólares, em 2003, para 280 bilhões de dólares em outubro de 2010. Aumentaram sete vezes mais do que no governo do presidente Fernando Henrique Cardoso. Tais números representam uma enorme redução da vulnerabilidade do Brasil.

É bom recordar que, logo após o presidente Fernando Henrique Cardoso inaugurar seu segundo mandato, em apenas seis dias, entre 6 e 12 de janeiro de 1999, o Brasil perdeu mais de 2 bilhões de dólares para os especuladores e investidores, que intensificaram o câmbio de reais por dólares, aproveitando ainda a taxa elevada, e suas reservas caíram mais de 4,8 bilhões bilhões, em apenas dois dias, ou seja, de 13 para 14 de janeiro. 

Os capitais, em torno de 500 milhões de dólares por dia, continuaram a fugir ante o medo de que o governo congelasse as contas bancárias e decretasse a moratória. E os bancos estrangeiros cortaram 1/3 dos US$ 60 bilhões em linhas de crédito interbancário a curto prazo, que haviam fornecido ao Brasil desde agosto de 1998. A fim de não mais perder reservas, com a intensa fuga de capitais, não restou ao governo de Fernando Henrique Cardoso alternativa senão abandonar as desvalorizações controladas do real e deixá-lo flutuar, com a implantação do câmbio livre.

CM: O sr. poderia apontar uma diferença que considera fundamental entre os governos Lula e FHC?

MB: Comparar os dois governo ocuparia muito espaço na entrevista. Porém apenas um fato mostra a diferença: o chanceler Celso Amorim esteve nos Estados Unidos inúmeras vezes e nunca tirou os sapatos, ao chegar no aeroporto, para ser vistoriado pelos policiais do serviço de controle. O professor Celso Lafer, chanceler no governo de Fernando Henrique Cardoso, submeteu-se a esse vexame, humilhando-se, degradando sua função de ministro de Estados e o próprio país, o Brasil, que representava. E é este homem que ataca a política exterior do presidente Lula e é um mentores de José Serra, cujo governo, aliás, seria muito pior do que o de Fernando Henrique Cardoso.

A POLIDEZ DO VOTO DÓI MAIS QUE PANCADA:

 

SBT mostra que Serra foi atingido por bolinha de papel


Telejornal da SBT exibe toda a sequência dos lamentáveis e condenáveis fatos ocorridos ontem em Campo Grande e mostra que Serra foi atingido por uma bolinha de papel e só foi colocar as mãos à cabeça 20 minutos depois, após conversar com alguém pelo telefone. A pergunta que não interessa à maioria da mídia brasileira é: Serra simulou um ferimento para explorar o caso eleitoralmente? As imagens exibidas pela SBT colocam em xeque a suposta tomografia que o candidato tucano teria realizado. Uma tomografia por causa de uma bolinha de papel?


O baixo nível da campanha presidencial, antes restrito aos boatos e mentiras divulgados pela internet, às pregações de certas igrejas e ao noticiário de parte da grande mídia – além dos programas eleitorais, é claro – chegou finalmente às ruas. Consequência inevitável.

O tumulto que aconteceu ontem no bairro do Campo Grande, no Rio de Janeiro, entre simpatizantes das candidaturas de Serra e Dilma tem que ser condenado e preocupar as coordenações das duas campanhas, pois pode se repetir e causar maiores danos para ambos. E para o País.

Entretanto, é preciso relatar os fatos como eles aconteceram, e entre os telejornais exibidos na noite desta quarta-feira 20, parece que apenas o SBT Brasil conseguiu mostrar toda sequência dos acontecimentos.
Na matéria fica claro que o objeto que atingiu a cabeça do candidato foi uma simples bolinha de papel. Não foi uma pedra, nem um rolo de papel, nem um rolo de adesivos – versão final comprada pelos jornais do dia – como publicaram ontem os principais portais de notícias.

Pior: segundo a matéria exibida pelo SBT, Serra percebeu que recebera o golpe do objeto e olhou para o chão para identificá-lo. Depois, prosseguiu a atividade em meio ao tumulto sem nenhum dano físico aparentar, com interrupções para entradas e saídas de uma loja e do veículo que o havia conduzido ao local. Passados 20 minutos, segundo o SBT, ele recebeu um telefonema – veja na tela – e imediatamente pôs as mãos à cabeça. Só então decidiu interromper a caminhada.

Em seguida, contou o telejornal, Serra foi levado a um hospital e submetido a uma tomografia. Na tevê, surge o médico que o atendeu, a dizer que não houve ferimento, mas que havia recomendado ao candidato repouso por 24 horas. Ato contínuo, Serra suspendeu o restante da sua agenda do dia.

PiG tenta esconder que livro do Amaury era para Aécio



Depois da sórdida cobertura do jn de ontem – clique aqui para ler.

Na primeira página da Folha (*).

Na primeira página do Estadão.

E na primeira página do Globo.

O PiG (**) escondeu o Aécio.

Clique aqui para ler “PF diz que Folha mentiu”.

Clique aqui para ler “Amaury trabalhou para Aécio”.

Clique aqui para ler “Folha fez o que Dilma não conseguiu: mostrou que Aécio não dá um voto ao Serra”.

O jn e o Bom (?) Dia Brasil omitiram informação essencial: a PF não achou nenhum vínculo entre a encomenda do Aécio ao Amaury e a campanha da Dilma.

Ou seja, não foi a Dilma quem mandou o Amaury escrever o livro.

Nem a Dilma pretendia usar os dados do livro do Amaury, mas, sim, o Aécio, para se proteger do Serra e do Marcelo Lunus Itagiba.

O jn e o Bom Dia Brasil dizem que a PF não vai investigar a motivação política da quebra de sigilo.

Ou seja, para a Globo, a PF prevarica.

Não, a PF não vai investigar, porque não encontrou nenhum indício de que houvesse motivação eleitoral.

Ou seja, a PF não pode investigar aquilo que o PiG (**) decide que a PF deva investigar.

Se o Diretor Geral da Policia Federal não fosse o Dr Corrêa,, entrava com um processo contra a Globo por acusação de “prevaricação”.

Mas, o Dr Corrêa, sabe como é, amigo navegante, o Dr Corrêa ainda não achou o áudio do grampo.

O vice-presidente do PSDB, o impoluto Eduardo Jorge, aquele que ligava para o Juiz Lalau do gabinete do FHC, deu substanciosa entrevista à Globo.

Disse o inatacável Eduardo Jorge: como dizer que o PSDB (o Aécio) encomendou um dossiê, se não há dossiê.

O que é isso, EJ ?

Pensa que o espectador é bobo ?

E o livro do Amaury, encomendado – segundo o Amaury – para o Aécio se proteger do Serra ?

O livro não é O dossiê ? Ou, o dossiê é o livro, EJ. 

O dossiê se chama “Nos porões da privataria”, cujo prefácio, com autorização do Amaury, este ordinário blog publicou.

O PiG (**) tem dois problemas.

Primeiro, fazer o pessoal lá de Marechal entender que o Amaury fez tudo isso para beneficiar a Dilma e prejudicar o coitadinho do Serra.

(Serra é aquele que levou um rolo de fita crepe na cabeça e lamenta que não tenha sido um tijolo).

Segundo, esconder o óbvio: o Aécio não vai depositar um único, solitário voto para o Serra em Minas.

Eles se odeiam.

E se juntam como a água e o azeite.

Em tempo: a ilustração deste ordinário post é uma colaboração da amiga navegante Dolores, que enviou o seguinte e-mail: 

Oi, Paulo! Tenho 24 anos e venho acompanhando o site do conversa afiada há algum tempo durante essas eleições porque sei que lá a verdade não é falseada, maquiada muito menos escondida como acontece no o “PiG (*)”.


Queria, primeiramente, agradecer pelos seus posts e segundamente compartilhar a charge que acabei de fazer e postar no facebook depois de assistir a essa palhaçada de fita crepe!!!


Em anexo está o desenho e abaixo o textinho que o acompanha! ;)

Depois de meses de cálculos e pesquisas, eis o plano infalível que derrubou o candidato Serra no dia de hoje. Apesar de ser altamente confidencial, parece que o candidato descobriu o plano e, com ajuda da Rede Globo, tornou pública a ação maliciosamente planejada pelo inimigo.

Um enfurecido militante do Partido dos Trabalhadores, a despeito do traje branco, simbolizando a paz, que vestia, teria odiosamente lançado um rolo de fita crepe tendo como alvo a careca do candidato tucano.

“Uma ação violenta, me pareceu uma coisa pré-organizada, não foi nada espontânea, nem de longe, e é uma coisa que puxa pro ódio.”

(José Serra)


Grande abraço,


Dolores Marques



Paulo Henrique Amorim


(*) Folha é um jornal que não se deve deixar a avó ler, porque publica palavrões. Além disso, Folha é aquele jornal que entrevista Daniel Dantas DEPOIS de condenado e pergunta o que ele achou da investigação; da “ditabranda”; da ficha falsa da Dilma; que veste FHC com o manto de “bom caráter”, porque, depois de 18 anos, reconheceu um filho; que matou o Tuma e depois o ressuscitou; e que é o que é,  porque o dono é o que é; nos anos militares, a Folha emprestava carros de reportagem aos torturadores.

(**) 
Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.

Farsa: a bolinha de papel que levou Serra à tomografia



Na foto, a impostura quando cai na careca do Serra

Da amiga navegante Bel: 

Bel – Enviado em 20/10/2010 às 22:26


O SBT conseguiu gravar o momento em que um objeto não identificado atinge Serra Rojas.



http://www.sbt.com.br/jornalismo/noticias/?c=1172&t=Serra+é+atingido+durante+caminhada+por

+objeto+não+identificado


Isso, sem falar na entrevista que ele deu ao jn, quase em lágrimas, exaurido, cansado, ofegante, maltrapilho, como se fosse um sobrevivente de Hiroshima.

Um impostor !


Paulo Henrique Amorim