Mente vazia, oficina do sistema da mídia golpista

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sábado, 15 de março de 2014

Sem provas e em "off", Veja aponta regalia de Dirceu

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Reportagem deste fim de semana sobre José Dirceu, por quem Veja nutre um estranho fascínio, é mais um exemplo da esculhambação da imprensa e da Justiça no País; todo o texto está ancorado em relatos de supostos servidores da Papuda que teriam falado sem se identificar, o que configura o chamado "off" no jornalismo; essas "fontes" teriam dito que Dirceu vem tendo direito a picanha e lanches do McDonald's na Papuda, além de um podólogo para tratar uma unha encravada; reportagem de Veja será usada numa manobra para enviar Dirceu a um presídio de segurança máxima, contrariando a decisão tomada pelo Supremo Tribunal Federal, que lhe garante o regime semiaberto
15 de Março de 2014 às 07:29
247 - A revista Veja, que já invadiu um quarto de hotel em Brasília, numa operação feita em parceria com o bicheiro Carlos Cachoeira, entrega, neste fim de semana, mais uma armação jornalística a seus leitores, com o objetivo de manipular o Poder Judiciário. O alvo, mais uma vez, é o ex-ministro José Dirceu, por quem Veja nutre um estranho fascínio, tantas as capas que lhe foram dedicadas. Desta vez, a reportagem trata de supostos privilégios que Dirceu estaria recebendo na Papuda.
Em resumo, os privilégios seriam picanha, lanches do McDonald's, visitas fora de horário e acesso a um podólogo, para tratar uma unha encravada. As provas... bem, as provas, elas não existem. Todo o texto de Veja está ancorado em declarações em "off" de supostos servidores da Papuda. Ou seja: supostas fontes que se mantêm no anonimato. "Nas últimas semanas, VEJA ouviu funcionários da Papuda que, sob a condição de anonimato, revelaram detalhes do regime especial a que estão submetidos os mensaleiros. 'Aqui já teve até picanha e peixada feitas exclusivamente pra eles', conta um servidor", diz um trecho da reportagem.
Notícias desse naipe, sem nenhuma comprovação factual, atingem seus objetivos. Foi a suspeita de uso de um celular no presídio, lançada na imprensa mas negada por uma sindicância interna, que impediu a análise do pedido de trabalho externo de José Dirceu. Foi também uma nota sobre uma feijoada o argumento usado pelo juiz Bruno Ribeiro, filho de um dirigente do PSDB no Distrito Federal, para mandar Delúbio Soares de volta para a Papuda.
Com a capa desta semana, Veja tem alguns objetivos. Um deles é garantir a volta de José Genoino à prisão. "Numa conversa entreouvida por um servidor, um médico que atendia Genoino revelou ter escutado do próprio petista a admissão de que deixara de tomar alguns remédios para provocar uma arritmia cardíaca e, assim, poder pleitear a prisão domiciliar", diz Veja. A prova? Mais uma vez, uma "conversa entreouvida".
No caso de Dirceu, o que move a publicação é mais grave. Veja pretende manipular a Justiça para que um réu condenado ao semiaberto e recentemente inocentado da acusação de formação de quadrilha seja enviado a um presídio de segurança máxima – o que contraria a própria decisão do Supremo Tribunal Federal. "A Justiça está analisando um pedido do Ministério Público para que, diante da impossibilidade de controlar os privilégios concedidos aos mensaleiros pelo governo petista de Brasília, todos eles sejam transferidos para um presídio federal."
Nos próximos dias, o Brasil saberá se uma reportagem da insuspeita Veja, em off, será acolhida como prova pelo Poder Judiciário. Esculhambação? Sim, esculhambação total.

sábado, 26 de outubro de 2013

A direita e os beagles

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A direita brasileira anda perdidinha da silva. Esta semana, Cora Ronai, histórica e combativa defensora dos animais, em especial gatos e capivaras, causou um certo frisson nazista ao mencionar uma cientista que defende testes farmacêuticos em presidiários, em troca da redução da pena. Depois ela se desculpou, em seu blog, de modo ainda mais estranho.
Se achamos que pessoas livres podem se apresentar como voluntárias para testes, em troca de vantagens financeiras, bom karma ou o que quer que as motive (e eu acho que podem), não é justo deixar de estender o “benefício” (na falta de melhor palavra) para as pessoas que estão presas, não?
(…)
Para começo de conversa, há criminosos e criminosos. Há testes e testes. E, last but not least, há sistemas judiciais e sistemas judiciais. Não é difícil imaginar o grau de risco que isso poderia representar no Brasil, sob todos os aspectos.
De modo que, em tese — mas muito em tese mesmo, ainda preciso pensar mais sobre isso — sou contra a permuta de testes farmacêuticos ou cosméticos por reduções de pena. Acho que se a sociedade optou por determinada pena para determinado crime, essa pena deve ser cumprida integralmente, ou amanhã teremos um Marcos Valério da vida saindo da prisão em troca de um teste de dentifrício. Ou alguém tem dúvidas de que, aqui, a questão seria inteiramente desvirtuada?
É interessante ela mencionar Marcos Valério e não o seu chefe, Daniel Dantas, ou seu padrinho original, Eduardo Azeredo, mas tudo bem.
Estranho mesmo é tanto relativismo, teses e subterfúgios para dizer que não sabe se vale a pena implantar algum tipo de nazismo carcerário no Brasil. A preocupação dela, contudo, não é com algum eventual prejuízo aos presidiários, que por acaso são seres humanos, mas se algum deles levará vantagem.
Cora Ronai até aceita que se usem presidiários como cobaias, mas não que se lhes reduza a pena. Nazismo pela metade não tem graça.
*
Daí que os pobrezinhos dos Beagles viraram mesmo o assunto preferido da nossa direita tão plural. Uns os defendendo, outros os atacando, e não sei o que é pior.
A Veja dedicou-lhes a capa da edição da semana, e mais um caderno especial de “17 páginas”. O tom é sinistro, quase sádico. “Ainda não dá para fazer ciência sem que eles sofram…”, diz o título. Cora Ronai provavelmente preferiria ver Marcos Valério no lugar do triste cãozinho – desde que não lhe reduzissem nem um dia dos 40 anos a que foi condenado, claro.
VEJA
*
O primeiro artigo de Reinaldo Azevedo na Folha intitula-se… “Os 178 beagles”. E vem repleto de tiradas que o pessoal da Folha deve achar geniais, como “Povo não existe. É uma ficção de picaretas”, além das invectivas de sempre contra o PT que, segundo ele, “ataca sistematicamente as instituições” e alimenta “intolerância” e o “ódio” à democracia. Mais um pouco e Azevedo acusa o PT de ter apoiado a ditadura, mentir sobre as Diretas Já, e sonegar R$ 615 milhões em imposto de renda…
Por: Miguel do Rosário

segunda-feira, 27 de maio de 2013

CADÊ O POLICARPO ? CADÊ O MINO ? A Veja sofrerá mudança radical: vai ficar pior.

O PiG (*) conseguiu noticiar a morte de Robert(o) Civita sem mencionar o Policarpo, aquele a quem o senador Collor se refere como o “Caneta”.

O PiG (*) tratou das obras de Robert(o) e cometeu leves equívocos.

Robert(o) fundou a revista Realidade.

Clique aqui para ler sobre o livro do Miltainho a respeito da Realidade.

Quem fez a Realidade foi o Paulo Patarra, que, por esperteza, sugeriu ao patrão nomear o filho diretor. 

Quem fundou a Veja – hoje por Robert(o) transformada num detrito de maré baixa -  foi o Mino Carta.

O pai, “seu” Victor, é que teve a ideia de fazer uma revista semanal de informações.

E chamou o Mino, que já tinha dirigido a Quatro Rodas na Abril, para criá-la.

Clique aqui para ler sobre “O Brasil”, de Mino Carta, que é pior do que você pensa, onde há passagens sobre Robert(o).

TODA a diretoria da Abril, inclusive Robert(o), quis fechar a Veja, quando ela começou a cair dos 700 mil exemplares da estreia.

Quem não deixou fechar a Veja foi o “seu” Victor.

Mas, hoje, é preciso glamorizar o empreendedor que quis fazer aqui o que via nos Estados Unidos: Time, Life, Playboy …

Não há uma única publicação desta árvore que tenha enriquecido os brasileiros do ponto de vista intelectual, jornalístico ou em autoestima.

Robert(o) menosprezava o Brasil.

Vivia num mundo à parte, em algum pedaço dos Estados Unidos, que já não o reconhecia.

E, aqui, como já disse esse ansioso blog, foi um “loser”, um perdedor.

Vamos combinar que a Veja se tornou uma revista pós-fascista, Golpista, um coito de bandidos com pseudo-jornalistas, como lembrou Collor.

Como se sabe, quando se instalou a CPI do Robert(o), o Michel Temer recebeu a recomendação do Fabio Barbosa, o banqueiro (sic) que hoje dirige a Abril, e de filho do Roberto Marinho – eles não têm nome próprio – para seguir a seguinte rota:

Quando ouvir falar em Veja, entenda imprensa.

Quando ouvir falar em imprensa, entenda Globo.

Robert(o) e o Policarpo não foram chamados a depor.

Como pretendia o deputado Fernando Ferro.

Venceu a lógica do Miro Teixeira, que não deixa a bandeira da Globo cair.

Depois, o PT odarelou e a CPI deu no que deu.

O Policarpo está aí, e não surpreenderá o ansioso blogueiro se, breve, assumir a chefia de redação da própria Veja, em sua remodelação radical, que se avizinha: vai ficar pior !

Na Argentina, mandaram a Abril embora.

Aqui, ela é um simbolo da liberdade de imprensa !

Viva o Brasil !

Não deixe de ler “Civita, o Sírio e a Folha”.


Paulo Henrique Amorim

ESQUEÇAM POLICARPO: 
O CHEFE É CIVITA

E nao é que o PT odarelou e deixou o Robert(o) e o Policarpo sairem de fininho ?

(*) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.


O Conversa Afiada republica texto de Luis Nassif, extraído do Blog do Miro:

ESQUEÇAM POLICARPO: O CHEFE É CIVITA



Por Luis Nassif, em seu blog:

Veja se antecipou aos críticos e divulgou um dos grampos da Policia Federal em que o bicheiro Carlinhos Cachoeira e o araponga Jairo falam sobre Policarpo. Pinça uma frase – “o Policarpo nunca vai ser nosso” – para mostrar a suposta isenção do diretor da Veja em relação ao grupo.

É uma obviedade que em nada refresca a situação da Veja. Policarpo realmente não era de Carlinhos Cachoeira. Ele respondia ao comando de Roberto Civita. E, nessa condição, estabeleceu o elo de uma associação criminosa entre Cachoeira e a Veja.
Não haverá como fugir da imputação de associação criminosa. E nem se tente crucificar Policarpo ou o araponga Jairo ou esse tal de Dadá. O pacto se dá entre chefias – no caso, Roberto Civita, pela Abril, Cachoeira, por seu grupo.

Como diz Cachoeira, “quando eu falo pra você é porque tem que trabalhar em grupo. Tudo o que for, se ele pedir alguma informação, você tem que passar pra mim as informações, uai”.

O dialogo abaixo mostra apenas arrufos entre subordinados – Jairo e Policarpo.

Os seguintes elementos comprovam a associação criminosa:

1- Havia um modus operandi claro. Cachoeira elegeu Demóstenes. Veja o alçou à condição de grande líder politico. E Demóstenes se valeu dessa condição – proporcionada pela revista – para atuar em favor dos dois grupos.

2- Para Cachoeira fazia trabalho de lobby, conforme amplamente demonstrado pelas gravações até agora divulgadas.

3- Para a Veja fazia o trabalho de avalizar as denúncias levantadas por Cachoeira.

Havia um ganho objetivo para todos os lados:

1- Cachoeira conseguia afastar adversários, blindar-se contra denúncias e intimidar o setor público, graças ao poder de que dispunha de escandalizar qualquer fato através da Veja.

2- A revista ganhava tiragem, impunha temor e montava jogadas políticas. O ritmo frenético de denúncias – falsas, semi-falsas ou verdadeiras – conferiu-lhe a liderança do modelo de cartelização da mídia nos últimos anos. Esse poder traz ganhos diretos e indiretos. Intimida todos, anunciantes, intimida órgãos do governo com os quais trabalha.

3- O maior exemplo do uso criminoso desse poder está na Satiagraha, nos ataques e dossiês produzidos pela revista para atacar Ministro do STJ que votou contra Daniel Dantas e jornalistas que ousaram denunciar suas manobras.

Em “O caso de Veja”, no capítulo “O repórter e o araponga” narro detalhadamente – com base em documentos oficiais – como a cumplicidade entre as duas organizações permitiu a Cachoeira expulsar um esquema rival dos Correios e se apossar da estrutura de corrupção, até ser desmantelado pela Polícia Federal. E mostra como a Veja o poupou, quando a PF explodiu com o esquema.

Civita nem poderá alegar desconhecimento desse ganho de Cachoeira porque a série me rende cinco ações judiciais por parte da Abril – sinal de que leu a série detalhamente.

Os próprios diálogos divulgados agora pela Veja mostram como se dava o acordo:

Cachoeira: Esse cara aí não vai fazer favor pra você nunca isoladamente, sabe? A gente tem que trabalhar com ele em grupo. Porque os grande furos do Policarpo fomos nós que demos, rapaz. Todos eles fomos nós que demos. Então é o seguinte: se não tiver um líder e a gente trabalhar em conjunto… Ele pediu uma coisa? Você pega uma fita dessa aí e ao invés de entregar pra ele fala: “Tá aqui, ó, ele tá pedindo, como é que a gente faz?”. Entendeu?

Desde 2008 – quando escrevi o capítulo – sabia-se dessa trama criminosa entre a revista e o bicheiro. Ao defender Policarpo, a revista, no fundo, está transformando-o em boi de piranha: o avalista do acordo não é ele, é Roberto Civita.

Em Londres, a justiça processou o jornal de Rupert Murdoch por associação indevida com fontes policiais para a obtenção de matérias sensacionalistas. Aqui, Civita se associou ao crime organizado.

Se a Justiça e o Ministério Público não tiverem coragem de ir a fundo nessa investigação, sugiro que tranquem o Brasil e entreguem a chave a Civita e a Cachoeira.



Clique aqui para ler “Cadê o Policarpo ? Cadê o Mino ?”. 

E aqui para ler “A Folha, o Sírio e Civita. Viva o Brasil !”. 

domingo, 21 de abril de 2013

MÍDIA RADICALIZA CONTRA DILMA, MAS PODE PERDER DE NOVO


quinta-feira, 4 de abril de 2013

Grupo Abril usa o nome de Aloyzio Nunes


 
Hoje de manhã, a senhora Higes Andrés Manara, assessora de Relações Governamentais da Editora Abril esteve com assessores parlamentares de um senador da base governista, visando amaciar o projeto de Direito de Resposta apresentado pelo Senador Roberto Requião.
Na conversa, duas vezes ela falou que "nós vamos apresentar emendas". Na terceira vez, os assessores perguntaram "nós, quem?". E ela respondeu ser o Senador Aloyzio Nunes Ferreira.
Aloyzio deverá discursar daqui a pouco. Mas, antecipadamente, duvido que ele se disponha a ser porta-voz da Abril contra um projeto de lei que visa resguardar direitos individuais e que deveria se constituir em consenso entre os senadores, acima das divergências partidárias.
A Abril especializou-se em assassinatos de reputação, valendo-se de parceria com criminosos, como revelou a CPMI de Carlinhos Cachoeira. Mesmo com restrições às alianças políticas de Aloyzio, duvido que vá encampar essa tese.
Estou propenso a acreditar que seu nome foi mencionado em vão pela assessora.
Vamos conferir seu discurso. A ver!
Luis Nassif
No Amoral Nato




Solidariedade de Requião ao jornalista Luís Carlos Azenha

terça-feira, 12 de março de 2013

CRUVINEL: POLICARPO E CACHOEIRA SE UNIRAM PARA DERRUBAR RENAN E a CPI do Odarelo não pegou o Policarpo, conhecido como o “Caneta”.



CACHOEIRA E POLICARPO AGIRAM CONTRA RENAN


segunda-feira, 11 de março de 2013

A escolha é sempre sua


SENSACIONAL este vídeo de George Galloway ativista e parlamentar britânico na Universidade de Oxford em 29/10/2012. SENSACIONAL!
Ele responde ao um aluno que parece que foi educado por Olavo de Carvalho sobre os direitos dos homossexuais e a eleição presidencial de 07/10/2012 na Venezuela.

Dica de Elizeu Beckmann
No Maria Frô

No Tudo em Cima

sábado, 9 de março de 2013

O POVO IDOLATRA CHÁVEZ E VEJA VÊ HERANÇA MALDITA


sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

VEJA LAMENTA CRIAÇÃO DE 1,3 MILHÃO DE EMPREGOS EM 2012


quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

KRUPP: DUAS OU TRES LIÇÕES DE CAPITALISMO



Celso Furtado dizia que o carrasco das nações no mundo globalizado era a perda dos instrumentos endógenos de decisão.Sem eles tornar-se-ia virtualmente impossível subordinar os interesses do dinheiro aos da sociedade. O fiasco do projeto siderúrgico da Krupp (Tyssenkrupp) no Brasil é mais uma evidência da visão arguta de Furtado. A Companhia Siderúrgica do Atlântico custou US$ 15 bi; foi prevista para produzir cinco milhões de toneladas de placas  de aço por ano.Trombou com um excedente de 500 milhões toneladas no mundo, fruto da desordem neoliberal. A CSA nasceu como uma perfeita obra da globalização dos capitais. Nela, nações e povos figuram como mero substrato logístico ou entreposto de insumos baratos. Mas são coagidos a engolir o prejuízo integral quando ele ocorre. É esse o caso. A Krupp resolveu vender seu elefante branco a um grupo local e pressiona o BNDES a financiar o negócio da China. A pioneira da siderurgia alemã  não sobreviveria por dois séculos  se não  encarnasse a própria essência ágil e mutante do capitalismo. Escrúpulo  não é um ingrediente dessa receita. A contabilidade do grupo registra um momento de virtuosa produtividade na Segunda Guerra, com lucros  vitaminados pela extração da mais valia absoluta de dezenas de milhares de trabalhadores gratuitos. Escravos, cooptados para as  linhas de montagem  diretamente dos campos de concentração. (LEIA MAIS AQUI)


A DILMA VAI À TV COM A REDUÇÃO DE TARIFAS


Caiu a ficha da Dilma: o PiG foi para a “provocação” !

O Sr Botín foi à Dilma dizer que acredita piamente no Fantástico, na massa cheirosa e na Urubóloga

A Presidenta Dilma Rousseff entra em cadeia nacional de radio e tevê nesta quarta-feira, dia 23, para anunciar a redução média de 20% nas tarifas de energia elétrica para empresas e lares.

Parece que a ficha caiu.
O PiG (*) começou 2013 furioso.
A fúria Golpista atingiu a categoria de “provocação” política.
Primeiro, o anuncio do apagão, em que se notabilizaram a da “massa cheirosa” – que levou o Edu a desmoralizar a Folha (**) – e a Urubóloga, que tinha a fita métrica que media o esvaziamento dos reservatórios.
Uma desgraça.
A “massa cheirosa” e a Urubóloga são, como sempre, as Profetisas do Caos, desde o Caosaéreo.
Depois, em 2013, veio a “maquiagem” do superávit primário.
Era a desmoralização das contas públicas, que afugentaria os investidores internacionais.
( Hoje, o dono do Santander, o sr Botín, avisou à Presidenta Dilma que vai investir R$ 5 bilhões em infra-estrutura:http://blog.planalto.gov.br/presidente-do-banco-santander-afirma-que-destinara-r-5-bi-para-projetos-de-infraestrutura/. Um horror !)
O Fantástico deste passado domingo atribuiu a desgraça da seca à incompetência da Dilma, por causa dos atrasos na transposição do rio São Francisco.
A “reportagem” – os jornalistas são piores que os patrões, costuma dizer o Mino Carta – deixa entender que pretendia, na verdade, denunciar uma grande roubalheira, um fluvial desvio de grana.
Mas, não conseguiu provar.
Preferiu cometer o crime de pena mais leve: a Dilma é quem mata o gado sedento do Nordeste.
Agora, é o delírio da Folha (**): vai faltar luz elétrica nos estádios da Copa, SEGUNDO A ANEEL !!!
Segundo a Aneel !!!
Faltou combinar com a Aneel.
Mas, a Folha (**), amigo navegante, é capaz até de fabricar uma ficha falsa da Polícia de uma candidata a Presidenta da República – e nada acontece.
Agora, em 2013, porém, o tom mudou.
Mudou porque a Casa Grande não tem homens nem ideias para 2014.
A Casa Grande se sentiu fortalecida com o julgamento do mensalão (o do PT).
E, de certa, forma, o Supremo contribuiu para isso, de caso pensado – ou, na hora certa, segundo o Big Ben que o Presidente Ayres Britto levava no bolso do colete.
A Casa Grande conseguiu condenar o Dirceu sem provas para chegar ao Lula – clique aqui para ler “Gurgel vai assassinar o caráter do Lula ?” – e, portanto, à Dilma.
Antes de 2014.
Por isso, o PiG subiu o tom.
O PiG está se achando.
Mudou a natureza e a intensidade dos ataques.
Os capatazes do PiG (*) se tornaram mais fortes, mais protegidos (pelo Supremo) – e mais ensandecidos.
A resposta da Dilma pode não ser com a Ley de Medios.
Mas, tudo indica que a ficha caiu.
Que ela já percebeu que, solto, sem uma resposta política, o PiG (*) derruba ela.
Com a anuência constrangida do Supremo do Paraguai, digo, do Brasil.
A Presidenta, como se sabe, reage, com força, por impulso.
Um dia, ele estava no avião de Brasília para São Paulo, a caminho da festa dos “Melhores e Maiores”, daquela instituição que edita o detrito sólido de maré baixa.
Recebeu um telefonema de alguém da copa-e-cozinha da Abril.
Para avisar que a Veja ia publicar a reportagem que deu origem às “denúncias” do Grande Brasileiro Marcos Valério, o do valeriodantas, contra o Presidente Lula.
Dilma mandou o avião voltar.
E deu ordens ao Ministro Mantega que também ia ao convescote: vá, sente-se na mesa, e diga que vai embora em protesto contra a reportagem.
E foi o que aconteceu.
Ela demora.
Mas, reage a seu modo.
A ficha caiu.
Em tempo: o jornal nacional também anuncia que vai faltar luz elétrica no vestiário dos estádios da Copa e o Neymar vai vestir as chuteiras do Cássio.
Paulo Henrique Amorim
(*) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.
(**) Folha é um jornal que não se deve deixar a avó ler, porque publica palavrões. Além disso, Folha é aquele jornal que entrevista Daniel Dantas DEPOIS de condenado e pergunta o que ele achou da investigação; da “ditabranda”; da ficha falsa da Dilma; que veste FHC com o manto de “bom caráter”, porque, depois de 18 anos, reconheceu um filho; que matou o Tuma e depois o ressuscitou; e que é o que é, porque o dono é o que é; nos anos militares, a Folha emprestava carros de reportagem aos torturadores.