Mente vazia, oficina do sistema da mídia golpista

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sábado, 16 de abril de 2011

FMI já comprova a volta da hiperinflação galopante no Brasil


Com o retumbante fracasso da política econômica socialista no país, estamos novamente às portas da hiperinflação graças à maldita incompetência do italiano que dirige as finanças brasileiras e de sua equipe de amadores.  A alta dos preços é geral, atingindo  desde os produtos da indústria de base até os artigos de luxo, indispensáveis ao bom viver dos homens de bem, enfim, a carestia impera desde aDaslu até a Daspu.
Não fosse o colossal desastre em que nosso país se encontra, os homens de bem da Pátria até teriam motivos para visitar estas terras tupiniquins, no entanto, com tal desgraça imperando ninguém quer singrar os céus brasileiros com seus jatinhos, pois enfrentar a inflação no dia-a-dia  é coisa para gentalha. E este pobre país, tão mal governado, vai de Herodes à Pilatus desde que os usurpadores do PT assumiram o poder nacional, correndo o perigo de acabar como uma Albânia ou a Bulgária,  que só herdaram o caos e a miséria absoluta quando o comunismo acabou. Misererê quo nobilis.

FHC desafia Lula a disputar uma eleição contra ele




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Marília Gabriela venceu licitação para apresentar Roda Viva?


Voltando do Encontro de blogueiros de São Paulo, vim pensando sobre a moda que o Estadão lançou de empresas de comunicação esmiuçarem valores pagos por tevês públicas a jornalistas, começando com Luis Nassif na TV Brasil. De tal reflexão ocorreram-me perguntas.
1 – A apresentadora do programa Roda Viva, da TV Cultura, controlada pelo governo tucano de São Paulo, que vem se notabilizando por imprensar governistas e exaltar oposicionistas, participou de licitação para ser contratada pela emissora pública?
2 – Por que, quando da contratação de Gabriela, não saiu nenhuma matéria no Estadão dando conta dos valores que lhe estão sendo pagos?
3 – Se uma emissora pública se interessa pelo trabalho de determinado jornalista pelo perfil dele como acontece com Gabi, na Cultura, ou com Luis Nassif, na TV Brasil, como seria possível fazer licitação para contratá-lo sem que exista mais de uma Gabi ou mais de um Nassif?
4 – A classe jornalística aceitará passivamente que colegas sejam expostos pelos patrões sem que exista uma acusação sólida? Não deveria haver um protesto público ao menos dos sindicatos de jornalistas?
5 – O que fez o Estadão com Nassif é jornalismo ou vingança?

Estadão calunia Nassif e TV Brasil


Dou-lhe uma, dou-lhe duas... 

O Estadão publica matéria em que "denuncia" a contratação, "sem licitação" do jornalista "blogueiro" Luis Nassif pela TV Brasil. Expõe os valores do contrato, dá a entender que a contratação foi apenas por Nassif ser "dono de um blog pró-governo".

A TV Brasil é um dos alvos prediletos da "grande imprensa" brasileira, que não aceita o fato de o país ter uma televisão pública que se esforça para transmitir uma programação de nível cultural e artístico muito acima do das emissoras comerciais.

Impressionante como, tendo ainda audiência tão baixa, consiga incomodar tanta gente poderosa.

O mesmo se aplica a Nassif e outros blogueiros que não seguem a cartilha imposta à opinião pública pelos veículos de comunicação tradicionais.

Nassif, especialmente, já foi vítima de outros ataques de grandes corporações. E isso sem ser exatamente "pró-governo", como o tacha o Estadão - seu blog ganhou o respeito de muita gente porque é pluralista, aceita e divulga ideias muitas vezes contraditórias, algo que nem o Estadão ou seus "concorrentes" se dignam a fazer.

No ano passado, o Estadão desferiu petardo semelhante contra Nassif, também por ter sido contratado para exibir uma série de programas na mesma TV Brasil.

Ora, é mais que evidente que os ataques têm como objetivo abalar a reputação tanto de Nassif quanto da TV Brasil, pois não existe escândalo nenhum em se contratar, estritamente sob as normas legais, um excelente profissional, dando a ele uma remuneração correspondente ao seu currículo e à sua importância em sua área de trabalho.

É assim em todo o mundo. A Globo contrata quem acha que é melhor para seus programas, a Record faz o mesmo, o SBT, idem, e assim por diante.

O Estadão presume que, por ser uma empresa pública, a TV Brasil é obrigada a fazer uma licitação para contratar alguém como Nassif. E com que critérios isso poderia ser feito? Quem se dispusesse a trabalhar pelo salário mais baixo levaria o prêmio? Ou quem fosse mais alto, ou mais loiro, ou mais magro, ou mais gordo, ou então quem se saísse melhor numa prova de conhecimentos?

Ora, tenha paciência!

O Estadão, que tanto zelo mostra pelo dinheiro público, deveria, pela lógica, fazer o mesmo pelas suas finanças e adotar o mesmo critério que advoga para a TV Brasil. Da próxima fez que fosse contratar um diretor de redação poderia, por exemplo, licitar o cargo.

Garanto que uma fila enorme de interessados iria aparecer, se dispondo a fazer pela empresa muito mais que o cargo exige. E por um salário bem pequenininho.


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Lula recebe 3º Prêmio Liberdade Cortes de Cádiz


O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu nesta sexta-feira o 3º Prêmio Liberdade Cortes de Cádiz como uma homenagem ao povo brasileiro, "protagonista de uma verdadeira revolução que demonstrou que o desenvolvimento econômico tem que estar a serviço da redução das desigualdades". Na cerimônia, o ex-presidente atribuiu a atual crise econômica à "irresponsabilidade dos governos" que permitiram que "os bancos" financiassem "a especulação".

"O que vivemos hoje não é culpa da Espanha, Portugal ou Grécia", afirmou Lula, que lamentou que estes países estejam vivendo "momentos tão difíceis" e lembrou que o Brasil conseguiu se transformar na sétima potência econômica mundial e aspira a atingir a quinta posição "dando um salto qualitativo em prol da justiça social".

Criado há dois anos dentro do programa de comemoração do Bicentenário da Constituição de 1812, o 3º Prêmio Liberdade Cortes de Cádiz entregou sua distinção ao ex-presidente por ter sido o "primeiro da história do Brasil que não tem título universitário, um homem cuja vida tem sido um compromisso com a liberdade", segundo destacou o secretário-geral ibero-americano, Enrique Iglesias.

A prefeita de Cádiz acrescentou que o júri, presidido por ela, decidiu conceder o prêmio a Lula por "seu trabalho constante contra a pobreza e a exclusão social" e seu esforço por estender a paz e a justiça a toda região ibero-americana".
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FHC, como seu Governo dava grana ao PiG ? Tem que dizer!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!


Conversa Afiada tem o prazer de re-republicar artigo do professor Venício A. de Lima, extraído daCarta Maior: 

DEBATE ABERTO

FHC, a oposição e a mídia


O presidente de honra do PSDB teria prestado uma importante contribuição à moralidade pública se dissesse quais são os veículos de mídia que se sujeitam à “influência” do governo via verbas publicitárias. Será que ele estaria se referindo à revista Veja? Ou aos veículos das Organizações Globo? Ou, quem sabe, à Folha de São Paulo? Ou ao Estadão?


Venício Lima


O artigo sobre “O papel da oposição” que Fernando Henrique Cardoso publicou na revista “Interesse Nacional” teve grande repercussão, mas pouco se comentou sobre as afirmações que ele faz sobre o papel da mídia, velha e nova. Trata-se de ex-presidente da República e presidente de honra do PSDB, que sempre contou com a simpatia da grande mídia e, certamente, fala com autoridade de quem sabe. Vale a pena, portanto, verificar alguns dos conceitos e conselhos que oferece à oposição política.


PRIMEIRO: Para FHC opinião pública “são os setores da opinião nacional que recebem informações [da mídia]”, vale dizer, a opinião pública é apenas uma parte da população, aquela que se utiliza da mídia para obter informações [políticas].


O ex-presidente, portanto, ao contrário do que historicamente pensam e reivindicam muitos na grande mídia, faz uma importante distinção entre a opinião da mídia, a opinião pública e a opinião nacional [cf. nesta Carta Maior, “Golpe de 1964: os jornais e a “opinião pública” ].


SEGUNDO: FHC considera que “existe um público distinto do que se prende ao jogo político tradicional e ao que é mais atingido pelos mecanismos governamentais de difusão televisiva e midiática em geral”. Esse público “mais atingido pelos mecanismos governamentais” é identificado como sendo “as massas carentes e pouco informadas” e, entre os “mecanismos governamentais”, se incluem a “influência que [o governo] exerce na mídia com as verbas publicitárias”.


O ex-presidente considera, então, que existe uma “massa” que vem sendo manipulada pelo governo através da “difusão televisiva e midiática em geral”. E mais: que o governo ainda conta com a conivência ou cumplicidade da mídia, cooptada por meio de verbas publicitárias.


Teriam sido essas “massas carentes e pouco informadas” que o elegeram duas vezes, em 1994 e 1998, para a presidência da República? Ou essa seria apenas a conhecida forma elitista de se desqualificar o voto que elegeu e reelegeu o ex-presidente Lula e ainda elegeu, em 2010, a presidente Dilma?


Vale relembrar uma passagem do precioso artigo de Maria Rita Kehl que provocou sua demissão do Estadão em outubro de 2010. Dizia ela:


O argumento já é familiar ao leitor: os votos dos pobres a favor da continuidade das políticas sociais implantadas durante oito anos de governo Lula não valem tanto quanto os nossos. Não são expressão consciente de vontade política. Teriam sido comprados ao preço do que parte da oposição chama de bolsa-esmola. (…) Mas parece que o voto dessa gente ainda desperta o argumento de que os brasileiros, como na inesquecível observação de Pelé, não estão preparados para votar. Nem todos, é claro. Depois do segundo turno de 2006, o sociólogo Hélio Jaguaribe escreveu que os 60% de brasileiros que votaram em Lula teriam levado em conta apenas seus próprios interesses, enquanto os outros 40% de supostos eleitores instruídos pensavam nos interesses do País. Jaguaribe só não explicou como foi possível que o Brasil, dirigido pela elite instruída que se preocupava com os interesses de todos, tenha chegado ao terceiro milênio contando com 60% de sua população tão inculta a ponto de seu voto ser desqualificado como pouco republicano. [cf.http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20101002/not_imp618576,0.php].


Por outro lado, teria sido uma importante contribuição à moralidade pública se o presidente de honra do PSDB tivesse dado a conhecer quais são exatamente os veículos de mídia que se sujeitam à “influência” do governo via verbas publicitárias. Será que ele estaria se referindo à revista Veja? Ou aos veículos das Organizações Globo? Ou, quem sabe, à Folha de São Paulo? Ou ao Estadão?


TERCEIRO: O ex-presidente considera que “existe toda uma gama de classes médias” (…), “ausente do jogo político-partidário”, para a qual “as oposições devem dirigir suas mensagens prioritariamente, sobretudo no período entre as eleições”. Uma das características desses grupos é que, eles estão conectados às “redes de internet, Facebook, YouTube, Twitter, etc.”.


Mas, alerta ele, as oposições “não devem, obviamente, desacreditar do papel da mídia tradicional: com toda a modernização tecnológica, sem a sanção derivada da confiabilidade, que só a tradição da grande mídia assegura, tampouco as mensagens, mesmo que difundidas, se transformam em marcas reconhecidas.”


Certamente o ex-presidente não ignora a incrível capilaridade social da internet e de suas redes sociais no Brasil. Os usuários de Facebook, YouTube e Twitter estão em todas as classes sociais. E muitos dos usuários chegaram lá exatamente como resultado das políticas sociais dos governos que a oposição, segundo o ex-presidente, precisa combater.


O mais interessante, todavia, é a advertência em relação à mídia tradicional. Ela seria detentora exclusiva de uma “confiabilidade” capaz de assegurar a transformação das mensagens (políticas) em “marcas reconhecidas”.


Se considerarmos a oposição sistemática feita pela grande mídia aos dois governos Lula, comprovada por diferentes pesquisas e reconhecida pela própria presidente da Associação Nacional de Jornais, há razões de sobra para se desconfiar da “confiabilidade” da mídia tradicional. O ex-presidente Lula e seu governo, como se sabe, continuaram a receber aprovação recorde da imensa maioria da população.


Ao fim e ao cabo, parece que, a seguir as recomendações do ex- presidente FHC, a oposição política no Brasil terá um longo caminho pela frente.


A ver.


Venício A. de Lima é professor Titular de Ciência Política e Comunicação da UnB (aposentado) e autor, dentre outros, de Regulação das Comunicações – História, poder e direitos, Editora Paulus, 2011.


sexta-feira, 15 de abril de 2011

Os imigrantes, órfãos da globalização



A situação dos trabalhadores imigrantes é das mais significativas do mundo contemporâneo. A desregulamentação promovida pelo neoliberalismo permitiu o deslocamento dos capitais para qualquer parte do mundo que, por sua vez, pôde engajar força de trabalho nas melhores condições para eles.

Para tomar casos concretos de países que mais exportam mão-de-obra no nosso continente, El Salvador e Equador dolarizaram suas moedas, com as correspondentes consequências dramáticas que introduziram. Seguiram as indicações do FMI e se tornaram vitimas privilegiadas do livre comércio. Suas economias foram abertas, sua economia dolarizada, com um empobrecimento acelerado de toda a população e imigração maciça dos seus trabalhadores, buscando emprego e fontes de renda para envio às suas famílias.

El Salvador exportou maciçamente mão-de-obra para os EUA, o Equador para a Espanha. Trabalhadores que passaram a ser submetidos à superexploração da sua força de trabalho, seja por estar em condições de absoluta ilegalidade ou sem possibilidades de acolher-se às proteções possíveis do trabalho: legislação do trabalho, Justiça do Trabalho, sindicatos.

Eles se tornaram chave do ponto de vista econômico, porque as taxas de exploração da sua força de trabalho alimentam fortemente o processo de acumulação de capital. No caso dos EUA, se concentram – junto aos mexicanos e a outros imigrantes latino-americanos – no setor de serviços, que ganhou peso cada vez maior nesse país, conforme a estrutura produtiva foi em parte deslocada para outros países, com mão de obra muito mais barata – como México, China, entre outros.

No caso da Espanha, os trabalhadores equatorianos – junto a outros latino-americanos – alimentaram o boom da construção civil, motor do ciclo expansivo que explodiu recentemente por suas fragilidades na expansão do crédito, de forma similar ao que aconteceu nos EUA -, assim como se concentram nos trabalhos domésticos. Como sempre, trabalhos desqualificados, que não interessam aos trabalhadores espanhóis.

Esses trabalhadores são os mais fragilizados do ponto de vista da garantia dos seus direitos, em primeiro lugar, do emprego. Quando chegou a crise, foram os primeiros a perder seus postos de trabalho, com todas as consequências, antes de tudo a suspensão do envio de recursos para suas famílias nos seus países originários. Eles compõem o grosso das enormes taxas de desemprego nesses países – mais de 20% na Espanha e de mais de 45% entre os jovens, mesmo se uma parte deles não está computada, por estar em condições de absoluta informalidade.

Além da dimensão econômica do fenômeno, há as dimensões sociais e culturais. São submetidos a formas de marginalização, são discriminados, quando não diretamente criminalizados. Concentram assim os trabalhadores imigrantes alguns dos principais problemas do mundo contemporâneo.

Mas um caso ainda mais grave tornou-se um dos exemplos mais escandalosos de catástrofe humanitária. Se os trabalhadores latinoamericanos são aceitos em um país como a Espanha, mesmo com todas as limitações apontadas e outras mais, os africanos nem sequer conseguem chegar ao país. Fazem todos os esforços para tratar de chegar às costas espanholas, mas são simplesmente rejeitados. Semanalmente chegam nos mais diferentes tipos de embarcação, o que faz com que uma proporção alta não resista à travessia. Os outros são presos e devolvidos para os países de onde saíram. 

Não há sequer estatísticas confiáveis sobre sua quantidade, mas são vários milhares, rejeitados ou mortos. Não existem como cidadãos, ninguém os representa, não possuem nenhum direito, são invisíveis. Os espanhóis se acostumaram a pequenas notas nos jornais sobre mais uma embarcação apreendida e o numero de prováveis mortos. Mesmo dispostos a trabalhar em quaisquer condições, nem sequer quando a economia espanhola crescia eram aceitos, menos ainda agora que o país tem uma economia literalmente falida.

São todos órfãos da globalização neoliberal. No caso dos africanos, os casos mais extremos, mais graves, mais desamparados. O livre comércio vale para as mercadorias e os serviços, mas não para os trabalhadores, os seres humanos. 
Postado por Emir Sader às 02:27

Hobsbawm: Lula ajudou a mudar o equilíbrio do mundo ao trazer os países em desenvolvimento para o centro das coisas April 15th, 2011 by mariafro


Fonte: Twitpic do Zé de Abreu
Lula ajudou a mudar o equilíbrio do mundo, avalia historiador Eric Hobsbawm
PT na Câmara
14/04/2011
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva “ajudou a mudar o equilíbrio do mundo ao trazer os países em desenvolvimento para o centro das coisas”, opinou o historiador britânico Eric Hobsbawm, 94 anos. Ícone da historiografia marxista.
Ele se reuniu nesta quarta-feira (13) com Lula na residência do embaixador brasileiro em Londres, Roberto Jaguaribe. O convite foi feito pela equipe de Lula.
Autor do clássico “Era dos Extremos”, Hobsbawm é considerado um dos maiores intelectuais vivos. Na saída da embaixada, ele deu uma rápida entrevista quando já estava sentado no banco de trás do carro, ao lado da mulher. Falando com dificuldade, o historiador teceu elogios ao governo Lula e disse que espera revê-lo mais vezes. O encontro durou cerca de uma hora e meia.
“Lula fez um trabalho maravilhoso não somente para o Brasil, mas também para a América do Sul.” Em relação ao seu papel após o fim do seu mandato, Hobsbawm afirmou que, “claramente Lula está ciente de que entregou o cargo para um outro presidente e não pode parecer que está no caminho desse novo presidente”.

Governo desmente PiG (*), jn e Ipea



Numa reunião de rotina para tratar do Orçamento com a ministra do Planejamento Miriam Belchior, o ministro responsável pela reforma dos aeroportos, Wagner Bittencourt de Oliveira, da Secretaria de Aviação Civil, desmentiu o próprio Governo (o Ipea) e o serviço que o PiG (*) e o jornal nacional prestaram aos tucanos.

Clique aqui para ler: “Oposição e jn apostam no fracasso da Copa”.

Clique aqui para ler no blog Os Amigos do Presidente Lula “O PiG volta à casa e relança caos-aéreo com a oposição”.

Saiu no G1:

Ministro diz que obras em aeroportos estão ‘no cronograma adequado’


Estudo do Ipea informou que 9 dos 13 aeroportos não devem ficar prontos. Wagner Bittencourt disse ainda que governo estuda forma para acelerar obras.


Mariana Oliveira Do G1, em Brasília


O ministro Wagner Bittencourt de Oliveira, da Secretaria de Aviação Civil, afirmou nesta sexta-feira (15) que as obras em aeroportos para atender ao crescimento da demanda previsto com a Copa do Mundo estão no “cronograma adequado”, mas que mesmo assim o governo estuda maneira de acelerar as obras.


Estudo do Ipea divulgado na quinta (14) mostra que ao menos 9 dos 13 aeroportos brasileiros que estão em obras para a Copa de 2014 não devem estar prontos a tempo de receber o evento.


“Essa reunião foi de planejamento sobre o andamento das questões das obras do PAC, que acontece periodicamente, da qual participou o Ministro do Esporte, uma vez que existe relação entre obras do PAC e a Copa do Mundo. Discutimos estratégia para acelerar as obras dos aeroportos, para que a gente possa ter uma certa demanda equilibrada não só na Copa, mas para os próximos anos”, afirmou Bittencourt após reunião com a ministra do Planejamento, Miriam Belchior.


Segundo Bittencourt, “as obras estão andando no cronograma adequado para atender as necessidades da Copa”. Ele afirmou que não poderia antecipar quais medidas o governo pode tomar para acelerar as obras. Questionado sobre se a solução passa por convênio com a iniciativa privada, ele afirmou que pode ser uma “opção”.


(…)



(*) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.

Alvaro Dias critica volta da inflação e defende demissão de Mantega




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Serra, enjaulado na lógica tucana


Clique aqui para ver o especial A hora da Comissão da Verdade
A coluna de estréia de José Serra no Estadão, esta semana, é a expressão bem escrita da ideologia esquizofrênica do tucanato, que combina vapores de saber acadêmico com o  oportunismo intrínseco dos mercados. Serra tece elogios copiosos ao desempenho econômico da China para contrapor ao que considera a marcha batida do Brasil rumo à periferia do mundo. Alinha observações corretas sobre características econômicas dos dois lados, que não necessariamente confirmam sua premissa. Ao mesmo tempo, na primeira parte do texto, faz duros reparos  ao poder estatal chinês, "fortemente repressivo quando necessário" e cujo " grau de discricionariedade da política econômica é altíssimo". O que também é verdade. O raciocínio político pré-concebido, porém, impede tucano de relacionar as duas partes do próprio artigo revelando uma clivagem lógica sugestiva do seu definhamento político. No final fica a impressão de que Serra quer para o Brasil um PIB chinês com legislação de paraíso fiscal. É tudo o que a FEBRABAN e a FIESP pedem ao Papai Noel há anos. Essa dificuldade de lidar com a História, com as forças da história, faz com que Serra seja descrito pelos próprios pares da Unicamp como um tecnocrata pretensioso, enjaulado numa cabeça política do tamanho de uma semente de mostarda.
(Carta Maior; 6º feira, 15/04/2011)

Por que o IPEA não consultou a INFRAERO sobre os aeroportos ?


Adicionar legenda

Como se sabe, unidos até que a morte os separe, o PiG (*), especialmente o jornal nacional, e o PSDB resolveram boicotar a Copa.

Imediatamente após devastadora reportagem do jornal nacional sobre o desmanche dos aeroportos brasileiros – a partir de um estudo do IPEA – veio um comercial do PSDB, com um jovem de sotaque nordestino, que não é do povão, para dizer que os aeroportaos são o novo “caosaéreo”.

(Eles querem que o pobre exploda, provavelmente até os pobres que o Nunca Dantes mandou ocupar os aeroportos e provocam tanta irritação no Jabor.)

Estranho nisso tudo, como observa o Stanley Burburinho, reparador de iniquidades, que o IPEA não tenha consultado a Infraero, responsável pelas obras em aeroportos.

Estranho, professor Pochmann.

Diz o Stanley :

Por que o Ipea não consultou a Infraero? Parece que estão levantando a bola para a oposição e cria e confundir a população. Veja abaixo os comentários da oposição.


“A Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) informou ao G1 nesta quinta-feira (14)  que não participou das discussões técnicas sobre o estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) que aponta atraso nas obras de 9 dos 13 aeroportos brasileiros que estão sendo preparados para a Copa de 2014. Segundo o Ipea, os aeroportos não devem estar prontos a tempo de receber o evento.”


“Sobre o estudo em questão, a Infraero desconhece as bases técnicas utilizadas e não participou de qualquer discussão, de modo que não pode fazer qualquer tipo de avaliação a respeito”, informou a assessoria de imprensa da Infraero.”


“A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) informou que não vai se pronunciar sobre o estudo Ipea.”


14/04/2011 12h27 – Atualizado em 14/04/2011 14h19


Infraero diz desconhecer base técnica de estudo do Ipea sobre aeroportos

Segundo instituto, obras de 9 aeroportos não estarão concluídas até 2014.

Oposição critica ‘péssima gestão’; governista diz que tema é ‘prioridade’.


Sandro Lima e Robson Bonin

Do G1, em Brasília


A Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) informou ao G1 nesta quinta-feira (14)  que não participou das discussões técnicas sobre o estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) que aponta atraso nas obras de 9 dos 13 aeroportos brasileiros que estão sendo preparados para a Copa de 2014. Segundo o Ipea, os aeroportos não devem estar prontos a tempo de receber o evento.


“Sobre o estudo em questão, a Infraero desconhece as bases técnicas utilizadas e não participou de qualquer discussão, de modo que não pode fazer qualquer tipo de avaliação a respeito”, informou a assessoria de imprensa da Infraero.


A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) informou que não vai se pronunciar sobre o estudo Ipea.


Oposição


O deputado ACM Neto (BA), líder do DEM na Câmara, afirmou que “o Brasil inteiro sabe que o principal gargalo da infra-estrutura são ao aeroportos. E o governo está mostrando sua incapacidade para enfrentar o problema. É um problema antigo, que já vem do governo Lula e permanece no governo Dilma”, disse. Segundo o deputado, a criação da Secretaria de Aviação Civil, com status de ministério, não vai resolver o problema.


“O governo tem uma péssima gestão nessa área. Desde o apagão aéreo, em 2007, nada de relevante foi feito para resolver o problema. Corremos o risco de passar um vexame mundial caso os aeroportos não estejam concluídos para a Copa do Mundo”, disse o deputado.


O líder do PSDB no Senado, Alvaro Dias (PR), afirmou que o Brasil deveria pedir desculpas à Fifa e desistir da Copa. “Diante dessa situação, seria melhor o Brasil pedir desculpas à Fifa e abrir mão de realizar a Copa do Mundo. A continuar nesse ritmo, obras de infraestrutura, aeroportos e estádios construídos com dinheiro público, seria melhor para o Brasil que devolvesse o projeto e pedisse à Fifa que escolhesse outro país.”


Líder do governo


O lider do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), disse que os aeroportos serão “prioridade” e que as obras serão concluídas a tempo.


“O governo tem uma preocupação com os aeroportos e criou a Secretaria de Aviação Civil para resolver este problema. Os aeroportos serão prioridade. O governo vai correr para recuperar o tempo perdido”, afirmou.


O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), também comentou o estudo do Ipea. “Bom, eu acho que realmente o Brasil tem um grande problema pela frente, que é de infraestrutura, esse problema de infraestrutura é grave, e dentro da infraestrutura, o problema dos aeroportos. Quanto ao andamento das obras, detalhadamente, eu não sei”, afirmou.


Questionado se o problema poderia ser trazido para o Congresso, Sarney disse que “essa é uma ação do Executivo, tarefa diretamente ligada ao Executivo, o Congresso não pode ser executor de obras”.


http://g1.globo.com/economia/noticia/2011/04/infraero-diz-desconhecer-base-tecnica-de-estudo-do-ipea-sobre-aeroportos.html

(*) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.