Mente vazia, oficina do sistema da mídia golpista

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segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Filho de Lula sofre armação igual à sofrida pelo irmão do ex-presidente em 2007

filho capa
Em 4 de junho de 2007, a Polícia Federal levou a cabo uma operação espalhafatosa operação de busca e apreensão na casa de Genival Inácio da Silva, o Vavá, irmão mais velho do então presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva. Ele fora indiciado por tráfico de influência no Executivo e exploração de prestígio do irmão no Judiciário.
A ação fez parte da Operação Xeque-Mate, que prendeu, naquele dia, 77 pessoas acusadas de pertencer à máfia dos caça-níqueis e a um esquema de corrupção de policiais militares e civis.
15 dias depois, em 19 de junho de 2007, o Ministério Público desindiciou – por assim dizer – o irmão do ex-presidente por falta de elementos que o ligassem ao caso.
À época, o jornalista Elio Gaspari já havia publicado em suas colunas nos jornais Folha de S. Paulo e O Globo que o “linchamento” que a mídia estava promovendo contra o irmão de Lula não se sustentava em fatos, apenas em indícios frágeis e tinha como objetivo, na verdade, prejudicar o presidente Lula.
Confira, abaixo, a coluna de Gaspari de 17 de junho de 2007.
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Vale lembrar que o ministro da Justiça, à época, era Tarso Genro, ex-governador do Rio Grande do Sul. Assim como José Eduardo Cardozo, hoje, Genro e todos os outros ministros da Justiça dos governos Lula e Dilma jamais atrapalharam ou tentaram impedir qualquer investigação mesmo que atingissem importantes figuras do PT.
Três anos e pouco depois, mais precisamente no ano eleitoral de 2010, a Folha de São Paulo publica matéria que comprova que Vavá foi vítima de uma farsa que visava atingir o irmão.
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Nesta segunda-feira (26), o Brasil assistiu a armação igual à que tentou atingir Lula através de seu irmão oito anos atrás. A Polícia Federal deflagrou mais uma fase da Operação Zelotes e fez operação de busca e apreensão na empresa LFT Marketing Esportivo, que pertence a Luís Claudio Lula da Silva, filho do ex-presidente Lula.
No início do mês, o jornal O Estado de São Paulo publicou matéria que afirmara que uma das empresas de Luiz Cláudio, a LFT Marketing Esportivo, recebera pagamentos de Mauro Marcondes, um dos lobistas investigados por negociar a edição e aprovação da MP 471 durante o governo Lula.
A norma prorrogou incentivos fiscais para o setor automotivo.
Luiz Cláudio, que também é dono da empresa Touchdown, confirmara o recebimento de R$ 2,4 milhões. O filho de Lula, porém, sustentou que os valores se referem a projetos desenvolvidos para uma empresa de Mauro Marcondes, a Marcondes e Mautoni Empreendimentos, em sua “área de atuação”, o esporte.
Mas não é só. Luiz Cláudio tentou explicar ao Estadão que a acusação contra ele não se sustentava por várias razões que detalhou, mas o jornal se recusou a divulgá-las.
Diante da estranhíssima postura do jornal de não querer divulgar essas informações, Luiz Cláudio  está processando “cível e criminalmente” ‘O Estado de S. Paulo’. “Essa matéria é mais uma tentativa irresponsável de criminalização do PT, de Lula e de pessoas ligadas ao ex-presidente”, criticou o deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS).
No texto, o jornal declarou que a Marcondes & Mautoni Empreendimentos teria pago à LFT Marketing Esportivo, de Luis Cláudio, para que Lula publicasse a medida provisória 471, de 2009, que oferecia benefícios fiscais às montadoras.
Os valores citados, no entanto, fazem parte de um projeto contratado e executado entre 2014 e 2015, cinco anos depois da aprovação da MP. “O valor recebido pela LFT Marketing Esportivo foi contabilizado e declarado legalmente”, declara a nota divulgada à imprensa por Luis Cláudio.
“A linha temporal destrói o argumento central ao tornar impossível a relação causal dos fatos”, destaca a nota. “É uma matéria que não se sustenta. Os fatos foram ignorados na elaboração da matéria e o simples conhecimento deles seria suficiente para desmontar o factoide criado”, disse Pimenta.
O deputado lembrou que a MP prorrogou incentivos que foram criados a partir de uma articulação em 1999, pelo então senador Antônio Carlos Magalhães, para incentivar a instalação de fábricas automobilísticas nas Regiões Norte e Nordeste.
“Em 2009, a proposta foi aprovada por unanimidade, defendida no Congresso por Tasso Jereissati (PSDB-CE), José Agripino (DEM-RN) e tendo como relator José Carlos Aleluia (DEM-BA)”, apontou.
A medida, de acordo com Paulo Pimenta, foi aprovada sem emendas. “A iniciativa do líder do PSDB (Aloysio Nunes) é reveladora de que tudo isso parte de uma estratégia mentirosa que cria a ideia de uma suposta irregularidade”, avaliou o deputado.
“Não há nenhuma lógica, nenhum sentido nas acusações do jornal. A MP era de interesse do País, beneficiava estados governados pelo PSDB, como Goiás e relatada por partidos de oposição”, rebateu Pimenta.
Luis Cláudio, filho de Lula, é proprietário da empresa LFT Marketing Esportivo, que presta serviços apenas para o setor privado. Os valores recebidos por trabalhos prestados para a Marcondes & Mautoni foram declarados em imposto de renda.
“Essas informações foram disponibilizadas para a imprensa, que ignorou para justificar uma relação espúria que nunca existiu”, disse Pimenta. Segundo o parlamentar, a matéria é um “factoide criminoso produzido com fundo partidário como parte de uma estratégia para o momento político que estamos vivendo”.
Contudo, assim como ocorreu com o irmão de Lula, a busca em seu escritório não dará em nada. Chega a ser ridículo acharem que encontrarão alguma evidência de negociata de uma medida tomada por Lula em 2009 no âmbito da crise econômica mundial que eclodira no fim do ano anterior.
Lula prorrogou incentivos fiscais às montadoras assim como para muitos outros setores da economia, em 2009, na tentativa de impedir que o país entrasse em recessão. Seu filho Luiz Cláudio fundou a empresa LFT marketing esportivo em 2011 e o contrato com a empresa de Mauro Marcondes foi fechado em 2014.
A tese maluca é a de que Lula emitiu uma medida provisória em 2009 para beneficiar o filho e a propina que o beneficiaria foi paga nada mais, nada menos do que CINCO ANOS DEPOIS. Alguém já viu isso, propina paga cinco anos após o ato de corrupção?
Pior de tudo é a conduta do Estadão ao se recusar a informar esse fato aos seus leitores. É isso mesmo, caro leitor: o jornal não quer que seu público saiba que a suposta “propina” ao filho de Lula só foi paga cinco anos após o suposto ato do pai para beneficiar montadoras de automóveis.
Essa artilharia contra Lula, não para. Todo santo dia há uma acusação diferente. Nada é provado, mas o noticiário ajuda a “fundamentar” os grupos antipetistas que, sob financiamento obscuro de milhões de dólares, mobilizam pessoas a não fazerem mais nada na vida além de atacar o PT com manifestações, bonecos gigantes e caríssimos etc.
Este Blog volta a dizer: esse tipo de informação que você está lendo deveria ser divulgada em escala internacional para que o mundo saiba da conspiração fascista que está tentando sepultar a democracia brasileira e inaugurar um regime autoritário no país, com perseguições políticas e até violência física, com ataques a bomba e espancamentos nas ruas.

segunda-feira, 9 de junho de 2014

Não imagine na Copa, porque ela é uma realidade

holandesa
Tomei um avião, hoje de manhã, do Rio para Brasilia.
Duas cidades-sede da Copa.
Tranquilidade completa.
O avião era da Azul, destes que tem TV a bordo.
Assisti, portanto, o esforço da Globo em tentar mostrar algum problema na estrutura de recepção aos estrangeiros.
Nada, a não ser a greve do metrô de São Paulo, que espantou uma turista canadense.
Mas que rapidamente ficou satisfeitíssima com uma senhora, brasileira, que lhe ofereceu carona.
Durante anos você ouviu o “imagina na Copa” para figurar o desastre que seria o desempenho do Brasil como anfitrião.
Conversa fiada.
Claro que pode ocorrer um problema aqui, outro ali, um assalto, coisas que se passam em qualquer parte do mundo.
Nosso país sofreu, por parte de uma mídia e uma elitezinha subdesenvolvida mentalmente, uma campanha indescritível de desmoralização.
A história dos gastos públicos é igual.
Recomendo a leitura do post de Rodrigo Vianna, onde um colunista esportivo dizia que não se justificava combater a ideia de uma Copa no Brasil com “o velho argumento de que é melhor construir escolas e hospitais é falso”.
Dizia isso, claro, nos anos 80.
A melhor história  do dia, para mim, é a da “desorganização padrão Fifa” da Seleção Inglesa, que esqueceu um jogador no hotel.
E a melhor imagem é a da torcedora holandesa, feliz da vida diante de sua barraca do “acampotel” montado para torcedores de seu país num clube de funcionários da Eletropaulo, perto da Represa de Guarapiranga, uma tradição da torcida laranja.
Barracas de plástico e camas de pinho!
Imagina na Copa!
Depois reclamam do Lula ter falado em babaquice…

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Na falta de adversário viável, a mídia quer fazer de Lula o “anti-Dilma”. Que pobreza…

doisemum
A Folha de hoje explicita uma intriga que a direita vem tentando, nos últimos tempos.
Diante da atrofia eleitoral de  seus candidatos, elege Lula como o “opositor” do Governo Dilma Rousseff.
Lamento, mas estão malhando em ferro frio.
Não apenas porque Dilma não tem a menor pretensão de se impor sobre Lula quanto, sobretudo, pelo fato de que o ex-presidente não tem, até por tudo que já conquistou, aeroporto disponível para a “mosca azul”.
Não há nenhuma decisão grave que Dilma tome sem ouvir Lula, e não poderia ser diferente, porque seria um desperdício desprezar a experiência acumulada do ex-presidente.
Não passou pela cabeça senão de marqueteiros de início de governo – daqueles que gostam de poder, mas não de problemas –  dar “uma personalidade própria” a Dilma.
Primeiro, porque – e Lula sempre soube disso – ela já a tem e só quem não a conhecia poderia duvidar disso.
Segundo, porque só os trouxas desprezariam a ideia de continuidade na mudança que a população adotou – e segue adotando, como todas as pesquisas mostram.
A manobra é risível no sentido de intrigá-los.
Vai, ao contrário, dar cobertura política para algo que todos vão perceber mais claramente nos próximos meses.
Que Lula é Dilma, de novo.
E que Dilma é Lula, sempre.
A campanha política vai deixar claro isso, porque Lula, sem entrar no varejo do Governo – o que ele não quer – é o inspirador das políticas de governo.
E que Dilma, sem pretender o lugar de chefe política, é a executora de um programa de Governo que representa mais do que o petismo, mas uma aliança pelo desenvolvimento soberano com justiça social.
Um desafio para o qual não bastam mãos e cabeça de uma presidente e de um líder político.
É preciso uma mobilização da vontade nacional, que nem Dilma nem Lula podem se dar ao luxo de prescindir.

sábado, 26 de maio de 2012

GILMAR MENDES & 'VEJA': BATEU O DESESPERO?


A revista que arrendou uma quadrilha para produzir 'flagrantes' que dessem sustentação a materias prontas contra o governo, o PT, os movimentos sociais e agendas progressistas teve a credibilidade ferida de morte com as revelações do caso Cachoeira. VEJA sangra em praça pública. Mas na edição desta semana,  tenta um golpe derradeiro naquela que é a sua especialidade editorial: um grande escândalo capaz de ofuscar a própria deriva. À falta dos auxilares de Cachoeira, recorreu ao ex-presidente do STF, Gilmar Mendes, que assumiu a vaga dos integrantes encarcerados do bando para oferecer um 'flagrante' a VEJA. Desta vez, o alvo foi o presidente Lula. A semanal transcreve diálogos narrados por Mendes de uma inexistente conversa entre ele e o ex-presidente da República, na cozinha do escritório do ex-ministro Nelson Jobim. Gilmar Mendes --sempre segundo a revista-- acusa Lula de tê-lo chantageado com ofertas de 'proteção' na CPI do Cachoeira. Em troca, o amigo do peito de Demóstenes Torres (com quem já simulou uma escuta inexistente da PF) deveria operar para postergar o julgamento do chamado 'mensalão'. Neste sábado, Nelson Jobim, insuspeito de qualquer fidelidade à esquerda, desmentiu cabalmente a versão da revista e a do magistrado. Literalmente, em entrevista ao Estadão, Jobim disse: 'O quê? De forma nenhuma, não se falou nada disso. O Lula fez uma visita para mim, o Gilmar estava lá. Não houve conversa sobre o mensalão; tomamos um café na minha sala. O tempo todo foi dentro da minha sala (não na cozinha); o Lula saiu antes; durante todo o tempo nós ficamos juntos", reiterou. A desfaçatez perpetrada desta vez só tem uma explicação: bateu o desespero; possivelmente, investigações da CPI tenham chegado perto demais de promover uma devassa em circuitos e métodos que remetem às entranhas da atuação de Mendes e VEJA nos últimos anos. Foram para o tudo ou nada no esforço de mudar o foco e crir um fato consumado a precipitar o julgamento do chamado 'mensalão'. Jogaram alto na fabricação de  uma crise política e institucional. O desmentido de Jobim nivela-os à condição dos meliantes já encarcerados do esquema Cachoeira. A  Justiça pode tardar. A sentença da opinião pública não.
  

sábado, 20 de agosto de 2011

A INACREDITÁVEL folha de São Paulo

por Caipira Zé Do Mér

do ImprenÇa
Antes de qualquer coisa gostaria de pedir aos senhores que se sentassem. A moçoila que por acaso lê em pé, faço questão de aconselhar a procurar um local mais confortável para assentar com abundância {{sim usei a palavra apenas pelo prazer do trocadilho}}.
{{Crédito da foto Blog do Planalto }}

Na foto vemos Dilma fechando acordo para ingressar ao PSDB, segundo a folha, claro. Duvida? Acha que nem a folha faria uma coisa dessas? Então desfia esse frango aqui, que eu quero ver…
Duas mariolas para quem não rir da manchete!
Pois sim, caros senhores. A tese já foi a de que Dilma era um poste de Lula. Depois, a tese de que Dilma odeia o Lula. E agora, a mais nova e intelijegue tese: Dilma está a flertar com o PSDB.
Nunca antes na história desse país se viu uma imprensa tão infeliz e despreparada como hoje. Incrível! Acha que a manchete ainda diz pouco?! Que eu estou distorcendo os fatos? Então lá vai:
Cercada por tucanos, ela transformou o lançamento do plano Brasil Sem Miséria para a região Sudeste, na quinta-feira (18) no gesto mais enfático de aproximação com o PSDB desde sua posse.
{{não acredite em mim – tentando segurar a risada…}}
Santa ignorância, Batman!

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Política sem políticos

Crônicas do Motta

Não faz muito tempo li qualquer coisa sobre a intenção de um grupo de empresários - ou seriam banqueiros? - de criar um partido político, usando como argumento maior de sua odisseia o fato de que a nova agremiação não teria políticos e seria dirigida por pessoas acostumadas a administrar seus bens.

Vi também que o prefeito paulistano Gilberto Kassab procurou afastar a legenda que está criando de qualquer tipo de ideologia política - como se isso fosse possível. O incrível Kassab chegou a dizer que o tal partido não será de esquerda, nem de direita, nem de centro. Seria, então uma espécie de Suíça, um elemento neutro na política nacional - neutralidade, nesse caso, indicando que está pronto para "negociar" apoio à sua conveniência.

Claro que iniciativas como essas duas não devem ser levadas a sério por ninguém que tenha interesse mínimo pela política. São ações que podem ser classificadas de extravagantes, uma bobagem que não resiste a qualquer tipo de discussão um pouco mais séria.

Administrar uma empresa, por melhor que seja o administrador e melhores os resultados da companhia, não tem nada, absolutamente nada, a ver com o ato político de governar uma cidade, um Estado, um país - sim, porque governar é, antes de mais nada, fazer política. São coisas completamente diferentes, que são levadas ao público como semelhantes apenas com o objetivo de confundir as pessoas.

No fundo, no fundo, tais iniciativas mostram o quanto a oposição brasileira está perdida, sem discurso, sem perspectiva, vivendo apenas de "escândalos" pautados pelos jornalões, em guerra permanente contra o governo petista.

Dilma e aliados podem estar tranquilos enquanto a tal "elite" do país se concentra nessas besteiras: partidos sem ideologia e sem políticos. Haja desespero!


Leia mais em: O Esquerdopata
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quinta-feira, 23 de setembro de 2010

FALTAM DEZ DIAS: CARTUCHOS DO DESESPERO


Datafolha, súbito, vê 'diminuir ' vantagem de Dilma ;
coordenação do PSDB lança coreografias da VEJA na rede


Serra, ansioso, pediu para apressar o 'serviço'. Não há tempo a perder. Faltam dez dias: lances cinematográficos do velho 'tudo ou nada' vão se suceder em velocidade vertiginosa a cada 24 horas. A estratégia da saturação surte efeito se obedecer a uma escalada que leve ao pânico antes de os eleitores levarem sua preferência racional às urnas.

Nesta 4º feira,a coordenação do PSDB deu um sinal para o conservadorismo nativo apertar o passo: jogou na rede o primeiro de um pacote de sete vídeos anti-PT contratados diretamente pelo presidente do partido, Sergio Guerra, com aprovação de Serra.

Grosso modo, os filmetes equivalem a uma coreografia sonorizada das piores capas de Veja. A mesma receita de fascismo primário com enredo infantilizado em cores berrantes. Sutileza zero.

Objetivo explícito: disseminar medo e ódio em relação ao governo, ao PT e Dilma num teste de degustação. A depender da receptividade, vai para o horário eleitoral.

Palpite: é tão caricatural e explicitamente totalitário que pode gerar um efeito bumerang; se for colocado na tevê é capaz de Serra perder votos em segmentos da própria classe média tucana.

O célebre 'medo' da namoradinha do Brasil, em 2002, é refresco delicado. A única certeza que se pode extrair da mão pesada que tomou a frente da propaganda serrista é que ingressamos numa etapa da campanha na qual todos os limites serão atropelados. A coalizão demotucana e seu dispositivo midiático assumiram a ordem unida sintetizada no grito ensandecido de Arnaldo Jabor, dia 22: ..."se queremos a paz, preparemo-nos para a guerra..."

(Carta Maior lembra: hoje, 23 de setembro, 19 horas, no Sindicato dos Jornalistas, Rego Freitas, 530, ato contra o golpismo midiático; 23-09)


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sexta-feira, 20 de agosto de 2010

'PATÉTICO'

Transtornado com a fuga em massa de aliados que saltam de sua candidatura, Serra discursou nesta 5º feira na reunião da Associação Nacional de Jornais. Na tentativa desesperada de preservar ao menos o apoio do poder midiático, incorporou o lacerdismo udenista que havia abandonado momentaneamente e acusou o PT e o governo Lula de inimigos da liberdade de imprensa. Vociferou contra as conferências nacionais da cidadania, como as de Comunicação, Direitos Humanos e Cultura, que, afirmou, "se voltaram de fato para o controle da nossa imprensa, através do suposto controle da sociedade civil’. Beirando a apoplexia ideológica, esbravejou contra o que considera ‘blogs do esgoto’, sem nomear o alvo de sua fúria. Nesse mesmo instante, seu dileto aliado, Roberto Jefferson, postava no Twiter recados do seguinte calibre: ‘Serra é responsável pela nossa dispersão. Nunca nos reuniu ... Curioso é o olhar enfarado e apressado do Gonzalez [marqueteiro de Serra] quando vê um político ...não se faz política sem políticos. Se o Gonzalez ouvisse um pouco os políticos, não poria no ar uma favela fake, nem o 'bobajol do Zé' (referindo-se ao jingle do tucano). Não adianta os marqueteiros orientarem Serra para ser o sucessor de Lula. Ele fez o testamento para Dilma...'

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

“Indio acertou o alvo”, TSE acertou a Veja


De: Brizola Neto- Blog brizolaço

sexta-feira, 6 agosto, 2010 às 14:27
O TSE confirmou ontem, por unanimidade, o direito de resposta concedido ao PT contra a revista Veja por ter se associado às acusações do sr. I. da Costa de ligações do partido com as FARC e o narcotráfico. A decisão havia sido tomada no dia 2 deste mês por quatro votos a três.
O TSE entendeu que Veja extrapolou o limite da informação na matéria “Indio acertou o alvo”, ao afirmar que candidato a vice-presidente do PSDB, sobre as declarações do Sr. da Costa relacionando o PT a atividades ilícitas e organizações criminosas que “o vice de José Serra está correto em se espantar com a ligação dos membros do PT com a Farc e seus narcoterroristas”.
Agora a revista vai ter de publicar a resposta com o mesmo destaque em sua próxima edição, se não houver nenuma manobra protelatória a mais.