Mente vazia, oficina do sistema da mídia golpista

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quinta-feira, 13 de junho de 2013

Aécio, o “Moço do Restelo”

Aécio Neves vestiu a carapuça e reagiu às declarações de Dilma Rousseff de que no Brasil existem muitos que são como o “Velho do Restelo”, personagem de Camões que ficava agourando a partida das naus portuguesas que partiam para as conquistas “d”além mar”.
Diz ele na Folha:
“Não serão ataques fortuitos e fora do tom à oposição que vão permitir que a inflação volte ao controle. Muita serenidade nessa hora. Que a queda nas pesquisas não afete o humor da presidente. Ela tem que planejar o país, o que não foi feito até agora.”
Como assim, Aécio?
Não tem planejamento?
Quando é que teve, no Governo Fernando Henrique?
Tinha um programa de investimentos públicos como o Programa de Aceleração do Crescimento, o PAC?
Tinha um programa de habitação, por mínimo que fosse, semelhante ao “Minha Casa, Minha Vida”?
Tinha um projeto como o Plano de Investimentos da Petrobras, de US$ 236,7 bilhões nos próximos cinco anos, ou estava apenas entregando as áreas petrolíferas às multinacionais?
Onde estão as usinas, as refinarias, as estradas de ferro, as obras públicas daquele período?
Ou será que tínhamos o “Bolsa-Família” ajudando milhões de pessoas a terem o mínimo para comer e sobreviver?
Aécio, Minas não tem mar, mas como você passa boa parte do tempo aqui no Rio de Janeiro,como diz o Estadão,  por que não sai do circuito Ipanema-Leblon e dá um pulinho ali no Caju, para ver um imenso navio, de quase 330 metros de comprimento, sendo transformado em plataforma de petróleo para o pré-sal, num estaleiro que estava reduzido a sucata quando o “dindinho” FHC estava (estava?) no leme do Brasil?
Como sei que sua praia é outra, ajudo colocando aqui o vídeo caseiro de um brasileiro comum, o Ricardo Cardoso, gravou, espantado com a grandeza da obra, em lugar de ficar aí, como faz o “Moço do Restelo”, dizendo que “não há projeto” aqui.
Aliás, se alguém desse ouvido ao “Aécio do Restelo” na época do Infante D. Henrique, Portugal jamais teria sido a potência que foi, indo “além da Taprobana” e por mares “nuca d’antes navegados”. Este “nunca d’antes”  lembra alguém, Aécio?
E quais são os “projetos” os que você, Aécio, anuncia?
Combater a inflação taxando com alíquota mais alta do Brasil a luz que paga o povo de Minas, como a gente mostrou aqui, ou baixar a conta de luz, como fez Dilma, reduzindo impostos e apertando as concessionárias de energia?
Ah, não, você mesmo diz o que é, na mesma Folha:
“É preciso explicar às agências de rating internacionais que não está havendo inflação, deterioração das contas públicas”.
Você pode explicar isso, Moço do Restelo, como se fazia no tempo de Fernando Henrique.
Sem esquecer de tirar os sapatos, antes, claro.
Mas você vai ficar agourando como fez o Velho do Restelo à partida das naus de Vasco da Gama.
É inútil a dizer que não vai fazer isso para a Eliane Cantanhêde dizer que você é“bom moço” e, na mesma edição do mesmo jornal, entrar na onda do terrorismo inflacionário.
Bom ou mau, o Moço do Restelo vai ver as caravelas passarem.
Por: Fernando Brito

Dor de cotovelo para os pessimistas


varejo

As matérias prevendo retração ou estagnação nas vendas do comércio para  Dia dos Namorados eram dor de cotovelo.
primeiro levantamento das vendas foi dado pela Braspag, do grupo de cartões Cielo: as vendas online cresceram 18% e o faturamento das lojas na internet subiu 39%.
Mesmo sendo natural que o movimento online cresça mais que no varejo convencional, à medida em que o uso da internet se difunde e desparecem as resistências a comprar pelo computador, o número é muito expressivo.
Hoje, na Folha, a consultoria A.T.Kearney  que, há 11 anos ,  mede o ânimo dos investidores em comércio varejista em 200 países, anuncia que manteve o Brasil no topo das preferências. É o terceiro ano consecutivo em que somos apontados como o país mais atraente para investimentos no varejo.
Muito bom para um país que está ardendo na crise, não é?

Por: Fernando Brito

Morgan repete alemães: Brasil vai bem



Enquanto a nossa mídia aqui pinta o caos econômico, o pessoal da grana lá fora começa a se manifestar e dizer: opa, estão indo “longe demais”, com essa história.
Depois dos alemães do Deutsche Bank, ontem foi a vez do JP Morgan, a partir de um relatório feito pelo seu parceiro Gávea Investimentos – dirigido por ninguém menos que o ex-presidente do BC na gestão FHC, Armírio Fraga -dizer que as oportunidades de ganhos no Brasil continuam boas, sobretudo pelo potencial de consumo.
Diz ele, segundo o Estadão:
“”Estamos vendo criação de riquezas”, disse Chris Meyn, sócio na Gávea Investimentos, que é controlada pelo JP Morgan. “A classe média é robusta e há crédito.” Diante disso, a Gávea tem uma visão positiva de empresas expostas a consumidores, em especial de setores como vestuário e cosméticos, comentou Meyn.”
E este não é o único exemplo.
Domingo, Miriam Leitão pintou um quadro trágico na área de petróleo. Diz que “desde que o ex-presidente Lula anunciou a autossuficiência energética do país, ela nunca esteve tão distante”.
Hoje, a Agência Internacional de Energia divulgou que espera que o ano termine com uma produção recorde de 2,35 milhões de barris diários e aponta as paradas de manutenção – necessárias à segurança dos poços – como razão de uma queda temporária do volume extraído no país.
O mais incrível, porém, é que é preciso que alemães e americanos venham dizer que “estão pegando pesado” com o clima econômico brasileiro.
Os nossos mídio-economistas têm olhos de madrasta – perdoem-me as madrastas pela expressão  - para como Brasil.
Por: Fernando Brito

sexta-feira, 7 de junho de 2013

TOMATE CAI E DESMORALIZA O LOBBY PRÓ-JUROS ALTOS

Ataque na mídia, olho na grana

Com o combustível fornecido por fatos reais – a queda no ritmo de crescimento – incendiado com o sopro de uma imprensa catastrofista, os falcões do mercado financeiro esticaram suas garras sobre o projeto brasileiro de crescer pela via da produção, não pelo ilusório caminho do volátil capital especulativo.
É nesse quadro que se deve observar a manchete de hoje dos jornais – a perspectiva negativa da Standard & Poors quanto ao “rating” do Brasil – e a jocosa publicação daThe Economist, pintando um cenário de caos e, novamente, pedindo a cabeça do Ministro Guido Mantega.
Falta, a um e a outro, lucidez. No caso da revista inglesa, porém, falta respeito e  sobra prepotência.
Ou, como dizia a minha avó, um “macaco olha o seu rabo, deixa o rabo do vizinho”.
Porque a expansão de 0,6% do PIB brasileiro – de fato muito baixa pelas nossas potencialidades - é exatamente igual à do Reino Unido e maior do que a da França, da Espanha e da maioria da Europa. E não ficou muito abaixo do México, novo “queridinho” do mercado financeiro entre os emergentes, que registrou 0,8%.
The Economist não pede a cabeça de nenhum dos seus ministros da Economia.
Talvez, quem sabe, porque sejam mais dóceis aos interesses do capital financeiro do que Mantega.
O que os ingleses da The Economist querem está claro na própria matéria: aumento dos juros, corte nos programas sociais e mais leilões de petróleo.
Aliás, não é nem original a hipocrisia inglesa quando se trata de encobrir com propósitos nobres seus interesses econômicos.
Vem do Bill Aberdeen, lei que deu à frota britânica o “direito” de apreender navios suspeitos de tráfico de escravos e que, na verdade, era uma represália ao fim dos tratados ruinosos – para o Brasil – de comércio exterior com a Inglaterra.
Aliás, quem conhece algo sobre as condições subumanas a que eram submetidos homens, mulheres e crianças nas fábricas inglesas no início século 19, sabe que não era propriamente a dignidade humana que estava no centro das preocupações britânicas.
Mas The Economist é uma “canhoneira de papel”, como muitos jornais o são.
Embora metam medo com seu barulho e já tenham conseguido fazer tremer o nosso BC, não têm força para mudar o rumo que este país escolheu.
Por: Fernando Brito

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Nem sabotagem segura o Brasil


Apesar de o Brasil estar galgando mais um degrau da escada que o levará a se tornar um país mais justo e próspero, é doloroso saber que um pequeno bando de bilionários donos de meios de comunicação e alguns partidos políticos decadentes vêm praticando crimes de lesa-pátria que, em outras épocas, seriam passíveis de condenação penal.
O crime de traição à pátria, porém, guarda relação com estados de guerra. Dessa maneira, como o país desfruta de paz não é possível processar e condenar aqueles que tentam sabotá-lo mesmo sabendo quanto sofrimento poderiam provocar se fossem bem-sucedidos.
Todavia, sendo bem administrado, ninguém segura o Brasil. E graças à fórmula dos seus atuais governantes, estamos nos tornando o país mais promissor do planeta.
Apesar da sabotagem midiática que vem sendo disparada contra o Brasil por empresas de comunicação e partidos políticos com fins puramente político-eleitorais, se formos analisá-lo não apenas por critérios econômicos, mas por estes e mais os critérios de justiça social, nação nenhuma nos faz frente.
Em um momento em que o mundo se convulsiona ante a mais grave crise econômica de sua história, crise essa que pôs os países desenvolvidos de joelhos, levando tantos de seus cidadãos até ao extremo dos extremos, o suicídio, por falta de perspectivas de vida e por não poderem suportar o que veem pela frente em termos de penúria econômica e social, o povo brasileiro se vê não apenas à salvo desse desastre, mas se vê melhorando de vida ano após ano, como se a humanidade atravessasse uma era de ouro.
Antes de explicar por que este país é o mais promissor do mundo, vale explicar antes os problemas econômicos que vem enfrentando e que estão sendo usados por grupos políticos de oposição em uma tentativa criminosa de aprofundar tais problemas de maneira que a sociedade os sinta e, assim, vote como querem esses grupos.
Sobre a inflação, decorre, pura e simplesmente, de um aumento do poder aquisitivo do brasileiro e da inserção de legiões no mercado de consumo de massas, fenômeno que ocorreu de forma extremamente rápida, acima da capacidade do país de aumentar a produção, o que pôs em campo a lei da oferta e da procura – ou seja, do fenômeno de haver menos produtos do que gente querendo comprar, decorre aumento de preços.
Sobre o crescimento, porém, é nesse ponto que se faz sentir o crime de lesa-pátria das famílias Marinho, Frias, Mesquita, Civita e dos partidos PSDB, DEM e PPS, entre outros.
Esse grupo criminoso, entre 2011 e 2012, conseguiu provocar pânico entre os investidores brasileiros e internacionais. Na contramão dos interesses do país, uma das maiores campanhas de propaganda negativa que já se viu tentou afastar investidores estrangeiros e atemorizar os nacionais, no que teve certo êxito, provocando uma redução na taxa.
Para prosseguir a partir daqui, faz-se necessário analisar o gráfico abaixo. Mostra a série histórica do IBGE da taxa de investimento sobre o PIB no Brasil entre 1947 e 2012.
Analisando o gráfico, nota-se que houve momentos fora da curva, mas a taxa de investimento no país vem andando, eno decorrer dessas mais de seis décadas de estudo, entre 10 e 20% do PIB.
Exceções foram períodos como o da abertura comercial do Brasil que já se vislumbrava no último ano do governo José Sarney, em 1989, quando o humor do capital melhorou com um país que se abria sem contrapartidas para o mundo – processo que se agravaria com Fernando Collor de Mello em 1990 –, levando a taxa de investimento a 26,90% do PIB.
A partir do segundo ano daquele governo, porém, com o confisco da poupança praticado por Collor, a taxa despencou para 16,70%.
Já em 1994, com a promessa do real, a confiança do capital provoca novo pico no investimento, levando-o à taxa 20,70% sobre o PIB. Mas, tal qual foi com Collor, essa taxa começa a despencar no segundo ano do governo FHC até atingir, em 2002 – último ano daquele governo -, 16,40%.
No primeiro ano do governo Lula (2003), a taxa seguiu caindo (foi a 15,30%) por conta das expectativas levantadas pela mídia, pelos adversários políticos e pelo discurso pregresso do PT. Naquele ano, todavia, aquele governo se mostraria o oposto do que todos pensavam, mantendo respeito a contratos e interlocução de alto nível com a comunidade internacional.
De 2004 para frente, apesar das críticas e dos escândalos – muitos dos quais fabricados ou agravados por opositores –, o governo Lula foi se tornando uma promessa crescente, atraindo o interesse do Brasil e do mundo – foi o período em que seus opositores na mídia e nos partidos caíram em descrédito, sendo ignorados aqui e lá fora.
Nesse processo de soerguimento do país após sua degringolada ao fim do governo FHC, no último ano do governo Lula (em 2010), a taxa de investimento sobre o PIB chegaria a um patamar poucas vezes alcançado na história, de 19,50%.
Taxa de investimento, porém, não tem ideologia: tem medo. Como dizem, o grande investidor/especulador tem os músculos de um leão, mas o coração de um passarinho – apavora-se ao menor sinal de perigo, ou de números menores do que estupidificantes, em termos de rentabilidade.
Em 2011 e 2012, então, a taxa de investimento mostrou que aqueles opositores do governo Lula seguiram bombardeando o governo Dilma Rousseff e obtiveram relativo sucesso.
Os investimentos recuaram. Em 2011 caíram dos 19,50% de Lula para 19,30% e, ano passado, foram a 18,10%. Foi como com FHC, que, no seu primeiro ano, viu o investimento cair de 20,70% do PIB no ano anterior a 18,30% e, em seu segundo ano, a 16,90%.
Contudo, FHC veio de um período de graves problemas nacionais, que infernizaram o país durante os governos Collor e Itamar Franco, tendo a situação do país se tornado mais promissora só em 1994, quando a taxa de investimento chegou àqueles 20,70%.
O governo Dilma poderia ter obtido melhor resultado por ter sucedido um governo que gozava de confiança nacional e internacional que fazia disparar a taxa de investimento, mas não foi assim.
O repique da crise internacional não teria feito o estrago que fez se a mídia e a oposição não tivessem trabalhado duramente para divulgar previsões sombrias que, inclusive, já tombam ante indícios de que não se confirmarão, tal qual ocorreu com a campanha negativa perpetrada pelos mesmos grupos políticos em 2008, quando eclodiu a crise internacional e o mesmo alarmismo se fez sentir, mas, ao fim, fracassou.
Apesar disso, o momento a que chegamos é bastante interessante do ponto de vista de o descrédito dos pessimistas gritalhões – que dispõem de meios eficientes para gritar muito alto – estarem novamente perdendo a força ante a constatação de que nem sabotagem segura este país, pois somos uma nação pujante, rica, em avançado estágio econômico, com a população economicamente ativa se tornando maioria, com as contas públicas equilibradas na menor dívida da história recente, em torno de 35% do PIB.
Enquanto isso, a desigualdade social vai despencando, os salários vão subindo, o consumo das famílias se mantém no patamar mais alto da história, sem quedas e com perspectiva de seguir crescendo, do que é prova o resultado da economia em abril e, mais do que isso, a subida da taxa de investimentos, mesmo que ainda em patamar baixo em relação ao ideal, em torno de 25% do PIB, mas voltando a crescer.
Ora, que outro país emergente pode dizer que conjuga crescimento e investimento com inflação sob controle, contas públicas equilibradas como nunca antes, redução dos problemas sociais, avanço da escolarização e modernização incessante de sua indústria?
Na China, paradigma do mundo moderno, a renda per capita quase duplicou em dez anos. Contudo, só nas zonas urbanas; fora dessas zonas, a grande maioria é composta de cidadãos de segunda classe, sem acesso às maravilhas do mundo moderno, muitas vezes em situações piores do que as nossas e com pouca perspectiva de evolução no curto prazo.
Além disso, a China é uma ditadura, enquanto que somos uma democracia plena que não pode crescer como quer sem levar em conta o bem-estar de seu povo, o que o direito ao voto livre nos permite impor aos que pretendem nos governar.
Eis, aí, o fenômeno que está fazendo o Brasil superar o pessimismo sabotador e mal-intencionado de grupos políticos que não querem o melhor para este país, mas simplesmente voltarem ao poder a qualquer preço, nem que, para isso, tenham que jogar milhões no sofrimento, na carestia, aumentando a violência e todos os demais dramas sociais brasileiros, que ainda são descomunais.
O nosso país, porém, é uma potência que não pode mais ser tolhida por míseras campanhas negativamente propagandísticas. O porte de nossa economia e as riquezas que foram produzidas ao longo da última década se fazem sentir no bem-estar social e nas descobertas de negócios e oportunidades que saltam aos olhos de quem os tenha.
Chegamos a um ponto, caro leitor, que nem a sabotagem segura o Brasil. Podem vir quente, então, barões da mídia, que esta nação está fervendo.

DEUTSCHE BATE PESSIMISTAS E VÊ PIB A MAIS DE 3%


:
"Isso está indo longe demais", adverte nota oficial de um dos mais sólidos bancos do mundo, o Deutsche Bank, a respeito da persistência do pessimismo entre os formadores de opinião na sociedade brasileira; na economia real, a instituição projeta que o PIB poderá, sim, crescer entre 3% e 3,5% este ano; "Estão de má vontade com o Brasil"
247 – Um dos mais sólidos e respeitados bancos do mundo, o Deutsche Bank advertiu em nota oficial sobre os riscos para a economia brasileira que a persistência do pessimismo entre os formadores de opinião podem acarretar.
- Os comentários sobre o Brasil se tornaram muito negativos nos últimos 18. Isso já foi longe demais, criticou o Deutsche. Estão de má vontade com o Brasil, reforçou.
Para o banco, o México é o "novo queridinho do mercado", mas é a economia brasileira que se mostra a mais resistente à crise internacional.
O Deutsche fez uma análise coincidente com a do presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, para quem o investimeno será o principal vetor do crescimento brasileiro em 2014. O banco acredita que as concessões de infraestrutura serão fundamentais para a obtenção de recursos, especialmente se o governo brasileiro agir rapidamente no incetivo a esses aportes. Mesmo, porém, que medidas especiais não venham a ser baixadas, os economistas do Deutsche acreditam que o crescimento do PIB não será inferior a 3%, mais para 3,25% e, com destraves burocráticos, até 3,5%.
As previsões são em tudo conflitantes com as opiniões disseminadas nas mídias tracionais do País e do exterior. Do Financial Times, que chamou o crescimento brasileiro como "de fachada", à Folha de S. Paulo, que registrou em editorial sua torcida pela queda da produção industrial nos próximos períodos, para quebrar a alta dos últimos dois.