Mente vazia, oficina do sistema da mídia golpista

Mente vazia, oficina do sistema da mídia golpista

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Eu, o Estadão, o G1 e os black blocs


De quarta (29/01) para quinta-feira (30/01), ocorreu um fato surpreendente envolvendo este que escreve, uma repórter do jornal O Estado de São Paulo, outra do Estadão e pessoas que falam em nome do grupo que usou tática black bloc para “coroar” o protesto contra a Copa de 2014 que ocorreu em São Paulo no último sábado (25/01).
O fato surpreende pelo ineditismo: repórteres dos veículos supracitados telefonaram para me ouvir sobre a campanha de arrecadação de doações que este Blog promoveu para que o dono do fusca incendiado naquele protesto pudesse comprar outro veículo, pois utilizava o que perdeu para trabalhar.
O que é inédito? Repórteres da Globo (G1) e do Estadão procurarem um blogueiro que, através da ONG que fundou em 2007 (o Movimento dos Sem Mídia) juntamente com seus leitores, representou várias vezes ao Ministério Público Federal e à Polícia Federal contra esses dois veículos – e vários outros – devido a campanhas midiáticas deles que entendeu que violaram o interesse público.
Este blogueiro, além de ter representado contra esses veículos – e de ter ao menos uma dessas representações aceita pelo Ministério Público Federal (Caso da Febre Amarela, em 2008) – também promoveu vários atos públicos diante da Folha de São Paulo, como no caso da Ditabranda, em 7 de março de 2009, por o jornal ter afirmado, em editorial, que a ditadura militar, no Brasil, teria sido “branda”.
Detalhe: aquele ato, convocado através deste blog, juntou cerca de 300 pessoas diante da Folha, segundomatéria que o próprio jornal escreveu no dia seguinte (08/03/2009).
Outro detalhe: a representação contra alarmismo da mídia em relação à febre amarela foi aceita pelo Ministério Público Federal, que abriu investigação inclusive contra as Organizações Globo e o Estadão, que tiveram que constituir advogados para se defender de processo que acabou arquivado devido ao fim da lei de imprensa, base da acusação da ONG.
Enfim, a maioria dos leitores deste Blog já conhece a sua longa história de questionamentos da grande mídia (com destaque para Globo, Estadão e Folha) inclusive por vias legais, conforme comprovado acima.
O que me surpreendeu, portanto, foi ter recebido ligações das duas repórteres do Estadão e do G1, pois não sou lá muito bem quisto nesses veículos. Por conta disso, fiz questão de conceder entrevista às jovens repórteres que me procuraram para falar do caso do fusca incendiado por black blocs no último sábado (25/01). Queria ver no que ia dar…
E vi.
As repórteres Bárbara Ferreira dos Santos (Estadão) e Lais Cattassini (G1) foram amáveis e ouviram atentamente meu relato sobre o caso do fusca. Fizeram pouquíssimas perguntas, ao passo que falei muito ao telefone. Outra surpresa, portanto, foi as matérias que fizeram terem saído bem menos ruins do que imaginava.
Mas, claro, as matérias sugerem que suas autoras pecaram por falta de apuração, talvez por certa preguiça, mas, muito provavelmente, por ordens superiores ou para tentar agradar a esses superiores deixando margem a dúvidas que não poderiam existir.
Por que? Pois muitas das afirmações que eu e os black blocs fizemos sobre as campanhas poderiam não ter ficado somente no declaratório; as informações poderiam ter sido checadas.
Explico: os black blocs afirmaram à jornalista Lais Catassini (G1) que eu teria feito a campanha de solidariedade por conta de minha candidatura a algum cargo eletivo neste ano. Ora, ela poderia ter verificado se me filiei a algum partido, pois se eu não tiver filiação partidária – e não tenho – não posso me candidatar a nada.
Expliquei isso a Lais, mas o fato ficou de fora da matéria. Ela preferiu destacar afirmação dos black blocs de que eu teria me “apropriado” de doações que não partiram da campanha #VaiTerFusca, pois não teriam sido feitas na conta de Itamar dos Santos, dono do fusca incendiado, a partir da campanha em tela e, sim, por outros meios – que não disseram quais foram nem ofereceram qualquer prova, como faço aqui.
Bárbara (do Estadão) foi na mesma linha.
Apesar disso, informei às duas mocinhas que poderiam verificar algumas coisas no Facebook e neste blog mesmo.
Primeiro, que a campanha foi lançada na rede social no dia 26 de janeiro às 17:49 hs. O post (vide abaixo) recebeu 242 comentários, 378 “likes” e 178 compartilhamentos. Lá, fazendo as contas, pode-se perceber que se toda aquela gente doasse recursos ao dono do fusca (doações de 30, 50 e até 100 reais) já daria para resolver o problema dele.
Abaixo, o post. Vale a pena ler os comentários
(clique na imagem para ir ao meu perfil no Facebook e ver as postagens seguintes)
Se qualquer pessoa interessada nos fatos for às postagens seguintes no Facebook e no Twitter (a partir das 17:49 hs de domingo, 26 de janeiro) poderá ver que centenas de pessoas prometeram doar recursos ao dono do fusca incendiado. Ora, se 200 pessoas doam, em média, 30 reais, chega-se facilmente a uns 6 mil reais.
Essa meta foi ultrapassada porque, além dos doadores iniciais, centenas de leitores deste blog, nos dois posts anteriores a este, propuseram-se a doar e, após fazer as doações, voltaram a esta página para confirmar que tais doações foram feitas, tendo o mesmo acontecido no Twitter e no Facebook.
Aliás, nessas redes sociais, a partir das 17:49 hs. de 26 de janeiro último, além dos relatos de quem depositou há, também, imagens digitalizadas dos recibos de depósito. Recebi, também, algumas dezenas desses recibos por e-mail e via mensagens privadas nas redes sociais – só não vou reproduzir porque tais recibos têm os dados dos depositantes e é meu dever preservá-los.
Mas quem quiser, repito, pode ir às redes sociais e verificar meus perfis a partir da data e hora do início da campanha #VaiTerFusca. Basta querer os fatos em vez de versões deles. E também aos posts deste blog que trataram do assunto (aqui e aqui), onde serão encontradas CENTENAS de promessas ou de confirmações de doações ao dono do fusca incendiado.
Se não fosse suficiente, bastaria G1 e Estadão reproduzirem os vídeos dos posts supracitados.
Aliás, no primeiro desses posts poderiam verificar a data e hora da veiculação do número da conta do senhor Itamar, dono do fusca incendiado, e verificar se encontram esse número em algum outro site ou rede social com data e hora anteriores. Não encontrando, saberiam que se esse número foi reproduzido em alguma parte, foi tirado daqui.
Por fim, as repórteres poderiam ter perguntado ao senhor Itamar se ele passou a sua conta no Itaú a mais alguém – e esse senhor só recebeu dinheiro em sua conta no Itaú, ele deixa isso claro nos vídeos que gravei com ele.
Se as jovens repórteres tivessem perguntado, o senhor Itamar também diria que o rapaz representante dos black blocs que organizou a “vaquinha” (que ainda não pôs um centavo em suas mãos) ficou “muito nervoso” por ele ter se recusado a lhe passar o número de sua conta, pois não sentiu confiança.
O senhor Itamar me relatou que sua esposa, após “muita luta” do garoto black bloc, deu o número de sua conta de poupança no banco Bradesco, onde, até que que eu e ele conversamos (na quarta-feira), ainda não tinha caído nenhum centavo – e suspeito de que ainda não caiu, mas vou checar.
De qualquer forma, as matérias do G1 e do Estadão não foram tão ruins. Apesar de as repórteres de veículos que odeiam este que escreve terem dado a afirmações recheadas de provas (como as que fiz) o mesmo peso que deram a afirmações só de gogó dos black blocs, ao menos elas divulgaram suspeita que ainda mantenho contra as tais “vaquinhas”.
A razão dessa desconfiança se deve a que uma das “vaquinhas” já foi interrompida por suspeita de desvio de recursos, conforme matéria do Jornal da Cultura que você, leitor, pode conferir logo abaixo.
Só o que continuo sem entender, até o momento, é por que os black blocs – os quais, além de terem queimado o carro do senhor Itamar, ainda tentam posar de generosos – não depositaram suas contribuições direto na conta do homem. A esta hora ele já estaria com o dinheiro, tanto quanto está com o dinheiro da campanha #VaiTerFusca.
Mais um detalhe: da “vaquinha” que sobrou, segundo o Estadão o dono do fusca só verá cor do dinheiro em março. Mas para quê, se o objetivo é só ajudar? Só se os black blocs quiserem faturar politicamente em cima dessas doações… Se for, não terão êxito. Se você dá um tiro em alguém, não será levando flores para ele no hospital que elidirá o seu crime.
Confira abaixo, leitor, as matérias do Estadão e do G1 sobre o caso. E que cada um julgue como quiser. Até porque, essa novela não acabou.
—–
O ESTADO DE SÃO PAULO
Valor pode superar R$ 17 mil; grupos rivais divergem sobre autoria das doações
30 de janeiro de 2014 | 18h 53
O dono do fusca incendiado durante protesto contra a Copa do Mundo no último sábado, dia 25, na região central de São Paulo, já recebeu mais de R$ 7 mil de doações de voluntários em sua conta e na conta de sua mulher. O valor recebido pelo serralheiro Itamar Santos, de 55 anos, pode superar R$ 17 mil com a arrecadação de uma vaquinha online, que deve se encerrar até março.
Santos ficou surpreso com o montante das doações e afirmou que ainda não sabe o valor exato que está em sua conta bancária “Nem fui até o banco ver quanto recebi. Quem acompanha mais é a minha mulher, mas está chegando bastante doação”, disse. “Fiquei muito feliz, agradeço a todos os doadores, porque tem gente simples, que não tem muita coisa, e que depositou R$ 50 na minha conta. O brasileiro é muito bom. Acho que é muita coisa o que recebi, não mereço tudo isso não.”
Com o dinheiro, ele pretende comprar um carro novo, que usará para o trabalho de serralheiro. “Eu vou comprar um carro e está bom demais. Infelizmente não tem mais condição de reformar o fusca, que era muito velhinho. Com o calor do fogo, ele torceu muito. Eu vou pegar os documentos e levá-lo para o ferro velho”, afirmou.
Divergências. As doações ao serralheiro causaram discórdia entre dois grupos de doadores. Por um lado, há acusações de motivações políticas e de repúdio a manifestações populares. Por outro, há reclamação de falta de transparência na doação.
O grupo que organiza a campanha “Vaquinha para o dono do fusca incendiado”, no site vakinha.com.br, apoiado por movimentos como Anonymous e Black Blocs, disse já ter conseguido arrecadar mais de R$ 5 mil. O valor ainda não foi depositado na conta do serralheiro porque o grupo diz que pretende juntar R$ 10 mil até março e entregar o valor total a Santos. “Apesar da data limite, a campanha vai se encerrar assim que os valores confirmados chegarem à meta”, afirmou Mario Lopes, 33, estudante universitário, que criou a página da doação no site.
Já o blogueiro Eduardo Guimarães, de 54 anos, que divulgou em seu blog o número da conta bancária do serralheiro, afirmou que conseguiu arrecadar R$ 7,6 mil, depositados diretamente na conta de Itamar.
Lopes e outros organizadores da vaquinha online afirmam que o blogueiro teve motivações políticas para divulgar a conta do serralheiro e criticam declarações de Guimarães de que os depósitos foram fruto apenas de sua divulgação.
Segundo Lopes, pelo menos três grupos que apoiavam as manifestações se reuniram pelas redes sociais para doar dinheiro ao serralheiro e todos eles divulgaram tanto a conta de Santos quanto de sua mulher. “O Eduardo divulgou apenas a conta do sr. Itamar e um grupo, que reunia mais de 2 mil pessoas (um terceiro grupo, do qual Lopes não fazia parte), sabendo disso, destacou mais a conta da dona Cida. Mas sem promover ‘boicote’ à conta do sr. Itamar”, afirmou. Lopes disse ainda que muitas doações passaram a ser feitas por meio do site vakinha.com.br para que Guimarães não assumisse a autoria das doações.
O blogueiro, que critica as manifestações de Black Blocks, diz por sua vez que não teve motivação política para a divulgação da conta. “Foi por solidariedade ao Itamar, que teve seu fusca destruído por causa de anônimos que defendem tacar fogo em tudo”, afirma. Segundo ele, falta transparência nas doações que não depositam o dinheiro diretamente na conta de Itamar. “Podem fazer quantas campanhas quiserem, contanto que elas sejam transparentes. Por que acumular dinheiro naquele site, se tem o número da conta do Itamar? Ele vai receber mais rapidamente”, afirma. “Teve gente que pegou a conta dele, falou que ia doar e não doou até agora. No vídeo que eu publiquei, Itamar diz que mais de R$ 7 mil foram doados na conta dele e o fusca vale 4 mil no máximo e tudo isso graças à divulgação no meu site, no meu blog e no meu Facebook.”
Apesar das discussões, tanto Lopes quanto Guimarães afirmam que estão “felizes” que o objetivo de ajudar o serralheiro esteja sendo atingido com as campanhas de divulgação. Já Itamar disse que está chateado com toda a briga. “Para mim, tudo bem se quiserem me ajudar. Não sou rico para recusar. Se eu soubesse que ia dar briga, eu ia continuar batendo o pé de que não precisava doar nada. Não queria ficar no meio dessa situação. É desagradável, não precisa disso”, afirma. “Eu não estava contando com dinheiro nenhum, então o que vier será lucro.”
*
PORTAL G1
Duas campanhas arrecadam dinheiro para homem cujo carro pegou fogo. Incidente ocorreu durante protesto no sábado (25) contra Copa do Mundo.
Por Lais Cattassini
Do G1 São Paulo
Duas campanhas online de arrecadação de dinheiro para que o serralheiro Itamar Santos, de 55 anos, possa comprar um novo carro começam a conquistar colaboradores na internet. O Fusca dele pegou fogo na região da Praça Roosevelt, no Centro de São Paulo , durante protestos no sábado (25) contra a Copa do Mundo.
Com visões políticas distintas, os grupos organizadores também optaram por maneiras diferentes de entregar a quantia ao serralheiro, o que tem motivado críticas de ambos os lados.
No site vakinha.com.br , um grupo de jovens – grande parte formada por integrantes de táticas de protesto como o black bloc – arrecadou cerca de R$ 4.400. O objetivo, explica Mario Lopes, um dos organizadores, é reunir R$ 10 mil e comprar o carro para Itamar, que será entregue pessoalmente. “Qualquer diferença ou ‘sobra’ de valor será também entregue em mãos”, explica Lopes.
Já o blogueiro Eduardo Guimarães, que critica fortemente movimentos e táticas como os black blocs, optou por divulgar o número da conta do serralheiro e incentivar transferências. “Comecei a campanha e, já na segunda-feira, começaram os depósitos”, conta. Itamar afirma que já recebeu cerca de R$ 7 mil dessa forma.
Guimarães critica os organizadores da “vaquinha”, questionando a verdadeira finalidade do montante arrecadado. “Por que não depositam o dinheiro direto na conta dele, que eu divulguei? Acho que esse processo é opaco”, avalia.
As críticas de Guimarães são rebatidas por Lopes, que afirma que o blogueiro tem usado a situação para se promover. “[Ele está] inclusive se apropriando de doações de pessoas que jamais ouviram falar dele ou de sua ‘campanha’ para fazer disso uma plataforma política.”
Independentemente de quem veio o dinheiro ou de quais são os interesses por trás das campanhas, Itamar agradece as contribuições que recebeu e se sente feliz com as  iniciativas de ajuda. Só não aprova, porém, as discussões feitas em seu nome. “Me colocaram no meio desse bafafá, que eu não estou achando legal. Se quiserem me ajudar, ajudem. Mas já fiquei chateado com isso”, afirma.
O valor depositado na conta do serralheiro até o momento já é o bastante para repor o Fusca perdido, mas Itamar diz que prefere esperar. “Como estou usando o carro de um amigo, vou esperar mais um pouco para comprar o meu”, explica.
Se ele receber o automóvel prometido pelos organizadores da “vaquinha”, além do dinheiro já depositado em sua conta pela outra campanha, Itamar diz que não sabe o que fazer, nem mesmo se vai comprar um novo Fusca.
“Aconselhei que ele compre um carro com mais segurança, mas que seja capaz de manter depois”, sugere Guimarães.
Incêndio em Fusca
Quando entrou no meio da confusão, Itamar voltava para casa após ter participado de um culto na igreja evangélica que frequenta. O serralheiro contou que dirigia pela região da Consolação quando viu outros dois carros passarem sobre barricadas em chamas colocadas por manifestantes.
Ele resolveu seguir o mesmo caminho, mas um colchão pegando fogo se prendeu a seu Fusca. O homem ainda tem dúvidas se o colchão foi chutado por um ativista ou se acabou se prendendo ao assoalho do carro sem ajuda de ninguém.

O jornalismo Mainardi ou tudo dá errado neste pais…

mainar
Da capa de economia do site da Folha, hoje:
Com inflação alta, rendimento real do trabalhador tem menor avanço desde 2005,  onde se mostra que a renda real dos trabalhadores -já descontada a inflação– subiu 1,8%.
É verdade, mas todos sabem que os patrões fizeram – até com o apoio do catastrofismo da mídia – jogo mais duro nas negociações,.
Os jornalistas de São Paulo, por exemplo, tiveram um reajuste bruto de 6,95%, ou apenas 1% acima da inflação:  só a metade do que tiveram de aumento os demais trabalhadores.
Isso não é tão importante, não é?
Importante é que nos shoppings, as vendas crescem 8,6%, o pior desempenho desde 2007!
 Mesmo que os lojistas dos shoppings se digam satisfeito por continuarem mantendo uma taxa de alto crescimento e nenhum deles esteja revisando seus planos de expansão.
Ah, e os Estados Unidos, aquele prodígio do Norte, onde as crianças já nascem falando inglês, de tão civilizadas que são?
Um crescimento de 1,9% no PIB, um “pibão” que anuncia recuperação e prosperidade para o grande irmãos do Norte, enquanto nós, miseráveis, estamos enganchados num pibinho, que cresce míseros 2,4%, o que qualquer pessoa sabe que é menos que 1,9%, não é?
Tão grave é a crise que uma pequena foto e chamada passam despercebidas: é a aposta da Audi na fabricação de seu modelo A3 – o sonho de consumo dos coxinhas endinheirados – em São José dos Pinhais, no Paraná, a partir do ano que vem.
Será que os jornais concordam com o que disse Diogo Mainardi no Roda-Viva, da TV Cultura, quando afirmou que “na internet só tem otário”?
Quem sabe não seria bom seguir a sugestão que ele deu para a D. Luiza, a do Magazine, e vender o Brasil para a Amazon?

Alô, Folha: Alckmin também trabalhou com a “ONG do pai do Padilha” por favorecimento?






declara
Quer dizer que a contratação da ONG  Koinonia pelo Ministério da Saúde foi “apadrinhamento político”, porque o Ministro Alexandre Padilha é filho de um fundador e ex-diretor da entidade?
E que a oposição – ao menos o trio Vavá Dias, Jajá Rabo de Palha e alguém do PPS – o PPS, como se sabe é de Roberto Freire, o deputado pernambucano dos Jardins – vai investigar as “relações promíscuas” da instituição com a administração pública?
Pois então vamos ajudar: convoquem logo o governador Geraldo Alckmin, pois a entidade tem convênios também com a Secretaria de Saúde de São Paulo para desenvolver os mesmos programas de prevenção da Aids que firmou com o Ministério e que escandalizaram a trinca tucana.
Tem os convênios e não tem nenhuma pendência financeira ou operacional, segundo atestou, no ano passado, a Dra. Maria Clara Ribeiro, coordenadora dos programas de DST/Aids da Secretaria Estadual paulista. Numa declaração de idoneidade dada à Koinonia, ela afirma que a ONG “desenvolveu trabalhos de prevenção em DST/aids em parceria com o Programa Estadual de DST/AIDS nos anos de 2010, 2011, 2012 e 2013.”
Ou seja, também o governo Serra a contratou.
Nem vou falar do papel da Folha, que o Paulo Henrique Amorim já desmontou com as informações do Ministério da Saúde.
É ridículo acusar uma entidade porque o pai de um ministro a dirigiu quatro anos antes e se desligou destas funções.
Alguém vai contestar que o Cebrap, de cuja fundação Fernando Henrique Cardoso participou e que  dirigiu durante três anos, tenha sido contratado pela Sudene no Governo Sarney em função de politicagem?
Ou que isso tenha voltado a acontecer no governo do próprio FHC, quando o Cebrap, presidido por seu amigo e co-fundador do PSDB, José Arthur Giannotti, assinou convênio para receber recursos da Uniãoprestando serviços ao Cade – este mesmo órgão que agora investiga o “trensalão” tucano.
Obvio que não, porque é uma instituição respeitável, que não foi fundada para picaretagens e que é capaz de entregar o que contrata.
A própria Folha registra que a Koikonia contratou serviços com o governo FHC via Ministério da Cultura, em cerca de R$ 40 mil, ou R$ 105 mil, atualizados.
Eu não gosto de ONG, mas não achei – e parece que ninguém achou – nada que desabonasse a entidade, muito ao contrário.
Padilha resolveu cancelar o contrato, uma pena.
Provavelmente nem foi Padilha, pessoalmente, quem assinou.
Explico: a assinatura destes convênios se  dá pela via digital e, em geral, a autoridade superior acessa um sistema informatizado chamado Siconv e um auxiliar vai lançando aquilo que já foi aprovado pela área técnica e pela jurídica.
Mas ele chamou o assunto a si e cancelou, embora isso não importe muito aos tucanos, que vivem da necessidade diária de sobreviverem com uma ração de escândalos fabricados, pela falta de uma dieta mais substanciosa de ideias.
Ah, em tempo: koikonia é uma palavra grega que quer dizer algo como “capacidade de conviver com os outros”, comunhão.
Bem que os tucanos poderia fazer um convênio com a Koinonia, não é? Estão muito irritados e apressados.
 PS. Diante do noticiário, a Coordenadora de DST/Aids da Secretaria Estadual de São Paulo, postou o seguinte texto em seu facebook:
“Considero importante informar que nós do Crt Dst Aids desenvolvemos um trabalho articulado com o KOINONIA deste 2002, com efetiva participação de seus membros no nosso GT AIDS E RELIGIÕES . Temos ainda importantes publicações conjuntas na área de prevenção as DST-AIDS e religiões. O trabalho desenvolvido pelo KOINONIA tem contribuido para o enfrentamento da epidemia em nosso estado. Os projetos financiados pelo Ministério da Saúde na área de DST-AIDS para as ONGs são monitorados pela nossa equipe em conjunto com as secretarias municipais de saúde.”
A Folha, antes e depois da Escola Base, é um serial killer de reputações

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

DELÚBIO ARRECADA MAIS DE 1 MILHÃO PARA PAGAR MULTA

O Brasil está se acabando, segundo a mídia. Mas com todo mundo empregado, né?


desempdez
A tragicomédia da imprensa brasileira, que transforma em “desgraça” todos os problemas econômicos que nosso país tem diante de um mundo abalado, desde 2008, pela crise e pela estagnação da economia, tem um grande inimigo: os fatos.
O dado divulgado agora de manhã pelo IBGE, registrando (mais um ) recorde na taxa de ocupação dos brasileiros, com o menor índice já apurado, na história, nas regiões metropolitanas do país é um destes fatos contra os quais só há argumentos se eles forem de má-fé.
Repito, o menor desemprego de toda a história deste país.
Como foi má-fé a exploração de que “o desemprego não era tão baixo assim” quando o IBGE lançou uma nova pesquisa, mais abrangente que aquela que vem sendo feita desde 2002 e que, portanto, é a que pode servir de comparação.
porcordapelO trabalho divulgado pelo IBGE tem outras informações reconfortantes.
Por exemplo a de que não apenas aumentou muito proporção dos trabalhadores com carteira assinada, desde 2003, como a de que isso se deu dentro de um processo de inclusão e justiça social.
De 39,7% de trabalhadores do setor privado, passamos a 50,7% em dezembro passado.
Entre 2003 e 2012, o número de trabalhadores negros ou mestiços com carteira assinada, que era muito inferior ao da população branca praticamente igualou-se, como você observa no gráfico ao lado.
É claro que a economia brasileira tem problemas e terá ainda mais com a crise a conta-gotas que o fim do ciclo de expansão monetária da política norte-americana for sendo encerrado, o que “chupa” de volta para os títulos do Tesouro dos EUA a montanha de dólares espalhados pelo mundo, sacolejando os fluxos de capital dos países emergentes.
escolaridadeMas estamos numa situação que nem de longe pode ser classificada como crise, ainda mais sob a ótica do povo trabalhador, onde crise econômica tem um sinônimo: não conseguir emprego.
Um trabalhador que, a duras penas, vem conseguindo elevar seus níveis de escolaridade, embora a “nata” econômica, que reclama de sua desqualificação não apenas não move uma palha para treiná-lo e educá-lo quanto pratica uma cruel rotatividade, mandando embora todos aqueles que se tornam mais capazes pela experiência e, portanto, começam a ter sonhos “perigosos” de pretender uma remuneração melhor.
Veja abaixo, no gráfico interativo do Estadão, o que veio ocorrendo com o desemprego desde que os “gênios” do tucanato foram tirados do poder.

O “rolé” de FHC com Regina Duarte. Com direito a filme de marqueteiro de Serra com Marcos Valério

Não sei se os amigos e amigas repararam que o modesto blogueiro aqui anda sem paciência.
Está demais aguentar a mediocridade que tomou conta da oposição e da mídia brasileira.
quebra
Dar de cara com uma publicação “oficial” do PSDB chamando de “rolezinhos” as viagens presidenciais e exigindo “transparência” nos gastos – até nos gastos pessoais! – de Dilma é dose para elefante…
Por isso, publico a seguir a lista dos “rolezinhos” de Fernando Henrique Cardoso na Presidência.
Uma longa lista que termina com uma viagem a Nova York com uma multidão de convidados para vê-lo receber um prêmio, inclusive a inefável Regina “Viúva Porcina” Duarte, com despesas pagas pelo dinheiro público.
Para recordar, Regina Duarte havia gravado, dois meses antes, o famoso “eu tô com medo” da campanha eleitoral de José Serra.
Foi, segundo a BBC, 99a. viagem de FHC.
E iriam, segundo o jornal, estourar ainda mais, com a produção de filmes promocionais do reconhecimento mundial ao Príncipe dos Sociologos, orçada, na época, entre R$ 3,5 e 4 milhões de reais, ou algo como R$ 7 milhões, hoje, corrigidos pela inflação.
A campanha foi  produzida  pelo publicitário Nizan Guanaes, que tinha acabado de dirigir a derrotada campanha de José Serra à Presidência, através da agência DMA, do onipresente Márcos Valério.
Infelizmente, não parece ninguém para peitar os tucanos, porque viraram todos uns coelhinhos assustados.
Abaixo, a lista dos “rolezinhos” de FHC, para quem tiver paciência de contar o número de dias fora do “Viajando Henrique Cardoso”.
28.02 a 04.03.1995 – Visita ao Uruguai para assistir às cerimônias de posse do Presidente Júlio  Maria Sangüinetti e  visita oficial à República do Chile.
17 a 22.04.1995 – Visita oficial aos Estados Unidos da América.
05 a 08.05.1995 – Participa das cerimônias oficiais de comemoração do Cinqüentenário do Término da Segunda Guerra Mundial, na cidade de Londres, no Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte.
04 e 05.07.1995 – Visita à Venezuela para participar das comemorações da data nacional venezuelana e discutir uma ampla agenda bilateral.
07 e 08.07.1995 – Visita à Argentina para assistir às cerimônias de posse do Presidente Carlos Saul Menem.
18 a 23.07.1995 – Visita de Estado a Portugal.
27 e 28.07.1995 – Visita ao Peru para assistir às cerimônias de posse do Presidente Alberto Fujimori.
04 e 05.08.1995 – Participa da VIII Reunião do Conselho do Mercado Comum, na cidade de Assunção, República do Paraguai.
13 a 22.09.1995 – Visitas oficiais ao Reino da Bélgica e à União Européia (14 a 16.09), e de Estado à República  Federal da Alemanha (17 a 21.09)
16 e 17.10.1995 – Participa da V cúpula Ibero-Americana de Chefes de Estado e de Governo, a realizar-se na cidade de San Carlos de Bariloche, Argentina.
22 a 24.10.1995 – Participa da Sessão Especial da Assembléia Geral comemorativa do Cinqëntenário da Organização das Nações Unidas, na cidade de Nova Iorque, nos Estados Unidos da América.
06 e 07.12.1995 – Participa da IX Reunião do Conselho do Mercado Comum, em Punta del Este, Uruguai.
10 a 21.12.1995 – Visitas oficiais à República Popular da China, a Macau, à Federação da Malásia e ao Reino da Espanha.
22 a 28.01.1996 – Visita oficial à Índia.
18 a 21.02.1996 – Visita de Estado ao México.
09 a 17.03.1996 – Visita de Estado ao Japão, com escala em São Francisco, nos Estados Unidos da América, no período de 9 a 10 de março.
07 a 10.04.1996 – Visita oficial à Argentina.
24 e 25.06.1996 – Participa da X Reunião do Conselho do Mercado Comum, nas cidades de Buenos Aires e San Luis,  República Argentina.
16 a 18.07.1996 – Participa, em Lisboa, Portugal, da Reunião de Chefes de Estado e Governo dos Países de Língua Portuguesa, para tratar da instituição da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa – CPLP.
09 a 11.11.1996 – Participa da VI Reunião de Chefes de Estado e de Governo da Conferência Ibero-Americana, a realizar-se no Chile.
24 a 28.11.1996 – Visitas oficiais às Repúblicas de Angola e da África do Sul.
07 e 08.12.1996 – Participa da Cúpula sobre Desenvolvimento Sustentável, em Santa Cruz de la Sierra, Bolívia.
08 a 14.02.1997 – Visita de trabalho ao Reino Unido – no período de 8 a 10, e de Estado à Itália e ao Vaticano, de 11 a 14.
21 a 24.04.1997 – Visita de Estado ao Canadá.
04 a 06.05.1997 – Visita de Estado à República Oriental do Uruguai.
19.06.1997 – Participa da XII Reunião do Conselho do Mercado Comum, na cidade de Assunção, República do Paraguai.
21 a 24.06.1997 – Participa da Sessão Especial da Assembléia Geral da ONU, na cidade de Nova Iorque, nos Estados  Unidos da América.
25.07.1997 – Visita de trabalho à República da Bolívia.
22 a 23.08.1997 – Participa da XI Reunião de Chefes de Estado e de Governo do Mecanismo Permanente de  Consulta e Concertação Política (Grupo do Rio), em Assunção, Paraguai.
30.09 a 02.10.1997 – Visita oficial à República do Chile.
06 e 07.11.1997 – Encontro com o Presidente da Colômbia, na cidade de Cartagena das Índias (06.11) e participação, na Venezuela, da Cúpula Ibero-Americana (07.11).
25.11.1997 – Encontro com o Presidente da República Francesa, Jacques Chirac, em Saint Georges de I ’Oyapock, fronteira entre o Brasil e a Guiana Francesa.
01 a 05.12.1997 – Visita de Estado ao Reino Unido.
14 e 15.12.1997 – Participa da XIII Reunião do Conselho do Mercosul na República Oriental do Uruguai.
17 a 19.04.1998 – Encontro com o Presidente boliviano, Hugo Banzer, em Santa Cruz de la Sierra (17.04). Participa da II  Cúpula das Américas, em Santiago, Chile (18 e 19.04).
20 a 25.04.1998 – Visita de Estado ao Reino da Espanha. Observação: O Presidente da República antecipou seu retorno ao Brasil para o dia 22.04, a fim de assistir o sepultamento  do Deputado Luís Eduardo Magalhães
06 a 09.06.1998 – Visita de Trabalho aos Estados Unidos da América.
23 e 24.07.1998 – Participa da XIV Reunião do Conselho do Mercado Comum e de Reunião de Cúpula do Mercosul, na cidade de Ushuaia, República Argentina.
14 e 15.08.1998 – Visita oficial à República do Paraguai.
16 a 19.10.1998 – Participa da VIII Reunião de Chefes de Estado e de Governo da Conferência Ibero-Americana, na cidade de Porto, Portugal.
23.11.1998 – Visita de trabalho à República da Venezuela.
09.02.1999 – Participa, na Bolívia, da cerimônia de descerramento da placa comemorativa da inauguração do gasoduto Brasil-Bolívia.
14 a 21.04.1999 – Visitas de trabalho à República Federal da Alemanha, à República Portuguesa e ao Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte.
08 a 11.05.1999 – Visita de trabalho aos Estados Unidos da América.
28 e 29.05.1999 – Participa da XIII Reunião dos Chefes de Estado e de Governo do Mecanismo Permanente de Consulta e Concertação Política – Grupo do Rio , na Cidade do México.
06 e 07.06.1999 – Visita de trabalho à Argentina a convite do Presidente Carlos Menem.
20 a 22.07.1999 – Visita oficial à República do Peru
08.10.1999 – Encontro com o Presidente da Colômbia, Andrés Pastrana, na cidade fronteiriça de Letícia.
13 a 22.11.1999 – Participa do encerramento da VI Reunião Plenária do Círculo de Montevidéu, em São Domingos, República Dominicana (13/11). Participa da IX Reunião de Chefes de Estado e de Governo da     Conferência Ibero-Americana, em Havana, Cuba (14 a 16/11). Viagem à Itália, onde manterá encontros com o Presidente Carlo Azeglio Ciampi e outros membros do Governo italiano. Além de ser recebido em  audiência pelo Papa João Paulo II, no Vaticano (17 a 22/11).
07 a 12.12.1999 – Participa da reunião de cúpula de Chefes de Estado do Mercosul, Bolívia e Chile, na cidade de Montevidéu, e, posteriormente, da cerimônia de posse do Presidente da Argentina, Doutor Fernando de la Rúa, em Buenos Aires.
07 a 09.03.2000 – Visita oficial à República Portuguesa.
10 a 12.03.2000 – Visita ao Chile para participar da cerimônia de posse do Presidente-eleito Ricardo Escobar, em Santiago.
03 a 07.04.2000 – Visitas à República da Costa Rica e à República Bolivariana da Venezuela.
30.05 a 06.06.2000 – Visita de trabalho à República Federal da Alemanha à República Francesa.
15 a 17.06.2000 – Participa da XIV Reunião de Chefes de Estado e de Governo do Mecanismo de    Consulta   e Concertação Política – Grupo do Rio, em Cartagena das Índias, Colômbia.
28 a 30.06.2000 – Participa da XVIII Reunião do Conselho Mercado Comum e da Reunião dos Chefes de
Estado do Mercosul, a realizar-se na cidade de Buenos Aires, Argentina.
16 a 18.07.2000 – Participa da III Conferência de Chefes de Estado e de Governo da Comunidade dos
Países de Língua Portuguesa – CPLP, a realizar-se na cidade de Maputo, República de Moçambique.
03 a 11.10.2000 – Visita à República Federal da Alemanha ( 3 a 7/10) e ao Reino dos Países Baixos (8 a 11/10).
24 a 28.10.2000 – Visita ao Reino da Espanha.
17 a 18.11.2000 – Visita Oficial à República do Panamá, a fim de participar da X Cúpula de Chefes de Estado e de Governo da Conferência Ibero-americana, a realizar-se na cidade do Panamá.
29.11 a 02.12.2000 – Visita oficial aos Estados Unidos Mexicanos, a fim de participar das cerimônias de posse do Presidente eleito, Vicente Fox Quesada.
08.12.2000 – Visita de trabalho à República da Bolívia.
15 a 24.01.2001 – Visita de trabalho à Corea do Sul, Indonésia e Timor Leste.
29 a 31.03.2001 – Visita de trabalho aos Estados Unidos da América.
19 a 22.04.2001 – Participa da III Cúpula das Américas, em Quebec, Canadá
21 e 22.06.2001 – Participa da XX Reunião do Conselho do Mercado Comum e da Reunião dos Chefes de Estado do Mercosul, a realizar-se na cidade de Assunção, Paraguai
26 a 28.06.2001 – Visita de Estado à República da Bolívia
27 a 29.07.2001 – Visita oficial à República do Peru para participar das cerimônias de posse do  Presidente   Alejandro Toledo
13.08.2001 – Participa, juntamente com o Presidente Hugo Chavéz, da cerimônia de inauguração da interconexão elétrica entre Brasil e Venezuela, em Santa Elena do Uairen
16 a 19.08.2001 – Participa da XV Reunião de Chefes de Estados e de Governo do Mecanismo de Consulta e Concertação Política – Grupo do Rio, em Santiago do Chile
30.09 a 02.10.2001 – Visita oficial à República do Equador
25.10 a 1º.11.2001 – Visita ao Reino Unido da Espanha e à República Francesa
07 a 11.11.2001 – Visita de trabalho aos Estados Unidos da América e participação da abertura do Debate-Geral da 56ª Sessão da Assembléia-Geral das Nações Unidas.
23 a 24.11.2001 – Visita oficial à República do Peru.
20 e 21.12.2001 – Participa da XXI Reunião de Conselho do Mercado Comum e Cúpula de Chefes de
Estado do Mercosul, em Montevidéu, Uruguai
12 a 16.01.2002 – Visita Oficial à Federação da Rússia
16 e 17.01.2002 – Visita Oficial à República da Ucrânia
17 e 18.02.2002 – Participa da Cúpula de Presidentes do Mercosul, Bolívia e Chile, em Buenos Aires, Argentina.
18 a 20.03.2002 – Visita de Estado à República do Chile
09 a 16.11.2002 – Visita oficial à República Portuguesa, para participar da VI Cimeira Luso-Brasileira ( 9 a 13 ), visita de trabalho a Oxford, Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte ( 13 e 14 ) e visita oficial à República Dominicana, para participar da XII Cúpula Ibero-Americana de chefes de Estados e de Governo (14 a 16)
07 a 11/12/2002 – Visita de trabalho a Nova York para receber o Prêmio Mahbub U1 Haq 2002, por Contribuição Destacada ao Desenvolvimento Humano, conferido pelo Programa das Nações Unidas para  o Desenvolvimento Humano (PNUD)

TODOS OS CONDENADOS QUE BRUNO PERMITIU TRABALHAR